Imagine Harry Styles
âą Pedido
âą Quero um do Harry que ele Ă© mĂ©dico e entra uma nova menina no hospital, ela nĂŁo sabe que ele Ă© noivo e meio que fica dando em cima dele, ai um dia eles estĂŁo em uma comemoração e ela vĂȘ o Harry cm a S/N grĂĄvida e fica puta, fala pra ela que o Harry dĂĄ encima dela e tal mas as outras enfermeiras que o conhecem diz a ela que nĂŁo Ă© verdade, faz um drama no meio, final feliz.
Assim que as portas do elevador se abriram, Leonor logo começava a ajeitar seus longos fios pretos e se colocar em uma posição mais atraente, para que o médico mais charmoso daquele hospital a notasse. Harry havia acabado de chegar para mais um plantão, logo Leonor deduzia que teria mais um dia de novas oportunidades com o médico.
- Bom dia Dr. Styles, como o senhor estĂĄ? â a morena sempre fazia questĂŁo de demostrar seu melhor sorriso.
- Bom dia Leonor, estou bem, sĂł um pouco cansado. â Harry sorriu para ela, logo voltando sua atenção para os papĂ©is a sua frente.
- O senhor deveria relaxar um pouco, quem sabe tirar umas fĂ©rias. â a todo custo Leonor tentava ter uma conversa a mais com Harry.
- Tudo que eu realmente preciso Ă© de uma boa noite de sono. â sem esperar qualquer tipo de resposta, Harry caminha em direção a sua sala.
Se sentando a frente sua mesa, Harry mais uma vez conferia se (S/N), sua noiva, havia respondido alguma de suas mensagens. Harry e (S/N) estavam noivos a mais ou menos um ano, tudo que Harry mais sonhava era se casar com sua amada, porĂ©m (S/N) ainda cursava seu Ășltimo ano de fisioterapia em sua cidade natal. Ambos sĂł se viam duas ou trĂȘs vezes em cada mĂȘs, e tem sido assim durante os Ășltimos quatro anos, mas o amor que sentem um pelo outro Ă© capaz de suprir qualquer distĂąncia entre eles.
Era de costume que toda manhã (S/N) enviasse um åudio com voz de sono para que Harry fosse para o trabalho sabendo que ela estava bem, mas hoje havia sido diferente, na noite anterior (S/N) havia reclamado de mal estar e fraqueza, o que deixou Harry preocupado, porém ela havia dito que tomaria um remédio e iria dormir, para que no dia seguinte acordasse bem.
Harry se preucupava ao extremo com o bem estar de sua noiva, e nĂŁo ter notĂcias da mesma o deixava totalmente estressado. Duas batidas foram ouvidas do outro lado da porta, e logo Leonor entrava com uma xĂcara de cafĂ© amargo.
- Trouxe um pouco de cafĂ© Harry, vocĂȘ anda meio estressado. â Leonor sorria se sentando na cadeira a frente de Harry.
- Ă sĂł o cansaço. â Harry nĂŁo tirava a atenção de seu computador.
- Quem sabe poderĂamos sair para beber um pouco hoj...
- NĂŁo posso. Se nĂŁo se importa, tenho pacientes para atender agora. â Harry dizia olhando para a porta.
- Tudo bem Harry, até mais tarde.
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- O que estĂĄ acontecendo com vocĂȘ esses dias? Estou realmente começando a me preocupar, vocĂȘ nĂŁo sai desse quarto para nada, seu celular estĂĄ tocando enlouquecidamente no andar de baixo, a dias atrĂĄs vocĂȘ correria para ver se Harry te ligava, e agora e estĂĄ assim!? Me conta o que houve com vocĂȘ! â Justine entrava preocupada no quarto de (S/N) ao perceber o comportamento diferente da amiga.
- Eu nĂŁo tenho nada, estĂĄ tudo bem. â (S/N) continuava deitada olhando para o lustre de seu quarto.
- VocĂȘ nĂŁo estĂĄ bem (S/N), eu te conheço a vinte e trĂȘs anos e sei que vocĂȘ tem algo, pode me contar, eu sou sua melhor amiga. â Se sentando ao lado da amiga, Justine podia ver que algumas lĂĄgrimas corriam pelo rosto da amiga. â Me diga, Harry fez algo com vocĂȘ?
- NĂŁo... Quer dizer sim. â (S/N) se sentiu ficando de frente para Justine. â Ă que eu tenho me sentido estranha esses dias, e eu resolvi fazer alguns exames, pensei que estivesse com anemia ou algo do tipo, mas eu descobri que eu estou grĂĄvida.
