The True Test of the Assassin
Staying still while your husband paints your tiddy.
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The True Test of the Assassin
Staying still while your husband paints your tiddy.

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If you look up badass in the dictionary, you will find a picture of diyoza
suddenly remembered this one dance teacher we had when i was really young with alopecia and that he told the another class when they asked him about his lack of hair "every two weeks i pour boiling water over my head and body"
Woke up with Jaehyun brain rot today
Capitulo 10 - parafilia
POV JUSTIN BIEBER
Não era fácil acordar quando seus olhos mal conseguiam abrir. Sinceramente nunca tomei tanta tequila em toda a minha vida, estou péssimo. Minha cabeça dói um pouco, meu corpo está cansado e agora sinto como se pudesse cair a qualquer momento.
Viollet está nua, a bunda arrebitada em evidência, fora dos lençóis. Como uma bela provocação ás seis da manhã.
Eu não dormi mais que 40 minutos, meu mal era sono ou a bunda dessa mulher virada para mim.
Sento na cama, me encostando na cabeceira. Os cabelos jogados para o lado, alguns fios em seu rosto, ela dormia como uma criança. As mãos embaixo da cabeça, os seios expostos e as pernas juntas de lado.
Realmente Viollet era feita por deuses. Esse era um dos motivos pelo qual me casei com ela. A mulher que todo homem queria na faculdade, aquela que tinha uma bunda espetacular a ponto de parecer com uma puta latina.
Levanto da cama antes que o despertador toque, puxo os lençóis para cima cobrindo o corpo dela. O que me deixa mais ensandecido era a marca das minhas mãos em sua bunda.
Tinha passado dos limites com ela, que merda eu fiz?! Minha esposa estava apanhando enquanto eu a comia em um estacionamento. Isso era imperdoável! Claro que eu gostei, mas ela é minha mulher, o que pensariam dela depois? Que é uma verdadeira puta.
Pego meus óculos e vou até o banheiro, ligo a torneira e mal consigo me encarar no espelho. Meus olhos ardem. Abaixo o tronco deixando o rosto próximo a água, coloco as mãos juntas embaixo e molho meu rosto.
Pela primeira vez eu estou com medo dela, aquela sensação estranha de que a qualquer momento Vivie pudesse surtar e falar com seus advogados e me tirar tudo, até o cachorro.
Coloco meus óculos para concluir minha higiene matinal, deixo a porta aberta. Aliás, não é confiável ficar em um banheiro quando uma mulher sabe que seu marido está tendo atividades extra conjugais.
Mas o que eu posso fazer? Aquelas piranhas faziam o que eu gostava, menage, atm, anal, meu Deus! Tudo o que ela fazia era maravilhoso, aquela puta me deixava maluco quando se trata-va de me surpreender na cama.
Só que Viollet estava ficando pior, a cada vez que transamos sinto que ela procura fazer as coisas mais sujas possíveis. Incluindo, engolir gozo. Diane não fazia isso, Ana nem se quer gostava de sexo oral e Gina mantinha nossa relação cada vez mais fria.
De algum modo era divertido trepar com elas, com todas elas juntas. Se um homem tivesse tudo o que eu tenho, com toda certeza ele entenderia melhor o que é ser um homem de verdade.
Mas a situação era totalmente diferente, minha mulher sábia. A melhor amiga dela sabia, aquela louca era meu maior problema é eu tinha certeza que ela fodeu o meu carro. O que eu poderia fazer agora? Se for me encontrar com Diane posso acabar com meu casamento, e isso é a última coisa que eu quero fazer na vida.
Por mais que Viollet diga que não se importa, ela realmente não estava nem aí. Mas eu não iria conseguir olhar a cara dela depois é um atm, não iria conseguir dormir ao lado dela quando ela sabia que eu tenho acabado de transar com outras.
Um peso na consciência me bate, não só pelo fato de está traindo minha esposa e sim pelo fato dela ser melhor que todas as outras, mas nunca poderia fazer isso, ela é minha santa maculada , a mulher que faz meu café da manhã! Porque merda eu comeria seu cu e depois colocasse meu pau em sua boca? Era nojento fazer isso com Viollet, e repugnante imaginar fazendo ass to mouth com ela.
Certas coisas eu prefiro priva-lá.
Volto para o quarto com uma toalha enrolada na cintura, para minha surpresa ela não estava mais na cama. Olho ao redor do quarto e não vejo nem sinal de Viollet e da sua cadela por lá. A porta estava aberta.
Desço as escadas a sua procura e sinto o cheiro de bacon vindo da cozinha. Lá estava ela, de calcinha cozinhando para mim.
Encosto na soleira da porta com os braços cruzados, observo ela com as costa desnudas, os cabelos em um coque e sua bunda engolindo aquela calcinha de renda. Eu realmente preciso ir trabalhar, mas isso estava me dificultando.
Quando ela vira para mim, dá um sorriso surpreso e me aponta a jarra de suco.
-Acabei de fazer, pode beber.
Devo confiar numa mulher que sabe que está sendo traída? Se aquilo tivesse veneno?
-Obrigado, estou sem fome -minto, realmente estava cismado. Caminho até o banco da bancada da cozinha e me sento. -Pensei que iria dormir até mais tarde.
-Poderia, mas tenho umas coisas a fazer com Lauren.
-Essas coisas não é me perseguir pelos cantos, é?
-Claro que não! Foi um erro que cometi, nunca mais quero fazer isso.
-Erro?
-Sim! Foi um erro, porque eu queria realmente sentir raiva de você mas eu não consigo. -ela serve para mim, ovos, bacon e torradas. Não iria resistir com meu prato bem na minha frente.
-Nunca deveria ter feito isso.
-Mas fez! -ela dá um sorriso falho e se vira para pia, pegando uma tigela com frutas cortadas. Viollet senta ao meu lado e não demostra nenhuma reação nova. A única coisa que faz e comer em silêncio enquanto eu comia devagar todo meu café da manhã.
Não me importei dela está de calcinha pela casa, até porque ninguém acordaria a essa hora para ver a parede de vidro onde a mulher desfilava semi-nua para os vizinhos.
O meu peso na consciência aumentava a cada segundo, eu sinto que devo desculpas mais do que nunca para ela. Mas Viollet age como se tudo aquilo fosse normal, não era normal! Mulher eu estou fodendo com outras vadias e você não dá a mínima?! Eu realmente sentia medo, realmente sentia que algo pior estava por vir. Um divórcio em silêncio? Um assassinato? Ela iria esvaziar minhas contas bancárias e me falir? Ou pior, ela vai me dar o troco?
Eu não consigo imagina outra pessoa fodendo minha mulher, por mais que eu quisesse ver e participar. Não queria que outro tivesse esse privilégio, não queria que outro tivesse aquela boca em seu pau, ela é boa demais para qualquer homem.
A dor da traição seria pior do que um tiro, me sentiria sem chão se soubesse que minha mulher estava com outro. Mas porque ela não se sentia assim? Ela não demostra nada, apenas continua sendo quem ela sempre foi: minha Viollet!
Termino meu café, levanto do banco ficando em pé por trás do seu corpo. Abraço ela por trás, agarrando seus seios em minhas mãos, aperto devagar, fazendo pressão nos dedos. Escuto seu gemido baixo com aquele ato, suas mãos ficam por cima das minhas.
-Obrigado! O estava ótimo. -beijo seu ombro, sua nuca e seu pescoço. Viollet ergue as costas um pouco para trás no momento em que beijo sua nuca mais vez.
-Não faz isso.
-O que? -beijo sua nuca mais uma vez, uso a ponta da minha língua durante o beijo, passando devagar na sua pele.
-Isso! Não faz! -ela tenta sair dos meus braços, aperto seu corpo mais forte -Justin, por favor! Me deixe ir.
-Ir onde?
-Tomar um banho, preciso sair daqui a pouco.
-O que você vai fazer as sete da manhã na rua? Está de férias, nenhum shopping abre essa hora da manhã e a gente tem comida o suficiente para dois dias.
-Vou ajudar Lauren nas compras dela.
-Ela não sabe fazer isso sozinha?
-Somos amigas, eu ajudo, ela me ajuda. -se ajudam tanto que andam em motéis juntas e destroem carros.
-E se a gente sair hoje?
-De novo?
-Qual o problema? -ela se inclina para o lado, tentando olhar o meu rosto. Solto um pouco mais seu corpo deixando Viollet se virar para mim.
-Se for pela noite tudo bem, mas agora eu tenho assuntos pendentes.
-Me promete uma coisa?
-Depende.
-Vocês não vão bancar as malucas e irem atrás da Diane? Vão? -ela estreita os olhos me encarando feio, como se o que eu tivesse dito fosse uma lastima.
-Eu? -pergunta incrédula -Porque merda eu iria atrás de uma mulher que dá pra você? Eu tenho mais o que fazer, acha que minha vida gira em torno de você e suas putas? Está enganado. Não é porque levanto cedo pra fazer seu café da manhã, que eu vou sair da minha casa para perseguir a piranha que você come.
Agora eu realmente tinha arruinado o clima, Viollet estava de pé tirando os pratos do balcão e praticamente os jogando dentro da pia.
-Me desculpe!
-Do que tem medo? Acha que vou estragar seu relacionamento com ela?
-Não existe relacionamento nenhum!
-Porque tem medo que eu a procure? Não é o suficiente você já procurá-la, agora eu tenho que ir também? -o descontrole estava começando a aparecer, a mulher calma agora encontrava-se com as mãos na cintura, me encarando do outro lado da cozinha.
-Não foi isso que eu quis dizer? Só não quero minha mulher com esse tipo de gente, não quero que você fique com essas coisas na cabeça. Não tenho nada com ela e nem com outra pessoa, foi só uma aventura casual.
-Eu passo semanas sem sexo, acha que devo ter aventuras casuais? -pergunta irônica.
-Não! Nunca! Você é minha mulher e ninguém vai te tocar.
-É você e o que meu? -sua última pergunta é como uma facada em meu peito, Viollet sai da cozinha pisando forte pela casa. Até a cachorra acompanha Vivie e eu fico com a cara mais idiota do mundo na cozinha sem saber o que fazer ou o que pensar.
Saio de lá tentando acompanhar Vivie antes que ela se tranque no quarto e me deixe sem roupas para trabalhar. Assim que entro no quarto ela se tranca no banheiro, por deus! Eu espero que ela não esteja chorando, eu realmente espero que ela esteja rindo.
Encosto na porta do banheiro, tentando ouvir alguma coisa. Bato algumas vezes.
-Amor, por favor! Sai daí!
-Vai se foder.
-Eu estou implorando, saia desse banheiro.
-Cala a boca e me deixa em paz!
-Eu não quis te ofender ou te magoar, por favor meu amor. -bato mais duas vezes -Me deixa pedir desculpas como se deve.
Tudo fica em silêncio, ela não responde é muito menos fala alguma coisa pra mim. Foram minutos assim, nem choro, nenhuma palavra dita por ela e o silêncio me torturava.
Já estava ficando atrasado, desisto dela. Vou me trocar.
Sua cadela estava em cima da nossa cama olhando para mim como se fosse me atacar. Agora deu! Uma louca trancada no banheiro e uma cachorra sem me deixar encostar na cama.
Olhando pelo lado bom, ao menos tinha feito meu café da manhã.
Quando estou pegando minha pasta, escuto o barulho da chave. Corro até a porta e vejo que ela deixou aberta.
Empurro devagar e não vejo nada demais! Viollet estava com os cabelos molhados, secando eles com o secador em frente ao espelho. Fico ao seu lado de frente para ela, tentando conseguir sua atenção.
Os olhos vermelhos, ela realmente tinha chorado ou poderia ser o vapor da água quente.
-Você sabe que eu não disse aquilo por mal.
-Tanto faz! -desliga o secador -Eu não estou afim de ouvir suas ladainhas. Escova os dentes e vai trabalhar ou foder por aí.
-Amor -seguro em seu braço, ela não se manifesta, não recusa quando a puxo para mim. Envolvo Viollet em meus braços, agarrando seu corpo. -Eu te amo, espero que saiba disso a cada segundo da sua vida.
-Eu sei que ama.
-Não está sendo irônica? Está?
-Claro que não! -ela sorri de uma forma esquisita, como se tivesse planejando alguma coisa.
-Vivie, preciso ir. Você pode ir lá se quiser.
-Porque iria? Já disse que meu mundo não gira em torno do seu! Tenho coisas a fazer.
-Que coisas?
-Assuntos de mulher. -ela sai dos meus braços e tira a toalha, filha da puta fica nua na minha frente e sai do banheiro como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Observo Vivie colocando uma calcinha vinho, um sutiã na mesma cor destacando ainda mais sua pele branca. Não iria sair de casa até ver o que ela iria vestir, se fosse um daqueles vestidos curtos eu juro que rasgo do seu corpo.
Para minha surpresa, ela coloca um short jeans, uma blusa social transparente que mostrava perfeitamente a cor do seu sutiã e um salto alto. Nada de joias, nada de maquiagem, apenas perfume. Ela pega sua bolsa e sai do quarto.
Poderia seguir Viollet, poderia tentar descobrir onde ela iria. Só que estou atrasado demais para isso.
Mas me corrói por dentro de tanta curiosidade.
POV VIOLLET
Bieber era tão sínico que me fazia ter ódio, eu deveria ter acertado ele com uma faca. Me pouparia de tanto pedido de desculpas que ele estava dando. Era o seu "máximo", com certeza alguém como ele não saberia o que fazer quando se é pego fazendo alguma coisa errada.
Na sua convicção, ele nunca erraria nada, desde cálculos até nas suas ações. O perfeito idiota!
Pego a coleira da Lana, esse era o nome que eu tinha escolhido para o meu "presente", coloco ela presa no carro e entro logo em seguida. Não espero Bieber vir até aqui se despedir é muito menos iria esperar seu carro chegar as sete e meia.
Tinha horário marcado às 8:00 e se Lauren não tivesse acordada iria foder com toda a lista de espera.
Deixo a janela do banco de trás aberta para que Lana coloque a cabeça de fora e fique latindo com qualquer pessoa que passe na rua. Eu estou amando essa cadela, era mais útil que Bieber.
Para minha alegria, Lauren estava na varanda da sua casa. Sentada em uma espreguiçadeira me esperando. Ela vê o carro e entra para casa, agora era só esperar a mocinha se despedir de Robin... Ou não!
-Vivie! -a voz dele me faz ter um susto, Robin estava de terno, tão bem vestido quanto o Bieber -Aí meu Deus, você agora tem um cachorro? Que mancada! Eu disse pro Bieber te dar um filho.
-A ideia foi sua?
-Justin é teimoso como um jumento, ele achava que te dando flores vai ganhar sua confiança.
-O que você faz pra ganhar a confiança dele? Esconde o relacionamento dona Diane? -Robin tira o sorriso do rosto e se afasta um pouco da janela do carro.
-Não tenho nada a ver com aquela vadia! Isso não foi ideia minha -levanta as mãos em rendição -Ele é maluco, não faço esse tipo de coisa.
-Não faz o que?
-Não traio minha mulher! -ele puxa Lauren pra ele -Minha rainha e única.
-Vão se pegar na minha frente?
-Qual é! Nada que você não tenha visto.
-Você não tem uma reunião? O que tá fazendo aqui com a Viollet? Quer ficar pobre? -Robin recebeu as ordens dela como um robozinho, foi em direção ao seu carro, entrou e deu partida antes de que Lauren entre no meu.
Às vezes a relação dos dois me assustava.
-A cadela vai?
-Lana.
-Ah! Tem um nome agora?
-Tudo tem que ter um nome não é? Inclusive Diane. -ela ri.
-Claro que tem! -ligo o carro e dou partida pelo outro lado do condomínio, Bieber não iria se meter a besta de encher o meu saco por aqui.
O que iríamos fazer era simples, Lauren quer aprender algo novo para usar com Robin e eu queria conversar com alguém que me fizesse abrir a mente para o sexo.
Por isso estávamos indo para aquela dominatrix, eu e Bieber tínhamos ido lá. Foi algo maravilhoso, eu realmente tinha gostado. Mas dessa vez o encontro não era na sua casa, se é que aquilo fosse uma casa.
Ela marcou em um café da cidade, pelas suas ordens ao telefone se não chegássemos as 08:00 iríamos perde nossa conversa. O jeito em que ela fala, sua voz, tudo o que ela fazia era superior a qualquer outra pessoa. Sentia firmeza em seu tom de voz, medo às vezes. Mas aquilo tornava tudo tão interessante, tão excitante a ponto de me deixar eufórica ao me encontrar com ela.
