meet the locals and summer workers of solace, washington, a tourist, coastal town on the edge of the beautiful pnw. now found @solacewashington.
head barista at saltwater press café, located a block down form alegría's oddities. kat is an older millennial who says what she means and can be cringe, but she is free. on kit's lunch breaks, kit and kat often talk together in spanish, losing track of time together. she / they, pansexual, 30.
owner of chapter & verse bookstore, across the street from the shop. edwin is incredibly shy and has a soft stutter, often second guessing what he's saying aloud, except when it comes to books, which he's an expert in. kit and eddy have an unofficial bookclub together. he / they, pansexual, 32.
head lifeguard down at the pier / beaches surrounding it. she's cool, calm, collected, and confident, with an alert gaze. she's someone who takes her job - and her life - very seriously. on the off seasons, she takes various job at shops around town, helping where she can, including in kit's shop. she / her, bisexual, 34.
owner of whittling whale artisan woodshop & souvenirs. a sharp witted woman who carves driftwood marine life for tourists, but spends her winters fixing local fishing boats. she's been in solace since she was a young girl and looks after everyone. kit is comfortable around her because she has zero hidden motives - she says exactly what she means always. and she'll make you her killer clam chowder. she / her, lesbian, 63.
lead server at the foghorn diner. a high energy college student who treats the entire town like her personal soap opera, knowing exactly who is renting which cabins to which tourists, who leaves the best tips, and all the local gossip. kit is one her regulars, and chloe often chats his ear off while taking a dollar or two from his bill. they / she, bisexual, 25.
owner of solace marine supply & bait shop, down at the pier. an old and weathered coastal local who has been working the docks for decades. he's a man of few words, but is wise beyond his years when he does talk, which means kit is often asking him for advice. he / him, bisexual, 56.
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owner of the sugar shack & sundry ice cream shop. a whirlwind of passionate and chaotic energy, he treats ice cream like he’s a mad scientist and the cream is his experiments. kit often takes his daughter, marisol, to get a treat there, and though marc claims not to pick favorite children, he always gives her an extra scoop for free. he / him, pansexual, 45.
operator of the solace boardwalk carousel. rowan took over running the historic carousel from their grandfather. they possess a calm demeanor, helping to keep the tourist's chaos at bay, but they have a childlike wonder that keeps that magic alive in the carousel. they often pop over to kit's shop to look for vintage hardware or ask his advice on restoring century-old wood trim. they / them, pansexual, 28.
the town gossips. retired with a lot of money, they are 'roommates' who love to talk, and though they think they know everything about everything, it's mostly rumors on their end. she /her and she / her, lesbians, 60s.
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Vinculado a um macabro ritual antes de nascer, a criança fora sentenciada desde cedo a um destino que poderia ter sido cruel, o de um sacrifício, se não fosse por um homem que o tirou das mãos ruins de sua mãe biológica. Batizado Kadaj após os ânimos terem baixado, este mesmo homem que o salvou quando era bebê se tornou seu pai adotivo e sozinho criou o menino com a cultura e ideais que possuía.
Quando atingiu seus oito anos, descobriu várias coisas sobre si, inclusive seu medo por dragões. As criaturas não lhe eram muito convidativas; sentia uma tensão profunda e crescente dentro de si toda vez que via um, mas sua compostura era relaxada quando fazia a oração de sempre com seu pai. "Grande Erianhood, afugenta minhas preocupações e lava-me o cerne para que eu possa sentir toda sua bondade me invadir". Imediatamente não havia uma postura endurecida que não relaxasse ao proferir as palavras, e era isso que mantinha Kadaj em sua completa calma, até mesmo quando passou, depois de uns anos, pelas provações no instituto militar.
Não foi fácil treinar da forma que treinou, pois suas habilidades não cabiam em outro quadrante que não o da infantaria. Portanto, mesmo sendo assíduo e que fosse extremamente desgastante, mental e físicamente, ele não abdicou. "Grande Erianhood, afugenta minhas preocupações e lava-me o cerne para que eu possa sentir toda sua bondade me invadir". Sua capacidade aumentava instantaneamente, assim como sua voz amansava e seu corpo parecia desmanchar de tamanha calmaria que era preenchida. Então, após anos e anos de treinamento, um vínculo fora criado com seus colegas e professores, e Kadaj prometeu que levaria adiante conhecimentos e que protegeria seu povo e seus ideais.
