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@soutexto

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a verdade Ă© que vocĂȘ nĂŁo tem medo que dĂȘ errado porque vocĂȘ jĂĄ sabe como lidar com o fim o que te apavora mesmo Ă© a possibilidade de dar certo de ter alguĂ©m que realmente fique e que te ame e cuide de vocĂȘ. porque vocĂȘ nĂŁo sabe o que Ă© dar certo, e acha que nĂŁo merece esse tipo de amor. mas eu te digo: vocĂȘ tambĂ©m merece, vocĂȘ mais do que ninguĂ©m tambĂ©m Ă© digno de viver algo lindo. cĂ©u de jĂșpiter
âvocĂȘ me confundia
e eu chamava isso de amor.â
_ soutexo
Ăs vezes acho estranho pensar, que existe alguĂ©m vivendo dentro de mim, alguĂ©m tĂŁo pequeno que ainda cabe no silĂȘncio entre uma respiração e outra.
Um bebĂȘ minĂșsculo, tocando as paredes do universo. Como quem diz: " ei, mĂŁe... eu tĂŽ aqui "
E DeusâŠ
como isso muda tudo. PorquĂȘ de repente o mundo continua igual , mas vocĂȘ nĂŁo.
VocĂȘ atravessa ruas sabendo que carrega um coração que nĂŁo Ă© o seu. VocĂȘ dorme acompanhada. Chora acompanhada, AtĂ© o silĂȘncio agora respira.
Tem algo poeticamente assustador em perceber que seu corpo virou abrigo. E talvez seja isso a maternidade no começo, amar alguĂ©m que vocĂȘ ainda nem viu direito, mas reconheceria em qualquer dimensĂŁo do universo.
- soutexto
âPor que dĂłi, em ?
Por que o amor machuca assim, como se tivesse levado embora partes que ainda eram minhas?â
- soutexto

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Desde que eu era pequena, o mundo sempre fez mais sentido entre as linhas de um livro. Eu vivia inventando histĂłrias, traçando destinos, brincando de ser a dona de narrativas que nĂŁo eram minhas. O papel aceitava tudo, mas a vida real... ah, a vida real cobra um preço alto por cada vĂrgula que a gente decide mudar de lugar.
âNesses Ășltimos meses, tenho reescrito a minha prĂłpria trajetĂłria de forma tĂŁo rĂĄpida que, Ă s vezes, atĂ© eu perco o fĂŽlego. Quando achei que jĂĄ tinha vivido a maior virada de enredo da minha vida, descobri que estava enganada.
âO universo tem um senso de humor peculiar. Logo quando a gente acha que estabilizou a narrativa, que alcançou o ĂĄpice do capĂtulo, vem um novo chamado. Um daqueles que exige que vocĂȘ faça as malas, atravesse um oceano e assine um compromisso com o desconhecido por anos.
âFoi uma escolha difĂcil. Daquelas que dĂŁo um frio paralisante no estĂŽmago e fazem a gente questionar se realmente dĂĄ conta do recado. O medo do novo sempre sussurra no ouvido.
âMas a menina que passava horas lendo e escrevendo no quarto nĂŁo me perdoaria se eu recuasse. Ela sonhou alto demais para que eu ousasse frear justo agora, com o passaporte na mĂŁo e todas as portas escancaradas Ă minha frente.
âEu passei a minha vida inteira construindo reviravoltas, desenhando a coragem dos outros e arquitetando finais que mudam tudo. Chegou a hora de ter a coragem de viver o meu prĂłprio roteiro.
âO prĂłximo capĂtulo vai ser escrito longe daqui. E, pela primeira vez, eu nĂŁo faço ideia de como a histĂłria termina. Mas estou pronta para escrever cada pĂĄgina.
- soutexto
"E se...? Essa Ă© a Ășnica pergunta que importa. 'E se' Ă© uma porta que eu nunca sei se quero abrir. Mas abro. Sempre abro. Eu olho para o cursor piscando e ele me desafia. Ele sabe que eu estou com medo de que a prĂłxima frase nĂŁo seja boa o suficiente. Mas ele continua piscando, como um coração que se recusa a parar. EntĂŁo eu digito a primeira letra. E a segunda. E 'e se' vira 'e foi'."
- soutexto
eu ficaria
mil vezes
se fosse sempre vocĂȘ...
- soutexto

