hi there!! thank you for the ask:) I'll answer these based on the wip I worked on today, my sequel fic to there is a light that never goes out if thats okay<3
10. What is the last line of dialogue youâve written?
Narrowed eyes and a huff, she pointed to the bathroom. Yet another silent directive. Brush your teeth and get to bed, Christine, Youâre late.
12. What emotions do you expect your readers to feel?
ummmm, for this time around, I'm expecting my readers to feel a bit nervous and empathetic for how much angst our girl Chrissy is going through!! give this girl a break~ (@ myself lol)
14. What have you been finding frustrating with writing this chapter/fic?
I guess what's frustrating for me (as per usual) is the editing process. I've written a lot for the sequel story for jonathan x chrissy, but rereading my work and fixing up loose threads and mistakes just take me a very, very long time compared to some of these seasoned veteran fic writers.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
â Live Streamingâ Interactive Chatâ Private Showsâ HD Qualityâ Free Actions
Free to watch âą No registration required âą HD streaming
So err probably not in Sonnet 29 universe. That fic feels standalone and sort of special to me, to be honest. They were also married and very much in love, I donât think they would invite Anthony into their marriage (especially as he couldnât meet her eye after he overheard them haha)
BUT⊠I was planning a Christmas threesome as a follow up to Driven To Distraction⊠and you have given me an idea - it could be in the billiards room of Bridgerton House. A spirited game of billiards turns filthy. Itâs modern AU though.
I will likely post other threesomes before then as itâs more than 6 months away. I have one threesome request (but itâs fluff only) and a possible sequel featuring a threesome. Once Iâve cleared a few more wips I may open to threesome requests đŹđ
Thank you so much for this message, itâs given me food for thought đđ§Ąđ§Ą
Uma nota mais positiva: Algumas alusÔes e participaçÔes de bruxas do Discworld de Terry Pratchett (ou seus descendentes imaginårios). Eu sei que eles não estão no tempo ou lugar do universo GO, mas Anathema definitivamente conheceria alguns se estivessem.
***
Crowley trancou a Pedra Filosofal de volta em seu cofre Ă s quatro da manhĂŁ. O reluzir dela lhe provocou um beicinho, mas ele logo refez sua carranca por baixo dos Ăłculos de sol antes de fechĂĄ-la e girar a tranca.
Em seguida, dobrou um mapa com vårios pontos marcados ao redor do Soho, sem nenhum significado próprio a não ser pelos padrÔes que a conexão deles fazia. Crowley pegou o bloco de papel sobrando e riscou mais uma combinação da lista recente de Anathema com a unha. A linha traçada ardeu um pouco no papel.
Era junho e uma sexta-feira. Crowley planejava pegar Adam naquela tarde. Adam perguntou se todos eles poderiam ir Ă parada naquele fim de semana, o que significava que Crowley dirigiria sozinho para Tadfield. NĂŁo tĂŁo sozinho, na verdade.
âSe nĂŁo consegue crescer direito, nĂŁo sei o que vocĂȘ espera que eu possa fazer. NĂŁo dĂĄ pra ensinar, ou vocĂȘ tem isso em vocĂȘ ou nĂŁo. Se parasse de hesitar tanto, vocĂȘ ... â
"EstĂĄ tudo bem, Crowley?"
Aziraphale havia entrado no corredor de chinelos e roupĂŁo. Ele pairou na outra entrada do conservatĂłrio, seus olhos preocupados ainda semicerrados pelo sono.
âHum, sim, claro, anjo.â disse Crowley rapidamente. Pegou uma samambaia paulistinha, que tremeu tanto que um de seus brotos desprendeu-se. Apanhou o minĂșsculo clone com a mĂŁo oposta sem olhar. Olhando para a clarabĂłia escura, ele suprimiu um suspiro. Nem percebeu que Aziraphale jĂĄ tinha ido para a cama, ele estava muito concentrado na pesquisa. "Eu vou, hum, bem, vou sair. Volto em breve. â
No parque St. James, Crowley pegou a pĂĄ com um pequeno salto enquanto puxava os materiais habituais da mala do Bentley. Olhando uma vez para o canteiro do parque antes de se estabelecer em seus calcanhares, ele deu Ă samambaia paulistinha um sermĂŁo antes de se concentrar no canto perto de uma fileira recente de lavandas em flor. (Plantou o broto perto delas.)
Crowley olhou por cima do ombro. A mulher de cabelo encaracolado exibia um sorriso fino Ă luz do amanhecer. Parecia um sorriso pronto para causar problemas, entĂŁo Crowley sorriu de volta.
"Dei um pulinho lĂĄ", respondeu ele, dando tapinhas no solo. "NĂŁo que ela tenha notado."
"Não causou nenhum rebuliço?"
"Eu fiquei de boa." Crowley riu um pouco e sentou-se sobre os calcanhares. Enquanto ele distraidamente endireitava as folhas da samambaia, observava os patos saindo do lago e sacudindo gotas de ĂĄgua de suas caudas. As aves inspecionaram as cascas de pĂŁo da mulher, entĂŁo cada uma deu uma bicada rĂĄpida, observando-a o tempo todo, primeiro com o olho esquerdo, depois com o direito.
Crowley riu de novo, e quando isso despertou um sorriso nela, ele puxou o colarinho, fingindo que aquilo nĂŁo o fazia se sentir melhor sobre aquela noite.
Ela perguntou: "E como te chamam, quero dizer, quando vocĂȘ resolve responder?"
