Un pequeño comic dedicado al capitulo 35 de Corazón de melón. <3
seen from United States
seen from Vietnam

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Canada
seen from Netherlands

seen from China
seen from United States

seen from Netherlands

seen from Netherlands
seen from China
seen from China

seen from Japan

seen from Türkiye

seen from Belarus
seen from United States
seen from Türkiye
seen from China

seen from China
Un pequeño comic dedicado al capitulo 35 de Corazón de melón. <3

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
“Destranquei a maleta, abrindo-a e vendo três armas. Mas não eram quaisquer armas. Eram três Glock customizadas em ouro e diamantes. Cada uma delas tinha uma inicial”
HA. Henry Allen.
BA. Brenda Allen.
JF. Julie Foster.
101 Reflective Lessons from a Year with Sydney HEMS. Part Three: Clinical
101 Reflective Lessons from a Year with Sydney HEMS. Part Three: Clinical
This post, detailing my reflections on clinical retrieval medicine, is the third in a series recording my reflections on the past twelve months, which I have spent working for Sydney HEMS in prehospital and retrieval medicine. The first post covers medical education – you can find it here1. The second covers human factors – you can find it here2.
This post is about the clinical lessons I’ve…
View On WordPress
35. One call away
Alicia’s POV
Depois de passar boa parte da festa ouvindo o Gabriel reclamar da Luna, da música que estava tocando e de um cara qualquer ter esbarrado nele, eu finalmente consegui “me soltar” dele. Eu precisava pra caralho ir ao banheiro e não tinha ninguém da fila, que milagre! Assim que fui tentar abrir a porta, alguém que estava do lado de dentro também a abriu, fazendo com que nos esbarrássemos, e eu acabei derrubando uma parte da minha bebida nela. Assim que levantei a cabeça para pedir desculpas, ouvi a garota reclamando. Pra minha surpresa — ou para a nossa surpresa, já que ela também fez uma cara inesperada — era a Luna. Eu não consegui disfarçar a minha cara de quem não queria ver ela... Porra, o Gabriel tinha razão, ela me beijou duas vezes e nem ao menos me deu oi. Fiquei pensando nisso enquanto ela lavava as mãos e eu me desculpava por ter derrubado bebida nela. Ok, ela merecia é que eu jogasse o copo na cara dela. Nem um oi, é sério isso? — Tchau. – Ela disse saindo do banheiro. Ah, oi ela não falava, mas “tchau”, sim. Ok. Foda-se. — Tchau. – Respondi enquanto fechava a porta do banheiro. Pra minha surpresa, novamente, antes que eu pudesse fechar a porta por inteiro, a ouvi me chamar. Mas a única coisa que eu queria saber era... — Pra quê? – Eu fui bem grossa. Talvez com o tom de voz mais escroto que eu consegui. Eu estava com raiva dela, ciúmes, eu não sei. Só não quis trata-la bem. — Eu queria conversar com você, mas... Deixa pra lá! – Ela disse enquanto se virava e se despedia novamente. Me bateu um remorso de alguns segundos por ter falado com ela daquele jeito escroto assim que a vi me olhar com uma cara de quem não esperava minha grosseria. Logo a convenci de me dar o celular dela e assim que o peguei, adicionei meu número nos contatos. “Alícia”, já que eu estava com raiva no momento para dar a liberdade de ter meu número salvo como “Lícia”. Depois disso, nos esbarramos poucas vezes pela festa, até que fui embora. O Gabriel já havia desencanado da Luna, pelo que me parecia, já que o vi agarrado com uma ruiva não identificada, na parede. Hahahah, ele superava rápido. “Você também devia superar, Alícia”. Falei comigo mesma na minha cabeça, mas eu não tinha o que superar. Qual é, eu não sentia nada pela Luna. Nada. Quando a festa finalmente acabou e eu decidi ir embora — por último, é claro — já estava praticamente amanhecendo. Minha mãe me mataria, com certeza. Assim que estava virando a esquina de casa e puxei meu celular do bolso, tive a plena certeza de que eu era uma garota morta ao ver dez chamadas perdidas e ver que eram exatamente 06:37 da manhã.
Acendi um cigarro enquanto caminhava pela longa calçada até chegar ao portão de casa e estranhei não ouvir barulhos ao abrir a porta. Me esqueci de apagar o cigarro antes de entrar então continuei o fumando. Minha mãe não se importava muito com o fato de eu fumar, já que ela fumava também e não tinha muita moral para falar daquilo. Fora o fato de ela nunca ter se importado muito com nada em relação a mim desde que nossa vida virou de cabeça pra baixo há uns cinco anos atrás... Mas beleza, eram quase sete horas da manhã e eu tinha acabado de voltar de uma festa, não estando 100% sóbria, aquilo não era hora de pensar em coisas tristes ou em bads tipo aquela. Talvez eu devesse me preocupar em não ouvir pra caralho da minha mãe por estar chegando em casa aquela hora. Pra minha surpresa, logo notei que ela não estava em casa assim que entrei na cozinha para pegar alguma coisa pra comer, já que cigarro não havia sido a única coisa que eu fumei a noite inteira e eu estava com muita fome por conta daquilo. — Oi, pequeno! Você viu a sua avó? – Falei com voz de criança assim que vi o Stitch indo em minha direção, ainda meio sonolento. Ele abanou o rabo e logo ganhou um carinho. Enquanto me estiquei para pegar ração no armário para dar pra ele, vi um bilhete preso próximo