essa breve caminhada da partilha da escrita e do eu. Primeiro, me apresentarei e logo em seguida explicitarei os fatores que me trouxeram aqui e o frio na barriga que me suga em saber que agora é oficial, estou pronta e aqui. Mas como eu ia dizendo, me apresentaria até então, agora com pressa e relutante, iniciando pelo nome e o que faço, como uma conversa qualquer de vizinho ou aquele que em dia ensolarados decide partilhar sons diferentes do “bom dia tudo bem?” ou ‘boa tarde, como vai?” tentando levar a conversa adiante, aquela imensa felicidade disfarçada em preocupação que sei que lá no fundo quase nunca existe, a conversa com o companheiro de banco no transporte coletivo, procrastinar com o meu tempo, e agora já perdi a ideia e a noção do tempo, preciso retoma-la mas quero mesmo é sair correndo. Pra você que lerá isso, me limito a Maria, e o resto não importa, ou pelo ao menos não deve importar. Depois de 28 tempos estou prontíssima para assumir isso aqui. Isso aqui é novo, digamos que meus pergaminhos se perderam ao leo diante do novo momento, e precisei reinventar. O motivo? Até então sempre fui eu, e utilizar tantos papeis né, que peso na consciência! Questão ambiental, não dá pra ignorar. Mas não, não é verdade, quero ser lida sim. Adoraria que algum de vocês que por este texto passe seja presente, que não se restrinjam aos famosos botões ao final da postagem, mas que deixem um “curti isso aqui, vamos conversar?”. Fora esse momento saudosista e melancólico, é muito bom estar por aqui. Queria dar fim interessante a esse notebook que adquiri sem necessidade, tornar o branco-amarelo, marcas do tempo e dedos, de tanto digitar. Outro ponto importante, fumo muito quando escrevo, então o branco-amarelo ficará naturalmente amarelo devido a nicotina das unhas, das digitais. Falo de tudo, as vezes do nada, as vezes só digito, me importando apenas o falar. Pra você que vai, tchau e foi um imenso prazer compartilhar todo esse lenga lenga com você! Pra você que fica, estica sua lona, vamos conversar?