"Seu nome de rua, entĂŁo?" acrescentou Elly, e Crowley percebeu que se distraĂra por muito tempo.
Ele jogou a pĂĄ para a mĂŁo oposta. âDesculpe, uh, eu sĂł... Crowley, Anthony J.â
âO que significa o 'J'?â
Ele deu de ombros. "SĂł um 'J' na verdade."
âSuponho que todo mundo precisa de um ar misterioso.â Elly jogou outra casca de pĂŁo. "Anthony, entĂŁo?"
âCrowley. Nem mesmo minha mĂŁe me chama de Anthony. â
"E irmĂŁos?"
âUma perda de tempo a maioria deles, quase sempre.â Crowley pensou em Raphael sem querer. âPra ser honesto Ela nĂŁo fala com nenhum de nĂłs, entĂŁo acho que isso significa que somos todos iguais, mas eles agem como se fossem melhores. Ensimesmados, sabe.â
âEntendoâ, disse Elly. Ela repuxou as bordas do saco plĂĄstico e pescou outra casca. "Talvez ela nĂŁo saiba o que dizer."
âEh, todo mundo precisa de mĂŁe, Ă s vezes. Claro que vocĂȘs voltarĂŁo a se falar. â
"Como seus irmĂŁos fariam?"
"Bem, seus filhos nĂŁo podem ser todos babacas." Crowley sorriu, "a menos que seja hereditĂĄrio."
"Então entende a minha preocupação."
"Isso pode ser o que faz tudo dar certo", disse, e ficou encantado ao trazer o sorriso dela de volta.
Rindo, Crowley se levantou e esticou um braço sobre a cabeça, depois o outro, sorrindo aos primeiros raios quentes do sol. Talvez ele pudesse voltar e dormir uma ou duas horas na sala, pensou. Aquecer suas escamas Ă luz da estrelinha, pensou sobre a pedra, fazer com que ela pareça Ăștil. E faria bem a ele, deixĂĄ-lo pronto para lidar com a prĂłxima pĂĄgina das anotaçÔes de Anathema.
Crowley juntou as mĂŁos num tapa, decidido. âEspero que tudo dĂȘ certo pra vocĂȘâ, disse ele. âEu tenho coisas para fazer, lugares para estar.â
âBom dia, boa tarde e boa noite, irmĂŁs e familiaresâ, disse Amity, abrindo a capa de seu caderno. Ela jĂĄ tinha o itinerĂĄrio traçado.
Houve um coro de saudaçÔes em um espectro que ia de bruxas eufĂłricas Ă s sonolentas, enquanto ela verificava os nomes em uma lista. âĂ bom ver todas vocĂȘs. E Beryl, vocĂȘ se juntarĂĄ a nĂłs logo? "
Hastur chegou cedo, tendo decidido encher todos os 95 andares da escada com fumaça de cigarro. Entrando no saguĂŁo, ele apagou seu Ășltimo cigarro no âiâ de uma placa de Proibido Fumar e enfiou o toco atrĂĄs da orelha. Nesse momento, o elevador abriu e Lorde Beelzebub chegou com o resto de sua comitiva: Dagon, Mammon, Abaddon, Discord e um dos Legion para carregar os suprimentos e sacolas com lanches.
O Senhor das Moscas gesticulou para que Legion deixasse a bagagem e assumisse a posição de segundo guarda na porta da sala de conferĂȘncias. JĂĄ havia um anjo lĂĄ, um mensageiro em prata, e quando o demĂŽnio da horda a viu, ele sorriu tĂŁo brilhantemente que cintilou.
Enquanto o resto dos demÎnios passavam pela porta, o anjo contraiu um dedo e consertou o ponto queimado na placa de Proibido Fumar. Hastur lhe lançou um olhar sombrio (como de costume), mas ela apenas sorriu educadamente.
âAchei que ele disse que era professor de TIâ, disse Sandalphon.
âTodo mundo tem um trabalho diurno.â
"Isso vai tomar todo o nosso dia, meus senhores?" Mammon bufou, caminhando com dificuldade em direção à mesa.
âSem dĂșvida vocĂȘ tem algumas almas inocentes para esmagar sob o calcanhar do capitalismo tardio assim que sair daqui.â, disse Uriel sombriamente.
âTodos nĂłs temos nossos hobbies,â o demĂŽnio da GanĂąncia gargalhou. Suas joias tilintavam enquanto ele caminhava. "NĂŁo finja que vocĂȘ nĂŁo ficarĂĄ triste ao vĂȘ-los partir, raio de sol."
âFicarei feliz quandoââ
Michael pigarreou no momento em que Beelzebub ergueu a mĂŁo em advertĂȘncia. Ambos os lados pararam de discutir imediatamente.
"Myriad", disse o prĂncipe, sem se virar, "se vocĂȘ quiser."
"Legion", acrescentou Beelzebub incisivamente. Os guardas anjo e demĂŽnio assentiram e saĂram para o saguĂŁo, fechando as portas atrĂĄs deles.
Michael girou nos calcanhares e se juntou a eles. "Senhores e vassalos, bom dia", disse, pegando seu prĂłprio arquivo. Nivelou suas bordas com alguns toques cuidadosos. âTenho certeza que sabem, temos muito em nosso itinerĂĄrio.â
Vendo outra placa de Proibido Fumar prĂłxima da mesa deles, Hastur acendeu o cigarro no polegar.
"JĂĄ que estamos todos nos dando bem como de costume, vamos começar", disse Michael, ignorando-o propositalmente. âQuais sĂŁo os seus relatĂłrios?â
Dagon tirou vĂĄrias pastas de anotaçÔes de uma valise e começou a distribuĂ-las. Cada arquivo tinha aproximadamente trĂȘs dedos de espessura.
