Aos Fracos
Come esse amor podre, meu bem. Engula com a dor de uma garganta necrosada do defunto que padeceu de fraqueza.
Lutador? Duvido. Pois chame-o de fraco, o dedo podre que indicou os vermes em meus pés.
Pois assim que os vermes subiram, conto-te que transformaram-se em nada menos do que bigatos. Aqueles que ela tanto odeia.
Cospe sua insatisfação sobre meu cadáver podre. O cheiro de carniça já chega aos narizes de quem cobriu o pescoço do urubu com rosas.
Mate-o e ame-o, nessa exata ordem.














