task 002, now i'm on exile seein' you out
I think I've seen this film before so I'm leavin' out the side door so step right out, there is no amount of crying I can do for you all this time we always walked a very thin line — exile, taylor swift
Desde novembro, Sebastian encontrava-se a bordo do Ahreum, o barco que possuía e cuidava desde o século XVIII. O mar era como um segundo lar para si, assim como o Acampamento Júpiter também lhe era um lar. Com mais frequência que gostaria, ele mandava mensagens de Íris, que aprendeu com os semideuses gregos para Zoya, com desculpas aleatórias para ver Jinx, seu bichon frisé, para falar com Althea. Mas nunca assumiria que aquelas mensagens eram apenas para ver o sorriso da pretora em relação aos seus carinhos com sua criança e seu mascote.
Para sua sorte, nenhum grave incidente aconteceu durante as viagens, os tesouros que procurava e localizava atualmente, ele tinha algumas pistas e suspeitas de onde estavam, mas não passaria muito tempo naquilo. Odiava a ideia de se tornar tão obcecado por riquezas e não poder voltar para seu outro lar, pois sua sede por bens materiais era maior. Sebastian prometeu a si mesmo que nunca deixaria aquilo lhe acontecer em 1863, quando quase morreu em busca de um tesouro na região do Mar de Monstros, então tornou-se alguém mais que prudente.
Cantarolando uma das músicas de Moana, que aprendeu quando visitava Althea em Nova Roma, o coreano estudava as cartas náuticas que estavam dispostas sobre a mesa em sua cabine, em meio ao Mar Adriático onde se encontrava, buscando mais localizações sobre o tesouro que procurava. Não demorou para que uma névoa acabasse por aparecer em sua frente, exibindo uma face familiar para si, mas diferente do que esperava, não era Zoya. Era Seung Hyun, um dos centuriões do Acampamento Júpiter que era um dos amigos de consideração que tinha.
❝ — Hyung, onde você está? — ❞ O centurião questionou. ❝ — Você devia voltar para a Califórnia, tivemos um ataque no Acampamento Meio Sangue ontem. E… Astoria estava do lado do atacante. — ❞ O inglês murmurou e Sebastian pôde constatar a dor do amigo.
❝ — Estou no Mar Adriático, pela costa da Croácia, perto de Dubrovnik. E Zoya? Althea? Elas estão bem? — ❞ Questionou, preocupado.
❝ — Não consegui ficar sabendo, desculpe. Eu só te contei, porque você merece saber. Buscarei notícias, você vem para a Califórnia, não é? — ❞ O sorriso divertido do britânico era evidente.
❝ — É claro que vou e vá se foder, Seung Hyun. Você é tão fodido na vida amorosa quanto eu, já que pelo visto a Astória fodeu todo mundo se juntando ao inimigo. — ❞ Yeon Woo rebateu.
❝ — Nem me fale… — ❞ O britânico resmungou. ❝ — Vou indo, eu só vim te contar mesmo, estou atrasado para uma reunião. — ❞ Hyun avisou e a mensagem logo se dissipou.
Um ataque no Acampamento Meio Sangue? Com certeza aquilo tinha lhe deixado mais preocupado que o normal. O ex-príncipe massageou suas têmporas para tentar se acalmar, mas a possibilidade de algo ter acontecido com Zoya ou mesmo Althea, fez com que o pirata tivesse um sentimento de agonia e desespero lhe preenchendo, mas ele não podia ser irresponsável: havia vidas a bordo naquele barco e era responsável por elas e a sensação de sufocamento causado pela maldição de Hades era horrível.
Poucos minutos depois, seu imediato, um filho de Belona, apareceu em sua cabine e lhe informou dos ocorridos, pedindo para informar o resto da tripulação e deveriam traçar a rota para a Califórnia o mais rápido possível. Todos tinham família e pessoas com quem se importavam no Acampamento Júpiter e no Acampamento Meio Sangue, e sendo egoísta, Sebastian não se sentiria tranquilo para seguir suas viagens até que visse com os próprios olhos que Zoya estava bem.
