Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
â Live Streamingâ Interactive Chatâ Private Showsâ HD Qualityâ Free Actions
Free to watch âą No registration required âą HD streaming
 â Fala aĂ, casal meloso da escola! â Jaime aproximara-se jocoso como de costume. Cirilo o acompanhava. Para MĂĄrio era estranho nĂŁo ver Maria Joaquina pendurada no namorado em um evento social.
 â Jaime. Cirilo. â Daniel cumprimentou-os ainda sorrindo e ainda agarrado ao pescoço do parceiro.
 â Pra vocĂȘs. â Cirilo atirara uma garrafinha de caipirinha para cada um.
 â Valeu! â MĂĄrio abriu a sua e sussurrou um ânĂŁo vai exagerarâ no ouvido de Daniel antes de tomar um bom gole de sua bebida. â CadĂȘ a Maria Joaquina, Cirilo? Ela tĂĄ sempre com vocĂȘ. Achei que ela pudesse distrair o Dani praâgente dar uma azarada por ai. â Brincou. O namorado apenas fez um gesto negativo e o completou com um beijo.
Na biblioteca central de SĂŁo Francisco trabalham trĂȘs bibliotecĂĄrios, e um deles, sou eu, entĂŁo alegando que estou com dor de cabeça permaneço do outro lado do balcĂŁo apenas a espera de algum cliente que nĂŁo possa encontrar outro bibliotecĂĄrio disponĂvel me encontrar. Mas, para a minha sorte, a manhĂŁ estĂĄ silenciosa e o ambiente quase vazio. Apenas um, ou dois visitantes perambulando pelos corredores.
A melodia de seu novo sing surgia em sua mente; acompanhou cantarolando mentalmente os trechos da musica, em Frances, nĂŁo era comum cantar em sua lĂngua natural, mas ela amava seu idioma.
Suspirou, graças ĂĄ Deus eles finalmente haviam chegado ao condomĂnio que o empresĂĄrio morava.
- Devo acreditar que vocĂȘ irĂĄ cumprir tudo que lhe pedi Meredith?
- Não, eu nem prestei atenção em seus absurdos.
- Fique longe dos meus filhos Meredith, nĂŁo faça amizade, nĂŁo se envolva â arregalou os olhos com o pedido, que tipo de pessoa ele era? Queria que ela fosse ignorante com os prĂłprios filhos? Que ela fingisse ser uma pessoa mesquinha os ignorando? â NĂŁo quero que sua imagem seja manchada com vocĂȘ sendo vista com eles. NĂŁo quero que eles se envolvam com a mĂdia.
Engoliu em seco, ficando calada.
- NĂŁo quero que seu nome seja jogado na lama.
Foi o fim para ela, Mere voltou a se desligar do mundo. Ela não tinha pais, não tinha avós, mas de uma coisa ela sabia, graças ao ensinamento de sua madrinha. Pais deveriam querer o bem dos filhos, e pelo o que parecia, Mark não era um pai que queria. Ele estava se preocupando mais com a carreira dela, do que, com o bem estar dos filhos.
 Agradecia pela a pequena famĂlia que tinha, ouvindo agora o homem, tinha dĂł dos filhos dele. Ele era um ogro estĂșpido.
O carro parou em frente ĂĄ uma casa grande assim como todas as outras da rua, praticamente iguais.
- Agora se lembre â ele falou - nĂŁo fique amiga deles Meredith, em hipĂłtese alguma.
âââ
Os garotos estavam sentados no tapete, na sala, vidrados. Os olhos de ambos se focavam nos instrumentos virtuais do videogame que realizavam.
A porta da casa se abriu e Logan que jogava videogame nem se deu o trabalho de virar para ver quem era; no momento ganhar a partida de Guitar Hero era mais importante de que sua curiosidade. O jogo estava quase terminando a rodada, era uma versĂŁo atualizada, no modo difĂcil, de sua mĂșsica preferida.
- PUTA MERDA.
- Quem sĂŁo esses, Mark? - a voz meiga surgiu no ambiente, fazendo ele virar o rosto para a porta e, observar a bela avultada loira que surgia pela fresta.
A loira que acompanha seu pai parecia å versão moderna da boneca Barbie, deveria ser mais um dos casos de seu velho. Voltou a encarar a tela da TV no momento que o publico começou a vaiar, jå que vårias notas musicais não foram tocadas, sendo deixadas para trås.
A menina continuou encarando eles, com curiosidade e seu pai mordia os lĂĄbios, tinha certeza que se controlava para nĂŁo xingar-lhe na frente da loirinha.
