[ * ] writing prompt ) : send an item from the list below to take a closer look inside this characters life / below you will find a series of various prompts offering a look inside a characters life in an apocalyptic setting. these are meant to invoke character development & can also be altered as seen fit to better suit the character in question. bonus if you explain why it’s there!
backpack contents.
pockets or jacket lining.
weapon of choice.
makeshift first aid kit.
keepsake they can't bring themselves to throw away.
something they should've gotten rid of by now.
last thing they scavenged.
rations / food stash.
water source or container.
last page of their journal / personal notes.
what's hidden under their bedroll.
last thing they fixed or patched.
thing they've stolen / traded / killed for.
something they've taken from a corpse.
map / compass / landmark reference.
their shelter's "safe" corner.
the thing they clean the most.
supersition / charm / ritual object carried for luck or penance.
the one luxury item they still indulge in.
something they have to remember someone else by.
last recorded radio frequency / message.
what would be in their pockets if they died right now.
item they'd give to someone they love.
the object they'd risk everything for to retrieve if lost.
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Marcelene é uma demônio de 26 anos, com aparência de 24, seu poder é realização ou reversão de desejos com uma consequência que geralmente tem solução. Geralmente. Possui 1.75, é demisexual e pan. Abaixo segue algumas conexões pré estabelecidas para que você possa se guiar, e também conexões vazias para serem ocupadas.
@camposelise é sua mãe biológica (e única também né.), porém Marce não sabe disso. Ela acha que são grandes amigas, possui respeito por Elise e conta tudo para ela por sentir uma conexão entre elas.
@hemricklynch é seu pai biológico, ela passou a infância tentando o achar e conseguiu na adolescência com a ajuda do vampiro que a acolheu. Ela não tem respeito nenhum por Hemrick, mas inferniza a vida dele o quanto pode e tenta fazer ele confessar quem é a mãe dela. Existe muito rancor.
@voutelynchar é seu tio biológico, o famoso ricasso que ela pede pra dar um quebra galho quando precisa. Ela respeita ele às vezes. As vezes. Vivem se bicando, ele diz que ela não é nada, ela diz que puxou dele, no fim vivem grudados e muitas vezes agem igual.
@issoehumprefeito é o vampiro que acolheu ela quando ela tinha 9 anos, após invadir a casa dele e tentar manipular a mente para acreditar que ela era sua filha. Não deu certo, mas ele admirou a coragem e resolveu bancar a educação dela. No começo não foi uma relação nada saudável, porém ao ficar mais velha, se aproximaram mais e hoje dia ela é assistente pessoal dele e coleta informações de outros para ele. Ele é o mais próximo de pai que ela tem e a pessoa que ela mais respeita.
@lovecrime-s é sua melhor amiga, mesmo que a amizade seja baseada em mentiras pois a Marcelene nunca a verdade, pois sua querida amiga é humana. Ela ama muito a querida, provavelmente uma das poucas pessoas que ela ama, mas tenta afastar de tudo que é sobrenatural e sempre cria desculpas complexas. As vezes Marce tem de afastar pra não atacar a própria coitada também. Complicado.
@nada-a-verr Ela tá criando uma fake news dele baseada na pura suposição da cabeça dela. Não se conheciam antes, ele quer algo dela, ela não sabe disso.
@maximlns Íntimos, ela realizou um desejo para que a maldição dele de sangue fosse revertida, mas condição é que isso não dura muito (alguns dias) e a consequência foi que o sangue dela é o único que ele consegue consumir nesse período. Isso os aproximou, apesar de tudo, e hoje em dia ele paga pelo presentinho. (E QUE PAGAMENTO.)
@shivfudeo Marcelene adotou a filha de Shiv e agora elas fazem copareting as escondidas. Marce protege a menininha de absolutamente tudo, ainda que se veja mais como um pai do que uma mãe.
@naviradadanoite Evie tem uma stalker, e essa Stalker é Marcelene. Marce acredita que Navira tem algo haver com sua mãe, então perturba o juízo dessa bruxa da forma mais terror psicológico possível.
@selindameu A bruxa que ela deixa fazer experimentos nela em troca de favores. Poções, feitiços, algo. É uma mão na roda, principalmente por poder ficar olhando o rostinho bonito de Selin.
@carmaling Atual esposa de seu "pai"/Elias, Marce tenta se aproximar e ser amiga, mas não tem muito êxito. Sempre tenta fortalecer a relação das duas e trazer mais conforto para Carm, porém ainda não tá conseguindo não.
