Onde Foi Parar o Amor de Antigamente?
Amores que vivi, foram amores que esqueci.
Amores que virão, prefiro a minha solidão.
Amores de galho em galho, sem saber o que querem.
Amor que nem uma folha ao chão, que ao primeiro toque do vento se vai.
Amores que fazem os olhos choverem,
Esse amor não é para mim.
Amor firmado na rocha, venham ventos, tempestades, e continua firme;
Pode até balançar como os bambus, mas permanece;
Esse amor puro está em falta.
Jovens, adultos vazios brincando de amar;
Esse amor não me preenche.
A humanidade fala de amor sem amar;
Quem ama é como algo fora de época.
Amores antigos, de velhinhos para a vida toda,
Com doze filhos ou mais cada.
Esse amor está se acabando com o tempo,
E eu não sei brincar de amar.
Marcos Giovane












