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Capítulo 55
Eu não era o tipo de pessoa que se sentia bem sendo mal educada, porém as vezes eu não conseguia me conter.
- Se eu disse que não você vai se sentar do mesmo jeito, então... – Falei indicando o banco a minha frente com a mão.
O Diego passou por mim deixando a essência do perfume dele no ar. Ao se sentar na minha frente pude observar como ele parecia recarregado, forte, contente. Seu topete perfeito ainda estava do mesmo jeito desde a última vez que nos vimos.
Um sorriso maroto brotou em seu rosto.
- Eai – Ele disse por fim.
Dei-me ao trabalho de apenas sorrir.
O atendente colocou meu café no balcão e sem falar nada eu comecei a toma-lo, dedicando toda minha atenção à pequena xícara. Pela visão periférica pude notar que ela me observava.
- Tenho sentido tanto a sua falta ultimamente – Ele falou depois de um tempo – Eu fico pensando... O que foi que eu fiz...
- Você foi embora... – Interrompi – Não deveria ter ido embora.
Ele estava girando um copo americano perdido por ali com a ponta dos dedos, mas assim que terminei de falar seu rosto se voltou em direção a mim, em seus olhos cortaram um fio de esperança.
- Está dizendo que se eu não tivesse ido embora ainda estaria aqui? – Indagou.
Sorri e balancei a cabeça em sinal negativo. Aquele ditado que diz que as pessoas só dão valor quando se perde era uma das coisas mais verdadeiras que eu estava vivendo.
- Não... Não estaria. Por que é tão difícil para você entender que eu realmente gosto dela? – Perguntei fitando-o.
Ouvi sua risada sem graça enquanto ele fazia questão de não me olhar.
- Desculpa é só que... – Ele tentou falar.
- Só que nada... Vocês tem tanta necessidade de achar uma explicação para o que é natural. – Comecei a olhar as pessoas andando de um lado para o outro no calçadão da praia. – É ela.
Voltei a olha-lo. Era estranho pra eu falar sobre meus sentimentos, ainda mais pra alguém que já fora tão intimo a ponto de saber me compreender com o olhar.
O Diego balançou levemente a cabeça afirmando.
- Vai seguir ela por onde ela for? – Ele voltou a falar.
- Eu não sei – Ri sem graça voltando a observar as pessoas – Esse é uma das reações que ela causa em mim... Não me preocupo com o futuro, tudo que importa é o agora, e só.
Mais uma vez ele ficou mudo, apenas balançando a cabeça.
Um vento forte veio em nossa direção trazendo aos meus pulmões o cheiro salgado que vinha do mar, assim como a colônia que ele usava outra vez. Ri disfarçadamente ao notar que isso também mudara. Nada no mundo era comparável aquele cheiro de cereja que eu nunca descobri da onde vinha.
Voltei a observa-lo discretamente enquanto ele também observava as pessoas, era mais fácil analisá-lo assim.
É incrível como a vida muda, como você tem um plano e um futuro e de repente, em uma madrugada, toda sua vida muda de rumo. Pensar nisso me intrigava, assim como também me assustava. Quem poderia me garantir que cada vez que a vida mudasse de rumo eu encontraria uma Rafa por ai? Ou quem poderia me garantir que essa mesma vida que me trouxe ela, não a levaria da mesma maneira, assim como foi com o Diego.
Lá estava eu, pensando sobre o futuro. Ele voltou a me olhar fazendo com que eu afastasse todos esses pensamentos sombrios da minha mente.
Achei que seus olhos negros me olhavam, mas na verdade ele observava algo as minhas costas.
- Me vê um chocolate quente, por favor? – Ele pediu para o atendente – Com um toque de caramelo no final.
Fiquei surpresa com seu pedido, ele não costumava fazer essas exceções quanto ao que beber, e além do mais, eu já tinha ouvido essa frase repetidas vezes.
- Hanna! – A voz firme da Rafa me assustou.
Virei à cabeça para o lado e a encontrei posicionada ao meu lado, com os braços cruzados, olhando para o Diego com uma expressão irritada. Segurei o riso.
- Pode ficar no meu lugar. – Ele falou ficando de pé – Eu pedi chocolate quente para você.
Ele riu ao perceber a surpresa em nosso olhar.
- Com um toque de caramelo. Eu sei. A Hanna sempre falava desse seu gosto maluco quando passávamos em frente alguma padaria.
Mais uma vez segurei a risada que se formava na minha garganta. Não sei bem em que eu achava graça, porém nenhum dos dois se sentia confortável na presença do outro.
Desde o principio quando começamos a ser amigas ela sempre deixou claro que não gostava dele, assim como ele também nunca fez questão de ser simpático com ela.
Como nenhuma de nós o respondeu, o Diego simplesmente deu de ombros e saiu da nossa frente.
Olhei de esgueira para a Rafa e percebi que ela continuava intacta onde estava, ainda de cara fechada e de braços cruzados. Aproximei-me do ouvido dela.
- Quer se sentar aqui comigo gata – Sussurrei.
- Não! – Ela respondeu, virando a cabeça em câmera lenta para me olhar.
- Não? – Fiquei surpresa.
Lentamente sua testa foi relaxando e ela parou de franzir o cenho, assim como seus lábios começaram a se mover para o lado como um pequeno sorriso.
- Por que eu não resisto...
- A mim? – Perguntei completando-a imediatamente – Eu sei que é difícil.
- Não, eu ia dizer ao chocolate – Ela voltou a ficar séria.
Eu era a mais debochada de nós duas, porém o talento que ela tinha pra se manter séria era muito maior que o meu.
Sem ligar para minha expressão de surpresa e decepção ela se sentou a minha frente.
- Francamente como você me deixa dormindo sozinha? – Ela perguntou ligeiramente histérica.
- Não vai enfartar antes da apresentação né? – Perguntei com cautela.
A Rafa revirou os olhos não dando a mínima para meu comentário maldoso.
O atendente colocou o pedido dela no balcão e sem muita demora ela bebeu todo o chocolate.
- Eu acho que vou surtar – Confessou.
O canto da sua boca estava sujo com espuma de chocolate. Não consegui conter a risadinha que escapou da minha boca ao vê-la assim.
- Que foi? – Ela perguntou desconfiada.
Balancei a cabeça ligeiramente. Aproximei-me do seu rosto e colei meus lábios ao dela. De começo ela não se moveu, mas segundos depois seus lábios relaxaram correspondendo ao meu selinho.
- Meu senhor, você é muito estranha – Ela comentou assim que me afastei.