@cacvdr O caçador psicopata que por falta de não conseguir matar ela, acabou construindo uma relação de confidente/ajudante. Marcelene passou 9+ anos praticamente nas ruas, e muitos trabalhos ilícitos, o que facilita o trabalho dele por ela saber quem, onde, como e quando. O preço disso é não ser caçada, só vantagem.
-------------------------------- Casual ↓
LIE TO ME — CHRIS ISSAK.
1 • The way I hurt her, has made her afraid. Things I'm doing are breaking her heart. Yet she says, Lie to me! — Muse é vítima de mentiras, de situações perigosas, de medo e um coração quebrado, e tudo isso é culpa de Marce que sempre diz que vai mudar, mas nunca muda. Sua vida é difícil, e ainda sim, Muse se vê nessa situação porque toda vez que está perto de superar, ela volta com mentiras bonitas e uma situação terrível para contar. Ainda sim, Muse pede: Minta pra ele.
2 • There's a woman standing and waiting, praying for me. Pretending we will never part. — (Female.) Muse é uma bruxa que foi salva por Marce, e cometeu o erro de sempre esperar que a demônia chegue bem de seus trabalhos e espera que a relação das duas nunca se desfaça. Marce não entende porque alguém insistiria tanto, mas acaba se cuidando mais pra apaziguar o coração de coitada.
DOOMSDAY — LIZZY MCALPINE.
1 • Don't say you love me, I'll feel like throwing up, you will sit and stare at me like a goddamn machine! I'd like to play my part in this, but you're such a narcissist, you'll probably do it next week. — O primeiro da vida de Marce foi um desastre e Muse foi a vítima da pessoa mais evasiva e narcisista que já conheceu. Anos de abandono e sobrevivência fizeram Marce ser uma namorada apática e as palavras doce nunca batiam com suas ações. Muse não sabe porque iniciaram o relacionamento, Marcelene diz que é porque amava. Isso não a impediu de ir embora. (F)
BAGS — CLAIRO.
1 • Can you see me? I'm waiting for the right, I can't read you but if you want the pleasure is all mine. Can you see me using everything to hold back? I guess it could be worse, walking through the door with your bags. — Muse e Marce são bons amigos, pelo menos até onde ela permite. O problema é existe algo ali, e toda vez que Muse tenta se aproximar para aprofundar, Marce parece entrar em panico e o clima se desfazer. O motivo? Ela sente uma sede e instinto faminto muito maior com Muse, e desacostumada a beijar com sentimento, ela acha que vai perder o controle. @suhandebeleza
REHAB — RIHANNA.
1 • You'd do anything for the one you love, cause anytime you needed me, I would be there. The only problem is that you were using me, in a different way I was using you. — Marce sempre ajudou Muse, desde que pagasse, e Muse pagava com o sangue. Infelizmente, isso virou uma relação de dependência que Marcelene não antecipou, e ao perceber que estava sendo usada para suprir necessidades afetivas, ao menos em sua cabeça, ela simplesmente foi embora.
2 • It's like a shot spun me around, and now my heart left. I feel so empty and hollow. And I never gave myself to another the way I gave to you, you don't even recognize the ways you hurt me, yeah? — O amor da vida de Marcelene não foi algo romântico, foi a amizade mais forte e profunda que já teve, cheia de parceria. Até trabalharam juntos e ela achou que teria alguém para sua vida. Até Muse a trair por n motivos e ela nunca soube o porquê, e hoje em dia busca vingança.
------------------------ Trabalho ↓
SAY I'M UR LUV — UMI.
1 • If you talk to me really nice, you could be the pilot, you could be the boss. With my top down, city ride, where are we going? I never need to know. You can tell a pretty lie and I will I'm your love. — Muse é rico. Muito rico. E com isso às vezes precisa de uma farsa. Uma mulher bonita que esteja disposta a fingir ser sua companheira em algumas noites pra enganar um par de trouxas. E é aí que Marce entrou, com uma boa quantia de dinheiro na conta dela, ela finge ser a namorada perfeita durante días agendados.
AS GOOD AS REASON — PARIS PALOMA.
1 • There's an old man somewhere seething, and spite as good as reason to take his power. When you hate the body you're in, oh love you're acting just for him. — (Female) Muse tinha um problema que era um homem com H. Marce foi contatada e pela primeira vez, não cobrou nada. Hoje em dia, Muse é sua protegida.