âComo eu disseâ, murmurou Beelzebub, abrindo o arquivo com um movimento rĂĄpido de uma das mĂŁos. âNĂŁo estamos trazendo exatamente boas notĂcias. E vocĂȘs?"
Gabriel e Uriel imediatamente pareceram envergonhados.
***
Tudo começou com as abelhas. O prĂłprio Gabriel era um fĂŁ de formigas de fogo, apesar de uma inclinação para o frio, e entĂŁo essas e as colmeias de Uriel do Ăden foram convocadas para enxamear e atacar as metrĂłpoles locais assim que os arcanjos pousaram na costa.
Gabriel tossiu de novo, desta vez com mais força. Ele sentiu suas penas estremecerem. Que cheiro era esse? NĂŁo era almĂscar, mas havia algo definitivamente territorial nisso. Algo que tocou seu senso de julgamento angelical, especificamente.
âVocĂȘs devem estar muito aliviadosâ, disse aquela chamada Tiffany.
Gabriel e Uriel trocaram um olhar preocupado.
"NĂŁo", disse Gabriel, "para ser honesto."
"Que pena.."
***
âOs enxames costumavam arrasar. Quero dizer, literalmente â, disse Gabriel, cruzando as mĂŁos sobre a mesa. Ele tentava sorrir com confiança, e percebendo que seu joelho começava a escorregar por baixo da mesa, se contraiu um pouco. Enquanto isso, Uriel fez uma careta.
âAs bruxas nĂŁo deveriam ser apicultorasâ, disse ela. âPrimeiro as flores, agora as abelhas. Elas nĂŁo podem deixar nada em paz? â
âNĂŁo olhe para nĂłsâ, disse Beelzebub. "Quem sabe de onde as bruxas obtĂȘm seus poderes?"
***
âA mĂĄquina de fumaça serviu direitinho, Sra. Proustâ, disse Tiffany. Ela tinha acabado de descrever o esforço conjunto. "Foi uma bela rasteira nessa farsa angelical."
âNĂŁo hĂĄ nada que espante mais as forças do bem ou do mal que efeitos especiaisâ, disse a Sra. Earwig, que ocupava a tela nomeada Pests4Pets. "Com isso podemos concordar, Eunice."
âSĂł com isso, Lettice, queridaâ confirmou a sra. Proust.
"Mas nĂŁo saberĂamos do cilĂcio na fumaça de apicultor se vocĂȘ nĂŁo tivesse nos contado, Tiffany, querida", acrescentou a Sra. Proust com orgulho.
âOuvi de um especialistaâ, Amity disse com um aceno de cabeça, riscando âAbelhasâ do itinerĂĄrio. "Uma das amigas da minha filha."
"Mas o rio subindo", acrescentou Luny com entusiasmo, exibindo seu sorriso brilhante por trĂĄs do nickname TidesWillTell. "deu um jeito nas formigas."
âNo entanto, estamos muito sobrecarregadasâ, admitiu Amity. Ela bateu com a caneta no prĂłximo assunto em questĂŁo. "Acho que nĂŁo estamos dizendo que os fundos para viagens privadas foram uma dĂĄdiva de Deus desta vez?"
"Vamos apenas dizer que foram enviados por mim", disse a mulher afetada por trĂĄs do nickname Lady_of_Lancre. Ela usava cristais de bom gosto. "O que me lembra, o que aconteceu ao sul do Equador?"
Uma tela no fundo estava vazia, pois a Sra. Happenstance precisou vir pelo lago, mas Beryl chegou e retomou seu tricĂŽ. "Sim, quem ficou com esse?" ela perguntou alguns minutos antes do tempo.
âAh, acho que vocĂȘ fala melhor, Perditaâ, disse a ferreira Ă sua direita. AtrĂĄs do nickname na tela NittNPretty, Perdita, cujo nome Ă s vezes era Agnus, sorriu.
***
âO que nos leva ao seu negĂłcio na Ăfrica Orientalâ, disse Michael com certa exasperação, e olhou com relutĂąncia para Hastur.
"Sim, Hastur, como isso funcionou, jĂĄ que vocĂȘ nĂŁo trouxe DiscĂłrdia?" Sem querer encorajar a eficiĂȘncia, o Senhor das Moscas estava exercendo um pouco de Preguiça ao estender a mĂŁo sobre a mesa entre eles para pegar lanches.
Hastur e Discord se entreolharam e Hastur gemeu quando o senhor do conselho sorriu.
"NĂŁo hĂĄ muito o que contar", disse Hastur.
Beelzebub abriu um saco de batatas fritas. Por tradição, cada pacote nas bolsas continha algo frito, salgado ou coberto com açĂșcar â se nĂŁo, todas as trĂȘs coisas. Elu instruĂra Legion a comprar apenas comidas que quebrassem ruidosamente e deixassem migalhas. Agora elu lançava um olhar penetrante a Hastur. "EntĂŁo, seja rĂĄpido."
Hastur apagou sem pressa o cigarro na parte que sobrava brilhante e limpa da mesa e abriu a pasta em seguida. Ele nĂŁo iria, decidiu, dar mais detalhes do que o necessĂĄrio.
***
Ela era magra como um trilho, um trilho de ferro para ser exato. Qualquer outra pessoa sentada nos degraus da arquitetura brutalista pareceria pequena, e essa era a intenção. Sentava-se como se o lugar fosse um castelo conquistado por ela. E os administradores se lamentavam.
