。𖦹°‧ᢉ𐭩 Little Bar Girl | one shot l.s
Hazza estava tendo um dia horrível. O trabalho a deixou exausta, uma nota baixa em um projeto da faculdade a frustrou, e, para piorar, seu namorado lhe deu um bolo, deixando-a sozinha com seus pensamentos. Mas Hazza não era do tipo que ficava em casa chorando, remoendo o dia e se sentindo pior. Em vez disso, ela decidiu agir. Colocou seu vestidinho preto favorito, curto o suficiente para atrair olhares, e foi para um bar, determinada a encontrar um homem mais velho que a fodesse do jeito que ela gostava, com força, sem rodeios, tratando-a como a putinha que ela adorava ser. Era a melhor solução que Hazza podia imaginar para transformar seu dia em algo memorável.
Avisos de Conteúdo: Esta história contém conteúdo explícito, incluindo sexo oral e vaginal, dinâmicas de dominação/submissão, daddy kink, humilhação leve, privação de orgasmo, sexo bruto, marcação (chupões), exibicionismo, diferença de idade, sexo em local semipúblico, fluidos corporais e leve dor. Leia por sua conta e risco!
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O bar estava lotado, o ar denso com o burburinho de risadas, tilintar de copos e o som abafado de uma música que saía de uma jukebox encostada na parede. Era por volta de uma da manhã quando Hazza passou pelas grandes portas de madeira do local, o rangido delas se misturando ao caos sonoro. Ela usava um vestidinho tomara que caia preto, justo o suficiente para destacar suas curvas. Nos pés, suas fiéis mary janes, que já haviam pisado em muitos bares e muitas noites incertas. Seu cabelo solto balançava levemente enquanto ela atravessava o salão, desviando de corpos suados e olhares curiosos.
Hazza se direcionou ao balcão com passos decididos, já sabendo o que queria: uma bebida forte o suficiente para soltar as amarras da sua timidez e dar coragem para conversar com alguém. Porque, apesar de carregar uma aura de quem sabe o que quer, e, às vezes, de quem já teve o que quis, Hazza era um paradoxo ambulante. Por fora, uma verdadeira putinha, como ela mesma se descrevia com um sorrisinho malicioso; por dentro, uma garota que sentia as bochechas queimarem só de pensar em puxar conversa com um estranho. Beber, então, era o empurrãozinho que ela precisava para deixar a vergonha no fundo do copo.
— Vou querer uma bebida, por favor — pediu baixinho, quase num sussurro, enquanto se acomodava no banco alto do balcão, cruzando as pernas com cuidado para não deixar o vestido subir demais. Só então levantou o olhar, e foi aí que o mundo pareceu desacelerar. O barman era um homem mais velho, talvez na casa dos quarenta, com a pele bronzeada contrastando com um par de olhos azuis que pareciam enxergar através dela. Ele tinha uma barba rala, bem aparada, os braços cheios de tatuagens que escapava pela manga da camisa preta, enrolada até os antebraços. Hazza engoliu em seco. Se tivesse olhado para ele antes de falar, com certeza as palavras teriam travado na garganta, emboladas como um novelo de lã.
Ele ergueu uma sobrancelha, um meio sorriso surgindo nos lábios enquanto pegava uma garrafa de uísque sem nem perguntar se era isso que ela queria. Como se soubesse. Como se já tivesse lidado com garotas como Hazza antes.
— Gelo ou puro? — A voz dele era grave, com um toque rouco que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem.
— Puro — respondeu ela, tentando soar mais firme do que se sentia. Ele assentiu, sem desviar o olhar, e deslizou o copo na direção dela com uma precisão que denunciava anos atrás daquele balcão.
Hazza segurou o copo, os dedos brincando com o vidro frio enquanto tentava organizar os pensamentos. O barman voltou a limpar o balcão, mas ela podia jurar que ele a observava pelo canto do olho. O ambiente ao redor parecia pulsar, como se o bar inteiro soubesse que algo estava prestes a acontecer. Ela tomou um gole generoso da bebida, sentindo o calor descer pela garganta e se espalhar pelo peito. Era exatamente o que precisava para se lembrar de quem era, ou de quem queria ser naquela noite.
— Noite longa? — perguntou ele, casualmente, enquanto polia um copo que já parecia limpo demais. Hazza hesitou, surpresa com a iniciativa. Normalmente, era ela quem precisava dar o primeiro passo, mesmo que tremendo por dentro.
