07. A SofrĂȘncia Dançante de DUDA BEAT
Existe a fossa comum, aquela que te faz ficar no escuro comendo um pote de sorvete. E existe a fossa de DUDA BEAT. Ă uma experiĂȘncia completamente diferente. Ă a sofrĂȘncia que te permite chorar, sim, mas de preferĂȘncia com um glitter no canto do olho e rebolando lentamente no meio da sala.
Quando ouvi âBixinhoâ pela primeira vez, algo em mim mudou. Aquele teclado meio brega, a batida que te convida a balançar os ombros e a voz dela, com aquele sotaque delicioso, narrando uma paixĂŁo que Ă© quase uma doença. Foi uma revelação. Duda pegou a dor de cotovelo, o amor nĂŁo correspondido e a angĂșstia de um "visualizado e nĂŁo respondido" e transformou em hinos de pista.
Ă uma alquimia musical. Ela mistura o pop, o manguebeat, o brega e uma dose cavalar de sinceridade. MĂșsicas como âMeu Jeito de Amarâ e âChegaâ sĂŁo um manual de sobrevivĂȘncia para coraçÔes partidos no sĂ©culo XXI. Elas te dizem: âsim, vocĂȘ estĂĄ na merda, mas que tal colocar um lookinho e dançar sobre os seus problemas?â. Ă a prova de que a gente nĂŁo precisa escolher entre sofrer e se divertir. Com DUDA BEAT, a gente faz os dois ao mesmo tempo, e com muito mais estilo.
Para todos os intensos, os dramĂĄticos e os que amam demais: encontramos nossa rainha.





















