// Vaidade. Passamos a vida toda preocupados em atender as demandas do mundo. São tantas vozes nos dizendo o que devemos ser, o que devemos fazer e como devemos fazer que fica difícil de decernir quem somos, de fato, depois de um tempo.
Somos suscetíveis ao convencimento de que precisamos de certas coisas pra que nossa vida faça algum sentido e, consequentemente, isso nos leva a um comportamento consumista desenfreado. Consumimos coisas, pessoas, lugares... Acabamos sendo consumidores de nós mesmo. Somos consumidos pelo nosso consumismo até que, finalmente, alguma luz repouse em nossa mente e nos abra os olhos pra o que realmente importa.
É uma pena que, na maioria dos casos, só nos damos conta dessas coisas quando temos tão pouco tempo pra viver e desfrutar da busca e do deleite naquilo que é, de verdade, importante.
É no final de nossas vidas que nos encontramos cara-a-cara com quem somos, é quando descobrirmos que o que estávamos procurando não pode ser encontrado em nada do que nós conseguimos conquistar porque não se trata de nós. A vida não se trata de mim e de você.
Viver uma vida pra atender as expectativas das pessoas ou do sistema, seja ele qual for, na busca de autossatisfação é sempre um tiro no pé.
Aprenda isso antes que o tempo chegue e você caia na real e perceba que só fez besteira a vida toda e que poderia ter feito diferente.
"Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento" (Eclesiastes 12:1)