- Meu filho e o amigo marginal dele.
- Poxa tio amigo marginal? â esbraveja Piter fingindo estar ofendido â Pensei que sua inteligĂȘncia fosse maior que isso, precisa ampliar o vocabulĂĄrio â Logan nĂŁo segurou a gargalhada, seu pai nĂŁo conseguia botar medo em todos, muito menos em Piter.
- Garoto petulante â resmunga com os olhos ardendo em brasa.
- VocĂȘ que o xingou Mark, ele tem o direito de se defender. Larga a mĂŁo de ser chato.
Reprimiu outra gargalhada que ameaçava sair de seus låbios, Piter sorriu para ele como se dissesse o quão foda era, o comum. A menina havia sido bem åspera no tom de voz, impaciente.
Seu pai revirou os olhos, apontando para cima. O motorista vinha trazendo as malas logo atrĂĄs dele. Pegou a garota pelo braço, rudemente, arrastando-a para cima. A menina praguejou inĂșmeras palavras em outro idioma, olhando seu pai como se quisesse esgana-lo, e de fato queria.
- Vai tomar no seu cu â bradou para o amigo, sem paciĂȘncia alguma. Deu start no jogo, iniciando uma nova partida, esquecendo que havia visitas desconhecidas em sua casa.
âââ
Era quase sete horas da noite quando finalmente Meredith se livrou de todos maquiadores e assistentes que Mark contratarå, finalmente tendo o quarto livre para si mesma. Não havia visto mais nenhum dos dois garotos engraçados e, muito menos conhecido a filha do Mitchel.
O vestido longo de cor preta, delineava corretamente as curvas de seu corpo. Pra quem tinha 16 anos, ela parecia mais velha dentro da veste elegante. Uma batida na porta do quarto lhe fez bufar antes de falar para quem quer que fosse entrar. Pela abertura da porta, surgiu uma garota loira, parecida com Mark, deduziu ser a filha dele que tinha 17 anos.
- Na realidade era para meu irmĂŁo vir fazer isso, mas ele...
- NĂŁo quer saber de fazer nada para o pai, e nem gostou muito de saber que eu ficaria aqui â completou com um sorriso nos lĂĄbios, nĂŁo se preocupando em interrompĂȘ-la. Meredith percebeu a hostilidade do garoto em relação ĂĄ ela, somente pelo olhar e a falta de educação.
Mila pareceu ficar mais envergonhada ainda, pois atingiu a cor de um pimentĂŁo vermelho. Meredith queria rir, pois a garota parecia uma boneca. Estava sorrindo, cheia de divertimento.
- NĂŁo precisa explicar â disse â deve ser difĂcil receber um completo estranho na sua casa â era o que imaginava, mesmo que fosse famosa e a mĂdia sempre estivesse falando de sua vida, ainda sim era uma estranha.
Logan estava sentado no banco de motorista, estacionado na frente da casa de Piter, esperando o garoto para irem ao evento ridĂculo que seu pai estava organizando. Era um carma ter que ir para um lugar cheio de velhos e velhas ignorantes, sĂł para satisfazĂȘ-lo e nĂŁo deixar sua irmĂŁ sozinha. Mila havia recusado seu pedido alegando que iria com a cantorazinha para o salĂŁo de festa. Coisa que nĂŁo lhe agradou nenhum pouco.
Buzinou mais uma vez a fim de apressar o paspalho de seu amigo que jå havia lhe rendido 20 minutos de atraso; a vaidade do Nolam lhe irritava, o menino parecia uma garotinha preste a ir para o primeiro baile. Felizmente ele não precisava fazer isso, sua beleza era natural, vinda do berço e da paternidade.
Olhou o relĂłgio de pulso, banhado no ouro, tendo a noção de que jĂĄ se passava das 08 a.p; seu pai poderia nem perceber sua ausĂȘncia.
- Piter aqui tem que ficar gato para Meredith Charmen â disse apontando para si mesmo, revirando os olhos, Logan ligou o carro, esperando que o amigo entrasse de uma vez para dar partida.
Seu melhor amigo era um sem noção total, jamais que a loira iria cair em seus gracejos baratos, ou se deixaria levar pelo encanto que Piter não tinha. O garoto se enfiou no veiculo, afundando o corpo no banco do carona.
- Simples gravatas sĂŁo coleiras â respondeu â e eu nĂŁo sou cachorro para usa-las â debocha, porque queria irritar Piter. O que aconteceu, jĂĄ que o garoto bufou, resmungando.