— Ainda não sei — respondeu, inclinando a cabeça com um sorriso tímido, mas com um brilho nos olhos que dizia mais do que as palavras. — E a sua?
Ele riu baixo, um som que parecia vibrar no ar entre eles, e se apoiou no balcão, chegando um pouco mais perto. Perto o suficiente para Hazza sentir o leve cheiro de colônia misturado com o aroma de uísque e madeira polida.
— Depende de como essa conversa vai terminar — disse ele, os olhos azuis cravados nos dela, como se estivesse desafiando-a a decidir o próximo passo.
Hazza sentiu o coração acelerar, mas dessa vez não era só timidez. Era o tipo de faísca que fazia suas noites valerem a pena. Ela tomou outro gole, deixou o copo no balcão e se inclinou ligeiramente para frente, diminuindo a distância entre eles. A noite, que até então era só mais uma, de repente parecia cheia de possibilidades.
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A conversa fluiu como a bebida no copo de Hazza, cada gole a deixando mais solta, mais atrevida, enquanto o bar ao redor parecia desvanecer num borrão de vozes e luzes amareladas. O barman, que agora se apresentava como Louis, mantinha aquele meio sorriso que parecia saber demais, como se já tivesse jogado esse jogo antes, e vencido. Ele se movia com uma calma deliberada, limpando o balcão, servindo os últimos clientes, mas sempre voltando os olhos azuis para Hazza, que sentia o peso daquele olhar como se fosse um toque.
— E você, Louis? — perguntou ela, a voz arrastada pela bebida, inclinando-se para frente até que seus seios quase tocassem o balcão. — Nunca ficou com alguém que entrou por essas portas? Ou só fica olhando… como tá fazendo agora?
Ele riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Seus olhos não disfarçavam mais, cravados no decote, onde o vestido mal segurava o volume dos peitos.
— Olhando? — Ele se inclinou mais, a voz baixando a um tom quase íntimo. — Tô imaginando como seria tirar esse vestido de você bem aqui, com o bar vazio.
Hazza engoliu em seco, o calor da bebida agora misturado com o fogo que subia pelo seu corpo. Ela sentiu a bucetinha molhar e mordeu o lábio, os olhos travados nos dele, e respondeu, quase num sussurro:
— E o que te impede?
A tensão entre eles era palpável, como uma corda esticada prestes a romper. O bar foi esvaziando, os últimos clientes tropeçando para fora, o relógio marcando quase três da manhã. A música parou, as luzes ficaram mais fracas, e só restavam Hazza, Louis e o eco do que estava por vir. Ela estava no quarto copo, a cabeça leve, o corpo solto, as pernas cruzadas balançando no banco. Louis varria o chão, mas seus olhos voltavam para ela a cada poucos segundos, como se estivesse marcando território.
— Tá ficando tarde, Hazza — disse ele, apoiando a vassoura contra o balcão. A voz era um convite disfarçado, os olhos ainda devorando o decote, agora sem nenhuma tentativa de disfarce. — O bar tá fechando.
Ela girou o copo vazio entre os dedos, o coração disparado, a timidez completamente afogada no uísque.
— E se eu não quiser ir embora? — retrucou, descendo do banco com um movimento lento, o vestido subindo o suficiente para mostrar mais coxa do que deveria. Ela se aproximou do balcão, os seios quase roçando a madeira, e olhou para ele com um desafio nos olhos. — O que você faz com quem fica?
Louis largou a vassoura, deu a volta no balcão e parou a poucos centímetros dela. Ele era mais alto, mais imponente de perto, o cheiro de colônia misturado com uísque e suor a envolvendo.
— Fica que assim você descobre — disse ele, a voz rouca, quase um comando. — Meu turno acaba quando eu trancar essa porta. E eu quero você aqui quando isso acontecer.
Hazza sentiu um arrepio descer pela espinha, o corpo inteiro respondendo ao tom dele. Os outros funcionários já tinham ido embora, o bar estava silencioso, exceto pelo som da respiração dos dois. Ela sorriu, um sorriso bêbado e provocador, e se recostou no balcão, deixando o vestido subir mais um pouco.
— Então tranca logo essa porta, Louis — disse ela, a voz carregada de intenção. — Porque eu não vou a lugar nenhum.
Ele a encarou por um longo segundo, o olhar tão intenso que parecia despi-la ali mesmo.