Pouco tempo depois de começar a atuar como membro da infantaria, seu pai faleceu por complicações. Já era um idoso com uma qualidade ruim de saúde, embora ambos tivessem feito o possível para curá-lo, mas mesmo assim não conseguiram e ele padeceu. Fora um homem justo e completo, firme em suas promessas e palavras de um Escriba, contudo, a hora havia chegado e sua memória seria guardada com cada passagem escrita que o mesmo havia documentado.
Kadaj se tornou um homem solitário, pouco suscetível a confiar nas pessoas de novo e também pouco sociável. Um ano após o falecimento do pai, ele foi desvendando coisas de seu passado e fincando cada vez mais na religião. Por onde passa, Kadaj carrega consigo vários ensinamentos, uma boa dose de conversa, meios sorrisos e uma crença que aprendeu a perpetuar. "Grande Erianhood, afugenta minhas preocupações e lava-me o cerne para que eu possa sentir toda sua bondade me invadir", é isso que o mantém firme.
Recentemente, há poucos meses, tornou-se subdirigente do quadrante e crê que toda a confusão na qual está inserido, possa se resolver de forma pacífica sem muitas mortes ou desavenças. É isso que espera, pois, de toda forma, Kadaj não é um homem que perde a linha muito fácil e se vem a se meter em algum problema, é fato que pretende resolver da melhor forma possível. O único boato que circula por aí sobre sua patente alta é a de que fora comprado pelos Essaex, um vira-casaca, segundo seus semelhantes.
Ele é atualmente um dos melhores lutadores de justa do reino e campeão no Torneio do Imperador, o que reforça ainda mais a premissa de que é alguém que está muito atrelado à realeza, em especial a família principal, e a verdade é que Kadaj tem seus meios de chegar onde quer, mas foi completamente justo quando conseguiu a patente alta. A questão é a confiança que passa para os da família real, que é justamente o que esperam de seus militares, e ele, como um bom cãozinho, cumpre — não de graça, isso com certeza.
، ≀ ⠀╱⠀ ARMA MÁGICA:
— BIDENTE DE THALLAIN : Criado a partir de uma substância muito rara encontrada nos confins da fortaleza dos Thallain, o material foi usado para se fundir com o bidente mágico, uma arma de duas pontas afiadas que se assemelham a um garfo. Possui um poderio majestoso, pois se move com muita rapidez tal como também esconde-se na velocidade da luz, invisível, de tão veloz que pode ser. O bidente foi provado ser potente em sua capacidade de cortar tão facilmente qualquer coisa, que se não houver cuidado o próprio usuário poderia se machucar com ele. É provável dizer que esta arma seja "viva", uma vez que ela escuta seu dono quando chama, voando diretamente para as mãos do mesmo de volta quando é lançada, como se existisse um imã lhe puxando, e geralmente queima ou afeta outra pessoa que tente usá-lo. Somente Kadaj consegue utilizá-lo, para outrem a arma torna-se extremamente pesada e inutilizável. Ele pode alterar o comprimento ou tamanho, já que ela funciona basicamente como uma extensão de seus próprios membros e exige muito de sua energia corporal, apesar de facilitar para que leve para onde quiser sem que ninguém note, e ser tão pesada quanto uma pluma (nas mãos de Kadaj). É o item ideal para ele.
CHORUS LEADER: You would become the wretchedest of women.
MEDEA: Then let it be.
NOME: Brynhildr Haraldsdóttir Ekholm
IDADE: 34
RAÇA: Khajol
HOSPEDEIRA DE: Hela
ORIGEM: Northumbria
RESUMO
Brynhildr é a segunda filha de jarl Harald Ekholm, e preferida pelos pais em todos os sentidos menos aqueles relacionados a sucessão. Seu irmão era uma pessoa cruel e violenta que já tentou assassiná-la em seu sono enquanto ainda estudavam em Hexwood, com receio de que o pai tentasse, de fato, colocá-la na frente do que acreditava ser seu por direito. Entretanto, Harald era cego quando se tratava de ambos os seus filhos, e a sua tentativa de impedir que fratricídio fosse cometido por ambos os lados, sua solução foi deixar Leif como protegido de uma casa aliada aos Ekholm e casou Brynhildr com o herdeiro de uma casa que desejava aliança. Por 4 anos tudo esteve tranquilo, até seu marido falecer ao mar e seus irmãos decidirem tomar o lugar que era de seus filhos por direito, inventando rumores quanto a fidelidade de Brynhildr e a paternidade de Njörðr. Seu objetivo agora é buscar aliados a fim de proteger ela e seus filhos.
