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vindo aqui pra só postar uns outros personagens de outros universos distintos pra rpzar, mas como a coragem tá comendo solta não vou postar por enquanto about/infos deles ainda (em breve vou, claro!!!) porque preciso dar umas refinadas já que foram personagens de muuuuitos anos com uma escrita podríssima...
caso alguém tenha interesse nas temáticas, vou deixar aqui uma listinha dos originais:
leonis ozera gainsborough, aka whisper, espião. fc: chris wood
kainan flynn, estudante de ciência da computação. fc: jared padalecki
dalia calderón, trapezista no cirque di luminus. fc: gabriela andrada
justin richmond, a justiça das 4 virtudes cardeais do catecismo como dominador do elemento ar & aprendiz de merlin. fc: jordan calloway
e alguns cânones também:
irma lair, fada-guardiã da água. baseada nos quadrinhos w.i.t.c.h. fc: isabela merced
tanjiro kamado, caçador de demônios. baseado no anime/mangá kny. fc: mackenyu
luciel choi, aka seven (707), hacker profissional. baseado no app mystic messenger. fc: baekhyun
escanor, membro dos sete pecados capitais como o pecado do orgulho. baseano no anime/mangá seven deadly sins. fc: chris hemsworth
úrsula, bruxa do mar. baseado nos contos de fadas. fc: simone ashley
gretel grimm, caçadora de bruxas. baseado nos contos de fadas. fc: alba baptista
marishka, uma releitura da vampira secular que, ao invés de noiva, é protegida de Drácula. fc: daniela avanzini
Pretty things #1
Em todos os seus relatórios de estágio, a palavra que mais se repetia era "organizar" - não que aquele fosse seu papel ou até mesmo algo que aspirava fazer, mas sim, algo que precisava caso quisesse ter algo pronto. Victor Frankenstein era um grande nome, alguém de renome e importância na comunidade mas era tão genial quanto bagunceiro. Não era uma surpresa para Fionn que estivesse tendo de ir na sala da diretora às pressas para buscar uma assinatura que devia ter sido pega, segundo seu próprio cronograma, semanas atrás - o papel havia sido esquecido sob a mesa de Frankenstein e ele, por sua vez, havia hesitado em perguntar sobre até que estivesse tudo em cima da hora.
É, talvez o caos fosse contagiante, precisava admitir. Trazia consigo toda a documentação e um sorriso no rosto pronto para pedir uma quantidade cômica de desculpas quando seu olhar registrou uma presença viva ali. Alessia. Seus caminhos haviam cruzado vez ou outra pelos corredores ou aulas, tinha bons sentimentos sobre a outra. Sorriu de volta, porém, suspirando. "Nesse caso, ninguém precisa saber que eu só cheguei agora", declarou, jogando-se no banco, ao lado da jovem. "Será? Mas parece tudo muito... silencioso lá dentro para uma bronca. O que quer que tenha rolado, a diretora Weems está contida demais", observou, franzindo a sobrancelha. "Será que a pessoa tá viva ainda?", perguntou, com um sorriso curto. É, talvez fosse um pouco mais parecido com seu chefe do que gostaria de admitir.
Cobriu parcialmente o rosto ao tapar a boca quando fez menção de rir. "É verdade. Só senta aí e finge que acumulou estresse de mais de meia hora!" Que era, no caso, o que ela estava fazendo. Podia até ser um pouco procrastinadora o que fosse, mas quando se tratava de seguir sua organização, era imprescindível que não fosse atrapalhada. E, no momento, estava sendo atrapalhada por Larissa Weems! "Mas, aí que tá!" Ela arregalou os olhos, ansiosa para contar as teorias mirabolantes que já fizera, cruzando as pernas e se chegando mais pra perto dele a ponto de que pudesse se fazer entendida com sussurros. "Justamente por estar silencioso que pode ser uma bomba atômica caindo ali dentro. A diretora jamais iria fazer um barraco aos gritos assim! Até porque sabe que tem gente esperando, então qualquer entonação de voz ela já vai silenciando." Assentiu com a cabeça, fazendo uma careta. Estava tão crente de que era algo sério que a mente borbulhava. Então, depois que Fionn comentou aquilo, Alessia novamente arregalou os olhos, sugando o ar pela boca e cobrindo em sequência, abafando sua fala: "Será?! Mas será mesmo? Ai, se a curiosidade matasse eu ia estar morta, Fionn." Por fim descansou as costas no assento, balançando em negativo a cabeça enquanto o olhava, pasma com qualquer que fosse a possibilidade. "Olha, eu já nem ligo mais se a senhora Yaga vai me matar e dar de comer pras galinhas, porque só saio daqui quando conseguir sentir pelo menos um mínimo do que a Weems está sentindo. Não consigo captar nada daqui e isso 'tá acabando comigo... Você tem horário a cumprir hoje também, né?! Que droga, o que eu não faria por uma folguinha."
