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If you're feeling sad or inadequate, here's a video of Colbert talking to a politician and tearing him the fuck apart.
http://thecolbertreport.cc.com/videos/vkcose/better-know-a-challenger---florida-s-3rd---jake-rush
Watch Stephen Colbert's HILARIOUS Interview With 'Vampire' Tea Party Congressional Candidate (Video)
Watch Stephen Colbert’s HILARIOUS Interview With ‘Vampire’ Tea Party Congressional Candidate (Video)
Stephen Colbert brings on the laughs again in an interview with conservative congressional candidate Jake Rush. Of all the propaganda and ad hoc fallacy used against political candidates, what came out about Rush was right up Colbert’s alley. It turns out… he’s a vampire! The Republican candidate’s recent claim to fame comes in the form of his blood-sucking character way back in his role playing…
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We talk to geek, gamer, LARPer, and Congressional candidate Jake Rush about being a nerd in politics.
I don't usually talk about politics because it doesn't mix well with gaming all the time. But I happened to know a guy who knows a guy who knows Jake Rush, a candidate for Congress in Florida and also a gamer and LARPer. Jake talked to me personally about some of the pitfalls of being a nerd and running for political office. I thought I'd share that talk with the world. It's not heavily partisan, and it's encouraging to our culture.
This interview with Jake Rush is hilarious...and not just because he used to be an Alachua County cop which, wow, really close to where I live.

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#21 - Feliz Ano Velho!
Nesta madrugada mais retrô do que qualquer outra, nunca me senti tão eu. Reencontrei velhos fantasmas do passado e pude perceber que as coisas não ficaram tão ruins assim para mim. Aliás, eu sou um dos que se saiu melhor depois do furacão que devastou a vida de muitos. Vale ressaltar que este furacão é apenas uma metáfora individual. Reflete o ano de 2013 e todas as mudanças que ele trouxe. Posso garantir que foram muitas e para todos.
Estamos no segundo dia do último mês do ano e cheguei aqui com uma conclusão: Os fatos que me fizeram ressurgir e mudar minha forma de pensar para com o mundo são insignificantes para as pessoas lá fora, mas fizeram toda a diferença em minha vida; Apesar de estar muito mais crítico e aparentar ter uma visão mórbida e negativa do mundo, sou muito mais detalhista, cuidadoso e calculista do que antes. Para alguns isto seria algo negativo, para mim é completamente positivo. Penso duas vezes antes de agir e calculo às consequências de meus atos, mesmo que muitos deles sejam tomados por iniciativas de personalidades um tanto quanto rebeldes. Entrei o ano sendo uma pessoa só, novamente. Logo após os seis primeiros dias eu/personalidade principal me vi preso em um conflito de personalidades e então remei fortemente contra a maré da morte que insistia em me perseguir. Como consequência da tentativa (bem-sucedida, aliás) de escapar de um destino fatal meu “perfil principal” foi fragmentado mais uma vez. Desta fragmentação eu me solidifiquei de vez e tantos outros surgiram. Alguns morreram em breve, outros estão padecendo e alguns estão tentando tomar seu lugar ao sol. Os mais humanos, devo dizer. Personalidades que sempre foram rejeitadas. Com o passar do tempo fui sabendo separar de Jake de X, X de Y e Y de K. Hoje somos dois, devo assim dizer. Personalidades bem resolvidas com objetivos claros e um tanto quanto contrários. Chamados de doentes e loucos por muitos somos aqueles que um dia entrarão para os livros de história. Os outros? Ah, estes ainda tem muito caminho a percorrer. Alguns serão caçados como presa pelo o que restou de bom senso em minha mente. Certas personalidades deveriam ter sido extintas, mas como sou uma espécie de cobaia de mim mesmo, eles surgem e ressurgem quando bem entender. 2013 foi um ano de mudanças radicais! E se este for meu último texto, saiba que não morri, estou mais vivo do que nunca e pronto para ir contra o universo novamente, se for preciso.
