"Harry estressou seu marido a ponto dele perder o controle e o foder duramente contra o sofá da sala"
Tags: dirtytalk/ humilhação / Harry putinha / Louis sem controle /Louis advogado e Harry universitário
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Harry estava estressado o suficiente para mandar pra casa do caralho quem zombasse de suas olheiras fundas ou de suas unhas roídas. Era fim de semestre da faculdade, ninguém entendia seu estado além de seu marido.
Acontece que naquele dia, Louis estava em seu limite sobre aguentar os surtos de Harry. Foi o dia inteiro vendo o cacheado reclamar sobre desde a forma como saía a água do chuveiro até sobre a forma como o marido respirava em sua poltrona. Tomlinson tentou a todo custo entender tudo aquilo e agora sentia que se Styles o tratasse mal ou reclamasse sobre qualquer outra coisa boba, iria esquecer como era sem bom para seu garoto.
Escutou passos pesados vindo da cozinha,virando seu corpo levemente para olhar em direção ao barulho, via Harry segurar seu notebook e agenda com uma carranca no rosto. Louis sabia o que viria a seguir, tinha visto aquilo copiosamente no decorrer dos dias.
"Quer saber de uma coisa, William?" a voz irritada começou enquanto ele colocava as coisas que tinha na mão com brutalidade na estante próxima a escada "Eu tô pouco me fodendo se você não pode fazer a porra da única coisa que eu te pedi"
Louis esfregou a testa, arrumando sua postura para poder encarar Harry em seguida. Podia ver todos os músculos tensos no rapaz. Sua pele branca estava coberta apenas por um short que não escondia nem metade das suas coxas. O torso rabiscado por algumas tatuagens dando um bom contraste que Tomlinson sempre gostava de admirar. Era uma boa visão, e seria melhor se Styles não tivesse tão irritado.
Limpou a garganta, pousando as mãos no apoio da poltrona enquanto encarava Harry e pensava nas inúmeras coisas que poderia fazer com ele até que sua irritação fosse embora.
"Harry." O advogado alertou, sua voz saindo grave o suficiente para que Harry prendesse as esmeraldas verdes em si "Pela última vez, eu não vou processar ninguém da sua faculdade. Pelo amor de deus."
"Claro que não vai. Você não faz absolutamente nada do que eu peço, Louis. Não importa o que seja, não importa o qual gentil eu peça." Louis riu baixo ao escutar a palavra gentil. Afinal, era tudo que Styles não estava sendo "Oh isso é engraçado pra você? É divertido, Louis? Hm?"
"Cala a boca." Grunhiu sem paciência, se levantando dali enquanto dava passos firmes até o marido que agora estava em alerta "Apenas cale a porra da boca, Styles."
Suas mãos apertaram forte a cintura gordinha do cacheado, sabendo que aquilo estava machucando. Louis não tinha mais controle sobre seu corpo. Harry ofegou assustado, olhando para o marido tentando entender o que ele estava fazendo, vendo a íris que antes azul, agora assumia um tom muito mais escuro. Queria dizer que aquele aperto o machucava, mas quando abriu a boca, tudo que saiu foi um gemido baixo ao sentir suas costas na parede gelada.
"Eu aguentei tudo isso durante o dia inteiro. Eu aguentei você me xingar, aguentei você reclamar da porra da minha comida que fiz com todo cuidado pra você, eu aguentei tudo. Mas agora já pra você, eu aguentei tudo. Mas agora já chega, Harry." O advogado falou lento, sua testa encostada na do cacheado enquanto suas mãos firmes o prendiam ali. Era impossível de sair. "Mas sabe, isso é culpa minha. Eu deixei você achar que podia me tratar dessa forma, deixei você ser a porra de um garoto mimado e birrento, deixei você fazer o que quisesse comigo durante todo esse tempo, e agora eu vou corrigir isso. Estou nervoso, Styles, consegue sentir? Mas eu vou te mostrar como eu vou aliviar tudo isso, quem sabe você aprende. Vou te mostrar quem é que manda nessa porra."