- Imbecil.
- Vira-lata.
Piter lhe virou o tapa em sua cabeça, Logan começou a rir, dando partida no conversĂvel. Piter sempre seria fĂĄcil de irritar para ele, o garoto parecia se ofender com tudo que ele dizia.
O carro era conduzido pela rua do condomĂnio, direto para o portĂŁo de saĂda, onde o Sr. Lankaster nĂŁo estaria mais. Buzinou assim que parou de frente as grades motorizadas, esperando que o porteiro noturno liberasse a sua saĂda. ApĂłs uns minutos, o portĂŁo começou a se arrastar sozinho para o lado.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
â Live Streamingâ Interactive Chatâ Private Showsâ HD Qualityâ Free Actions
Free to watch âą No registration required âą HD streaming
La familia Lansgton y el sheriff Fred se ven obligados a enfrentarse a diversos secretos del pasado que creĂan olvidados cuando J. Martin Bellamy les sugiere que pidan la exhumaciĂłn de los restos mortales de Jabob. Maggie, por su parte, decide prestar su ayuda al inquisitivo agente de InmigraciĂłn en su investigaciĂłn mientras que el reverendo Tom Hale se encuentra con Jacob, su amigo de la infancia. Mientras, la familia Richards trata de asumir el inesperado regreso de Caleb, el segundo resucitado que llega a Arcadia.
| ImĂĄgenes |
En el capĂtulo 02 de 'Resurrection'... La familia Lansgton y el sheriff Fred se ven obligados a enfrentarse a diversos secretos del pasado que creĂan olvidados cuandoâŠ
â Claro que nĂŁo! Bem, na verdade eu nĂŁo atravessei, mas se vocĂȘ quiser passar. HĂĄ um buraco um pouco mais pro lado, na sua direita. â expliquei.
â Eu menti, problema? â disse ela. Mas que grosseria! Deu de costas pra mim e foi se banhar na ĂĄgua, estava bem suja. NĂŁo me surpreendo, enfurnada dentro desta floresta, quem nĂŁo estaria?
â Calma, estava fugindo e acabei chegando aqui. â ela respondeu.
â E esse garoto, estĂĄ com vocĂȘ? â ele perguntou ainda apontando a faca para mim.
â Â Bem, diria que nĂŁo.
Ele observou bem a situação, olhou para mim e viu minhas roupas nĂŁo tĂŁo sujas e um pouco estranha para a âocasiĂŁoâ. Camisa social azul clara e calça jeans. NĂŁo me encontrava com nenhum ferimento.  A Ășnica coisa que tĂnhamos em comum, era o fato de estarmos todos descalços. Ele ficou confuso e pareceu desconfiar, mas guardou a faca.
â VocĂȘs pretendem ficar escondidos aqui? â ele perguntou.
â Acho que sim, me parece ser seguro. Eles nunca vigiam esse lado. â disse a garota.
â E vocĂȘ garoto? â ele falou.
â Acho que hĂĄ um grande engano ocorrendo, eu nem mesmo sei como cheguei aqui. â respondi.
â Como assim? O que aconteceu com vocĂȘ?
â Ele me pareceu um pouco perturbado... â disse a garota.
â Eu perturbado? NĂŁo vou nem responder essa sabe...
â Melhor nĂŁo responder mesmo. â ela retrucou.
â De onde vocĂȘ veio? â o garoto perguntou. Mas antes que eu pudesse responder a menina interveu.
â NĂłs podemos nos abrigar por entre aquelas grandes rochas logo ali, sĂł precisamos fazer uns ajustes... â disse a garota. â NĂŁo se preocupe, nĂłs vamos te esperar aqui, e depois decidimos o que fazer.
Assim que escureceu, acendemos uma fogueira na praia, um pouco longe do esconderijo. Sentamos os trĂȘs em volta, assamos um dos peixes e o repartimos entre nĂłs. O clima era de um silencioso tenebroso, que logo foi sumindo.
â VocĂȘs estĂŁo cansados? â o rapaz perguntou.
â Um pouco eu acho⊠â falei. â Mas por que?
â Acho que seria bom se revesĂĄssemos, dois de nĂłs poderiam ficar vigiando por um tempo aqui fora, enquanto um poderia permanecer aqui, descansando.
â Escutem, nĂŁo entrem nessa floresta a noite. â disse Luke. â HĂĄ vĂĄrias armadilhas dos vigias para nos pegar, se nos pegarem, por menor que seja o crime eles nĂŁo terĂŁo piedade.
