Lei da Suposição: um guia prático com o que você precisa pra manifestar.
Prefácio:
Esse guia foi feito para todos, mas pensado especialmente para quem ainda se sente confuso sobre como praticar a Lei da Suposição — ou até mesmo para aqueles que já tentaram manifestar e acham que “não conseguiram” (spoiler: não existe como não conseguir).
Aqui, vou explicar da forma mais didática possível, sem palavras complicadas, floreios ou rodeios. Só o essencial, exposto de maneira clara e fácil de entender.
Parte 1: Fundamentos
1.1: O que é a Lei da Suposição?
Eu sei que pode parecer estúpido, mas pra praticar algo, temos que entender o que isso é de fato e porque isso acontece. Afinal, o que é a lei da suposição? A Lei da Suposição — ou LDS — é um modo de enxergar algo muito maior. Assim como as leis herméticas, ela não é algo que você “começa a praticar”; você já está praticando, sempre esteve e sempre estará.
Segundo a LDS, a realidade externa é apenas um reflexo do nosso interior: nossas crenças, estados mentais e suposições. Aquilo que você assume como verdade, com convicção, se manifesta no mundo, porque a crença interna molda a experiência externa.
E por que isso acontece? Porque a consciência dentro de você é quem percebe e interpreta a realidade ao redor. (Mas vamos aprofundar nisso em outro momento.)
1.2: Como Manifestar?
Bom, agora chegamos na parte interessante, mas também mais importante, pois é aqui que a lei ganha sentido. Manifestar é tão simples e justamente por isso a mente gosta de colocar obstáculos no caminho para dificultar, como métodos, afirmações, subliminals e etc. Saiba que você não precisa de nada disso pra manifestar.
Então do que eu preciso pra manifestar? A única coisa que você precisa fazer pra manifestar é viver como se já tivesse aquilo que você quer, ou seja, pensar, agir e sentir como alguém que já tem aquilo que deseja, afinal, você de fato sempre teve. É como se lembrar de algo que você tinha esquecido, ou olhar para o seu nariz e lembrar que ele sempre esteve ali. Vou dar um exemplo para melhor entendimento
Imagine que você quer manifestar 100 reais, e pra fazer isso você começa a fazer mil métodos, escutar mil subliminals, fazer um milhão de afirmações, colocar no pedestal, reprogramar a mente e etc. Depois, no outro dia você vai abrir sua carteira pra pegar seus 100 reais que manifestou e… nada. Não tem nada na carteira. Por que a manifestação “deu errado?”
Os cem reais não apareceram somente porque você não se identificou como alguém que já tinha esses 100 reais, você assumiu o papel de alguém que estava *tentando* manifestar os 100 reais. O problema não são os métodos, os subliminals, as afirmações e etc, mas sim você achar que ainda não tem aquilo e quer manifestar para ter, sendo que você já tem, sempre teve, você só manifesta para lembrar.
Como manifestar 100 reais da maneira correta? É simples, você só precisa alinhar seus pensamentos e ações com pensamentos e ações de alguém que já tem 100 reais. É só supor pra si mesmo: “eu tenho 100 reais, eu sempre tive 100 reais”, e pronto. Sua consciência começa a reconhecer isso como realidade, e assim a experiência externa se ajusta. O ego te faz acreditar que sua manifestação só “deu certo” se tiver uma confirmação sensorial, ou seja, se você puder ver, ouvir, tocar ou sentir, é isso é mentira, porque o que você assume como real no interno que é o que realmente conta.
Mas e se algum pensamento negativo vier, o que eu faço? A reposta está na observação.
1.3: Observação
Como dito anteriormente, a observação é a chave pra muitas pessoas que acreditam em “crenças limitantes”, ou em manifestação “arruinada” por pensamentos negativos.
Primeiro ponto importantíssimo:
Nenhuma manifestação pode ser destruída por pensamentos ou sentimentos.
“Crenças limitantes” não te limitam de nada — na verdade, elas nem existem como obstáculos reais. O que dá força a essas ideias é a reação.
E é justamente aí que a observação dissolve tudo. Você pode se perguntar: “Mas e se vier um pensamento negativo? O que eu faço?”
A resposta é simples: observar.
Mas como observar? É aqui que muitos complicam. Assim como acontece com a manifestação, a mente inventa parâmetros, técnicas e exigências para “observar do jeito certo”. Só que isso tudo é desnecessário.
Observar é simplesmente não reagir.
Se surge um pensamento negativo, em vez de reagir, lutar contra ou tentar afastar, você apenas o percebe. Sem dar energia, sem se identificar. Quando você reage, alimenta o pensamento — e, por estar alimentado, ele continua, e se ele continua, você passa a se identificar com ele, e se você se identifica, a consciência vai refletir essa identificação no externo. Quando você não reage, ele se desfaz naturalmente.
Não precisa forçar nada, não precisa brigar com a mente. Apenas observe em silêncio até que o pensamento se dissolva por si só.
E não é só com pensamentos.
A observação também vale para sentimentos e até para acontecimentos externos. Quando você observa sem reagir, aquilo perde força. Por quê? Porque se não houve reação interna, nada realmente mudou em você. E é sempre o interno que molda o externo, nunca o contrário.
E é justamente aqui que entramos no próximo ponto: a consciência. Mas isso será aprofundado na parte dois.
Agora você já sabe o básico, e já pode começar a manifestar. Não é obrigatório, mas uma dica minha é que você comece com coisas pequenas, pra pegar confiança e ver o quanto é fácil manifestar, e depois passar pra coisas maiores.
Não esqueçam de comentar se quiserem uma parte dois aprofundando em assuntos como: consciência, percepção, realidade e etc!! Espero do fundo do meu coração que tem gostado!!
xoxo, ɐɔɹɐ
<3