Quando a gente chega ao café próximo ao parque, pegamos uma mesa ao lado de fora onde poderíamos deixar Lana presa do nosso lado. Ainda eram 07:50. Faltava dez minutos para o horário marcado e não tinha visto ninguém usando um macacão de látex na nossa frente.
Um homem que estava lendo um jornal, seu cachorro ao lado, sentado mostrando o quão adestrado ele era. Lauren coloca sua cadeira ao meu lado para fazer "contato visual" com o cara.
Admito que ele era atraente a ponto de nos fazer olhar cada gesto que ele fazia. A maneira como pega a xícara, o jeito em que passa a mão esquerda no cabelo colocando ele para trás. Tatuagens nos braços.
-Eu quero acordar ao lado dele amanhã. -Lauren sussurra sem tirar os olhos do homem.
-Eu quero foder com ele agora.
-Thresome?
-Claro! -desvio à vista quando ele olha para nós duas. Lauren que estava com uma trança prendendo seus cabelos, logo a desfaz. Soltando seus cachos.
O homem nos dá um sorriso e deixa seu jornal de lado.
-Isso é péssimo! Fácil demais. -diz entredentes.
Do nada aquele homem fica sério, olha para as mãos e não faz nada. Apenas fica calado como se alguém estivesse o reprovando.
Uma mulher alta aparece próximo a ele, cabelos claros, uma pele branca e seu vestido florido conseguia marcar suas curvas perfeitamente. Ela dá de costas para ele e sorri para mim e Lauren.
Os olhos dela são azuis, suas unhas rosas. Aquela bolsa de marca famosa, eu me senti um lixo perto daquela mulher.
-Viollet eu já conheço, você deve ser Lauren. -no momento que ela abre a boca sinto meu corpo inteiro gelar, aquela mulher com toda classe que estava sentando na nossa frente era a dominatrix que espancou o rabo do Bieber?
-Oi, bom dia.
-Viollet não olha para ele, você sabe que ele lambeu seus pés e os do seu marido não sabe?
-Aquele homem?
-Sim! Um dos melhores advogados daqui, casado, três filhos e um belo fetichista. -ainda me encontrava perdida olhando para o decote dela, seus peitos são tão perfeitos, redondos é bem desenhados.
-Senhora dominatrix...
-Dani, por favor! -ela corrige Lauren -Me desculpem por ter falado aquilo do homem, mas Viollet precisava saber antes que ele desse em cima de você.
-É inacreditável.
-É nojento! Quem lamberia os pés do Bieber?
-Vamos ser diretas ao assunto, tenho outras atividades para fazer.
-Viollet pegou o marido trepando com outra em um motel da rodovia. -Dani faz um cara de nojo.
-Aquele cara?
-Aquele cara mesmo! Se me contassem eu não acreditaria, quem iria trair Viollet? Ela tem um rabo enorme e me ensinou a fazer sexo oral.
-Lauren!
-Então vocês já tiveram experiências juntas? -sua pergunta me faz sentir as bochechas queimarem, eu queria colocar minha cabeça dentro de uma xícara de café. Mas isso é impossível.
Lauren coloca a xícara na boca tentado disfarçar.
-Isso é um sim?
-Somos amigas desde o colegial, fizemos faculdades juntas e algumas vezes... Nos beijamos, só foi isso!
-Eu sei que foi. -ela fala depois de uma risadinha irônica, Dani nos deixava de alguma maneira desconfortáveis, não por ela e sim pelo ar que ela nos passava.
-A questão é que eu não quero deixá-lo, você não sabe o quanto eu amo esse homem e faria qualquer coisa por ele. Mas não posso deixar isso passar, porque eu sei que podem ter outras vezes.
-Sempre tem, mas isso é natural dos homens. Olha pra mim! Eu tenho dinheiro pra caralho so para realizar fetiches eróticos de gente doente. As mulheres deles encaram isso como algo bizarro, embora seja! Mas comigo eles têm todo o prazer, dividem com alguém o que tanto desejam e é isso que os fazem trair.
-Eu faço tudo que ele gosta.
-Não! Você não faz! O que tinha nos e-mails que você vi? Teve algo que você não conhecia?
-Sim! Era como se fosse siglas, a primeira é mais usava entre ele era ATM. -pelo sorriso que ela deu era algo estranho, eu juro por Deus que estou com medo do que seja "atm"
-Ass to mouth! Já fez sexo anal com ele e depois deixou ele foder sua boca?
-Ele não me deixa nem engolir o gozo dele, imagina isso!
-Isso se chama ATM, homens gostam de fazer atm para se sentirem superiores a mulher. Para eles esse ato e como se as corrompesse de alguma forma, eles se enxergam como deuses e nos mulheres como submissas, essa pratica para eles e como se mulheres fosse imundas, tirando o pau do anus que sabemos que não é um lugar muito limpo, e logo em seguida colocando ele na sua boca, mas não em um oral convencional. Ele realmente fode a sua boca.
Lauren estava com a boca aberta ao ouvir aquilo, para alguém que e pratica de bondage, atm seria algo inútil. Porém, ela mantinha-se atenta como se nunca tivesse feito aquilo.
-Eu faço isso se ele quiser.
-Ele não quer fazer com você, ele quer fazer com outras. Vamos ser sinceras, a mulher de casa nunca será como a mulher da rua. Você é como se fosse uma mãe com benefícios, ele tem casa, comida, roupas limpas e ainda pode de mamar procurando consolo de suas mágoas. Já a mulher da rua e aquele que vai dar a bunda pra ele e depois chupa-lo. Elas são as que eles enxergam como submissas.
-Se ele procura sexo na rua e porque o meu sexo não é tão satisfatório, eu sei disso! Sei que ele quer outras aventuras mas eu não posso perdê-lo assim. E se ela fizer mais coisas que eu não sei? E ele gostar?
-Tem outras coisas que você viu lá?
-Golden rain, Tróis, Gloryhole.
-Golden rain é nada mais que você urinar em cima dele ou ele urinar em você. Pode ser em qualquer parte do corpo, mas especialmente no rosto ou nas partes íntimas.
-É nojento!
-Não é não! -Lauren se manifesta a favor -Golden rain é uma das coisas mais poderosas para uma mulher da supremacia feminina. Mijar na cara do seu parceiro e como se estivesse humilhando ele.
-Supremacia feminina? Fez o dever de casa meu bem!
-O que é supremacia feminina?
-Eu sou uma dominatrix, mostro todo o poder de uma mulher contra um homem. Isso os excitam, homens gostam de se sentirem humilhado para chegarem ao orgasmo. É normal! Todos eles por mais poderosos que sejam, desejam que tenha algo que seja mais poderoso que ele. Nos dá supremacia ensinamos homens, adestramos, escravizamos.
-Você faz isso? -Lauren nega com a cabeça -Suspender o Robin não é humilhação?
-Eu pratico bondage com ele, amarro, algemo. Faço coisas menos Hardcore. O doente aqui é o seu marido que gosta de Gloryhole.
-Gloryhole é algo tão abominável assim?
-É uma espécie de cabine que tem buracos, onde a mulher ou o homem coloca os órgãos genitais nele e outra pessoa por fora da cabine matem relações sexuais. Mas, se seu marido gosta de Gloryhole, ele precisa ir em uma casa que tenha.
-Tem casas para isso?
-Aqui em seatle só existem três!
-Quem diria hein! O Justin viciadinho em meter o pau em buracos, literalmente.
-Para!
-É bem nojento não é? Você nem sabe quem é a mulher que tá fodendo ali, imagina se ela for feia ou se ela tiver alguma doença.
-Lauren, não tem como elas terem alguma doença. Casas de Gloryhole são bem seguras em relações com as meninas de lá.
-Isso é um tipo de prostituição sem o contato afetivo com a prostituta.
-Não! -ela bebe o café e depois respira fundo -Só é da casa quem se interessa por isso. Não é só assim, quero ser paga para transar com desconhecidos.
-Então Vivie, vai mijar na cara dele, se enfiar em uma caixa e deixar ele te comer por buracos ou vai um Tróis?
-Tróis?
-Menage, é um menagem o mais belo Thresome.
-Ele não deixaria que eu transasse com outro cara. -disse o óbvio, aquilo tudo era tão estranho que não parecia que estávamos falando do meu Justin Bieber. Outro homem se formava em minha cabeça, outro homem estava começando a me deixar intrigada, com medo é de algum modo excitada.
Os fetiches dele eram coisas que eu nunca tinha lido ou escutado alguém falando. Justin sempre foi um cara na linha, tem nojo do próprio sémen, não toma café morno, o café tem que está definitivamente quente onde ele possa queimar os lábios. Bieber nem sequer usa a mesma toalha 5 vezes seguidas!
Esse era o homem com quem eu casei, não um homem que queria ser urinado ou urinar na cara de outra pessoa.
Passo as mãos no meu rosto, desabo! A quem estou querendo enganar, meu jogo sexual não me manteria sã o tempo todo! Meu alto controle em relação à traição iria acabar me matando. Nosso casamento é perfeito e se eu surtar acabo perdendo quem realmente amo.
Não enxergava isso, não me via sem Justin Bieber ao meu lado reclamando a cada segundo.
-Querida? -sinto mãos tocarem os mês cabelos, fazendo um pequeno cafuné. Levanto a cabeça olhando para Dani, ela estava apreensiva -Você não está mal? Esta?
-Ele não é esse!
-Ele sempre foi esse, os desejos mais obscuros dele estão se rebelando e você não pode fazer nada contra isso. -ela tinha razão! Uma coisa como essas não deveria vir de agora, por muito tempo ele poderia ter escondido isso de mim.
-Ter uma mãe como a Pattie, até eu teria fetiches obscuros. -Dani começa a rir de nós duas.
-Acham isso obscuro?
-Não é?
-Não chega nem perto. Vocês realmente querem ver o que é obscuro?
-Vai fazer aquele cara lamber os meus pés novamente? -ela olha para trás e vê que o homem ainda estava na mesa.
-Não, mas você me deu uma ótima ideia. Estão de carro?
-Sim.
-Podem ir comigo em um lugar?
-Claro que podemos. -Lauren estava empolgado, ela quer aprender mais do que já sabe. Coitado do Robin é bem capaz dela querer fazer tudo de uma vez só e acabar assustando o cara.
Pedimos a conta e o cartão black da Lauren paga tudo. Dani nos diz que veio de taxi por segurança dela, nada de contato pessoal com os escravos. Não poderia sentir sentimento algum com eles e muito menos conversar com eles.
O único motivo dela está aqui foi que eu prometi que nunca mais iria procurá-la pela sua dominação. Ela não poderia mais me fazer ficar de joelhos para ela e lamber seus pés. Eu sabia seu "nome", sabia seu rosto e agora iria saber o local "secreto" onde estava nos levando.
No banco de trás estava Lauren com a cabeça da Lana no colo. Ao meu lado era Dani que me instruía as ruas para chegar no caminho.
-Fazemos reuniões, nessas reuniões nossos escravos se encontram, eles estão juntos mas não se falam.
-Então muita gente se conhece nesse meio?
-Desde homens comuns a mais poderosos.
-Fala o nome de algum poderoso. -Lauren praticamente grita.
-É como psicologia, não falamos nomes, é anti ético. Temos que manter em total sigilo.
-Como sabem das reuniões?
-Meu escravo conhece um amigo que se interessa por isso, ele dá uma senha a esse amigo é o amigo vai até o local. Nunca entram pessoas sem a senha, cada senha é diferente. Proibimos câmeras, celulares, e algumas outras proíbem seus servos de usar roupas.
-Na frente de todos?
-São todos iguais, eles são escravos. Nenhum está na condição de rir do outro.
A rua era mais deserta, o sol daquela manhã estava mais forte. Pego o óculos de sol na bolsa antes de descer do carro. Lauren trás minha cadela sem nem ao menos pergunta se era permitido.
-Ela pode entrar não é?
-Se ela sujar, você limpa. -foi quase uma ordem, aceito aquilo em silêncio apenas sigo Dani para dentro da casa.
Era uma casa normal, assim como a que eu fui com Bieber. No começo era tudo igual, nessa tinha móveis ao menos na sala. Em torno de três homens estavam sentados no sofá, homens bem vestidos, ternos caríssimos é muito bem afeiçoados. Eles estavam entretido com revistas de economia e nenhum deles olharam para nós.
Dani pega a corrente da Lana e a deixa amarrada próximo a uma escada. Ela some da nossa frente e volta com um pote de água para cachorros e ração.
-Tem cachorros aqui?
-Sim, você está perto de um deles. -ela se direciona ao homem grisalho na poltrona, ele tinha em torno de 40 anos ou mais. Pela sua pose de superioridade na poltrona, era difícil de imaginar ele como um cachorro.
-Como assim?
-Existem homens que se comportam como um cão, como cavalo, é realmente querem ser tratados como tal. -continuamos a segui-la pela casa. -A preferência deles em estarem aqui e pela zoofilia.
-Lauren vai buscar minha cachorra! -ela ri do meu pequeno desespero.
-Não! Eles não vão estuprar sua cadela ou algo do tipo.
-Eles vão imaginar! Meu deus!
-Viollet se acalma! Eles só vão observar o comportamento dela e adquiri-los. Existe a diferença é se portar como um cão e querer foder um cão. A zoofilia não é apenas o ato em si com animais, mas temos casos de homens que transam com peixes.
-Isso é possível?
-Quer ver vídeos? Pela sua falta de experiência em o que é Golden shower aposto que não sabe metade do que vamos ver aqui. -o corredor e simples e escuro, a luz vermelha era a única coisa que iluminava o local. Dani nos fala que ela não era reconhecida daquela maneira sem todo seu látex e saltos 22. Quando ela estava apenas de "Dani", os homens não tinham tanto receio quanto têm dela com um chicote nas mãos.
A casa era de uma amiga sua, o primeiro quarto que entramos é imenso. Ele é como se fosse um banheiro com 6 cabines, todas as cabines são de um banheiro normal, exceto pelos buracos nas divisórias.
-Está vendo isso? E onde seu marido tem fetiche. Gloryhole é um dos fetiches mais normais que existem no mundo, não tão conhecido mas em cada homem tem um pouco dele por dentro. Eles querem transar com alguém desconhecido e aqui é o local certo.
Ela nos abre uma das cabines onde tem uma mulher dentro dela. A mulher olha para nós e tira a boca do buraco que estava, dá um sorriso para Dani e volta a por a boca no buraco. No furo que estava atrás era a altura perfeita para sua boceta, alguém estava metendo nela enquanto assistíamos pela sua cabine, não só a boceta como também a boca.
Era estranho, sem toque, era um sexo "puro" onde a pessoa não se tocava, não ouvia os gemidos delas é muito menos poderiam se ver.
Dani nos chama para fora do quarto, aquela mulher que estava lá era uma praticante. Ela não era paga para isso e muito menos os homens que transavam com ela. O outro cômodo também era destinado a Gloryhole, mas aqui os buracos eram maiores, segundo Dani. Esses davam para passar metade do seu corpo, ficar se quatro para o parceiro ou com as pernas inteiramente livres para ele e o rosto escondido na cabine.
Esse tipo era destinados a casais que iam juntos, era mais "afetivo" ou a mulheres que não teriam medo de ser fodida em qualquer buraco e de qualquer modo. Dessa forma elas corriam risco de sofrer outros fetiches bizarros, como os de gente que gostavam de morder até sangrar. Segundo ela era um fetiche comum.
-Tratamos isso como fetiches, mas saibam que são parafilias, pequenos distúrbios sexuais. Antes de que me perguntem, eu sou psicóloga, sou formada e minha especialidade é o que eu mais gosto! O sexo! Desisti de tudo quando vi que ser da supremacia era o que me excitava e me dava dinheiro.
O outro cômodo era como o do porão da casa dela, tinha todo o tipo de brinquedos sexuais, tanto aquele objeto medieval onde suas mãos e cabeça ficavam presos até rédia de cavalo.
Como estava acontecendo uma sessão, uma dominadora estava com dois escravos. Dani pede para que nós duas esperássemos do lado de fora, até ela voltar com uma loira vestida apenas com corset de couro, botas com mais de 22 cm é um chicote nas mãos.
O quarto e iluminado por velas, tinham mais de cem acessas ao redor dele.
Um dos homens estava deitado no chão, ele tinha uma espécie de grampos presos ao mamilo e ela tinha um controle nas mãos. Já o outro estava de quatro ao lado da porta esperando que eu e Lauren entre na sala.