— Fica aí — disse ele, a voz grave carregada de algo que não era exatamente uma sugestão, mas também não era uma ordem. Era um convite, um desafio. Ele largou o pano que usava para limpar o balcão e caminhou até a porta da frente, os passos firmes ecoando no silêncio. Hazza o observou, o jeito que os ombros largos se moviam sob a camisa preta, a tatuagem no antebraço flexionando com cada gesto. Quando ele girou a chave na fechadura, o clique metálico soou como o estopim de algo inevitável.
Louis voltou devagar, como um predador que sabe que a presa não vai escapar. Seus olhos não deixavam os dela, mas desciam sem pudor pelo corpo de Hazza, o decote apertado, os seios que pareciam implorar para serem tocados, as coxas expostas contra a madeira do balcão. Ele parou a poucos centímetros dela, tão perto que ela podia sentir o calor que irradiava dele, o cheiro de colônia misturado com uísque e algo mais.
— Última chance de correr, garotinha — murmurou Louis, a voz rouca, um sorriso torto nos lábios enquanto se inclinava, as mãos apoiadas no balcão, uma de cada lado dela, prendendo-a sem nem tocar.
Hazza riu baixo, a cabeça leve do álcool, o corpo vibrando de antecipação.
— Correr pra onde? — retrucou, inclinando-se para frente, o vestido esticando ainda mais contra os seios. — Eu disse que ficava, não disse?
O sorriso de Louis se alargou, quase perigoso. Sem aviso, ele a agarrou pela cintura com uma força que arrancou um suspiro dela, erguendo-a como se ela não pesasse nada e jogando-a sobre a bancada do bar. A madeira fria bateu contra as coxas grossas de Hazza, e ela abriu as pernas instintivamente quando Louis se encaixou entre elas, o corpo dele firme, quente, dominando o espaço. Ela se arrepiou inteira, o toque dele eletrificando cada centímetro de pele.
Louis não perdeu tempo. Inclinou-se, os lábios encontrando o pescoço branquinho dela, deixando uma trilha de beijos molhados que começaram suaves, quase doces, mas logo se tornaram mais famintos. Ele inalava o cheiro de morango que vinha da pele dela, um contraste com o ambiente pesado de uísque e madeira. Hazza se derreteu, as mãos agarrando os ombros dele, sentindo os músculos tensos sob a camisa. Cada selinho deixado no pescoço a fazia tremer, o corpo se rendendo, ficando molinho enquanto ela se entregava ao calor da boca dele.
Ele chupou a pele com mais força, os dentes roçando de leve, marcando o pescoço com a clara intenção de deixar roxos que ela sentiria no dia seguinte, um lembrete pulsante de quem tinha estado ali. Uma das mãos dele subiu, agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando o suficiente para fazer o pulso dela disparar, enquanto a outra mão deslizava pela coxa, puxando-a mais para si, o vestido subindo até quase revelar tudo.
— Você é um problema, sabia? — rosnou ele contra a pele, mordiscando o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer sob ele. Hazza só conseguiu gemer baixo, as unhas cravando na camisa dele, puxando-o mais perto, os seios quase pulando do decote enquanto arqueava as costas, querendo mais, querendo tudo.
Louis a ergueu com um movimento firme, jogando-a sobre a bancada do bar, a madeira fria contra as coxas grossas de Hazza. Ele se encaixou entre elas, forçando-as a se abrirem para acomodar sua presença, o calor do corpo dele contrastando com o arrepio que subia pela pele dela. Hazza tremia, o corpo inteiro reagindo ao toque, à proximidade, ao jeito que Louis a dominava sem dizer uma palavra. Ele inclinou a cabeça, os lábios roçando o pescoço branquinho dela, inalando o doce cheiro de morango que parecia emanar da pele quente.
Os beijos começaram suaves, quase torturantes, selinhos molhados que desciam pela curva do pescoço, cada um arrancando um suspiro trêmulo de Hazza. Ela se derretia sob ele, as pernas instintivamente se apertando contra os quadris dele, o vestido preto subindo ainda mais, expondo a pele macia das coxas. Louis sorriu contra a pele dela, os dentes arranhando de leve antes de chupar com mais força, marcando o pescoço com intenção. Ele queria deixar roxos, queria que ela acordasse no dia seguinte e sentisse cada marca latejando, um lembrete dele.
As mãos dele subiram, uma agarrando o pescocinho dela com firmeza, os dedos pressionando justo o suficiente para fazer o pulso dela acelerar, enquanto a outra mão deslizava pela cintura, puxando-a mais para si. Hazza arqueou as costas, os seios quase saltando do decote, e deixou escapar um gemido baixo, entregando-se completamente ao calor da boca de Louis e à pressão dos dedos que pareciam saber exatamente onde tocar.
