tag!

seen from United States
seen from Türkiye
seen from China
seen from Vietnam

seen from United States

seen from Taiwan
seen from United States
seen from China
seen from Türkiye

seen from Germany
seen from Germany

seen from Finland
seen from United States
seen from United States

seen from China
seen from China
seen from Taiwan
seen from Netherlands

seen from Taiwan
seen from Malaysia
tag!

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
2014 · Want to make you feel beautiful {Morvye}
O tintilar do gelo no fundo do copo de licor fez com que parte do líquido transbordasse. Com velocidade, o barman limpou o balcão antes que Aspen pegasse o seu terceiro copo da noite, em uma parte da festa onde ninguém a encontraria. A ruiva sempre fora das mais fracas quando se falava de álcool, então não costumava beber em eventos como aquele, onde precisava continuar sã na frente da família de sua melhor amiga, da sua própria família e das faces mais importantes da cidade. Entretanto, já tinha feito suas vezes com todos, e isso era justamente o que tinha ocasionado sua visita ao pequeno bar montado beirando a piscina da mansão dos Lowe.
Depois de tantas pessoas lhe procurando na festa, Miles tinha se irritado – bem como usualmente – e ido para onde ele queria ter estado desde o início: a boate Marquee. Para o rapaz, a noite tinha sido horrível em todos os momentos da mesma, então para que continuaria ali se sabia que Aspen o perdoaria, afinal de contas? Agora, enquanto ela afundava sua mágoa naquele líquido consistente, ele estava se divertindo com pessoas que realmente faziam-no feliz, diferentemente dela. Esses momentos faziam a garota ponderar sobre o motivo de estarem juntos, o motivo de manterem aquela relação doentia de onde ela sempre saía despedaçada. A questão é que não importava o quanto ele a machucasse, ela voltava, perdoava, como quem pede que ele continue pisando, mas pisando com carinho, naquele coração que sempre foi todo dele.
Uma lágrima solitária pousou sobre o líquido rosado, misturando-se com o mesmo. A ruiva passou o dedo trêmulo na face maquiada, tomando cuidado para que não borrasse nada que fora detalhadamente pintado para deixá-la mais bonita do que estava se sentindo agora. Mal tinha terminado aquele copo e já pedia o quarto, imaginando qual sabor gostaria de provar. Os anteriores tinham sido chocolate, amarula e morango. Olhava as demais garrafas que estavam expostas na prateleira quando ouviu uma voz próxima de si, na cadeira ao lado, que claramente fazia referência à ela. “Bebida para menor?” O rapaz dizia, atraindo o olhar tristonho de Aspen -- Eu tenho dezessete anos, OK? -- Ela respondeu, levemente arredia. Quando estava sob efeito alcoólico, falava tudo o que pensava, fosse aquilo triste, feliz ou aleatório, completamente diferente de quando estava sóbria. Faye voltou os olhos para o barman, -- Menta, por favor! -- disse.
2014 · Compromise moves us along {Thaye}
21:30. A imagem que via no espelho agradava Aspen, incapaz de encontrar qualquer defeito em sua produção para o Reveillon. Seu cabelo longo tinha sido posicionado do lado direito de sua cabeça, preso delicadamente e com cachos perfeitos em toda a parte solta. Sua maquiagem era rosa, marrom e dourada, destacando os olhos cristalinos. Seu vestido curto estava elegante, era branco e ia até a altura dos joelhos, o modelo deixava suas costas nuas e as mangas (que partiam de um decote em “V”) terminavam em duas espécies de broches dourados que se uniam nas costas. A ruiva segurava uma carteira no tom brilhoso dos broches e calçava saltos também dourados, estrategicamente não muito altos. Colocara brincos longos e estava pronta, apenas esperando Miles chegar. Por mais que negasse, sabia que toda a vaidade daquele momento era mais para o próprio namorado, que já tinha lhe visto nos piores estados, do que para si mesma.
Na noite anterior, o casal teve uma discussão sobre o que fariam naquela noite, pois Aspen sempre precisava ir até a casa dos Lowe e deixava o Thatcher sem escolha. É certo que para Miles aquele não era o melhor programa, mas a garota sempre concordou em acompanhá-lo depois de fazer suas vezes na casa da melhor amiga em qualquer lugar que o namorado quisesse ir antes ou depois da meia-noite. O interesse atual do rapaz era uma nova boate na cidade de Victoria. A chamada Marquee estava concorrendo como uma das melhores festas que aconteceria na véspera do primeiro dia de 2014 e sua inauguração (naquela noite) estava atraindo muitos jovens por toda a extensão da Colúmbia Britânica. Além dessas duas festas, haveria uma comemoração na praia Ella, que contava com outros vários artistas e uma queima de fogos clichê, mas surpreendente. Certamente, apenas ficariam sem opções para começar bem o ano os que não queriam.
