Guerras de Midgard, Cap. 7: Resistência em Lile
Antevisão: no qual o Jaime Rebenta Pilas saca de um poder novo do cu (tinham saudades?), enfrenta ameaças com a cauda entre as pernas, e discorre de um homoerotismo que a este ponto devia ser considerado clínico.
Estou sem forças. Segue-se dramatização do capítulo, em que surge a ocasional pausa para eu mesma intervir com o protagonista.
JAIME, apetrechado de seus tomates de aço, cavalga terra fora, por entre minas e balas por igual, intocado por seja que mal for. Ele e seu batalhão de impotentes gónadas calcorreiam terras longínquans, destemíveis e eriçados. Descansam? Dormem? Não sabemos. Mas atravessam a fronteira da França desenfreado, e por fim chega a Lille.
E não chega a qualquer instante…
Surge exactamente no “momento crucial da invasão dos alemães”.
Nem meio segundo depois.
Jaime desembainha a espada a grita. Sua horda de elfos machos e viris desembainham suas viripontes armas e gritam. Todos gritam. É uma barulheira que não se pode. Está tudo em tronco nu, também. E ala a desancar em alemães.
É uma sangria que se mói. Alemães arrastam-se feitos hambúrgueres pela cidade fora. Pernas decepadas deixam rastos no chão, e cabeças rolam tipo westerns franceses. Jaime a tudo assiste impávido. Não há pinga de sangue que o faça estremunhar. Nem o Pingo Doce.
Lille estava “deserta”, pois
os habitantes tinham-se refugiado nos abrigos que se encontravam em Paris.
-- Mas ó Jaime, -- digo eu, -- Lille é a 225km de Paris.
-- E então? -- Pergunta o Jaime.
-- Estás aí a dizer isso como se ficasse ali ao lado.
-- E...?
-- Não achas que deverias ter acrescentado que a evacuação, se calhar, se deu antes?
-- Tu é que não sabes ler.
Jaime entra na cidade e
encontraram[-na] em ruínas, num caos.
-- Ó Jaime -- chamei eu.
-- Epa o que é que foi agora, meu?
-- Sabes que ‘caos’ implica um estado de desordem, ao passo que ‘ruínas’ implica uma deserção total de maneira que o que resta fica ao abandono e em estado avançado de decomposição e destruição. Aliás, ‘ruína’ implica uma ausência de mão humana.
-- Está bem! E então?
-- Não achas que estar num caos e em ruínas é um oxímoro?
-- Eu é que te dou um oxímoro não tarda nada, vai-te lar pôr nas putas e não me chateies mais.
Um elfo dotado de habilidades olorentes acocora-se e, “com a sua forte mão” pega num objecto que, por três linhas consecutivas nos leva a pensar que se trata de algo horrorífico, talvez até pesadíssimo, mas certamente dotado de uma conotação psicológica bem forte--quiçá, um Mac Guffin.
É só uma cruz.
Assim diz o Jaime, em mais nenhuma língua que não Lapão:
-- Alemães. Estiveram aqui. Não por muito tempo. Destruíram tudo e fugiram.
‘Iss meinen ganzen Arsch,’ murmurou o Elfo. Vamos fingir que isto também é Lapão.
James pondera sobre esta situação e chega à seguinte conclusão:
só os alemães é que poderiam fazer semelhante destruição. No entanto, estranhou porque era usual os alemães fazerem prisioneiros. Mas, com tantos corpos espalhados pelas ruas, era mais provável que outra coisa tivesse passado por ali, em vez de um batalhão germânico.
-- ...Jaime.
-- O QUE É QUE FOI, CARALHO?
-- Então, a cidade está deserta mas repleta de corpos, né?
-- É.
-- E tu primeiro disseste que os alemães estiveram aqui porque só eles são capazes deste tipo de destruição.
-- Sim.
-- E depois disseste que é estranho porque os alemães fazem prisioneiros, não dizimam toda a gente.
-- Certo.
-- ...e disseste isto a olhar para “corpos espalhados pelas ruas”.
-- SIM.
-- E de repente, os alemães já não fazem este tipo de estragos? Só rebentam com património, é?