— Você é um perigo, garota — murmurou ele contra a pele, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto mordiscava o lóbulo da orelha dela, sentindo-a se contorcer. Hazza só conseguiu responder com um suspiro, as mãos agarrando a camisa dele, puxando-o mais perto, querendo mais, querendo tudo.
— Lou, eu tô tão molhadinha — sussurrou Hazza, a voz baixa e trêmula, roçando os lábios na orelha de Tomlinson. Seus dedos estavam enterrados na nuca dele, puxando de leve os cabelos castanhos enquanto os acariciava com uma mistura de timidez e ousadia. — Fode a minha bucetinha, por favor! — implorou ela, o tom carregado de desejo, mas com um toque de vergonha que só tornava as palavras mais provocadoras.
Hazza sempre foi uma garota tímida, mas aquela tortura estava além do que ela podia suportar. O tesão a consumia desde a manhã, uma vontade ardente de se entregar que pulsava em cada pedaço do corpo. Ela não aguentava mais esperar, queria o pau de Louis entalado na sua buceta, enchendo-a o mais rápido possível.
Louis não pensou duas vezes. Sem hesitar, deitou Hazza sobre a bancada do bar, as mãos firmes abrindo suas coxas grossas com uma urgência que fazia o ar crepitar. Ele arrancou a calcinha rosa, já encharcada, revelando a bucetinha lisinha, vermelhinha e pingando de tesão. A visão era quase demais para ele. Louis queria meter de uma vez, foder aquela garota a noite toda até ela implorar por mais. Mas antes, precisava sentir o gosto daquele paraíso molhado.
— Porra, você é tão gostosa — sussurrou ele, a voz rouca e cheia de desejo, os lábios tão próximos da buceta dela que o calor do hálito fez Hazza se arrepiar inteira. Ele selou o grelinho com um beijo leve, quase cruel de tão provocador. Louis queria mergulhar de cabeça, chupar sem parar até sugar cada gota, mas torturar a garotinha era delicioso demais. Começou distribuindo selinhos lentos por cada canto da buceta, os lábios ficando melados com o doce que escorria dela. Apertando as coxas macias com força, ele finalmente caiu de boca, lambendo e chupando aquele pedacinho de céu com uma fome que fez Hazza gemer alto, o corpo tremendo sob o toque da língua dele.
Hazza gemia alto, os dedos cravados na cabeça de Louis, puxando os cabelos dele enquanto ele se enterrava contra a xoxota molhada dela. Louis se lambuzava sem pudor, a língua deslizando por toda a buceta, chupando o grelinho com uma fome que fazia as pernas dela tremerem. Ele lambia, beijava, explorava cada centímetro, tentando enfiar a língua o mais fundo que podia naquele buraquinho apertado e encharcado.
Os dedos do mais velho entraram em cena, roçando a bucetinha antes de se concentrarem no grelinho, esfregando-o em círculos precisos que arrancavam gemidos mais altos de Hazza. Enquanto isso, a língua de Louis mergulhava no buraco apertado dela, invadindo com uma mistura de urgência e provocação, saboreando cada gota do mel que escorria. O corpo de Hazza se contorcia na bancada, completamente entregue ao prazer que ele arrancava dela.
— Papai, por favor — Hazza gemeu baixinho, a voz quase um sussurro, as bochechas já rosadas ficando vermelhas como brasa quando percebeu o que tinha escapado. O apelido “Papai” saiu sem querer, e ela mordeu o lábio, envergonhada, o coração disparando enquanto tentava avaliar a reação de Louis.
Ele ergueu o rosto da buceta dela, os lábios brilhando com o mel que escorria, os olhos azuis cravados nos dela com um brilho de diversão e desejo. Seus dedos, no entanto, não pararam, continuando a brincar com o grelinho dela em movimentos lentos e torturantes que faziam Hazza se contorcer na bancada.
— Papai, é? — perguntou Louis, a voz rouca, carregada de um tom provocador que a fez estremecer. — Você gosta de me chamar assim, princesa?
Hazza hesitou por um segundo, o rubor nas bochechas intensificando, mas o olhar dele, tão seguro e sem julgamento, a fez deixar a timidez de lado.
— Gosto, Lou — admitiu ela, a voz ainda tímida, mas com um toque de ousadia que crescia a cada segundo.