Em seu entorno e dos cem membros de Legion consigo, havia o caos. Hastur podia sentir como ele rasgava o ar, girando como uma tempestade. Mas ela era a calma em seu centro. Entre os dedos, ela segurava algo longo e fino, cor de osso, como uma caneta ou a batuta de um condutor. Ele estremeceu. Afinal, havia uma razĂŁo para os prisioneiros estarem cantando, e era porque os guardas da prisĂŁo estavam chorando.
âAbençoada seja,â ele sibilou quando uma punhalada de dor prateada subiu por seu calcanhar. Marcas nas pedras de um laranja escuro, brilhavam brancas em cada ladrilho onde um demĂŽnio estava. Foi como pisar em uma armadilha espiritual para ursos.
Perplexo, mas mais acostumado à dor, um dos membros de Legion se abaixou para desamarrar os sapatos e escapar. Ele gritou quando os laços se transformaram em pequenas cobras e morderam seus dedos.
"NĂŁo toque neles, seu idiota", disse Hastur. "Essas sĂŁo limalhas de ferro."
Hastur olhou para a mulher novamente, e ela sorriu. Estremecendo de fĂșria, imediatamente faminto por vingança, Hastur estava pronto para se dividir em uma de suas formas favoritas, para romper a realidade como uma horda de vermes, uma torrente de lodo fedorento e bocas famintas prontas para consumir a rua inteiraâ
Mas Hastur jĂĄ havia enfrentado bruxas antes. Em vez disso, ele cuspiu o cigarro, enviando um pequeno enxame de minhocas pelo estacionamento. Assim que atingiam qualquer alvo, elas chiavam e estouravam como cachorros-quentes minĂșsculos cozidos demais.
A mulher sorriu. "O que acha que acontece com os monstros que prendem inocentes indefesos em torres de pedra?"
O reverendo gritava por ordem, pelo menos com um aceno de mãos. Isso apenas aumentou o caos. Em um momento de inspiração, Legion começou a puxar clipes de papel e elåsticos de seus bolsos e fez um estilingue com os dedos para incomodå-los.
"Tenha cuidado, duque Hastur", disse a bruxa, e entĂŁo, para sua surpresa, ela gritou:
Diz-se que ele fez sua jornada terrestre e perdeu
o que ele procurava.
Diz-se que o derrubaram
e cortaram seus membros para fazer lenha. [X]
Hastur estremeceu e esqueceu as farpas. "O que estĂĄ falando, sua ave velha?"
"NĂŁo conhece a histĂłria em que estĂĄ preso?" ela disse, e se levantou. A tempestade de caos ao redor dela aumentou, como se seu poder o tivesse empurrado. Ainda assim, a cantoria ecoou pelas ruas e os guardas choraram. "Um tentador como vocĂȘ deve saber agora, se vocĂȘ nĂŁo encontrar sua prĂłpria histĂłria, vai acabar um peĂŁo na de outra pessoa."
âEu nĂŁo dou a mĂnima para histĂłrias de homens mortosâ, disse Hastur.
âE que tal sapos mortos?â A bruxa sorriu desagradavelmente para o familiar anfĂbio empoleirado na cabeça de Hastur. "Aqueles fervidos lentamente em uma panela?"
"E quanto a mim?" perguntou o Legion mais prĂłximo, inutilmente.
Por fim, os prisioneiros saĂram para a rua e partiram em alegre procissĂŁo, para grande alĂvio de Hastur. Naquele momento, a bruxa se levantou, sorriu e entĂŁo desapareceu. No mesmo instante, os sigilos fumegaram e se apagaram, suas linhas quebradas em nada mais do que grafite abandonado nas pedras.
âLorde Beelzebub nĂŁo ficarĂĄ feliz com issoâ, disse Legion.
âDe acordo com nossos arquivosâ, disse Dagon, âesta âAgnus Nittâ tem uma... segunda personalidade.â
"Mas o que vocĂȘs sabem sobre elas?" perguntou Michael.
"Ela era amiga de uma bruxa chamada Weatherwax", disse Dagon, e estremeceu. "Aparentemente, no momento em que ela contou a histĂłria, ela ... se tornou real."
Hastur estremeceu novamente: âDe qualquer forma, ferimos a equipe com furĂșnculos, sĂł para dizer que fizemos algo, mas nĂŁo acho que estamos lidando com pessoas boasâ.
DiscĂłrdia vinha alterando sua coleção de sinais distraidamente enquanto Hastur explicava. âO ferro frio queima, vocĂȘ sabeâ, disse ele a Michael. "VocĂȘs nunca disseram que havia humanos que ainda soubessem como forjar ferro frio."
âNosso prĂłximo agradecimento vai para Claire Shimmyâ, Amity anunciou. Ela riscou " Campo de reeducação".
"O que posso dizer. Eu conheço pessoas, âdisse Claire com um encolher de ombros e um tilintar de brincos. "Eles demitiram vocĂȘ depois, Geoff?"
âEles me contrataram apenas para trabalhos de TIâ, disse o homem sentado atrĂĄs da tela de nome [email protected]. Ele usava um protetor de bolso para canetas. âEles nĂŁo podem provar nada.â
âEu sĂł queria ter visto o rosto do anjoâ, riu a Sra. Treason. Seus prĂłprios olhos estavam embaçados hĂĄ muito tempo, mas ela poderia ter visto qualquer coisa, desde que tivesse um par de olhos para emprestar. Ela alisava as penas de uma coruja enquanto falava. "Conte-nos tudo sobre isso, Geoff."