﹙🌊﹚ 𝐌𝐀𝐋𝐔 & 𝐍𝐀𝐎𝐈𝐒𝐄 , rewriting the story.
nevermore verse.
Não havia um futuro muito promissor se permanecesse somente dentro de Nevermore, sem sequer cortejar os perigos das águas de fora. Mas, como todo monstro que se preze, também não era de ferro! Estava nos corredores de onde outrora havia dedicado anos e anos de estudo para tornar-se a navegadora que é hoje, mas buscava por um conhecido em específico que pudesse lhe fornecer direcionamento. As coisas ali pareceram mudar pouco, mas ainda houve mudança, mesmo que sutil, impedindo-a de tomar as liberdades que tinha antigamente. "Oi, sinto muito em te atrapalhar, mas estou precisando de uma ajudinha." Ela foi rápida em para qualquer pessoa no meio do corredor, voltando-se para a jovem com muita simpatia - embora estivesse impaciente por não ter achado seu amigo ainda. "Você conhece o professor Purr? Homem-gato, orelhas pontudas, carrancudo... Não sei se ele ainda leciona aqui e eu acabei de voltar de viagem, 'tô mais perdida que esturjão nadando em lava."
@starburstxr

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﹙🎀﹚ 𝐀𝐋𝐄𝐒𝐒𝐈𝐀 & 𝐅𝐈𝐎𝐍𝐍 , rewriting the story.
nevermore verse.
Aquele tec-tec-tec do relógio na sala silenciosa a deixava extremamente ansiosa. Não apenas por impaciência, mas porque sabia que a Baba Yaga comeria seu couro vivo (literalmente!) se não chegasse na hora, por isso as pernas começavam a suar e grudar na cadeira do lado de fora do ambiente da diretora Weems. Era necessário pegar a assinatura da mesma para mais um mês de estágio, confirmando os retornos dela e prós e contras de sua atuação. Bom, o que quer que fosse que a bruxa tinha dito à diretora, tinha que ser maravilhoso, afinal, Alessia não fez nada além do perfeito nas últimas semanas.
Assim que ouviu passos aproximando do banco no qual estava, ela olhou, vislumbrou o rosto conhecido e permitiu que no canto de seus lábios erguesse um sorriso. Não era lá seu melhor amigo e pudera também; ele parecia tão estranho quanto qualquer outro estranho. "Assinatura de estágio também?" Sabia que ele atuava com o matusalém Frankenstein, por isso resolveu puxar assunto - como a boa metida que era. "Pois, se estiver com pressa, acho bom pegar um cafezinho e começar a rezar pras suas divindades, porque a senhora Larissa já 'tá ali faz mais de meia hora, e olha que ainda cheguei atrasada!" Olhou novamente para a sala a fim de ver pelas frestas alguma confirmação de quem estava ali. "E pior que não vi nem quem entrou, e nem me disseram. Será que é bronca? Pra 'tá esse tempo todo aí..."
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﹙ NOME ﹚✶ peter bartholomew demitri bennet, grey ; ﹙ IDADE ﹚✶ 38 anos ; ﹙ ENCARGO ﹚✶ parte do grupo de caçadores, coletor de suprimentos e professor para crianças no refúgio ; ﹙ SANGUE ﹚✶ humano (não imune) ;
𝐀𝐂𝐄𝐑𝐕𝐎 ⸻ 𝑝𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠𝑡 + 𝑝𝑙𝑎𝑦𝑙𝑖𝑠𝑡 .
pós-apocalíptico, zumbis, distopia, PvP.