— Então me chama assim, gatinha — rosnou Tomlinson, um sorriso safado nos lábios antes de mergulhar de volta na buceta dela. Sua língua voltou ao trabalho com fome, lambendo toda a extensão daquele lugarzinho molhado, do grelinho inchado até o cuzinho intocável da mais nova, explorando cada pedaço com uma mistura de devoção e provocação que arrancava gemidos cada vez mais altos de Hazza.
— Me fode, papai — Hazza reuniu o restinho de coragem que o uísque e o tesão lhe davam, as palavras saindo firmes, sem o tremor tímido de antes. Suas bochechas ainda estavam vermelhas, mas o sorriso de ladinho de Louis, cheio de aprovação e malícia, a fez relaxar, o corpo vibrando de antecipação na bancada do bar.
— Se é isso que a princesinha quer… — Louis respondeu, tirando a boca da buceta molhada da menina, a voz grave e carregada de promessa, os olhos azuis brilhando com um desejo quase predatório. — O papai vai foder essa bucetinha gostosa a noite toda.
Com um movimento rápido, Louis abaixou as calças, deixando o pau grosso e duro saltar da cueca. A cabecinha vermelhinha brilhava, molhada de tesão, pulsando de vontade. Hazza abriu ainda mais as pernas, os olhos arregalados ao ver o cacete do “papai” tão perto da sua buceta, que já pingava de expectativa. Era grande, muito maior do que ela estava acostumada, bem mais grosso que o do namorado, com veias marcadas que prometiam esticar cada centímetro dela.
— Você é tão grande, papai — murmurou Hazza, a voz misturando excitação e um toque de receio. — Não sei se minha bucetinha vai aguentar.
Louis riu baixo, um som rouco que a fez se arrepiar, enquanto segurava o pau com uma mão, roçando a cabecinha contra a entrada molhada dela, só para provocá-la.
— Você é uma putinha, amor. Tenho certeza que aguenta — rosnou Louis, a voz carregada de desejo enquanto passava o pau grosso por toda a bucetinha de Hazza, sentindo o calor molhado dela envolver a cabecinha vermelhinha. Ele esfregava a rola no grelinho inchado, arrancando gemidos trêmulos dela, que se contorcia na bancada, implorando por mais com cada som.
— Mas antes, quero que você mame no meu pau — ordenou ele, afastando o cacete da entrada dela, o que fez Hazza soltar um gemido de protesto, o corpo vibrando de frustração.
Ainda deitada no balcão, ela se virou, empinando a bunda branquinha de um jeito que fez o vestido preto, já embolado na cintura, exibir cada curva. Hazza lambeu os lábios, a língua saindo provocadora enquanto Louis se aproximava, o pau duro pulsando diante dela.
— Chupa do seu jeitinho, princesa — disse ele, segurando os cabelos dela com firmeza, mas deixando espaço para ela brincar. — Depois, o papai vai foder essa boquinha até você não aguentar mais.
Hazza sorriu, os olhos brilhando com uma mistura de ousadia e timidez, e começou deixando selinhos suaves na cabecinha do pau, saboreando o gosto salgado do tesão dele. No começo, ela chupava só a ponta, lambendo devagar, tentando torturá-lo como ele havia feito com ela. Mas Hazza não tinha o mesmo autocontrole, o desejo a dominava. Logo, ela abriu mais a boca, engolindo o pau o máximo que conseguia, a língua dançando enquanto tentava abrigar o tamanho dele. Suas mãos subiram, apalpando as bolas com cuidado, sentindo o peso delas, enquanto gemia baixo, os olhos fixos no rosto de Louis, que se contorcia de prazer.
— Porra, que boquinha gostosa — grunhiu Louis, a voz rouca, os olhos semicerrados. — Mas você gosta de deixar o papai foder ela, não é?
Sem esperar resposta, ele puxou os cabelos dela com mais força, tomando o controle. Começou a foder a boca gordinha de Hazza, o pau acertando o fundo da garganta dela a cada estocada. Ela se esgasgava, os olhos marejando, mas não recuava, as mãos agarrando as coxas dele para se equilibrar. O vestidinho, completamente embolado na cintura, deixava a bunda branquinha empinada, balançando a cada movimento, os pezinhos dela balançando no ar enquanto Louis metia sem piedade, o som molhado dos lábios dela ecoando no bar vazio.
Louis segurava a cabeça de Hazza com uma mão, os dedos entrelaçados nos cachos dela, enquanto a outra mão apertava e dava tapas firmes na bunda branquinha, deixando marcas rosadas na pele. Ele não aguentava mais a pressão, o calor da boca dela o levando ao limite. Com um gemido rouco, puxou o pau da boquinha dela, admirando o rosto da garota, as bochechas coradas, os olhos brilhando com lágrimas suaves, o batom borrado dando um ar de puro desejo.
