Heute möchten wir dir ein ganz tolles Projekt vorstellen und wie du positives Karma sammeln kannst.
Es geht um das Projekt von Yvonne und Melissa. Die beiden lieben das Meer, den tiefblauen Ozean, sonnige Tage unter Palmen am Strand und laue Lagerfeuer Abende. Aber wer liebt das nicht fragt ihr Euch? Genau darum geht es, jeder liebt diese Orte. Aber diese…
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Bianca: Okay, crianças, já está ficando tarde. Hora de dormir. Tris, videogame só amanhã. E Lu, a cidade de lego pode esperar para ser montada depois. - Abaixou-se ao lado da filha, que estava sentada no tapete da sala, cercada por pecinhas coloridas. Abriu os braços para que ela viesse ao seu encontro e a pegou no colo. - Venha, vou te ajudar a escovar os dentes. 17:09
Tyler: Ouviram a general, todos de volta a seus postos até a luz do dia. Ela é uma ditadora, mas tem razão dessa vez. - Disse, ajudando o filho a desligar o videogame e guardando as peças do brinquedo da filha em uma caixa. - Tristan, quer carona ou já está grande demais para isso? - O menino negou a ajuda, indo correndo na frente até o banheiro. Tyler o seguiu, ficando encostado no batente enquanto observava o filho se aprontar e logo o ajudou a trocar de roupa e o levou em direção ao quarto da filha. - Vamos dar boa noite a Di-Lua. - O menino assentiu e eles entraram no lugar. - Todas decentes, moças? Viemos verificar se não há nenhum gnomo demoníaco no armário, porque se tiver teremos que devolvê-lo a sua tia Belle que deve ser um primo dela. 17:17
Bianca joined the chat 17:18
Bianca: - Levou Luna até o banheiro e a colocou sobre um banquinho na frente da pia, ajudando-a a escovar os dentes. Assim que ela terminou de enxaguar a boca, levou-a para o quarto e trocou apenas sua camisa, pois Lu já usava a calça do pijama desde que saíra do banho, antes do jantar. Cobriu a filha na cama e sentou-se ao seu lado, olhando para a porta quando viu Ty entrar no quarto com Tristan. Riu. - Gnomo demoníaco? Que maldade. Mas não, está tudo em segurança por aqui. Esses tipos de bicho são repelidos em quartos de garotas comportadinhas como você, não é, Lu? - Entregou um coelhinho de pelúcia a ela e fez um gesto para que Tris viesse até a cama, colocando o filho sentado ao lado da irmã. 17:31
Tyler: Pare de chamá-la assim, Quione, ela vai perder toda a moral para combater os gnomos com a brugunzunga que dei a ela. - Ele falou, referindo-se a um velho garfo de brinquedo que dera a menina certa vez, alegando ser uma arma do mar. - Nenhum gnomo pode com a Lunister! - A garotinha gesticulou com o garfo e ele riu. - Viu, Biru? Nossa filha é uma garota durona! - Sorriu para a menina, sentando-se aos pés da cama. - Tão durona que nem vai precisar ouvir uma historinha hoje, certo? - A menina negou. - Não, não, papai, você prometeu! - Ele fingiu um suspiro. - Okay, tampinha, me deixe pensar...Que tal aquela sobre o dia em que o superman chutou o tras-...- Lançou um olhar a esposa, prevendo a repreenda e pigarreou. - Ou melhor, o que acham de ouvirem sobre como o grandioso Tylindo conseguiu conquistar a Rainha do Gelo? 17:43
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Bianca: Qual é o problema com "Lu"? É um ótimo apelido para um mini guerreira, na minha opinião. Ei, cuidado ou vai acabar acertando o Sr. Dibbs com esse garfo, mocinha. - Segurou a mão da filha. - É, eu estou vendo. Então acho que comportadinho por aqui somente o Tris, não é mesmo? - Brincou, cutucando o filho, e ele cruzou os braços. - Sou durão também! - Bianca riu baixo. - É claro que é. - Acomodou-se ao lado dos dois para ouvir a história que Ty contaria também, franzindo o cenho para ele quando o ouviu começar com termos ruins. A outra opção a fez sorrir, assim ela poderia ser narradora também. - Foi difícil? - Perguntou Tris. 18:05
Tyler: Não chame a brugunzunga de garfo! - Tyler e Luna protestaram juntos. - Essa sua mãe é sempre do contra, tsc. - Estalou a língua, cruzando os braços. - Mas voltando a história...Foi a batalha mais difícil do nosso herói desde que ele fugira da ira de Sylvia, a titã esmagadora de orelhas. - Ele tocou a orelha, como se para ilustrar o que dissera. - Tudo aconteceu durante um verão num reino controlado pela grande maga, Sammy do poço. Nosso herói era um jovem muito bonito, popular e talentoso, todos o adoravam e por isso ele tinha um ego um pouquinho grande. Era seu segundo ano como visitante no reino de The New Star Camp e ele conhecia muita gente ali e quase todos os lugares, por isso ficou muito surpreso quando um dia uma pobre alma morta de fome surgiu a sua frente, procurando pela milagrosa lasanha da fada do refeitório.