A viagem de Dubrovnik até a Califórnia, por suas contas, duraria exatamente trinta dias e era um mês de agonia e preocupação para o Kwon que não podia se deixar abater, ao menos, na vista da tripulação que tinha. Vez ou outra, ele recebia alguma mensagem de Seung Hyun lhe atualizando sobre a situação dos semideuses do acampamento após os ataques. À medida que as atualizações aumentavam, o coreano sentia-se agoniado, pois o amigo não tinha notícias sobre quem ele esperava e não podia transparecer seu desespero, fazia-o sozinho em sua cabine.
Um mês depois de uma longa viagem e alguns encontros com monstros marinhos, o barco foi finalmente atracado na marina de Los Angeles. Ainda teriam de viajar um pouco para chegar a São Francisco e ao Acampamento Júpiter, mas não era problema. A van do acampamento estava na marina e para ser justo, Sebastian sabia que aquilo devia ser obra do amigo. Respirou profundamente, andando para o veículo e assim que o adentrou, após colocar seus pertences no porta malas, acabou se sentando no fundo, sua cabeça foi apoiada sobre a janela e dormiu durante todo o trajeto.
Quando Sebastian finalmente acordou, ele estava sendo sacudido pela face daquele que reconheceu como seu imediato, o olhando com uma expressão irritada. Entretanto, quando finalmente se acalmou e passou as mãos sobre os olhos para despertar, olhou pela janela, percebeu estarem no acampamento. Suspirou aliviado, saindo da van e pegou seus pertences, seguindo para Nova Roma. Suas preocupações com Zoya eram muito maiores que qualquer formalidade que ele precisasse resolver.
Os passos do ex-príncipe estavam apressados e a mochila em suas costas, pesada, então quando parou nas fronteiras de Nova Roma, onde Término, o deus das fronteiras começou a lhe questionar e interrogar sobre armamentos. Apesar da pressa, o Kwon até agradeceu, por poder tirar a mochila das costas por alguns minutos. Após a revista e ouvir novamente as regras da cidade, foi liberado pelo deus para continuar seu trajeto, sem hesitar para continuar até a casa da atual pretora, já tendo decorado aquele caminho.
A primeira coisa que notou quando chegou ao local, foi um latido. Era Jinx, seu cachorro estava bem e aquilo lhe fez suspirar aliviado. Adentrando o ambiente gradualmente, de imediato, viu uma criança correr em sua direção com os olhos brilhando em alegria e o coreano sentiu uma leveza em seu coração. Althea estava bem. Abriu o armário que ficava na entrada da casa, onde deixou sua mochila, para pegar a menina no colo, sorrindo para a garotinha.
❝ — Althea, onde está sua mãe? — ❞ Indagou, um tanto nervoso.
A menina apontava para a cozinha, onde o pirata via uma figura feminina de costas, com um avental totalmente ocupado com algo. O pesar que tinha em seu peito finalmente cessou, quando adentrou o ambiente, colocando Althea sobre o chão. O cheiro da comida preparada ali, deixava-lhe com fome. Quanto tempo tinha que não fazia uma refeição decente? Mesmo a bordo do Ahreum com um chefe decente, às vezes a comida acabava sem um gosto de familiaridade e de lar. Esperou que a mulher desligasse o forno e virasse, antes de falar qualquer coisa.
❝ — Dessa vez voltei mais rápido. — ❞ O coreano murmurou, com um sorriso. ❝ — É bom ver você, Zoya. — ❞ Admitiu. Não demorou para que Belikova viesse em sua direção e lhe abraçasse, o que retribuiu de imediato, deixando a cabeça sobre o ombro da mesma por alguns segundos, para olhar-lhe fixamente. ❝ — Hyun me resumiu o que aconteceu no Natal. Você pode me dizer exatamente o que aconteceu e, porque você, pabo, não me mandou um simples “Oi Bash, eu estou viva e Althea está bem”? — ❞ Arqueou a sobrancelha, de modo inquisidor.
