#3 Ein gets a new body #4 Ein is discharged from the infirmary #5 Happy Ever After
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#1 Happy tokumu-sansa Galigali #2 Sad tokumu-sansa Galigali
It is one of my favorite scene in Personal taste. It was kinda sweet that Jin Ho was willing to dry Gae In's hair. Kyaaahhh so sweet ^_^ The story is a little predictable but I am fond of guys who are cold but when they fell in love the mushy side comes out. So kilig hihi
Sei que to desaparecida e devendo minha terceira rodada de comentários sobre Coffee Prince e que não postei reviews já escritas e dos ultimos singles e babados (fortíssimos!) da Coraya, mas a correria não permitiu nada para mim além de voltar aqui pra postar essa review já pronta de Personal Taste.
Então vamos fazer um resumo simples e conciso de Personal Taste, este clássico recomendadíssimo O que tem de bom: Lee Minho fingindo que é gay.
O que tem de ruim: Lee Minho fingindo que é gay.
Sério, uma premissa básica dessas e acabaram não explorando tão bem quanto podiam um um plot cheio de pontos cômicos ou sérios que nem esse. Apesar de ser uma série agradável de assistir, ela não me marcou tanto porque nem a comédia nem o drama são fortes o suficiente. Se tivessem explorado melhor Lee Minho fingindo que é gay poderia ter sido um drama muito melhor.
Pro lado da comédia, as coisas mais engraçadas foram os momentos em que Jinho passava por cima de seu orgulho hétero e não esclarecia os maus-entendidos que faziam parecer que ele era gay. Quando ele começou a viver com a mocinha, a suposta homossexualidade também trouxe situações engraçadinhas, mas nada que faça o espectador rolar de rir, afinal, cenas da mocinha dando de cara com o mocinho pelado e mocinha enrolada na toalha procurando as lentes de contato no chão terminavam descambando pro romance, o que é válido já que era uma comédia romântica, mas perdemos várias oportunidades de rir com este tipo de situação. Esse bom-mocismo coreano vetou a comédia, mas não foi esse o principal ponto defeituoso da trama com um todo. Haviam muitos pontos para focar e isso acabou tirando o foco da premissa básica do drama. No geral a parte cômica mostrou seu ponto alto com o timing cômico do Lee Minho na cena em que ele fica com vergonha de comprar absorvente pra mocinha. Mesmo todo sério, soube fazer rir. E já que a comédia era baseada nos maus entendidos, é válido ressaltar que souberam pesar a mão direitinho quando a comédia ia fazer graça com estereótipos homossexuais. Pra um país tão estritamente heteroafetivo, foram muito delicados ao tocar no assunto, o que é bom, mas talvez essa delicadeza tenha sido tanta que beirou o superficial.
Não sei se por um medo de entrar no assunto que é tabu ou se porque a história era só uma comédia romântica, a homossexualidade não foi discutida, mesmo tendo sido ela decisiva na história de muitas maneiras diferentes. O foco dramático acabou se tornando a história da construção da galeria de arte e, por fim, a inimizade entre JinHo e seu concorrente tomavam conta da trama, fazendo o atrativo básico do show se perder aí.
A trama acabou ficando muito superficial e não se aprofundou em nenhum aspecto psicológico de toda a situação. Tínhamos um heterossexual que se beneficiou profissionalmente por terem pensado que ele era gay, o que acabou despertando o interesse romântico do chefe, realmente homossexual. Achei essa relação mal explorada e o mocinho acabou ficando com uma imagem unidimensional, sem se comover o suficiente (pelo menos não o suficiente pra mim!) pela dor do diretor Choi, que inclusive se tornou um protetor dele e do casal. Este poderia ter sido um ponto de humanização do nosso herói, mostrando alguma comoção com o sofrimento pelo qual fez o chege passar já que ele esconde o fato de ser gay e ainda ama um colega que assume, depois, que não é gay nada. Todas as frustrações deste personagem ficaram de lado e acabaram sendo mais exploradas na amizade que ele construiu com a GaeIn do que na relação dele com o JinHo. E quando achei que o mocinho ia sentir na pele o preconceito por ter que se assumir, a história se detinha em uma briguinha entre ele e ChanRyul e pronto, não se discutia mais como é difícil ser homossexual naquela sociedade. Um prato cheio, mas mal executado
Como dito, não sei se é realmente superficialidade ou só excesso de histórias a se contar: o passado da família do Jinho, os traumas de infância da GaeIn se alternavam como foco da trama também, e acabaram tão mal explorados quanto os dilemas homossexuais ou a comédia. A resolução dos conflitos se dava com uma facilidade invejável. Dramas enormes se resolviam com pequenas soluções. Pra mim não colou muito.