"Louis." Saiu como uma súplica pelos lábios pecaminosos de Harry e um sorriso malicioso surgiu no rosto de Tomlinson
"Cala a boca. Eu não quero escutar nada vindo de você a não ser que sejam gemidos ou me pedindo pra parar. Você entendeu? Se me pedir pra parar eu vou, no mesmo momento, e então eu vou arrumar minha bolsa e vou dormir em um hotel até que eu não tenha mais raiva ou que você me peça desculpas por ter sido tão irritante."
Louis finalmente soltou uma mão da cintura macia e levou até o rosto do cacheado, fazendo-o virar para o lado até que seu pescoço estivesse a mostra. Aproximou sua boca da orelha dele, respirando fundo ali e soltando um grunhido quando juntou seu quadril, querendo que Harry sentisse que ele já estava excitado. Desceu os lábios finos para o pescoço cheiroso, inalando ali antes de morder já próximo ao ombro, arrancando um gritinho surpreso do marido encurralado
"O que você tem a me dizer agora?Estou te dando uma chance."
Styles sabia que podia dizer pra Louis que não queria aquilo. Mas ele queria. Ele queria muito que Tomlinson fodesse toda sua irritação pra fora e usasse seu corpo como se fosse a porra de um boneco. Queria sentir sua bunda arder quando sentasse em qualquer lugar, queria tantas coisas que não lhe restava mais nada além de morder os lábios antes de responder
"Eu quero isso, Louis. Eu quero que você me foda até que eu chore por não aguentar mais o seu pau ir tão fundo em mim." Começou a dizer com uma pitada de adrenalina que corria em seu corpo "Me use como se eu fosse sua puta particular e me ensine a não desrespeitar mais você. Acho que eu realmente mereço ser tratado dessa forma."
Talvez fosse irônico o fato do Harry estar corando depois de dizer tantas palavras sujas, mas ele sempre adorou aquilo. Era algo novo entre os dois, e estar acontecendo naquele momento e daquela forma, fazia o pau de Harry vazar e manchar seu short curto.
Louis precisou umidecer os lábios ao dar um passo pra trás, capturando os olhos confusos de Harry. O cacheado pensava que havia falado alguma coisa de errado, Louis sabia daquilo, mas não se importou.
"Se ajoelha e me chupa. Você não vai tirar seu short, não vai se tocar, e nem falar nada porque eu vou foder a sua boca e fazer você engolir tudo quando eu gozar." Ordenou com a voz firme, não vacilando o olhar para o de Styles enquanto o via se ajoelhar um pouco desajeitado.
Harry tinha a respiração pesada quando tirou o short do marido, seus dedinhos nervosos jogando o pano para longe enquanto encarava o pau grosso e duro e que em poucos segundos estaria em sua boca. Aquilo o fazia salivar desesperadamente.
Levou o olhar para Louis quando esse segurou seu queixo e empurrou dois dedos para sua boca quente. Sorriu presunçoso quando viu a quantidade de saliva que tinha ali. Styles passava a chupar os dedos do marido.
"Veja só você, chupando meus dedos com tanta vontade, hm? Você adora ter sua boca ocupada dessa forma, não é Hazz?" Louis falou repleto de luxúria, tirando os dedos da boca do marido para levar a glande no lugar "Abre bem pra mim e me deixe foder sua garganta. Eu vou te deixar dolorido em toda parte pra você não aguentar falar mais nada durante o resto do dia."
Tomlinson não esperou que Harry se acostumasse com a invasão em sua boca, não estava preocupado em ser cuidadoso. Segurava os cachos em um punho, guiando a cabeça do marido até que seu nariz batesse no final de sua barriga, e o firmou ali durante uns segundos antes de se afastar para que Harry voltasse a respirar. Seu rosto agora completamente vermelho e com lágrimas ao redor dos olhos, olhando para Louis como um completo submisso ao que um fio de saliva ligava sua boca até a glande inchada.
