Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
âś“ Live Streamingâś“ Interactive Chatâś“ Private Showsâś“ HD Qualityâś“ Free Actions
Free to watch • No registration required • HD streaming
 O grafite de sua lapiseira quebrou novamente, as migalhas voando pela mesa. Aproveitando o momento, pegou o papel e amassou, arremessando em direção à lixeira já transbordando as ideias descartadas.
— No caminho, professor. — estendeu a mão para um cumprimento rápido.
— Se precisar tirar alguma dúvida, sabe que pode me chamar.
 C. Gray concordou com um sorriso afável e cansado. Em sua experiência de universitária aquela frase queria dizer:
 “Me diga que ao menos pensou no que fazer para o trabalho”.
— Na verdade, se o senhor não estiver tão ocupado, talvez possa me ajudar na optativa. Acabei misturando os rascunhos achando que ia dar certo, mas talvez seja melhor só escolher um.
— Claro, não se pode fazer de tudo ao mesmo tempo.
 C. declarou querer ter ouvido isso antes. Apresentou ao professor uma ideia que não planejava realizar, apenas utilizou a primeira que flutuava solta em sua memória.
— Mas isso já mexeria demais com a questão molecular. — ponderou o professor.
 Ambos riram. O Senhor Opazuje exalava o ar de um tio divertido que casara com a tia rica, e virou professor por amor ao ensino. C. particularmente criara um afeto por esta relação.
 Partiram para os portões do campus, discutindo tanto sobre aquela atividade curricular que C. aproveitou para realmente anotá-la mais tarde, querendo fazê-la real.
 Avistou um topo de antena atrás dos demais apartamentos, muito à frente, no centro de Gotham, onde ela sabia que o Clube dos Máscara Negra voltava a funcionar.
 Quando desceu do elevador, o recepcionista pediu para a jovem construtora esperar naquele salão de visitas abaixo do andar do escritório principal. Um sofá se estendia ocupando mais da metade do centro em uma lua azul-marinho, com um mini bar na ponta oposta ao elevador.
 Um arrepio percorreu suas espinha, Capuz Vermelho estava mirando uma bazuca na direção do Clube do Máscara Negra.
 Lembrar daquele Capuz Vermelho era confuso agora. C. pensou que ele havia sido morto tentando tomar o crime de Gotham. E o como lhe encontrou naquele beco à algumas semanas, fingindo ser apenas um encontro de negócios e tendo implantado as armadilhas para explodir no esgoto, não parecia o mesmo vigilante que conhecera. Estava frágil.
— Arrancaram sua lĂngua como arrancaram seu olho? — chamou o rapaz na poça de luz de um poste. A longa bolsa de academia pesando no ombro.
 C. havia atravessado mais duas quadras sem perceber.
— Eu deixei na boceta da sua mãe. Esqueci de tirar.
 O rapaz soltou o ar pelas narinas, um riso inconformado. Tirou a bolsa do ombro e estendeu a alça para a mecânica.
— Coisa simples. Acertaram no corpo, o gatilho foi pro saco e uma outra conseguiu perfurar a câmara.
— Eu ia saber só de olhar pra ela, obrigada. — recolheu a sacola sem titubear, atravessando a alça pelo peitoral.
— Bom dia então. — o rapaz não declarou um valor, então C. soube que encontraria dentro da bolsa, ou ele sairia daquela rua sem as pernas.
 Passou os dedos sob o zĂper e abriu o suficiente para a luz alcançar um dos rolos de papel no fundo, o verde desbotado das notas de Gotham era lindo.
— Menos de dois dias, provavelmente.
Fechou o zĂper.
— Qualquer coisa pode me ligar, se quiser um jantar, nĂŁo sei.Â
— Eu ainda prefiro sua mãe. — despediu-se com um sorriso gracioso.
 Benjamin segurava a bolsa como uma arara enquanto C. esvazia seu conteúdo. A arma era grande, o cano foi desmontado para caber na sacola, intacto. O gatilho foi quebrado por fora, mas parecia funcionar em seu mecanismo. O buraco na câmera da munição chamava atenção, entrou por um lado e saiu pelo outro, mas o interior parecia mais defeituoso.
 Abriu a carcaça da arma, observando cada componente.
 Na entrada, Luna apareceu acompanhada do cheiro de comida. Com um pulo, C. alegremente foi encontrá-la, se deparando com uma ave em suas mãos.
 — Trouxe cru?
 Se Luna tentou esconder o quão cansada estava, falhou. Uma risada amena surgiu e se dissipou.
— Eu achei ele na rua, machucado. Houve um fuzuê na rua hoje e eu, eu..
— Relaxa, primeiro vamos comer. Antes que eu morda esse pombo. — C. segurou-a pelos ombros e dirigiu-nas ao balcão vazio no laboratório, uma mesa de metal alta e banquinhos de pernas longas.
 Luna descreveu um dia enorme para uma única manhã.
— Mas o que vai fazer com ele depois do veterinário?
— Eu meio que pensei nele..ficar?
— Aqui? — C. ergueu as sobrancelhas. A faculdade não permitia animais nos dormitórios, e o laboratório não era funcional para um.
