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Comprei um celular novo e não consigo passar essa conta para ele. Alguém poderia me ajudar, por favor
Me identifiquei đ€Ł
Sun, o tanto que eu amo sua escrita nĂŁo tĂĄ no papeeeel (Juro)
EntĂŁo assim, sei que o tema jĂĄ tĂĄ batido, porĂ©m sigo aguada num hyuck bem dengoso e deixando a op se esbaldar naquelas coxas lindas dele, com direito a sussurros dele no ouvido dizendo o quanto ele precisa de vocĂȘ đđđ
que quer me guardar num pen drive...
đ§žàŸàœČ sinopse â Haechan tinha o mesmo efeito da energia extra que o cafĂ© te dava todos os dias.
Lee Haechan Ă Fem!Reader | br!au
â°ââ€avisos â de novo um smutzinho fraquinho, masturbação feminina e masculina đ€ E acho que Ă© sĂł isso!!
w.c â 1k
â.ánotas â aiii anonnn đ isso me deixa tĂŁo felizinha, sĂ©rio đ QUALQUER COISA SOBRE O HAECHAN NUNCA VAI SER ASSUNTO BATIDO PRA MIM đ eu queria ser uma pessoa melhor e escrever os pedidos na ORDEM, mas eu vi o seu pedido e nĂŁo me aguenteiâŒïž apareceu um cenĂĄrio imediatamente na minha cabeça KKKK
â Seu chuveiro nĂŁo tĂĄ esquentando muito, 'cĂȘ sabe, nĂ©? â VocĂȘ questionou Haechan enquanto secava o cabelo com a toalha emprestada. Ele te olhou por cima da caneca quente, que provavelmente era de cafĂ©, considerando as cĂĄpsulas na pia. â Faz sentido, nĂ©? 'CĂȘ compra aqueles Lorenzetti baratinhos.
VocĂȘ provocou, deixando a toalha em uma das cadeiras da mesa. Haechan colocou a caneca no balcĂŁo, contornando seu corpo. As mĂŁos tocaram o tecido da prĂłpria camisa, mas desceram quando vocĂȘ ficou na pontinha dos pĂ©s. Ele envolveu sua bunda com as palmas das mĂŁos. A parte de baixo era realmente sua â nem se recordava, mas aparentemente tinha deixado algumas calcinhas reservas no guarda-roupa do namorado.
â Fiz cafĂ© pra gente â Haechan comentou enquanto arrastava a ponta do nariz pelo seu pescoço, pelo rosto. O geladinho do nariz esbelto resvalava em cada centĂmetro da pele que ele conseguia alcançar. Beijou suas duas bochechas, os cantinhos dos lĂĄbios e, finalmente, sua boca. Fez um barulhinho quando desuniu os lĂĄbios dos seus. Naquele momento, a lĂngua nĂŁo encontrou a sua. O selinho era casto, inocente, doce como a quantidade obscena de chantilly que vocĂȘ insistia em colocar no cafĂ© toda vez que ia a uma cafeteria. â Eu sei que 'cĂȘ tĂĄ cansada, mas tĂŽ com saudades de vocĂȘ.
Haechan te olhou feito um cachorrinho sem dono. Os låbios se curvaram em um biquinho de misericórdia, mas as mãos continuavam no seu corpo. Ele brincava com o elåstico da sua calcinha, arriscava puxå-lo pro lado, fazendo seu coração acelerar. Os batimentos eram acirrados, e o sorrisinho malandro começava a crescer no seu rosto.
â TĂĄ com muita saudade? Muita mesmo? â VocĂȘ questionou, fingindo inocĂȘncia, como se nĂŁo percebesse o espetĂĄculo que era ver os olhos castanhos de Haechan se perderem na pupila. Tudo era pupila, e a Ăris desaparecia numa espiral tĂŁo fininha que sĂł era possĂvel enxergar com muito esforço.
â TĂŽ indo pra academia pra me ocupar um pouquinho e parar de pensar em vocĂȘ, megera.