Isso fez com que Tomlinson voltasse a foder a boca do seu marido com determinação, não dando descanso nem um minuto se quer, sentindo a glande bater diversas vezes na garganta do mais novo. Apertava seus olhos com força, jogando sua cabeça pra trás enquanto sentia o prazer invadir seu corpo com cada vez mais força. Gemia alto preenchendo todos os cômodos da casa ao mesmo tempo que os gemidos de Styles eram abafados todas as vezes.
Sem aviso prévio, gozou na língua macia do cacheado, vendo-o se esforçar para engolir tudo aquilo e não decepcionar mais o marido.
"Você me engoliu tão bem, porra." Levantou Harry em seguida, passando os dedos nos lábios vermelhos e lubrificados de esperma. "Curve-se no braço do sofá, deixa a sua bunda empinada pra mim e abaixe o seu short só na parte de trás." Pediu mais uma vez, vendo Styles demorar um pouco para cumprir o que foi pedido "Uma verdadeira vadia. Aposto que seu cuzinho ta piscando pra mim, não é? Vamos ver quantos dedos você aguenta antes do meu pau."
Murmurou enquanto escutava os gemidos sôfregos de Harry contra o estofado, apenas com as nádegas de fora. Sabia que ele estava necessitado, que precisava se aliviar mas não faria até que fosse autorizado. Louis se aproximou da bunda redonda e livre de marcas, e bateu ali com força, escutando o barulho ecoar na casa e o gemido de Harry vir logo em seguida, tentando se encolher no sofá, mas foi impedido por mãos firmes
"Não mandei você se mexer. Empina essa bunda gostosa pra mim de novo"
Styles sentia seu corpo se arrepiar, sua bunda ardia e queimava tanto que tinha certeza que a marca da mão de Louis não iria desaparecer tão cedo. Ele estava amando aquilo.
As mãos ásperas de Tomlinson abriram as nádegas de Harry, tendo agora total visão do cuzinho que piscava em busca de contato. Louis soprou ali, apertando a carne macia ao redor antes de lamber toda a área. O músculo rígido passando a ficar repleto de saliva rapidamente ao que Louis esfregava sua língua, arrancando suspiros gostosos de Styles. Sentia seu próprio membro voltar a endurecer apenas com aquilo.
Estava tudo muito quente.
"Louis, porra. Seus dedos. Por favor. Enfia seus dedos em mim, mete em mim assim, por favor. Me fode assim, eu sou todo seu, sou sua putinha. Só fode o meu cuzinho bem gostoso, Lou, vai bem fundo. Eu tô implorando, por favor"
E lá estava o Harry desesperado e manhoso. Nada a ver com o Harry ranzinza que xingava tudo e todos ao seu redor. Agora tinha apenas o Harry que rebolava descaradamente no rosto do seu homem, implorando para ser fodido.
Louis quase não teve tempo pra processar as palavras que seu marido usou, pois sentia uma onda elétrica percorrer por todo o seu corpo. Harry sempre o excitava daquela forma, e ele sempre achava que não aguentaria e acabaria destruindo o corpo frágil do seu garoto.
Acontece que agora os dois queriam aquilo e Tomlinson não se importava em fazer.
Cuspiu em duas digitais, e sem cerimônias levou elas para a entradinha necessitada de Harry, esfregando ali antes de penetrar e sentir o músculo tentar expulsa-lo.
Aquilo o enlouquecia. Desferiu mais um tapa na bunda leitosa e moveu os dedos apenas uma vez antes de suspirar e olhar para a carne vermelha graças ao seu tapa
"É isso que minha putinha quer? Meus dedos te abrindo tão bem antes de eu foder seu buraquinho com meu pau? Você tá me apertando tão bem, Harry. Eu já te fodi tanto e você continua tão apertado pra mim... Mas eu sei o quanto esse cuzinho é guloso, e não importa o quanto você se aperte, você aguenta tudo que eu te dou"
Louis permaneceu com os dedos parados enquanto falava, não fazendo questão alguma de dar ao cacheado o que ele queria, e assim que terminou de dizer viu seu marido começar a rebolar contra seus dedos de forma manhosa, procurando por algum tipo de alívio.