BRYNHILDR, A MAIS BELA JOIA
Brynhildr nasceu como a segunda filha de jarl Harald Ekholm, e a menina dos olhos de seu pai. Tão logo abriu seus olhos, tão semelhantes aos de sua mãe, Gerda, o homem soube que estaria sempre condenado a viver sobre os caprichos daquele bebê chorão. Por isso, Harald utilizou os costumes antigos para adicionar o sobrenome Haraldsdóttir em seu nascimento, algo que não fez nem para seu primogênito.
Brynhildr era uma criança muito opinativa e curiosa, queria saber como absolutamente tudo funcionava e se lembrava de tudo que lhe era dito, por mais bobo que pudesse parecer. Quando seu pai percebeu o quão astutamente a sua mente trabalhava, resolvendo problemas matemáticos e sugerindo soluções pertinentes para problemas comerciais, ele a treinou como se fosse ser a herdeira, a alimentando com sonhos e planos que logo se mostrariam falsas. Não era incomum vê-la entre os artesãos e comerciantes, usando colares e pulseiras prateadas, ou adornadas com pedras, pois desde que pequena era vaidosa. Carinhosamente a chamavam de Gullveig, como a bruxa dourada dos Vanir. Futuramente o alcunha permaneceria, mas o seu sentido seria completamente transformado.
Desde seus primórdios, a Casa Ekholm acolhia changelings em seu território, e eles participavam das fabricações por salários dignos e abrigo. Tal fato só foi conhecido anos depois, quando Otto, o Sábio, conseguiu fazer com que a família não sofresse exclusão e represália da realeza com um acordo e uma história falsa. Ainda eram vistos com desconfiança, e não eram todos que desejavam se aliar a uma casa com tal passado, mas a riqueza e a nobreza dos Ekholm ainda era algo que enchia os olhos, e eles não podiam negar: Faziam belas joias e excelentes armas, quem sabe as melhores de Northumbria e além. Decerto eram abençoados, e tinham Týr como seu maior patrono.
As leis de sucessão eram tão antigas quanto a própria família, e ditavam que o primogênito, independente do sexo, haveria de herdar a posição de líder, e Brynhildr, apesar de ter nascido com a aptidão e a vontade, havia vindo como segunda filha. Leif, seu irmão mais velho, não era nada do que haviam esperado; enganador, malicioso, cruel com aqueles que julgava menores, ele em nada se assemelhava com seus antepassados. Os ciúmes de sua irmã mais nova a transformava em um alvo também, mas como ela era protegida pelos pais a sua crueldade era ocultada. Brynhildr só saberia depois que os seus quase acidentes — a vez que quase foi atropelada por um cavalo desgovernado, quando quase comeu uma comida que continha amendoim — tinham um responsável.
Os anos em Hexwood em nada fizeram para mudar o temperamento do irmão, mas serviram muito bem para Brynhildr, que fez alianças e amizades com colegas e corpo docente, estando sempre entre os dez melhores alunos. Longe dos olhos da família, Leif começou a ser mais atrevido, e em uma noite qualquer ele subiu na cama de Brynhildr e tentou assassiná-la com uma faca. Se não fosse o seu treinamento e o fato de Leif estar bêbado, ela teria sucumbido a cega inveja fraterna. Brynhildr sempre teria uma cicatriz no seu pescoço como lembrança. Depois disso, Brynhildr envenenou o copo de Leif, dando o antídoto a ele apenas após ele implorar e chorar entre balbucios.
Os seus pais, preocupados que um deles conseguisse o seu objetivo final, tomaram a pior decisão possível: Deram a mão de Brynhildr em casamento no instante em que se formou de Hexhood, e levou Leif para longe, para ser treinado como herdeiro com parentes distantes e de confiança. É sabido que Harald, conhecido por seu humor de ferro, entregou a sua filha favorita ao altar com lágrimas nos olhos.
A família de seu marido não era nobre, mas era rica. Pescadores e guerreiros, a sua fama datava de gerações: Frios como o inverno e impiedosos como a guerra. Brynhildr odiou o seu novo lar, sentia falta dos campos verdejantes, dos rios quentes, do calor de seu povo, ali todos pareciam olhá-la com desconfiança e sorrisos falsos. Foi com o tempo que aprendeu a amar o marido que deixava flores em seu quarto e a carregava para a cama quando ela adormecia acima de documentos. Ele não era de palavras, mas logo aprendeu a compreender que seus afetos vinham dos atos. Talvez de todas as suas provas de amor foi Njord ter ensinado Brynhildr a dominar o uso do saxo, algo que era desaprovado por sua sogra.