- Hm, obrigada? – Perguntei confusa.
Dessa vez ela quem começou a rir relaxada, não resisti e acompanhei sua risada mesmo sem saber o real motivo que a fazia rir.
O celular dela tocou tirando-nos da nossa distração.
- Nossa, temos que ir. – Ela comentou ficando de pé – Vou ficar atrasada.
Suspirei decepcionada. A partir de agora eu só a veria na hora da apresentação, como combinado. Ela me deu um beijo no rosto e saiu do saguão indo de encontro com seu motorista, que já estava aposto na porta do hotel a esperando.
Olhei a redor, senti-me chocada por estar sozinha. Meus pais deviam estar a caminho, assim como meus amigos, porém demorariam a chegar. Queria ver o Renan, porém ele também deveria estar sendo alugado pela academia assim como a Rafa, e a meu ver a Mari não era uma boa companhia nesse momento.
Voltei para o quarto e dormi, dormi tanto que quando acordei o dia já havia acabado e o céu já tinha estrelas. Olhei desesperada no relógio e percebi que se não corresse estaria atrasada.
- Que novidade – Resmunguei.
Tomei banho e me arrumei o mais rápido que pude, consegui chegar à porta do hotel junto com o carro do Tio Max. Ela havia ficado encarregado de me pegar e me levar para o local da apresentação.
Ao chegarmos ao local estava lotado, lotado demais. Senti um frio na barriga ao perceber que o Renan teria de passar por todas aquelas pessoas. Torci mentalmente para que ele não visse aquilo.
Avistei meus pais assim que cheguei. Todos meus amigos também estavam lá. A Rafa havia reservado as cadeiras da frente para todos assim era fácil observa-lo todos juntos.
Pela ordem das apresentações a menina que estava cocorrendo a final com ela se apresentaria primeiro.
Decidi escapar das pessoas que estavam lá e entrei no camarim para dar uma ultima olhada nela.
Passei por uma das inúmeras portas que haviam por ali e de relance vi um menino que me pareceu ser o Renan, dei alguns passos para trás e espiei por entre a porta aberta e vi que era realmente ele.
- Nossa! Quem é você? – Brinquei.
Ele estava se olhando no espelho e mal notou minha entrada.
O Renan vestia um terno, mas não um terno normal. A gravata era em forma de borboleta e era dourado o que realçava seu cabelo e seus olhos. De frente parecia um terno normal, porém a parte de trás que lhe cobria as costas descia um pouco mais que o normal, formando um W na altura do joelho. Ele usava sapatos também, perfeitamente engraxados. Seus cabelos cor do sol estavam todo penteado para frente formando um topete ligeiramente bagunçado.
Ele estava lindo e muito bem apresentável se não fosse pela expressão de espanto em seu olhar.
- Acha que estou bem vestido para a hora que o pai dela me matar? Pelo menos vou sair bonito no jornal – Debochou.
Apesar da descontração ele estava realmente nervoso.
- Não fica nervoso, nem triste, isso...
- O que? – Ele me interrompeu – Não tem ninguém mais feliz que eu essa noite. – Ele ficou um minuto pensando – Assim como não tem ninguém com mais medo do que eu, confesso...
Comecei a rir da sua confusão. Pelo jeito não havia muito com o que se preocupar, ele parecia confiante e feliz por estar onde estava.
- Renan – Comecei a falar, porém ele colocou as mãos nos meus ombros me interrompendo.
- Você é a minha melhor amiga, é de longe a pessoa mais incrível que eu já conheci. Eu não correria o risco de entrar nessa e magoar a Rafa se eu soubesse que não conseguiria dar conta.
Suspirei fundo tentando acreditar ao máximo nas palavras dele. Afirmei com a cabeça e sorri. Suas mãos firmes me puxaram para um abraço apertado.
- Sabe qual é o camarim dela? – Perguntei assim que ele soltou.
- Duas portas depois da minha. – Explicou.
Dei um ultima olhada nele deixando a admiração tomar conta de mim. Ele estava realmente impecável.
Voltei ao corredor e bati na porta que ele dissera. Como ninguém respondeu decidi entrar assim mesmo.
Aquele cômodo era muito mais sofisticado que o do Renan. Havia uma área para maquiagem, outra para as roupas, e outra com comida e para o cabelo. Tudo posicionado em um como só, porém bem organizado.
A Rafa estava apoiada na cadeira de cabeleireiro fitando-se no espelho. Seu olhar expressava que ela mesma não estava se vendo, seu olhar indicava que ela estava vendo muito mais alem do que a si mesma.
Aproveitei seu devaneio para admira-la.
Seu vestido parecia um tomara que caía, se não fosse as pequenas fitas de cetim que lhe cortavam o ombro, quase imperceptíveis. O vestido era branco como uma nuvem, e vinha colado ao seu corpo até a altura do quadril, desenhando as perfeitas curvas que ela tinha. Assim que chegava a sua cintura o vestido se soltava, formando-lhe uma saia leve e solta em torno de seu corpo. Fiquei feliz ao perceber que ela estava bem coberta.
Seu cabelo estava preso em uma trança de lado, dessa vez muito mais elaborada que o normal, e com alguns enfeites a mais.
Aproximei-me devagar e silenciosamente. Só quando coloquei as mãos em seu ombro que ela voltou a si. Ao me olhar através do espelho um sorriso relaxado apareceu em seu rosto.
Fechei os olhos e beijei seu ombro devagar, e depois o pescoço. Subi com pequenos beijos até sua orelha. Ela estremeceu ligeiramente enquanto eu sentia seu corpo se arrepiar.
- Boa sorte. – Sussurrei.
Senti seu corpo girar para ficar de frente pra mim. Abri os olhos para observa-la.
- Sabe o que eu tava pensando? – Indagou.
Levantei a cabeça dando-lhe permissão para que falasse.
- Você é metade de mim, e é exatamente por isso que a gente se da bem... – Ela riu sem graça – Metade de mim te ama incondicionalmente enquanto a outra metade de mim se ama incondicionalmente, porque a outra metade de mim é você.
Seu raciocino era bem lógico. Sorri concordando com a cabeça.
- Sendo assim, metade de mim vai ser obrigada a dançar essa noite. – Comentei.
Suas mãos geladas agarraram meu rosto obrigando que eu a olhasse.
- Obrigada por tudo viu? – Ela falou baixinho – Não me importa o que acontecer hoje, eu... Sinto-me tão feliz.
- Eu também. – Respondi rápido.
Alguém bateu a porta fazendo com que automaticamente eu desse um passo para trás. Fechei os olhos frustrada por ter feito esse movimento sem perceber. Ainda era difícil pra mim.
