Acolhida fora reservada à vós Como o descanso pós-deserto Com um enigmático mês sabático Que dirá termino e descaso O escopo nos soprara uma boca Que mascara-nos com gentileza Para depois apresentar-me à festas dos caninos Uma pena, que penei em lustrar-te os dentes Enterre-me com toda a pompa Embaixo de tua língua com verdades vencidas Pela circunstância diga a Marco Antônio Que afoguei-me no pomar de maçãs caídas Convoque o velório E confessa-me a andança Por outra tribo que fosse devota Ao prisma pavão bailarina Encontrei-te os olhos No horizonte onde os punhos cerravam-se E antes de cruzarem os socos Os olhos foram o parâmetro ao embate Faça seguro da tua oratória ouro de tolo A leiloe por preços consistentes ao mercado Oferte palestras paliativas E crie tu mesmo a própria persona coach empírico Amor esbelto estás trancafiado Em belezas bélicas, a reza petroquímica Lhe roga de antemão papéis para intérpretes Entretanto, diga-me que não possui amuletos nas genitálias e pérolas nos dentes? Está a exata beleza Em bronzeados louváveis Que lhe carcume a pele Olhos azuis low profile que lhe deixa em feição desbotada...
Diga, Olívia - Pierrot Ruivo














