Embaixo da lÃngua há rumores Onde morreram antigos amores E beijos não dados O branco de outros olhos mofara-te A lÃngua parece uma transfiguração fictÃcia Entre o desejo de deus e a representação do servo Severa cópula de corvo, influenciara todos os ismos da cidade Povoara a resinificação de um trava lÃnguas rubrica A esquerda da lÃngua, entre um canino A  festa de dois caixões abertos Que falta fazes um romance auto explicativo Onde o próprio público não precisa-se decifrar Romas As flores foram diluÃdas no meu suco gástrico O benefÃcio ficara preso nas frestas dos dentes Que vez outro vem gastar o seus gosto no fundo da minha garganta Meu amor, tenho um santuário para o teu amor, cor pálida e teor cerâmica O Baco fora compreensivo antes do jantar Passara o cardápio por entre o canto do canário Refogado despido, com inscrições anêmicas Costela frita, com teor âncora e trova ao salva vidas Prataria prática, operando em sÃnteses Atravessara a ode talheres olÃmpicos Com temor que a fantasia cabeceira de mesa traz Por entre guardanapos, o segredo ambidestro revela-se inútil em cobranças O anel não fora expelido e tampouco engolido O roguei ao abismo do céu rachado Residência fixa da felicidade chiclete mofado Provavelmente, daqui uma quinzena de horas escape em um arroto Leiloa-se o dote ouvinte, por entre orelhas sensacionalistas Que irão ouvir a próxima grande morte anunciada Os modos animalescos podem figurar-se em outrora Se acaso fores precisa em dedicatórias, faço-te as minhas em aspas e fabrico-me requintado...
Fago Romantismo, Pierrot RuivoÂ
