Bianca: - Revirou os olhos e balançou a cabeça negativamente em resposta. - Um pouquinho? O ego do herói era maior do que o reino de Sammy do poço. A Rainha do Gelo tinha acabado de deixar sua terra, onde era sempre inverno, para experimentar um pouquinho do verão. Infelizmente, seus servos bonecos de neve não puderam acompanhá-la e ali, no The New Star Camp, ela não tinha ninguém que pudesse lhe servir comida. Precisava urgentemente de um novo servo, e foi quando encontrou Ty... Lindo. Podemos mudar o nome dele para Olaf? Enfim, Olaf a levou para comer lasanha. 18:54
Tyler: Se quiser continue como Olaf, mas eu manterei o Tylindo porque era o nome oficial do nosso herói. Enfim...O príncipe, muito gentil que era, ofereceu-se para acompanhar a garota, mas a princesa que tinha olhos azuis tão gelados quanto o mar de Asgard, não estava acostumada com rapazes gentis e não ficou feliz quando o nosso herói a chamou de Biru Biru. Até hoje ele nunca entendeu porque, mas depois disso ela o chamou de cão infernal. - Ele deu de ombros, fingindo um ar inocente que fez as crianças rirem. - Apesar de todo aquele ar gelado o príncipe sabia que no fundo a moça tinha um bom coração, por isso continuou a segui-la e até mesmo lhe deu sorvete e mostrou sua pena por uma princesa tão bonita ainda estar encalhada. Novamente, por um motivo que ele não compreendia, Biru Biru tentou congelá-lo. 19:02
Bianca: Como um novo servo boneco de neve, Olaf combina muito bem. - Retrucou. - A Rainha estava acostumada a ser tratada por nomes melhores, Sua Majestade e afins, Biru Biru parecia uma ofensa perto disso. - Defendeu-se. - Além de que o príncipe, com toda a sua gentileza, parecia sempre estar tirando uma com a cara da pobre novata estrangeira, e ela não gostava disso. - Semicerrou os olhos para o marido. - Olaf a chamou indiretamente de encalhada, e a Rainha ficou pasma com tamanho insulto, por isso quis congelá-lo. Como vocês podem ver, o herói não era assim tão bom no quesito "conquista". - Tris arregalou os olhos. - Olaf fez isso? Que mal educado! 19:22
Tyler: Papai não parece um boneco de neve. - Luna observou, e Tyler sorriu para ela. - O príncipe só estava um tanto descontente por a princesa teimar em mal tratá-lo quando ele até mesmo dividira com ela sua preciosa lasanha, e ela que se ofendia com tudo pois vinha de uma terra distante, povoada apenas por alces e não compreendia ainda a linguagem complexa de Tylindo. - Explicou para o filho antes de voltar ao foco da história. - Mas no final, graças ao poder do sorvete de maracujá, os dois conseguiram ter uma conversa pacifica e o príncipe tinha se divertido bastante. No entanto, após isso a Rainha Gelada desapareceu e o príncipe pensou que nunca mais a veria...