Assim que entramos, ela estala os dedos para o homem que se curva diante nós duas. Dani senta em uma cadeira e observa tudo calada.
O homem beija os pés da Lauren primeiro, ele começa entre os dedos dela, sua sandália era algo fácil para ele alcançar com a língua. Ela se desequilibra um pouco e segura em mim.
Pela sua cara algo tinha deixado ela balançada. Quando chega a minha vez ele beija o peito do pé e começa lambendo meus tornozelos, a sensação era ótima, como se estivessem estalando todos os meus ossos ao mesmo tempo, uma corrente elétrica pela espinha e todos os meus pelos se ouriçaram com aquilo.
-Chega! -o chicote bate nas costas do homem nu, ele se afasta. -Temos uma bela visita, duas mulheres querendo brincar com você.
Ela se referia ao homem deitado no chão, não sabia o que aqueles grampos faziam em seus mamilos mas ele gostava, o sorriso em seu rosto demostrava o quanto aquilo era bom. A mulher nos dá duas velas grossas, e diz para jogarmos a cera que derretia em cima dele, antes que ela derretesse em nossas mãos.
Lauren é perversa, ela é a primeira a fazer isso. Joga a cera quente da primeira vela, respigando do peitoral até próximo ao umbigo. Faço o mesmo que ela mas com um certo receio ao ouvir o homem gemer de dor.
Ele recebe uma chicotada no meio das pernas, meu Deus! As bolas dele iriam machucar.
-Quem deu permissão para falar, escravo?
-Ninguém, senhora! -outra chicotada que me faz até fechar os olhos.
-Porque está falando? -mais duas chicotadas seguidas -Cale a boca, escravo.
O que Lauren tanto queria saber estava acontecendo em nossa frente o trampling, era algo que eu sabia já que a mesma tinha me dado um dvd sobre isso.
Aquele salto parecia perfurar a pele do homem, ela pisava em cima dele, em cima das suas bolas e nenhum resmungo ou grito vindo dele. Era como se aquilo fosse a coisa mais excitante do mundo.
Dani nos pede para sairmos, mas antes disso o outro "escravo" beija nossos pés mais uma vez e agora recebe uma surra de açoite por isso.
Ao sair do quarto Dani nos fala que ele é um podólatra. Seu maior fetiche está em pés e que isso faria com que uma de nós gozássemos sem ao menos ser penetra ou chupada nas partes íntimas.
-Isso é possível?
-No pé tem vários pontos onde dão mais prazer do que um homem chupar seus seios e até mesmo seu anus. O pé a região que mais sentimos, ou seja... E onde a gente goza sem ser penetradas.
-Nao é meio nojento?
-Não! É bem mais excitante do que parece. A podólatria é uma das coisas que todos os homens deveriam ser! É considerado uma parafilia porque eles não se controlam ao vê pés, temos homens que gozam apenas em tocar. Já outros, sabem fazer o que aquele homem fez em vocês.
-O que ele fez na gente?
-Sentiu como se estivesse prestes a ser tocada na boceta mas ele estava longe demais para isso, seu corpo reproduz todo hormônio que precisa pra encharcar sua calcinha, suas pernas pesam e você quer enfiar o resto do pé na boca dele. -a maneira como ela descrevia, fez Lauren murchar com sua ignorância.
-Atm, não temos aqui. Isso é normal, e facil! Menage - ela ri -Vocês deveriam fazer um, isso é tão normal quanto Golden shower. Mas eu vou contar a vocês duas coisas pela qual não imaginam que exista.
Dani nos levava para a sala onde os homens se portam como cachorro, literalmente! Coleiras, pratinhos com nome deles escritos e até uma caixa de areia. Essa foi a coisa mais repugnante que eu vi em toda a minha vida, a mulher estava obrigando um homem a cagar na caixinha de areia. Ele não era um cachorro, era um gato, estava nu e estava de cócoras na caixa de areia. Viro o rosto ao ver a cena, graças a Deus que apenas estavam os dois lá dentro. Dani nos tira de lá e fala que isso era normal, alguns deles chegavam a comer a própria merda é isso era outro fetiche.
Comer, cheirar, tirar fotos e se afeiçoar pelas suas fezes era algo extremamente repugnante. Ela nos leva para um cômodo normal com a dona do lugar, a mulher estava fazendo uma entrevista com dois homens, segundo Dani. Antes de serem aceitos pela casa, eles teriam de fazer a entrevista durante duas horas para serem tão repugnantes a ponto de expor seus desejos.
Eles estavam indo embora, um deles me encarou de uma forma bizarra. Passa a língua entre os lábios e sai do local, onde entramos para falar com a mulher.
Ela estava com as mãos em cima da mesa, olhando para as próprias unhas.
-Acreditam que aquele loiro e adepto ao vampirismo?
-Duvido que você encontre uma parceira no momento que ele queira, mas é flex ou só ativo?
-Flex! Ele gosta de chupar o sangue enquanto transa e gosta que chupem o dele. Assim é mais fácil.
Lauren e eu nos encaramos, como alguém sentiria prazer nisso? Morder alguém até sangrar era mais que repugnante.
A mulher nos olha entre o óculos de grau e volta a olhar Dani.
-Quem são?
-São algumas amigas. Vim apenas te cumprimentar, estamos de saída.
-Sentem interesse?
-Não! -respondemos em coro, eu não quero cagar em uma caixa de areia. Procuro a mão de Lauren segurando, estava assustada coma maioria das coisas que vi.
Aquilo e surreal, eu teria medo de pesquisar no Google 90% me faria não dormir durante semanas.
Finalmente "Dani" se despediu dela e pudemos sair daquele lugar, pela primeira vez não me sentia tão constrangida desse modo. Pego Lana nos braços e olho ao redor da sala tentando vê se alguma coisa tinha acontecido a ela. Graças a Deus, nada! Mas e bizarro pensar que algumas pessoas podem ser assim.
Ar livre me fez refletir o quanto me senti pequena em meio aquele mundo imenso. Deixo toda a minha vontade de ser superior ao Bieber de lado e lembro do quanto fechada eu sou, o quanto eu queria ser a melhor para ele, mas não tinha estômago para vê pessoas transando com outras por buracos.
Dani diz que vai ficar no local, ela nos abraça e se despede de nós. Agora eu posso chorar no carro junto da Lauren e pensar o quanto somos patéticas.
Estava sentada no banco do carro e apenas consigo dirigir por dois quarteirões, estaciono o carro e encosto a cabeça no volante. Lauren estava de boca aberta até agora e não conseguia dizer nada nesse momento.
-Eu quero morrer!
-Eu quero chorar! -ela fala passando as mãos no rosto.
-Podemos fazer isso em casa, pegamos um filme normal e vamos chorar. Não sei se vou conseguir tirar a imagem daquele homem defecando na areia.
-Eu estou perplexa, Robin não me deixaria enfiar o dedo no rabo dele ou um consolo.
-Justin não me deixaria morde-lo até sangrar.
-A quem estamos enganando? Somos duas idiotas no meio de um mundo penetrado. Viollet, vamos parar de nos lastimar e ficar longe de homens que querem cagar na areia, vamos ser positivas.
-Positivas?
-Não! Não vamos não! Eu me acho foda por deixar Robin amarrado e aquela mulher faz os homens lamberem seus pés, eu me senti tão excitada que queria dar para ele.
-Eu também! Isso foi tão excitante! -levanto a cabeça olhando para ela, começamos a rir que nem duas malucas.
-O cara da caixinha foi nojento.
-Cala a boca!
-Mas aquele negocio é maravilhoso, imagina colocar a boceta no buraco e alguém te foder? Um completo desconhecido, alguém que está ali apenas te fodendo.
-Eu gostei das velas. -ligo o carro, agora minha única missão era manter Bieber ocupado, eu dou o sexo que ele precisa, fico satisfeita e estamos quites pelo fim do dia.
Meu celular começa a tocar dentro da bolsa, espero Lauren pegar ele e me mostra o nome na tela.
Bieber estava ligando pela décima vez. Deslizo o dedo na tela e coloco no alto falante.
-Eu vou matar você, Viollet! Eu juro por Deus que eu vou matar você!

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Capitulo 8 - Drunk
POV JUSTIN BIEBER
Praticamente era impossível acreditar no que tinha acontecido. Ela não faria uma coisa dessas em juízo perfeito! Viollet nunca se prestaria a um papel ridículo como esse!
Mas eu mordi minha língua, lá estava ela como nunca esteve antes e isso me deixa de alguma maneira ... Desconfortável! É inadmissível que sua mulher vá até seu trabalho, praticamente nua, o seduza e deixe-o para trás como se fosse um qualquer. Viollet não deveria ter feito isso.
Como iria me explicar agora com todos os meus funcionários? A maioria deles me viu com as calças baixas correndo atrás de uma mulher como se fosse um cãozinho. Que merda estava fazendo agora? Me reunindo com o meu melhor funcionário para tentar me explicar, mas porque? Eu domino essa empresa e agora me sinto como se fosse o mero faxineiro que havia sido pego roubando.
Mas eu me pergunto outra vez, que diabos Viollet fazia aqui?
O que merda ela queria comigo naquele momento? Me enlouquecer como as outras, me pedir dinheiro ou até mesmo apenas para mostrar o quanto poderia me deixar submisso.
Não! Isso nunca irá acontece. Viollet é uma mulher fraca de bons costumes, ela não saberia que aceito propina de político em obra superfaturada mesmo se achasse toda documentação. Eu juro por Deus que ela não enxergaria uma vadia ao meu lado como sua rival e sim como alguma "colega de trabalho que por engano está comigo"
Não que minha mulher seja alguma retardada, mas ela sabe o marido que tem. Sabe o quanto abomino essas coisas e uma delas acabara de acontecer dentro do meu escritório e eu não pude me defender daquilo tudo.
Ela veio como um furacão, eu nunca tinha visto aquela mulher assim. Foi a coisa mais ousada em toda nossa vida, quando eu estava uma pilha, com medo de que aquela magrela irritante jogasse nos seus ouvidos o que tinha acontecido hoje mais cedo. Qual desculpa iria usar... Então ela me aparece assim!
Ao menos tinha certeza de que não seria o infiel! Hoje não cairia pelos meus atos e sim pelos dela.
Viollet sabe o quanto a mantinha preservada de tudo isso, não quero que a minha esposa seja uma vadia, que ela seja ridicularizada pelas suas atitudes. Vadias eu posso ter na rua mas esposa, só posso ter em casa. E com certeza Vivie é aquela que morrerei ao seu lado sendo um bom e fiel marido.
Meu celular tocava por enquanto o taxi estava estacionando em frente a minha casa. Era Diane, e suas ligações estavam me causando alguns problemas ultimamente.
Não iria me safar se Viollet atendesse e ouvisse essa doce voz me chamando de "amorzinho" a cada frase que fala. Não tinha como sustentar uma história de que Diane era uma funcionária de 49 anos.
Pra falar a verdade essa garota estava consumindo minha energia faz meses, mal dormia só em pensar naquela vadia. Ela fazia tudo para me manter naquele relacionamento proibido, e eu gostava dos seus joguinhos públicos e seu péssimo gosto para motéis.
Lauren chegou a ver Diane, isso e o que me assombra nesse exato momento.
Depois de quatro minutos rejeitando suas ligações, desligo o celular e pago o taxista impaciente. Ao menos deixo uma boa gorjeta para o infeliz.
O carro de Vivie estava em casa, as palavras em minha cabeça já estavam mais que ensaiadas.
A porta apenas encostada, o barulho do som que tocava algum r&b qualquer. Deus! O que essa mulher pensa que está fazendo?
Ao menos o cheiro que vinha da cozinha era bom. E lá estava ela fazendo o que eu havia mandado.
Vivie esta de costas para entrada, ela faz alguma coisa na pia. Me aproximo do balcão e vejo suas costas nuas, sento no banco e pego o controle do som.
Ela nem percebe que eu estou aqui, pega uma taça ao seu lado, bebe e depois volta a cortar alguma coisa.
O que era mais intrigante e ver minha esposa cozinhar para mim com uma calcinha minúscula. Apenas isso!
O que ela está tentando fazer? Me constranger novamente ou acabar de vez com minhas energias?
Me inclino um pouco no balcão para ver desde seus pés até à cabeça. Tinha esquecido o quanto a bunda da minha mulher era extremamente deliciosa, mesmo depois de um sexo anal há duas semanas atrás, minha cabeça já tinha bloqueado Viollet daquela forma, agora ela me faz lembrar o quão deliciosa é.
Desligo o som, isso faz com que ela levante a cabeça e deixe a faca de lado. Suas mãos vão diretamente nos cabelos soltando eles e depois ela procura a taça, toma toda a bebida que tinha nela e respira fundo.
Chegava a ser hilário assistir Viollet daquela forma, isso explicava o quanto ela estava confiante. A bebida! E a única coisa que faz Viollet ter um pouco de coragem.
Quando ela vira na minha direção, praticamente tem um surto. Suas mãos vão até a pia procurando a faca, quando mal conseguia se manter de pé.
-Meu deus! Que merda faz aqui? -o pânico nos seus olhos era mais que hilário. Isso é quando minha mulher tenta ser sexy?
Por favor! Deixem isso fora dela, estava sendo pior do que imaginei.
-O que significa isso?
-Você pediu para que eu fizesse o jantar. -Vivie se recompõe, usa seu tom sexy para chegar do outro lado do balcão.
-Desde quando você cozinha sem roupa? Aliás, desde quando você bebe bem no meio da semana? Enlouqueceu?
-Hoje é quarta, amor. Tenho que começar a me embriagar para poder sentir alguma coisa nas suas fodinhas cansadas ou nas desculpas cabíveis que pode pensar.
Realmente tinha esquecido que dia era hoje! Não que tivesse um único dia para transar. Mas na quarta era o único dia que Diane não tomava minhas energias em atividades extra curriculares. Mas justamente hoje, ela tinha tomado meu tempo, Viollet tinha bancado a meretriz e foi infernizar minha vida no escritório.
Isso seria uma boa desculpa!
-Acha que vamos transar hoje? -arregaço as mangas da minha camisa para cima -Depois do que me fez passar? Acha que vou deitar com você?
-Não faz mais que sua obrigação.
-Minha obrigação? Sou obrigado a transar com você, quando você quer? Sexo so funciona quando os dois querem e nesse momento a única coisa que sinto por você é pena.
-Eu deveria dizer o mesmo para você. -dá de ombros e volta a pegar outra garrafa na geladeira, contando com as do balcão ela já tinha bebido mais de três garrafas de vinho. Viollet esta bêbada.
-Porque teria pena de mim? Não fui eu que paguei papel de ridículo hoje pela tarde.
-E nem fui eu que implorei "Vivie volta por favor" "estou tão excitado que mal consigo pensar". Isso me admira Bieber, você conseguir se excitar com sua esposa. Tarefa difícil!
Isso já estava indo longe demais, levando do banco e fico na sua frente, ela recua alguns passos, mas não tem para onde correr a pia impedia de que ela saísse daqui.
-Vamos parar com essa brincadeirinha. Não quero você com esse tipo de roupa indo até meu trabalho para bancar uma puta. Se eu quisesse uma puta lá eu teria casado com uma!
-Você é um bosta mesmo não é?!
-E outra, pare de beber durante a semana. Acha que se tomar todos os porres da vida, vai te fazer uma mulher mais sexy? Não! Isso nunca fez. Eu gosto da minha esposa com ela sempre foi, sem precisar desse tipo de coisa.
-Gosta?
-Sim! Eu amo minha esposa, por ela ser a mulher mais elegante que já vi, você tem classe e não precisa se rebaixar dessa maneira. Volte para o quarto, vista um dos seus vestidos e sirva o meu jantar. Estou cansado e com fome.
Deposito um beijo na sua bochecha e dou as costas para ela. Escuto ela bufar, isso tinha dado certo. Ela voltaria a ser quem era e eu poderia ficar aliviado por não ter que me esgotar depois de hoje.
A verdade é que ela é a futura mãe dos meus filhos, não uma vadia que posso comer em qualquer lugar. Nenhum homem iria por uma mulher assim dentro de casa. Mas confesso que Viollet daquela maneira tinha arrancado todas as minhas expectativas e colocado outras novas.
Agora me vinha a cabeça do que me esperava no quarto, além da mulher semi nua fazendo meu jantar.
Subo, tirando minha gravata, minhas pernas não eram as mesmas para subir tantos degraus assim.
Para se redimir, bem que Viollet poderia me trazer o jantar na cama.