#16.1 - A criatura e o criador
O fato de eu estar ausente nas últimas semanas deve-se a um bloqueio total de minha mente crítica-criativa. Não que eu não fosse capaz de criticar, mas sim de criar. E a criação é o essencial do homem. O mundo em que vivemos só existe por que alguém resolveu criar as coisas. E não, não estou falando de divindades, mas sim de nós mesmos. A partir do momento em que o primeiro ser humano pensou em se proteger, ele criou uma casa. E foi a partir daí que tudo o que vemos hoje começou. Inclusive nós mesmos. Nossa mente é a mais complexa máquina existente no universo (alguns irão afirmar que o universo é a tal máquina, mas minha opinião sobre a nossa origem confirma as duas teorias) e se você consegue entender 5% do que se passa em sua cabeça, considere-se singular. Quando digo “entender” estou falando de seus sentimentos, medos e incertezas. Tentamos nos conformar de que um dia poderemos entender a nós mesmos, mas isso não passa de uma grande mentira. A criatividade nos leva a descobrir coisas novas ao mesmo tempo em que inventamos outras e quanto mais descobrimos, mais queremos aprender. Só que existem coisas que vão além da compreensão humana. Uma deles, acredite, é a nossa mente. Muitas pessoas buscam na religião a resposta para todas suas perguntas e anseios. Infelizmente, acabam imersos em um oceano de questões. Quando finalmente compreendem, seguem sua vida, esperando que a morte lhes diga a verdade. Outras, já menos ansiosas mas nem tanto esperançosas, esperam atravessar para o tão temido “outro lado” e lá, descobrir a verdade. Outra parcela não consegue sobreviver as regras que a vida impõe e nem a pressão da sociedade. Dão um fim a vida antes do tempo, procurando a paz que sempre quiseram encontrar. Não posso afirmar se no pós-vida existe a resposta para nossa complexidade, anseios e medos. Mas posso dizer com toda a certeza que se existisse somente um único lugar onde você nunca encontraria essas respostas, este lugar seria aqui. A criação é tão complexa quanto seu criador. Por mais que seja independente, a criação necessita da presença do criador. É o que acontece com nossa mente. Por mais que você diga que não, é o seu subconsciente que o comanda. E você não o compreende, precisa descobrir coisas novas e fazer outras. Quando é ferido, trama vingança contra quem o machucou. Quando sente a necessidade de praticar o mal, busca no seu passado uma inspiração. Até mesmo quando pensa em fazer o bem, necessita ter algo em troca. Algo que satisfaça sua mente, nunca algo realmente necessário. De onde vem a ideia? Busca onde tantas lembranças? Nossa mente e a origem de seus impulsos são tão complexos quanto a criação do universo. A expressão “dormindo com o inimigo” até que faz sentido.
Pássaros
Quinta-feira, 14 de março de 2013, aproximadamente 15hrs da tarde.
Marcelo foi parado na rua por um amigo não muito próximo. Chamava-se Ricardo. Este fez a pergunta fundamental para a sucessão de acontecimentos futuros, ou talvez a falta deles, em sua vida. “Qual é a graça disso tudo?”, perguntou Ricardo. “Isso tudo o quê?”, indagou Marcelo. “Da vida.” “Ué, e desde quando era para ser engraçado?”. Marcelo foi-se para casa e seguiu sua rotina normalmente até momentos antes de ir deitar-se para trabalhar no outro dia. A pergunta de Ricardo ficou em sua cabeça e foi dormir com ela. Pensou em tudo o que já havia vivido e como aproveitou estas coisas. Lembrou-se de sua infância e dos bons dias que perdeu por causa de pirraças e manias infantis adquiridas com o tempo. Voltou-se a adolescência e descobriu que, de lá, nada havia sido aproveitado. Lamentou todas as oportunidades perdidas. Olhou para o presente e deteve-se. Nada estava bom, tudo era tão óbvio que chegou a rir de sua própria mediocridade. Cresceu e formou-se para ser apenas mais um. Sua vida era uma droga. Chorou. Chorou por horas. Chorou por que se lembrou das boas amizades perdidas, das que não teve também. Chorou por que no passado o medo o fez não aproveitar os momentos que talvez seriam os melhores de toda sua vida. Logo depois dormiu novamente por que tinha de acordar cedo no outro dia para poder trabalhar. Quando seu corpo já estava descansado ele descobriu que sua mente estava exausta. E não foi por pensar demais durante a noite, mas sim por que não pensou durante todos os anos anteriores. Na verdade pensou. Mas foi tão pouco e tão pequeno que chegou a gritar consigo mesmo na frente do espelho do banheiro. Foi trabalhar e seguiu sua rotina. Não podia mudar as coisas, não sabia como. Agora pelo menos ele pensava, tinha a certeza de que nunca havia vivido e teria que, uma hora ou outra, dar um jeito nisso tudo. “Eu vou ser feliz”, dizia ele. O tempo foi passando e com ele o seu ânimo também. Foram-se dias, semanas e meses. Mudaram-se as estações e os anos também, mas a vida de Marcelo continuava a mesma coisa. Sabia que estava fazendo tudo errado, mas tinha medo de largar tudo e arriscar em algo que não era bem certo. Sentia dor todos os dias. Uma dor tão grande que agora ele andava meio avoado, olhando o céu e ficando de boca aberta com a liberdade dos pássaros. Não via mais sentido na vida, não encontrou a tal da graça. Marcelo teve muitos amigos, mas os perdeu com o passar dos anos. Ele ficou monótono demais para eles. Enforcou-se na entrada de seu quarto em uma noite fria do mês de março. Todos ficaram chocados. Meia-hora depois haviam esquecido. Menos Ricardo, que havia parado para pensar.