Bianca: Foi o mais próximo que eu achei de um, filha. - Deu de ombros. - Tudo bem, ela não era muito adepta à linguagem complexa do príncipe, mesmo, mas ele também não fazia muita questão de explicar-se melhor, o que causou o desentendimento inicial. Mas podemos dizer que a primeira impressão foi boa por causa da lasanha e do sorvete. - Brincou, esperando para ver a reação de Tyler. - Certo, ela achara o herói engraçado também, o que mais tarde a faria despertar um interesse por ele. Sumiu por alguns tempos porque resolvera se mudar do reino gelado e precisava se adaptar as novas condições. Quando voltou, foi convidada para o aniversário do príncipe, e resolveu comprar presentes legais para ele para mostrar que, apesar da tentativa de congelamento, era uma Rainha muito bondosa. 19:53
Tyler: Por favor, a princesa tinha se apaixonado a primeira vista, ela só não queria admitir isso ainda. - Replicou. - Era o aniversário de 18 anos do príncipe, e todos os amigos da região tinham vindo o ver. Mas ele ficou a espera da princesa, ansioso por vê-la de novo, apesar de temer ser congelado. A princesa lhe deu de presente uma caneta mágica, que seria a espada que nosso herói usa até hoje para proteger toda a família. Depois disso eles conversaram muito e no fim da noite, estavam até amigos. No entanto, eles ainda não se conheciam direito e tiveram que se ver outras vezes até Tylindo tomar coragem de chamá-la para jogar baseball com ele, no que a princesa era terrível, tenho que dizer. 19:59
Bianca: Quem se apaixonou perdidamente já de cara foi o príncipe, não distorça a história. - Esticou a perna na cama para cutucá-lo de leve com o pé. - Os dois se tornaram amigos e houve essa tarde em que Olaf estava especialmente interessado em provocar a Rainha com brincadeiras. Ela até fez um desenho de uma garotinha brava e entregou a ele para demonstrar sua irritação, "talvez desenhando ele entenda", pensara. - Lançou um olhar divertido para Ty. - Mas Olaf pareceu interpretar aquilo como um gesto de amor, e guarda o desenho consigo até hoje. Fofo, não? - As crianças riram. - Enfim, teve esse jogo de baseball, para o qual a Rainha estava terrivelmente despreparada, infelizmente. Mal sabia ela que por trás da aposta de quem vencesse o jogo, estavam as intenções do príncipe em chamá-la para sair, porque, como eu disse, Olaf já era perdidamente apaixonado por ela. 20:20
Tyler: O príncipe guardou o desenho porque era um rapaz muito educado e não jogaria um presente fora, a Rainha que não compreende os costumes civilizados. - Corrigiu, segurando o pé que a esposa usava para cutucá-lo. - A princesa reclamava muito do ego do príncipe, mas também era muito convencida e aceitou jogar mesmo sabendo que não poderia vencer, então o príncipe aproveitou a chance para ter um pedido em troca da vitória. Ele a chamou para um encontro, e a princesa entrou em pânico porque não estava acostumada a ter homens querendo sua companhia, ao invés de fugir dela. - Provocou, fazendo cócegas na base do pé de Bianca. - Tylindo achou que ela não queria aceitar, então como um bom cavalheiro a dispensou do compromisso, mas como a Rainha estava loucamente apaixonada por ele, é claro que ela apressou-se em aceitar a proposta e admitiu que, de fato, pensava muito nele.
Bianca: Ei! - Protestou, mas acabou rindo com as cócegas, e puxou o pé para livrar-se de suas mãos. - Ela se assustou porque não sabia que naquele reino os príncipes usavam a desculpa de disputas de baseball para atrair princesas para uma armadilha chamada encontro. - Teve que rir novamente da forma como Ty relatava o que acontecera. - Não foi nada disso! A Rainha viu o quanto Olaf ficara triste com a possibilidade de ela não aceitar, e apesar de ainda estar temerosa quanto as intenções dele, resolveu que lhe daria uma chance. E tudo bem, ela pensava um pouco nele. Só um pouquinho. - Mostrou uma quantidade pequena com os dedos para enfatizar, sorrindo para o marido. - Então o príncipe a levou para uma piquenique noturno na praia, chamou até uma amiga dos dois para cantar para eles, e mostrou à Rainha como conversar com os peixes. Finalmente aprendera a ser encantador, apesar de ainda tê-la irritado algumas vezes para compensar. 21:04
Tyler: Só um pouquinho? - Voltou a estender as mãos, na tentativa de recapturar o pé dela e recomeçar as cócegas. - A princesa estava receosa no começo, mas o príncipe garantiu a ela que não era um psicopata e finalmente a convenceu a ir com ele para a água, onde ele a ensinou latim de peixes. Eles passaram várias horas brincando na água e conversando, e no fim da noite Tyler a levou para casa. Nosso herói estava um pouco nervoso porque temia que a princesa ainda não estivesse certa do amor que sentia por ele, mas Tylindo era um rapaz corajoso, então depois ele deu um beijo de boa noite na princesa. Um beijo muito especial porque era um de amor verdadeiro. - Nessa parte ele lançou um sorriso a esposa. - E ele soube que era uma questão de tempo até ela admitir que não queria se juntar as Caçadoras.
