Parece clichê… E é mesmo. Não foi eu quem “inventou”, mas, #odigodisse “feito é melhor do que perfeito”. Há 4 meses, mais ou menos, estou fazendo terapia cognitiva-comportamental. Não é “coaching”! É te-ra-pia! A psicóloga Ana Maria Guadalupe de Oliveira Mattos, que atende aqui em Belo Horizonte tem me ajudado muito e feita muita diferença na forma como eu tenho abordado muitos aspectos da minha vida profissional. Dentre eles, o perfeccionismo, ou seja, a necessidade excessiva de ser ou parecer perfeito e, até mesmo, de acreditar que é possível alcançar a perfeição. Desde que eu me entendo por gentes, eu tenho estabelecido altos padrões de desempenho, que são acompanhados por avaliações muito críticas e por uma busca constante em evitar falhas e erros. Na minha percepção e julgamento, isso não é positivo e se tornou um problema… A terapia, está me ajudando a modificar pensamentos e comportamentos considerados inadequados e/ou inúteis. Dentre eles, aqueles relacionados com o perfeccionismo. Muita leitura e reflexão, me levaram a concluir, embora “muito tarde”, que venho cometendo muitas bobagens, que causam depressão, ansiedade e procrastinação… É preciso evitar o perfeccionismo. Perfeição é uma questão de opinião… Na vida profissional, trabalho com edução e treinamento para gerenciar sistemas de gestão da qualidade. Da mesma forma que o perfeccionismo, a qualidade também é uma questão de opinião… Qualidade, é grau em que um conjunto de características atribuídas à alguma coisa satisfaz necessidades e expectativas de alguém. Portanto, para alcançar a qualidade, ou a “perfeição”, é necessário conhecer, entender e atender essas necessidades e expectativas, para perceber e julgar se estão ao nosso alcance e, então, aplicarmos a quantidade certa de esforço para resolvermos o problema, ou seja, sermos eficientes e eficazes. Quantas vezes eu idealizei a situação perfeita para realizar um trabalho e procrastinei? Quantas vezes eu errei na percepção e no julgamento e determinei características e procedimentos que meu cliente, interno ou externo, não pediu, não valorizou e não me remunerou? Quantas vezes eu apliquei recursos demais e não resolvi o problema do cliente? Quantas vezes eu exagerei no processamento de uma entrega e não entreguei no prazo? Quantas vezes eu peguei uma tarefa para fazer porque eu julguei o responsável não a faria direito? Quantas vezes eu “sofri” com o modo de executar uma tarefa determinado em consenso com o grupo, porque julguei que “do meu jeito” era a melhor? Não há problema em ser exigente… Ser exigente é diferente de ser perfeccionista… O grau de exigência depende da complexidade, das incertezas e dos impactos daquilo que vai ser feito. Perfeição demais pode não ser bom… Bom, é isso aí… Me segue aí! Ah, também, salve, compartilhe, comente e curta.
Eu só uso 📷 fotografias e ilustrações vetoriais 🎨🍥✍️ licenciadas 👍 fornecidas por The Noun Project e Vecteezy 🫶🙌👏👊🤝 nas minhas publicações ☺️
The Noun Project acredita 🫶🙌👏👊🤝 que a linguagem visual 📷 🎨🍥✍️ tem o poder de mudar o mundo. E eu também 😉
Vecteezy ajuda 🫶🙌👏👊🤝 designers 🧑🎨👩🎨🧑💻👩💻 em todo o mundo a fazer seus melhores trabalhos 📷 🎨🍥✍️


