Os movimentos de Harry se tornavam desesperados a medida que ele percebia que Louis não estava mexendo os dedos, e ele queria chorar sobre aquilo, mas não faria ainda. Buscava seu próprio prazer nos dedos grossos do marido, com um pouco de dificuldade considerando a posição em que estava. Sabia que era tudo proposital, e merecia que fosse assim. Se Louis curvasse um pouquinho os dedos, encontraria o ponto doce de Styles. Tomlinson forçou mais um dedo para dentro do mais novo, vendo-o abafar o gemido em uma almofada. Esperou dessa vez por alguns segundos até que Harry voltasse a se mover contra os três dedos, para então o fazer parar, segurando sua cintura contra o braço do sofá.
"Lou-" um gemido de protesto foi cortado da garganta de Harry quando Louis passou a mover os dedos rapidamente na sua entrada apertada "Oh, porra! Isso!"
Louis olhava para a bunda vermelha de Harry, e na forma como seus dedos sumiam no buraquinho do marido. Estava em êxtase e nem mesmo tinha o fodido da forma que queria. Seu nome era chamado como um mantra naquela casa, e agradeceu aos céus por agora ser por uma coisa boa. Fodidamente boa. Seu pau já estava totalmente duro novamente, pingando contra o piso da sala.
"Mais! Louis, aí! Fode mais!" Harry gritou ao ter seu ponto atingido finalmente, desejando que seu marido continuasse com aquilo, mas claro que logo se sentiu vazio de novo
"Você é uma vadia escandalosa." Louis apertou a nádega vermelha do cacheado, ouvindo-o gemer dolorido "Quer que todos os vizinhos escutem você? Que eles saibam que você é uma puta insaciável, Harry? Eu aposto que você gostaria que seu amiguinho Ashton soubesse o quanto você gosta de ter qualquer coisa enfiada nesse seu cuzinho." O advogado bateu agora nas coxas roliças do marido, não escondendo seu ciúmes enquanto falava o nome do vizinho com quem viu Harry conversando dias atrás "Ele te olhava com tanto desejo, Hazz. Tudo isso porque você tava com a porra de uma camiseta transparente, mostrando esses peitos gostosos pra quem quer que olhasse. Aposto que ele adoraria gozar neles."
Louis falava enquanto intercalava tapas precisos entre a bunda e a coxa de Styles. Vendo a pele começar a ficar irritada e vermelha rapidamente
"Mas você gosta não é? Você gosta que as pessoas te olhem assim, porque você é a porra de um narcisista. Você gosta de receber esse tipo de atenção. Aposto que adoraria mesmo que ele escutasse como você geme quando tá dando essa bunda gostosa, só pra ele bater uma pensando em você."
Harry estava uma bagunça de gemidos, seus cabelos todo desgrenhado enquanto ele se esfregava com força no sofá tentando fugir dos tapas do marido e também tentando se aliviar. Sua glande vazava tanto que chegava a ser dolorido.
"Então não se segure, querido. Geme bem alto e bem gostoso. Mas geme o meu nome, geme pra ele saber que eu sou o único que pode te comer desse jeitinho"
"Louis... Ta doendo" choramingou baixinho, mas empinou mais a bunda em direção ao advogado
Tomlinson punhetou seu membro, lubrificando todo seu comprimento com o próprio pre gozo, escutando o barulho molhado que aquilo fazia. Se aproximou da bunda quente de Styles, e guiou a glande gordinha até a entrada judiada ali, derramando mais pre gozo no músculo enquanto ouvia Harry suplicar para que ele fizesse algo.
Forçou a glande, que logo foi engolida o fazendo gemer com a sensação, e então empurrou o resto. Harry o apertava tanto que doía. O marido sempre teve dificuldades para se acostumar com aquilo.
Respirou fundo tentando fazer com que o controle voltasse pro seu corpo, mas não deu muito certo quando Styles deu uma única rebolada.
Louis começou a estocar impiedosamente no cuzinho do cacheado, seu quadril batendo com força na bunda vermelha conforme seus movimentos eram precisos.