Sandalphon havia planejado isso por semanas. Tudo começou com tempestades chegando e se dissipando por um mĂȘs. Ele a imaginou como algo semelhante ao desastre dos Filhos de CorĂĄ: uma boca aberta na terra, devorando avidamente os pecadores orgulhosos e desavisados ââem um sĂșbito instante de calamidade.
Em um muro baixo ao redor de um pedaço de verde cultivado, um jovem com um protetor de bolso estava sentado sozinho. Ele era o tipo magro que parecia se esquecer de alimentar qualquer coisa que nĂŁo fosse sua mente, mas seus olhos brilhavam, como se isso bastasse. Havia um livro em seu colo. O livro era precisamente o tipo de volume, pensou Sandalphon, que incorporava a palavra âtomoâ.
âNĂŁo tema,â disse Sandalphon superficialmente, entĂŁo franziu o cenho.
O homem partiu outro talo. "NĂŁo temo, geralmente", disse ele.
Foi uma resposta extremamente razoĂĄvel. Sandalphon ficou surpreso. As pessoas nĂŁo costumam responder razoavelmente aos anjos. Elas geralmente entram em pĂąnico ou rastejam.
âNĂŁo precisa se preocupar. EstĂĄ tudo sob controle â, acrescentou o homem. âEu prefiro muito mais uma abordagem reformativa. O problema serĂĄ resolvido ââ ele olhou para o relĂłgio e quebrou outro pedaço de aipo ââ em aproximadamente cinco minutos â.
"Não sabe, jovem", disse Sandalphon, "que a vingança pertence ao Senhor?"
"NĂŁo estou aqui para brincar com gente como vocĂȘ, um trabalhador comum, um pastor, um ..."
"Um professor adjunto", o homem o lembrou pacientemente. "Eu sei. VocĂȘ estĂĄ aqui por causa de Dean Farewell. "
Sandalphon balançou um dedo em advertĂȘncia. âEsse homem estĂĄ liderando um culto!â ele fumegou. âComo qualquer rebelde, ele serĂĄ mergulhado nas profundezas do Poço ...â
âO quĂȘ, MefistĂłfeles? Ă a hora do almoço dele." O bode continuou a olhar para Sandalphon enquanto ele mastigava o Ășltimo talo de aipo.
O homem olhou para o relĂłgio novamente. âPor favor, me desculpe,â ele disse. Levantando-se, ele puxou algo do bolso. Era quadrado e de plĂĄstico, e chacoalhou quando ele o moveu. Ele pressionou algo de um lado e uma tampa se abriu. Continha vĂĄrios pedaços de giz, de cores diferentes.
O ponteiro dos segundos encontrou o ponteiro das horas e o professor curvou-se sobre a complexa teia de linhas e letras. Pareceria alquimia, exceto que as letras eram mais antigas do que o latim.
Ele escreveu mais uma letra e disse algo muito baixinho.
Algo se ergueu do chĂŁo sem deixar um buraco para trĂĄs. A figura piscou uma vez, entĂŁo tirou um par de Ăłculos de leitura. Tinha um rosto familiar e parecia ligeiramente translĂșcido.
Dagon olhou para o cĂrculo. Ele suspirou. "NĂŁo hĂĄ muito que eu possa fazer sobre isso, acredito." O demĂŽnio olhou para Sandalphon em seguida. "Pensei que tivesse isso resolvido."
Geoff disse: âĂ sobre Jimmy Farewell. Eu fiz o que pude do ponto de vista de TI e preciso que vocĂȘ faça o resto. Ă sobre a pasta em seu computador pessoal chamada âImpostosâ â.
"Simplesmente era mais razoĂĄvel cooperar", explicou Dagon, deixando cair sua pasta sobre a mesa. âO homem claramente conhecia a versĂŁo original da Chave de SalomĂŁo. TerĂamos ficado presos lĂĄ o dia todo, ou em alguma caixa amaldiçoada pelo resto da eternidade. â
âE as doaçÔes de campanha dele corromperam a justiça em cidades por todo o paĂsâ, acrescentou Uriel a contragosto. âComo ele acabou com um bruxo homem em sua equipe? Sem falar na cabra, qual era o nome dela? â
âA Terra estĂĄ estranhamente estĂĄvel desde entĂŁoâ, disse Sandalphon miseravelmente. "Espere, o professor era um bruxo?" Gabriel perguntou curiosamente. "Eu pensava que sĂł mulheres fossem bruxas."
"Um equĂvoco comum", disse Michael improvisadamente.
"Falando nisso", acrescentou Dagon, e se encolheu.
A pequena mulher com o nome de tela Shuckle @ theBar endireitou-se na cadeira. A sala atrĂĄs dela estava cheia de livros de uniformes com filigrana de ouro. Pelo tamanho da tela, era difĂcil dizer se eles eram de natureza mĂĄgica ou legal, embora Ă s vezes para ela englobassem a mesma coisa.
Ela ajustou os Ăłculos e juntou as pontas dos dedos com tanta perfeição que teria deixado e prĂncipe Beelzebub com inveja. AntĂgona sempre usava terno para as reuniĂ”es. Ela trabalhava de graça â a menos que se considerasse o terror dos Ămpios como salĂĄrio.
âPara a cidade de Nova York?â Amity perguntou espantada.
âSim, e hĂĄ algum debate sobre a inclusĂŁo de Jersey para uma boa medida.â
***
"VocĂȘ foi banido por ... um advogado?" perguntou Dagon, perplexo (mas ainda fazendo anotaçÔes extensas com entusiasmo).