NOBODY LOVES YOU — RAFFERTY.
1 • — You think you're sly, try to deny what you're feeling, I don't buy what you're dealing, oh no. Cause nobody's love you quite like I do! — O tiro saiu pela culatra. Muse desejou ser admirada e amada, e Marcelene realizou seu desejo. Pintou um quadro, levou para uma galeria com o nome da musa, e a consequência foi....um stalker. Muse está desesperada pra saber quem é o insano, e Marce agora tem que resolver essa situação.
JEALOUS TYPE— DOJA CAT.
1 • — You know I can't decide! Between two worlds you just know I can't decide! Which one can lead me to hell or paradise? — Muse A desejou ter um amor. Muse B desejou ficar com alguém em específico. Mude C foi o desafortunado que era o alguém específico e acabou sendo o amor desejado. Agora está em uma situação jealous type que Marce pela primeira vez não sabe exatamente o que fazer.
Sons estranhos ruíam do navio e aquilo para Kadaj, uma pequena criança sem muita noção de vida, era estranho e novo. Jamais escutou de dentro daquelas paredes de madeira, que vez ou outra esparramavam água pelo chão, como o som do mar deveria ser. Os gritos de cima, comandos sendo proferidos, cordas emboladas nas hastes se desfazendo e chicoteando o convés, pingos e respingos de água salgada… A composição era, sim, estranha e nova para o menino, que encolhido em um canto escuro da parte baixa do navio buscava encarar seu novo destino com um pouco mais de calma, diferente dos demais que choravam e grunhiam. Por que estão com medo? Vocês prefeririam continuar naquela sujeira?, ele questionava os demais com uma imposição que nem mesmo tinha capacidade de atestar ter.
Apesar da vida custosa de outrora, era impossível negar que convivia com o medo desde que nascera. Posto em uma situação nada agradável para um bebê, era certo que crescesse com os comentários e as histórias que repassavam para ele, sobre ele. Não precisou de tempo para conhecer sua genitora, mas também nunca lhe passou pela cabeça, nem por um mínimo momento, saber quem ela era e o motivo pelo qual ela seria capaz de simplesmente desfazer-se de Kadaj. Um dito anjo, na concepção do garoto, já bastava e ele chamava-o de pai, ainda que não tivessem o mesmo sangue. Então, tendo em vista que, por mais que tivesse afeto e amor, ainda sim era uma criança e crianças são muito curiosas, Kadaj era uma das que gostava de uma boa adrenalina. Ele ansiava por aquele dia desde que o cuidador lhe explicou como era ser um militar e o que ele fazia trabalhando lá. Seus olhos brilhavam e o coração palpitava de vontade, de curiosidade.
Contudo, estava prestes a entender que as coisas não eram bem como imaginava e não eram tão brilhantes assim. Assim que pisou no convés depois de um tempo de viagem, Kadaj compreendeu a dimensão de seu desafio, e, claro, como todos os outros, ele o tinha subestimado. "Grande Erianhood, afugenta minhas preocupações e lava-me o cerne para que eu possa sentir toda sua bondade me invadir." Mesmo com a oração de sempre, proferida como um mantra a fim de acalentar seu coração das preocupações mundanas, seus nervos estavam à flor da pele.
Era possível ouvir um som que ele não havia escutado outrora e aquilo o perturbou. Não soube dizer o que era, mas não teve tanto tempo assim para processar, afinal, estavam sendo organizados para que saíssem do navio até a areia na costa. Foram orientados de sua missão pouco depois e em seguida estavam todos correndo na direção que lhes haviam ordenado. Se não tinha como voltar e desistir não era opção, então a força que existia ainda - pouca - dentro de si se transformou em velocidade, tomado apenas pela concentração de chegar até o ponto e entender no que estava metido.
O orgulho por ter se prontificado ao alistamento, sem ser forçado, aos poucos esvaiu de seu cerne e o semblante de horror se moldou quando viu aquela criatura enorme nos céus. Um alto grunhido rasgou as nuvens, dentre estas saindo rápida e pesadamente o dragão pela primeira vez visto por Kadaj. A cabeça pouco a pouco ficou quente e os olhos marejaram. Ele podia sentir sua mandíbula tremer, mas precisou recuperar a concentração já que estava a plenos pulmões correndo até chegar perto da montanha. Não podia se distrair naquele momento, foi o que seu pai havia lhe dito.