"Você me faz perder o controle, Harry." Avisou sem parar de meter dentro do marido "Me deixou tão nervoso hoje, reclamando por qualquer porra, que eu só queria meter meu caralho em você até você cansar"
"Isso, Louis! Tão bom, você tá indo tão forte. Fode sua putinha, Lou." Harry gemia realmente alto, forçando a bunda pra trás querendo mais atrito "Desconta em mim. Me fode até não aguentar, eu sou seu. Apenas seu. Prometo ser bom pra você"
"Oh, você já é bom pra mim. Gemendo meu nome como se eu fosse a porra de um deus." Falou entre gemidos, se apoiando em Styles para ir mais fundo
"Minha putinha escandalosa. Não me canso de comer você nunca."
As estocadas eram violentas, Louis ia com força contra a bunda de Harry, cada vez mais certeiro em sua próstata só porque sabia que o cacheado não demoraria muito para gozar, e queria vê-lo desesperado. Se afundava cada vez mais no buraco quente e apertado, e a cada estocada era como se toda a irritação que ambos tinham acumulado ao decorrer do dia, fosse embora.
Louis tirou seu pau da entrada vermelha, apenas pra poder empurrar de volta, e repetir assim mais algumas vezes enquanto escutava os gemidos manhosos de Styles pedindo por mais
"Lou. Eu vou gozar... Oh!" Harry apertou as coxas quando seu marido entrou acertando sua próstata, e ficou massageando ela com a glande. Seu rosto estava completamente suado, suas pernas começando a formigar enquanto seu ventre se revirava "Eu posso? Eu posso gozar?"
"Primeiro eu, porra" grunhiu voltando a meter em Harry, acertando mais um tapa na bunda do cacheado. Estava sendo egoísta, mas queria levar seu garoto até o limite, e assim faria "Que putinha burra. Onde já se viu querer gozar antes? Não aprendeu nada até agora? Primeiro eu uso você e depois quando eu estiver satisfeito, esporrando dentro desse buraco apertado, aí sim você goza."
Louis sabia exatamente o que estava fazendo, sabia o quanto aquilo excitava seu Harry. E não demorou para que os gemidos se tornassem mais necessitados e vários "por favor, Lou" "eu prometo ser bom", "eu sou sua putinha" saíram da boca de Styles.
Sentiu sua porra vazar dentro do cuzinho do marido, gemendo alto sobre como Harry era gostoso e como amava gozar dentro dele, sentindo-o se apertar desesperado ao seu redor.
"Agora eu vou ficar parado aqui" falou com sua glande encostada onde sabia que era o ponto G do marido "E você vai gozar pra mim e sujar esse seu short com sua porra. Eu te usei como apenas um buraco pra me aliviar, Harry. Nem o seu short eu fiz questão de abaixar inteiro, eu nem te toquei além do seu cuzinho, porque ele era a única coisa que eu precisava. Um depósito de esperma. Minha putinha."
Bastou essas palavras para que Harry viesse forte, se apertando mais ainda no pau de Louis enquanto gritava seu nome.
Tomlinson por sua vez estava determinado a fazer o marido chorar, já que saiu de dentro de Harry e voltou a estocar dois dedos na bunda judiada, fazendo Styles se desesperar com aquilo, tentando fugir ao toque. A mão firme de Louis o mantinha preso no sofá, não deixando ir para longe enquanto sua outra mão se movia rapidamente dentro do cuzinho de Styles, seus olhos presos ali como se estivesse hipnotizado.
"Louis!" Harry agora chorava a ponto de molhar todo seu rosto, completamente sensível como sempre ficava "Louis, amor. Louis!"
"O que foi, Harry? Você quer me dizer algo?" Louis perguntou curvando seus dedos dentro do marido "Por que está chorando, princesa? Você sabe exatamente o que falar pra me fazer parar"
E Harry realmente sabia. Ele só estava uma bagunça, precisava organizar seus pensamentos mas era difícil quando seu ponto era acertado incansavelmente depois de ter gozado tão forte. Estava sendo levado para além do limite que conhecia. Seu corpo tremia conforme o choro, não sabia se era apenas de prazer, alívio ou dor.