- O que? VocĂȘ estĂĄ grĂĄvida? â os olhos de Justine se arregalaram fazendo com que (S/N) chorasse ainda mais.
- Sim Jus, nĂŁo sei como contar isso para Harry, ele estĂĄ tĂŁo focado na carreira, nĂŁo sei como ele pode reagir a isso.
- Amiga vocĂȘ tem que contar logo para ele, ele estĂĄ desesperado te ligando, ele precisa saber, ele Ă© o pai dessa criança. â por mais que Justine nĂŁo soubesse o que realmente dizer a amiga, ela sabia que Harry deveria saber o que estava acontecendo.
- Eu sei, eu sĂł estou com medo, sĂł isso.
- Eu estarei do seu lado para o que vocĂȘ precisar, mas nesse momento vocĂȘ sabe o que deve fazer. Estou indo pro estĂĄgio, qualquer coisa me liga, eu te amo. â depositando um beijo na testa da amiga, Justine saiu deixando (S/N) com seus pensamentos.
Depois de muito pensar sobre o assunto, em um surto de coragem (S/N) desce as escadas a procura de seu celular, se sentando no sofĂĄ ela pode ver quantas mensagens e ligaçÔes Harry havia deixado, com as mĂŁos trĂȘmulas discou o nĂșmero de Harry e esperou que ele atendesse.
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- Amor, eu estava preocupado!
- Oi Harry, me desculpe nĂŁo ter atendido suas ligaçÔes. â Harry podia perceber que algo estava errado.
- VocĂȘ estĂĄ bem meu amor? Ainda estĂĄ se sentindo mal? â (S/N) se permitia sorrir ao ver o quanto Harry se preucupava com ela
- Eu estou bem, mas tenho algo para te contar, nĂŁo queria que fosse por telefone, mas nĂŁo sei quando nos veremos. â Harry sentia seu coração bater mais forte, a ideia de que ela poderia o deixar o deixava louco.
- Por favor (S/N), nĂŁo me diga que vocĂȘ quer terminar...
- NĂŁo! Eu nĂŁo quero terminar, nunca cogitaria essa ideia Harry! â ao mesmo tempo que se sentia aliviado Harry ainda se encontrava apreensivo.
- EntĂŁo me fala o que estĂĄ acontecendo. â ele podia escutĂĄ-la suspirar.
- Bem... Eu havia te dito que estava meio mal esses dias, entĂŁo resolvi fazer alguns exames para ter certeza que estava tudo bem comigo, e eu descobri que... Que eu estou grĂĄvida Styles. â Harry se encontrava petrificado ao ouvir tais palavras, uma criança nĂŁo era algo que eles planejavam no momento, Harry havia se tocado que nĂŁo havia dito nada quando escutou os soluços de (S/N) se intensificarem.
- VocĂȘ tem certeza? Quero dizer, hĂĄ quanto tempo (S/N)? â Harry sabia que ela nĂŁo brincaria com algo tĂŁo sĂ©rio.
- De acordo com os exames, estou com cinco semanas. â Harry teve certeza ao ver que a data batia com a Ășltima viagem que haviam feito juntos. â O que eu vou fazer Harry? NĂŁo estou pronta para ser mĂŁe agora.
- SĂł tenta manter a calma (S/N), para mim tambĂ©m foi uma surpresa, mas nĂŁo Ă© como se nossas vidas acabassem agora, pelo contrĂĄrio, estaremos iniciando um novo ciclo, talvez um pouco precipitado mas Ă© algo que sempre cogitamos, apesar de tudo seremos Ăłtimos pais para esse bebĂȘ, ele serĂĄ muito amado por todos, eu vou estar com vocĂȘ sempre, eu te amo minha princesa! â as palavras de Harry serviam como conforto para (S/N), por mais que esse fosse o momento mais difĂcil de sua vida, ela sabia que ele estaria sempre ao seu lado.
...
As semanas nĂŁo tem sido nada fĂĄceis para Harry e (S/N), a distĂąncia nunca havia sido tĂŁo difĂcil, ele sabia que ela nĂŁo estava bem com essa nova fase, por mais que sua menina tentasse esconder, ele sabia que ela estava sofrendo, o que o confortava naquele momento era saber que no final de semana eles estariam juntos e ele poderia a confortar.
Chegando ao hospital Harry parou na recepção para saber quais consultas lhe estavam agendadas para hoje, logo Teresa, enfermeira do hospital parou ao seu lado.
