Le llaman azar, yo prefiero decirle improvisación como estilo de vida.
Vesta Stories.-

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Le llaman azar, yo prefiero decirle improvisación como estilo de vida.
Vesta Stories.-

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un escrito imperfecto, pero honesto.
Tengo miedo, tengo miedo de decepcionar, he mantenido una imagen oscura, llena de tristeza, dolor, tropiezos y demás, siempre me digo a mi misma y me impulso para intentar dar lo mejor de mí, me aterra pensar volver a caer, me asusta el volver a hundirme y caer en aguas más profundas y turbulentas que antes, las cuales desconozco en su mayoría, entonces me motivo, dios, trato de sobresalir en algo, lo que sea, que vaya mas allá de mi personalidad y lo que tengo que ofrecerle al resto, quiero destacar en algo, necesito borrar esa imagen de fragilidad, que cuando se presente una pequeña tormenta se rompa y caiga por las alcantarillas, pero me rindo tan fácil, es decir, creo que por mucho tiempo mi reflejo me mostro oscuridad, la luz venia y se iba más rápido de lo que quería, entonces cuando comencé a ver el sol y su hermoso amanecer, a sentir sus rayos en mi rostro, mi piel y mi alma, fue algo tan añejo y nostálgico, era como tomar una copa del mejor y más antiguo vino que jamás pensé probar, y se sentía tan bien, pero luego llego el encierro, y se nublo, era una mezcla del día y la noche, pero ninguno llegaba, yo estaba en medio, disfrutando de ambos, en calma, sin esperar nada, solo disfrutar del cálido y tranquilo abrazo de un eclipse, entonces ahora estoy volviendo a ver oscuridad, la luz se desvanece, está ahí, enfrente mío, pero es tan poca que me asusta perderla, porque si lo hago, no quiero volver a estar rodeada en la oscura y solitaria noche, no otra vez, al menos, no tan pronto.
DOLOR
No puedo dormir... llevo 4 HORAS tratando de dormir ...simplemente no puedo... cierro mis ojos y pasan mil cosas dolorosas por mi mente... detalles... ansiedad.... muevo los pies al ritmo de mi acelerado pulso.. solo escribir me distrae.... no te quiero culpar... no tienes la culpa... tu tienes que vivir cosas... no sabias que yo me moria por ti... no sabias que te estaba pensando en ese preciso momento que tal vez estabas con el... tengo ganas de llorar... el nudo en la garganta tambien me distrae del dolor de pecho... y asi, sin esperarlo una lagrima empieza a salir solita de mi ojo izquierdo.. sin llorar .. pero ella sabe que tiene que salir... una sola pinshe lagrima... va bajando lentamnte y lleva todo este dolor adentro estoy seguro que dentro de su agua salada lleva todo este dolor, todo el dolor que un hombre secretamente puede encapsular en una unica triste y solitaria lagrima... La secamos, y denuevo a mirar al techo tratando de no pensar en eso y dormir... aqui no ha pasado nada... no ha pasado nada... :'c
[Halloween 2018] Missão Dia 13: Come now Alice, it’s only a dream...
É noite. Em seu quarto a Docete chama por Rosalya, mesmo sabendo que sua amiga já havia levado todas as coisas para o próprio apartamento e lá terminaria os trajes. Não há sinais de máquinas de costura, tecidos, agulhas ou linhas. Ainda sim Docete sentiu que precisava chamar por Rosa.
“Não, espera... O que são essas coisas na minha cama?”, a Docete murmura para si. Ela entra no quarto com cautela, procurando não perturbar Yeleen, que já estava entregue aos braços de Morfeu.
Ao se aproximar da cama tombou a cabeça para o lado, em curiosidade. Sob seus lençóis haviam cinco bonecas.
“Que fofas...”, a Docete pensou enquanto sentava-se a beira da cama para observar melhor as bonecas. Elas tinham algo de familiar, e... estavam amarradas a fios. Marionetes. Pequenas marionetes...
Distraída em devaneios, procurando respostas em memórias que não existiam, a Docete não percebeu que o cenário agora era outro. Olhou em volta, se viu sentada sobre o palco do Snake Room. Percebeu então que usava um dos trajes com o qual Rosalya havia lhe presenteado por toda a ajuda nos últimos dias e se perguntou quando que tinha vestido aquilo.
Uma voz familiar a trouxe de volta à aquela realidade, olhou para baixo, para as bonecas em seu colo, e percebeu que uma das marionetes era a perfeita cópia em miniatura de Nathaniel. Ele tinha algo que a atraia...
A marionete Priya a pediu. Aquela voz tal qual uma melodia a encantar uma serpente... Como poderia dizer não?
Hyun a chamou também, sempre tão carismático, tão amigável... Talvez até algo mais...
Mesmo em miniatura Rayan conseguia ser tão... instigante. Causava em Docete uma estranha sensação, sua presença era tão agonizante quanto era prazerosa, e essa confusão de sentimentos a fazia se perguntar o que era... A fazia desejar descobrir o que era...
Não importava a quantidade de anos que pudesse vir a passar, Castiel era irremediável. Mas Docete não se importa, está acostumada com ele assim... ela gosta dele assim...
Ela sente então essa vontade por colocar seus pequenas, mas adoráveis, marionetes para dançar. Tal qual se estivesse hipnotizada a Docete enrola os fios em seus dedos, levanta de sua cadeira e manipula aquelas miniaturas de pessoas especiais para seu coração.
Imersa em seu próprio show, o mundo a sua volta se torna desfocado, sua plateia de sombras são como passantes sem rumo que pararam ali para um descanso, nada mais importa além de seus pequenos fantoches.
A Docete se sente como uma tecelã, a tecer o destino daqueles presos a seus fios. Eles dançariam de acordo com sua vontade e serviriam apenas para seus desejos, e seriam gratos por isso. Pois no fim é o que eles querem também, mesmo que não percebam.
Ela então manipula seus fios sentindo que é o centro do mundo. Se aquilo existe é por ela, para ela. Coisas, pessoas, tudo existe apenas para seu próprio show assistido por uma plateia invisível, tudo é apenas um jogo onde as peças se movem de acordo com suas vontades, de acordo com o que ela decide.
Mergulhada em êxtase por compreender o poder que tem a Docete dança e canta com suas pequenas marionetes. Cada qual, a sua maneira, querendo sua atenção.
“Qual de vocês eu quero?”, ela se pergunta em meio a risadas, “Qual de vocês me merece? Devo escolher agora ou esperar mais um pouco? Brinco com apenas um ou com todos?”
E enquanto a Docete está em completo estado de euforia as luzes então se desvanecem. O Snake Room há alguns momentos tão vivo se torna um lugar sombrio, e uma voz ecoa pelo ar...
“Docete.”, a voz chama.
Nesse momento os fios afrouxam de seus dedos, ela olha em volta, a plateia de sombras se ergue sem aplausos. Algo estava errado, aquilo não era normal. Sentia o terror crescendo, e as sombras começaram a se aproximar do palco, o mundo desaparecendo, a escuridão a cercando...
“Docete!!”, Yeleen a chama novamente.
“O quê... Yeleen?”, a Docete pergunta ao reconhecer a companheira de quarto.
“Meu Deus… Você está assustadora. Você sabe disso, né?!“, Yeleen a questiona.
Docete percebe que está de volta em seu quarto, sentada em sua cama, a luz acesa incomodando seus olhos. Entende então que estava sonhando esse tempo todo.
Docete pede desculpas a Yeleen, mesmo sem realmente estar se sentindo culpada, e pede para que Yeleen a deixe para voltar a dormir.
A Docete dar-se por satisfeita, então deita na cama e se cobre com o edredom esperando voltar a dormir.
“Docete?”, Yeleen a pergunta logo após apagar as luzes.
“Mmm... O que foi, dessa vez?”, A Docete pergunta sem nem se dar ao trabalho de olhar para Yeleen.
“Posso saber com o que você estava sonhando para fazer coisas tão bizarras?”, a companheira de quarto ranzinza pergunta.
A Docete abre a boca para responder, para então se dar conta que não sabe.
“Não me lembro mais...”, responde quase em um murmúrio, sua mente divagando.
Fechou os olhos, esperando que o sono pudesse acalmar aquela estranha sensação em seu coração. E antes de cair no sono total, teve a sensação de estar com fios enrolados em seus dedos...
🎃 UNPLEASANT DREAMS 🎃
En mi mente siempre vas a estar.
Aunque no estés en este lugar.
Aunque todos digan que lo nuestro fue malo.
Yo quisiera algún día o en otra vida continuar.
que las calles nos encuentren y reanuden esto una vez más.
Que se doblen los caminos con tal de hacernos encontrar.
Que el cielo conspire para que nos quedemos un rato a hablar.

