Well. It might not be true. But it sure feels like it!
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October 26th, 1996, MALICE MIZER held a commemorative autograph session for their latest release "ma chérie ~ 愛 し い 君 へ ~". It was at Supe
Two months remaining
Sonatype's OSSRH will reach end-of-life on 30 June, forcing me to change how I distribute my open-source JVM libraries. I've known about this deadline for about a month now, but so far I haven't made any progress migrating to Central Portal, its replacement.
Currently I have about 25 projects that publish via OSSRH, so this is potentially a major headache for me.
[aggressively trying to manifest an international Japanese Visual Metal tour]
"Talvez você nunca saiba o tamanho do que se passou aqui. Desde os momentos em que meu tempo virou o nosso, de que minhas músicas viraram as suas, e vice-versa.. de que o "eu" se tornou nós, de que sozinho eu já não era nada, sendo eu mesmo apenas tendo um você. Acho que nunca fui tão eu mesmo, como fui estando com você, pelo menos, um "eu" que eu não conhecia e fiquei realmente feliz em saber que existia. Imagino que o que ler aqui, se é que vai, soe tão abstrato quanto era o que me fez sentir, sim, sei que era amor, mas era desconhecido por ser novo, por ser algo, por ser tudo que eu nunca fui, sendo assim algo irreal e impossível. Ou não? Aliás, se existiu, foi possível, né?! Pelo menos, possível enquanto ainda era, o quê agora, já não é mais. Estou certo? Durante todo o tempo em que isso existiu, esse algo que poderia ser ou não amor (sempre pareceu tão maior que essa pequena palavra de 4 letras "amor"). Bom, se era isso que você sempre quis viver, na sua incrível e belíssima intensidade, parabéns, você conseguiu conquistar o maior que eu já pude dar, e também, o único (provavelmente) que existia aqui sem que eu soubesse. Nele que mergulhei sem medo de afundar até o fim, mesmo que seja exatamente lá que eu esteja agora. Foi nele que eu fui sem sombra de dúvidas de que era aquilo que eu queria, mesmo que isso acabasse comigo de todas as formas possiveis.. por fim, acabou mesmo. Isso aqui não é a primeira e provavelmente nem a última coisa que eu escreva sobre você. Mas ambos sabemos que em todas as outras vezes que já escrevi, e nas vezes que ainda escreverei, não serei o mesmo, como agora já não sou o que fui antes. Já te expliquei todo o conceito do "devir" e devido sua postagem de hoje, com a seguinte frase "você nunca encontrará a mesma pessoas duas vezes, nem mesmo na mesma pessoa" creio que tenha enfim entendido. Você já não me ama, ama apenas tudo o que começou a conhecer lá em junho de 2020. Aquilo que eu era naquela época. Mas não se preocupe, eu entendo, é realmente difícil amar isso aqui que você me tornou. Talvez eu tenha sido já uma pequena versão disso, mas nunca foi tão intenso como agora. Sabe.. meu last.fm está lotado de Joji, talvez na verdade não esteja, já que tenho evitado ouvir para que atualize lá, já que você ainda passa pra olhar. Bom, hoje me disse que a carta que tem escrito durante todo esse tempo pra mim, talvez nunca seja entregue, uma sensação infelizmente familiar, já que por tanto tempo e tantas vezes também esperei por coisas suas, ela seria apenas mais uma das tantas coisas que esperei e nunca vieram, tantas promessas, tantos desejos e até sonhos. Eu queria já ter entendido em " O Menestrel" quando é dito que "não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam". Queria mesmo, pois eu me importo demais, mesmo que não se importem com isso. E juro, eu tento, pra caralho, não me importar tanto. Mas é isso, não importa mais o quanto isso já importou, né? Eu poderia continuar aqui dizendo mil coisas desconexas das quais só você entenderia, como por exemplo, citar um show qualquer da Duda ou mesmo um da Pablo e.. mesmo sem nenhum contexto neles você saberia exatamente o que aconteceu e como foi cada um deles e do porque eles seriam citados. Daria pra citar até os aniversários dos quais sequer pareciam um. Posso também repetir letras aleatórias em sequencia, como AA, YY, HH, BB. Tenho certeza que mesmo com tantas coisas nas entrelinhas, você conseguiria perceber os motivos deles serem citados. Bom, talvez você saiba, eu tenho quase certeza que já comentei sobre isso com você, mas você saberia responder por que costumo usar as reticências de forma incorreta propositalmente? Tipo.. em vez de usar os três pontinhos um seguido do outro como é o certo, uso apenas dois.. isso, exatamente assim "..". Bom, se souber, me diga. Por fim, novamente, lendo tudo isso, talvez de fato, você nunca saiba o tamanho do que se passou por aqui, e se souber... me responda, por quê então?"
Allan M.

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reblog to kill one engineer who designed the jvm with hammers
SOUTH WIND the TV series (2020—)
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