VocĂȘ sorriu, afastando uma das cadeiras da cozinha para colocĂĄ-lo sentado. As pernas estavam abertas, e a bermudinha cinza nĂŁo deixava muito para a imaginação. Quando sentou no colo dele, pĂŽde senti-lo firme abaixo de vocĂȘ. Sua boca quase salivava, e por isso ele deixava saliva em vocĂȘ, mordia e chupava seu pescoço devagarinho, fazendo vocĂȘ se aprumar, ajeitar a postura, movimentar o quadril com o pedido silencioso da mĂŁo dele. Uma descansava na sua cintura, a outra tocava seu rosto. Ele te beijava com carinho, devoção, te devorava aos pouquinhos, te incentivava lentamente.
Descolou os lĂĄbios quando vocĂȘ torturou o pau dolorido. Ele queria estar dentro de vocĂȘ, sentir suas paredes tornando tudo mais quentinho, te ver enlouquecer tanto quanto ele. Sorriu, jogando a cabeça para trĂĄs sem pensar, a respiração acelerada, que vocĂȘ media sĂł de sentir o abdĂŽmen dele inspirando e expirando sobre sua mĂŁo curiosa, querendo verificar se a academia estava dando resultado.
â NĂŁo me faz gozar agora, nĂŁo... â Haechan pediu, te empurrando suavemente sĂł para vocĂȘ entender que ele gostaria que vocĂȘ se levantasse. VocĂȘ ficou diante dele, se encostou na mesa e o encarou. Ele estava extremamente relaxado, as bochechas vermelhas, o cabelo brilhando sob a luz artificial. â Tira sua calcinha. Se esfrega em mim, por favor. Se esfrega bem aqui.
Ele ergueu a bermuda, te dando a visĂŁo da coxa direita bronzeada, que, honestamente, te dava vontade de mordĂȘ-lo por todo lugar. Haechan tinha gosto de mel, e vocĂȘ era uma abelhinha alucinada pelo que ele podia te proporcionar. Sem pensar nem um pouco, se livrou da calcinha, montou na coxa dele, e ele fechou os olhos sĂł de sentir sua umidade na pele. Tocava o prĂłprio membro com a mĂŁo que nĂŁo apoiava sua cintura, bombeou a si mesmo, mas parou em instantes. Sentia que poderia, sem dĂșvidas, gozar rĂĄpido sĂł com vocĂȘ ali, montada na coxa dele, esfregando a bucetinha carente na derme macia, molhando e instigando.
Haechan gemeu dengoso no seu pescoço, os olhos fechados, tentando se controlar com afinco, mas sua cinturinha continuava em ação, agora com mais agilidade. Quanto mais vocĂȘ buscava seu prĂłprio prazer, mais impossĂvel era para Haechan conter o lĂquido quente que ameaçava escapar.
â Me faz gozar... â Haechan nem sabia ao certo mais o que estava fazendo, mas vocĂȘ o escutou em alto e bom som. Sabia que ele gozaria junto com vocĂȘ assim que o fizesse, entĂŁo acelerou os movimentos do quadril. Rebolava em uma sĂł coxa, e Haechan nem reclamava do peso. Ele nem sentia. SĂł conseguia sentir o prĂłprio caralho latejante, as bolas pesadas.
Abrir os olhos foi o melhor dos mundos. Ele te viu penetrando um dedinho sĂł para estimular um pouco mais o clitĂłris. Cavalgava sem dĂł, em um meio-termo entre desespero e prazer.
Provavelmente ele gozou primeiro que vocĂȘ. Colou os lĂĄbios nos seus para impedir que o gemido fosse tĂŁo alto assim. A lĂngua morninha provocava a sua atĂ© que somente um fiozinho de saliva os separasse, ofegantes, contentes e definitivamente muito apaixonados.
VocĂȘ se sentou de novo nele, como momentos antes, abraçando-o, sentindo o sĂȘmen atravessar o tecido fino da bermuda e se misturar Ă sua lubrificação. Era gostosinho demais.
Haechan beijou sua boca, as mĂŁos passando pelas suas costas, acariciando com ternura.
â Continua me achando um franguinho depois disso?