— Abre a boquinha, deixa o papai gozar no fundo dessa garganta de putinha — ordenou ele, a voz grave e carregada de tesão. Hazza obedeceu na hora, a língua saindo provocadora, os olhos fixos nos dele, esperando ansiosa. Tomlinson gozou com um grunhido, o leitinho jorrando na boca dela, que engoliu tudo com um sorriso safado, lambendo os lábios enquanto o encarava.
— Boa garota — sussurrou Louis, acariciando os cachos dela com uma ternura que contrastava com a intensidade do momento. Ele deu leves tapinhas com o pau nas bochechas rosadas dela, o som ecoando no bar vazio. — Agora, continue sendo boa e vira essa bunda pra mim.
Hazza sorriu ainda mais, o corpo vibrando de excitação. Ela deslizou do balcão com um movimento lento, tirando o vestido preto num gesto rápido, deixando os peitinhos livres, os mamilos endurecidos pelo ar frio e pelo desejo. Virou-se de costas para Louis, apoiando o tronco na bancada, os pés firmes no chão, a bunda empinada para ele, os peitos esmagados contra a madeira fria. A posição a deixava completamente exposta, vulnerável e pronta, exatamente como ela queria.
— Vou foder tanto você hoje que seu namoradinho vai perceber o estrago na sua bucetinha — sussurrou Louis no ouvido de Hazza, a voz rouca e carregada de promessa, o hálito quente contra a pele dela. Ele esfregava o pau duro sobre a bunda empinada da mais nova, sentindo o cuzinho dela contrair de leve sob o toque provocador. — Você é mesmo uma putinha, hein? — continuou, o tom entre o deboche e o desejo. — Nem deu a buceta ainda e já tá louca pra me dar o cuzinho também?
— Papai, não diz isso, por favor — murmurou Hazza, as bochechas ardendo de vergonha ao ser chamada de putinha, mesmo sabendo que havia verdade nas palavras de Louis. Ela nunca tinha dado aquele lugarzinho, mas agora, sentindo o pau grosso dele esfregar gostoso contra seu cuzinho, o desejo a consumia. Tudo o que ela queria era que Louis a tomasse, que a fodesse até não aguentar mais.
— Por quê? Não é o que você é? Uma putinha sedenta por rola? — retrucou Louis, rindo baixo, a voz carregada de provocação enquanto dava um tapa forte na bunda da mais nova, o som ecoando no bar vazio e deixando uma marca rosada na pele branquinha.
— Lou, por favor, fode a minha bucetinha, papai — implorou Hazza, deixando a timidez de lado. Com as mãos, ela abriu as bandas da bunda, exibindo a xoxotinha molhada e brilhante para Louis, o convite descarado fazendo o corpo dela tremer de antecipação.
— Porra — grunhiu Tomlinson, os olhos fixos no buraquinho reluzente. Ele se aproximou, segurando os pulsos dela com uma só mão, imobilizando-a contra a bancada. A cabecinha do pau dele roçou a entrada da buceta, e quando ele empurrou, o buraquinho apertado abrigou a ponta tão bem que Louis não segurou o gemido rouco. Hazza se contorcia, sussurrando um “Papai, tá doendo” entre gemidos, mas mesmo assim rebolava, o corpo pedindo mais, querendo tudo.
Louis não se conteve. Enfiou o pau inteiro na bucetinha dela, começando a foder devagar, sentindo o calor e a pressão ao redor dele.
— Que delícia, papai — gemeu Hazza, as bochechas esmagadas contra a bancada, os olhos semicerrados de prazer. — Mais forte, Lou.
Louis não precisava de mais incentivo. Ele acelerou, fodendo com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela preenchendo o silêncio. Uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes de Hazza, apertando os mamilos endurecidos com firmeza, arrancando gemidos desesperados dela enquanto a bancada rangia sob o peso dos dois.
Louis não resistiu, acelerando as estocadas, fodendo a bucetinha de Hazza com força, o som dos quadris batendo contra a bunda dela ecoando no bar vazio. Os gemidos desesperados dela enchiam o ar, e uma das mãos dele deslizou até os peitos grandes, apertando os mamilos rosados com firmeza enquanto beijava o pescocinho dela, os lábios quentes deixando uma trilha de calor na pele marcada.