Pouco precisou esperar até que ouvisse a campainha tocando, fazendo com que seu coração acelerasse. Não importava quanto tempo se passasse naquele relacionamento, Aspen continuava sentindo-se da mesma forma em relação a ele. A garota foi ágil para descer as escadas, gritando para a tia que já estava saindo e que se encontrava com a mais velha na festa. Já na frente da porta, ela passou as mãos no vestido antes de abrir a passagem, encontrando um Miles ainda mais bonito que o usual. Ela o olhou dos pés à cabeça, pousando a vista nos olhos castanhos amendoados do rapaz. — Obrigada por me acompanhar de novo — Ela disse sorrindo e estendendo sua mão até ele de forma receosa, esperando que ele a envolvesse em suas palmas. Por mais que aquilo quase nunca acontecesse, a esperança da garota nunca acabava.
UVic welcomes you home {LaFaye}
Pela janela de seu quarto, Aspen podia ver que o dia estava ensolarado. Não o suficiente para que o calor tomasse conta da cidade, mas certamente servia para amedrontar a névoa que os envolvia diariamente naquele inverno que parecia infinito. A garota tinha uma entrevista marcada na University of Victoria, popularmente conhecida como UVic, onde estudaria depois de terminar seu ano sênior. Finalmente tinha decidido que curso seguir, e este é bioquímica: a área que projeta, desenvolve, gerencia e controla os processos biológicos. É literalmente a união de suas matérias favoritas e, após fazer uma visita às áreas da faculdades que envolviam o curso, encontrou a certeza em sua escolha. Precisava agora garantir sua vaga ao conversar com o reitor responsável pelo curso e entregá-lo os boletins de seus últimos quatro anos, felizmente com notas altíssimas.
Uma pasta amarela tinha sido separada na noite anterior com todos os boletins e certificados de prêmios nos últimos três anos de escola que Aspen tivera, conquistados com muita perseverança e orgulho. Era essa pasta que a ruiva carregava debaixo do braço enquanto encaminhava-se ao próprio carro, pois o campus universitário era longe demais para que caminhasse até o mesmo. Estava mais de trinta minutos adiantada para a entrevista, mas sabia que imprevistos podiam acontecer e que era muito mais seguro chegar mais cedo ao lugar marcado. Com essa ideia em mente, Aspen chegou aos portões cor de chumbo da instituição de ensino que mais parecia um mundo inteiro, ideal e completamente novo. Aquela não era – de fato – a primeira vez que Faye via o campus, mas não podia evitar o encantamento que sentia naquele lugar. Dirigindo devagar, a garota resolveu explorar a universidade antes de direcionar seu rumo à área de ciências exatas (onde seria sua entrevista) passando pelas partes mais sociais do local como alguns parques e quadras. Estacionando, a garota deixou o conforto de seu carro caminhando em direção ao campo de futebol americano, de onde podia ouvir alguns gritos aleatórios das torcidas.
Por mais que a possibilidade fosse remota, Aspen cogitava se Miles estava assistindo ao jogo ao lado daquelas pessoas na arquibancada, que pareciam se divertir com os dois times (formados dentro da casa) correndo de um lado para o outro. Haviam panelinhas de alunos, líderes de torcida, jogadores reservas e alunos salpicados pelos andares de concreto que tinham sido construídos ali, que distraiam os olhos de Aspen da bola em busca do namorado. O sol era forte em seus olhos e ela não viu e quase não notou quando a bola lhe atingiu em um baque, derrubando a garota no chão e fazendo-a bater a cabeça no banco. Não tinha ficado desacordada ainda, apesar de sentir tudo girar em sua volta e de perceber que sua vista estava mais turva que nunca. A multidão se aproximava e os sussurros e gritos não paravam em sua volta, fazendo com que a cabeça doesse um pouco mais do que antes. -- Vocês podem, por favor, me dar licença? -- Ela disse baixo, tentando fazer com que sua voz fosse escutada ali, mas ninguém parecia lhe dar ouvidos no meio da confusão que se formava. Cedendo, Faye baixou a cabeça, enxugando os cantos dos olhos levemente umedecidos.
Não sabia quanto tempo tinha se passado desde que adormecera (o que parecia infinitamente mais fácil na situação primordial), mas tinha esperança de que não fora muito. Ainda não podia identificar se houvera alguma mudança de cenário enquanto despertava, mas sabia que a cabeça ainda doía e que algumas vozes continuavam falando em sua volta. Ainda incapaz de abrir os olhos ou de distinguir os timbres, um sussurro escapou dos lábios de Aspen. -- São que horas? -- Faye disse baixo, mas dessa vez o tom foi suficiente para fazer com que as pessoas se calassem. Um suspiro genuinamente aliviado também foi liberado por Faye, que tentou se levantar, mas logo foi impedida.