VocĂȘ riu, brincando com as madeixas escuras dele, pensando em maneiras de respondĂȘ-lo e provocĂĄ-lo simultaneamente, porque era o seu jeitinho de amĂĄ-lo.
â Definitivamente nĂŁo â beijou-o de levinho, o cabelo molhado pingando ĂĄgua. â Mas acho que 'cĂȘ tĂĄ precisando malhar a lĂngua.
Haechan sorriu, as mĂŁos passeando por todo o seu corpo, impregnado pelo cheiro do sabonete dele e de algum creme corporal que vocĂȘ pegara emprestado sem pensar duas vezes. O Lee fingiu ponderar, medir as palavras, mas ele era sĂł um Ăłtimo ator.
â Ah, Ă©. Na sua bucetinha, nĂ©?
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NCT 127 SMTOWN 2025 Jacket Behind the Scenes

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250220 MARK Weibo Update
prettiest
vai sentar gostoso na garupa do papai đ„Ž
250217 MARK Weibo Update
Tenho pra mim que Jaehyun iria amar o som da Liniker, principalmente Baby 95
Outra que também grita Jaehyun

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AMG, preciso de uma fic do Markinhos mandrake marrentinho mas Ă© pau mandado da namorada đ§đœââïžđ§đœââïžđ§đœââïžđ§đœââïž
đŻđsinopse: Mark se fazia de durĂŁo quando vocĂȘ nĂŁo estava por perto, mas se transformava completamente no seu cachorrinho sempre que seu nome era mencionado.
Mark Lee Ă Fem!Reader | br!au
đč.áavisos: smutzinho bem fraquinho, masturbação feminina e acho que Ă© isso (??)
w.c: 1.3k
ânotas: anonnn, provavelmente eu nĂŁo atendi ao seu pedido da melhor forma KKKKKK Mas foi bem difĂcil escrever essa, como eu jĂĄ comentei aqui antes: Ă© muito difĂcil escrever putaria, entĂŁo escrevi minha safadeza romĂąntica, espero que vocĂȘ curta!! đ€
â Os meninos querem pegar uma prainha neste fim de semana â Mark comentou enquanto guardava os copos lavados dos refrigerantes que tomaram junto com a pizza horas atrĂĄs. Honestamente? Era sexta-feira, e vocĂȘ estava exausta. Nem percebeu que, apĂłs o lanchinho, dormiu com a cabeça encostada nele. A proximidade fazia seu corpo transpirar, mas nĂŁo importava. VocĂȘ amava quando ele fazia aquele carinho no seu braço enquanto parecia distraĂdo com o filme na TV. Mas, na real? Ele fingia distração, porque te olhava a cada cinco minutos, pensando em perguntar se vocĂȘ nĂŁo queria dormir na cama dele. Mas ele sabia que era arriscado. VocĂȘ poderia fugir sĂł com a sugestĂŁo, com medo de aceitar, dormir atĂ© o dia seguinte e seus pais pirarem com vocĂȘ.
VocĂȘ puxou para trĂĄs a aba reta do bonĂ© dele. NĂŁo precisava daquilo dentro de casa, mas ele era vaidoso, gostava de ostentar as correntinhas para vocĂȘ e exibir sua coleção de bonĂ©s, mesmo que vocĂȘ sempre os tirasse quando o via. Dessa vez, fez diferente.
â E o que vocĂȘ disse? â questionou, sentindo-o te envolver nos braços de um jeito delicioso demais. Sentia que podia facilmente derreter ali, feito gelatina. Mark beijou seu pescoço, mesmo que vocĂȘ suasse um pouquinho na regiĂŁo por causa da cabeleira solta, os fios indomĂĄveis, ainda mais depois do cochilo no sofĂĄ. Mas ele nem se importava. Para Mark, vocĂȘ tinha gostinho de bala, daquela de iogurte que derrete na boca. E ele amava te ter na boca.
â Disse que ia ver com a minha rainha â confessou, te apertando nos braços. VocĂȘ fingiu uma careta, envolvendo o pescoço dele com os braços e beijando-o devagar, a princĂpio, somente um beijinho suave.