Bianca: - Fugiu das cócegas, rindo baixo. - A Rainha do Gelo também estava receosa, sua experiência com encontros era quase nula, mas o príncipe conseguiu deixá-la confortável, e ela sentiu o amor preencher o seu coração quando retribuiu o beijo. Agora sim, estava oficialmente apaixonada por ele. - Sorriu também. - Era uma Rainha um pouco enrolada, e levou um tempo para admitir, mas logo deu um jeito de dispensar a Caçada e os dois finalmente puderam ficar juntos. Porque quando é amor verdadeiro, não importa quem o quê tente impedir o casal de se unir, eles sempre conseguem viver felizes para sempre no final. - Olhou para os filhos, que também estavam sorrindo. Tristan havia feito uma ligeira careta para demonstrar seu descontentamento com tanto romance, mas parecia satisfeito com o final. - Essa história poderia até virar filme, faria sucesso. - Comentou, com a voz sonolenta. 21:45
Tyler: Nah, é muito melhor do que qualquer filme porque é realidade. Principalmente porque depois do "felizes para sempre" a felicidade só aumentou quando ganharam dois bebês de olhos azuis para deixar a Titã Sylvia feliz e orgulhosa, assim como os titãs da terra dos alces também ficaram. - Sorriu para as crianças e bagunçou o cabelo do filho que estava mais próximo dele. - As crianças somos nós, certo? Então quem nos deu? De onde a gente veio? - Luna questionou e Tyler reprimiu uma risada. - Bem, nós os encomendamos diretamente do Olimpo, chegaram pelo correio nove meses depois , um de cada vez. Um dia explico com mais detalhes isso, agora é hora de dormir. - Levantou-se e foi até a cabeceira da cama dar um beijo na testa da filha. - Durma bem, Di Lua Lunister, use nosso espelho mágico se os gnomos saírem de controle durante a noite e precisar de ajuda para combatê-los. Boa noite. - Voltou para perto do filho e estendeu os braços, dessa vez Tristan não hesitou em aceitar a ajuda e veio para o seu colo. - Hora de por esse na cama também, dê boa noite a sua irmã, Kvotinho. 21:56
Bianca: - Arregalou os olhos para a pergunta de Luna, respirando aliviada quando Ty deu um jeito de respondê-la sem causar danos a sua inocência. Levantou-se também e beijou o rosto da filha após Tyler. - Boa noite, meu anjinho, durma bem. - Sorriu para a garotinha agarrada com o Sr. Dibbs e a brugunzunga. O marido já havia pegado Tristan no colo, que reclamava pelo pai tê-lo chamado de "Kvotinho". - É Kvothe! - Virou-se para a irmã e acenou. - Boa noite, Lunie. - Os três então saíram do quarto, deixando a luz do abajur acesa para Luna e encostando a porta. Seguiram para o quarto de Tristan e Bianca esperou que Tyler o colocasse na cama para ajeitar suas cobertas e beijar a testa do filho. - Boa noite, Tris.