âFoi muito bem organizadoâ, admitiu Michael com relutĂąncia. âFomos recebidos com uma intimação ao pousar. E ela tinha tudo em ordem de alguma forma, mesmo com a cidade mergulhada na escuridĂŁo. â
âEles nos deixaram esperando do lado de fora da sala do tribunal por sete horas,â Gabriel fumegava de raiva.
Abaddon caiu na gargalhada. Sua armadura e armamento chacoalhavam como se fosse um centro de reciclagem.
âAs palavras exatas sĂŁoâ ordem de restrição ââ, disse Uriel, estudando o documento. "O juiz administrativo era Chives ou algo assim", disse Gabriel, mexendo-se desconfortavelmente em sua cadeira. âEla disse que, se houvesse o oposto de dar a chave da cidade, nĂłs merecerĂamos.â
Hastur havia feito um cinzeiro com um dos cartazes roubados de DiscĂłrdia e estava atualmente em seu oitavo toco. Ele encolheu os ombros. âEntĂŁo diga a eles que a praga da escuridĂŁo foi um blecaute e culpe outra pessoaâ, disse ele.
" As açÔes da Sra. Gogol estavam dentro dos limites do bem legal â, explicou Michael.
âEntĂŁo vocĂȘ estĂĄ dizendo que eles jogam melhor que vocĂȘs?â zombou DiscĂłrdia.
"Do que nós?" A correção veio sem pressa enquanto Hastur acendia outro cigarro. Discórdia ficou carrancudo.
Michael nĂŁo vacilou, mas a duração de seu olhar antes de falar deu a entender que ele estava lutando para ter paciĂȘncia. âHĂĄ muito que podemos fazer sem uma maneira de impor a ordem e o caos de ambos os ladosâ, disse ele.
âAs bruxas sempre foram um entrave nas engrenagens do Grande Planoâ, apontou Sandalphon. âSempre encrenca. Como naquela vez, elas trouxeram de volta um de nossos profetas para... â
Michael bateu com o dedo na Ășltima pasta. âDe agora em diante, devemos parar com as comunicaçÔes pelo rĂĄdio.â
âCertoâ, disse Belzebu. âMas se nĂŁo hĂĄ evidĂȘncias suficientes para destruir a humanidade, de que outra forma poderĂamos acabar com o mundo?â
Michael considerou isso. âSem os Cavaleiros, trabalho extra serĂĄ necessĂĄrio.â Ele lentamente juntou as pastas e as empilhou uma em cima da outra. âSugiro que tiremos alguns dias de folga e pensemos em nossos canais de comunicação. Veja se hĂĄ alguma maneira de superar essas bruxas. "
âNunca conheci um perfeccionista que gostasse de si mesmo.â A Sra. Treason usava sua webcam como meio de ajustar uma prĂłtese que lhe dava um nariz adunco.
Amity eliminou o Ășltimo item de suas listas. âBem, todas vocĂȘs tĂȘm suas atribuiçÔes para esta semana. Mesmo horĂĄrio no prĂłximo domingo? â Houve um coro de vozes. Uma a uma, as telas foram apagadas.
Eventualmente, Amity ficou com apenas um quadrado no canto superior de sua tela.
"O mesmo." Eric nĂŁo conseguia parar de sorrir. Sigilos e artimanhas Ă parte, ele estava mais do que animado por estar nesta reuniĂŁo, mesmo que apenas pela companhia.
"VocĂȘ fica de guarda com frequĂȘncia?" perguntou Myriad.
âPrefiro isso a fazer relatĂłrios. O duque Hastur especialmente, pode ser desagradĂĄvel, embora nĂŁo seja nada comparado ao Conselho. "
"Oh, deve ser." As bochechas de Myriad coraram em um tom rosado quando ela sorriu. Eric nĂŁo conseguia disfarçar o quanto ele gostava de vĂȘ-la assim. Ela disse: âAs coisas devem ser muito diferentes lĂĄ. NĂŁo consigo nem imaginar. â
âVocĂȘ nĂŁo deveria. NĂŁo adianta duas pessoas sofreremâ, disse Eric. Ele fazia malabarismos com sua lança de mĂŁo em mĂŁo.
"Oh." Eric tentou pensar em outra coisa para dizer, mas de repente estava muito distraĂdo pelo estado de seu braço, entĂŁo tudo que conseguiu pensar foi, âUmâ e âEr ...â por alguns segundos.
"E LĂĄ Embaixo?"
âOh, nĂłs temos muitas hordas. Acho que a maioria delas caiu. â
Os olhos de Myriad mudaram para um tom de verde preocupante.
"Sim." Myriad acenou com a cabeça. "Sim eu iria."
 ***
Houve um barulho na porta, e a anjo e o demĂŽnio rapidamente se separaram.
No momento seguinte, Hastur abriu a porta com um chute. "Bem, se vocĂȘs jĂĄ acabaram", disse ele, "eu tenho assuntos a tratar com um demĂŽnio a respeito de alguns cĂŁes."
"Seus demĂŽnios sabem falar sem serem grosseiros?" perguntou Uriel secamente.
"E vocĂȘ, bochechas de querubim?" Beelzebub perguntou a Gabriel.
âEu nĂŁo me lembro de peixe frito com batatas ser uma parte necessĂĄria do reconhecimento. MichaelâŠ?"