Entro no quarto e vejo na minha cama um cachorro dormindo, a luz baixa é aquele cheiro de vela aromatizada.
Eu admiro todo o esforço dela, eu realmente admiro.
Tiro meus sapatos, calça e me junto ao pobre cachorro que parecia cansado. O animal se levanta da cama sonolento e se aproxima de mim.
-Foi cansativo para você amigão? -esfrego a mão na cabeça dele -Para mim está sendo exaustivo.
-Bieber! -o berro dela me fez tomar um susto. Santo deus! O que ela queria?
Onde estava os modos daquela mulher?
Volto para o corredor do andar de cima e da grade vejo Viollet na sala, com as mãos na cintura e ainda de calcinha.
-O que está fazendo aí vestida desse jeito? Eu já não mandei você...
-Cala sua maldita boca e me escuta.
-Não estou afim de ouvir suas paranóias...
-Você é o pior filho da puta que já conheci, quer saber Bieber? Vai se foder. Eu não preciso disso e nem de você para alguma coisa.
Era hilário vê-lá irritada.
-Caiu na real de que você não precisa parecer uma vadia? Meus parabéns amor! Porque não trás meu jantar aqui em cima e vamos ... Assistir um dos seus filmes favoritos essa noite.
-Sabe o que eu vou fazer? -ela ironiza -Acha que vou ser sua empregada essa noite? Está enganado meu caro.
Viollet fala isso em um tom de ameaça, subindo as escadas. Ela não me parecia nem um pouco bêbada. Sua expressão era daquela vadia que tinha entrado no meu escritório.
-Por favor, pare!
-Estou perto de não aguentar mais nenhuma das suas manias, sabe o quanto você é ridículo? Sabe o quanto não suporto mais ouvir você me dando ordens?
-Viollet, cuidado com o que fala.
-Vai se foder. -ela dá um sorrisinho de canto e passa por mim, entra no quarto e fecha a porta. Era o que me faltava ficar sem minha cama.
Começo a bater na porta freneticamente, ela não poderia fazer isso. Já estava sendo ridículo o que tentava fazer e agora dá uma de mulherzinha irritada não iria colar.
-Viollet, abre essa porta! -estava quase arrombando aquela merda, nenhum sinal de vida ela dava, apenas os latidos do cachorro.
Decidi ignorar o que se quer ela estava fazendo, estou com fome e não vou aturar aquilo.
Desço as escadas e vejo na sala de jantar a bela mesa posta, para um jantar à dois, velas acesas, vinho.
Vou até a cozinha e vejo o jantar pronto, uma das minhas comidas favoritas. Seria uma pena não desfrutar de tudo isso falando para Vivie o quanto gostava da sua comida.
Mas se ela prefere bancar a piranha, tudo bem. Contanto que isso não saísse de dentro daquele quarto.
Faço o meu prato sem sequer saber como corta o frango sem estraçalhar ele em pedaços, já que era ela quem fazia tudo.
Aquele cheiro não era da sua comida e muito menos de qualquer outra coisa. Deixo o prato de lado e presto atenção nos passos fortes pelo piso da casa.
Viollet encontrava-se com um vestido mais curto que já vi, usava outras meias e bem piores que as da tarde. Não era minha esposa que estava ali, juro por Deus!
Ela mantinha aquela expressão no rosto, como se pudesse me desafiar, o decote deixava seu busto exposto, a maquiagem ainda estava lá agora com um batom vermelho.
-Eu não preciso de você.
-Onde você vai?
-Não interessa! Aliás, homens que nem você não entram. -Vivie sai pela porta principal batendo. Não demora muito pra sair arrancando com o carro de lá.
No máximo ela iria na casa de Lauren, que para mim não seria um problema. Já que Robin acalmaria os ânimos daquela vadia.
A coisa mais fácil será encontrar Viollet, o gps do carro estava ligado, ela não iria muito longe. E até que ser divertido vê isso.
Volto para cozinha, termino de fazer o meu prato e subi para o quarto.
A curiosidade mal me deixa dar três garfadas na comida, a tentação é saber para onde ela iria. Porra, o que ela vestia!
A imagem dela na porta de casa, com um vestido apertado espremendo suas coxas uma na outra, aquela bunda enorme querendo sair para fora. O que merda estou fazendo? Porque deixei ela sair de casa?!
Ligo para Robin, espero ele atender e a única voz que escuto e da mulher dele.
-Traidor! Esta querendo o quê com o meu marido?
-Minha mulher está com você?
-Qual delas?
-Eu só tenho uma mulher!
-É mesmo?
-Pode parar com a graça e me falar se ela está com você?
-Se estivesse aqui, acha que eu estaria conversando com você?
-Robin, onde está?
-Bieber, procura o que fazer e deixa eu e meu marido em paz! Porque em vez de transar com outras putinhas, não abre as pernas da sua mulher? Tenho certeza de que Viollet é bem melhor que qualquer uma delas. E sabe porque eu digo isso? Porque já provei!
Ela desliga na minha cara sem me deixar dar uma resposta plausível. Era inútil conversar com ela depois de hoje. Minha única solução era olhar o gps é saber se ela estava mentindo ou não!
Tento equilibrar o prato em uma mão e o note na outra, até chegar na escrivaninha.
Ela não pode ir muito longe.
POV VIOLLET
Bieber chegava a ser o motivo do meu descontrole. Mas nada me motivou a sair do que eu mesma! Porque ficaria em casa com um homem que só veria minhas qualidades de uma boa dona de casa.
Porque ele queria uma empregada e não uma mulher!
Bieber tentou me colocar para baixo como se eu fosse seguir suas ordens, como sempre! Mas dessa vez, não!
Eu tenho qualquer homem aos meus pés, principalmente ele. A única coisa que ele não queria era ter que admitir o quanto precisava de mim.
A quem quero enganar! Ele tem outra e eu estou agindo como uma maluca, o que deveria ter feito era ter ficado em casa, chorando, fingindo que estava tudo bem.
Só que minha única vontade está sendo me libertar, essa era a palavra para o que sentia agora. Cada segundo, meu corpo, minha mente... A única coisa que eu preciso agora é me libertar desse inferno.
Claro que não seria sozinha, eu teria companhia é uma das melhores.
Tania e Rachel me esperavam na porta de um bar, não era o nosso destino mas tudo iria começar ali.
Estaciono do outro lado da rua com um sorriso inseguro no rosto, aliás, aquelas duas trabalhavam comigo e não eram tão próximas como Lauren. Elas não precisavam saber que meu casamento já estava quase virando um divórcio.
Minha sorte foi em receber o convite delas horas antes de tudo acontecer, eu obviamente não iria. Mas aqui estou! Como uma pobre mulher solteira procurando uma companhia até a manhã.
-Viollet! Estou com saudades! -Tânia me abraça forte, já Rachel me cumprimenta dando apenas a mão. Ela tinha um lance com Marshall e sabia que ele tinha uma queda por mim e mais quinze funcionárias.
-A preferida do chefe! Se ele pudesse ver você agora, imagino o que diria.
-Não queira nem imaginar.
-O que vamos fazer? Ainda não entendi toda a programação. -falo um pouco alto devido ao som que tocava no local.
-Como e a sua primeira vez, vamos pegar leve. Primeiro tomamos uns drinks aqui e depois vamos pro Magic kids.
-Magic kids? Estamos saindo para beber ou para cuidar de crianças? -as duas se entreolharam e começaram a rir.
-Você verá, aposto que vá gostar! -uma das coisas mais intrigantes era saber que as duas são solteiras. Tania já tem quase trinta e Rachel tem 27 anos há quase 3 aniversários! E todas elas eram solteiras, não que fosse impossível arrumar um marido naquela idade. Mas onde estavam as expectativas de vida? Elas não queriam ter algo que pudessem se orgulhar ou alguém onde poderiam recorrer quando a situação apertasse?
Tania mora com a mãe e isso era mais que um absurdo para mim!
Talvez elas fossem o espelho de ser independente, sem precisar de homem ditando regras, sem nenhuma restrição. Vivendo como duas adolescentes pela noite e serem excelentes profissionais durante o dia.
Meu erro e achar que tudo gira em torno do Bieber, mas olha só! Elas são felizes e não precisam está se martirizando e se escondendo como eu! Não precisam forçar nenhum homem a desejá-las.
-Viollet? -Raquel está estalando os dedos na minha frente, por enquanto brinco com o canudo nos lábios. E lá estava eu, deslocada por pensar demais.
-Uh? O que foi?
-Olha a sua esquerda. -ela dá um sorriso sínico como se estivesse flertando com alguém. Rapidamente olho e vejo um homem, um belo de um homem!
Ele abre um vasto sorriso, fazendo-a a covinhas da sua bochecha esquerda aparecerem. Sua mão ergue a bebida por enquanto ele pisca para mim.
-Não era pra olhar assim, tinha que ter dado uma disfarçada.
-Você me mandou olhar.
-Esqueceu que Viollet é casada? É mais que óbvio que ela não está pouco se fodendo pra um cara como aqueles, já viu o Sr. Bieber?
-Grande merda. -reviro os olhos -Bieber não se passa de um imbecil.
-E aqui estamos nós! -Raquel dá um gole no seu drink. Ela cruza as pernas e arruma a postura.
Sinto uma mão forte tocar em minha cintura. Todo o meu corpo paralisa nesse instante, o toque e suave, mas a mão não deixava de ser pesada. Me viro e vejo que é aquele homem da outra mesa.
Ele puxa uma das cadeiras ao meu lado e apoia os cotovelos na mesa, segurando seu copo com as duas mãos, dando um sorriso.
-Faz exatamente quarenta minutos que não tiro os olhos das suas pernas. -sua voz era aveludada, como se a qualquer instante ele fosse gemer nos meus ouvidos como um ator pôrno.
Olho para minhas coxas e vejo que meu vestido já não as cobria completamente.
-Só as pernas que você não consegue tirar os olhos?
Ele recua, não sabia que poderia jogar no ataque também.
-Digamos... -o estranho coça o queixo -Seus lábios. São tão deliciosos o quanto parece?
-Eu não sei! Nunca consegui me beijar. Mas deve ser maravilhoso igualmente que é focar nas minhas pernas. -as duas me observavam embasbacadas com as respostas. Tania bebia seu drink como se fosse uma limonada, seus olhos mal piscavam para não perder nenhum segundo que passava.
-Eu sou Nate, sou um diretor de filmes. Estou a procura do amor da minha vida.
-Sou Viollet, e infelizmente já conheci o amor da minha vida.
-Essa aliança no seu dedo deixa tudo tão excitante. -não sabia o porque ainda estava mantendo aquela conversa, mas ao menos um outro homem olhar para mim daquela forma, me deixava mais que feliz.
Então nada de errado comigo! Continuo atraente e se Bieber não reconhecia isso... foda-se!
-Minha amiga gostou de você, o que acha de conversarem a sós?
-Nada contra as outras beldades, mas eu prefiro você.
-Deixaremos para a próxima então! -levanto do banco -Quem sabe numa próxima vez. -dou um sorriso sem graça para ele e chamo Tania para ir ao banheiro comigo.
O local era simples, um show bar escuro, garçonetes mais jovens que os clientes e todos aqueles homens bem vestido olhando para a pessoa como se fosse uma presa fácil.
Sentir cada olhar sob mim, fazia meu ego crescer a cada instante. Antes estava com a cabeça baixa e agora estou de cabeça erguida, encarando cada um que fazia a sua melhor proposta com um sorriso.
Entro no banheiro com aquela sensação boa. Meu celular estava vibrando por mais de dez minutos. Tiro ele da bolsa e vejo o nome do santo homem.
Não era dessa vez que ele iria me ter. Ignoro suas ligações e suas mensagens. Estava ali para retocar meu batom e garantir que meu cabelo estivesse magnífico.
-Para uma mulher casada, você até que é esperta.
-Homens são todos iguais, quanto mais damos confiança mais eles se enforcam com ela. -a mulher para de passar o gloss e se encosta na pia.
-Isso vindo de uma mulher como você é difícil de acreditar.
-Porque?
-Marshall tenta de qualquer maneira levar você pra cama. Por experiência própria, isso é uma coisa difícil de resistir.
-E quem disse que eu resisto? -pisco para ela, dando a entender de que já tinha acontecido algo com ele. Boatos correm rápido, não preciso deitar com Marshall para que todos saibam.
Voltamos para o bar e nenhuma de nossas bebidas foram pagas, a maioria dos caras se ofereceram a pagar por enquanto tentavam desenfreadamente nossos contatos.
Inclusive o tal Nate! o infeliz não saiu do meu pé até que eu desse meu e-mail.
Não era assim que Bieber agia? Distribuía um e-mail para receber fotos de mulheres nuas e conversas picantes? Qual era o problema se eu recebesse? Direitos iguais para os sexos! É isso que nós mulheres estamos lutando.
Aquele lugar era bom, mas não tão agitado como outros que as duas citavam. Saímos de lá no meu carro, minha vista já não estava uma das melhores e me sentia mais que viva.
Meu corpo estava tão quente que poderia tirar meu vestido e me jogar em um lago, ele ainda ia permanecer quente.
O tal magic kids era uma boate! Nada de surpreender, foi como entrar em uma boate onde só tocava rap.
Aquele local era nada formidável, tinham mais mulheres que homens e se tinham homens eles eram gays. Olho no canto do bar e vejo quatro de cuecas minúsculas mostrando seu corpo, minhas pernas tremeram.
Juro por Deus! Eu não sentia minhas pernas.
O palco estava la e tinha um poste, eu não acreditei que estava numa boate de stripper. Fico parada por enquanto as duas dançam com um dos caras que estava no bar.
Uma dança sensual, as mãos dele passavam no corpo de cada uma por enquanto elas mantinham toda a situação. Lábios encostavam mas não rolava o beijo, suas mãos subiam e desciam pelo corpo dele.
Era quase sexo explícito!
Minha atenção foi tirada no instante que a música parou. Uma gritaria começou até a mulher subir ao palco. Ela vestia um terninho, botas e tinha um chicote na mão esquerda.
-Vocês estão prontas? -sua resposta veio em forma de gritos -Hmm! Qual de vocês vão levá-lo para cama? -é mais gritos começavam. -Austin está ansioso para subir aqui.
-Quem é austin? -são as únicas coisas que saem da minha boca. Aquele suspense estava me deixando maluca, mal conseguiria olhar para o lado de tão focada que estou no palco. A mulher some e uma música começava tocar.
2012, esse era o nome da música. O silêncio tinha dado o ar da graça até que um homem aparece no palco apenas com uma capa preta e chapéu. Era como se todas elas fossem fãs de um ídolo teen. Elas gritavam e jogavam notas de dinheiro no homem antes que ele pudesse fazer algum movimento.
Ele se vira passando a mão no corpo, deus! O que eu estou fazendo aqui? Isso é ridículo!
No momento em que ele tira seu chapéu da um sorriso, sinto minhas pernas formigarem. O que está acontecendo comigo? Ele começa a rebolar numa coreografia lenta, suas pernas acompanhavam a música e a letra com ações.
Austin desce até o chão colocando o peso do corpo nas mãos e rebola como se estivesse com uma mulher embaixo dele. Assim que levanta, ele tira a capa preta ficando com uma regata.
Eu tinha certeza de que não conseguia mais fechar a boca. Os braços dele são definidos e suas tatuagens iam dos ombros até as mãos. Isso era tão sexy! Meu deus! Isso e tão excitante.
Austin rebolava por enquanto as mulheres jogam notas para ele, até que ele rasga a camisa e a joga em uma das mulheres.
Meus seios estavam tão rígidos que poderiam rasgar o tecido do meu vestido, eu estava tão excitada pelo homem que me peguei andando em direção ao palco.
Um peitoral grande, onde tinha mais tatuagens. Todo o seu corpo era coberto por tatuagens, o que me deixava maluca era seu sorriso e a sua cor! Austin era um deus que fazia minhas coxas roçarem uma na outra.
Ele puxa as calças com força, o que eu vi ali me fez perder a respiração, lutava para respirar forte quando se tinha um homem rebolando na sua frente. Eu teria um ataque cardíaco a qualquer momento.
Ele olha para mim e desce até o chão, fazendo aquele movimento onde poderia ser uma mulher embaixo dele.
A música acaba. Mas ele não sai do palco, duas mulheres trazem uma cadeira. Uma chuva cinematográfica começa a cair no palco, molhavam todas que estava na frente. Inclusive seu dinheiro.
Deixaram outra cadeira no meio, em frente ao palco.