Tyler: Tris-Vothe então. - Levou o menino que ainda protestava ate o quarto e o deitou na cama. - Boa noite, garotão, sonhe com seu avô Poseidon e cidades subaquáticas. - Beijou-o no rosto e saiu do quarto, encostando a porta depois que a esposa fizera o mesmo. - Sabe, Biru, esse menino puxou muito a você. Vou reclamar no Olimpo sobre isso. - Brincou. 22:20
Bianca: - Deu uma última olhada em Tristan antes que Ty encostasse a porta e sorriu. - E Luna é a sua versão feminina e infantil, para compensar. Aliás, boa resposta para a pergunta da Di-Lua curiosa, foi um pensamento rápido e esperto que só quem já passou anos ao lado de uma filha de Atena pode ter. - Segurou a mão do marido, como fazia quando os dois caminhavam pelo camp, para que fossem juntos para o quarto. - E "O Conto do Grandioso Tylindo e da Rainha do Gelo" se tornou a minha história favorita, ganha até de A Bela Adormecida. 22:36
Tyler: Di-Lua foi enviada para que eu não sofresse nas mãos de dois espertalhões. - Ele riu, apertando a mão dela. - É a minha favorita também, algum dia devíamos escrevê-la num livro e você poderia fazer as ilustrações. - Parou a porta do quarto antes de entrarem. - Esse é um daqueles momentos em que você faz careta e reclama de serem muito gays, por isso vou fazê-lo aqui fora antes que entremos e você não me deixe dormir com zoações... - Fez um gesto vago com a mão livre e encarou Bianca. - Mas eu só queria dizer que estou muito feliz pela nossa história ter acontecido e por agora estarmos aqui juntos, por termos dois filhos lindos e uma casa feliz para criá-los. - Inclinou-se a beijou de leve. - E eu diria que te amo, mas você mesma acabou de atestar o quanto o Príncipe Olaf, seu servo fiel, sempre foi apaixonado por você. Então já sabe. 22:44
Bianca: Podemos mesmo fazer isso, eu desenharia você como um boneco de neve ainda mais fofo do que o Olaf. - Brincou, parando a sua frente e rindo baixo com suas explicações prévias. - Tudo bem... - Abriu um pequeno sorriso, que foi se alargando conforme Ty falava. Retribuiu o beijo, e até puxou-o para perto para beijá-lo mais uma vez. - Eu sei, e é isso o que me faz tão feliz. Eu também te amo, Ty, e a única coisa que tenho a desejar depois de tudo isso, é que dure mesmo para sempre. 23:00
[n e w p o s t] on talk&spoon - Biru Biru - Darlinghurst, Sydney
Spider roll (8 pieces) – soft shell crab, avo, cucumber, wasabi mayo ($16)
I have a friend who has the same name as me. Together we are Ellen². We go and eat nice food together, and sometimes other people join us too. Last week we went to Biru Biru in Darlinghurst – click through for more…
“Okay, vocês lembram do combinado, certo?” Disse para os dois garotos, calouros do ensino médio da Edward, que contratara para um pequeno serviço – cinquenta dólares e telefones de certas líderes de torcida tinham sido usados na barganha, mas valera a pena. Os dois assentiram prontamente, e Ty sorriu divertido, analisando-os. É, nada convencional, mas definitivamente criativo e bem no seu estilo. Bianca provavelmente o xingaria, mas riria depois e era isso que importava. “Tenham certeza de que Biru está vendo antes de começarem a parte final. Eu vou ficar por perto para dar o sinal.” Fez sinal para o mais alto dos garotos se virasse para que pudesse terminar de arrumar a mochila em suas costas, verificando se os itens que comprara estavam seguros ali. Depois checou com o menino mais baixo o cartaz. Dando-se por satisfeito, assentiu e entregou a eles os últimos itens.
Mandou que eles seguissem em frente, e os seguiu a uma distância pequena. Não queria chamar muita atenção ainda, mas era difícil, por isso fingiu estar concentrado no celular e nada ter a ver com os garotos. Quando chegaram a Delta, certificou-se que os meninos estavam na posição e digitou uma mensagem para Bianca. “Seu presente está do lado de fora. Abra a janela e veja. P.S: Não jogue nada neles, são só calouros ;)”, logo recebeu o relatório de entrega da mensagem e sinalizou para que os garotos começassem.
Era algo bem simples, na verdade, apenas um tanto inusitado. O garoto mais alto estava fantasiado de Dora, a Aventureira, enquanto o mais baixo se vestiu com uma fantasia lilás de macaco, um dos amigos da Aventureira. Dora tinha ganhado pompons – cortesia das líderes de torcida da Alfa, não que elas tivessem sido informadas disso –, enquanto seu amigo segurava um aparelho portátil de som que tocava a música tema do programa. Os dois começaram uma dancinha desajeitada, que rendia risadas dos passantes e até de algumas moradoras da irmandade que tinham vindo ver que bagunça era aquela em seu jardim.