âNem o karaokĂȘâ, disse Michael brevemente, organizando as pastas uma por uma em uma maleta. Ele abriu o arquivo sobre Nova York novamente. âEmbora eu tenha ouvido alguns chamarem isso de divertido.â
Hastur não fez nenhum movimento em direção às portas. Em vez disso, ele vandalizava de novo a placa de Proibido Fumar com sua dedicação usual. Embora Gabriel achasse isso preocupante, ele percebeu que Michael poderia estar sugerindo algum reconhecimento particular deles.
"Vou falar com o balconista, depois coloco o papo em dia", respondeu Michael, ainda virando as pĂĄginas, preocupado.
"Hastur?" disse Dagon.
âVocĂȘ sabe que odeio essas coisasâ, disse Hastur. Ele chutou abrindo a porta da escada. "Vou quando tiverem uma data alternativa em caso de chuva, enquanto estiverem interessados."
"Como quiser." Dagon franziu a testa quando as portas do elevador se fecharam, chamando: "Bem, mandamos o elevador de volta quando descermos, sua alteza!"
âObrigadoâ, disse Michael. "Vou demorar meio minuto." Enquanto os nĂșmeros na porta do elevador eram contados, Michael colocou a Ășltima pasta na maleta e fechou-a. Hastur bateu a porta da escada, mas nĂŁo saiu.
"Estou rindo?" Hastur rebateu. Ele fez uma careta descontente, mas nĂŁo encontrou o olhar do prĂncipe. âDe qualquer forma,â ele murmurou, âQuer visitar uns criminosos de guerra â ou podemos cancelar. NĂŁo vai importar muito se vocĂȘ nĂŁo tiver tempo. â
"Sim," Michael concordou, contando os nĂșmeros dos andares em sua cabeça. "Bem, vocĂȘ tem uma longa descida." O elevador se abriu novamente. Michael nĂŁo entrou, mas segurou a porta. "A menos que queira continuar falando aqui?"
âJĂĄ cai uma vez. NĂŁo preciso de um replay. â
A porta se fechou atrås dele com uma batida maçante.
Dentro do elevador, Michael apertou o âLâ para o saguĂŁo. Ele apertou a maleta na mĂŁo quando sua prĂłxima respiração veio trĂȘmula por algum motivo. Fechou os olhos.
Another sequel to Iâve Been Hoping Youâd Be Somewhere Better Than This
by runaway_train
âAll Harry is interested in is having sex with you, making you cups of tea and telling you how gorgeous you are.â Zayn tells him over a bowl of Frosties a couple of days later.Â
Louis frowns at him. âLook, weâre not here to judge anyoneâs hobbies ok?â
Zayn laughs around his spoon before chewing and swallowing. âAll Iâm saying is you could literally ask him any way you want to and heâll be ecstatic.â
âYou sound like Liam.âÂ
He shrugs. âBecause Liamâs right.â
This is getting Louis precisely nowhere.
OrÂ
The one where Louis and Harry are getting married. Well, they will be, if Louis ever gets round to actually proposing.Â
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I am writing a delightful amount of Napoleon/Laurence today, so please have this excerpt from a sequel to Liberte (because I almost died writing it):
For awhile, Laurence thinks that's the end of it.
Then one day, after a rather exhaustive evening of rushing around the African coast searching for mushrooms, Granby casually asks, âWhat was he like?â
âI beg your pardon?â
âThe man,â Granby says. âThe one from more than a dozen years ago, that was apparently so entrancing you lost all good sense.â
Laurence glances around quickly, out of habit. They are the last two seated around a little fire on the edge of the wood; the other captains, desolate and fairly drunk, slunk off long ago. A few younger officers still seem to be chatting by Immortalis, far away, but surely cannot hear them. âI prefer not to dwell on him.â
âBad experience?â
âNot at the time, no.â
âYou said before,â Granby muses, âThat your indecencies far outweigh mine. I am sorry, but you cannot say such a thing and not expect me to be curious.â
âI daresay you would not believe the particulars if I told you.â
âWell I can hardly imagine why you would lie,â Granby laughs. âCome on, then.â
Perhaps it is the wine â foul, watery stuff made by the inhabitants of the Cape â or perhaps just the exhaustion of running around the coast in perpetual frustration, but brief insanity strikes hold of Laurence, because he answers:
âYou must understand,â Laurence begins slowly, âThat it was a very different time.â
âOh, it always is,â Granby acknowledges ruefully, taking a sip of his drink. He makes a face at the taste.
âWhat I mean is that the French Republic was only starting,â Laurence says, âAnd while England was naturally opposed to the results of the Revolution, we also took advantage of the fact that it was spurring new discontent in France's own colonies.â He pauses, hesitating a long while, and stares down into his own drink. âI was 17, and my ship was assigned to assisting the rebellion on Corsica.â
He feels more than sees Granby pause.
âAnd I was assigned translation duty along with a slightly older lieutenant-colonel,â Laurence continues, âWho spoke good French because he happened to have been a French officer, who had somehow got an exorbitant amount of leave-time that he had used to return to his home country...â
âNo,â mutters Granby, evidently not believing his own conclusions.
âHe was very courteous,â says Laurence, starting to flush. âAnd very... he had very strong opinions, and so we of course had many discussions... I also quarreled with my captain of the time, and.â Laurence clears his throat, half-holding his head with one hand to avoid looking at his lieutenant. â - I became rather intimate with Colonel Bonaparte - â
âNo,â breathes Granby again. His voice is a mix between horror-struck and gleeful. He repeats it:âNo. No. Tell me that is a fib â a truly genius one, I grant you, but...â
Laurence sighs, staring hard at the ground. â...I believe I still have some of his letters,â he says miserably, and Granby loses it.