à geladeira. “Alícia, tive que sair... Tentei te ligar e não consegui. Assim que chegar da casa do Tarik, me telefone, por favor.” Não entendi quase nada. Casa do Tarik? Ham? Onde minha mãe foi e por que teve que sair de madrugada, praticamente? Não estava totalmente sóbria para ligar pra ela no exato momento em que li o bilhete, então resolvi apenas comer alguma coisa e ir deitar. Depois que eu acordasse, tomasse um banho e voltasse a ser um ser humano em estado aceitável para o convívio social, eu ligaria pra ela. E foi o que eu fiz... Parecia que havia dormido quinze minutos, mas já haviam se passado umas oito horas desde que eu havia ido dormir. Só sei que assim que peguei meu celular, haviam umas mensagens do Tarik. Aliás, eu estava com saudades dele. Será que ele tinha me desculpado ou... Será que as mensagens eram dizendo que sentia minha falta? Caralho! Não deu pra conter o meu sorriso. 15:35 “Alícia?” – Como eu estava dormindo, não o respondi, obviamente. 16:00 “Ok, você não está aí. Assim que chegar, me chama, por favor.” – Li isso com um sorriso maior ainda, será que ele finalmente iria voltar a falar comigo? 17:02 “Oi, Tata. Acordei agora, desculpa. Pode falar.” – Respondi, esperando ansiosa a resposta. Alguns minutos depois o celular vibrou com a resposta dele. 17:05 “Ah, oi, Alícia. Sua mãe estava te procurando, como provavelmente não sabia onde você estava, me ligou. Disse que você estava aqui. Liga pra ela.” – Desanimei enquanto li a mensagem, mas não desisti.
17:07 “Era só isso?” – Perguntei, na esperança com que ele respondesse que não, que também queria dizer que sentia falta da nossa amizade... 17:08 “Sim. Tchau.” – É, Alícia... Você é uma idiota, perdeu o Tarik. Decidi pegar o celular e ligar pra minha mãe, mas as tentativas foram inúteis, já que ela não atendeu nenhuma ligação. Aquelas rotinas loucas dela estavam cada vez mais estranhas. Mas ok, nada de se meter, Alícia. Aquela “conversa” com o Tarik — se é que podemos chamar aquilo de conversa — só me deu uma vontade ainda maior de dormir e mandar o mundo ir tomar no cu. Eu estava frustrada com a Luna, com não achar minha mãe e com o Tarik ter me “desprezado” daquele jeito. Ok, eu o desprezei antes... Mas, porra! Voltar a dormir era a melhor opção no momento e foi o que eu fiz depois de tomar um banho. Acho que recuperei todas as noites de sono perdidas nos meus quinze anos de existência, pois dormi demais. Acordei perto de 12:30 no domingo com o Stitch latindo pra alguma coisa e eu tinha a real esperança de que fosse minha mãe com comida, já que eu estava morrendo de fome mas... Não. O dia foi completamente tedioso, sendo marcado por segundos de felicidade vividos no momento em que eu encontrei lasanha congelada. Cara, se alguém quisesse me conquistar pelo estômago, era só me dar três coisas básicas: sorvete de flocos, comida japonesa e lasanha congelada. Não lasanha normal ou caseira. Congelada. Daquelas de caixinha que todos achavam totalmente artificiais... Eram a minha paixão, por mais estranho que isso pareça. A fiz e logo fiquei tão feliz quanto o Garfield. Cara, lasanha com certeza melhora o dia das pessoas! Enquanto comia, estava sentada na minha cama encarando a parede que eu havia começado, porém não havia terminado. As minhas tintas estavam em bom estado ainda, porém não haviam muitas, então decidi sair pra comprar mais. Minha mãe havia deixado uns cinquenta reais perto do bilhete e foi o que eu usei para comprar as tintas. Enquanto caminhava até a loja percebi que haviam algumas mensagens não visualizadas no meu celular, inclusive, sendo de um número não salvo. Assim que as abri, quis não ter feito, pra variar. 16:15 “Oi Alícia!” 16:15 “ É a Luna. Tudo bem?” – Pra que ela queria falar comigo? Pra dizer algo do tipo “Ei, fala de mim pro Gabriel...” ou “Desculpa ter te beijado, eu estava bêbada”. Porra... Obviamente, não a respondi no momento e provavelmente não responderia nunca.
(via https://www.youtube.com/watch?v=n-fCiu-SwIU)

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Capítulo 35
JC: Helmets or masks for NIV. St.Emlyn's
JC: Helmets or masks for NIV. St.Emlyn’s
We use a lot of NIV in Virchester. It’s a great technique that can be started in the emergency department as a supportive therapy or as a bridge to intubation and ICU care. The machines we use (mostly the Carina) are easy to set up, easy to read and easy to adjust to the patient. It sounds easy, and a lot of the time it is, but there are still issues. Although the technology is great, the…
View On WordPress
Capítulo 35
Poltrona B35. Vazia. Sem vizinho de poltronas. Poltrona B34, passagem comprada por quem? Zack. Passamos a viagem em silêncio, apenas nossos olhos conversavam. Ao desembarcar, andamos da mesma maneira do aeroporto. Impossível, porque até isso não havia mudado. Pedi no último segundo que ele se afastasse de mim por “n” motivos, e ele só assentiu, pegou sua bagagem e saiu andando rápido.
Será que eu estaria livre? Nunca quis tanto que desse e não desse certo uma coisa. Principalmente quando era ligado aos meus temerosos relacionamentos. Finalmente, teria sossego. Inclusive, não só eu, mas meu coração também. Finalmente e novamente.
Até porque três meses iriam passar sem que eu pudesse perceber.