A Marcela entrou mesmo sem que uma de nós tivesse falado algo. Ela não escondeu a surpresa a meu ver ali.
- Se eu fosse você, voltaria para o salão. O começo do festival é sempre incrível.
Entendi perfeitamente a sua indireta. Dei as costas para ela e revirei os olhos para a Rafa. Ela riu de um jeito calmo para mim e deu de ombros. Lancei-lhe um beijo no ar que foi retribuído da mesma maneira.
Voltei para o salão que já estava totalmente completo. Havia muitos fotógrafos e jornalistas por ali também.
Eu ia descer e me sentar perto dos meus amigos, porém parei no meio do corredor e fiquei por ali. A visão era melhor.
Encostei-me a parede e esperei, em poucos segundos as luzes se apagaram e somente o palco entrou em foco.
Meu porto seguro parte 2 – cap 55
O motorista entrou no carro.
Motorista: Está na hora.
Enxuguei minhas lágrimas e dei uma rápida olhada no espelho, estava tudo perfeito.
Respirei fundo e assenti para o motorista. Ele ligou o carro e seguiu até o tapete vermelho que se estendia sob o gramado. O dia estava lindo, o clima estava ótimo.
A porta do carro se abriu e meu pai saiu primeiro, estendendo a mão pra mim, para me ajudar a sair do carro.
Uma das moças do cerimonial me ajudou a arrumar o vestido.
Havia montado uma pequena estrutura que dava suporte para uma pequena cortina improvisada.
A cortina se abriu e lá estava ele, no altar, me esperando. Ele estava sorrindo mas pude perceber que lágrimas corriam de seus olhos.
Meu pai me conduziu até o altar ao som de uma musica bem bonita, escolhida por mim.
Enquanto eu caminhava eu podia sentir as bênçãos dos céus caindo sobre mim e todos que estavam presentes ali. Olhando para Victor, fiz uma pequena prece, pedindo a Deus que eu fosse uma boa esposa e uma boa mãe.
De repente eu vi uma luz bem forte, do outro lado do altar e aí eu pude vê-la, ali, na minha frente, depois de anos, minha mãe. Não consegui conter a emoção, ao mesmo tempo que as lagrimas escorriam um sorriso gigante se abria em meu rosto.
Ela sussurrou um ‘’eu te amo’’ e uma leve brisa tocou meu rosto e então ela sumiu
Olhei para Victor, que também sorria e então eu cheguei ate ele. Ele deu um abraço em meu pai que me deu um beijo na bochecha antes de me entregar para ele.
Victor me deu um beijo na testa em sinal de respeito e a cerimônia começou.
Casamos no civil com um juiz da cidade e uma senhora de cabelos brancos, bem simpática nos diria algumas palavras. Ela era uma amiga de dona Alice e sempre fez casamentos iguais ao meu. Ela se chamava Amélia.
Amélia: Queridos irmãos aqui presentes, hoje eu vim trazer uma mensagem para vocês, sobre o amor. O amor é uma força superior que rege o mundo, sem ele nada seríamos e é essa mesma força superior que nos uniu aqui para sermos testemunhas da união de Luna e Victor. O casamento tem seus dias bons e seus dias ruins. Os dias bons são todos os dias, quando você acorda e olha pro lado e vê que escolheu a pessoa certa para passar a vida toda. Os dias bons são aqueles que um estão do lado do outro, segurando a mão do outro, quando um acha que vai cair. Mas o casamento tem seus dias ruins também. Aqueles dias que você acha que tudo está perdido, que nada terá solução, mas se vocês, Luna e Victor, se unirem todos os dias, se amarem todos os dias e segurarem na mão de Deus todos os dias, esses dias serão passageiros, rápidos como a velocidade da luz. O casamento é uma coisa de total entrega um para o outro, de corpo e alma. O casamento é o selo de que duas vidas se encontraram para viverem juntas pela eternidade. Luna e Victor, eu e todos aqui presentes, desejamos que apenas a Luz Divina derrame sobre vocês, desejamos que Deus e seu filho que nos salvou na cruz morem no coração de vocês e que Eles sempre protejam o lar de vocês com seu infinito amor e misericórdia. Por fim, desejamos que vocês sejam felizes, que sejam bons pais e principalmente, sejam a metade do outro. Que Deus abençoe vocês. Diante da presença de familiares e amigos, vocês já estão casados, aos olhos de Deus e de todos aqui. Podem fazer a troca de alianças.
Uma priminha de Victor veio trazer nossas alianças para que nós pudéssemos fazer nossos votos.
Victor: Luna, aceite essa aliança, em sinal do meu amor e da minha fidelidade. Prometo a você que serei um bom marido, que enfrentarei os meus medos para que eu seja um bom homem para você. Prometo te amar todos os dias, prometo cuidar de você, prometo segurar sua mão e prometo te apoiar nos momentos bons e ruins, prometo amá-la por toda a vida,até depois dela. Eu te amo.
Victor colocou a aliança em meu dedo e a beijou.
Luna: Victor, aceite essa aliança, em sinal do meu amor e da minha fidelidade. Prometo a você ser uma esposa companheira, que estará com vocês nos bons e maus momentos. Prometo amá-lo, amá-lo muito, nessa e em outras vidas. Prometo segurar sua mão e prometo não deixar você cair. Prometo ser uma boa mãe para nossos filhos e prometo ser a mulher da sua vida, pra sempre. Eu te amo.
Coloquei a aliança no dedo de Victor e a beijei.
Amélia: Os noivos podem se beijar.
Trocamos nosso beijo apaixonado e todos seguimos para o salão de festas que era bem ao lado de onde foi a nossa cerimônia.
A Prueba
Capitulo 55 – FINAL
POV LAUREN
“… nada que realmente valga la pena será fácil.” Las palabras de Maya resonaban en mi cabeza una y otra vez.
Había pasado los últimos días en un literal estado de depresión y bajo una estricta rutina de prácticamente hacer nada. Por las mañana me levantaba de la cama para ir al trabajo y al regresar volvía a la cama. Eso era todo. Eso era mi vida ahora.
Maya hacia hasta lo imposible por verme comer algo. Yo la satisfacía solo porque se que es necesario, no porque quisiera. Me sentía sin gravedad. Suspendida en es espacio y tiempo, sin saber exactamente hacia donde mirar o dirigirme.