Quando por fim Bianca apareceu, Tyler voltou a sinalizar para sua equipe, indicando que era hora do grande final. O calouro lilás trocou de música, para uma versão sing along e Dora e eles começaram a entoar, ainda no tom da música, um dos piores gritos de torcida que já ouvira. “G-gi-gi-ve-me a B! G-gi-gi-ve-me an I! G-gi-gi-ve-me a R! G-gi-gi-ve-me an U! Biru, you can lead the way! Haaaapy Valentine's Day!” Riu baixinho, imaginando se deveria ter ensinado a eles uma rima ao menos. O macaco – que Ty já desistira de lembra o nome – largou o rádio, para pegar a caixa de chocolates em forma de coração que deixara na bolsa, assim como a Dora largou seus pompons para pegar o embrulho azul na mochila. Os dois estenderam os presentes para Bianca pegar, e Lynch finalmente se aproximou para observar melhor. Sorriu para a namorada, gesticulando para que ela fosse logo pegar as coisas. O combinado dele com os calouros também garantia a Quione um belo abraço da Dora e uma bela foto desse momento. Talvez ela quisesse matá-lo por isso depois, mas no momento era a coisa mais hilária que ele já vira.
“Admita, eu sei como fazer uma data marcante.” Seu tom era divertido, mas ele segurou o riso por temer que um dos presentes viesse voando em sua direção. “Mas abra logo isso, depois vamos ver se ainda quer me matar.” Dentro do pacote azul havia um colar feito de pequenos cristais mantidos unidos por uma fina corrente de prata, que combinavam perfeitamente com a pulseira que dera a ela certa vez. “Feliz dia dos namorados, Biru.”
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Passavam pouco das cinco da tarde quando Tyler deixou seu quarto na Beta. Com o celular em mãos, digitou uma mensagem para a namorada avisando que estava a caminho da Date Never e saiu da casa. Todas as irmandades do campus eram próximas, ainda que os moradores delas não fossem, então bastou andar algumas centenas de metros para poder bater a porta da outra casa.
Ele fitou o relógio que trazia no pulso por pura força do hábito, afinal Bianca nunca o deixava esperando – era mais o contrário que acontecia, como agora que chegara sete minutos depois do combinado. Verificou também se os ingressos permaneciam seguros no bolso da calça. Levaria a garota até um parque de diversões não muito longe dali, o tipo de lugar que os dois adoravam. Seria um presente atrasado de seis meses de namoro, algo que deveria ter dado bem antes se os dois não brigassem a cada quinze dias e demorassem mais uma semana para se entenderem. Não que estivesse reclamando, brigar podia não ser sua parte favorita do namoro, mas fazer as pazes era sempre agradável.
A porta foi aberta por uma das inúmeras moradoras do local que o olhou de modo estranho. “Opa, Date Never errada. Próxima!” Falou em tom bem humorado, olhando por sobre o ombro da desconhecida. A garota resmungou algo e saiu bem a tempo de ele ver Dora surgir, e lhe dar um sorriso largo. “Muito bem, essa próxima vai servir. Pronta para ir, Desconhecida?” Brincou esperando que ela viesse a seu encontro para cumprimentá-la com um beijo rápido. “E nada de falar que me atrasei hoje. Não é culpa minha se o relógio que me deu só funciona no mar.” Apressou-se a dizer, prevendo a bronca que levaria. A beijou de novo, contendo uma risada e a pegou pela mão, começando a andar.
Seu carro, um sedan verde escuro – que só conseguiria graças a boa campanha no baseball da faculdade que lhe rendera dinheiro extra, e a sua mãe andar especialmente bem humorada – os aguardava no estacionamento. Ele abriu a porta para Bianca e entrou em seguida, dando a partida no carro. “Só uma regra: Nada de jogar garrafas em ninguém...Sem me avisar antes para que eu saia do caminho.” Lançou um olhar divertido a garota. “Além disso eu não trouxe dinheiro para sua fiança, então vai ter que se contentar em só bater nos brinquedos que requerem força.”