﹙ NOME ﹚✶ hülya aysu taskiran villacourt ;
﹙ IDADE ﹚✶ 26 anos ;
﹙ ENCARGO ﹚✶ feiticeira nível obsidiana & hospedeira da deusa néftis ;
﹙ SANGUE ﹚✶ khajol ;
﹙ SEON ﹚✶ asema (uma orbe meio enegrecida com linhas douradas cintilantes) ;
𝐀𝐂𝐄𝐑𝐕𝐎 ⸻ 𝑝𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠𝑡 + 𝑝𝑙𝑎𝑦𝑙𝑖𝑠𝑡 .
aldanrae verse, medieval, fantasia.
﹙ NOME ﹚✶ shayera hong-simons ; ﹙ IDADE ﹚✶ 29 anos ; ﹙ ENCARGO ﹚✶ corredora-líder do time underground hive e ajudante em uma loja de conveniência ; ﹙ SANGUE ﹚✶ humana ;
𝐀𝐂𝐄𝐑𝐕𝐎 ⸻ 𝑝𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠𝑡 + 𝑝𝑙𝑎𝑦𝑙𝑖𝑠𝑡 .
velozes & furiosos, culpa mía, motorheads, corridas underground, slice of life.
Estar entre aqueles se serviam diretamente as famílias nobres trazia de fato uma mudança de perspectiva. Haviam pessoas que nunca pensou que estariam em seu círculo social: puxa sacos de nobres. Bom, ao menos, poderia ser a maça podre em um cesto. Ainda havia uma afirmação dentro de si que dizia que: os cachorros que serviam diretamente os nobres se achavam melhor por ter acesso a carne mais fresca. Não poderia ter melhor confirmação de que estar entre eles, em sua grande maioria um bando de vendidos. Mas não Melian, ela nunca se permitira esquecer de onde havia saído.
Mesmo entre os que considerava tão pouco conseguia encontrar alguém a considerar. Kadaj começou como um negócio lucrativo, mas desde que se tornou guarda oficial dos Byearne havia algo diferente. Ele, que era nada mais que um dos cães dos Kahjols no passado era a pessoa menos detestável daquele local. De alguma forma, que ainda não entendia como, se davam bem. Melian até se permitia relaxar um pouco na presença dele, como um pequena demonstração de que confiava que não seria esfaqueada.
Melian não confiava facilmente em pessoas, mas confiava o suficiente em Kadaj para sorrir levemente ao encontrá-lo. "Não?" Perguntou levemente confusa, erguendo uma das sobrancelhas ao vê-lo montando no cavalo. "Frouxo é seu cu, arrombado." Pestanejou e apesar disso apenas ajustou a espada na bainha. "Você quem é o medroso que sequer tem coragem de se aproximar a Ferya."
Na realidade de Kadaj xingamentos e palavrões eram algo sujo, então o fato de ter virado o rosto para fitá-la com o semblante em pura confusão, foi natural para si. Desde que a conheceu sabia dizer concretamente que suas primeiras palavras quando bebê foram imundícies, não papai e nem mamãe. Revirou os olhos frustrado com a boca suja até retornar a visão para o horizonte. "Não entendi o momento em que você deduziu que o cu tem a ver com as ceroulas." Respondeu-a com relação a sua dragão. Verdade seja dita: Kadaj não conseguia superar um medo comum, mas também era incapaz de sustentar os culhões quando se deparava com um. Seja o de Vincent, de Cillian e até mesmo o de Melian. Nenhum deles lhe inspirava conforto para que sentisse a necessidade de se aproximar, então mantinha a distância sempre que podia. Afinal, que finalidade teria com dragões, senão servir de comida? "Agora, é muito bom saber se teve uma alimentação apropriada. Não quero ninguém desmaiando no meio do treino por estar fraca. De toda forma, trouxe algumas coisas pra você." E então lhe jogou a bolsa que estava envolta do ombro. Dentro haviam duas maçãs, um sanduíche de pão médio praticamente seco, apenas com uma camada de geleia e queijo, e uma garrafa com água. Sua alimentação tinha sido muito mais rica que isso, é claro, afinal provara de algumas regalias que o príncipe poderia oferecer enquanto o mesmo ficou para trás para descansar - ou pelo menos era isso que havia indicado que faria. Posteriormente, apesar do silêncio ser algo que gostava em demasia, Kadaj se permitiu perguntar por pura curiosidade: "Fez o quê ontem?"

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﹙ NOME ﹚✶ kadaj hewley rhapsodos ( alcunha de jeremy ) ; ﹙ IDADE ﹚✶ 33 anos ; ﹙ ENCARGO ﹚✶ subdirigente da infantaria ; ﹙ SANGUE ﹚✶ mestiço de feéricos (changeling) ; ﹙ HABILIDADE & ARMA ﹚✶ manipulação elemental e empunha um bidente de thallain .