- Como estĂĄ meu querido? â Teresa sabia de tudo que Harry e (S/N) estavam enfrentando nas Ășltimas semanas.
- Não estou sabendo como enfrentar essa situação Teresa, (S/N) não estå bem e isso estå me afetando cada vez mais, jå não sei o que posso fazer estando longe dela.
- Eu sei que nĂŁo deve estar sendo fĂĄcil Harry, mas vocĂȘ tem que ser forte, ser forte por ela, para que ela veja que pode se apoiar em vocĂȘ nesse momento, vai dar tudo certo meu querido, vocĂȘs sĂł precisam se ver.
- Bom dia Dr. Harry, como estĂĄ hoje? â Leonor se aproximava de Harry.
- Estou bem, sĂŁo essas consultas marcadas para hoje?
- SĂŁo sim Harry, o Dr. Davis pediu para que lhe avisasse sobre a confraternização que haverĂĄ sĂĄbado na casa dele, ele espera que todos estejam presentes. â Leonor estava ansiosa para que o dia logo chegasse, em sua cabeça ela conseguiria ficar com Harry.
- Obrigado por me avisar Leonor.
- NĂŁo hĂĄ de que Harry, estou aqui para isso! â Harry apenas sorriu e saiu em direção ao seu consultĂłrio.
...
Harry jĂĄ nĂŁo mais se aguentava de ansiedade para que pudesse ver (S/N), suas mĂŁos suavam e suas pernas estavam trĂȘmulas, ao ouvir a som da campainha de seu apartamento Harry correu para abri-la e abraçar sua amada.
- Ei calma, eu estou aqui. â Harry dizia abraçado a sua amada enquanto ela derramava suas lĂĄgrimas.
- NĂŁo queria te fazer passar por isso. â (S/N) dizia contra o peito de Harry.
- NĂŁo pense que estou mal com a situação, muito pelo contrĂĄrio meu amor, estou feliz por ver que o fruto do nosso amor estĂĄ sendo gerado. â Harry levanta a cabeça da noiva e a beija.
Harry e (S/N) se encontravam deitados no enorme sofĂĄ da sala de Harry, apenas curtindo o carinho um do outro e matando a grande saudade que habitava nos dois.
- JĂĄ estĂĄ crescendo...- Harry sorria ao passar suas mĂŁos no pequeno volume na barriga de (S/N).
- Sim... Ă meio estranho sabe, meu corpo muda a cada dia, meus sutiĂŁs jĂĄ nĂŁo cabem em mim. â em um dos raros momentos (S/N) se permitiu sorrir.
- NĂŁo queria dizer isso agora, mas vocĂȘ estĂĄ mais gostosa ainda. â Harry sorriu malicioso e logo beijou a namorada.
Depois de um tempo curtindo a presença um do outro, Harry se lembrou do evento do hospital que deveria comparecer e claro que (S/N) deveria estar junto dele naquele momento.
- Acabei de me lembrar, hoje haverå uma confraternização com o pessoal do hospital.
- Tudo bem, assim que vocĂȘ chegar me liga para ficarmos juntos. â (S/N) sorriu se sentando no sofĂĄ.
- NĂŁo, eu quero que vocĂȘ vĂĄ comigo. â Harry se sentou a sua frente.
- Eu nĂŁo sei se quero sair Harry...
- Por favor princesa, serĂĄ divertido, eu prometo. â Harry a olhava como se implorasse para que ela lhe acompanhasse.
- Eu nĂŁo sei...
- Por favor...
- Tudo bem Harry, eu irei. â mesmo nĂŁo se sentindo confortĂĄvel, (S/N) nĂŁo queria que Harry ficasse magoado.
...
Leonor se encontra com um copo de champagne na mĂŁo a procura de Harry, a mesma havia tratado de encontrar o melhor vestido possĂvel e feito a melhor maquiagem, em seus planos Harry seria seu a partir desta noite.
- SerĂĄ que o Harry nĂŁo vai vir? â Leonor se encontrava preocupada.
- Por que o interesse? â Teresa a olhava desconfiada.
- Nada, ele disse que viria.
Harry estava feliz por (S/N) ter aceito o acompanhar, ele amava a mulher ao seu lado mais do que sua prĂłpria vida. Tudo estava correndo bem, as pessoas se divertiam, conversaram e bebiam.
- Amor vou pegar algo para beber, quer alguma coisa? â Harry perguntou se levantando.
- Um suco de laranja por favor.
Caminhando até o bar Harry se encontrou com Leonor encostada no balcão.
