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Character Designer, Honami Tsuda, in charge of Buzen Gou, Kuwana Gou and Matsui Gou releases an illustration to commemorate their implementation into the game. The event ‘Village of Treasures - Instrument Gathering Stage 14′ is available until 12:59 on Tuesday, December 24, 2019.
Quem não conhece KENNETH? ELE vive em MOMOIRO e é estudante na AOI GAKKOU. As más línguas dizem que ele se parece com BATOSHIN, mas os bons olhos dizem que não. Ficou curioso? Siga-o no twitter e tumblr.
INFO!
Nakajima Kenneth.
20/08/1998.
Nasceu em Gumyoji, Japão.
Buzen, Momoiro.
Shimemeguro, apt. 500.
Estudante do 3° ano na Aoi Gokkou fazendo parte do clube de fotografia e praticando esgrima .
De Gumyoji.
CURIOSIDADES!
Suas cores favoritas são azul e preto, por isso a maioria de suas coisas tem suas paletas em diversos tons dessas cores. Em compensação, odeia cores fortes demais.
Doces são seu ponto forte, pois aprendeu a prepara-los com sua mãe. Mas seu gosto por chocolate é fora do comum, todos os doces que ele tenta criar ou reproduzir, mesmo que não tenham chocolate em sua receita original, Kenny sempre tenta introduzi-lo no meio, por achar que chocolate deveria combinar com tudo.
Desde pequeno Kenny sempre foi interessado no gênero Tokusatsu. À medida em que foi crescendo, o garoto escondeu seu gosto por achar que seria julgado ou apontado como um “crianção”. Mas ainda assim, Kenny tem um pequeno cômodo em seu apartamento onde ele guarda vários DVDs, mangás, figures, games e tudo que fosse ligado ao Tokusatsu, em especial os Super Sentais que ele mais gostava.
É difícil vê-lo irritado ou furioso, mas quando isso acontece, todo o rosto do garoto ficava avermelhado, como se realmente fosse explodir. Caso alguém o visse com o rosto rosado, o motivo seria algo que atiçou sua timidez, o que também era raro, e Kenny sempre se esforçou para esconder isso.
Quando quer, Kenny pode ser o maior garanhão do colégio. Por isso, o garoto é ligeiramente conhecido por ficar com qualquer pessoa que quisesse, não importava o gênero. Mesmo assim, correm boatos jamais confirmados de que ele mantinha um relacionamento secreto com Hayama Giichi, seu melhor amigo de infância.
PERSONALIDADE!
Nakajima Kenneth sempre foi uma espécie de peixe fora d’água. Desde pequeno, quando sua mãe foi contratada como empregada em uma casa de bilionários, o garoto sempre soube que era de família humilde, mas apenas o fato de conviver com ricos o fez se tornar alguém ligeiramente esnobe e convencido. Em seus dias de escola, seu jeitinho meio marrento espantava as outras crianças. Mas à medida em que foi crescendo e se tornando um belo adolescente, o mesmo jeito marrento de antes agora atraía as pessoas que estudavam na Aoi Gokkou High School.
Kenny, como poucos o chamavam, possui todo um lado frio e antissocial apenas como uma casca, porque por dentro era completamente o oposto. Apenas uma única pessoa conhecia seus dois lados: Hayama Giichi, filho da família bilionária que contratou sua mãe como empregada. O garoto era o primeiro e único a ter o prazer de saber como Kenny é doce e gentil, além de muito carinhoso e até mesmo fofo.
Apesar de sua casca dura, Kenny era justo e sabia ajudar quem precisasse, desde que não se envolvesse demais. Ele não costumava ir atrás de amizades, mas se alguém soubesse como abordá-lo da maneira correta, facilmente conquistaria sua confiança, respeito e companheirismo, mas ainda assim seria tratado como todos os outros. Talvez com um pouco menos de frieza.