❝ — Pabo? Do que você me ofendeu, Kwon? — ❞ A russa cruzou os braços e um “idiota”, escapou dos lábios do pirata. ❝ — Eu estive ocupada, Sebastian. Tive outras prioridades e uma delas, era minha filha. Mas isso não é desculpa, eu poderia ter parado cinco minutos para isso, me desculpe. — ❞ A pretora admitiu.
❝ — Fiquei preocupado, eu estava na Croácia, atrás de um tesouro, mas empacamos nas buscas. Quando fiquei sabendo dos acontecimentos, mandei traçar o curso para cá de imediato. — ❞ O príncipe passou os dedos sobre seus cabelos em nervosismo. ❝ — E… Vim direto para cá, sem resolver a papelada no senado, posso ficar aqui alguns dias? — ❞ Pediu, com um sorriso constrangido, ouvindo uma risada da dona da casa, que assentiu.
O decorrer da noite foi tranquilo para Sebastian, que no sofá de Zoya Belikova ouvia as histórias de Althea do que ele havia perdido, narradas pela mãe da menina. Jinx, seu bichon frisé, estava sobre seu colo, recebendo carinho de sua parte, para que quando desse a hora da criança dormir, a genitora se levantou e levou a filha para o quarto. Alguns minutos se passaram, quando finalmente o coreano viu a semideusa retornando com uma garrafa de vinho e duas taças em mãos. Assim que ela se sentou, a conversa leve e feliz que tinham sobre a criança há minutos atrás, deu uma guinada.
Passou a ser uma conversa não só sobre os últimos acontecimentos, os ataques, mas também sobre a vida particular da pretora. E apesar de certos aspectos o deixarem desconfortável, ele ouvia todos os detalhes das histórias e quando as primeiras lágrimas da russa caíram àquela noite, o pirata a abraçou e limpou cada uma delas com um suspiro, beijando o topo de sua cabeça. No momento em que um bocejo escapou dos lábios da mulher, o coreano levou as taças para a pia e a garrafa pela metade, para a geladeira, seguindo até Zoya e pegando-lhe sobre os braços e a levou para seu quarto, para ela poder dormir, apenas removendo os sapatos usados por ela, fechando a porta do espaço.
Após tomar um banho, o filho de Salácia secou os cabelos, jogando a toalha molhada em um cesto, seguindo para o quarto de hóspedes, onde Jinx já se encontrava ao pé da cama dormindo e aquilo lhe arrancou um sorriso. O coreano entrou nas cobertas e dormiu pacificamente por algumas horas, quando um barulho interrompeu seu sono e coçando os olhos para não só despertar um pouco, mas adaptar os olhos para a pouca luz, acabou acendendo a luz do abajur, vendo que Zoya estava parada na porta.
❝ — Eu… Tive um pesadelo, posso dormir aqui com você? — ❞ A única resposta de Sebastian foi de arrastar o corpo para criar espaço e erguer a coberta, onde a romana poderia se deitar. ❝ — Obrigada… Desculpe te acordar. — ❞ Murmurou, preocupada.
❝ — Durma. Amanhã conversamos. — ❞ O coreano resmungou sonolento, abraçando o corpo da mulher que veio em direção ao seu, repousando a cabeça sobre seu peito.
No decorrer dos dias, Sebastian caiu numa rotina, após regular sua situação com o senado, depois de umas broncas da pretora: pela parte da manhã, ele cuidava de Althea, à tarde, ele treinava e à noite, voltava para a casa da Belikova, onde suas noites eram regadas a filmes da Disney e vinho. Até que em um dia, a semideusa acabou entrando em casa agitada, falando algumas coisas que o Kwon não entendia, mas só entendeu que deviam ir ao Acampamento Meio Sangue. Com a filha no colo de sua mãe, ele apenas as seguiu em silêncio, após pegar seu arco e flecha, e sua alijava.
