lando before the finale (abu dhabi race week) at yas marina circuit: for media day, at the garage and on track during the anthem! | f1 abu dhabi gp 2019 (28.11 -01-12.19)

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lando before the finale (abu dhabi race week) at yas marina circuit: for media day, at the garage and on track during the anthem! | f1 abu dhabi gp 2019 (28.11 -01-12.19)

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lando (and carlos!) before the finale during abu dhabi race week at yas marina circuit: on stage and on track! | f1 abu dhabi gp 2019 (01.12.19)
lando with his special helmet for jarv | f1 abu dhabi gp 2019 (01.12.19)
@disapprove liked this for a fluff one-liner (from amelia)
" i just really, really like being yours. "
Telling my story in meetings with Senatorial fellows of @kamalaharris and Sen. Diane Feinstein for Pancreatic Cancer Advocacy Day in DC today. #PaulMitchell #jpms #pmts #AD19 #family #pancreaticcancer #wagehope #momentsmatter #demandbetter @pancan #pancreaticcancerawareness #gratitude #blessed (at Hart Senate Office Building) https://www.instagram.com/p/BzJWrMXgvvw/?igshid=dr28e2s4stbu

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i just want davies to play well is that too much to ask
Acasos do Destino - CapĂtulo 19 - Mais um dia de aulas
MEL NARRANDO
Como sempre fui a primeira a acordar, entrei devagarzinho no quarto de Sophia, e pude perceber que ela dormia serenamente, resolvi não incomodar e fui preparar o café da manhã.
- Humm⊠Deixa eu verâŠTem bolo, e bolo e ⊠suco. Puxa, vai ser isso mesmo entĂŁo. - Peguei as fatias de bolo que estavam na geladeira, e a jarra de suco, coloquei tudo em cima da mesa. Depois abri os armĂĄrios e peguei dois pratos, copos e talheres.
- Bom dia Memis! - Sophia veio até mim ainda sonolenta.
- Bom dia bela adormecida! - Sorri e ela me abraçou.
- Ai to morrendo de sono amiga!
- Ai meu deus, tadinha dela! - Debochei e Sophia se sentou a mesa colocando um pouco de suco em seu copo.
- Chata!
- Sou mesmo! - Nós duas rimos, e eu também me sentei à mesa.
Me servi de suco, e fui logo comendo a minha fatia de bolo de morango, meu predileto.
- Ah Mel, cĂȘ ainda nĂŁo me contou como foi o seu encontro ontem. â Sophia disse.
- Foi P-E-R-F-E-I-T-O!! - Soltei um gritinho histérico, tamanha era a minha animação.
- AAAA Me conta tudo! â Ela tambĂ©m logo se animou.
- Primeiro, a gente conversou um pouco, depois jantamos uma macarronada deliciosa, cĂȘ nĂŁo tem noção, o Chay cozinha muuuito bem... Depois a gente combinou de ir visitar o orfanato! - Sorri.
- Awwwn, que bom que o seu encontro pelo menos foi bom. - Sophia fez beicinho.
- Ah Sophia para de drama, ficar com o Mika nem deve ter sido tão ruim assim. - Baguncei seus cabelos, jå bagunçados.
- Foi horrĂvel, vocĂȘ nĂŁo tem noção do rolo que deu... â Ela disse e suspirou tristemente. - Resumindo: Eu estava assistindo filme com o Micael, aĂ o Lucas chegouâŠ
- Sempre atrapalhandoâŠ
- Posso continuar?
Apenas fiz um gesto que sim.
- Ele e o Micael começaram a brigar, eu me cansei dos dois e saĂ do nosso apartamento, mas os dois me seguiram e acabamos ficando nĂłs trĂȘs no elevador que quebrou pra piorar a situação.
- Ai meu deus, sério isso? - Eu não conseguia parar de rir.
- NĂŁo, eu inventei tudo isso Melanie, Ă© Ăłbvio que Ă© verdade.
- Tå de TPM amiga? à que tudo isso é muito, muito engraçado. - Eu continuei a rir.
- Boba, confesso agora estå engraçado, mas na hora⊠- Sophia riu também. - Ah me esqueci de um detalhe: Lucas tem claustrofobia e desmaiou.
- Nossa! Esse seu encontro hein amigaâŠ
- Se nĂŁo fosse por vocĂȘ nada disso teria acontecido. - NĂłs duas rimos.
- Eu jå pedi desculpas. - Me levantei da mesa e coloquei a louça suja na pia.
- Eu sei amiga, quer ajuda pra se arrumar? - Sophia fez o mesmo que eu.
- Não preciso não, hoje eu vou mais båsica. - Nós duas seguimos até nossos quartos.
- Tudo bem, se precisar de alguma coisa é só chamar. - Sophia entrou em seu quarto e eu também.
  CHAY NARRANDO
Acordei animado, fui até a cozinha e percebi que Micael jå estava tomando seu café da manhã.
- Nem pra me esperar, né cara? Poxa vida, fiquei magoado agora. - Debochei e me sentei ao seu lado na mesa.