Kenny ainda possuia mais um lado desconhecido, o lado fotógrafo. Com sua câmera que ganhou da mãe no Natal, ele fotografava tudo que julgava ser belo ou importante para ele. Uma forma de congelar o tempo e fazer com que ele voltasse sempre que quisesse. E num segredo ainda mais escondido, uma pasta secreta em seu computador guardava suas fotos mais preciosas: todas as paisagens onde seu único amor aparecia. Ninguém sabe quem é esta pessoa, nem ela mesma. Talvez um dia seu lado frio se quebre e o permita revelar ao mundo seu amor secreto.
BIOGRAFIA!
20 de agosto de 1998 foi uma quinta-feira agitada para a família Nakajima. Em plena madrugada, marido e mulher dormiam tranquilamente, esperando pelo dia que o fruto de seu amor viria ao mundo. Mas este fruto decidiu chegar sem avisar, com contrações completamente descompassadas. A mãe sentia as dores do parto se intensificarem à medida que o pai, canadense, tentava chamar uma ambulância com seu japonês enrolado. Em poucos minutos a ambulância chegava à residência, e com seu ágil trabalho conseguiu levar a mulher para a maternidade mais próxima. O casal estava apreensivo, pois ainda faltavam três semanas para a data planejada para o parto, então os dois não sabiam se haveriam problemas naquele dia.
Mas nada além do normal aconteceu. O pequeno garoto nasceu completamente saudável e bonito, fazendo a alegria dos pais. O pequenino carregaria o sobrenome da família Nakajima, mas o sangue canadense corria por suas veias, se demonstrando nos olhos um pouco mais abertos que o normal. O pai já tinha o nome perfeito para o menino: Kenneth. Assim que ele pronunciou aquele nome em voz alta, o neném parecia entender perfeitamente aquilo, soltando um sorriso leve e breve no colo da mãe.
Durante os primeiros anos de vida de Kenneth, tudo corria em paz e muita alegria para a nova família. O pai voltou ao trabalho depois de alguns meses acompanhando o desenvolvimento do pequeno, enquanto a mãe se dedicava completamente ao filho e aos serviços domésticos, por puro gosto e vontade própria. Ela sempre se agradava em cuidar da casa, este pensamento vinha dela mesma e ela não se queixaria daquilo. O tempo foi passando, o pequeno Kenneth foi crescendo, e nada mudou até seus cinco anos de idade. Por opção, a mãe dele decidiu dar aulas em casa para o garoto, que se alfabetizou longe das outras crianças.
Infelizmente os pais de Kenneth não tinham o mesmo amor que antigamente. O cansaço do pai por conta do trabalho árduo o deixava frustrado, e muitas foram as vezes em que esta frustração foi descontada em casa, em constantes brigas com a esposa. O pequeno vivia observando as contendas com apreensão, sem entender completamente o porquê de seus pais estarem discutindo.
Até que, em um dia qualquer, o pai de Kenneth o chamou para conversar junto com a mãe, dizendo que ele iria viajar de volta para o Canadá, pois ele havia sido promovido na empresa onde trabalhava e iria voltar para o país natal para exercer sua nova função em mais uma das filiais da empresa. As promessas de melhores condições de vida e até mesmo a viagem da mãe e do filho enchiam de esperança a mulher, que mesmo triste com a despedida, alimentava o sonho de que tudo daria certo e em breve a família estaria reunida novamente, pronta para viver bem e feliz.
Mas o tempo passou e a promessa, infelizmente, não se cumpriu. O pai de Kenneth nunca mais deu notícias. A criança de 6 anos vivia perguntando onde estava o pai, mas a mãe não sabia como responder. Em segredo, ela descobriu que ele estava envolvido com outra mulher em seu novo trabalho, e nunca mais falou com a primeira esposa, muito menos com o pequeno filho. Uma situação complexa demais para um menino daquela idade compreender.