𝐀𝐂𝐄𝐑𝐕𝐎 ⸻ 𝑝𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠𝑡 + 𝑝𝑙𝑎𝑦𝑙𝑖𝑠𝑡 .
aldanrae verse, medieval, fantasia.
the art of intimacy
a variety of actions or prompts consisting of nonsexual acts of intimacy and devotion! note: prompts are set as the receiver performing the actions/initiating; send "+ reverse!" to swap roles.
[ TOUCH BASED ]
my muse brushing or playing with your muse's hair. my muse reaching for your muse's hand. my muse resting their head on your muse's shoulder. my muse embracing yours in a hug. my muse moving to sit or stand closer to yours. my muse taking your muse's hands in theirs, blowing air into/onto them to warm them up. my muse pulling your muse into a dance.
[ ACTS OF SERVICE BASED ]
my muse cooking yours a delicious meal/dessert. my muse bringing yours breakfast in bed. my muse washing your muse's hair. my muse bringing yours a drink/snack while they are busy. my muse folding your muse's laundry. my muse holding the door for yours. my muse buckling your muse into a vehicle. my muse running yours a warm/hot bath. my muse planning a date/vacation with your muse.
[ OTHER / MISC. ]
my muse sending yours affectionate messages. my muse writing yours a letter. our muses cooking/baking together. our muses playing a game together. our muses sharing space and doing their own thing. my muse reading to your muse. my muse singing to your muse. our muses taking a walk together. my muse shares a dessert with your muse ( and feeds it to them ) my muse sharing a blanket with your muse. my muse gifting yours with flowers. my muse surprising yours at work.
Embora Kadaj foi a pessoa de grande confiança em sua vida, Joahnna se viu em uma situação tanto delicada. Não poderia contatar ele o real motivo de estar aquela hora sozinha na rua. Seria um desastre. E se caso ele contasse a seu pai? E se ele não entendesse. Sua mente fervilhava em meio a embriagues para conseguir uma desculpa plausível. "O Florian..." Respondeu. Sim, seria uma explicação mais plausível. Florian não existia de verdade, não poderia meter ele em reais problemas por isso. Mesmo tentando se lembrar da urgência em voltar logo para casa apenas aceitou os cuidados de seu antigo guarda. "Quer dizer, não foi ele... Eu estava com ele em uma festa..." Tentou se explicar em meio a seus pensamento embaraçados. Quanto menos falasse melhor, mentiras eram difíceis de ser mantidas. Segurou no braço dele com uma de suas mãos tentando voltar a realidade e pensando se deveria se ariscar a uma magia de cura em si mesma. Mas no estado em que se encontrava poderia ser mais danoso que o normal. "Eu estou bem... Foi divertido... Eu não quero te dar trabalho, o Príncipe Vincent pode se irritar." Respondeu com os olhos castanhos fixos no rosto do outro.
Quando o nome fora proferido, agora era humanamente inevitável que na memória de Kadaj aquilo fosse tatuado até ele tirar suas satisfações. Que tipo de homem - e pior: nobre! - deixaria uma mulher à própria sorte, embrigada e zanzando em ruas escuras sem o mínimo de segurança? O soldado nunca duvidou da capacidade da lady de se proteger, mas conhecendo-a bem sabia que ela não tinha a mesma desenvoltura que ele por sequer ter tido a mesma criação ou treinamento. Não era impossível que Joahnna se defendesse por si mesma, só que em suas condições seria muito mais dificultoso. "O Florian." Assentiu só uma vez para que fixasse bem aquele nome. Eventualmente o buscaria por aí e não seria difícil de achar, mas, por enquanto, sua prioridade era outra. A curiosidade não caía bem em Kadaj e este fato provou-se certo quando teve vontade de perguntar os porquês de tudo que ela falava e do que não falou também, até conter a própria língua e ressignificar aquele sentimento. "Acho que não faz diferença o que o Florian fez ou deixou de fazer, a menos que seja algo que ele nunca mais deveria fazer de novo..." Então a olhou, esperando por alguma confirmação de que, não, não havia nada mais de tão grave para que ele se preocupasse. Só de pensar em algum ruim acontecendo com ela seus pelos se eriçavam de desgosto. "E se for esse o caso, espero que não o acoberte, milady. Sua segurança não deveria estar em jogo nesse momento." Pensou seriamente se deveria apenas voltar pelo mesmo canto de onde ela viera, mas achou que seria tão cansativo para a senhorita quanto para ele também, poupando-se ao traçar o rumo para a casa de outrem. Ainda que não a tocasse, Kadaj manteve proximidade com a mesma tomando a frente enquanto olhava de canto de olho se Joahnna o seguia.