Las horas pasaban y con ellas los días y lo único que pasaba conmigo, era que me sentía cada vez mas fuera de lugar. Cada día de la última semana tenia al menos un lapso de atrevimiento y comenzaba a planear mi huida hacia Miami. Si, a mis 28 años de edad quería salir corriendo a los brazos de mami. Y parecía una buena idea hasta que lo pensaba bien y concluía que jamás soportaría tener tan cerca y a la vez tan lejos a Camila. No se que seria de mi si un día paseando por una plaza o un parque me la encontrara con la chica del pórtico aquella vez. O con quien fuera, que sea que no fuera yo.
—Por muy fuerte que queras verte, tienes que aceptar que Nueva York ya no tiene nada que ofrecerte —Dijo Maya pasándome un plato mas del desayuno de los que había lavado para secarlo.
—Puede que tengas razón y siempre la tienes. Pero no estoy lista.
—Esa es solo una excusa mas para no hacer las cosas. Ve tras tu chica, mujer.
—Se te olvida que mi chica tiene a OTRA chica, la cual parece estarla haciendo feliz.
—Lauren, Lauren… me desesperas tanto. Como das cosas así por hecho, ¿y si no era nadie? ¿Qué tal si había sido cosa de una noche?
—le di un codazo en el estómago.
—Por supuesto que no —Ella se quejo. —Camila no es así.
—Ahh… auch? Ok ok, ella no es así… ¿estas segura?
—¿A que te refieres con eso?
—A que realmente no lo sabes… no la conocías hasta hace poco de un mes y no recuerdas absolutamente nada de ella.
—Pero se que no es así Maya, es… e ella. Se le nota. Ella es… única e increíble —Sentía un nudo formarse en mi garganta.
—Ahhhh esto es tan romántico. Corre y dile que la amas ¡YA! Estas matándome con tu cara de enamorada.
—Que mas quisiera… pero no es tan fácil.
—Se que no es fácil… pero seguro es mas fácil de lo que crees, solo que eres demasiado cobarde para intentarlo. —Me saco su lengua en forma de burla y yo solo reí.
—Sabes… a veces creo que yo debería tener 21 y tu 28.
—Yo a veces no… ¡siempre! —Volví a golpearla
—Hey, te estas acostumbrando a esto y no me agrada ¿he? —me eche a reír Entonces nos dimos cuenta de que habíamos terminado con los platos. —Muy bien ojos bonitos… terminamos. Es sábado. ¿tienes planes?
—¿Además de usar pijamas enormes y ver películas tristes mientras me termino el helado que compras? No, ninguno —Ella rió.
—Dios, eres tan dramática y depresiva. Deja eso por un día y ven conmigo. Iré a visitar a mis padres.
—Te lo agradezco pero… preferiría que no.
—¿Estas segura? Sabes que eres bienvenida.
—Lo se y en serio gracias pero mejor no. No quiero que comiencen a creer que tienen otra hija.
—Lo dudo —Sonrió —Eres algo vieja y fea como para pertenecer a la familia. —Tome un paño de la cocina y comencé a golpear con el mientras ella carcajeaba de risa.
—Muy fea y muy vieja ¿no? —Dije sin parar de golpearla y riéndome también. No recuerdo la última vez que había reído así que fue un buen momento para mi. Uno excelente.
—No no, yo no dije muy. Dije “algo”. Es distinto.
—Si… claro.
—Bueno… ahora en serio. ¿Segura que estarás bien aquí?
—Claro… soy lo suficientemente vieja para saberme cuidar. Saldré a caminar, tomare un café, leeré. Algo debo de poder hacer que no sea deprimente.
—Bueno… yo lo decía en caso de que, ya sabes, Joel viniera y…
—Eso no pasara, tranquila. Ya tuve bastante de el estos días cuando iba a buscarme. Creo que por fin entendió que… se acabó.
—Excelente —Me regalo una sonrisa —Bien, en ese caso iré por mis cosas. Me voy en 20 minutos.
—Claro, corre y ve —Me abrazo y salió de la cocina.
-
Pasaban de las 4 de la tarde y yo no encontraba nada mas por hacer. Había estado ordenando un poco la casa, viendo películas de comedia e incluso hice un pastel de caja que encontré en la alacena. Seguro a Maya le gustaría. Me quede parada en el marco de la puerta de la cocina mirando hacia el pequeño living del departamento y era mas que obvio… ya no había nada por hacer. No tenía muchos ánimos de salir pero, tarde solo 3 minutos en correr por mi teléfono, una chaqueta y salí del lugar.
—Un café de mi lugar favorito no caería mal —Me dije a mi misma bajando las escaleras hacia la calle.
Camine por la avenida aun algo histérica, mirando hacia todos lados con miedo a encontrarme con Joel. No es que le temiera, pero sin Maya por aquí seguro seria aún mas difícil zafarlo de mi. Iba a cruzar la calle cuando alguien me toco el hombro. Volteé lo mas rápido que pude pidiendo que no fuera quien creía. Y así fue… Era solo una chica repartiendo folletos.
—Gracias —Dije recibiéndolo y lo leí. “Memorial 9/11”. Mi estómago se estremeció de tan solo leerlo. Pero mi cabeza me jugo sucio y lo único que hizo fue mandarme aun mas sentido de curiosidad. Aunque aun tenia mis dudas. —Sería algo… completamente diferente por hacer hoy. —Me dije a mi misma para tratar de convencerme. De pronto el café salió de mi mente, di media vuelta y camine hasta el lugar. No quedaba tan lejos el WTC de donde estaba, no tarde mas que 15 minutos en llegar. Al estar frente a la puerta la duda regreso a mi, pero me di cuenta de que era algo que tenía que hacer, por mi. Y que si no lo hacia ahora, quizás nunca me atrevería de nuevo. Tome una pesaba bocanada de aire y entre.
El lugar era increíble. En serio hermoso. Un poco de jardín muy bien conservado mas las relucientes albercas. Fuera la dirección que fuera a la que mirara había bastante gente en el lugar. Unos sobre el borde de las albercas y otros en las bardas de los extremos sentados, incluso algunos llorando. Vi incluso a un par de niño llevar un pequeño ramillete de flores hasta un lado de una de ellas, se hincaron en modo de oración y regresaron hasta donde, parecía ser su madre aquella mujer. Recorrí ambas, cada centímetro de ellas en busca de mi misma. Seria completamente shockeante ver mi nombre escrito en alguna parte cuando… por alguna razón de la vida, aquí estoy. El recorrido solo logro darme pena. Pena de la gente que veía y que no me encontraba por ningún lado. Había comenzado a creer que no había sido una excelente idea.