Que beijo, viu Lee Minho! Que beijo!
Quanto ao casal, foram fofos e ai, como eu queria um Lee Minho "me fazendo mulher" e cuidando das minhas cólicas! Mas uma coisa me incomodou. A relação se construiu de uma maneira legal e fofa e o maior dilema deles quando começaram a se relacionar como homem e mulher (héteros!) foi a questão sexual. Como tradicional na Coréia, a mocinha é super conservadora e o mocinho é só um homem normal com desejos e vontades, mas sempre tratado como um pervertido e nunca vi mulher nenhuma nesses doramas cedendo aos desejos da carne de maneira fácil. GaeIn era a típica mocinha que não queria nada minimamente mais sexual do que uns beijinhos e Jinho, muito mais maravilhoso do que outros protagonistas insistentes, era muito compreensivo em relação a isso. No entanto, ele era feiro de carne, osso e a carne, meus amigos, é fraca! Vimos algumas tentativas de convencer GaeIn a liberar geral e parabéns a ela pela resistência às investidas de um cara interpretado por Lee Minho, mas parabéns ainda maiores pra ele, que nunca ultrapassou os limites do respeitável. Tudo ia bem (era sexualmente frustrante, mas aceitável) até o momento em que a mocinha desiste completamente de todas as suas convicções e motivos para não transar com o Lee Minho e só porque ele tá com febre (Curar febre com sexo, quem nunca?) e fez um projeto inspirado num presente que ela deu a ele ela vai lá e... resolve transar com ele. Nada contra o Lee Minho, pelo contrário, eu que não tenho convicção nenhuma contra transar quando se tem vontade teria transado logo na primeira vez que visse ele de toalhinha rondando pela minha casa, mesmo se eu achasse que ele era gay (foca na carne fraca!). Mas a mocinha tinha todos os motivos dela para não querer transar e ele, mesmo pensando o contrário viveria bem com a decisão dela, só que, de repente ela decide que a melhor maneira de selar a reconciliação é cedendo às investidas (bem sutis, por sinal) do JinHo. Gente, se lá os relacionamentos já são fadados ao casamento e ela logo logo foi pedida em casamento, porque não adiantaram o casamento e ela só transou depois de casada? Parece que é só aparecer um homem bonito e cheio de hormônios querendo comer seu kimchi que você esquece das suas convicções. Calma, gente!
Ok, tem também a teoria de que ela pudesse estar confusa desde o começo, sem saber se queria transar ou não e o JinHo ser um fofo delicioso e sarado só acabaram com as dúvidas dela, mas ainda assim, ele também ouviu os argumentos dela e no entanto quem é que teve que ceder? Ela, né? Nada de ele ficar na mão por uns tempos até casar. Achei uma pressão desnecessária sobre ela, transar é uma decisão pessoal e cada um deve respeitar a sua.
Até parece que eu sou essa conservadora toda, mas sou uma pessoa de convicções e sou a favor das pessoas defenderem as suas. Fiz umas críticas meio sérias, mas não se deixem levar pelas minhas divagações filosóficas! Personal Taste é um drama bem legal e um ótimo entretenimento. E claro, tem Filé Minhão de toalhinha.