Vez ou outra virava o rosto para fazer um comentário, e com isso também visualizava o perímetro. "Você é muito preocupada com o que os outros sentem e pensam. É sua maior qualidade e um dos seus defeitos." Começou, tentando entonar de uma forma que não fosse tão grosseira quanto normalmente poderia ser a terceiros. Para ele, é claro, havia todo o cuidado do que proferia, de tal forma como fazia com o próprio Vincent e que era nítida a diferença com que conversava com Melian, por exemplo. "O príncipe não se irritaria comigo por isso." Na verdade, se irritaria se eu estivesse na cola, como sempre..., pensava em total silêncio. Até porque Kadaj não fazia ideia de onde ele estava. Um dos problemas de ser guarda do príncipe era isso: suas fugidas sem qualquer discernimento do perigo. Em uma dessas o soldado perderia sua patente ou pior, caso algo o acometesse fora de sua supervisão (e até sendo supervisionado também). "E não é um trabalho, só estou fazendo um favor lhe levando para casa em segurança. Nada disso toma meu tempo, muito menos me é um estorvo, então não tem com o que se preocupar."
Muito passava pela cabeça do Rhapsodos, mas uma das mais recorrentes era onde esteve Joahnna? Quer dizer, uma hora daquelas, vestida daquele jeito?... Não era normal, muito menos fazia o tipo de estilo dela. Ou será que as coisas haviam mudado tanto assim para que ele perdesse o tato de conhecê-la? Quer fosse a resposta, sua língua coçava e não se aguentou quando parou repentinamente, com o cenho franzido e olhos estreitados, para perguntá-la e sanar tais dúvidas: "Não é da minha conta, Joahnna, e o que vou perguntar é somente por curiosidade, afinal, pelo tempo que passei com você nunca lhe vi fazendo algo do tipo, mas onde esteve? Bebendo assim... Não parece nada natural e certamente não é costumeiro." Lembrou a si mesmo de que tinha ilusões do que poderia fazer no seu tempo livre e que seriam muito libertinas se fosse do seu feitio, mas se tratando de sua índole, era incapaz. Então, recordou a si mesmo que ela tinha família e ele não era ninguém, portanto, haviam pessoas que se preocupavam com ela e que também poderia ser capazes de retirar sua liberdade, diferente dele. "Eu não vou comentar nada ao seu pai. Sei o quanto ele lhe tem como uma boneca de porcelana para cuidar e o quão inconformado ficaria se soubesse onde a filha está, mas receio que precise tomar mais cuidado em onde se enfia. Não vão haver outras coincidências como essa comigo."
nome: kennedy knox hunttington
idade: 29 anos
ocupação: guardião dos ossos
espécie: metamorfo
casa a qual faz parte: corvoluar
faceclaim: hunter schafer & damson idris
TW: pensamentos suicidas & assassinato
nome: maraíra luz rios
idade: 28 anos
ocupação: navegadora dimensional & caçadora de relíquias perdidas
espécie: monstro marinho
casa a qual faz parte: aurumbral
faceclaim: julia dalavia
Imagine a força de um sotaque de mineiro do interior, botinas nos pés (até na hora de dormir, se duvidar...) e uma cuspida no chão pra marcar território: essa é a descrição quase-que-perfeita da primeira filha do monstro do rio. Queridíssima por demais, Malu é uma das mais amadinhas de seu pai, tanto pela brutalidade com que resolve as situações devido a falta de paciência, quanto pela legítima vontade de ser bem-sucedida em tudo que faz. Sempre é genuína e dedicada, o que a difere, às vezes, das atitudes de alguns colegas da Aurumbral, mas nada que afete a personalidade gritante da cowgirl. Após anos de estudo dedicados inteiramente à sua intenção de desvendar os mistérios que habitam o mundo monstro, Malu se tornou uma caçadora que prestigia, principalmente, relíquias há muito perdidas de Nevermore. Os murais dentro do instituto são preenchidos com os achadinhos da Rios, que atravessa paralelos através das fendas dimensionais que cria. Há muitas coisas que ela acha serem estranhas naquele reino, especialmente se tratando de uma ambientação com monstros que não devem ser confiados nem de olhos fechados, e acaba intensificando suas buscas por respostas, camuflando suas reais intenções por trás - apesar de ter, é claro, intenções muito boas.