â VocĂȘ Ă© muito brega, sabia? â questionou, sincera. Mark sorriu, tirou a mĂŁo de vocĂȘ sĂł para remover o bonĂ© e deixĂĄ-lo na primeira superfĂcie que encontrou. SĂł tinha olhos e pensamentos para vocĂȘ.
â E vocĂȘ ama, nĂ©? â Mark provocou, bem pertinho de vocĂȘ, a boca a centĂmetros da sua, o corpo prĂłximo te prendendo entre ele e o balcĂŁo da cozinha da casa da tia dele. Ela tinha viajado alguns dias antes e deixado o lar sĂł para ele. VocĂȘ mentiu para os seus pais, dizendo que visitaria sua amiga, mas ali estava, arrumada dos pĂ©s Ă cabeça: rasteirinha, vestido curto e preto, sem detalhes muito provocantes, mas sĂł a alcinha fina fazia Mark ver estrelas toda vez que percebia. Queria prender seu cabelo com o punho, empurrar o quadril contra o seu devagar, te ter no seu estado febril, te ver sucumbir para ele gradativamente.
Mas vocĂȘ nĂŁo era qualquer uma. Mark nunca enxergou nenhuma mulher dessa forma. Mas vocĂȘ⊠Era como se suas almas fossem intrĂnsecas, mesmo sem nunca terem pertencido uma Ă outra. Ele nĂŁo queria forçar nada com vocĂȘ naquela noite. SĂł faria se vocĂȘ permitisse. E mal sabia ele que vocĂȘ chegou ali com uma Ășnica intenção.
O beijo casto, quase juvenil, avançou para algo lento, voraz, molhado demais. As lĂnguas se encontravam, exploravam, se conheciam. VocĂȘ se esfregou contra ele sem nem perceber, a respiração descompassada. Mark quase se abaixava, tentando alinhar os corpos, esfregando sem querer o prĂłprio joelho entre as suas pernas. Por um momento, pensou em te colocar em cima do balcĂŁo, mas provavelmente vocĂȘ bateria a cabeça no armĂĄrio de cima. Ele preferia nĂŁo te deixar sem cabeça. Literalmente.
O pensamento o fez rir contra a sua boca, e vocĂȘ o contemplou, sĂ©ria, sem entender a risada repentina.
â Que foi? â questionou, o rosto quente, vermelho, pondo a lĂngua no cĂ©u da boca quando ele impulsionou o joelho um pouquinho para cima. Aquilo fez algo com o seu centro, uma provocação pura. Sentia que desmaiaria de tesĂŁo a qualquer instante, se isso fosse possĂvel.
â TĂĄ agindo como se quisesse me dar. Ă isso mesmo? â Ele perguntou, cessando o movimento de repente. VocĂȘ voltou a raciocinar, mesmo que, dois segundos antes, estivesse se esfregando contra ele como uma adolescente descobrindo a puberdade. O vocabulĂĄrio chulo te fez desviar o olhar e dar um sorrisinho. Ele sabia que vocĂȘ ficava gamadinha quando ele era safado contigo.
â Espero que sua roupa de cama nĂŁo seja do Homem-Aranha â admitiu.
Mark te beijou e te conduziu meio cegamente, num mar de beijos e mĂŁos entrelaçadas, atĂ© o quarto dele. A luz da lua entrava pelas janelas, deixando-o ainda mais bonito e reluzente. Mark te empurrou gentilmente para a cama com uma sĂł mĂŁo, e vocĂȘ caiu feito pluma, olhando-o como se ele fosse sua Ășnica salvação, como se fosse um lago de ĂĄgua doce no meio de um deserto extenso. Ou talvez fosse sĂł porque vocĂȘ queria desesperadamente que ele te comesse. Lentamente. Do jeitinho que os beijos de vocĂȘs fluĂam: delicados.
â Nenhum Homem-Aranha, viu? NĂŁo sou narcisista assim â brincou.