Inside those frozen walls {Aspen/Emily/Farrah}
Podia ver e sentir os raios de sol que atravessavam a imensa janela da academia em que estava, acariciando sua pele pálida e aquecendo-a com vigor diante do frio que envolvia a cidade de Victoria como uma redoma. Aspen estava finalizando sua sequência na academia sobre a esteira, acompanhada de Emily que corria ao seu lado. Toda a atividade física aquecia seu corpo internamente e fazia com que a garota se distraísse da temperatura real que pairava nos ares, apenas esperando o momento em que a máquina desligaria e ela poderia, finalmente, ir para sua casa e começar os preparativos para a ceia de Natal ao lado de sua tia-mãe, Dawn.
A véspera natalina agradava Aspen, que apesar de não ter uma grande família para reunir, sempre tinha bons momentos de retrospectiva com a tia e – às vezes – com o namorado momentâneo dela. A revisão dos momentos vividos naquele ano acontecia no Natal porque o Reveillon era passado separadamente, quando a mais nova ia a alguma festa eventual e sua responsável buscava um programa com os amigos. O costume de passar a virada do ano juntas perdeu-se no tempo alguns anos depois que os pais de Dawn faleceram no incêndio, quando Aspen já tinha idade para se virar sozinha em uma festa apenas ao lado de seus amigos. Claramente, ela sempre teve liberdade, mas o juízo que lhe acompanhava sempre lhe guiou para o caminho certo, nunca lhe deixando envolver-se com nada errado para ela (com exceção de Miles). A árvore já estava montada e sua casa devidamente enfeitada, então o restante do dia seria dedicado à organização da ceia e confecção de cestas como lembranças, que seriam entregues de casa em casa no final da tarde.
Terminados os últimos dez minutos de corrida, Aspen foi ao banheiro, pedindo licença enquanto Emily ainda terminava o seu próprio tempo. A ruiva lavou o rosto e penteou seus cabelos, desfazendo o rabo-de-cavalo e deixando-o solto ainda que não tivesse tirado sua roupa de academia; um conjunto de uma calça e um tipo de casaco feitos de algodão e poliéster coloridos com um azul claro, a parte superior aberta, deixando à vista a uma blusa preta e curta, combinando com o “oo\la\la” escrito também em preto na lateral da calça e nas costas do casaco. Logo, a loira terminou o seu exercício e entrou no banheiro, então Aspen sentou-se e esperou que Saunders se aprontasse para irem embora.
-- Você vai a alguma festa no Reveillon, Em? -- A ruiva perguntou enquanto as garotas caminhavam em direção ao elevador da academia, não demorando muito para estarem entre as paredes metálicas do mesmo depois de chamarem-no. Havia uma garota levemente familiar ali, muito bonita, mas que não tinha a aparência mais simpática de todas para Aspen. Ela era morena – diferentemente das outras duas – e tinha olhos azuis muito vivos. Um olhar longo e desconfiado foi trocado entre as duas antes que a porta do elevador fechasse, precedendo o momento em que Faye voltou os olhos para Emily, com um esboço de sorriso nos lábios antes de sentir uma parada repentina, seguida de uma queda de energia. A vista panorâmica deixava que as garotas vissem a chuva forte que tinha começado recentemente, causa provável para o problema com o elevador.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Wearing something like a crown {Hawye}
A temperatura era baixa e a proximidade do oceano tornava a sensação térmica ainda menor. Os termômetros marcavam 3°C, a população sentia como se estivesse em uma nevasca, Aspen estava em fogo. O mais novo namorado de Dawn – a tia com quem vive desde a morte de seus avós – havia convidado as duas para passar o fim de semana na casa de seus pais em Nanaimo. O rapaz não agradava Aspen, mas a obrigação de ser simpática com pessoas que podiam agregá-la como parte da família não lhe permitiu recusar o convite, bem como a vontade de sua responsável. O casal estava na cidade vizinha desde a noite passada, mas a ruiva optara por dirigir sozinha para não cancelar seus compromissos da noite de sexta-feira.