Por causa do abandono pelo pai e das poucas condições financeiras da mãe, Kenny se mudou para Gumyoji, começou a estudar na escola local enquanto a mãe procurava um emprego fixo, já que conseguia bicos como diarista em alguns apartamentos da região. E assim os dois seguiam como podiam até que em um dia qualquer, na praça da cidade, Kenny avistou um garoto tentando brincar com as outras crianças e sendo rejeitado por elas. Instantaneamente Kenneth se aproximou dele e começou a brincar, dando início a uma futura amizade que viria a durar vários anos. As mães das crianças viram elas se enturmando e começaram a conversar, até que a mãe de Kenny descobriu que a outra mulher era de uma das famílias mais ricas do Japão, e estava procurando uma empregada em tempo integral, a oportunidade perfeita para ela.
E assim o tempo correu, a mãe de Kenny tinha um emprego fixo e de confiança na família, ele e Giichi cresceram juntos e se tornaram melhores amigos, mas a falta do pai se fazia presente na mente do garoto. Pior do que não tê-lo consigo era saber que ele estava com uma família nova longe dali e não queria nem mesmo saber da família que deixou para trás. O rancor de ter sido abandonado na infância o transformou em uma pessoa fria, fechada e que não confiava em ninguém além da mãe e do melhor amigo. Na adolescência quando entrou na Aoi Gokkou High School, se tornou um garoto muito popular devido ao seu jeito caladão e misterioso, acabou por virar um garanhão, mas nunca chegou a realmente gostar de alguém, assim quebrando alguns corações. Todavia aquele jeito mau era simplesmente uma forma de esconder a dor do abandono e a falta que seu pai sempre lhe fez.
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Quem não conhece KEITA? ELE vive em AOI e é atendente do MC DONALD’S. As más línguas dizem que ele se parece com SAMUEL SEO, mas os bons olhos dizem que não. Ficou curioso? Siga-o no twitter e tumblr.
INFO!
Hoshido Keita.
10/02/1993.
Nasceu em Gumyoji, Japão.
Buzen, Aoi.
Arisugawa Building, Apt. 201.
Atendente no MC Donald’s.
Keita nasceu em Buzen no distrito de AOI onde ainda mora, mas não mais na casa dos pais devido aos grandes problemas de se ter uma família tão tradicional ao mesmo tempo em que se é tão ‘diferente’. Após o falecimento da mãe e arrumar um emprego (o que já foi um pouco complicado pelo estilo do rapaz), conseguiu mudar-se para um apartamento no mesmo lugar por ser insustentável a situação na casa que residia.
CURIOSIDADES!
1. Bissexual, mas com aquela preferência nada sutil por rola.
2. Não sabe mais quantas tatuagens tem porque perdeu a conta na terceira.
3. Fluente em várias línguas que só ele entende, mas em inglês e coreano também.
4. Tentou a vida fora como rapper, na Coreia, mas só tomou no rabo e voltou pra sofrer na cidade natal e ser julgado como vagabundo por seu estilo.
5. Tem HORROR a garotos fofinhos porque tem vontade de bater na cara deles. Mas garotas ele acha até ok.
6. Tem um gosto musical duvidoso, mas não admite que ninguém fale sobre isso.
7. Não tem paciência pra dualidades e acaba sendo rude em consequência.
8. Autodidata, provavelmente sabe muito mais que você sobre todos os assuntos, mas nunca deixa isso transparecer e até acha engraçado quando as pessoas subestimam sua capacidade mental.
9. Zé droguinha embora esteja desesperadamente tentando parar pelo ultimo pedido da mãe.
10. Fala muito palavrão, leva sexo como um assunto muito tranquilo e não fica tímido em falar sobre isso. Qualquer tabu pra ele é fichinha, principalmente por ser japonês e ter um desprezo severo por essa mente fechadinha da tradicional Ásia.
PERSONALIDADE!
F: Extremamente divertido, para Keita não tem tempo ruim e se tiver, ele finge que não tem porque se apegar a tristeza não é algo que está acostumado ou gosta de fazer. Daquele tipo que deixa os problemas explodindo na bunda, mas não os resolve enquanto não estiver inspirado pra isso. Conversa com todo mundo, sobre todas as coisas, até aquelas que não lhe dizem respeito e as vezes é até meio intrometido, mas o sorriso ajuda com que não leve uns tapas na cara. Ri alto, fala no mesmo tom e não liga muito para o que as pessoas pensam de si porque sabe que não é nada muito bom ou que ele possa fazer proveito.
