Costumava observar aquele casal da minha janela, todo fim de tarde. Ele era despreocupado, e sempre costumava falar pelos cotovelos. Ela, observadora, gostava que ele sentasse ao lado e compreendesse seu silĂȘncio. Acabei chegando a conclusĂŁo, que ambos descobriram que o amor independe de palavras, da frequĂȘncia do som, ou sequer da ausĂȘncia dele.
JoĂŁo Felipe AraĂșjo (via acarretou)



