A VIÚVA DE FERRO
Seu primeiro filho, Björn, veio um ano depois de seu casamento, e sua filha, Sjöfn, veio três anos depois. Njord era apaixonado pelos filhos, levava Björn para pescar consigo quando tempo estava ameno e planejava fazer o mesmo com a pequena, mas ele faleceu pouco depois de ela completar um ano de idade. e.
Ninguém poderia imaginar que um homem tão forte e experiente quanto Njord fosse perecer no mar, impedindo que sua esposa e filhos realizassem os ritos fúnebres. Somente com a morte do marido que Brynhildr percebeu o quanto ele a havia protegido, pois tão logo seus parentes começaram a tentar reivindicar o assento de patriarca.
Primeiro veio a dúvida quanto as habilidades de Brynhildr gerir os negócios da família até a maioridade de Björn; ela que havia feito isso desde que se casaram. Depois começaram a duvidar da paternidade de seus filhos, sussurrando que eles não tinham nada da aparência de Njord, e depois aumentando que eles poderiam ser filhos de algum changeling, dado que os Ekholm sempre foram favoráveis a eles. Diziam que ela veio para trazer tragédia e morte para a família, que tudo havia começado a ruir no instante em que ela passou pela porta da frente, carregando consigo um semblante choroso e vingador. Ter sido escolhida por Hela apenas aumentava a história de que era uma bruxa, e que seus filhos trariam consigo apenas a ruína.
Brynhildr mal teve tempo de viver o luto pela morte do marido, precisando transformar a si mesma em uma arma e um escudo, atacando e protegendo pelos seus filhos. Permitia que a chamassem de bruxa se isso os fizesse ter mais medo.
Em segredo, começou a buscar possíveis aliados, e foi isso que a levou para Ânglia após tantos anos, utilizando o convite para o primeiro casamento entre uma khajol e um changeling como desculpa para conseguir viajar sem levantar grandes suspeitas. Apesar do afastamento pós casamento, deixou seus filhos com seu pai, sabendo que Leif agora estava em outra residência e não os machucaria. Seu pai havia aprendido a lição ao jogar a filha em um buraco de serpentes.
Agora, com os últimos acontecimentos, Brynhildr se vê em uma situação complicada.
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Thinking about my muses and their relationship to parenthood.
Already a Parent:
Ana Amari (was arguably an absent mother to Fareeha during her career, and then after her "death", waited 7 years to reach out; working to better it with her as an adult).
Grace Hanson (raised two daughters but was very distant/not involved with them; career-focused and selfish. Is not motherly, but still has an adult relationship with them).
Lydia Tár (is step-father to Petra, and enjoys her role as such, teaching her and being engaged with her education).
Myrrine of Sparta (raised Kassandra and Alexios, and always holds the regret of allowing her younger child to be thrown from the mountain as part of the Oracle's prophecy; also holds regrets regarding Kassandra's parentage for the sake of bloodline, but knew it was her duty. Is a good parent, despite the circumstances).
Dr. T. Reed Smith (divorced mum of 2 little girls, doing her best to raise them on her own with split custody; is a good parent).
Wants to be a Parent:
Cmdr. Alice J. Shepard (ONLY IN POST-WAR AUs and partner-dependent; so far, it's been only plotted with @croftborn's Lara for later down the line).
Dr. Anne Pearce (in a post-war setting with Magnus and Miranda both - to make it work for Miranda especially, she steps up as the carrier of their fertilized embryo since Miranda isn't able to).
Ashley Williams (she's the eldest of 3 sisters in a generational military family, she's been raising them since she was young, and she wants like 2-3 of her own with her partner).
Jamie Cartwright (she's open to the idea of becoming a step-mom to her future partner's kids).
Miranda Lawson (canonically was trying to hook up to get pregnant, then found out she was biologically incapable of doing so; desperately wants to become a mom someday, somehow - whether through adoption, IVF using her embryo fertilized and with a surrogate, or with an asari partner, possibly).
Samantha Traynor (canonically, imagines a future with Shepard that includes two kids, a dog, and a house with a white picket fence. I imagine she'd like to be the one to carry them to term).
Doesn't want to be a parent:
Literally everyone else LOL. (the reasons vary; some of them know they would be bad parents, others would hate the idea of pregnancy/being pregnant, and the rest are neutral but not inclined toward parenthood because of their careers/circumstances, or they are too old to have kids!)