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La ridiculez, verbo hecho carne propia en una noche de azulejos perdidos y mares profundos en mi alma, llevaba un tono a poesía entre besos y un canto de grillos por soundtrack. Risa a lo lejos de amores perdidos y sombras bajo mi almohada, se burlaban de aquel fortuito encuentro de dos seres improvisados, uno por interés y el otro en base a negación, en búsqueda de una ruta alterna para liberar toda su tensión. Marionetas bajo oxitocina y adrenalina, llevan el nombre de gloria a un nivel mas que religioso, seguido de secta por “ilusión” a hoguera de desesperación. Primicia nueva para un ser inexperto en base a tiempo y otro para un corredor del momento. Despedida triste y decepcionante para quién esperaba, algún acto de romance en pleno trance.
Brenda Ramírez.
Ven, porque eres la estrella que enciende mi cielo; y si fugaz fueres, aquí te dejo mi deseo: Vuelve, siempre vuelve, porque te echo de menos. Aparece en mi noche y alumbra mi espíritu vacía la oscuridad que tu nombre abarca sobre mi lecho, yo seré la luz que conquiste tu universo si me salvas de la insignificancia que mi vida conforma.
[IMPOROVISADÍSIMO] Se está haciendo un uso indebido de la conceptualización que proporciona las nuevas teorías del género, porque se están convirtiendo en criterios de nuevo normativos y herméticos. Menos etiquetas y conceptos menos cerrados, coño. #Controversia #Debate #Trans #TeoríaDelGénero #Transexualidad #Transgénero #IdentidadDeGénero #Improvisado #Ftm #PensamientoAbierto #Transboy #Selfmade