Após atravessarem o portal, o coreano seguia a filha de Psiquê, como um protetor silencioso se algo acontecesse novamente. O amontoado de semideuses no anfiteatro chamou a atenção. Sebastian encostou seu corpo sobre uma das árvores próximas, permitindo que observasse à distância o grupo e ainda assim, ouvisse o que estava sendo debatido, a causa da agitação. Um garoto que parecia levemente desnutrido e ferido era visível de seu campo de visão, parecia que ele havia sido torturado.
Quando o nome do garoto foi mencionado, ele não prestou muita atenção, não fazia ideia de quem era, mas só captou a atenção do pirata, quando o nome de uma divindade em específico, foi mencionado: Psiquê, a mãe de Zoya. O príncipe desencostou da parede e aproximou-se mais da multidão, ouvindo melhor: a deusa da mente era uma das responsáveis pelos ataques do Natal e por manipular alguns semideuses e havia traidores entre eles, alguns nomes foram citados, mas não conhecia metade das pessoas, porém aquilo mudou quando o nome de Zoya foi mencionado.
Ele saiu do Anfiteatro antes que a pretora pudesse ter a oportunidade de lhe procurar ou qualquer coisa parecida. Os passos do rapaz de imediato e instintivamente, levaram-lhe para a praia que estava completamente vazia, onde soltou o grito mais alto que conseguiu, completamente irritado.
❝ — Porra, merda, caralho. — ❞ Gritou os xingamentos, xingando em seu idioma nativo, o coreano, bagunçando seus cabelos e chutando areia para o nada. ❝ — Isso só pode ser brincadeira… — ❞ A irritação do pirata apenas crescia.
❝ — Não é, Sebastian. — ❞ A voz de Zoya se fez presente e quando se virou, observou a figura da pretora.
❝ — Eu não agrido mulheres, Zoya, mas me deixe sozinho agora, ou juro que farei algo que me arrepender amargamente o resto da minha patética vida. — ❞ Advertiu, sem sequer olhar para a mulher.
Olhando para o mar, o príncipe não se preocupou em virar novamente para saber se seu pedido foi acatado ou não, não se importava com aquilo mais. Não se importou se sujaria suas roupas, sentando-se sobre a areia, respirando fundo. Seus joelhos estavam dobrados, encostou sua cabeça naquela elevação, sem conseguir se acalmar e raciocinar naquele momento. Não estava preocupado com o aspecto de Zoya ter traído os acampamentos, aquilo apesar de ser importante, não era sua prioridade. O que lhe interessava era o porquê.
Por que ela não confiou em si para lhe dizer a verdade e lhe esconder?
Qual o motivo que ela tinha para não confiar em si?
Mesmo que quisesse chorar, o pirata respirou fundo. Observando o mar, conseguiu clarear a mente e acalmar a raiva que sentia. Ele queria voltar para o mar, voltar a viajar, desaparecer e não ser localizado por algum tempo, mas sabia que não conseguiria se concentrar se não tivesse algumas respostas básicas de Zoya. Após se limpar, começou a caminhar em busca da pretora. Alguns lhe davam respostas básicas como não saber e outros não se importavam com aquilo e lhe ignoravam, a única resposta concreta que teve, foi de uma garota que sabia ser romana, por já ter lhe visto com Hyun, a filha de Psiquê havia retornado para a Califórnia.
Minutos depois, o pirata havia atravessado o portal que o levaria de volta.