O: Como contraste de toda essa alegria e hiperatividade em pessoa que ele é, Keita muda completamente quando fica pistola bravo. Quando algo o incomoda não é capaz de disfarçar e qualquer um que olhe para ele vai saber exatamente o que está passando em sua mente porque ele é exatamente como demonstra ser, sem maiores profundidades ou mistérios. O maxilar trinca e ele respira fundo, ficando sério e quieto quando é algo que não pode se manifestar ou tomar partido. Porém, quando explode, Keita tem a tendência a ser agressivo e se mete regularmente em brigas, mesmo que seja daqueles que joga uma pedra e sai correndo em seguida já que o detalhe mais importante é que não consegue ficar bravo por muito tempo. Antes de acertar de fato o soco, vai rir ou ter mudado de assunto. Tem uma facilidade bizonha em mudar de assunto quando a situação não o favorece e de forma descarada.
D: Não faz a menor questão de esconder sua carência, não mais. Foi difícil pra família entender a frequência de Keita em relação a relacionamentos, cada dia alguém diferente descia as escadas da casa e o caldeirão só ferveu quando o pai percebeu que o único amigo do garoto passava tempo demais lá e os dois juntos faziam barulhos estranhos demais à noite. Talvez, como consequência da carência que não é só sexual, acaba sendo extremamente fiel aos amigos e fica desolado quando é traído por algum. É do tipo que está sempre lá e é muito carinhoso no interno, mas preza por sua imagem de idc externa. Em relação a namoros, Keita tenta se manter longe desse tipo de status uma vez que sabe que é ciumento demais e paranoico demais pra fazer qualquer relacionamento dar certo sem se tornar abusivo.
A: Que ele não leva muito as coisas a sério todos de Buzen já sabem, assim como seu caráter aleatório, mas o que talvez muitas pessoas desconheçam é que Keita guarda e entende absolutamente tudo o que ouve mesmo aquelas coisas que escuta atrás da porta. E sim, usa pra chantagem depois se for conveniente. Não é alguém que joga limpo na maioria das vezes e não tem problemas com isso, foi naturalizado assim, então geralmente não pede desculpas, não admite erros próprios e não se importa de machucar alguém com suas palavras ou em ultimo caso fisicamente e é de fato orgulhoso para um caralho. Engana-se quem pensa que ‘gritar mais alto’ faz com que ele abaixe a cabeça, Keita odeia pessoas que tentam se sobrepor a ele sem merecer realmente isso, afinal, é capaz de admitir quando uma pessoa é mais ‘daora’ que ele.
BIOGRAFIA!
Quando criança, Keita sempre pensava que poderia ser o que quisesse da vida, mesmo que o pai insistisse que ele deveria ser algo que desse dinheiro pra familia. Nunca foi do tipo interessado em grana ou qualquer coisa de cunho material e não se importava de verdade por não ter algumas coisas de comer ou por não ter roupas legais como os amiguinhos da escola. Muito menos dava importância por ter que ir de chinelo pra escola no frio. Mas aquele tipo de coisa não passava batido pela sociedade e pelas crianças, afinal, todo mundo sabe que criança é um bicho maldoso. Era constantemente atormentado pelos senpais e por garotos de sua sala por não ter roupas legais ou até pela questão do chinelo que era sempre o mesmo e vivia com um prego embaixo. (Só Deus sabe como ele chorou quando o pai disse que o chinelo não tinha mais jeito.) Naquela atmosfera de bullying ele foi criando uma personalidade de defesa através do ataque e não demorou a ser considerado como um dos alunos mais indisciplinado e ficava ainda mais furioso por culparem os pais quando na verdade, toda a culpa estava dentro da escola. Com uns dez anos de idade, Keita pensava seriamente em comprar uma arma e matar todo mundo que era ruim com ele, mas mais do que isso, pensava em sair dali e ir morar bem longe.