-- ...
-- Então...
-- ...
-- Isto não é obra alemã.
Jaime e sua pandilha de elfos vai em busca de sobreviventes, e no meio desta cidade que ainda não percebemos se está em ruínas ou cheia de gente morta, aparece uma segunda pandilha de ingleses, que agradecem ao Capitão Tomates de Aço por os salvar. Jaime faz continência. Lentamente, desaperta as calças. Estas batem no chão mais depressa que o Jaime seria capaz de o decapitar com sua Fálica Espada, e o capitão bife apressa-se a saborear suas gónadas.
Enquanto James e o Cabo John Black discutiam
-- Quem é o John Black, Jaime?
-- Mas tu não leste? É o Cabo!
-- Está bem, mas que Cabo? É que primeiro começas a falar de um bando de bifes que sai dos escombros tipo ratazanas para te lamber o tomate, e a seguir há um tal de John Black a falar contigo? Mas quem é ele?
-- Eh pá, ó Ana, deixa-me em paz.
Os elfos que perscrutam o local por sobreviventes e encontram “um menino com o seu pequeno cão de estimação ainda vivos” e este é levado à presença do nosso Capitão Quebra Bilhas e o Cabo Lambe Saco.
Depois de terem tratado dele e do cão, o rapaz contou como a sua família morrera às mãos dos alemães.
As horas passaram e os soldados
-- Jaime...
-- O QUE É QUE FOI AGORA?
-- Como é que a família do chaval morreu, afinal?
-- SEI LÁ EU, MAN.
-- Mas ele contou-te ou não?
-- CONTOU.
-- Então porque é que não partilhas? É que, a modos que... este seria um momento assim para o... emocional. Sei lá, tipo, podias explorar as dimensões traumáticas da guerra.
-- EPA DEIXA-ME. EU QUERO LÁ SABER DE TRAUMAS. EU QUERO ESCREVER SOBRE O MEU BIFESONA A IÇAR FALOS CONTRA ALEMÃES. MAS EU TENHO CARA DE JOHN LE CARRÉ, CARALHO?
-- Tá certo.
As horas passaram e os soldados de James, graças à sua apurada audição, ouviram os passos de alguém a correr nos destroços das casas.
Cheiraram o ar e seguiram o odor de uma mulher que corria horrorizada, sem saber para onde. Depois de a terem acalmado, foi levada para James para este decidir, tal como aconteceu com a criança.
-- Epá, ó Jaime, não achas que decidir é um bocado forte aqui?
-- Mas eu sou capitão! Eu é que decido!
-- Mas decides o quê, boneco?
-- O que é que tu achas?
-- Sei lá! Para onde a mandar? Se gostas das roupas dela? Se cheira bem? Se vais daqui para os Açores tirar férias? Tu não me disseste!
-- Mas não está subentendido com a cena do miúdo? Eu poupei-o! Eu tratei dele! Não é óbvio?
-- ...
Este elfos selvagens, dotados e mil e uma qualidades que ainda vamos descobrindo à medida que lemos este tarolo, tipo puberdade galopante, recorrem ao uso do seu Super Olfacto e sentem um cheiro que há muito não sentiam...
...de uma vampira.
Mas onde poderia estar essa vil e infernal criatura?
-- Jaime, tenho a dizer-te que tinha saudades tuas.
-- O quê?
-- Ahem, queria dizer: Jonatã, tenho a dizer-te que tinha saudades tuas.
um dos elfos selvagens murmurou para o outro:
-- O que terá assustado tanto o Ëlrcich?
-- Não sei, mas deve ser algo demoníaco, o Ëlrcich não se assusta facilmente.
-- Jaime...
-- Epa, ó mano, o que é que tu queres agora?
-- Quem é o El... Ëlr..cich?
-- SEI LÁ, MEU.