No Acampamento Júpiter, os murmúrios sobre a pretora e sua traição, eram ouvidos e por mais que Sebastian quisesse calar a todos, ele tinha outras prioridades. Em busca de informações, questionava alguns dos semideuses por ali, duas das opções segundo os comentários, era a casa da Belikova e a Principia, mas pelo fato de Althea estar com a mãe, decidiu apostar na casa. Após a burocracia do deus das fronteiras, em Nova Roma, não hesitou em seguir o trajeto familiar. Viu Zoya sentada em frente à casa, com uma garrafa de vinho ao lado. O coreano respirou fundo.
❝ — Fui babaca, mianhae, me desculpe. — ❞ Um “você foi mesmo”, o fez rir baixinho. ❝ — Você me deve respostas, Belikova. — ❞ Arqueou a sobrancelha, sentando-se ao seu lado.
❝ — Minha mãe ameaçou Althea, Sebastian, e se eu tiver de explodir essa merda de acampamento, às ordens dela, para manter minha filha segura, eu faço sem hesitar e sem arrependimentos. — ❞ O murmúrio de Zoya foi o suficiente para o coreano suspirar.
❝ — Eu não ligo para o porquê como o resto deste acampamento liga, Zoya. — ❞ Cortou, com uma expressão impassível. ❝ — Sei o que é fazer tudo por quem se ama, você se esqueceu de como eu consegui minha maldição por acaso? O que quero saber, de verdade, é o porquê você não confiou em mim e não me contou o motivo disso antes. Se você tivesse me dito… — ❞ Uma risada dolorida escapou de seus lábios.
❝ — O que você teria feito, Sebastian? Teria ido enfrentar minha mãe e, nessa altura, aí sim, morrer de verdade? — ❞ A mulher gritou, irritada. ❝ — Sei minhas escolhas, Sebastian e não me arrependo delas. Você não estava aqui. Você estava no seu maldito barco quando precisei de você. — ❞ A dor de Zoya era visível para si.
❝ — Zoya, eu sempre voltei quando precisou de mim. Quem estava segurando sua mão quando Althea nasceu? Quem estava naquela merda de sala de parto com você? Como ousa dizer que nunca estava quando precisou de mim? — ❞ Devolveu, com os olhos lacrimejando de raiva. ❝ — Eu sempre te acolhi e limpei todas as lágrimas que chorou nos últimos anos, Zoya. Você não tem o direito de dizer que nunca estive com você quando precisava. — ❞ Soltou, irritado.
❝ — Não, Sebastian, você não esteve. Quando eu mais precisei, você não estava. — ❞ A dor que ele sentia exalar da filha de Psiquê era profunda e aquilo lhe confundiu. Em sua mente, não se lembrava de outras ocasiões que ela poderia ter precisado de si e não estar.
❝ — Se eu não estava, Zoya, foi porque você não me contou, ou me pediu para voltar. Você sabe que eu volto sempre que precisa de mim e me pede. — ❞ O ressentimento apenas aumentava e seu coração doía. Maldita hora que se apaixonou por ela anos atrás, a odiar seria mais fácil e tolerável. Mas Sebastian não odiava e sabia que nunca conseguiria.
Apenas respirou fundo, entrando na casa para buscar seus pertences, jogando sua mochila nas costas, andando para longe da pretora.
❝ — Você vai embora de novo, Sebastian, como um covarde? — ❞ O riso cínico da Belikova foi ouvido. ❝ — Covarde. — ❞ O tom de desprezo era perceptível.
❝ — Sou, Zoya, sou covarde. Sabe o que eu teria feito se fosse corajoso? Matar todos que lhe fizeram chorar. Só que eu sou a porra de um covarde. E eu ficar não vai ser bom, vamos brigar de novo e eu cansei. Eu não sei quando volto. — ❞ Avisou.
E assim, Sebastian se afastou da Belikova, retornando para seu alojamento, onde por alguns dias, organizava os preparativos para seu barco zarpar. Uma semana depois, o coreano apenas teve o vislumbre da pretora com Althea em seu colo, antes de adentrar o Túnel Caldecott.