—Mierda —Dije para mi misma mientras suprimía las ganas de dejar escapar una que otra lagrima. Ya había sacado muchas los últimos días. Después de 1 hora llegue a mi limite y me dispuse a salir de ahí. Mire por última vez y Sali casi huyendo del lugar —Cobarde… eso es lo que eres. —Decía secándome la cara.
Al salir mi atención se fue hacia el pequeño museo del memorial y las ganas de irme se pospusieron. Surgió un enorme interés para mi en todo ese tipo de cosas que se habían encontrado en la escena. Era fascinante y también deprimente imaginar cuando historias se encuentran encerradas aquí, en figura de objetos. Y cuantas otras mas no habrá fuera de todo esto, tal vez una que otra como la mía. Al imaginar a los dueños de todos estos relojes, zapatos, billeteras con fotografías familiares, celulares con mensajes que no alcanzaron a ser enviados, después de ver todo esto comencé a sentirme afortunada y sonreí vagamente en modo de agradecimiento. Me recordaba al día que desperté en el hospital, todo lo que me había entregado Joel. Si yo no estuviera viva, la esclava que llevo en mi mano seguramente estaría aquí, siendo una historia mas. Una que no pudiera contarse.
—Si realmente soy escritora… tal vez mi próximo libro podría ser referente a eso. —Pensé.
Me dirigí a la salida cuando mis ojos como imanes se fueron a la última vitrina. Y en esa vitrina a un broche. Un broche común que parecía ser de oro. Tenía forma de jaula y saliendo de ella había dos pequeños pájaros con brillantes en los ojos. No podía apartar la vista de aquel articula, era como si estuviese llamándome. Mi cuerpo se tensó y la cabeza comenzó a darme vueltas como si me hubieran dado un fuerte golpe en ella. No conseguí seguir de pie y caí de rodillas hasta el piso. Entonces un millón de imágenes llegaron a mi cabeza como un rayo. Imágenes, voces, sonrisas, lugares, viejas conversaciones. Mi respiración se aceleraba mientras yo trataba de entender lo que pasaba. Los oídos me explotaban, la presión de mi cuerpo claramente estaba hasta las nubes. Mi mente se abrió. Era como si alguien hubiera digitado la contraseña correcta para desbloquearla. Todo volvió a mi mente, ahora lo recordaba. Ahora estaba mas que claro. Trate de pararme pero fue imposible, nada en mi funcionaba ahora, mis piernas temblaran, mis ojos lloraban y no era capaz de formular una palabra. Ni siquiera un grito.
—Señorita… —Escuchaba detrás de mi —Hija ¿estas bien? —Veía frente a mi a un par de policías, seguramente la seguridad del lugar hablándome y sentí unos brazos rodearme —Hija háblame… dios. ¿Esto va a pasarme siempre?
Después de un par de minutos aquellos brazos me ayudaron a levantarme.
—¿Estas bien linda? —era ella. La señora encargada de la cafetería que tanto me gustaba ¿Qué hacia ella aquí? —Ojos bonitos… pero ¿Qué te sucede? ¿estas bien?
Incapaz de decir algo mire a mi alrededor. Vi un par de rostros asustados por la escena y me detuve en lo último que había mirado antes de caer, aquel broche.
—Camz —Dije aun aturdida y mire a los ojos a aquella señora —Camila…
—¿Camila? ¿Qué? Pero… oh dios. Tu… tu eres ella. Tu eres la chica de la historia. Tu eres Lauren. —Dijo sonriéndome y yo apenas pude reaccionar..
—Yo… yo lo siento. Gracias en serio. Debo irme.
—Linda ¿Qué te ocurre? Espera. Debes descansar un poco.
—Se lo agradezco, no tengo tiempo. Debo irme.
—¡Espera! —Grito. Camino hasta mi y tomo mi rostro entre sus pequeñas y arrugadas manos —Puedes irte… solo si iras por ella. —
Yo solo le sonreí entre lágrimas, bese sus manos y salí corriendo del lugar.
POV CAMILA
—Ifos por dios, ¡no te jales! Ven… ya casi llegamos. —Entramos al jardín y ahí le solté la correa. —Listo bienvenido a casa. Anda a correr.
—Y fue directo hacia la parte trasera del jardín.
Hoy por fin después de poco mas de un mes regresaba oficialmente a casa. Había estado este tiempo entre viviendo con mis padres y con Sandra. Pero era tiempo de retomar mi vida. Siempre supe que seria así aunque jamás me rendí en que fuera de nuevo con ella… con Lauren. Pero ahora lo sabía, claramente ahora tendría que ser sin ella y yo no podía seguir desperdiciándome. Tome un par de caja pequeñas con cosas de trabajo del auto y fue hasta la puerta mientras miraba a Ifos correr de un lado para otro en el jardín. Metí mi llave en la cerradura cuando pare en seco.
—Que extraño… —La puerta no tenía llave —¿Yo la deje así? No… claro que no. Siempre la cierro. —Ahora tenia miedo. ¿y si se habían metido a robar? No me sorprendería mucho… después de todo había estado mucho tiempo fuera —Dios… no. No por favor.
Entre con cautela a la casa y mire de reojo. Todo parecía estar en orden. Entre por completo y cerré detrás mío. Entonces mire hacia la cocina y de la impresión solté las cajas que traía. ¿Qué significaba esto?
Desde la cocina vi como una figura se dio la vuelta, y ahí estaba ella, son esa sonrisa capaz de hacerme delirar en el rostro.
—Lauren… —Dije en shock. Ella sonrió y yo sentí que moría.
—Hola. —Dije así, sin nada mas.
—Tu… ¿Qué? ¿Qué estás haciendo aquí?
—¿Te molesta acaso que este en Miami?
—No no, para nada. Me refería a mas aquí, ahora, en mi casa. —ella se echó a reír.
—Eso, claro. Dejas una llave en la maceta con las amapolas ¿no?
—Si, por supuesto. Pero es para emergencias. Y si venias solo tenías que… —Y mi mente razono. “la maceta de las amapolas” nunca se lo dije. Es decir, lo sabía pero, no mientras estuvo en Miami. No desde que la encontré. ¿Cómo es que ella…? ¿acaso…? Mi respiración comenzó a ser muy pesada y mi mente parecía no comprender nada. Lauren comenzó a acercarse a mi y pude notar la gran sonrisa en su rostro y como sus ojos se llenaban de lágrimas poco a poco. Solo se detuvo hasta que nuestras narices chocaran una con la otra y rodeo mis caderas con sus brazos. Y yo… aun no podía creer lo que miraba. Lo que pasaba.