A puberdade chegou e com ela todos aqueles problemas de crescimento, as roupas não serviam mais, os chinelos viviam estragando porque ele pensava que tinha algum tipo de retardo que o fazia tropeçar sempre e arrebentar tudo. A verdade era que ele tinha um problema de visão e precisava ser operado, mas como proceder sendo pobre? O óculos foi só mais uma das humilhações que passou na vida. Mas não precisava ter dinheiro pra ser legal e aos poucos os alunos de sua classe e os senpais malditos foram percebendo que Keita era mil vezes mais legal e tinha muito mais sucesso com as garotas do que eles. Antes de ser o garoto pobre, mas legal, Keita tinha conseguido fazer um único amigo que o acompanhava em todas as aventuras porque achava ridículo o que faziam com ele e foi justamente esse garoto que fez Keita ficar confuso se era mesmo tão hétero quanto julgava ser. Aos 17 tentava manter a identidade de garoto legal, mas sua necessidade sexual e sentimentalismos pelo amigo começavam a parecer um fator de risco para manter aquela imagem, então, mesmo sendo completamente apaixonado pelo outro rapaz mais velho que ele, resolveu afastar. Tudo em nome de sua imagem.
A família sempre foi um campo complicado, eram tradicionais demais, então nem se lembra de quantas surras levou por seus posicionamentos, por suas ideias que iam pra fora daquela realidade fodida que vivia. Um ano antes de se tornar maior de idade, fez alguns pequenos assaltos de pessoas que ele sabia que não dariam falta ou pra quem não faria falta um conto ou outro e foi juntando e assim que completou a idade, mudou-se para a Coreia. Foi lá que comeu o pão que o diabo amassou de verdade e teve que se submeter a coisas que a mente trava só de pensar. Mas também foi lá que começou a tomar proporções de ser humano. As tatuagens vieram, os cabelos diferentes, os piercings e aquele menino feio de antes agora era alguém que se admirava fisicamente também. Foi puta de traficante? Foi. Foi braço direito de traficante? Foi. Mas aquela vida não era exatamente a que ele queria, embora tivesse dinheiro e coisas que antes lhe faziam falta, não queria ter tudo através de alguém, mas sim por seus próprios esforços e por isso entrou no mundo do rap underground mesmo sem saber absolutamente nada. Levou umas pedradas no começo, mas aos poucos foi crescendo ali e tinha sim a intenção de fazer uma carreira, mas nada deu certo. Ele não sabe exatamente em que momento se acomodou, mas foi passado para trás vezes o suficiente para desejar nunca ter estado ali. Esse desejo se uniu a uma ligação da mãe contando tudo o que estava acontecendo dentro da casa depois que ela ficou doente e aquilo fez com Keita não pensasse duas vezes antes de voltar pra casa. Tinha um dinheiro ok para se manter por um tempo e sabia que arrumar emprego naquela cidade de caipiras seria um terror com sua aparência atual, mas não era como se tivesse opções.
Quando voltou para casa, se deparou com a situação degradante da mãe doente e com o pai. O pai e sua amante que frequentava a casa como se a mãe já estivesse morta. E a desgraçada ainda tinha outro filho quase da idade do rapaz. Não demorou que a situação na casa ficasse insustentável porque o garoto não fazia questão sequer de ser educado com a mulher e muito menos com o filho dela. A mãe faleceu e parecia que o único a sentir aquilo era ele. Não suportaria dividir a casa com o pai e a nova família da qual Keita não fazia parte e na verdade queria matar todos. Ficou na casa por alguns meses até conseguir um emprego que pagasse o suficiente para que ele conseguisse sair dali sem gastar todas suas economias e sumiu do local, deixando avisado para a família que aquela casa também era dele e que quando o pai morresse iria escorraçar os dois insetos dali. Ainda estava um pouco perdido naquela cidade, mas conseguiu se adaptar novamente rapidamente e seguir sua vida além dos olhares preconceituosos que recebia. Não tinha mais uma preocupação real com imagem e devido a aquele fator, não se privava mais de suas vontades, fossem elas quais e com quem fossem.