"Me desculpa, Lou. Me desculpa eu não vou mais descontar nada em você. Eu aprendi. Eu sinto muito. Por favor pare, eu não aguento mais. Chega, Lou. Chega amor."
Implorou e no mesmo momento Louis se afastou, depositando um beijo nas costas do marido
"Muito bem, querido. Estou orgulhoso de você" Sua voz agora era doce, Harry não entendia como ele conseguia mudar tão rápido assim. Se aproximou do corpo do cacheado e o pegou no colo com cuidado, como se ele fosse feito de cristal, começando a andar em direção a suíte do casal "Está tudo bem, hm? Você é incrível, Hazz. Eu te amo muito."
O advogado sussurrava próximo ao ouvido do cacheado. Era sempre assim, não importa quão duro Louis fosse no sexo, quando acabava ele se transformava em um homem doce, cuidando do seu garoto. Deitou Harry com cuidado na cama, depositando beijos nas bochechas molhadas quando ele tentava parar de chorar. Tomlinson o olhava realmente preocupado
"Eu estou chorando porque não tô mais irritado." Harry se explicou rapidamente, assim que percebeu aquilo "Você me relaxou tanto que eu não consigo parar de chorar, seu bobo"
"Ah eu sou bobo é? Voltamos para os xingamentos então?" Louis brincou, se deitando ao lado de Harry, trazendo sua cabeça para deitar no seu peito, enquanto aninhava-o "Está tudo bem você chorar então, meu bem. Fico feliz que te ajudei de alguma forma. E agora você já sabe, quando quiser descontar sua raiva em mim, desconte uma forma que faça os dois gozar"
Styles riu contra o peito do mais velho, depositando um beijo ali, não conseguindo falar nada por alguns segundos por estar soluçando devido ao choro. Apesar de tudo, era um silêncio confortável em que os dois buscavam normalizar suas respirações
"Ei, Lou?" chamou baixinho e manhoso quando ja estava mais calmo, quase se entregando ao sono. O marido apenas murmurou para que ele continuasse "Semana que vem é minha semana de provas da faculdade. É melhor que você esteja preparado pra fazer tudo isso de novo"
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" Harry sempre foi considerado hétero por onde passava e bem ele bem que podia experimentar algo novo além de mulheres, só não sabia que ficaria tão viciado no pau de tomlinson"
oneshot larry- straight but I would fall on your dick.
Só alguns avisos.
Me inspirei numa postagem do quadro da @lwtbaby.
Nesse smut o Harry é gordinho( gordo, saliente ou o que preferir chamar) tive a ideia vendo no mural da @hsputinha, agradeço pela ideia compartilhada.
Ele também tem estrias, gorduras espalhadas pelo corpo e não ele não tem insegurança com isso. Sei que muitos tem insegurança com seu corpo, mas aqui não quis tratar sobre isso por não ser meu lugar de fala.
-- você sabe que eu não sou gay, okay ? - disse gemendo pela pegada de tomlinson em seu quadril, as mãos o apertando tão bem e descendo até sua bunda a mergulhando em seus digitos. Ofegou com aquilo e se concentrou na queimação em seu ventre.
Beijos descendo para seu pescoço, o músculo quente fazendo com que sua respiração encurtasse conforme o corpo de Louis o prensava na parede.
Seus olhos fechados curtindo e deixando seu corpo a mercê e disposição de Louis.
- se você está dizendo - gargalhou no cangote de Harry, a garganta do mesmo subindo e descendo. Sentia se desmoronar com tão pouco, cada pelo de seu corpo arrepiava- se a cada toque bruto de tommo.
Odiava como todo seu ser inteirinho reagia a tomlinson, mas convenhamos um boquete não o faria menos hétero. Ele já havia transado com tantas mulheres, todas amavam como ele era desinibido na cama porém todavia o mesmo queria experimentar coisas novas e o tédio durante os atos sexuais contribuam muito para aquilo e o afetava, tadinho !