VocĂȘ riu, o nervosismo se esvaindo enquanto ele se curvava sobre vocĂȘ, beijando sua pele, afastando a alcinha do vestido preto e deslizando os lĂĄbios pela regiĂŁo escondida. Doce feito balinha. Suas pernas jĂĄ estavam separadas, abrigando o corpo masculino entre elas. Foi o suficiente para que ele passasse a mĂŁo cuidadosamente pelo interior da sua coxa, subindo em ĂȘxtase enquanto seus lĂĄbios encontravam sua pele, seu rosto, sua bochecha, o lĂłbulo da sua orelha, que ele mordeu de leve. VocĂȘ se arrepiou, afastando o cabelo, com medo de estragar tudo ao fazĂȘ-lo engolir algum fio. Provavelmente, deixou aquilo escapar em voz alta, porque Mark sorriu para vocĂȘ.
â TĂĄ tudo bem. Quero te engolir mesmo â murmurou.
Ele desviou a atenção do seu torso, ficando de joelhos para segurar sua calcinha pelo cĂłs e arrastĂĄ-la para fora do seu corpo. VocĂȘ prendeu a respiração, e ele percebeu imediatamente, acariciando sua barriga por cima do tecido fininho do vestido preto e beijando sua boca.
â Relaxa, tĂĄ? Enxerga isso como uma sessĂŁo no ginecologista.
â Mark, eu definitivamente nĂŁo sinto tesĂŁo pela minha ginecologista â vocĂȘ riu, surpresa com o choque tĂ©rmico entre a mĂŁo dele e sua vulva. Sem perceber, abriu um pouco mais as pernas, permitindo que ele adentrasse um dedo com facilidade, sĂł com sua lubrificação natural. Mas vocĂȘ jĂĄ sentia que era demais.
â TĂŽ tentando te deixar menos tensa. NĂŁo vai rolar se essa bucetinha nĂŁo estiver bem aberta pra me receber, amor.
Morreria sem admitir que adorava o palavreado. Dois dedos entraram fĂĄcil, e vocĂȘ emitiu um barulhinho gostoso que fez Mark sorrir, beijando seu pescoço, a pintinha solitĂĄria que residia ali, um dos pontos preferidos dele.
Sentiu quando ergueu o quadril, indo de encontro Ă palma dele, rebolando, tentando de alguma forma se livrar do nozinho que se formava no seu ventre. Seus olhos nem estavam mais abertos. Mark se empenhava, afastando o mĂĄximo que podia seu joelho, te acertando tĂŁo bem que te deixava meio desesperada, o interior pulsando, engolindo-o, embora ele dissesse que seria o contrĂĄrio.
Mesmo com apenas os dedos, ele te possuĂa fundo, te fazendo sair da Ăłrbita, os olhos revirando a cada investida. SaĂa com os dedos lambuzados de vocĂȘ e voltava, inserindo, esticando, te fazendo dele sĂł com a mĂŁo. Provavelmente, vocĂȘ arrancaria os lençóis quando o caralho duro estivesse ali, cumprindo ainda melhor a tarefa dos dedos longos.
Mark beijou sua boca, permitiu que vocĂȘ mordesse o lĂĄbio inferior dele quando suas pernas cessaram a tremedeira. Ele parou o movimento devagar, te acostumando a retornar para a estaca zero, sem o esfrega-esfrega dos dedos no seu clitĂłris inchado. Mas ele queria te chupar. Precisava tirar a dĂșvida que inundava seu cĂ©rebro: vocĂȘ era mesmo doce feito a balinha rosa?
â Acho que pegar a prainha seria ideal â vocĂȘ sussurrou, segurando o rosto dele, as palmas em cada bochecha afogueada. Mark deixou um selinho meigo na sua boca, te observando com as orbes dos olhos dilatadas, feito duas frutinhas exĂłticas.
â Se vocĂȘ diz, rainha.
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Jaehyun â ăJ - The 1st Albumă #Scene 01
EXTRAL, out this Friday | JENNIE & Doechii
O clima estĂĄ pesadĂssimo aqui na empresa đ«„

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Me sinto tĂŁo impotente. NĂŁo devia estar fazendo isso com as pessoas que eu amo, mas eu nĂŁo consigo esquecer tudo que aconteceu. Eu amo tanto ele mas ele me faz tĂŁo mal, mesmo sendo quem me deu a vida. Sinto que tudo Ă© culpa minha.