— Caralho, que buceta gostosa, amor — grunhiu Louis, as mãos voltando para a cintura dela, os dedos cravando na carne macia enquanto ele metia com ainda mais força. O aperto da xoxotinha dela ao redor do pau grosso era enlouquecedor, cada estocada o levando mais perto do limite. Ele imaginava gozar naquele buraquinho apertado, vendo a porra escorrer lentamente, marcando-a como sua.
Hazza gemia alto, lágrimas escorrendo pelas bochechas rosadas, o prazer misturado com a intensidade quase insuportável. Era bom demais sentir o “papai” alargando seu buraco, esticando-a de um jeito que fazia seu corpo tremer. Seus peitos doíam, esmagados contra a bancada fria, enquanto Louis a fodia por trás, as pernas dela bambas, o desespero gostoso crescendo no fundo do ventre. Ela sabia que estava no limite.
— Papai, eu vou gozar — sussurrou ela, a voz entrecortada por gemidos, o corpo se contorcendo enquanto se rendia completamente ao prazer.
— Então goza gostoso pro papai, amor — grunhiu Tomlinson, aumentando a velocidade e a força das estocadas, o pau grosso deslizando com fúria na bucetinha apertada de Hazza. Sua mão desceu até o grelinho dela, começando uma siririca gostosa, os dedos esfregando o montinho de prazer com precisão. O toque foi demais para Hazza, que gozou no mesmo instante, o corpo tremendo enquanto gemia manhosa, sentindo Louis continuar a foder sem parar.
— Você é tão gostosa… poderia passar a noite toda comendo essa buceta — murmurou Louis, a voz rouca de satisfação.
Hazza mal conseguia se segurar na bancada, o corpo tremendo violentamente enquanto o orgasmo a atravessava como um choque elétrico. Seus gemidos ecoavam no bar vazio, misturando-se ao som molhado das estocadas de Louis, que fodia sua bucetinha sensível com uma força que parecia querer marcá-la para sempre. As lágrimas grossas escorriam pelas bochechas rosadas, o prazer tão avassalador que ela mal conseguia respirar.
A xoxotinha dela apertava o pau grosso dele com cada espasmo, leite quente do gozo anterior escorrendo pelas coxas, deixando um rastro pegajoso na bancada. Louis grunhiu, o aperto dela o levando à beira da loucura.
— Caralho, amorzinho, você goza como uma putinha perfeita pro papai — rosnou ele, os dentes cravando no pescoço dela, deixando mais um chupão roxo que pulsaria por dias.
Ele não parou, metendo mais fundo, mais rápido, prolongando o orgasmo dela até Hazza achar que ia desmaiar de tanto prazer. Com um último impulso brutal, ele gozou, o leitinho quente jorrando dentro da bucetinha apertada, enchendo-a até transborda, a porra escorrendo em fios grossos pelas coxas dela, pingando no chão escuro.
Hazza estava destruída, o corpo mole, as pernas bambas, os peitos doloridos enquanto tentava recuperar o fôlego. Louis se inclinou sobre ela, o peito largo pressionando as costas dela, o pau ainda meio duro roçando a bunda empinada enquanto ele mordiscava a orelha dela.
— Olha o estrago que o papai fez nessa xoxotinha — sussurrou ele, a voz rouca e carregada de satisfação. Ele deslizou a mão entre as pernas dela, os dedos roçando a buceta melada, espalhando a mistura de porra e melzinho dela enquanto ela se contorcia, sensível demais. — Tô pensando em te levar pra casa e te foder até você esquecer o nome daquele seu namoradinho.
Hazza gemeu baixo, o corpo reagindo mesmo estando no limite. Ela virou o rosto, os lábios entreabertos, os olhos brilhando com uma mistura de exaustão e desejo insaciável.
— Papai… eu não aguento mais —lmurmurou, mas o jeito que abriu as pernas de leve, expondo a xoxota pingando, dizia o contrário. Ela lambeu os lábios, o sorriso safado lutando contra a timidez. — Mas quero ser todinha sua, a putinha do papai.
Louis riu, um som gutural que fez os pelos da nuca dela se arrepiarem. Ele a agarrou pela cintura, virando-a com um movimento rápido, os seios dela balançando livres enquanto ele a puxava para sentar na beira da bancada. Sem aviso, ele meteu dois dedos na bucetinha dela, mexendo devagar, sentindo o calor e a porra que ainda escorria. Hazza gritou, as unhas cravando nos ombros dele, o prazer misturado com a dor da sensibilidade a deixando à beira de outro orgasmo.