Escutei aquilo e tudo que consegui pensar foi âArmadilhas?â âVigias?â âCrimes?â âPaĂs?â. Tentei disfarçar o quĂŁo apavorado fiquei naquela hora, mas acho que nĂŁo adiantou muito.
Ouvindo o som das ondas eu nĂŁo pude evitar, eu continua a pensar em como queria voltar para casa, cansado, fechei meus olhos por um momento e finalmente dormi.
Foi como se eu tivesse desmaiado lentamente, e para minha surpresa logo acordei. Abri os olhos e estava em frente a minha casa, na calçada, acho que dormi um pouco mas  a sensação foi de apenas ter piscado o olho e chegado ali. Acho que isso jå acabava com minhas duvidas, eu não acordei em minha cama, mas só para ter certeza, pus a mão no bolso da minha camisa e, estava lå, a folha que peguei da årvore.
Meu cachorro começou a latir e logo meus pais saĂram pela porta desesperados, vieram correndo em direção ao portĂŁo.
â Alan!! â minha mĂŁe gritou. â Onde vocĂȘ estava? VocĂȘ sumiu e nĂŁo disse nada.
Eu nĂŁo sabia o que responder, o que eu poderia dizer?
â Entre rĂĄpido! Precisamos conversar â disse o Carlos, meu padrasto.
â Olhe pra vocĂȘ, esta sujo, descalço. â minha mĂŁe disse. â Onde estĂĄ seu amigo?
â Como assim? Que amigo?
â Vamos entre, lĂĄ dentro nĂłs conversamos. â ela disse.
Eu entrei, tomei um banho rĂĄpido e desci, meus pais estavam sentados no sofĂĄ da sala me esperando. Minha mĂŁe acabara de desligar o telefone.
â Bem, o que aconteceu com vocĂȘ? â minha mĂŁe perguntou.
â Ă⊠sabe, nada demais, apenas sai e perdi a hora. Fui na casa de um colega. â inventei.
Minha mãe me olhou desconfiada, meu padrasto parecia ter acatado a explicação.
â Ă que minha sandĂĄlia rasgou. â disse rĂĄpido. Ela pareceu nĂŁo ter acreditado muito mas, resolveu ignorar. O mais estranho agora era, por que o Nico sumiu? O que serĂĄ aconteceu com ele? Ele nĂŁo estava bem quando veio me visitar, nĂŁo fiz nada pra ajudar e comecei a me sentir culpado.
â Ă sim, infelizmente eu acho. Vamos ver depois de amanhĂŁ, quando as aulas começarem. â ela falou.
â JĂĄ nĂŁo estou muito animado... â eu disse.
Depois que os âfesteirosâ foram embora, nĂłs fomos embora e os pais de Elizabeth me deixaram em casa. Meus pais jĂĄ estavam dormindo, felizmente, sem mais perguntas. Depois de tudo o que aconteceu eu me perguntava como seria de agora em diante, o que eu iria fazer, me lembrei da Diana e do Luke, nĂŁo sei se esses sĂŁo os nomes deles mesmo mas enfim, o que serĂĄ que eles estĂŁo fazendo? Como eles encararam o meu âsumiçoâ ? SerĂĄ que eu ainda vou voltar? Melhor, quero eu voltar parar aquele lugar? Tanta loucura e agora o Nico resolveu sumir. Subi para o meu quarto e fui dormir, dessa vez, nĂŁo tive nenhum sonho, talvez por sorte. Na verdade, acho que devia parar de falar  como se fossem âsonhosâ de agora em diante.
Fomos andando juntos pelos corredores em silĂȘncio por um tempo antes do sinal tocar, vimos a lista dos alunos novos. Antes da aula cada sala iria fazer uma pequena recepção, quase havia me esquecido disso. NĂłs ajudamos alguns que estavam perdido e demos algumas informaçÔes. Esse ano nĂłs tĂnhamos novatos em todas as salas, inclusive no Ășltimo ano, poucos, mas tĂnhamos.
â VocĂȘ jĂĄ viu o Nico? â Elizabeth me perguntou.
â NĂŁo. VocĂȘ encontrou com ele?
â Â Sim. Ele estĂĄ um pouco estranho. â ela disse.
â Mas por que? Ele nĂŁo falou com vocĂȘ?
â SĂł um âoiâ, ele passou rĂĄpido, nĂŁo tenho nem certeza se ele me notou direito.
â Vou conversar com ele assim que puder. â disse. â provavelmente nĂłs ficamos na mesma sala, como sempre.