—¿No me vas a saludar, Camz? —Y lo supe. Ella estaba aquí. Mi Lauren había vuelto. Mi pecho se contrajo y comencé a llorar de apoco.
—¿Saludarte? Por dios Lauren Jauregui yo… —Y no pude terminar cuando ya tenía sus labios con los míos. Ahora mi cuerpo funcionaba solo. Mi mente era un total desastre como para manejarlo. Rodee su cuello con mis brazos impidiéndole que se alejara. Había soñado con este momento por años, lo había imaginado de tantas maneras que a veces hasta alucinaba con ellos. Ahora era real. Estaba sucediendo. La tenia nuevamente entera frente a mi. Cuando el aire se hizo necesario nos separamos y mis mirada choco con la cuya. Ese brillo, ese color había regresado. No supe que hacer, no había nada que decir. Le sonreí enormemente y escondí mi rostro en su cuello. Ahora lloraba mas fuerte que nunca y ella hacia lo mismo, mientras acariciaba mi espalda.
—No sabes cuánto te extrañe.
—Tu tampoco lo sabes.
—”Camz” ¿Sabes cuantas veces soñé con volverte a escuchar decir eso? —Dije entre lagrimas —No vuelvas a dejarme. Ya no, por favor. —Se separó, tomo mi rostro y me miro a los ojos.
—Jamás amor… jamas.
EPILOGO EN UNOS DIAS, ILYÁLL ASK
Capítulo 55
Cheguei no camarim e sentei na mesma cadeira que eu havia sentado antes do show começar e na mesma hora comecei a me perder em pensamentos. O que será que Patricia estava aprontando? Por que ela estava querendo se reaproximar de Lucas? O medo de novamente ela destruir minha felicidade começou a me atormentar. Meus pensamentos foram interrompidos por o barulho de alguém entrando no camarim, olhei para o lado e vi que era ela.
— O que você quer? — perguntei.
— Eu vi que você voltou para cá, então vim aqui conversar com você. — Patricia respondeu.
— Não temos nada para conversar.
— Eu quero te pedir desculpas.
Ao ouvir aquilo fiquei sem reação. Eu havia ouvido certo? Ela estava ali para me pedir desculpas? Ela é do tipo orgulhosa e jamais daria o braço a torcer.
— Pedir desculpas pelo que?
— Por tudo de ruim que eu fiz para você e para o Lucas. Eu era uma louca apaixonada e acabei agindo de forma errada. Sei que fiz muito mal em armar toda aquela situação, mas eu estou arrependida e quero que você me perdoe.
— Não sei se o que você fez tem perdão. — falei fitando o chão.
Ouvimos o barulho da porta se abrindo e era Lucas, pelo jeito o show já havia acabado.
— O que vocês duas estão fazendo aqui juntas? — Lucas perguntou com uma expressão de surpresa no rosto.
— Eu vim aqui conversar com a Brenda, mas preciso conversar com você também. Vou esperar vocês ali de fora, depois que você atender o pessoal a gente conversa. — Patricia falou e saiu do camarim.
— O que ela queria? — Lucas perguntou me olhando.
— Pedir desculpas, ela é muito cara de pau. Se ela pensa que eu vou acreditar que ela está arrependida, ela está muito enganada. — falei.
Ale entrou no camarim e pediu para Lucas se posicionar, pois o atendimento iria começar. Eu fiquei em um canto do camarim enquanto Lucas atendia as fãs. Eu estava pensativa e ao mesmo tempo com muita raiva, Patricia não devia estar sendo sincera. Depois de um tempo, o atendimento ao camarim terminou e Patricia entrou para terminarmos a conversa.
— Como eu já havia dito para a Brenda, eu me arrependi de tudo que eu fiz para destruir o namoro de vocês e eu quero que vocês me perdoem. — ela disse.
— Você agiu muito mal Patricia, mas já que você está arrependida nós te perdoamos sim. — Lucas falou.
— Lucas pode até te perdoar, mas eu não. — falei.
— Brenda, que isso? — Lucas perguntou me olhando assustado.
— Não consigo acreditar nessa cara de boa moça dela. — falei.
— Olha Brenda, eu estou sim arrependida de verdade e prometo que jamais vou agir de má fé com vocês novamente. — Patricia disse e dessa vez ela parecia estar sendo sincera.
Lucas ficou me olhando e seu olhar pedia para que eu perdoasse Patricia. Diante de suas últimas palavras ela parecia estar sendo sincera, então resolvi esclarecer logo essa história.
— Tudo bem Patricia, eu te perdoo. — falei olhando para o chão.
Patricia então agradeceu, conversou mais um pouco com a gente e confesso que até que ela era um pouco divertida, depois de um tempo nos despedimos e ela foi pra um hotel enquanto Lucas e eu fomos para a casa de seus pais. Eu estava exausta, acho que a situação com a Patricia mexeu bastante com o meu psicológico e até mesmo com o meu corpo. Assim que entrei no quarto, troquei de roupa, deitei na cama e adormeci. Sim, eu havia perdoado Patricia de coração e acreditava no fato de que ela havia se arrependido, o que eu não sabia é que logo logo ela aprontaria novamente.

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Capítulo 55
Acordei na manhã seguinte e de certa forma eu já estava me sentindo um pouco melhor, porém a saudade já apertava o meu coração. Tomei um banho, me arrumei, peguei uma maçã e fui comendo até chegar na faculdade. Chegando lá, encontrei com Dani e Rafa no lugar onde sempre nos encontrávamos e fomos para a sala. Eu percebi que Dani estava meio estranha, porém achei melhor deixar para perguntar o que tinha acontecido quando ela estivesse sozinha. A aula ocorreu de forma agradável. Fomos para a cantina comer algo e enquanto aguardávamos na fila, Rafael foi ao banheiro.
– O que aconteceu? – Perguntei para Dani.
– Nada, por que está perguntando isso?
– Dani, pode parar de mentir, você sabe que eu te conheço muito bem e pelo jeito que você está eu sei que aconteceu algo.
– Não posso falar agora. Hoje vou pra sua casa depois que você parar do serviço e a gente conversa. Não toque nesse assunto perto do Rafa, por favor.
– Ok.
