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@softanduntamed

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acho muito cruel quando a mulher passa anos cuidando de tudo e mesmo assim nunca recebe nem o mínimo de consideração de volta. e o mais triste é que isso é a realidade da maioria.
ontem meu padrasto negou sair com a minha mãe mesmo estando de folga e ela dando várias opções pra ver se alguma delas ele aceitava.
hoje, no dia das mães -um dia em que ela sempre está de luto-, ela pediu UMA coisa: não precisar cozinhar. pediu pra ele ir no mercado comprar alguma comida com o dinheiro DELA (porque ele nunca tem). ele não quis. ela até pediu o carro emprestado pra ir sozinha porque tava chovendo e ela não iria de moto. ele não deixou.
resultado: ela cozinhou.
e ainda foi ele quem ficou emburrado, dormindo no sofá e resmungando o dia inteiro.
mas isso não é “sobre hoje”.
de 10 dias, 9 são assim.
ela sempre precisa implorar pra conseguir passear, sair, fazer qualquer coisa diferente. ele nunca quer. quase nunca abre mão de dormir a porra do dia inteiro. a não ser que seja pra ficar no sol torrando e pescando, claro. somente os hobbies dele importam.
por isso eu levo ela comigo pra tantos lugares.
porque ninguém merece viver só sobrevivendo dentro da própria casa.
ela trata ele como se fosse um filho.
faz lanche todos os dias pra ele levar ao trabalho, lanches que ELA compra.
quando ela parou de fumar, ele ficou bravo porque ela não estava mais indo comprar cigarro PRA ELE fumar.
quando eu e ela estávamos trabalhando igual duas fodidas, dia e noite, jornada dupla, e ele de férias, ele reclamou que não estávamos deixando almoço pronto pro coitadinho comer.
nós fizemos marmitas congeladas.
tem algumas no congelador até hoje porque ele se recusou a comer “comida congelada”.
na mesma época, deixamos a louça (que só ele estava usando) na pia, pra ver quanto tempo ele demoraria pra lavar sendo o único a passar 24h em casa. ficou quase 1 semana e minha mãe desistiu e lavou.
acho bizarro como tem gente que não ajuda, não soma, não cuida, mas ainda ocupa emocionalmente a casa inteira com grosseria, má vontade e puro ego.
ele é grosso, estúpido, insensível, preguiçoso, infiel. desrespeita ela até na frente da família dela e das entidades que ele tanto acredita dentro do centro espírita que frequentam.
e o pior é saber que ela não fica porque ama. nem ela aguenta mais.
ela fica porque acha que depende. não enxerga o quanto ele só atrapalha.
porque não acha que tem condições de sair de casa. mesmo eu prometendo que a gente dá um jeito.
e porque, mesmo quando pede pra ele sair, ele não sai.
o pior tipo de solidão é se sentir sozinha mesmo "acompanhada".
acabei de comprar yakissoba -que ela estava com vontade- pra nossa janta. após ele ir trabalhar.
feliz dia das mães. e ainda bem que estou aqui pra ainda conseguir fazer ela se sentir minimamente especial.
I’m not sad, just empty in a way that doesn’t go away.
“Do not expect people to tell you the truth because they also lie to themselves.”
— Don Miguel Ruiz
Acho que minha mente Se esquece O quanto eu Ardi por você Acho que ela Se sente confortável Toda vez que relembra E procura você Talvez seja loucura Encontrar conforto na dor Talvez seja minha maneira De reimaginar O que restou tento fingir, por instantes que nada mudou Mas o que faço, o que faço, com o que no peito sobrou?
— Kessya

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so shut your eyes…
Poem: Paper Thoughts
Tore off a page— Filled it with words.
The words scattered away, Their meaning grew insane.
Much like the thoughts, that roam in my head.
I wrote some more, till my quivering hands ached.
Made a plane, and threw it away; It landed near my feet and there–it stayed.
Made a boat, took it to a stream; It sailed far, till it melted away.
Much like the thoughts, that float in my head.
-by me (@somekindofparadoxhere)
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Ser adulto é ter uma gaveta com remédios para tudo, menos para o fardo de ser adulto.
- Fernando Machado

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A person raised in love and another raised in survival, will never see the world the same way.
—M00wd
love and nostalgia and memories and relationships are so weird, because what do you mean would say "yeah" if someone asked me if i were over you as we sat by the lake, but the water would crash and ripple as if you had jumped in, and the trees would whisper like you whispered to me.
há uma parte de mim que é viciada em intensidade.
em dias que parecem filme,
noites que acabam com a alma cheia e o corpo cansado,
em momentos que parecem grandes demais pra caber dentro de mim.
e aí vem o resto;
o dia comum,
o silêncio,
a pia,
o despertar sem ânimo nenhum, só obrigações.
e eu sempre acho que isso significa que acabou
que a magia foi embora
que eu voltei a ser só eu.
porque eu vivo como se só existisse vida quando tudo é grande.
quando é intenso. quando é noite,
quando tem música alta, rua, risada, caos.
alguém me entendendo sem eu precisar explicar.
e aí quando passa, eu fico olhando pro resto como se fosse uma versão pálida de mim mesma
como se eu tivesse voltado pro modo economia de energia.
e como se existir sem caos fosse o mesmo que não existir.
mas talvez a vida seja exatamente isso;
aprender a não morrer quando o brilho diminui.
aprender a permanecer.
porque eu não quero viver só de picos
não quero precisar de tragédia, festa ou euforia pra me sentir viva.
eu só queria aprender a existir no intervalo
no dia que não vira história
na terça-feira que não tem nada de especial.

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