- CĂȘ ta atrasado viu? - Micael tomou um gole de seu cafĂ©.
- Ă? Que horas sĂŁo? - Eu perguntei.
- 7:10.
- Caramba, porque vocĂȘ nĂŁo me acordou hein? - Me levantei rapidamente.
- NĂŁo queria te incomodar. - Micael riu.
- Argh!! VocĂȘ ainda me paga Micael. - Fui correndo atĂ© o meu quarto, precisava me arrumar rĂĄpido.
- Corre, senão eu também não te dou carona hein?
Tomei um banho rĂĄpido, peguei a primeira camisa que vi pela frente, e uma calça jeans, calcei meu tĂȘnis, ajeitei meu cabelo, peguei meu material, e finalmente estava pronto.
MICAEL NARRANDO
Me arrumei rapidamente e Chay veio até o meu quarto:
- Pronto, jĂĄ me arrumei. - Ele estava ofegante. - Podemos ir?
- Um minuto... Pronto! - Passei um de meus perfumes favoritos. - Podemos ir. - Peguei meu material, e nós dois seguimos até o estacionamento do prédio.
***
SOPHIA NARRANDO
- Estou pronta Mel, vamos? - Gritei da cozinha. - Estava com um short jeans cintura alta, e uma blusa bĂĄsica verde. Uma sapatilha nude, e prendi meus cabelos loiros em um rabo de cavalo.
- Um minutinho sĂł...
- TĂĄ, to te esperando. - Gritei de volta e logo Mel veio.
- Como estou? - Disse dando uma voltinha.
- Linda! Podemos ir agora? - Sorri.
- Claro.
Mel e eu seguimos até o estacionamento e nos dirigimos até a faculdade para mais um longo dia de aulas.
***
CHAY NARRANDO
Chegamos até a faculdade, e quando eståvamos saindo do carro avistei Mel e Sophia caminhando até o nosso carro.
- Bom dia meninos! - Mel disse animada.
- Bom dia Mel! - Sorri.
- OlĂĄ Sophia! - Disse.
- Ah... Oi Chay! Oi Micael! - Sophia disse um pouco sem graça.
- Então, a gente tem que ir, né Chay? - Micael disse.
- Micael... - Eu tentei melhorar aquele clima chato.
- Ă o meu nome, podemos ir agora?
Eu suspirei decepcionado e segui com Micael até o outro påtio.
***
SOPHIA NARRANDO
- Agora que ele vai ficar me ignorando, era sĂł o que me faltava. - Fiquei emburrada.
- VocĂȘ provocou amiga. - Mel me olhou sĂ©ria.
- Ah Mel... Eu nĂŁo sei o que eu posso fazer pra me desculpar. - Fiz biquinho.
- Conversa com ele Sophia!
- NĂŁo sei nĂŁo... SerĂĄ?
- VocĂȘ sĂł vai descobrir se tentar. Vai lĂĄ amiga, ele ta sozinho e eu tenho que ir pra minha aula. - Mel sorriu e me deu um beijinho na testa.
- Ok, vocĂȘ me convenceu. - Suspirei. - Eu vou lĂĄ falar com ele.
- Isso! - Mel sorriu animada. - Agora eu vou indo.
- Tchau Princesa! - Sorri e dei um abraço em Mel.
- Tchau meu amor, até depois! Boa sorte! - Mel soltou um beijinho no ar e seguiu até o outro påtio da faculdade.
***
MICAEL NARRANDO
Decidi que iria dar um gelo em Sophia, ficar sofrendo por mulher nĂŁo dĂĄ nĂ©? O pior que ela nĂŁo saĂ da minha cabeça, o jeitinho mimado de agir, aqueles olhos azuis me encarando com raiva, aquela boca rosada que eu estava louco pra beijar... Ai deus, o que fiz pra merecer isto? Balancei minha cabeça na tentativa de tentar expulsar aqueles pensamentos inoportunos de minha cabeça. Repeti baixinho ânĂŁo, nĂŁo, nĂŁoâ mas pelo visto alguĂ©m escutou...
- Falando sozinho Mika? - Sophia se sentou ao meu lado.
- VocĂȘ nĂŁo tem aula agora? - A encarei sĂ©rio.
- Tenho...
- E porque nĂŁo estĂĄ lĂĄ? - Perguntei.
- Por vocĂȘ. - Ela encarou o chĂŁo.
- NĂŁo estou te impedindo de nada. - Eu disse erguendo as mĂŁos.
- NĂŁo faz assim Micael. - Ela me olhou cabisbaixa.
- Ah nĂŁo? VocĂȘ sĂł me deu essa opção Sophia. Vai lĂĄ com o Lucas, ele ta te esperando. - Eu disse e apontei para Lucas que estava em pĂ© acenando da porta da sala de Sophia.
- VocĂȘ quer que eu vĂĄ? - Ela me encarou com aqueles olhos azuis, que mais pareciam estrelas de tanto que brilhavam.