Rafael chegou, nós comemos e voltamos para a sala. O restante da aula foi um pouco chato e eu não consegui prestar atenção. Fiquei pensando no que Dani tinha me dito. Alguma coisa séria tinha acontecido e a curiosidade estava quase me matando. A aula acabou, me despedi de Dani e Rafael e fui para casa. Cheguei em casa, comi um salgado que eu tinha comprado a saída da faculdade pois estava morrendo de preguiça de preparar algo, troquei de roupa, passei no apartamento de Silvia e fomos juntas para o consultório. O dia parece que não chegava ao fim e acho que isso aconteceu porque eu estava muito curiosa para saber o que tinha acontecido com Dani. As 18:00 horas tão esperadas finalmente havia chegado. Silvia ainda tinha um paciente para atender, mas ela disse que eu poderia ir embora. Voltei para casa o mais rápido possível, tomei um banho e mandei mensagem para Dani falando que eu já havia chegado e estava a esperando. Enquanto ela não chegava, preparei um brigadeiro de panela para comermos. A campainha tocou e eu fui atender.
– Entra logo e me conta o que aconteceu. – Disse a puxando pelo braço.
– Nossa, quanta curiosidade. – Dani falou com um jeito irônico.
– Você sabe que eu sou curiosa, então pode começar a contar.
– Vamos fazer algo para comermos primeiro, depois eu conto.
– Tem brigadeiro pronto, vou pegar e quando eu voltar você já vai começar a falar.
Fui na cozinha, peguei a vasilha, duas colheres e voltei para sala onde Dani estava sentada no tapete. Sentei ao seu lado, entreguei uma colher para ela.
– Agora pode falar. – Falei.
– Eu sei que quando eu te contar, sua reação vai ser muito ruim. Sei também que você ficará com raiva de mim e talvez ficará alguns dias sem conversar comigo. Eu ia tentar guardar isso só para mim mas eu sei que eu não conseguiria.
– Dani, fala logo, você está me deixando assustada.
– Eu trai o Rafael. – Dani disse olhando para o chão.
Eu tinha ouvido certo? Ela tinha feito isso com o Rafa? Eu não estava acreditando.
Meu porto seguro – cap 55
Doutor Carlos me olhou espantado e seus lábios ficaram secos. Suas mãos tremiam e ele suava de nervoso.
Carlos: Você não pode estar falando sério.
Luna: Eu nunca falei tão serio em toda minha vida.
Doutor Carlos se levantou e me puxou pela mão e me abraçou forte. Seu abraço parecia um pedido de socorro,um apelo.
Nos sentamos novamente e então ele começou:
Carlos: Quando conheci sua mãe nunca imaginei que eu sentiria o que eu senti por ela. No começo pensei que seria só uma aventura,só um desejo. Mas não foi. Eu a deixei sozinha naquele hotel porque eu sabia que nossa historia não iria para frente. Eu sabia que ela amava o seu marido e que tudo o que eu fizesse para conquistá-la seria em vão.
Doutor Carlos olhou para mim com os olhos marejados e acariciou meu rosto.
Carlos: Você, minha filha! Eu não acredito.
Em poucas palavras expliquei a ele como descobri tudo. Contei para ele sobre minha forte ligação com meu pai de criação e que ninguém nunca o substituiria.
Luna: Nós podemos ser amigos – sorri.
Doutor Carlos sorriu de volta. Seus olhos brilhavam feito diamantes.
Carlos: Agora eu posso imaginar a dor que você esta sentindo por Luan. Vocês dois são muito amigos não são?
Luna: Nós dois somos mais que amigos doutor. O Luan é como um irmão,um tio,um primo,um avô, um pai pra mim. Pode parecer exagero mas ele sempre foi meu chão,meu ponto de equilíbrio. Sempre que eu estava triste ou precisava de algo era ele quem estava lá. Ele já me ajudou tanto,sempre fez as coisas por mim. Nós sempre fomos unidos,sempre dando a mão ao outro. Ele é uma pessoa incrível,não sei o que seria de mim sem ele. Não sei o que seria da minha vida sem ele. Foi ele quem esteve comigo o tempo todo quando minha mãe morreu. Eu me lembro de uma vez em que ele estava fazendo um show e quando foi trocar de roupa, coisa de dois minutos, ele me ligou só para saber se eu estava bem. Ele preenche um vazio sabe? É como se sempre tivesse algo ali dentro,algo como uma luz no fim do túnel. E é isso que ele é pra mim,uma luz no fim do túnel,que está se apagando – minhas lagrimas tomaram o lugar das minhas palavras.
Doutor Carlos segurou firme em minha mão e prometeu.
Carlos: Eu sei que o estado de saúde dele é grave mas eu vou fazer o possível e o impossível para salvá-lo.
Paulo: Luna! – meu pai foi entrando pela lanchonete.
Luna: Oi pai – sorri.
Ele percebeu o clima estranho e perguntou.
Paulo: Aconteceu alguma coisa?
Luna: Nós precisamos conversar pai. Depois nós conversamos.
Paulo: Tudo bem então. Vamos subir agora?
Luna: Ah claro,vamos sim. O senhor vem conosco doutor?
Carlos: Vou terminar meu café primeiro. Depois eu subo – sorriu.
Alguns minutos depois doutor Carlos subiu para a UTI e voltou com a expressão abatida.
Bruna: Aconteceu alguma coisa doutor?
Doutor Carlos nos olhos e abaixou a cabeça.
Giulia: Diz doutor,aconteceu alguma coisa?
Carlos: Nós fizemos de tudo – doutor Carlos olhou para mim com os olhos marejados – você sabe Luna,eu fiz tudo o que eu podia,mas eu não consegui cumprir a minha promessa de salvá-lo.
Dona Marizete soltou um suspiro e começou a chorar.
Marizete: Meu filho não,meu filho não.
Carlos: Calma dona Marizete ele não morreu mas agora é só questão de tempo. Seu estado piorou. Não podemos fazer mais nada.
Amarildo: Nós podemos vê-lo doutor?
Carlos: O hospital não permiti mas devido as circunstancias eu irei abrir uma exceção para vocês.
Dangerous Love - Capitulo 55
— ¿Que compraste? — (tn) me abrazo por detrás haciéndome sobresaltar un poco.
— Que conciencia Nicholas, que conciencia. — bromeó Jack, sin causarme gracia.
—La tuya tampoco esta tan limpia, que no se te olvide.
—Nunca. — sonrió
— ¿Que compraste? — repitió (tn) risueña en un susurro.
—Media dulcería. — levante una bolsa blanca y se la abrí para que tomara algo.
—Seguramente Jack compro la otra mitad. — afirmó mirando el contenido de la bolsa.
—No te equivocas castaña. — Jack agito su bolsa.
(Tn) me rodeo tomando la nuestra y se sentó en mis piernas aun indecisa por que elegir.