Estava cansado de sempre contribuir dando prazer para elas e nunca receber uma chupada em troca. Algumas a qual tinham saído tinham nojo até pelo os pelos em sua virilha então tratou- se depilar, não queria uma foda negada.
E bem foda-se agora a boca de tomlinson o dava prazer de uma forma desconfortável, seu pau pulsava naquela lingua tão abençoada. Queria tanto mais daquilo, porém sabia que era hétero e bom héteros que se prezam não ficam com homens, talvez só um boquete não mais que isso.
Tomlinson estava tão disposto a proporcionar aquilo, sua mão pressionou firme em seu quadril repleto de gordura, e ele suspirou por que aquilo era tão gostoso. As mulheres nunca faziam aquilo com ele, no mínimo uma segurada de leve enquanto gozava, mesmo assim não queria comparar Louis com suas fodas nada atrativas.
Tomlinson era uma exceção a seu corpo hétero e um pouco gordo. Ele tinha largado a academia a pouco tempo e bom comer milhares de bolos, refrigerantes não o faziam bem e ele sabia. Mas o desejo era maior, ousava até dizer que poderia estar grávido mas era um homem cis que não detinha dessa proeza, pelo menos era o que sabia.
Seus pensamentos voaram longe quando os dentes rasparam de leve em sua glande, e invés de o machucar como pensaria aquilo o fez gemer baixinho. A dor efetuava algo dentro de si desconhecido.
- oh sim... você me chupa tão bem - revirou seus olhos com as pálpebras fechadas, seu estômago revirava a procura de seu clímax e o mesmo estava muito perto e ao menos tomlinson tinha colocado seu falo por inteiro em sua boca.
Um ploc foi ouvido e seu gritar também após o castanho encaminhar sua boca até as bolas cheias de styles, as chupando e as lambuzando com sua saliva. Sua barba fazendo questão de encostar na virilha depilada de harry.
- merda, isso é tão bom - suava e nem ao menos tinha transado porém sua pele erradiava tesão em cada poro.
Nunca, tinha recebido um boquete tão bom como aquele.
Tomlinson começou a brincar com seu períneo e foi a gota d' água, nesse exato momento ele gelou. Uma sensação exorbitante e diferente mergulhou em seu ventre, chiou quando tomlinson cuspiu em sua entrada, introduzindo um dedo enquanto ainda babava em suas bolas, a mão livre apertando sua base tão fodidamente bom.
Aquele homem não existia!
- Louis... Louis... Louis... você é tão bom pra mim -
- obrigado, agradar um hétero não é tão fácil as vezes - brincou com um sorriso de tirar um fôlego.
Ele era um cafajeste, todos ali na universidade sabiam de sua sexualidade e ele ao menos se importava com a opinião dos outros, enquanto determinadas pessoas que não tinham o que fazer o chamavam de bixinha ou outros nomes perjorativos, ele acabava sempre chupando um ou outro homem em cada lugar daquela escola, ele era tão experiente e Harry um iniciante prestes a adentrar em um dos seus melhores orgasmos.
O chocar de calor da boca de tomlinson conforme ele soprava sua glande era tão delicioso e ele chupava vagarosamente a cabecinha rosa e molhada, se deliciando com o sabor apetitoso e salgado de Harry, bom se suas pernas estavam trêmulas ele não diria a ninguém.
- cala a boca e me chupa - agarrou os fios lisos e desorganizados o fazendo mirar em seu estado acabado em menos de cinco minutos.
- ah Harry - ele deu aquele sorriso de lado faceiro que quase fez styles se desmontar ali mesmo. - pra que tanta pressa ? Temos o dia inteiro - movimentou seu dedo dentro de styles, massageando seu ponto g.
- oh -- foi a única coisa que ele conseguiu emitir, um tremor intenso e tão bom propagando e se espalhando em cada centímetro de sua epiderme.
As ondas de um orgasmo avassalador ameaçando abalar seu íntimo.
Ele nunca havia sentido tamanho prazer, seus dedinhos do pé se curvaram no chão frio a cada impulsionar dos dígitos certeiros de Louis e foi impossível não gozar com aquela nova sensação e Louis o abrindo com seus dedos tatuados.