- NĂŁo. - Respondi baixinho.
Pude perceber que ela sorriu.
Sophia se aproximou mais de mim e depositou um beijinho em minha bochecha. Olhei para ela confuso e depois ri.
- Que foi isso? - Eu perguntei.
- Um beijo. - Sophia riu. TĂŁo linda.
- Humm... Tå calminha hoje, né loirinha? - Sorri.
- Que saudade de ouvir vocĂȘ falar assim... - Ela disse algo baixinho, sĂł ouvi a palavra saudade.
- Como? - Perguntei.
- Nada nĂŁo Pretinho. - Ela riu.
- Pretinho? Alguém traz a Sophia de verdade, essa é um clone. - Eu me levantei e a puxei brincando.
- Para Micael! - Ela riu e me deu um soco de leve no ombro.
- AĂȘ, agora sim! Sophia voltou! - SaĂ cantarolando pelo pĂĄtio.
- VocĂȘ Ă© um bobo mesmo. - Sophia riu.
- Sou com muito orgulho! - Fiz biquinho.
- TĂĄ na minha hora agora... - Sophia jĂĄ ia indo em direção a sua sala, que era prĂłxima da minha pois somos considerados estudantes das ĂĄreas de âartesâ.
- Ei espera! - Puxei seu braço.
- Que foi?
- Eu vou com vocĂȘ. - Ela sorriu e nĂłs dois seguimos rapidamente atĂ© as nossas devidas salas.
MEL NARRANDO
Eu estava sentada em um banquinho qualquer que havia na faculdade, lendo, ou melhor dizendo, devorando meu novo livro da Clarice. Essa mulher Ă© simplesmente demais, quando crescer quero ser igual ela. Ri de meus pensamentos e voltei a me concentrar no livro. Estava tĂŁo distraĂda que nem percebi que alguĂ©m tapou meus olhos com as mĂŁos.
- Quem é? - A pessoa até o momento desconhecida perguntou.
- Chay! - Sorri e ele se sentou ao meu lado.
- Sou como vocĂȘ me vĂȘ, posso ser leve como uma brisa... - Ele ia dizendo exatamente o trecho que estava lendo atĂ© ele chegar.
- Ou forte como uma ventania, depende de quando...
- E como vocĂȘ me vĂȘ passar. Clarice Lispector, Ăłtima escolha Memel. - Chay sorriu e meu coração batia mais acelerado.
- NĂŁo sabia que vocĂȘ gostava da Clarice tambĂ©m. - Fechei o livro e guardei o na bolsa.
- Tem muita coisa que vocĂȘ nĂŁo sabe sobre mim... ainda.
Nós nos encaramos por longos segundos, percebia meu coração disparar, como quando eu beijei o menino que gostava pela primeira vez.
Senti minhas bochechas corarem. Ai Melanie porque vocĂȘ Ă© assim tĂŁo idiota hein?
Sorri e olhei para o chão, sempre faço isso quando estou envergonhada.
Chay retirou uma mecha de cabelo de meu rosto e sorriu.
- Bem... EstĂĄ animada para a aula de hoje? - Chay tentou puxar algum assunto.
- Estou! Sempre tem que estar né? - Nós dois rimos.
- VocĂȘ nunca pensou em ser modelo Mel?
- Eu? - Perguntei. Me controlei para não sair pulando de alegria, Chay me perguntando se eu nunca pensei em ser modelo, ah era demais pro meu humilde coração adolescente.
- Sim, vocĂȘ! - Ele sorriu. - Com esta beleza latina vocĂȘ iria fazer sucesso.
- VocĂȘ sabe mesmo me fazer ficar sem graça. - Sorri. â Mas, respondendo a sua pergunta, nĂŁo nunca quis ser modelo.
- Ainda bem. - Chay suspirou aliviado. E eu o olhei sem entender.
- Ă quer dizer... Nada nĂŁo Mel. - Eu ri de sua confusĂŁo, e ele sorriu acanhado.
- EntĂŁo... mas vocĂȘ nĂŁo sentia vontade de ser outra coisa quando criança? - Chay voltou a falar.
- Ah eu queria ser dançarina. - Sorri ao lembrar-se de minha infùncia. - Quando eu tinha meus 14 anos cuidava das crianças menores no orfanato e ensinava elas a dançar, modéstia a parte, as meninas adoravam. - Chay riu.
- E vocĂȘ tinha algum outro desejo de âser quando crescerâ? - Eu perguntei desta vez.
- Sempre quis ser médico, mas eu adorava ir na mecùnica do meu pai, levava todos os meus carrinhos e brincava por lå. à tempo bom, como sinto saudades.
- Era tão bom ser criança, ter medo de escuro e dos monstros do armårio. - Chay riu. - Viver sem preocupação alguma. - Suspirei. - Mas temos que crescer, infelizmente. Sorri por fim.
O sinal tocou...
- Ă chegou a hora. - Chay se levanta.
- Gente grande tem que estudar! - Eu sorri e nós dois seguimos até nossa sala de aula.