Os elfos põem-se a pau. Alevantam-se tipo flamingos, içando suas portentosas piças espadas e olham em torno, mas o breu trai-os, e ai que agora não há Super Farejo nem Hiper Audição que os safe. Jaime em particular desembainha a sua espada e segura na outra mão “uma das pistolas que herdara do seu avô” e SÓ AGORA, literalmente UM LIVRO DEPOIS, ele dá uso a um dos apetrechos da pistola semi-automática que o gnomo católico lhe ofereceu e “apontou o raio laser para baixo, para a escuridão que os envolvia”, se bem que fique pouco claro PARA QUÊ. No meio desta barafunda, um dos elfos diz “na sua língua materna” a palavra “Verenimijä”, para a qual não nos é dada qualquer tradução e eu, leitora, seriamente duvido que esta merda seja sequer relevante. James percebe então que um dos elfos---nunca saberemos se é o Ël... Ëlrci..ch ou não---localizou a bicha.
A mulher rosnou assim que viu a lâmina da espada. James olhou para trás e para cima, pensando que o vampiro atacava pelo ar. Mas ele estava mais perto do que ele julgava.
-- Então mas afinal onde é que a bicha estava?
-- Atrás.
-- Atrás do quê?
-- De mim.
-- Mas tu olhaste para cima e para trás e não estava lá nada.
-- Não vi.
-- Mas...
-- NÃO VI.
-- ...
-- ...
-- Jaime, tu andaste a ver o Van Helsing outra vez, não andaste?
-- ...
-- Jaime, mas não era “uma vampira”? Gaja? Fêmea?
-- É...
-- Então porque é que estás a falar de um vampiro no masculino?
-- Porque é vampiro, criatura, o género é irrelev...
-- É vampiro não-binário?
-- O quê? Não...
-- JAMES STRONGHEART SAID TRANS RIGHTS?
-- NUNCA MAIS TE DEIXO LER OS MEUS LIVROS.
Ëlrcich, o primeiro que sentira o vampiro
Entendo por fim que se trata da Bicha do Mal---mas não se não depois de uma boa farejadela, só para ter a certeza de que cheira a morto---o elfo, num laivo de escassa inteligência, solta um esbaforido berro a anunciar que é, efectivamente, ela, e num batalhão de combatentes de guerra já anunciados como sendo os melhores de todo o planeta, ninguém faz um caralho.
No meio de todos estes imponentes talos, é o cão do menino que morde a porcalhona.
A bicha sacode o animal e o menino corre a tentar ajudar o pobre canito, mas a bicha, tresloucada, “afastou-o com um empurrão, fazendo-o cair no chão, magoando”, caso vocês estivessem a pensar que a criança estivesse já a desenvolver gónadas de aço.
Jaime, possuído de raiva, espeta-lhe um kick no estrôgamo até que a bicha cuspa sangue, e eis que quando o nosso impiedoso, vil e gélido capitão iça seu Talo do Mal para penetrar a bicha do bucho até à goela e pôr-lhe fim à vida, ela, para parecer “inocente”, faz
-- Tu não serias capaz de bater numa mulher indefesa, pois não? -- perguntou ela, numa tentativa de seduzir James.
-- Jaime...
-- Epa o que é que tu queres agora?
-- Tu acima mencionas que ela fez “uma cara de inocente” -- sabes que isso não é o mesmo que seduzir, certo?
-- Epa, mas o que é que importa? Ela é vilã!
-- É que confluíres inocência com sedução numa personagem feminina, e ainda por cima vilã, a modos que reitera um trope negativo da gaja sedutora como inevitável Meretriz de Babilónia. Ou seja, priva-la totalmente de qualquer dimensão ou personalidade, e eliminas a possibilidade de inocência (ou, atrevo-me a dizer, qualquer tipo de qualidade redentora, o que é sempre debatível a respeito dos vampiros, já que o vampirismo é um vírus e passado por força externa sem a aprovação de quem o recebe, mas que é que tu percebes de autonomia do corpo que não os movimentos base da masturbação?) vestindo desta mulher sedutora. Mas estás a confluir os dois, portanto estás a eliminar a hipótese de inocência numa mu--
-- Opa está calada, man. Foda-se estas gajas e o políticamente correcto.
James baixou a espada e acalmou-se, pensando que era isso mesmo que ele gostaria de fazer
mas surgiu-lhe uma ideia melhor.
Sorrindo de malícia respondeu:
-- Eu não... mas ele sim! -- James apontou para o campeão dos elfos que empunhava um enorme martelo de batalha.
