"No te castigues a ti mismo por una persona que no puede ver lo increíble que eres"

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"No te castigues a ti mismo por una persona que no puede ver lo increíble que eres"

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Mãe, É Sobre Você
Nunca escrevi isso para você, e talvez seja por isso que as palavras me escapam, como se eu não soubesse como organizar tudo o que se amontoa dentro de mim. Como se eu estivesse perdida nas memórias, nas perguntas que nunca tive coragem de fazer. Como se fosse difícil, mas necessário, escrever para você de uma forma que eu nunca consegui.
Sempre me pergunto se, em algum momento da sua vida, você foi verdadeiramente feliz. Se existiram brechas, pequenas fendas onde você se sentiu inteira, leve, sem carregar o peso do mundo nas costas. Eu queria saber quem você foi antes de ser mãe, antes de ser esposa, antes de ser a mulher que carregou o sofrimento do outro sem nunca pedir permissão para si mesma. Queria entender as escolhas que você fez, os silêncios que você aceitou, as batalhas que travou sozinha e as que nunca venceu, mesmo quando podia.
Você já teve seus próprios sonhos, mãe? Eu nunca soube. Será que você conseguiu viver alguma coisa que fosse só sua, sem ter que ser a mulher que suportava tudo, sem ser a que estava ali, quieta, esperando pela próxima briga ou o próximo golpe? Porque eu vi você se esvaindo, mãe. Vi você se perder, se entregar a um homem que te machucava, que te fazia tão pequena, que te quebrava e te reconstituía, como se você fosse feita de algo mais forte do que o amor que ele dizia ter por você. Eu nunca entendi isso. Eu nunca entendi como você podia voltar, sempre voltar para ele, mesmo quando o mundo te oferecia outras opções, mesmo quando sua alma clamava por liberdade. Eu vi você escolher a dor dele, e isso me corroía de dentro para fora.
E o pior é que, enquanto isso, eu estava ali, vendo tudo de perto, sem saber como te salvar, sem saber como pedir para que você se amasse um pouco mais. Porque, mãe, eu sentia que você não se amava. Eu via a falta de cuidado com você mesma, o vazio que te tomava depois de cada grito, de cada tapa. E eu não sabia como ajudar. Eu não sabia como te tirar dali. E essa impotência, essa sensação de que eu não poderia salvar você de sua própria escolha, me dilacerava.
Você me dizia que eu precisava vencer, que eu precisava ser mais do que você tinha sido, mais do que você podia ser. E eu acreditava em você. Acreditei que sua dor não fosse em vão. Mas, no fundo, eu sempre soube que você estava me pedindo para fazer por nós duas, como se suas escolhas não tivessem sido feitas de forma definitiva, como se houvesse uma chance de reescrever a história, de mudar o destino. Mas, mãe, o que você não sabia era que eu estava sendo consumida pelo medo de que sua dor fosse a minha também. O medo de que o sofrimento de uma geração se passasse para a próxima.
Eu me pergunto, mãe, se você teve alguma vez o direito de ser feliz antes de mim. Se você foi capaz de ser quem você realmente queria ser, sem as correntes de um relacionamento abusivo que te mantinha presa, sem os gritos e as promessas quebradas que eram a única coisa que você conhecia. Você sentiu prazer em algo que não fosse a satisfação de agradar os outros? Eu sei que você amava me ver sorrir, mas o que fazia seu próprio sorriso surgir? O que te fazia brilhar, mesmo que por um segundo? Eu queria que você tivesse tido algo só seu, algo que fosse seu e de mais ninguém.
E hoje, ao olhar para você, ainda me pergunto por que você nunca desistiu. Por que nunca largou aquele homem, mesmo quando tinha todas as razões para ir embora. Eu me corroí com essa dúvida, mãe. Eu não entendo. E isso me dilacera de maneiras que eu mal consigo explicar.
Eu queria poder ter sido mais para você, mãe. Queria ser a amiga, a filha que te sustentaria quando o mundo desabasse. Queria poder estar ali, com você, nos momentos em que você sentia que não aguentava mais, que já não sabia quem era, que se sentia invisível para o mundo. Eu queria que você tivesse podido ser inteira, sem essa parte quebrada que você não conseguia consertar. Eu queria que você tivesse sido capaz de se olhar no espelho e ver a mulher que você realmente era, sem a culpa de carregar todos os outros.
Hoje, olho para você e vejo a dor acumulada. A saudade daquilo que poderia ter sido, do que você poderia ter se tornado, mas não teve a chance de ser. Eu vejo a mulher que não se permitiu ser amada por si mesma, e eu te amo, mãe, mas o que sinto por você é complexo demais para ser só amor. Tem raiva também, tem uma revolta guardada, porque eu não sei como isso tudo poderia ter sido diferente, mas ao mesmo tempo eu entendo que você fez o melhor que pôde, com as ferramentas que tinha. Eu queria que fosse diferente. Queria que o amor que você deu tivesse sido suficiente para te libertar. Queria que você tivesse saído, que tivesse se reconstruído, que tivesse me mostrado uma outra forma de viver. Queria que você fosse feliz, mãe. Eu queria que você tivesse sido feliz para você, para nós duas. Eu te amo, mas você me deixou com tantas perguntas sem resposta, tantas dores que você não compartilhou, tantas feridas que ainda sangram em mim. E eu não sei o que fazer com tudo isso.
Eu te amo, mãe, mas eu ainda tenho tanto a entender sobre nós.
Te incomoda que ya no sea la de antes. Pero fue justo esa versión la que lloró, se quebró, se desgastó y casi se perdió. No voy a volver a la misma mierda. Y lo que te duele no es mi cambio: es que ya no puedes manipularme.
-𓆩 𝒀𝒆𝒔𝒊𝑺𝒕𝒓🌒𝒏𝒈 𓆪
La forma en que decimos las cosas puede construir puentes o levantar muros: elegir el tono correcto también es un acto de amor.
Rompe el circulo de lo que te desgasta.