- Harry, que bom te ver! â a morena o abraçava o deixando visivelmente desconfortĂĄvel.
- Bom te ver tambĂ©m Leonor. â Harry tentava se esquivar da mulher.
- VocĂȘ chegou agora, faz um tempinho que estou te procurando. â seu sorriso denunciava suas intençÔes.
- Cheguei a pouco tempo. â Harry agradecia ao barman pela bebida.
- Estå sozinho? Quer que eu te faça companhia?
- Amor? â ambos olharam em direção a (S/N).
- Leonor essa Ă© minha noiva, (S/N). â Harry segurou na mĂŁo de (S/N) deixando Leonor de boca aberta.
- Noiva? Como assim noiva? â seu nervosismo era visĂvel.
- Prazer em te conhecer. â (S/N) tentava esconder seus descontentamento.
- VocĂȘ sĂł pode estar brincando nĂŁo Ă© Harry, vocĂȘ nunca usou aliança! EstĂĄ pagando essa ai pra te acompanhar!
- VocĂȘ estĂĄ ficando louca Leonor, vamos amor. â segurando a mĂŁo da noiva Harry tentava a tirar dali.
- O louco Ă© vocĂȘ! VocĂȘ me dĂĄ mole o dia todo e depois aparece com essa mulher!
- Isso Ă© verdade Harry? â (S/N) o olhava desapontada.
- Claro que Ă© verdade, vocĂȘ nunca disse que tinha sequer uma ficante, vocĂȘ estava querendo me enganar Harry!?
- Eu vou sair daqui...- (S/N) se direcionou a saĂda da festa.
- Quem vocĂȘ pensa que Ă© para dizer uma coisa dessas!? VocĂȘ nĂŁo me conhece, nunca sequer te dei liberdade comigo, vocĂȘ nĂŁo tem o direto de dizer essas coisas para ela! â a raiva transparecia no rosto de Harry.
- O que estĂĄ acontecendo aqui!? â Teresa se aproximou ao perceber que algo estava errado.
- Harry resolveu aparecer com uma noiva!
- E o que vocĂȘ tem haver com isso? â Teresa se mostrava confusa.
- Essa mulher Ă© louca Teresa, disse a (S/N) que sou interessado nela!
- Calma Harry, cadĂȘ a (S/N)? â Harry e Teresa saĂram em direção a porta de acesso a saĂda a procura de (S/N).
- (S/N) espera! â Teresa gritava para a moça a sua frente.
- NĂŁo chegue perto de mim! â (S/N) dizia para Harry, seu rosto estava coberto de lĂĄgrimas e soluços saiam de sua boca.
- Amor aquela mulher Ă© louca, Ă© tudo mentira.
- Como eu vou saber se realmente vocĂȘ nĂŁo faz isso quando estou longe!? â Harry estava preocupado com o estado de sua noiva.
- Eu posso te assegurar que Harry nĂŁo faz nada disso com vocĂȘ (S/N), ele te ama e ama o filho de vocĂȘs. â Teresa tentava lhe convencer.
- Me ama mesmo? Se vocĂȘ nem usa aliança Harry!
- (S/N) eu nĂŁo uso aliança no hospital para manter a higiene, eu te asseguro que Ă© somente lĂĄ que eu tiro do meu dedo, por isso ela dizia que eu nĂŁo uso, porque Ă© somente lĂĄ que eu encontro aquela mulher, (S/N) eu te amo, nĂŁo seria capaz de te trair, por favor, confia em mim. â lĂĄgrimas corriam por seus olhos.
- Ele estĂĄ falando a verdade (S/N). â Teresa sorria lhe passando confiança.
- Eu... Eu confio. â Harry sorriu e a abraçou. â Eu sĂł, sĂł estou passando por um momento tĂŁo difĂcil pra mim, e pensar que vocĂȘ poderia estar com outra pessoa me destruiu, eu te amo tanto, vocĂȘ Ă© meu porto seguro, nĂŁo consigo me imaginar sem vocĂȘ Harry.
- Eu seria incapaz de fazer qualquer coisa do tipo com vocĂȘ meu amor, eu amo vocĂȘs demais pra isso. Vamos pra casa? â (S/N) assentiu. â Obrigado por me ajudar Teresa!
- Eu sou a maior fĂŁ do amor de vocĂȘs!
- Vamos que eu quero cuidar de vocĂȘs dois, nada vai nos separar meu amor, nosso amor Ă© eterno!
Fim
Yasmim:)