— Você é uma putinha gulosa, hein? — provocou ele, os dedos acelerando, o polegar esfregando o grelinho inchado enquanto a outra mão agarrava o cabelo dela, puxando com força para trás, expondo o pescoço. Ele chupou a pele ali, os dentes marcando mais um roxo. — Vou te levar pro meu apartamento, te jogar na cama e foder cada buraquinho seu até você implorar pra parar. E mesmo assim, talvez eu não pare.
Hazza gemeu, o corpo se contorcendo sob os dedos dele, a cabeça jogada para trás.
— Papai, me leva… faz o que quiser comigo — sussurrou ela, a voz quebrada pelo desejo, as pernas se abrindo ainda mais, como se estivesse implorando para ser usada. Louis parecia faminto, os olhos devorando cada centímetro dela.
Louis devorava a boca de Hazza com um beijo feroz, a língua invadindo-a, dominando cada canto enquanto seus dedos continuavam fodendo a bucetinha dela sem piedade, o polegar esfregando o grelinho inchado com uma precisão cruel. Hazza gemia contra os lábios dele, o corpo tremendo na bancada, as pernas abertas, a xoxotinha pingando e apertando os dedos dele, à beira de outro orgasmo. Ela estava desesperada, os quadris rebolando contra a mão dele, implorando sem palavras para gozar.
Mas Louis tinha outros planos. Bem no momento em que os gemidos dela ficaram mais altos, o corpo se contorcendo no limite, ele parou de repente, retirando os dedos com um sorriso sádico. Hazza arfou, os olhos arregalados, as bochechas vermelhas de frustração.
— Papai, por favor… eu tava quase… — implorou ela, a voz manhosa, o corpo tremendo com a necessidade não satisfeita.
— Não, gatinha — rosnou Louis, lambendo os dedos melados dela enquanto a encarava, os olhos azuis brilhando com malícia. — Você só goza quando o papai quiser. E agora, não quero.
Ele deu um tapa leve na bucetinha sensível, arrancando um gritinho dela, antes de se afastar, deixando-a ofegante e à beira da loucura.
Hazza ficou ali, na bancada, o corpo ainda vibrando, a xoxota pulsando de desejo, a porra e o melzinho escorrendo pelas coxas. Louis pegou o vestido preto embolado ao lado, o tecido que mal cobria o corpo dela, e começou a vesti-la com uma calma provocadora. Ele puxou o vestido pelos braços dela, ajustando-o sobre os peitos grandes, os mamilos ainda duros marcando o tecido fino. Cada toque dele era deliberado, os dedos roçando a pele dela de propósito, fazendo-a se contorcer de frustração.
— Papai… por favor, deixa eu gozar — sussurrou ela, a voz trêmula, enquanto tentava esfregar as coxas para aliviar a tensão. Louis apenas riu baixo, um som gutural que a fez estremecer.
— Quieta, putinha. Você vai esperar até chegarmos na minha casa — disse ele, ajeitando o pau ainda duro dentro das calças, o volume evidente sob o tecido. Ele fechou o zíper com um movimento lento, os olhos fixos nela, como se estivesse saboreando cada segundo da tortura. — Lá, o papai vai te foder até você não lembrar nem do seu nome.
Hazza mordeu o lábio, o corpo inteiro implorando por alívio, mas a promessa na voz dele a mantinha rendida. Ela desceu da bancada com as pernas bambas, o vestido mal cobrindo as coxas, a bucetinha sensível roçando contra o tecido a cada passo. Louis pegou a bolsa dela do chão, jogou-a sobre o ombro e a puxou pela mão, guiando-a em direção à porta dos fundos. O pau dele, ainda pulsando nas calças, roçava contra a bunda dela enquanto caminhavam, uma provocação constante.
— Vamos, gatinha — murmurou ele, a voz carregada de promessa enquanto abria a porta, o ar frio da noite contrastando com o calor do corpo dela. — A noite tá só começando, e na minha cama, você vai implorar por cada gozo que o papai te der.
Ele a levou para fora, o bar ficando para trás, enquanto Hazza, com a xoxota latejando e o coração disparado, sabia que estava caminhando para uma noite que a destruiria de todas as formas que ela secretamente desejava.
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Então, essa foi minha primeira história, espero que tenham curtido tanto quanto eu gostei de escrever. Se vocês quiserem mais dessa putinha e do “papai” Louis, é só comentar que eu posto a parte 2, com eles na casa dele. 💗
