Com certeza Nanaimo não é o primeiro lugar no qual Aspen pensaria em ir para o fim de semana, principalmente quando estaria mais próxima de Roger do que nunca. Ela desejava que os outros Sachs fossem mais divertidos do que o único que conhecia, mas duvidava disso; seu pessimismo não permitia que tal pensamento fosse aceito. Até porque apenas maus acontecimentos tinham enfeitado seus últimos dias. Tinha recebido um B- em sua matéria favorita, química, por causa de um trabalho em grupo onde o único erro foi a escolha do grupo, não conseguia falar com o namorado por dez minutos sem gerar a faísca de uma briga, estava sendo obrigada a visitar os pais de um rapaz que nenhuma falta lhe faz. Estava quase irada e esperava que nada mais acontecesse para piorar seu humor. Na metade do caminho, o celular começou a vibrar na bolsa que estava no banco do passageiro daquele New Beetle branco. Já era a terceira vez que Dawn ligava no trajeto da garota que, impacientemente, atendeu o telefone, com um dos piores sinais que já tinha visto e perdendo completamente o foco da estrada ao tentar decifrar o que a tia dizia entre falhas de sinal. Repentinamente, sentiu o carro passar por cima de um corpo alto e rígido, quase ao mesmo tempo em que perdia o sinal de seu celular completamente.
No acostamento, Aspen desceu do automóvel. Pela primeira vez, as roupas que vestia não lhe pareciam suficientes. Era uma calça branca e levemente cintilante, acompanhada de um moletom rosa claro com palavras brancas e de um par de botinhas marrons da marca UGG. O cabelo longo protegia seu pescoço do frio e a maquiagem discreta era capaz de enganar qualquer um que não imaginasse que seus lábios estavam levemente roxos de frio. Esfregando as próprias mãos, a garota olhou o pneu dianteiro, levemente murcho, perdendo o ar tão rápido que podia ver a fumaça que se dissipava no ar através da borracha furada. — Que droga! — Ela exclamou, ouvindo sua própria voz ecoar na estrada e observando o ar que deixava seus pulmões. O celular de Faye estava sem sequer um traço de sinal e a única coisa que sabia era que havia um pneu reserva no porta-malas do carro. A ruiva tratou de pegá-lo, mas não fazia a menor ideia de como trocá-lo. O frio sequer lhe deixava pensar, praticamente congelando seu cérebro e deixando-a sem nada mais útil para fazer do que ligar o pisca-alerta e se queixar para as árvores, que pareciam ser o que havia de mais vivo nas proximidades dali.
Escorada no capô do carro, Aspen notou que estava errada sobre as plantas serem maior fonte de vivacidade das redondezas. Elas expeliram um som que não podia ser provocado pelas mesmas repentinamente, e infelizmente, não havia nenhum vento para ela culpar. Queria dirigir para longe, mas o maldito pneu estava completamente seco agora. Ela levantou-se e ficou frente a frente com as plantas, ouvindo atentamente o que parecia se aproximar cada vez mais. Não tinha medo quando tanta adrenalina percorria seu sangue, esperando a criatura com os punhos fechados fortemente. Logo, o último galho foi afastado e um grito involuntário escapou de Aspen com toda a força que ela tinha, dando alguns passos para trás e ofegando ao tentar abrir a porta do carro com as mãos levemente trêmulas.
Talvez fosse morrer naquele momento e jamais precisasse conhecer a família de Roger, por mais que a ideia parecesse mais agradável agora. Talvez pudesse sobreviver se conseguisse abrir a porta do carro e atropelar o monstro, mas as chances eram mínimas. Talvez olhar o monstro com os olhos mais penosos que ela algum dia já teve fossem fazê-lo ter pena, um talvez próximo de um sim, se aquilo tivesse coração. Então, ela jogou os cabelos para um lado e olhou-o, prestes a derramar uma lágrima antes de notar a semelhança daquele rosto. Um rapaz jovem, alto, extremamente bonito, dono de cachos castanhos e de belíssimos olhos azuis que tornavam-se mais um charme como os dentes alinhados e o maxilar definido. — Zane? — Aspen recompôs-se — Como você chegou até o meio da estrada sem um carro ou coisa do tipo? E o que você está fazendo no meio da estrada? Aliás, no meio da floresta?! — a garota perguntava sem dar qualquer chance dele falar algo — Você deveria saber que eu podia ter te atropelado se estivesse dentro desse carro! — concluiu, cruzando os braços. O frio tinha desaparecido novamente, enquanto ela buscava uma resposta plausível para suas perguntas na sua própria mente.
Zane Hawke conhecia Aspen Faye tão bem quanto ela o conhecia, o que não é muito. Eram, respectivamente, o braço direito e a namorada de Miles Thatcher, então já tinham sido apresentados de forma mais formal, se visto em festas e – principalmente – escutado Miles falar algo sobre o outro. Aspen não tinha nada contra Zane e também nunca o conheceu o suficiente para tal, mas sentia algo por ele tão estranho que jamais seria capaz de explicar. Era uma repulsão, como se eles jamais pudessem ser próximos, como se estivessem afastados até pelos seus sangues. A ruiva olhou-o de baixo a cima, tentando desvendar o que ele pensava com uma expressão de muita irritação, numa birra aparentemente infinita. Mais uma vez, ela respirou fundo, olhando diretamente para os olhos claros do rapaz. — Será que você pode me responder? — As palavras eram calmas e pausadas, num tom quase irônico que não lhe pertencia e que ela mal podia explicar.
.