Este Elfo, expoente máximo da viripotência de toda a humanidade dotada de gónadas badalantes deste mundo fora, verdadeiro espécime supremo da masculinidade extrema, não teme nem vacila. Para ele, esmagar um crânio é como pisar uma barata na cozinha. Para ele, esmagar um crânio é como espremer uma borbulha. Para ele, esmagar um crânio é tão fácil que nem uma artrose lhe dá, nem síndrome de túnel cárpico ou uma tendinite, nada. É, aliás, tão dotado de um vigor peniano que, com “um murro, era capaz de abater um novilho”, e esse novilho, com um só peido, uma lata de Axe e um isqueiro, transformava-se logo em guisado num estalar de dedos, já que o man, além de Stallone de 1915, é também Chef Olivier nas horas vagas. Este Elfo é tão, mas tão macho que teria sido tri-campeão do Ai Os Homens nos anos 90. Aliás,
Alguns já o tinham visto a levantar um canhão de artilharia.
Ai Jaime, que eu estou a enfraquecer. Sinto-me uma moçoila vitoriana sentada na taberna, à espera do marido, que perde o dinheiro da casa em apostas lá dentro, assistindo ao longe a esse lavrador que atravessa a cidade com sua carroça pejada de faisões e lebres que vai vender no mercado. Eu sento-me, requintada e cheia de modéstia, na minha mesa, e escuto os uivos de macheza de meu marido lá dentro, ajeitando a minha crinolina no instante em que ele atravessa, não se vá escapar um tornoelo de esguelha. Vejo-lhe aquele músculo coberto de suor e escorre-se-me por igual pernas e testa abaixo. Minhas bochechas carregam-se de vermelhidão. Atravessa-se-me um formigueiro pela coluna acima, mal me contenho. Aquela bota borrada de lama, aquela calça arregaçada de quem vai passar a ribeira, aquele corpão de armário IKEA, põe-me esbaforida. Saco do leque e toca de me abanar, mas é para me esconder, para ver este homem qual Adónis do Alentejo por de trás dele, e conto-lhe as flexões dos músculos à medida que ele se volta e nossos olhos se cruzam.
Meu deus, estou aqui feita fondue de chocolate a pensar na macheza do teu Elfo, Zuzarte. Tenho de ir já à missa.
A vampira não teve hipótese. O elfo esmagou-lhe o crânio num ápice.
-- Ó Jaime, não é por nada, mas tu perdeste mais tempo a vangloriar o man do que propriamente a dizer-nos COMO é que ela morreu.
-- É importante ter um referente visual.
-- Epa, ‘o gajo consegue pegar num canhão’ não é referente visual, é um fetiche estranho.
-- Uma palavra vale mais que mil imagens, nunca ouviste dizer?
-- Jaime, é... é ao contrário... é uma imagem que vale mais de mil palavras, mas... onde caralho é que tu foste à escola?
O Super Macho Elfo, que é tão vigoroso que pôs o José Figueiras a questionar a sua sexualidade, iça a porcalhona, agora desfeita que nem melancia esmagada pelas coxas da Ronda Rousey, e ala de a atirar para a fogueira, “para garantir que ficava mesmo morta”.
Jaime, entretanto, que não consegue admitir que se acobardou que nem um panhonha só porque lhe viu as tetas de cima, e na sua condição de Puberdade Galopante, não conseguiu evitar uma pulsante erecção, dirige-se ao menino para lhe fazer uns truques fixes:
Da sua palma saiu um raio de luz branca que curou as feridas do menino, facilitando-lhe a locomoção e apagou-lhe as da memória as cenas terríveis que tinha presenciado.
-- O quê? -- Pergunto eu.
-- O que é que foi?
-- Como assim, curou-o? E como assim, apagou-lhe as memórias?
-- Que é que tem?
-- Tu és capitão, certo?
-- Sim.
-- Lideras um batalhão de gajos.
-- Ya.
-- Andas a percorrer a terra tipo nuvem mágica de um lado para o outro, a combater males que nunca acabam.
-- Sim...