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nome: alessia cattaneo-zhai
idade: 25 anos
ocupação: estagiária da baba yaga
espécie: humana psíquica - empata
casa a qual faz parte: ruinflor
faceclaim: havana rose liu
A bênção que lhe fora concedida foi o que a afastou de sua família original. Alessia não teve presença paterna ou materna, muito menos amor fraterno. O que soube disso era apenas uma ilusão fomentada em sua cabeça por terceiros, cujos quais lhe acolheram após ter sido expulsa com menos de dez anos depois de vários episódios onde citava e recitava os sentimentos de ódio, nojo e desprezo que tinham por si, única e exclusivamente por um motivo que nem mesmo ela entendia. Em seguida, a monstrinha, como lhe chamavam carinhosamente, partiu para seu rumo, encontrando-se posteriormente em Nevermore quando já tinha idade suficiente. Como uma alma caridosa, de trejeitos dóceis e personalidade excêntrica com demasiada bondade, Alessia se encontrou na Ruinflor por tamanha ser sua vaidade (não era porque era moradora de rua que significava ser sujismunda!) e contemplar o ato de mascarar toda e qualquer dor com a face da falsidade. Ela é terrivelmente adorável, mas não tem a menor condição de controlar seus impulsos ao ignorar seus limites mágicos quando simplesmente decide permitir sentir tudo que se passa nos corpos alheios. Seu dom também é seu maior defeito, afinal, alguém tão curiosa e metida quanto ela não deveria ser detentora de uma habilidade sobrenatural como esta. A empatia flui dentro de si a ponto de que, após progredir no estudo, Alessia consegue manipular as emoções de outrem conforme bem entende, mas ao ultrapassar suas próprias limitações, ela acaba enfraquecendo o corpo. Sempre que acontece isso, sente febre, gripa e fica muito abatida, podendo passar de uma a duas semanas quase acamada.
﹙⚔️﹚ 𝐊𝐀𝐃𝐀𝐉 & 𝐌𝐄𝐋𝐈𝐀𝐍 / 𝐎 𝐆𝐔𝐄𝐑𝐑𝐄𝐈𝐑𝐎 𝐄 𝐒𝐔𝐀 𝐑𝐀𝐓𝐀 , rewriting the story.
aldanrae verse.
Existia uma figurinha carimbada na vida do soldado que ele um dia cogitou extinguir da face da Terra. O motivo agora se perdia entre as brisas no ar, jamais lembrado, e então esse sentimento mais dócil habitava o âmago dele toda vez que estava na presença da mesma. Não era porque gostava dela, não... Talvez a sensação de ter uma extensão de sua família ali, mesmo que não fosse de sangue, era reconfortante, e Kadaj via Melian assim. Como a irmã mais nova insuportavelmente intragável.
Sua comoção (e uma pitada bem sutil de orgulho por ver alguém que tem mínimo carinho ascender para algo melhor na vida) por vê-la sendo uma guerreira juvenil dentre a realeza, agora servia de impulso com a finalidade de repassar à mesma o que tinha conhecimento dos anos de treino. A infantaria nunca foi fácil. Domar seus traumas também não. Mas, forçado a se acostumar com a rotina, Kadaj conseguiu subir esse degrau cujo qual ainda lutava para permanecer. Melian era sua porta de entrada para que ambos pudessem lavar a mão um do outro: ele superaria seu medo de dragões quer quisesse ou não, e ela se tornaria uma espadachim formidável para criar suas próprias técnicas. "Hoje não vamos treinar aqui. Tenho coisas a te ensinar que são secretas." Sussurrou a última palavra como se fosse algo realmente relevante. Na realidade, só queria torturá-la um pouco para se divertir. "Por isso me siga." Ele a cavalo, ela a pé. "O primeiro passo para esse aprendizado é coragem. Você tem, não é? Ou é tão frouxa que não conseguiria me acompanhar?"
@eorl-melian