— Não faça eu implorar… — Ela diz o meu nome novamente e é difícil manter uma expressão neutra sobre isso.
— Talvez eu goste de ver você implorando… — Entro na provocação.
— Tudo bem, não tem problema. Mas quando eu te chupar, você vai implorar para que eu faça isso todos os dias… — Ela pisca para mim e sai nadando, em direção à beirada. Enquanto isso, permaneço ali, boquiaberta e, com certeza, molhada. Mas sei que não tem nada a ver com a água da piscina.


