A música voltou tirando aqueles barulhos de trovões. Ele desce do palco em um pulo sensual. As mulheres enlouquecem e começam a gritar, davam espaço para onde ele estava indo.
Ele pega na mão de uma delas é a leva para o palco, senta a mulher na cadeira. Fica de joelhos na frente dela e abre suas pernas com força, uma delas ele coloca no ombro onde beija o tornozelo dela.
Suas mãos vão pela lateral do corpo da garota que parecia está sem ar. Austin se afasta dela e começa a dançar na sua frente dando passos para trás, indo até a ponta do palco.
Ele dá um salto para baixo e volta a sua busca por outra pessoa. O homem chega perto de mim, para na minha frente e dá um daqueles sorrisos que te tiram o fôlego.
-Gostaria de ser minha? -pergunta no meu ouvido e mal posso respondê-lo. Meu coração estava acelerado, meu corpo extasiado.
Balanço a cabeça e ele pega na minha mão, me leva até a cadeira do meio.
O homem me senta, passa as mãos pelo meus ombros, desce elas até meu busto e começa a acariciar. Não controlava nada, nem minha sanidade naquele momento. Suas mãos descem até meus seios onde ele aperta. Mordo meu lábio inferior, segurando forte nos braços da cadeira.
Ele dança na minha frente, beija minhas panturrilhas e depois esfrega as mãos até a parte interna das minhas coxas.
Sua perna estava no braço da cadeira, o seu pau estava praticamente na minha cara por enquanto ele rebolava. O cheiro daquele homem era de frutas. Juro por Deus!
Ele volta para mulher do palco e o que coloca na boca dela e bebida, ele despeja mais do que um gole de vodca na sua boca. Além disso, balança a cabeça da mulher por alguns segundos.
Ele suspende ela para cima, colocando em seus braços. Se esfrega nela e depois coloca ela no chão. August se vira para mim e vem rebolando, mais dinheiro era jogado para ele.
Já não ouvia nada mais que vinha das outras. Todo meu foco era naquele homem.
Ele coloca a garrafa na frente do pau, insinuando que fosse ele. Sua mão esquerda passa pela minha nuca, ele esfrega os dedos devagar e puxa a parte de baixo do meu cabelo.
Leio em seus lábios aquele suave "abra sua boca, docinho" faço isso! Abro minha boca e deixo ele despejar toda a bebida que eu poderia engolir, a vodca escorria até pelos lados da minha boca. Ardia em minha garganta, esquentava no meu peito e minhas pernas estavam pesadas.
Ele para de colocar a bebida na minha boca, desce até meus lábios e encosta os dele. Austin levanta e me puxa para cima, meu vestido sobe um pouco. Ele me vira de costas e empurra meu tronco para baixo, sinto seu pau encostando na minha bunda fazendo pressão, seus quadris se movem devagar, ele rebola e puxa meus cabelos.
Minha calcinha estava molhada e agora eu não poderia fazer nada contra isso. Aquele homem me joga para cima, colocando minhas pernas ao redor da sua cintura. Começa a me fazer rebolar em seu colo por enquanto ele olhava no fundo dos meus olhos.
O filho da puta me coloca no chão e me larga ali. Ele volta para a outra, por enquanto mal consigo sentir as pernas.
Era tudo tão erótico e ao mesmo tempo tão delicioso. Ele volta para me levar ao palco nos seus braços, a dança agora era pra mim e para a outra.
A dança chegava ao fim. Eu estava mais que excitada e aquele homem mantinha a mão na porra da minha bunda.
-Então! Essas foram as escolhidas de hoje! -a voz feminina faz as outras gritarem ainda mais -A próxima pode ser uma de vocês! Austin nunca está satisfeito.
O homem nos conduzia para fora do palco pela cortina onde ele tinha entrado. Aqui atrás era totalmente estranho.
Ele solta a outra mulher que estava com a gente e se vira para mim, suas mãos agarram minha bunda com força.
-Podemos fazer o que você quiser. -murmura no meu ouvido, eu não estava bem. Não sei se era a bebida, se estava tão excitada a ponto de mal lembrar meu nome ou se aquilo era real.
-O que?
-Podemos foder, você gosta de foder forte ou de fazer amor?
Antes que eu respondesse a sua pergunta, a gritaria estava dentro de onde estávamos. A grande sala com outros homens fantasiados, o corredor ao fundo e dois seguranças segurando um homem enfurecido.
Eu não estava acreditando!
O homem enfurecido se parecia com Bieber ou estou tendo alucinações.
Me viro para Austin e dou um sorriso.
-Eu nunca fodi forte.
-TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER! -a voz era idêntica a do Bieber, meu Deus! Isso não era uma alucinação e minha cabeça não estava tão boa quanto antes.
O homem na minha frente me solta sem saber o que fazer. Bieber estava lá alterado junto de Rachel que tentava acalma-lo.
-EU FALEI COM VOCE, TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER.
-Mulher? Que mulher? Se tivesse uma mulher, ela não estaria em um club de strippers.
Bieber estava tão perto de mim, ele puxa pelo meu braço e me empurra em cima da Rachel. Seu punho vai bem na cara do homem, ele não se restringe em tentar socar Austin mais uma vez.
POV JUSTIN BIEBER
Estava furioso a cada esquina que se passava, já tinha dado mais de 80 dólares e a porra do gps estava em lugares diferentes. Se passavam de duas da manhã! Viollet estava na rodovia, agora não está mais. Ela estava no centro e agora não está mais. Era disso que eu estava tendo ódio.
O último lugar que o gps permanecia era em um bairro suburbano nojento. Como e que ela iria chegar até aqui? Minha mulher nunca saiu de casa para ir no gueto quanto mais chegar em um bairro cheio de pedintes e vagabundas nas esquinas.
Quando vejo seu carro em um estacionamento, não sabia se me sentia aliviado ou se iria me controlar para não quebrar a cara dela.
Pago o taxi e fico na porta procurando um jeito de entrar aquele horário. Um dos seguranças fala que seria impossível a casa estava lotada.
Nada era impossível para mim, principalmente encontrar minha mulher. O que eu faço é dar o relógio do meu pulso para o desgraçado e praticamente implorar para que me deixe entrar.
Viollet iria me pagar por isso!
Quando entro no local, a primeira coisa que sinto é nojo! Tinha mais homem de cueca do que mulher, aquilo era repugnante.
Sinto um tapa forte no meu traseiro, olho para trás e vejo uma mulher aparentemente casada. Isso eu sei, pela aliança que ela estava na mão que segurava um copo por enquanto colocava notas de dinheiro no meu bolso.
-Eu quero uma dança, você vai dançar para mim.
-Minha senhora, vai procurar o que fazer.
-Não seja ignorante! Você é pago para balançar esse traseiro. Eu quero a minha dança! -do nada cai na real, onde merda eu estava! Todo aquele público feminino, todos os homens de cueca num frio de treze graus lá fora.
Viollet tinha passado de qualquer limite estabelecido entre nós dois.
Devolvo os vinte dólares daquela mulher e tento pela quarta vez explicar que estava ali para procurar minha esposa e que não era a porra de um dançarino.
Uma das mulheres que trabalhava com Viollet estava no bar, ela se divertia com um dos caras semi nu. Puxo a mulher do banco pelo braço e saio arrastando ela para o canto do bar.
-Onde está minha mulher? -a loira arqueia a sobrancelha e dá um sorrisinho de lado.
-Se você não sabe, acha que eu vou saber?
-Você conhece Viollet, eu sei que ela saiu com você.
-Como sabe? Pode ser mera conhecidencia.
-Eu já vim de outros lugares, procurando ela é todo mundo falou que ela estava com duas mulheres, olha só, as características são iguais. Então me fala onde ela está.
-Primeiro me larga! -ela grita -Segundo, sua mulher está ali. -ela aponta para o palco com luzes baixas. -Ela está tão entretida com os dançarinos que eu duvido muito que ela queira voltar para casa.
Aquilo me cegou, eu juro por Deus que estava cego de ódio! O que ela queria fazer? Arruinar nosso casamento perfeito? Acabar com minha imagem? Ela queria realmente ser uma piranha? Que desejo ridículo de ser uma vadia era esse? Sinceramente eu não enxergava mais a minha mulher.
Para meu azar, Viollet estava no meio, todas as outras estavam gritando para ela incentivando o quanto ela era pra se aproveitar de um cara.
Eu queria puxa-la pelos cabelos e tirar minha mulher daquele circo.
-Bieber! O que faz aqui? -escuto alguém ao meu lado, vejo que é Rachel, eu a conhecia. -Meu deus! Vamos sair daqui! -ela sai me puxando daquela insinuação de sexo.
Nunca tinha encostado um dedo em Viollet mas eu não sei se iria continuar assim, ela estava se humilhando aquilo, fazendo parte daquela coisa ridícula.
Se alguém soubesse quem ela é ou se tivesse uma daquelas vadias que trabalham comigo? Se vissem a minha mulher com um cara no meio de uma boate?
Rachel me leva para fora da boate, para os fundos pra ser mais exato.
Longe do barulho, mal conseguia raciocinar direito. A primeira coisa que iria fazer era socar aquela mulher até a consciência dela voltar.
O que merda estou pensando!
-Bieber, ela está bem. Vai acabar aquilo é vamos levá-la para casa.
-Vamos?
-Eu e Tania, iremos levá-la.
-Quem vai levar Viollet para casa sou eu! Minha mulher está numa boate e eu vou ter que esperar ela em casa? Ela vai comigo.
-Não acontece nada demais aqui! Os dançarinos não transam, isso não é a porra de uma casa de prostituição.
-Tira ela daqui antes que eu entre lá dentro e quebre a cara desse filho da puta.
-Eu conheço a dona daqui, a gente pode entrar por trás que é onde ela vai sair. Agora se acalma, não adianta bancar o machão aqui.
Rachel conseguia entrar pelos fundos, a vagabunda parecia ser bem íntima de cada segurança do local, homens que não fossem dançarinos não entravam então sua desculpa era que iria falar com uma tal de "senhorita k" para que me desse uma oportunidade.
Como se não bastasse ser humilhado por Viollet daquela forma, ainda teria de entrar num lugar desses.
Quando entramos não sabia se corria até onde ela estava ou se tentava me manter sóbrio. Dois caras nos acompanha pelo corredor. Provavelmente a mulher estava mentindo para mim.
Aqui era mais que uma casa de prostituição. É quase inacreditável saber que Viollet estava aqui dentro.
Eu vi ela lá, eu a vi agarrada com outro cara. Era minha mulher que estava ali.
Não estava mais por mim e sim pelos meus extintos, surtei no mesmo instante que vi aquela cena.
Aquele homem maldito com as mãos na bunda da MINHA mulher! Ela era minha e ninguém a tocaria daquela forma. Um dos seguranças notou minha reação, eu estava enfurecido.
-Segura tua onda.
-Segura o que? A minha mulher está aqui e eu vou segurar minha onda?
-Bieber mantenha a calma se não a gente vai ser expulso.
-FODA-SE ESSE CARALHO.
-Bieber, não faz...
-TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER! -gritei, ela olha na minha direção e era mais que notável que Viollet não estava bem, ela estava mais que bêbada.
Ele me ignorou, continuou com a porra das mãos sujas dele em cima da minha Vivie.
-EU FALEI COM VOCE, TIRA AS MÃOS DA MINHA MULHER.
-Mulher? Que mulher? Se tivesse uma mulher, ela não estaria em um club de strippers.
Aquele homem já tinha me tirado do sério. Não queria saber se ele era maior que eu ou se iria apanhar, puxo Viollet das suas mãos e empurro ela para longe.
Soco a cara do indivíduo sem medo de nenhuma reação. O filho da puta parecia de aço, meu punho ardeu quando soquei sua cara, não me restringi em socar outras vezes.
Os seguranças me seguram pelos braços por enquanto tento me soltar.
-Que porra estava fazendo com minha mulher, acha que vai ficar assim?
-Já disse cara! Se gosta tanto dela, não deixa ela tá em um club de lobos. Sua mulher passou perto de chupar o meu pau.
Aquele filho da puta iria me pagar, ele iria apanhar até dar um beijo na bunda do Diabo.
Por enquanto sou arrastado para fora daquele lugar, Rachel segura não mão de Viollet. Ela vem trazendo minha mulher por enquanto a vadia, isso mesmo! A vadia olha para o homem como se estivesse com pena. Ela acena para ele e fica olhando para trás a cada instante.
Não sei o que faço, a qualquer momento sinto que vou explodir junto com ela, que merda fizemos? Eu não quis transar essa noite e ela quis dar para um imundo desses? Tinha que ser um desses homens imundos?
Sou jogado para fora da boate, os dois seguranças me jogam em cima de um carro e eu sinto a dor de um soco no olho.
-Fica longe daqui ou a gente vai quebrar você no meio.
-Meninos, não precisam surrar ele! -Rachel pede, os dois me deixam lá e começam as suas ameaças até voltaram para dentro.
Viollet continua sem entender nada, sua expressão perdida é aquele sorriso no rosto.
-Eu quero voltar lá.
-Não, Vi! O Bieber vai levar você para casa.
-Bieber? Foda-se ele eu quero voltar. -Rachel segura Viollet pelos braços e encara ela.
-Vi, você vai para casa e depois trazemos você de volta aqui. Mas antes precisa descansar.
-Deixa a minha mulher comigo.
-Calma aí! Vê o que vai fazer com ela Bieber, amanhã eu irei vê-la e se tiver alguma manchinha nessa pele, pode ter certeza de que vou te denunciar a polícia. -a mulher me ameaça, tentando me coagir, isso era ridículo!
Pego no braço de Viollet e ela olha para mim, perdida e agora estava com um sorriso aberto.
-Você veio!
-Eu vim! E vamos para casa. -tentei ser paciente, amanhã iríamos conversar. Hoje seria tudo perdido, a porra do meu rosto doía, meu corpo tambem e nada mais que a dor que sentia em ver minha Vivie com outro.
Tiro sua bolsa do corpo, pego as chaves do carro e a levo para o banco do carona.
Rachel assistia tudo com cautela, ela tenta me intimidar um pouco.
Até quando entro no carro e dou a partida, a mulher permanece na porta.
Não estava nada bem, Viollet estava tremendo de frio ao meu lado, Diane me ligava como uma maluca. E eu estava sem saber o que fazer! Realmente nunca tinha passado por nenhuma situação como essa.
-Atende esse celular. -Vivie resmunga ao meu lado.
-Não!
-Porque não? Está com medo? -ela atropelava as palavras, suas mãos vão até as coxas, a sua meia calça tinha rasgado. Viollet enfia os dedos no buraco e puxa com força, rasgando até a parte de baixo. Ela tira os sapatos e depois puxa o outro lado da meia.
-Medo de quê?
-Pode ser ela não é? -meu coração gela nesse instante, engulo a seco. -Ela vai ficar te ligando, é melhor atender!
-Ela quem?
-Você sabe quem! -agora ela puxa a calcinha para baixo, seu vestido está levantado, mostrando perfeitamente seu corpo. Os cabelos de Viollet estavam umidos, seu corpo trêmulo mas mesmo assim ela não parava de tirar a roupa.
Pego o celular do bolso e vejo o número de Diane. essa mulher iria me enforcar, por enquanto Viollet assistiria tudo.
-O que você sabe sobre ela? Ela não é ninguém...
-Rachel vai ficar ligando e você vai ter que atender. Bieber acha que não tenho amigos que se preocupem comigo? -um alívio instantâneo passa pelo meu corpo, ela não estava falando de Diane, lógico que Lauren não teria contado para Viollet.
-Ela que se foda.
-Só sabe falar isso não é Bieber?
-Você está tremendo porque tirou sua calcinha?
-É óbvio! -Vivie tira o cinto com dificuldade e tira a minha mão direita do volante. -Eu quero foder.
-A gente já falou sobre isso.
-Sabe quantos caras queriam foder comigo hoje?
-Cala a boca!
-Mais de vinte caras me ofereceram foda, menos meu marido. Sabe que eles fariam tudo para me foder e estariam felizes se eu tivesse tirado minha calcinha para eles. -ela falava isso, colocando minha mão a força entre suas coxas. Viollet não era assim, ela estava bem longe do normal. Nunca tinha fodido minha mulher bêbada, até porque ela nunca tinha feito isso depois que se formou. Ela costumava dormir depois de algumas doses.
Seu corpo se inclina para o lado, encolhe as pernas no banco e fica sob seus joelhos. Diminui a velocidade caso contrário ela iria acabar se machucando. Viollet fica de quatro, colocando as mãos nas minhas coxas.