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Ya no duele por amor, duele por desgaste. Por el tiempo perdido, por las veces que tuve que decirme que tal vez esta vez sería distinto. Y no, nunca lo fue. Solo fue más confuso, más injusto, más tuyo y menos mío.
A veces me pregunto que podría hacerme sentir un poco mejor y no creo exista algun consuelo para mí alma en esta instancia de mí vida
SEAMOS AMABLES CON NOSOTROS MISMOS EN ÉPOCAS PENOSAS
El proceso de adaptarse al cambio y a la pérdida consume energía. La pena nos drena, y a veces nos deja exhaustos.
Algunas personas necesitamos “meternos en nuestro capullo para trans-formarnos”; según las palabras de Pat Carness, mientras atravesamos el proceso de pena:
• Nos sentimos más cansados de lo común. • Nuestra capacidad para funcionar bien en otras áreas de nuestra vida puede reducirse temporalmente. • Quizá queramos escondernos en la ‘seguridad’ de nuestro dormitorio.
La pena es gruesa. Nos puede acabar. Está bien ser gentiles con nosotros mismos cuando estemos atravesando un proceso de pena, cambio y/ó pérdida.
Queremos mantener las conductas aprendidas, pero podemos ser compasivos con nosotros mismos.
No tenemos por qué esperar más de nosotros mismos de lo que podemos dar durante estas épocas. Ni siquiera tenemos por qué esperar tanto de nosotros mismos como esperaríamos normal y razonablemente
Podemos necesitar más descanso, más sueño, más comodidad.
Podemos estar más necesitados y tener menos que dar.
• Está bien aceptarnos a nosotros, y a nuestras necesidades que han cambiado, en épocas de pena, de estrés y de cambio. • Está bien que nos permitamos meternos en nuestro capullo durante las épocas de transformación.
Podemos aceptar el proceso y confiar en que una nueva, emocionante energía se está creando dentro de nosotros. Antes de que pase mucho tiempo, nos saldrán las alas y volaremos.
”Hoy trabajaré en aceptar que está bien que mis necesidades puedan cambiar en las épocas de PENA, de CAMBIO y/ó de PÉRDIDA”.
Démonos permiso de resguardarnos para salir después fortalecidos. Perder conlleva dolor y aprendizaje; abramos nuestra conciencia a acomodar y trascender la experiencia lo más amorosamente que nos sea posible.
Vamos despacio. Un día a la vez.
Las penas drenan energía, desgastan, démonos en ése tiempo amabilidad y comprensión.
A ratos (muchos) somos (¡muy!) duros, hostiles y/ó violentos con nosotros mismos:
“Otra vez me equivoqué...”
“¡Qué tonto(a) soy!”
“¡Soy un(a) #%^**!”
“Soy un(a) flojo(a)”
“¿Por qué a mí?”
Etc. Etc. Etc.
Paremos la autoagresión
El desgaste puede hacer que enfermemos, de ser así, recordemos que nuestro cuerpo que es nuestro gran aliado, nos está enviando un “aviso” de que necesita(MOS) descanso.
Vamos despacio. Un día a la vez.