Nem por um milésimo de segundo hesitou em forçar as próprias pernas na subida, pois estava mais que habituado com a quantidade de tempo que passou nas ruas. Talvez, a maior qualidade daquelas crianças fosse a força física já que eram apenas moleques soltos nas calçadas sujas, brincando da forma que podiam e como podiam. Por isso fazer uso de tais habilidades era imprescindível naquele momento.
É claro que não era de ferro e deu uma sutil olhadela para trás antes de começar a escalar o muro, prestando bem atenção se a fera estava longe o suficiente para não lhe causar os arrepios que dispersariam. Os dedos pequenos e sujos de lama tentavam se fincar nas brechas das pedras para que conseguisse pegar o impulso necessário. Ouvia os gritos ao redor, seus amigos esforçando-se tanto quanto eles, e mais parecia uma brincadeira do que um desafio. Óbvio que a situação em si não era nada favorável, tampouco comum, mas era para o que eles tinham nascido até agora, por isso respirava profundamente para se segurar bem.
Era possível também que escutasse alguns escorregando e o próprio Kadaj quebrou e arranhou suas unhas para que não perdesse tanto progresso enquanto escalava. Não era nada fácil, afinal, as pedras estavam escorregadias e conseguia compreender um pouco do que o pai tinha dito. "Se sentir que vai escorregar, pare. Não precisa de pressa, ela será sua inimiga", lembrava-se e assim o fazia, notando o processual de todos os outros próximos de si. Alguns mais abaixo, outros pouco acima, mas todos pararam a subida igualmente quando escutaram mais uma vez o grande rasgo nos céus grunhir.
Aquela foi a primeira vez que Kadaj conseguiu ouvir o silêncio, ao redor e dentro de si. Em um baque forte, todos foram empurrados mais ainda contra o muro no qual estavam pendurados, pois uma ventania se instaurou quando, então, viram o enorme dragão passeando a poucos metros acima deles. No mesmo instante, o rapaz se viu tremendo mais uma vez. Eles eram muito, mas muito maiores do que pensou que fossem, e ele era tão pequeno como uma formiga na concepção das feras. Kadaj precisou tocar a testa contra as pedras e fechar os olhos para retomar sua concentração, especialmente quando o tremelique passou das mãos até os pés, enquanto no peito o coração batia mais rápido ainda.
Sem qualquer motivação para continuar, ele olhou em volta. Infelizmente, viu dois ou três conhecidos sendo largados ao chão, vendo seu sangue cobrir ao redor do corpo devido o forte impacto, e seus olhos marejaram outra vez. Então, outra aproximação repentina do dragão lhes pegou desprevenido. Parecia estar brincando com eles, mas talvez a movimentação initerrupta de alguns incomodava-o, foi o que manteve Kadaj inerte em sua posição até que conseguisse, com dificuldade imensa por conta da ventania cada vez mais intensa, se jogar para cima com leves impulsos.
Seus dedos sangravam com tamanha pressão imposta, capaz que ficassem roxos e inchados após aquilo tudo passar, mas no segundo que alcançou o topo e se rastejou com o último resquício de força que habitava em si, lá jogado ele fitou a monstruosidade logo a frente, repousado em uma das várias pontas do grande castelo e lhe olhando. Não só o sangue fervia como seu corpo todo borbulhava pelo temor. Precisou de um instante só para recuperar as forças e se erguer para que atravessasse, por fim, sendo segurado por um dos guardas presentes já que não sentiu as pernas por consequência.
Aqueles instantes que pareceram minutos, duraram muito mais e talvez, se pudesse ser honesto naquele momento consigo mesmo, fosse a pior experiência que teve na vida. O olhar vidrado no dragão não desgrudou um segundo; achava que se fechasse os olhos ele poderia lhe abocanhar junto de todos os outros, mas então, pouco tempo depois fora levado para dentro, e a única coisa que Kadaj tinha plena consciência depois do que havia passado, era que jamais queria chegar perto de um monstro como aquele de novo. O luto por seus amigos veio depois, mas já estava extasiado o bastante para lembrar, e aos poucos as memórias foram falhando embora o rosto, recheado de horror e lágrimas, deles ainda estivesse nítido na sua cabeça. E assim perduraria por longos anos.