Minha sala era a segunda a direita no Ășltimo corredor, enquanto ia pra lĂĄ mantinha minha cabeça baixa fingindo estar escolhendo alguma mĂșsica no celular.  Eu realmente nĂŁo sabia como ser o cara descolado do ultimo ano passado pelo corredor, a saĂda era fingir estar distraĂdo com alguma coisa, agir ânormalmenteâ.
Eu me terceira cadeira da fileira do meio, nem muito na frente nem muito atrĂĄs, nem muito nerd nem muito bagunceiro. O sinal tocou e o Nico entrou na sala bem na hora e seguiu direto para a ultima fileira e sentou na Ășltima cadeira.
â A maioria de vocĂȘs aqui jĂĄ me conhece e jĂĄ foram meus alunos â disse o professor em voz alta. â Alguns nĂŁo sĂŁo novatos mas nunca tiveram aula comigo, aos novatos, sejam bem vindos.
â Tudo bem, preciso apresentar ele a turma depois.
O rapaz sentou sentou bem na frente da sala, pensando bem eu jĂĄ tinha visto ele, serĂĄ que era o tal Miguel que estava na casa do Nico? Minhas dĂșvidas acabaram quando o professor o apresentou.
â Oi Zack... â disse ela tĂmida .Isso era mal, ela sabia o meu segundo nome e eu nĂŁo sabia nem o primeiro dela. Â â VocĂȘ lembra de mim? â perguntou ela.
â Â Mais ou menos... â respondi. Apesar de nĂŁo lembrar nem um pouco.
â Eu sou Catarina, eu era da outra turma ano retrasado. â disse ela me encarando e alisando o cabelo. â A gente se falou uma vez no laboratĂłrio.
Acho que ela estava⊠bem,deixa pra lĂĄ. Os cinco minutos se passaram e eu disse. â Opa! O tempo acabou, que pena. â me levantei para trocar de par rapidamente.
â Cale a boca âNico retrucou. Mas antes que continuassem a briga o professor os apartou.
â VocĂȘs dois parem agora mesmo! Miguel nĂłs jĂĄ conversamos sobre isso. E vocĂȘ, hĂĄ outras maneiras de resolver problemas sem ser brigando. Os dois venham comigo agora mesmo. Os trĂȘs saĂram e a porta da sala foi batida com força, entĂŁo o silenciou dominou toda a sala.
â NĂŁo sei muito sobre ele. Mas sĂł pelo que sei jĂĄ posso dizer que nĂŁo vale um real. â ela disse. â Tenho que ir agora, depois falo com vocĂȘ.
â Ei cara! â disse em um tom malicioso. â Eu vi o que vocĂȘ fez.
Eu me virei e era o Miguel, ele  voltou e ficou me esperando, provavelmente quando me viu no telhado suspeitou de algo.
â Como assim? Do que vocĂȘ estĂĄ falando? â falei tentando disfarçar.
â NĂŁo se faça de bobo nem tente me enganar. â ele disse enquanto se aproximava.â VocĂȘ sabe bem do que estou falando, eu vi o que vocĂȘ fez. VocĂȘ se teletransportou.
Pegamos o elevador e descemos rapidĂŁo, logo fomos no tio do lanche que era tio da Nat de verdade. Ele e a mulher dele nos adoravam, nunca cobraram nada pelo lanche.Â
Nat: Como vocĂȘ sabe o meu? - ela retrucou, entre uma risada.
Anna:Â Bom, - falou entre um sorriso - meus pais eram amigos dos seus pais e sempre nos aniversĂĄrios da sua mĂŁe e do seu pai, eles iam e me levavam. Eles nos obrigavam a ficar juntas brincando. VocĂȘ cresceu. EstĂĄ diferente.
Nat:Â Espera, Montessori? Anna Montessori?
Anna:Â Isso!
Nat:Â Desculpa nĂŁo te reconhecer. Ă difĂcil te ver grande. VocĂȘ mudou mais que eu, mas continua com o mesmo jeito doce.
Fomos a aula. Passou a primeira aula, segunda aula, terceira aula e, finalmente, o intervalo, que veio junto de um aviso do diretor.
Diretor: Assim que retornarem as salas, serĂŁo liberados. E serĂĄ assim a semana toda, por causa dos problemas nos banheiros que vocĂȘs utilizam. Obrigado.
Logos retornamos a sala e todos foram liberados. Logo na hora da saĂda lembrei da tal Anna e fui perguntar a Nat qual a histĂłria da Anna.