O vestido sobe ficando como uma blusa, sua bunda estava arrebitada, seus olhos me pediam para que a deixasse em paz. Ou deixasse ela tomar todo o controle da situação.
Com dificuldade Viollet abre meu zíper, ela não se importa se eu não tomei banho para deixá-la colocar a boca no meu pau. Suas mãos acariciam por cima da minha cueca, pouco espaço para ela brincar. Ergo meus quadris abaixando um pouco minha calça fica no meio das coxas.
Ela segura forte no meu pênis, não estava ereto. Era diferente deixar minha esposa me chupar bêbada e outras mulheres. Aliás, aquela era a minha Viollet.
Sua boca encosta no meu pau por cima da cueca, engulo a seco. Ela procura por ele colocando a mão dentro, puxa para fora e passa a língua desde a base até a glande.
Estava ficando excitado, olho para o lado mais uma vez e vejo sua bunda. Tão deliciosa!
Sua língua faz um bom trabalho percorrendo desde a base até a glande. Me encontrava excitado, louco para que Vivie enfiasse meu pau de uma vez na sua boca.
Assim ela faz! Coloca primeiro a glande e vai descendo lentamente até que esteja todo nela.
-Oh, deus! -solto um gemido, derrapando a porra do carro para fora da pista. Sua língua massageia meu pau a cada segundo, me chupava como se fosse precisar daquilo para sobreviver. Ela tira meu pau da boca e respira fundo, sua mão estava no ritmo rápido, volta a por a boca e me masturbar, segurava na base por enquanto sugava meu pau.
Estava prestes a gozar, isso era tão bom quanto qualquer outra coisa que já havíamos feito. Viollet insistia em por até a garganta, me descontrolo e impulsiono meus quadris contra sua boca várias vezes. Até ela apertar minhas coxas tentando sair.
Viollet levanta o rosto em buscar de ar, ela sorria para mim. Mantinha aquele sorriso safado na cara.
-Você vai gozar na minha boca.
-Não!
-Vai sim, eu quero.
-Isso é nojento! Você não vai... -ela não me deixa continuar a falar, cai de boca mais uma vez. Subindo e descendo com ela, cada vez mais rápido. Estava perdendo o controle do carro, gemia enquanto ela me domava daquela maneira.
Seguro em seus cabelos com a mão direita, mal consigo raciocinar. Sua boca estava me deixando fora de mim.
Não aguento me segurar tanto daquele jeito, meu gozo jorra em sua boca e ela engole. Olho para baixo e vejo minha esposa engolir meu gozo como uma daquelas putinhas que eu comia na rua. Ela estava com os lábios cheios do meu gozo.
Vivie não para por nada. Ela volta a chupar meu pau e agora desce para minhas bolas que estão tão sensíveis, que sentia a ponta da sua língua tocar nelas e me dá arrepios por todo o corpo.
Sua boca praticamente engole minhas bolas, ela conseguiu colocar as duas dentro e ficar passando a língua. Meu deus! Eu iria bater com o carro.
Para minha tristeza ela levanta, mas com um único propósito. Puxa o vestido para cima ficando completamente nua no banco do carona.
O batom todo borrado, meu pau para fora da calça e aquela mulher nua.
-Você vai me foder.
-Não posso fazer isso com você, esta bêbada.
-Eu quero que você me foda forte, Bieber. -ela coloca os cabelos para trás e ri. Ela estava rindo da minha cara, como se estivesse vendo algum palhaço -Tem medo me foder forte?
-Quando chegarmos em casa...
-Em casa? -me interrompe -Em casa? Eu estou cansada de transar naquela cama, você vai me foder aqui e agora.
-Viollet! Estamos perto de casa. Sabe que todas essas pessoas são nossos vizinhos!
Ela abre as pernas para mim. Não consigo tirar os olhos dela em momento algum. Estaciono o carro no meio da rua de acesso ao condomínio. Olho para ela quase deitada no banco, com as pernas abertas e aquela mesma expressão que estava pela tarde.
Abro a porta do carro levantando minhas calças ou tentando segurar elas. A rua era escura, além do mato que cercava o condomínio, não tinha mais nada. Abro a porta do carona e ela praticamente pula para fora do carro.
Seguro em seu corpo encostando-a na porta, agarro Viollet pelas pernas, deixando ao redor da minha cintura.
Aperto suas costas com a ponta dos dedos, vejo ela gemer baixo. Se entregar com aquele simples toque.
Passo minha língua na sua nuca, sinto o cheiro que estava em seu corpo. Seu suor, seu gosto, as pernas que me apertavam na cintura me puxando ainda mais para ela.
Começo a beijar seu pescoço com força, dando chupões fortes e foda-se as marcas que poderiam ficar. Viollet apenas agarrava em minha nuca.
-Me beija.
-Não!
-Me beija, caralho. -berra, paro de beijar sua nuca e a encaro -Tem nojo de me beijar? Aposto que quando você goza na boca dela, você a beija.
Seguro suas mãos, tirando elas do meu corpo. Aperto os pulsos de Viollet que me encarava com desdém, ela estava mostrando alguma coisa.
Não respondo absolutamente nada, tomo os lábios de Viollet com força, puxo o de baixo dando uma mordida onde ela geme alto, coloco minha língua dentro da sua boca, sinto a sua passando pela minha em um beijo feroz. Sentia o gosto pegajoso em minha boca, não era o sabor de Vivie, era o meu.
Puxo pela sua nuca, aprofundando ainda mais o beijo. Estava ficando sem ar e eu não iria parar. Dessa vez ela me empurra, arranha meu pescoço.
Minha ereção estava ficando incontrolável, coloco a mão direita entre suas pernas e meus dedos ficam mais que molhados. Ela estava tão vadia que impulsionou os quadris contra meus dedos.
Passo eles algumas vezes pela sua vagina, brinco por alguns segundos na sua entrada. Ela queria ser uma vadia então ela seria nesse momento. Coloco minha mão na sua boca, faço com que ela chupe meus dedos.
-Olhe para mim. -falo rude -Quando estiver chupando qualquer coisa minha, olhe nos meus olhos.
Viollet me encara com um jeito safado, seus olhos brilhavam com aquele ato. Meus dedos na sua boca, se enchendo de baba. Tiro eles de lá e volto para sua vagina, coloco ela para ficar de pé. Abro suas pernas com brutalidade, chutando seu calcanhar para afastar uma da outra.
Meus dedos fazem movimentos circulares contra o clitoris. Escorrego eles até sua entrada, enfio um devagar por enquanto ela aperta minha nuca mais forte. Lá dentro estava tão quente e molhado, poderia sentir meu pau estourando para esta lá dentro.
Ela coloca a mão dentro da minha cueca e puxa meu pau para fora, seus movimentos respondiam os meus, ao colocar o segundo dedo a vejo revirar os olhos e morder o lábio inferior.
Meus movimentos superam os dela, a mulher se contorcia em meus dedos. Gemia meu nome, pedia para que não parasse.
Tiro os dedos de dentro dela e a coloco de costas para mim, arrasto Viollet até o capô do carro. Ela quer ser fodida como uma vadia e seria, assim! Numa rua onde seus vizinhos que estivessem chegando poderiam ver.
Empurro seu corpo com força, segurando seu tronco contra o capô. Abro suas pernas, posiciono meu pau na sua boceta e empurro apenas a glande para dentro.
Ela geme, a maldita estava tão apertada que me dificultava colocá-lo de uma só vez.
Meto mais uma vez, agora entrava até a metade. Faço isso mais nove vezes, quando meu pau estava dentro da sua boceta.
Tão quente, tão molhada é tão apertada. Era isso tudo que sua boceta causava ao meu pau. Começo a entocar Viollet com força, seu corpo se espremia entre o carro e o meu corpo. Começava a fode-la com toda a força que tinha, minhas bolas batiam nela, o barulho que faziam era maravilhoso.
Viollet tinha gozado, meu pau estava todo molhado com aquele gozo. Seguro em seus cabelos puxando com mais força que deveria. Ela geme alto, chama pelo meu nome é tenta de alguma maneira de segurar no veículo.
Tiro meu pau dela e puxo seu corpo para frente, Viollet se vira para mim.
-Ainda quer ser fodida? -sua resposta em um aceno com a cabeça, enquanto ela morde os lábios. Coloco ela por cima do carro, um pouco sentada, puxo a perna direita em volta do meu corpo. É mais uma vez enfio o pau dentro dela.
Coloco toda a minha força metendo dentro dela, os peitos praticamente pulavam em meu rosto. O carro balançava e a cada minuto ela se agarrava mais em mim.
No momento em que já não conseguia segurar. Dobro toda a força que tinha, ela estava gemendo.
-Devagar, assim machuca.
-Você não quer ser fodida. Eu estou fodendo você. -continuo a meter, até que sinto meu pau colocar tudo o que tinha para dentro dela. Gozo e permaneço dentro da sua vagina até ela conseguir recuperar todo o ar que havia perdido.
Puxo o rosto de Viollet para mim, tomando seus lábios em um beijo feroz. Seu corpo parecia exausto e ela parte o beijo com uma mordida.
-E assim então?
-Assim o que?
-E assim que você fode ela? É assim que você faz com ela?
Capitulo 7 - other woman
Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Nesse momento não conseguia sentir absolutamente nada, meu peito estava um oco profundo e minha boca estava aberta, as palavras me fugiam.
Ele estava lá, com os braços ao redor do corpo daquela mulher, as mãos espalmadas na sua bunda e seu rosto enfiado no pescoço dela. Aquilo me sufocava a cada segundo e ao mesmo tempo me deixava viva. Não sabia o que começava a crescer dentro de mim, era óbvio! Ela é mais bonita que eu, tem seios maiores que os meus e agora tinha meu homem em um abraço tão íntimo que eu juro por Deus, se fosse em mim, estaria com a calcinha molhada.
A mão esquerda de Lauren toca na minha coxa, me fazendo dar um pulo.
-Vamos quebrar a cara dele, está pronta? Eu tenho um taco de golf e podemos acertar bem nas bolas. -ela fala expressando todo seu ódio, a morena se curva para pegar o taco.
-Não! Não precisa. Eu quero ver mais.
-Eles estão na porta de um motel barato, quase trepando no estacionamento e você não quer ir lá?
-Eles vão entrar. -abro a porta do carro me abaixando para ficar escondida. -Pega minha bolsa.
-Vivie o que você vai fazer?
-Eu vou entrar lá.
-Vamos quebrar ele? Claro que vamos! -ela desce do carro e se encosta no capô. Essa era a hora da gente agir, pego minha bolsa, coloco os óculos escuro e o capuz do casaco esportivo. Lauren me acompanha com aqueles passos rápidos e tagarelando algumas ofensas que eu fosse usar com os dois.
Mas essa não era a minha intenção, eu não iria me rebaixar a esse ponto. Tudo o que queria saber era porque ele estava fazendo isso comigo, porque tinha mentido para mim.
Entro no motel e vejo a recepcionista logo a baixo daquela prateleira de madeiras, numeradas com um cordão e a chave.
Ela me encara como se pudesse me fuzilar com os olhos, Lauren se apoia no balcão e encara a mulher.
-Queremos um quarto.
-Apenas um?
-Claro! Eu e minha parceira não podemos transar aqui também? -ela me puxa pela cintura. -Aliás, quero um quarto do lado daquele que o último casal entrou!
-Que casal? Esse tipo de coisa a gente não pode...
-20 dólares se você me colocar no quarto ao lado.
-Quarto 006, do lado esquerdo. Siga em frente e você vai ver o aviso de não perturbe. -Lauren quase esfregou a nota na cara dela.
O motel era de longe um lugar em que Justin se familiarizasse. A corda que a chave estava amarrada, era amarela e agora estava preta e grudenta, ele não aguentaria tocar em algo assim. Não o Justin que conheço! O chão completamente sujo, carpet verde musgo com manchas de cerveja.
O cheiro de desinfetante barato que misturava flores e um cheiro estranho de eucalipto. Deus! Esse lugar fedia como um banheiro na beira de estrada.
O que eu estou fazendo?
Entro no quarto com aquela incerteza do que poderia acontecer. Lauren analisa aquela lugar com nojo, era notável ver sua repulsa ao olhar para aquela cama onde estava prestes a sentar.
Deixou minha bolsa no chão e me aproximo da parede ao lado esquerdo.
-Vivie se você quer ouvir seu marido transando com uma peituda usando sapatos italianos. É melhor não chorar porque se não eu enfio esse taco de golf pela sua garganta.
-Eu não vou chorar.
-O que estamos fazendo aqui?
-Você viu? Ele está com ela por causa disso! -aponto para os meus seios -Eu não tenho tudo aquilo!
-Viollet você tem um rabo maior do que uma kardashian! Porque merda seu marido iria querer uma peituda quando se tem uma mulher dessas?
-Isso não justifica! Eu faço tudo por ele, eu faço tudo de maneira perfeita. Ele me pediu para acabar com o jogo e eu acabei! Ele me pediu para voltar a ser a Vivie de antes e eu estou aqui agora, no quarto ao lado onde ele está fodendo a boceta de uma outra mulher. Lauren! Eu não sei o que está acontecendo comigo.
-Ele é um babaca, já cansei desse drama. -ela pega o taco e aperta a base jogando para cima dos ombros como se fosse alguma lutadora de rua. Respiro fundo, tentando me manter sóbria.
-O que adiantaria se nós duas entrássemos lá? Ele sempre tem uma desculpa.
-E você sempre cai! Já pensou em dar o troco.
-Dar o troco não seria algo que ele se sinta magoado. Bieber me propôs uma vez, para que eu transasse com Marshall e ele assistisse tudo.
Pela cara de nojo que Lauren fazia era mais que repugnante o pedido de Bieber. Só que agora as coisas eram diferentes, o tanto que me martirizava dentro do quarto, o tanto que me olhava no espelho do teto tentando encontrar algum defeito que fizesse meu marido perder o interesse em mim.
Ela era mais jovem, morena, peitos como dois ice bergr's onde ele poderia fazê-los de travesseiros depois do sexo. Aquela carinha inocente de uma mocinha universitária.
Não tinha como competir com isso. Eu sou a mulher magra sem peitos, o banco de espermas dele quando a mocinha não está. Talvez a única coisa que o mantia na cama comigo...era sexo anal.
Lauren amarra deus cabelos e joga o taco do outro lado do quarto. Ela se aproxima da parede colando seu rosto nela. Era possível escutar daqui os gemidos daquela mulher. Tudo o que ele dava para ela, cada ruído da cama arrastando ao chão.
Isso entrava pelos meus ouvidos e ficava na minha memória como se fosse um filme de terror. Nosso casamento tinha ido por água abaixo! Estava arruinado e quando tentei concertar, fui impedida por ele. Fui impedida de ter meu marido de volta.
Lauren caminha na direção da porta com aquela cara sarcástica, ela é maluca e vai fazer alguma coisa.
Corro atrás dela antes que faça algo cedo demais. Ela bate na porta freneticamente, até o barulho dos dois cessarem. O silêncio toma conta do quarto naquele momento. A porta se abre e eu me escondi por trás da porta do quarto que eu estava.
Olho pela brecha o sorriso de Lauren ao ver Bieber. Ele empurra a morena na parede ainda tentando segurar o lençol branco ao redor da cintura.
E lá estava ele suado, as costas vermelhas e os cabelos encharcados.
-O que está fazendo aqui?
-O que você está fazendo aqui! -ele retruca a Lauren.
-Estou com meu marido, aqui acabou as toalhas e eu pensei que alguém poderia me emprestar! Vivie está aí? -ela sai da frente do Bieber e some da minha vista.
Bieber mantinha as mãos segurando o lençol, olho dos pés à cabeça e o vejo no seu ápice. Nem mesmo aquele transtorno com Lauren o fez perder sua ereção. Talvez aquela mulher fosse uma deusa na cama.
-Lauren! Sai dessa merda.
-Bieber!!! -ela praticamente grita seu nome. -Eu não acredito.
-E muito menos eu! Acha que sou idiota, sei o quanto você é vadia e duvido muito que Rob esteja aqui.
-Temos um segredo em comum. -ela dá um sorriso confiante. O vejo olhar para porta desconfiado. Praticamente me jogo do outro lado tentando me esconder.
Nao queria que ele me pegasse dessa maneira. Na merda! Estava derrotada a cada segundo. Mas porque não conseguia sentir raiva dele e sim de mim!