—Son las seis veinte de la mañana, no se me antojan dulces ahorita. — la tome de la barbilla acercándola a mis labios.
—Bien creo que estoy de mal tercio aquí, cosa curiosa porque si tengo una novia. Creo que mejor me voy a comprar también media cafetería. — La hermosura que tenía en mis piernas y yo reímos.
—Jack, ¿Me podrías traer un café? Si no es molestia.
—Es molestia verlos besándose, traerte café será un placer. — reí y saque un billete.
—Dale otro— me dijo (tn).
—Sí, no seas tacaño. — la mire y sonrió.
—Quiero una rebanada de pastel también. — sonrió inocentemente y volví a darle otro billete.
—Gracias Jack.
—Como sea. — subió una mano mientras caminaba hacia la cafetería.
— ¿En qué estábamos? — me susurro volteando nuevamente hacia mí.
—En que te iba besar desde ahorita hasta que tengamos que subir al avión. —exagere y rio uniendo nuestros labios.
— ¿Pueden dejar de besarse un segundo y decirme donde esta Jack? — La voz de Alisa nos detuvo en seco.
— ¿Dejar? ¡Si no me han dejado empezar! — me quejé y (tn) riendo le resolvió su duda.
—Gracias, continúen. — dijo antes de ir hacia Jack.
— ¿Ahora si? — subí una ceja y sin decir nada mas volvió a unir nuestros labios, intente besarla lentamente, sin provocaciones, pero esta vez era ella. Ella hacía más y más intenso el beso, como si no hubiera nadie a nuestro alrededor.
Seguimos así por unos minutos, apenas alejándonos para respirar.
—Tú quieres que no me pueda poner de pie ¿Verdad? — me quejé.
—Tal vez— sonrió picara y su mano que estaba en mi cuello descendió por mi pecho hasta el borde de mi pantalón.
—Eh creado un monstruo. — reí tomando su mano. —No es el lugar señorita.
—Tenemos veinte minutos antes de abordar— volvió a besarme. —Puede convertirse en el lugar.
— ¿Porque me haces esto? — dije en tono de sufrimiento, pero de igual manera me puse de pie rápidamente.
—Uh— encogió los hombros —Olvídalo ya viene mi pastel— aplaudió alegre mientras que yo únicamente le reclame con la mirada.
—Lo haces intencional ¿Cierto? — rió y beso mi mejilla.
—No, si quiero, pero también quiero pastel. — extendió las manos gustosas recibiendo la caja con el enorme pedazo de pastel de chocolate. —Toma el café amo… Nick— reí por su cambio de palabra pero de todas maneras obedecí tomando el café.
— ¿Porqué no me dijiste amor? — susurré.
—No quiero apenarte. — abrió la caja —A cómo eres, supongo que te hará sentir menos 'malvado' si te digo amor delante de otras personas.
—Mi novia puede decirme como ella quiera, delante de quien quiera.
— ¿Enserio? — partió un poco del pastel con el tenedor y lo llevo a su boca.
—Siempre y cuando me dé de su pastel— rió y tomo otro poco de pastel.
—Bien, entonces te diré... — se quedo pensativa mientras llevaba el tenedor hacia mi boca. —Osito. — no resistió y soltó una carcajada. —No, no podría, mejor me quedo con Nick— besó mis labios —Nicholas para cuando me enoje, y mi amor para momentos como este— roso cariñosamente su nariz en mi mejilla.
—Perfecto. — le quite el tenedor para robarle un poco de pastel.
*
Apenas bajamos del avión y la calurosa y húmeda temperatura nos arroyo. Y ni hablar de cuando llegamos al hotel, estábamos a unos metros del mar, por lo que se respiraba el perfecto aroma a playa.
—Quiero ir ya. — apenas íbamos en el elevador y yo ya no aguantaba las ganas de meterme al mar.
—Entras, te cambias y nos vamos. — Parecía que Nicholas trataba con una niña pequeña por el tono de voz que utilizo. Dicho y hecho entre y me cambie, sin siquiera acomodar las demás cosas de la maleta.
— ¡Date prisa! — le grité a mi compañera de habitación.
— (tn), el mar no se ira, tranquilízate— me contestó Alisa riendo. Volteé rápidamente a la puerta ya que se habían escuchado dos golpes provenientes de esta. Literalmente corrí y al abrirla me encontré con Nicholas recargado en el marco.
—Hola— le dije sonriente acercándome a él, sin duda la prenda que mejor le lucia eran las playeras sin mangas, era todo un deleite ver esos brazos. —Alisa aun no esta lista. — chille, haciendo un esfuerzo por qué me escuchara.
— ¡Cállate! — gritó desde el baño.
—Bien, tu tampoco. — sonrió y subí una ceja sin comprenderle. —Te traje algo. — de atrás de él saco una caja blanca y rectangular.
—Nicholas... — alargué riendo. — ¿Qué es? — lo tome no muy segura y me di la vuelta para que pasara.
—Algo. — me abrazo por la espalda acomodando su cuello en mi hombro. —Algo que me excitaría mucho si lo usaras— susurro y no pude evitar reír mientras lo abría y esa risa se volvió carcajada al sacar lo que estaba en el interior. —Muy bien, ve a cambiarte.
—Ni lo creas— me gire entre risas para verlo. Dejando el traje de buzo que me había regalado. —A menos que me lleves a bucear me lo pongo, pero ni creas que tomare sol con eso.
—Bueno, y si nos quedamos aquí mejor.
—Nick. — fruncí el ceño.
—Eres mía. — me estiró hacia el comprimiéndome entre sus fuertes brazos. —No quiero que nadie voltee a verte. — dio un beso en mis labios.
—Créeme que atraeré miradas si me pongo eso. Miradas extrañas claro. — sonrió. —Además hay cientos de tipas más bonitas y que lucen el traje más bonito que yo, así que cuídate Nicholas, te llego a ver mirando a alg...
—Ya cállate— susurró uniendo nuestros labios, para besarme lentamente.
—A ver ya, sepárense, Nick deja de comértela. — La voz de David nos interrumpió.
—Lárgate. — dijo Nicholas sin siquiera voltear.
—No alcanzaremos sol. — Fue la frase mágica que hizo que me alejara de Nicholas.
—Tiene razón David, mucha razón, vamos tu si me comprendes.
— ¿Y Alisa?— preguntó Jack asomándose por la puerta.
—Aun no está, tal vez en dos días mas logre decidirse por un bikini.
—Tú no llevas bikini ¿Cierto? — me murmuro Nicholas con el entrecejo fruncido.
—No Nicholas— rodé los ojos —Es completo.