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Dizem que as coisas terminam. Que o amor acaba, que os ciclos se fecham. Mas a palavra "acabar" me soa cirĂșrgica demais, limpa e domesticada. Finais raramente sĂŁo cortes precisos de bisturi, eles sĂŁo desbotamentos. O amor nĂŁo desaba de uma vez como um prĂ©dio implodido. Ele sofre de infiltraçÔes invisĂveis. Goteja. Perde a temperatura, a urgĂȘncia, atĂ© que um dia vocĂȘ acorda e percebe que estĂĄ habitando uma casa de cĂŽmodos ocos, onde o eco da sua prĂłpria voz Ă© a Ășnica coisa que responde.
âHoje eu tropecei em um escombro. Um fragmento de tempo congelado sob a luz de janeiro. Um instante estĂĄtico, pacĂfico, onde a ruĂna jĂĄ estava desenhada nas entrelinhas, mas ainda havia a teimosia em pintar as paredes descascadas. O contato com esse fragmento causa um solavanco inegĂĄvel no peito. A clĂĄssica sĂndrome do membro fantasma, a parte amputada que, diante de uma mudança de clima, de repente volta a latejar.
âE aĂ a gente se questiona com aquela perplexidade inevitĂĄvel, o amor morre?
âOuso dizer que a resposta Ă© mais cruel do que um simples "sim". O amor nĂŁo morre de morte sĂșbita, ele transmuta. Ele apodrece em costume, dilui-se em covardia, congela em inĂ©rcia e, por fim, fossiliza em memĂłria.
âE memĂłrias sĂŁo pedras muito estranhas. VocĂȘ jura que elas esfriaram, que nĂŁo passam de pesos mortos no fundo de um arquivo qualquer. AtĂ© que o acaso te obriga a segurar uma delas, e ela inexplicavelmente queima. A crueldade de uma fotografia Ă© a sua teimosa imunidade ao futuro. Aquele instante capturado nĂŁo fazia a menor ideia do abismo que o engoliria logo adiante. A imagem repousa ali, intacta, alheia ao fato de que do lado de fora da moldura tudo jĂĄ virou cinza.
âFinais nĂŁo exigem grandes vilĂ”es, nem culpas atiradas ao vento. Finais definitivos acontecem pelo esgotamento das estruturas, quando a permanĂȘncia exige um esforço que a alma jĂĄ nĂŁo dĂĄ conta de sustentar.
âO amor acaba? Sim. Mas Ă© com o tempo, ele cumpre o seu percurso e silencia. Olhar para trĂĄs, deparar-se com um instante congelado e sentir esse breve aperto nĂŁo invalida o adeus. Ă sĂł a prova visceral de que a experiĂȘncia foi absurdamente real antes de virar ruĂna. E de que as paredes desmoronadas tambĂ©m fazem parte do que constrĂłi quem somos depois da poeira baixar..
- soutexto
âĂ© vocĂȘâŠ
e eu nem preciso pensar muito.â
- soutexto
âamar vocĂȘ Ă© leveâŠ
e eu nem sabia que podia ser assim.â
- soutexto
âĂ© bonito quando alguĂ©m ficaâŠ
sem vocĂȘ precisar pedir.â
- soutexto

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âeu sĂł queria reciprocidadeâŠ
nĂŁo um esforço unilateral disfarçado de amor.â
- soutexto
âeu fiqueiâŠ
mesmo quando jĂĄ nĂŁo tinha mais motivo.â
- soutexto