— Bem, quem sabe, eu não sei, se..
— Ele vai acabar espetado no Benjamin.
 C. girou na cadeira, comendo sua marmita, evitando o olhar de Luna. Sabia muito bem o que viria a seguir, a amiga mostraria as órbitas brilhando como um filhote e concordaria com o que disse, só para fazê-la sentir pena e optar pela opção que havia pedido.
— E aqui não tem nada para um pombo. Ele vai querer bicar meus fios.
 O pombo havia caminhado pelo chão do laboratório, curioso quanto às cores de Benjamin, e escalou a mesa do computador. Perto o suficiente, Benjamin aproximou o núcleo das garras, observando o animal passeando sobre as ferramentas, tropeçando em peças enquanto soltava arrulhos.
 Na área da bancada, apĂłs a caixa de ferramentas, as partes da arma aguardavam. Todas caĂram no chĂŁo, junto ao pombo, fazendo C. pular do banco.
 Enchendo a boca, deixou soltar um alto e forte PORRA extravasando a frustração. Luna atravessou o outro lado da mesa, alcançando a ave.
— Não dá pra ele ficar. Definitivamente. — C. recolheu a arma, separando as peças pela bancada e contabilizando se tudo estava presente.
 Câmara, gatilho, punho, cano. Tudo parecia correto. Do compartimento da câmara cairá em sua mão uma chapinha de carepa disforme, quase como um triângulo, uma das paredes claramente quebrada e as pontas encurvadas diferentemente. Deixou-a na mesa com as outras partes.
 Nas mãos de Luna, o pombo começou a se contorcer. Debatendo, a garota contraiu os dedos como se queimasse, deixando-o voltar a cair no chão em espasmos.
— Ele me deu um choque! — movia os dedos com um arrepio.
 C. tomou coragem e aproximou-se, empunhava uma lámina de corte na mão e usou-a para abrir a cavidade esverdeada.
 A luz emergiu da fenda.
 O laboratório raiou em verde, tomando as sombras onde as lâmpadas não estavam acesas. A voz ecoou, retumbando de volta para o fundo de seus tImpanos.
— Imagino. Muito pouca gente pegaria um pombo na rua.
 C. mirou um olhar irônico para Luna, que continuava boquiaberta.
— Ele está machucado. Eu não queria deixar lá sozinho!
— Mas que coisinha romântica. — Charada vangloriou. — Agora, coloque de volta onde achou.
 Luna empertigou-se. Um grande criminoso de Gotham vira seu rosto e agora deu-lhe uma ordem. Um arrepio subiu sua espinha. E se ele descobrisse mais sobre ela?
 C. deu de costas, bajulando e negando contato a ele, como se fosse um costume.
— Ah, sim. — a voz pareceu soar um pouco mais alta no holograma — Aquele lugar me propôs um ótimo.. abrigo. E perdido tão fácil embora encontrados tantos por ai..
— Um amigo? — Disse Luna.
— Oh, como me alegra uma garota esperta!
 C. deixou que eles se entretessem enquanto observava o monitor. Bisbilhotou uma aba depois da outra, observando circulantes da rede do laboratĂłrio.Â
 Luna sempre se perguntou se o vilĂŁo criava as prĂłprias charadas, nĂŁo entendendo o como. Agora sentia que elas apenas saltavam na mente daquele homem, totalmente formadas e prontas durante um diálogo ou monĂłlogo. Ao outro lado, C. ocupava as mĂŁos sobre o teclado na mesa. Chegando a empurrar as peças da arma para o canto, Benjamin estava separando-as como quem contabiliza cada item. Dentre os demais, pinçou com suas garras uma lasca de ferro na cor preta. C. desviou o olhar da tela, observando aquele pedaço solto de material.Â
 A voz de Charada reverberou novamente.
— Quem sabe? NĂŁo se toca, mas te cega, ofusca estrelas e chega acompanhada pelas sombras?Â
C. virou para eles, finalmente esboçando algum receio no rosto.
— O que mais você vai querer?
— EntĂŁo a resposta está na ponta da sua lĂngua?
— Suponho que já sabe que tenho trabalho a fazer. Resuma sua constatação, por favor. — o pedido de educação pareceu raspar sua garganta com espinhos.
— Você pisou nele! — Luna gritou, preocupada com a ave — Não precisava machucar ele mais ainda!
— Luna, agora nĂŁo.Â
— Você não precisa agir dessa forma! O Charada pode ser uma ameaça e você ainda fala com ele desse jeito, e não precisa machucar algo só pra—
— Luna, agora nĂŁo! — C. havia voltado para a mesa do monitor, pegando as peças daquela arma. Luna arfou, ajoelhando para ver o corpo aberto e pisoteado. Do rasgo inicial saltavam respingos de um sangue coagulado, seu interior era repleto de fios imitando ou substituindo veĂas.
— Ele já sofreu tanto nas mãos do Charada..
— Eu acho que tenho algo pior pra ficar preocupada..
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
âś“ Live Streamingâś“ Interactive Chatâś“ Private Showsâś“ HD Qualityâś“ Free Actions
Free to watch • No registration required • HD streaming