Espero minha melhor amiga voltar para o quarto depois de uma discussão no corredor do motel. Ela volta com aquele ar superior, os cachos praticamente saltando em seu rosto e logo em seguida ela desaba em risos como uma maluca.
Suas mãos me puxam para longe da parede, nesse momento me procura para um abraço, tentando me reconfortar.
-Rob deve saber sobre isso. Hoje eu corto as bolas dele se não me contar o que sabe.
-Deixa ele fora disso.
-Você viu? Ele falou para mim que "às vezes as coisas boas estavam fora de casa". Eu não aguentei Vivie, não tenho sangue de barata.
-O que você fez?
-Não viu? -balanço a cabeça negativamente -Dei um tapa na cara daquele babaca. Como ele diz isso na minha cara ? Sabendo que somos amigas? Ele nem teve a pretenção em me implorar para ficar calada.
-Bieber quer o divórcio.
-Pede antes dele, faz ele sofrer da mesma forma que está sofrendo.
-Eu não estou sofrendo. Só estou decepcionada comigo.
-Com você? Porque estaria? Ele é o filho da puta na história. Ele está com uma vadia qualquer nesse motel barato, quando chega em casa e do seu lado que ele se deita, levando toda essa sujeira para você. Porque estaria decepcionada consigo mesma? Viollet, quantas vezes tenho que falar que você é muito para aquele almofadinha?!
-A questão foi que deixar isso esfriar.
-Se você continuar se culpando, eu o trago aqui dentro e mostro quem está comigo.
-Só me dá um motivo para que eu acredite que a culpa nao é minha? Você é linda, sua vida sexual é invejável! Robin nunca te trairia com nenhuma outra mulher porque ele tem tudo o que precisa.
-Robin não me trai porque eu arrancaria as bolas dele com meus dentes.
-Devo fazer isso com o Bieber? -ela me olha com pena e ri desacreditada no que eu perguntei.
-Você deve sair daqui agora, tirar essa roupa de pilates e fazer uma surpresa ao seu marido.
-Que tipo de surpresa?
-Isso te deixou tão atordoada que eu preciso responder suas perguntas idiotas o tempo todo? Pega a merda da bolsa e vamos sair daqui! -Lauren pega seu taco, sua bolsa e caminha na direção da porta. Pego minhas coisas e acompanho a mulher na minha frente. Não era pra menos.
Ao passar pelo estacionamento, ela coloca a bolsa no chão e posiciona o taco para cima. Em menos de segundos ela estava que nem uma maluca batendo no vidro do carro dele.
Essa era pra ser minha atitude é não da minha melhor amiga, mas ela sobe em cima do capô dele e começa a depositar chutes e pancadas com aquele taco apenas para o ver dando explicações para mim mais tarde. Entro na sua, chuto o retrovisor. É aquilo seria a coisa mais ridícula que já fiz na vida.
Mas me pegava chutando a lataria do carro do meu marido, por enquanto ele chupa a boceta de outra mulher.
Lauren pega na sua bolsa um batom e escreve no capô cheio de estilhaços dos vidros. "Você é um perdedor" "Foda-se Bieber"
Seria uma pena ter que perder um batom da Mac para escrever aquilo. Mas estava satisfeita, rindo que nem duas retardadas por enquanto as pessoas assistiam aquela destruição. O carro começou a tocar o alarme, essa foi a hora em que corremos para o dela e saímos em mais de 40km pelas ruas.
Aquele momento me fez sentir uma coisa. Eu estou estranhamente excitada.
Excitada pela forma em que acabei com o carro favorito do meu marido, só de imaginar a cara dele quando visse seu precioso todo fodido. Seria impagável!
Lauren tinha razão! A culpa não é minha. Eu tentei manter esse casamento nos bons costumes, tentei ser a mulher perfeita para o homem perfeito que acabou me mostrado ser o pior homem do mundo.
Sim! Ele era o pior homem do mundo. Minha ficha acabou de cair e entre minhas gargalhadas já estava chorando feito uma criança. Coloco as pernas para cima no banco escondendo meu rosto.
Lauren para o carro e desliga o som.
-Não, não, não, por favor Vivie! Não chore. -suas mãos estão em meu braço esquerdo. -Ele não merece suas lágrimas.
-O que eu vou fazer? Eu o amo e não vou conseguir deixá-lo.
-Precisa deixar? Faz o mesmo que ele.
-Não iria conseguir fazer isso! Não sou assim.
-Olha para mim, Vivie. -Lauren segura meu rosto me fazendo olhar para ela. -Confia na sua amiga, não confia?
-Sim.
-Nós vamos ensinar ao Bieber a nunca mais trair você.
-Dando um prejuízo quebrando o carro dele?
-Se ele pode ser a droga de marido que é, então você será a esposa merda dele. Aquela que não está nem aí para as marcas no corpo dele, o carro quebrado e muito menos outro perfume na roupa.
-Então o perderia de vez!
-Homens traem para se sentirem vivos, sair da rotina e ter aquela sensação de perigo ao chegar em casa cheirando a outra mulher. É excitante para eles verem a esposa chorar nos cantos, brigar pelo cheiro de outra, fazer perguntas demasiadas no fim do dia. Isso o faz se sentir desejado.
Ela tem toda razão, qualquer mulher no meu lugar faria isso! Iria brigar, colocá-lo para fora de casa e até mesmo pedir o divórcio, dar o troco. Mas não pensava dessa maneira.
Não quero bancar a idiota na frente dele, muito menos a pobre mulher traída.
Agora ele não teria mais a mulher perfeita, Bieber não iria mais encontrar na mesa seu café da manhã fresco e muito menos alguém disposta a entender o porque ele não transava durante dias.
O plano de Lauren era bom, mas não o suficiente! Bieber iria me pedir perdão por dias, iria me implorar para que o perdoasse. E era assim que eu queria ver aquele homem.
Ver Bieber humilhado do mesmo jeito que o vi naquela dominatrix. Ver ele implorar para que parasse com aquilo.
Bieber iria ter aquela mulher que estava no quarto com ele, só que agora dentro de casa. Ele teria uma vadia, era isso que ele queria? Uma vadia!
Chegar em casa nunca foi tão agradável, o cheiro da minha casa, os moveis limpos e aquele filhote de cachorro que havia ganhado dias atrás dele. Isso era só uma distração? Isso era pra me manter ocupada?
Pobre animal! Não tinha culpa de ter sido um presente de consolação.
Lauren tira o tênis e vai até o bar preparar alguma coisa. Por enquanto meu foco está na secretária eletrônica que piscava indicando que eu tinha 4 novas mensagens.
Aperto para a primeira e escuto a voz dele.
-"Vivie, espero que você esteja gostando do seu presente! Já que estávamos falando sobre crianças, porque não começar com um cachorro? Espero que estejam se divertindo, hoje chegarei mais tarde. Preciso resolver umas coisas no escritório. Te amo"
"-Amor, porque não atende o celular? Merda Viollet! Eu preciso que ligue pro guincho, meu carro bateu na rodovia... Quer saber, vai a merda!"
"-Oi! Amor, me desculpa pelo outro recado. Estou nervoso, bati com o carro e não sei o que irei fazer. Mas já está tudo sob controle. Quando ouvir essa mensagem, me ligue"
É a última era a qual ouvi três vezes seguidas.
-"Você não sabe o que descobri sobre sua amiga Lauren! Aquela vadia está com outro cara, não quero você perto dessa mulherzinha. Como alguém tem a capacidade de trair assim! Eu juro por Deus Vivie, se eu te pegar com essa mulher... Não sei o que faço"
Essas mensagens me fizeram rir, isso era demais para mim. O pior é que se não tivesse visto isso, acreditaria como uma tola ou até fosse buscá-lo de frente ao motel com a desculpa de que o carro quebrou ali.
Pego a taça de vinho seco, dando um pequeno gole.
Minha empregada aparece na sala, para dar mais um aviso que Bieber tinha deixado no telefone particular dela.
"Pode sair mais cedo porque Vivie irá cozinhar hoje"
Era o cúmulo! Se eu fosse ficar cozinhando por horas, seria apenas para envenenar aquele babaca e fazer picadinho do seu corpo.
-Pode ir agora se não tiver mais nada para fazer.
-E o cachorro? Ele precisa passear agora pela tarde.
-Deixa ele comigo, eu faço isso. -Lauren diz com um sorriso amigável, ela já estava com aquele animal nas pernas acariciando o pêlo dele. -Ele é tão fofo!
-Não é ele! Esse cachorro é uma cadela.
-Sério?
-Claro que sim! Como é que vocês não viram isso antes de comprar? -Alex sai resmungando isso, o quanto éramos idiotas por pensar que era um cachorro ou algo do tipo.
-Qual será o nome da vadia?
-Porque?
-Seria o nome dessa cadela!
-Que crueldade! Pobre cadelinha.
-Isso é um motivo para chatear seu querido marido. -foi só ela calar a boca para o telefone da casa tocar. Levanto da poltrona e atendo ele colocando no alto falante para que Lauren pudesse ouvir.
-Finalmente! Onde você estava o dia todo?
-Pilates, levando o cachorro para passear, fazendo compras para casa.
-Hmm! -Espero que você me faça o melhor jantar. Estou uma pilha de nervos, ainda não acredito que meu carro está todo fodido na oficina.
-O que houve?
-Um idiota colou a traseira na frente dele, acabei batendo.
-Batendo? Isso não é algo comum de acontecer com você.
-Exatamente isso! Nunca bati com o carro.
-Onde você está agora?
-Na oficina, preciso ir para o escritório. Tenho uma reunião importante com uma empreiteira mas é quase impossível chegar a tempo.
-Robin está lá!
-Sim! Mas o projeto é meu. Preciso apresenta-lo.
-Tudo bem, você consegue chegar a tempo pegando um táxi. Amor, preciso desligar agora.
-Porque?
-O cachorro cagou a casa inteira, alguém tem que limpar isso. Já que você dispensou a empregada. -desligo na cara dele e deixo o telefone fora do ganho, so assim ele não se meteria a besta em ligar novamente.
Agora era fazer tudo acontecer, principalmente o plano de Lauren.
Pego minha taça de vinho de volta e subo as escadas, acompanhada dela e do cachorro que a seguia.
Em sua mão estava uma garrafa de vinho e a outra a taça. Lauren se joga na minha cama e o cachorro se convida para subir também.
Ao menos teria companhia quando Bieber fosse em uma das suas "reuniões" pela madrugada.
Fui tomar um banho rápido, tirar todo aquele cheiro de mim. Estava empregando no meu consciente, estava passando pelos ouvidos aqueles ruídos, aqueles gemidos.
O que eu tinha feito recentemente, férias forcadas, para pensar sobre minha demissão. Marshall não queria que eu saísse de lá, me deu um tempo em torno de um mês para pensar no que realmente queria. E suas opções eram "ficar na empresa e com ele ou ficar na empresa sem ele mas com alguns benefícios". Isso seria assédio se eu não desse ousadia para ele, mas continuava a ouvir suas histórias sobre o quanto e bom de cama e que eu seria bem mais feliz sendo sua esposa.
Às vezes sentia falta de Marshall dando cantadas o tempo inteiro, isso nem chegava a me deixar desconfortável depois de um tempo. Era tão natural quanto suas piadinhas.
Quando na verdade meu marido quer me manter longe daquela empresa, mas porque seria? Ele poderia ter ciúmes do meu chefe que mesmo com cantadas mantinha todo o respeito, ou porque ele queria me trancar dentro do seu próprio escritório para que não tivesse tempo de ver suas saidinhas com alguma vadia?
Imagina você, uma mulher tentando salvar o casamento tendo a experiência sexual do primeiro cara que te comeu. Era Bieber na minha vida desde o colegial, se transei com outros foi pensando em Bieber. Da maneira dele, do jeito dele, das posições que ele queria.
Bieber tinha me mostrado o mundo, agora ele queria que outra fizesse isso para ele.
Poderia pegar minhas coisas e voltar para casa chorando, pedindo para minha mãe ignorar todas as ligações dele. Mas não aceito perder, esse sentimento em mim crescia a cada segundo. E se ele quer uma vadia ele teria uma.
Saio do banheiro depois de ter feito tudo que tinha para fazer, a sugestão de Lauren era que eu me vestisse como uma puta. Um vestido apertando todo o meu corpo, um sutiã que deixasse meus seios maiores... No caso, me vestisse igual aquela puta.
Mas eu quero ser melhor!
Coloco uma meia calça com renda nas coxas, coloco a cinta-liga, um sutiã rendado da mesma cor e a menor calcinha que tivesse.
Lauren já não bebia mais o vinho na taça e sim na boca da garrafa.
-Você está me deixando excitada.
-Sério? -me aproximo dela, ficando de quatro na cama, engatinho até o meio de suas pernas. -Estou te excitando?
Pego a garrafa dela e tomo alguns goles.
Lauren coloca as mãos nos meus seios e aperta, isso me faz ofegar.
-Agora eu estou te excitando.
Começamos a rir, isso não chegaria em lugar algum. Não que já não tivéssemos feito isso anos atrás na faculdade, mas agora era diferente. Não era uma experiência e sim algo que poderia acontecer.
Talvez fosse a bebida fazendo efeito no corpo dela. Lauren me empurra para trás e sobe em cima de mim.
-Faz isso! -rebola em cima dos meus quadris -Faz ele implorar por isso.
-Acha que vai? -me inclino, ficando apoiada nos meus cotovelos. Estamos perto demais uma da outra.
-Seus seios são lindos, pequenos e rosados. Você é linda Viollet! Bieber nunca terá outra igual a você.
Aquilo estava ficando estranho para nós duas, as malucas que tinham fodido um carro agora estavam flertando uma com a outra em cima da cama.
Lauren levanta e segura minha mão para sair da cama.
-O que você acha? Apenas um sobretudo ou uma saia?
-Sobretudo! Saltos e pelo amor de Deus Viollet deixa esses cabelos soltos.
-Bieber não gosta, ele diz que atrapalha em alguns "momentos".
-Vamos agradecer a Deus que ao menos ele te trai com uma mulher, porque francamente eu sempre achei que fosse com outro homem!
Quando estava pronta, vi q satisfação nos olhos de Lauren. Ela estava feliz por me ver assim, bem diferente da outra que chorava dentro do carro.
-Agora está pronta para ir.
-E se ele me rejeitar...
-Eu quase tentei te beijar agora, acha que isso é bom pro meu orgulho hetero? Claro que não! Então não tem como ele rejeitar você.
Ela sai me empurrando para a frente do espelho, abre meu sobretudo e me faz ficar por praticamente um minuto parada.
-Olhe para a mulher na sua frente, você transaria com ela?
-Claro que sim!
-Garota, vai lá e faz ele implorar por isso.
Era apenas o que eu teria que fazer. Se isso desse certo ou não, pelo menos eu me sentia viva depois daquele tombo.
Olhar para mim como uma mulher fatal, não aquela boa esposa que tentava seduzir o marido... Agora era outra mulher, uma melhor que aquela que estava com ele em um motel.
Deixo Lauren na minha casa, não peço nenhum dos seus conselhos pois eles envolveriam soda cáustica ou estrangulamento. O que eu estava em mente era humilhante para mim, mas tentador para ele.
Ninguém faria isso, aposto que ninguém teria essa coragem. Mas eu estou disposta a ir mais fundo por vingança e não é nenhuma vingança boba.
Bieber precisava me ver assim, me ter assim, me provar assim. Para depois sentir o gosto de perder alguém.
A cada km meu corpo ardia, meu peito apertava e parecia não ter nada no meu estômago para me manter de pé.
Ao chegar na empresa, deixo meu carro estacionado no estacionamento interno, ele não saberia que eu estava aqui é muito menos o motivo. Pego o elevador para o décimo oitavo andar, estava impaciente olhando para os números subindo. No quinto, duas mulheres entram, no décimo elas saem para mais 4 homens que me olham dos pés à cabeça.
Meu sobretudo estava com o botão de cima aberto, meu sutiã aparecia deixando meus seios sobressaltados. Um daqueles homens me olhou com desejo, tal desejo que poderia me partir ao meio, me rasgar inteira.
Ele compartilha aquele olhar com o outro ao seu lado. Um deles percebe que eu estou vendo, dou um sorrisinho para eles e abaixo a cabeça para arrumar a meia calça que enrolava. Finalmente o décimo terceiro andar chega e eles têm que me deixar sozinha naquele elevador.
Era um castigo para o loiro que me encarava, sentia a sua decepção naquele momento. Ele queria ficar mais um pouco, apertar o botão de incêndio e me foder ali mesmo.