Já haviam passado dias desde que Nathan descobrira que tinha voltado à 2014 e, portanto, tinha se tornado totalmente excluso de qualquer movimento na universidade por vontade própria, evitando encontrar qualquer outra pessoa que conhecesse na época. Embora já se passassem mais de dez dias, não conseguia encontrar explicação alguma para o que havia acontecido. Se perguntava se o seu verdadeiro eu daquela época ainda estava perambulando por lá naquela linha temporal e ambos talvez não pudessem se encontrar sem alterar o ano de 2024 ou se desapareceria e voltaria a si repentinamente, mas o fato era que tanto tempo absorto a tudo remexia seu lado controlador, afinal, se ele não era o único a ter retornado, o que era uma de suas inúmeras suposições, não poderia, sob hipótese alguma, ficar alheio ao que ocorria, pelo contrário, deveria tomar o manejo daquilo imediatamente, já que absolutamente odiava a inércia de não saber nada, na qual se encontrava. Por causa disso, Nate finalmente decidiu enfrentar a mudança de época ao ir à festa de Cora, sabendo que poderia observar de perto cada um dos colegas e assim, tentaria sanar suas dúvidas quanto à confusão mental que o assombrava. Assim que chegara no local, os olhos se concentraram em observar a entrada e todos os detalhes da decoração principalmente neon que brilhavam tanto a ponto de causar uma breve dor nas têmporas, algo que vinha ocorrendo com frequência desde que acordara naquele ano. Porém, não se demorou em adentrar a mansão e rapidamente pode encontrar o grupo de conhecidos na área da piscina devido ao alvoroço concentrado naquele lugar. Sem muito ânimo para participar do que seja lá o que estavam fazendo, recostou-se contra o balcão do bar, apoiando um dos cotovelos sobre este enquanto a mão canhota empurrava os fios desgrenhados de cabelo para trás e pedia um Negroni ao bartender, antes mesmo que ele tivesse tempo de perguntar o que desejava. O olhar percorreu atentamente cada uma das faces que conseguia alcançar, reconhecendo grande parte delas, tanto as que despertavam uma certa ansiedade em rever quanto as que jamais gostaria de ver novamente.
i love writing resentful characters who are in the wrong so i need to indulge in the au where ilse did leave the survey corps to get married/because of her husband and she's soo bitter about her life choices and feels like she's lost a part of her sense of self.
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IMPORTANT LORE THINGS TO KNOW ABOUT NEERA'S WORLD AND ROLE AS THE GUARDIAN/KEEPER OF THE FOREST.
to be the guardian of the verdant sanctum means to make sure its rules are followed and that the territory is always protected. be it from ill intentioned humans and other fantastical creatures. it is a big territory, hence why forest and not woods, and many different sorts of magical beings live in it. it is not a hereditary role and it does not work like human royalty. the spirits of the forest chose who is going to be its guardian. it can be a fae, pixie, centaur, or animal, just never a human. there's no rule as to who gets to become it. neera was chosen months after her mother, the previous keeper, disappeared.
neera makes sure everyone within the territory follow its rules. also, the library is of extreme importance. within it are prophecies, magical scrolls, books and registers of eons of generations. only she holds the key to it and controls who enters it. it is her most important role.
not all creatures are welcomed in the forest. mostly, because other divine habitants deemed it so. dragons, vampires, trolls and werewolves are not welcomed since they are feared by all within it. neera is against such law, though. she tries to reason it, but there is a tension between the creatures due to their beliefs.
neera is not allowed to hunt within the forest. she doesn't want, though, since she's vegetarian. but humans are allowed to come and hunt respectfully. if they take more than needed, then neera interfeers. usually by using the elements to scare them off. thus, the forest is deemed as "haunted" and "dangerous" and it is off limits to the town's legends and only outsiders usually ventur into it.
neera can't leave the forest for longer than 3 days. if she does, she becomes weaker and weaker and can eventually die. that's because she vowed with blood to protect it and the forest deems a new guardian only when the previous one died or breaks the bond through dark magic. what happened to tika (neera's mother) is a mystery, then, because she never returned home and neera refused to believe she's dead.
you are the white king. you are the most important piece on the board, often called the weakest. but you are not weak in terms of tradition and status. the king gives orders to others, ensures difficult tasks are done, and makes the hardest decisions. yes, the king's movement is weak but in every other aspect, they are strong and important, for it is them that the game is fought for, to begin with. do not forget your place, my dear king. even if tradition suffocates you, even if your status haunts your every move. you are the only one who can do this. be strong, my king.
tagged by. no one, i stole it like a criminal :3
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