Dean stood in front of the bathroom mirror, putting on eyeliner. Heâd gotten pretty good at it over the years, and was satisfied with the smoke that seemed to surround his eyes. He was so totally gonna to knock Castiel Novak off his feet.
That was a complete bluff, of course. Not so deep down, Dean was actually nervous about taking Cas to a movie. Though he wouldnât admit it, he had been crushing on the guy for the entire year, making it rather hard to focus in his Literature course. Needless to say, his grade was struggling. But Dean could never find it in himself to concentrate on anything but the stupid sweaters, or the goddamn sex hair, or the eyes that were a beautiful blue -- and were always focused on the front of the room, much to Deanâs chagrin.
The eyes staring back at Dean now were his own. He blinked and shook his head. He was not going to get all head over heels and mushy over some guy, gorgeous though he may be. Nope. He was gonna knock Castiel Novak off his feet.
A little ways away, about a seven minute drive from Deanâs dormitory, Castiel stood in front of his bathroom mirror, trying to tame his hair. His attempts were futile. Usually he would let it do whatever it wanted, and apparently it had been trained to look like he had just gotten out of bed. Castiel sighed and gave up. He was about ready -- he was wearing his favorite sweater vest, his best khakis, and of course his lucky bumblebee socks. Now all he could do was wait for his date. He tried not to have a heart attack thinking about the fact that Dean Winchester was actually going to pick him up and take him to a movie. A horror movie, sure, but Castiel would probably go watch Dora the Explorer with Dean if thatâs what he wanted to watch. He just would have to sleep with the light on tonightâŠ
Castielâs ears picked up the purr of Deanâs impala and he jumped. He grabbed his jacket from his bed and flew out of his room and down the stairs, to where Dean was now knocking on the door. Castiel opened it and couldnât help the wide smile that spread across his lips at the sight of Dean Winchester, the punk who didnât give two shakes of a ratâs ass, standing a bit shyly at the Novaksâ doorstep.
âHello Dean,â he said, still beaming.
Dean smiled back, his eyes portraying a bit of amusement and fondness. âHey, Cas.â
What he did next made Castiel breathe a little shocked âOh myâ. From behind his back Dean produced a rose. When Castielâs gaze moved from the flower to Dean he found that Dean was blushing and that he was staring at his shoes. He let out a little giggle and took the rose, putting the bud to his nose and breathing it in. âIâll go put this in a vase with some water, and then we can go. Is that okay?â
Dean just looked at him and nodded, grinning.
Dean watched Cas disappear into the house and tried to pull himself together. It was really hard, though. Castiel was being incredibly adorable and he didnât think that he even realized it, which meant it probably wouldnât let up. Under normal circumstances this would have called for a swig from his flask to dull the buzz of nerves, but not today. Nope, this date was too special to fuck up by even touching alcohol. Instead, Dean settled for screwing around with his lip ring instead.
When Castiel appeared again at the doorway -- seriously, itâs like the guy just popped into existence -- his blue eyes got slightly wider and his cheeks got slightly redder. Dean winked.
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The movie they were seeing was called Hell Hazers II: the Reckoning, and it wasnât at all scary in Deanâs opinion; the script was crap and it didnât make sense. Nonetheless, he noticed that sometimes Castiel would clench his fists or started in his seat. As a sort of remedy, Dean offered his hand, and after blushing (something Dean was falling more and more in love with; clearly he was going to have to figure out ways to cause it), Castiel accepted it. He still jumped sometimes, but he seemed more relaxed.
Throughout the movie they would each look at the other when the other was watching the screen, taking each otherâs profiles in. Deanâs industrial piercing, Castielâs infuriatingly attractive bed head, the way Cas worried his bottom lip, the way Dean would roll his eyes at ridiculous script, etcetera. It went on like this from about a quarter of the way into the movie, right up to the credits, where they simply met each othersâ stares and didnât look away. Not even when Dean felt himself start to blush.
âDid ya like it?â Dean didnât take his eyes off of Castiel as he asked the question. Cas didnât look away either, though his expression turned quizzical.
âThe movie.â
âAh. I uh⊠I think so.â
Dean cocked an eyebrow at that and tried to repress an amused smirk. âYou think so, hm?â
Cas blushed -- much to Deanâs delight -- and finally looked away, turning his gaze to the now blank screen and mumbling âI might have been focusing on somebo- ah, something else.â
âWell, if it makes you feel any better,â Dean leaned a little closer to Castiel, who was still staring at the screen, âI might have been focusing on somebody else, too.â Castiel turned to find that Dean and he were almost nose to nose as Dean continued. âThere was this incredibly attractive guy sitting right next to me. Had these gorgeous baby blues and everything.â Deanâs expression was serious, but his eyes twinkled jubilantly. âI was kinda hoping heâd kiss me at the end of the show.â
Castiel blinked, processing what Dean had said. It didnât take long to click, and he answered by giving Dean a happy grin and closing the small distance between them. When their lips met Castiel swore the butterflies in his stomach that had guzzled Redbull or something, and Dean -- well, if Dean were thinking, he would have wanted to smack himself, because yep, he was so totally head over heals.
~~(Really really short) Epilogue~~
âYa know, I was the one who was supposed to be knocking you off your feet, not the other way around.â Dean halfheartedly groused on the drive back to Castielâs house.
âItâs the lucky socks,â Cas deadpanned. âThey make me very stable.â
Dean probably laughed too hard at that, but Castiel didnât mind.