-- NÃO ACHAS QUE APAGAR MEMÓRIAS E CURAR MALTA SERIA IMPORTANTE NA GUERRA QUE CUNHOU O TERMO ‘SHELLSHOCK’ Ó FILHO DE 30 PUTAS?
James sentiu-se feliz por ter ajudado o miúdo,
-- Vamos embora! Marchemos para França -- ordenou James, colocando a arma à cintura.
-- Ó Jaime...
-- O QUE É QUE FOI, CARALHO?
-- Tu... tu já estás na França...
-- Hã?
-- Tu já estás na França... Estás em Lille... É literalmente o título do capítulo...
-- Mas Lille é na Flandres.
-- A Flandres francesa, Jaime... Perto da fronteira da Bélgica...
O Cabo John Black, de quem ninguém se lembra porque tem a importância de uma vara de trigo ao vento---estética---decide juntar-se ao nosso Capitão Tomates de Aço Dark Jonatã porque não quer mesmo ficar ali, quer é andar à pancada como macho que se preze.
James olha para o miúdo cuja memória apagou e pensa, se calhar o puto fode-se um bocado se ficar aqui sozinho, não?
-- Capitão, vamos -- gritou um dos elfos.
James virou a cabeça para o elfo que o chamara e quando voltou a olhar para o local onde estava o rapazinho, este tinha desaparecido.
-- Alto e pára o baile! Ó Jaime! Onde é que está a gaja?
-- Qual gaja?
-- A gaja que salvaste, foda-se! A gaja a quem tu “decidiste” qualquer coisa que nunca ficou esclarecido!
-- Ahm...
-- Espera lá...
-- ...
-- A MULHER ERA O VAMPIRO? A GAJA QUE SE ME APARECEU AQUI ESBAFORIDA DE HORRORES, DURANTE O DIA, ERA A VAMPIRA? QUANDO O ELFO OLHOU PARA “A MULHER” E GRITOU “É ELA” ERA ISSO QUE QUERIA DIZER?
[Jaime]
-- E A PEÇONHENTA ESTEVE ALI HORAS E NENHUM DESTES BICHOS DE ORELHA PONTIAGUDA E FARO MÁGICO SE APERCEBEU? FODA-SE, JAIME, A SÉRIO?
Fareja os ares um pouco, mas cão e chaval deram de fuga. Foram, a meu ver, os mais inteligentes nesta balbúrdia, e provavelmente não só escaparam da guerra como desta atroz narrativa. Jaime, sem pensar mais, baza.
-- Jaime, qual foi a intenção deste capítulo?
-- Como assim?
-- Para que é que isto serviu.
-- Então, dei cabo de uma vampira VIL e MÁ.
-- Está, e então?
-- Como assim, e então?
-- Qual é o propósito?
-- Não estou a perceber.
-- Em que é que isto contribuiu para a narrativa? Não te acrescentou nada. Não fizeste nada. Passaste o testemunho a um elfo a quem deste um substracto homoerótico, atrevo-me a dizer, bem forte, mas não evoluíste como personagem. Não mostraste qualquer emoção se...
-- Curei um pobre e inocente rapaz!
-- Que é o mínimo que deves fazer como capitão em guerra, e com um poder que já devias era ter utilizado em literalmente todos aqueles que estão a passar por esta merda e a sofrer na guerra.
-- Mas conhecemos uma vampira.
-- PARA QUÊ, HOMEM?
-- Foda-se, então não se vê que sou um exímio capitão?
-- ...
-- ...
-- Isto é tipo jogo da bolacha, para ti, não é? Tu és tipo aqueles gajos narcisistas com fetiches findom [vão ao google que esta não vos explico, caralho]? Gostas de nos ver aqui a ler sobre a tua projecção máscula num gajo que só existe para abanar falos tipo He-Man se ele fosse o Magic Mike, mas o falar mal dá-te tusa, né?
-- ...
-- ...
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Anteriores:
Capítulo 1 - Maré de Trevas
Capítulo 2 - Novo Herói
Capítulo 3 - Memórias
Capítulo 4 - Dahaka
Capítulo 5 - Medjay
Capítulo 6 - Emboscada
