Quando chego no andar de Bieber, respiro fundo. Vejo o balcão de Mike junto a Martha.
-Senhorita Bieber! -o homem tenta engrossar a voz, mas era nítido que não dava pra esconder sua opção sexual.
-Boa tarde, Mike.
-Gostei do seu salto, tão ...
-Magnífico. -ele fala junto da martha.
-O que devemos a honra aqui? Bieber está péssimo!
-Sério?
-Sim! Ele bateu com o carro mas eu apostei com a Lud de que foi você que quebrou os vidros.
-Porque eu faria isso ?
-Ciúmes! Minha vizinha mexicana colocou fogo no carro do marido dela, só porque ele dava "buenos dias" para a vizinha do lado.
-Bieber mal tem tempo de foder a esposa, quanto mais foder outra mulher. -falo sarcástica e eles começam a rir. -Tenho mais o que fazer do que quebrar um carro.
-Eu quebraria o carro com ele dentro.
-Mike! Isso é o que se diga na frente dela?
-Preciso vir aqui mais vezes, juro que sinto falta do descaramento de vocês dois! -dou as costas para aqueles dois palhaços.
-Quer ser anunciada? - me viro para eles e dou um sorriso.
-Preciso?
Isso é o suficiente para me deixarem seguir. Passo pelas salas de vidros, alguns dos seus subordinada viram praticamente a cabeça para me ver passando no corredor. Não é algo comum a mulher do chefe fazer uma visita naquele expediente.
Lá está a porta dele, com seu sobrenome escrito. Não fiz cerimônia em bater apenas girei a maçaneta e abri lentamente.
Ele não estava sozinho, mas para minha sorte eram apenas dois dos seus funcionários. Os papéis em cima da mesa, era alguma planta de um projeto. Bieber me encara por cima dos óculos e engasga com a própria saliva por alguns segundos.
-Vivie?! -tenta pronunciar meu nome entre uma tosse seca e aquele desconforto ao me olhar dos pés à cabeça.
-Você está mal amor, eu vim fazer seu dia melhor. -um dos idiotas levanta da cadeira me dando o lugar. Sento na sua frente cruzando as pernas, isso mostra a renda da meia calça, a liga.
-Preciso acabar isso aqui antes de apresentar. Porque não vai ao shopping com alguma amiguinha e me deixa acabar o trabalho de adulto?
-Posso ser mais útil que qualquer um desses imbecís! -me viro para o moreno do meu lado -Sem ofensas é claro! Mas eu estou com sede, você pode pegar água para mim e ... Você pode sumir por algum tempo.
-Viollet eu não tenho tempo para brincadeiras.
-Vocês vão deixar a esposa do seu chefe com sede? -pergunto em um tom sensual, os dois idiotas saem da sala no mesmo instante em que me levanto para trancar a porta.
Felizmente uma das suas paredes era de vidro e bem de frente para as outras mesas. Abri o sobretudo mostrando para ele o que estava disposta a fazer.
Bieber corre até a persiana para fecha-lá antes de mais alguém visse aquilo.
Passo a língua ente os lábios e puxo o resto daquele casaco longo.
Era de se imaginar, que ele iria tentar esconder o rosto ou não estaria pronto para foder com outra mulher depois de hoje.
Bieber senta na sua cadeira logo à frente e me encara por breves segundos.
-O que significa isso?
-Eu quero foder. -me inclino na frente da sua mesa. Deixando meus seios a amostra pelo sutiã. Ele engole á seco.
-Viollet, não!
-Porque não? -empurro aqueles papéis e creio que um deles rasgou ao meio. O vejo ficar vermelho de raiva, vermelho de vergonha e ao mesmo tempo seus olhos brilharem.
Ele ainda me desejava, isso era bom.
Subi na mesa, ficando de quarto para ele:
-Viollet isso é filmado! O pessoal da segurança pode está vendo você assim.
-Posso ser uma atriz porno agora. -senti sob meus joelhos. -Pode ser o velho típico filme, a secretaria e o chefe.
Bieber inclina a cadeira para trás, respira fundo.
-Eu preciso desse projeto.
-Eu preciso do seu pau. -dessa vez sento de frente a sua cadeira, com as pernas abertas. Deixo meus pés no braço da cadeira. Ele tinha a visão perfeita da minha boceta.
Bieber balança a cabeça negativamente e ri.
-Você quer acabar comigo?
-Só se for de prazer! Você aguenta foder quantas vezes por dia?
-Por favor!
-Apenas uma? Acho que agora eu posso realizar seu fetiche e escolher o homem mais atraente para me foder na sua frente.
-Pelo amor de Deus! - desço para o seu colo, ficando de costas para ele. Bieber coloca suas mãos na minha cintura e aperta.
-Ou... Você pode me foder aqui mesmo. -esfrego minha bunda no seu pau. Sinto que ele estava ficando ereto, era isso que eu queria.
-Porque hoje? Logo hoje?
-Por que eu queria foder, queria saber onde eu vou trabalhar caso saia da empresa de Marshall. Preciso sentar no pau do meu chefe pra vê se vale a pena.
Bieber empurra meu tronco contra a mesa, me obrigando praticamente a ficar de pé. Ele segura minha nuca com força sem me deixar levantar.
-O que disse?
-Está com ciúmes? Porque estaria? Acha que faço isso com meu outro chefe? -fico roçando minha bunda contra seu pau, Bieber estava apertando minha nuca cada vez mais forte. Meu corpo estava sendo espremido contra a mesa e minha bunda esfregando contra seus quadris.
-Onde quer chegar com isso?
-Olha pra mim, acha que quero chegar onde? -com o pouco espaço que tenho, abro as pernas um pouco mais. -Não quer ver o quanto isso me excita?
-Você não tá jogando aquele maldito jogo. Esta?
-Meu marido só me fode se eu jogar um jogo? Meu deus! Eu preciso trocar de parceiro sexual então.
A pressão que ele fazia contra meu corpo estava me deixando excitada, sentia minha vagina úmida, meus seios rígidos e aquele fogo intenso pelo meu corpo.
Ele sobe meu tronco para que fique de pé. Encosto meu corpo no seu, as mãos dele vão diretamente para meus seios apertando eles.
-Vá para casa, me espere assim. Desse jeito.
-Claro que não! -me viro, coloco meus braços ao redor do seu pescoço. Ao menos ele não estava cheirando a outra pessoa, Bieber estava com seu habitual perfume.
Esfrego meus lábios nos seus, passando minha língua lentamente sob eles.
Aperto sua nuca com os dedos puxando ele para mim. Começo um beijo lento, movendo minha língua devagar dentro da sua boca. Ele resiste no começo. Não corresponde.
Desço minha mão direita pelas suas costas até chegar na cintura onde passo ela para frente puxando a blusa social para fora da calça. Aperto seu pau no mesmo instante que mordo seu lábios inferior.
Ele busca minha língua desesperado para um beijo. Bieber estava completamente acesso, ele me suspende para cima, me sentando na sua mesa.
Seus lábios estão de um jeito feroz. Praticamente querendo arrancar os meus com um beijo. Ele explora todo meu corpo com as mãos. Desce para as coxas e adentra na virilha, fazendo com que eu solte um gemido.
Deus! Eu tinha de parar, esse era o plano!
Bieber desce para meu pescoço, me dando aquele arrepio na espinha. Agora eu sou sua vítima?
Seus lábios vão descendo pelo meu busto, e a única coisa que faço é agarrar em seus cabelos sem deixar com que ele me solte. Uma das suas mãos está segurando minha perna esquerda, ele aperta minha coxa, tenta apertar minha bunda.
Aquilo estava quente como se pudéssemos pegar fogo. Bieber separa o beijo e puxa sua camisa para fora, ele abre a camisa às pressas e a joga em qualquer lugar.
Deixo minhas pernas erguidas para cima, joelhos dobrados e ele poderia cair de boca a qualquer momento.
Então Bieber faz o contrário, ele segura nos meus joelhos e me encara por alguns segundos.
-Isso é tortura! Você sabe o quanto eu gosto de chupar você. -suas palavras ecoaram em minha cabeça, ele poderia dizer isso aquela outra, ele poderia ter tocado nela dessa maneira.
-Claro que sei! -fecho minhas pernas rápido -E por isso que não quero que faça isso hoje.
-Mas eu quero! -ele força minhas pernas, tentando abri-las com força.
-Bieber, você não tem que trabalhar?
-Que porra Vivie! Eu quero você.
-Quer? -falo de uma maneira inocente.
-Quero.
-Então grita.
-Está maluca? Todos vão ouvir. -saio de cima da mesa e seguro no seu pau, começo a aperta-li com força movimentando para cima e para baixo.
-O quanto você quer isso?
-Muito!
-E mesmo? -passo a língua entre seus lábios. -Quer me chupar? Quer minha boceta na sua boca?
-Porra! Viollet, me deixa chupar você. -ele fala alto demais, tão alto que era como se as outras pessoas tivessem ficado em total silêncio para ouvir o que fazíamos aqui dentro.
-O que você quer?
-Eu que te fazer gozar na minha boca. -além de gritar, ele praticamente me empurra contra a mesa mais uma vez. Bieber levanta minha perna direita para cima e passa sua mão pela minha boceta.
-O quanto quer isso? -pergunto ficando na posição que me encontrava antes, com as pernas abertas de frente a ele.
-Eu quero você Viollet! -ele diz de uma maneira tão feroz que me faz temer. Ele praticamente arrancou a calcinha que eu vestia, seus dedos rasgaram um pedaço daquela meia e agora ele apertava minhas coxas.
Bieber puxa a cadeira com o pé, sem tirar seu rosto do meio das minhas pernas.
Escuto batidas na porta, mas ele ignora.
Bieber começa a beijar minha virilha e coxas, por enquanto seus dedos brincam com meus tornozelos e panturrilhas. Aquilo estava me tirando todo o fôlego. A maneira em que ele me fazia sentir naquele instante era insano.
Era totalmente delicioso.
Bieber passa sua língua desde a linha entre a minha vagina e meu anus, aquela posição dava perfeitamente para ele me chupar por completo.
Ele faz isso algumas vezes, lentamente. E eu estava tão molhada que mal conseguia me manter focada no plano.
Bieber suga devagar os lábios vaginais, sobe um pouco até encontrar meu clitoris. Ele sabia exatamente onde estava. Ao manter os lábios pressionados sob eles, usando apenas a ponta da língua em um movimento contínuo. Isso me faz gemer.
Sua língua continua a fazer aquilo, agora suas mãos me impediam de fechar as pernas a qualquer momento. Ele usa a mão esquerda para abrir minha vagina, dando mais espaço para sua língua.
Sobe um pouco mais dando um pequeno beijo e volta para meu clitoris, o sugando entre os lábios.
Nesse momento já não estava no meu normal. Bieber me chupava cada vez mais rápido até encontrar o ritmo onde me fez agarrar sua cabeça e gemer mais alto.
Merda! Ele tinha conseguido, ele estava satisfeito, lambendo minha boceta gozada, enquanto procurava respirar, já que ele tinha me tirado tudo.
Bieber levanta o rosto e olha para mim daquele jeito, como se pudesse me induzir a abrir minhas pernas para ele e agora fazer seu desejo ser consumado.
Esse era o momento em que poderia fugir, mas minha boceta implorava por isso, ele me implorava ainda mais. Segurando seu pau na minha frente, ele estava esfregando a cabecinha na minha entrada, subia até meu clitoris com ela e esfregava um pouco mais.
Bieber coloca ela dentro de mim, devagar, de um modo torturante. Sinto seu pau me preencher, ele começa com movimentos devagar, me fazendo revirar os olhos e segurar na mesa.
Tento sair nesse instante, mas ele volta a foder, quando penso que não conseguiria. Bieber me surpreende ao meter seu pau com força a ponto de me fazer gritar, ele começa a entocar com força, como se não fizesse isso durante anos, suas mãos seguram minhas coxas e ele praticamente empurra não sei seu pau para dentro de mim como sua mesa arrastava no chão.
É mais uma vez aquele barulho do motel me vem em mente. Ele estava fodendo assim, desse mesmo jeito. Ele estava fodendo aquela mulher e agora me tinha.
No seu descuido consigo sair dos seus braços me afastando dele. Olho para seu pau em sua mão esquerda. lá estava ele, tão molhado quanto minha boceta. Prestes a gozar.
-Pensando bem, é melhor a gente terminar isso em casa. -apanho meu sobretudo do chão, o vestindo imediatamente.
Ele ainda me encarava com o pau na mão, cheio de tesão, querendo gozar. A minha calcinha estava do outro lado e eu não iria arriscar em pega-la.
Deixo ele com aquela cara de maniaco, Bieber ainda não acreditava no que eu fiz. Passo minha mão na vagina, deixando meus dedos molhados. Me aproximo dele, enfiando os dedos na sua boca.
-Se você quer isso, vai ter que fazer por merecer.
-Isso é uma piada?
-Isso é o que você pode ter daqui para frente. Olha pelo lado bom, vai ser ótimo ter você como chefe.
Encosto na maçaneta e ele entra em desespero, subindo as calças com pressa.
-Não abre essa porta, volta aqui. -do um sorriso sínico, o mesmo em que ele dava quando queria algo. Abro a porta e vejo praticamente todos os seus funcionários parados em estado de choque próximo a sala dele. Ao me verem eles saíram que nem malucos tentando disfarçar o que estavam ouvindo.
Agora me sentia totalmente Desejada, cada um deles me olhavam de um jeito diferente. deixo Bieber dentro do escritório é caminho entre os cubículos de vidro, era como andar entre os lobos. Algumas mulheres me olhavam assustadas, mas elas em algum momento desejava fazer aquilo. Ter Bieber daquela maneira.
-Viollet! -sua voz me faz olhar para trás e lá estava a derrota do poderoso.
Bieber estava com sua blusa aberta tentando abotoá-la. Nesse momento ele era o cachorrinho da esposa vadia, ele estava com tanto tesão que não se importavam de verem a cor da sua cueca.
Ignoro Bieber e passo pelo balcão de Mike e Martha que me olhavam embasbacados.
-Foi um prazer vir aqui hoje. Vejo vocês amanhã. -pisco para os dois.
-Vivie! Pelo amor de Deus me espera. -Bieber ainda encontra-se naquele estado deplorável.
Vejo Mike arregalar os olhos ao ver o patrão naquele estado.
-O que você quer, Bieber?
-Volta, vamos para o meu escritório...
Coloco o dedo entre seus lábios e dou um sorriso.
-Olha em sua volta, todos estão olhando você desse jeito. Se recomponha e volte ao trabalho.
-Mas eu não posso trabalhar assim!
-Não pode? Acho que outras pessoas podem fazer o serviço.
-O que está falando?
-Estou querendo dizer que... -me aproximo de Bieber, ficando tão próximo dele que sentia sua respiração ofegante contra meu rosto. -Você é o chefe, precisa dessa reunião e desse projeto.
-Preciso de você.
-Sério? -passo minha língua entre seus lábios, começando um beijo sensual. Aquele não era o local ideal e nem o momento. Se ele pudesse, me comeria ali memo.
Bieber coloca as mãos na minha bunda e aperta, fazendo com que eu morda seu labio inferior.
-Volta, por favor!
-Te vejo mais tarde em casa. -dou alguns passos para trás antes dele me acompanhar. Mike estava com a boca aberta não sabia o que dizer e nem o que pensar. Aliás toda a repartição estava assim.
O Justin Bieber, ridículo chefe! O patético que tinha sido sortudo por ser bonito e inteligente, o arrogante mimado.
Ele estava com a camisa semi aberta, a calça caindo e os cabelos bagunçados. Constrangido ao cair em si e perceber onde estava.
O chefe agora seria ridicularizado ou talvez vangloriado entre os outros. A vadia da esposa tinha conseguido o que queria, além do que queria!
Um sexo oral, humilha-lo na frente dos outros e agora estava se sentindo tão viva quanto aquela vagabunda no motel. Ou bem melhor que ela.
tagged by @miracle-boy-satori thank you smol sinner :p
Rules: You can tell a lot about a person from the kind of music they listen to. Put your music device on shuffle and post the first ten songs without skipping. Then tag some people.
1. Adam Lambert - Sleepwalker 2. VIXX - Alive 3. Pentatonix - La La Latch 4. Sia - Alive 5. Monsta X - Perfect Girl 6. Mamamoo - Piano Man 7. Tahiti - Skip 8. Twice - Truth 9. Fall Out Boy - My Songs Know What You Did In The Dark 10. Wiz Khalifa - See You Again
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