- você gosta dos meus dedos ? Está sentindo o quanto eu consigo te alargar Harry? Você é tão fodidamente apertado e tão quente - fez movimentos de tesoura, o alargando devagar a cada gemido baixinho emitido de styles.
O tupor e o clímax haviam atingindo em cheio styles depois daquilo. Suas pernas longas e moles ameaçavam a cair e foi difícil não virar gelatina quando tomlinson o segurou firme pela cintura, apertando o quadril largo e repleto de gordurinhas.
- Lou - suspirou quando o mesmo o levantou somente com um braço.
O levando até o quarto a qual dividiam juntos, o ajudando a retirar o resto da calça jeans apertadíssima em si, junto com a camisa já destruída por Louis.
Sentiu a maciez dos lençóis em sua pele nua e suada, respirou fundo localizando o cheiro forte e suave de Louis ali naquela cama. Tremeu quando o azulado pressionou sua glande sensível com aquelas mãos tão maravilhosas.
Tomlinson passou a língua sobre algumas gorduras localizadas em suas coxas fartas, o mordendo em determinadas áreas que o faziam revirar os olhos de tão bom.
Por que ele nunca havia aproveitado a sensação disso ? O mesmo se autofragelava por aquilo.
Seu pau agora flacido era segurado pelo punho adornado por uma tatuagem de corda, aquilo era tão sexy em sua opinião e bom se fez seu membro pulsar com aquilo ele não diria a ninguém.
- mais mais.... - balançou sua cabeca entre os lençóis.
Alguns cachos pequenos estavam em sua testa, ele havia cortado seu cabelo semana passada porém eles cresciam tão rápido e ele odiava quando isso acontecia pois sempre o confundiam com uma mulher quando detinha de seu cabelo longo.
Bufou quando aqueles toques tão afáveis e corretos em sua visão foram retirados de si tao repentinamente. Seu tronco foi virado de bruços e um estralar em sua bunda o pegou desprevenido, a área tocada latejava após o ato e ele fez questão de empinar a bunda para mais, um cachorrinho sedento por seu dono.
- você é tão gostoso styles, o tanto que eu queria te comer aqui mesmo - revelou- bom se você é realmente hétero não deveria se quer estar aqui... não gosto de pressionar as pessoas mas você tem certeza que quer isso mesmo ? Amanhã não irá voltar a ser um hétero top e fingir que não transei consigo ? Eu não irei te tirar do armário ou algo do tipo mas peço que não me trate mal depois do que fizermos aqui.
Styles estava em choque e muito excitado. Sua fenda expelia muito pré-gozo e harry não queria pensar em rótulos, sexualidade e ademais. Ele só desejava que algo expelisse todo o tesão que sentia para fora de seu corpo.
Ebulição é o ato ou efeito de ferver e harry sabia que em linguagem científica ele não poderia entrar em ebulição mas a quentura em seu corpo só aumentava, nada diminuía e algo dentro de si abria e fechava desesperadamente.
Enfim o esverdeado queria saber a sensação de ter algo dentro de si. As mulheres com qual ficavam não gostavam muito daquilo, as mesmas sempre o diziam que as preliminares eram seu foco e bom era diferente em seu caso por que ele é um homem e não uma mulher, só teria como saber na prática.
- eu nao quero me importar com rótulos agora, não importa se sou hétero - se aproximou de tomlinson, traçando uma linha imaginaria até o abdômen ainda vestido, colocando a mão embaixo da roupa sentindo os pelos, achando gostoso o atrito com seus dígitos - eu só quero algo dentro de mim, nunca tinha me sentindo assim antes e esse desejo de ser tocado por suas mãos e ser aberto pelo seu pau - susurrou confuso com suas emoções, agarrou o falo do azulado por que gemeu insano, ansioso pra estar dentro do cacheado. - você é tão grande - arreganhou os olhos surpreso com o comprimento macio e quente em sua pele e muito ressentido se aquilo caberia em si.
- eu tenho lubrificante na gaveta e bom eu posso facilitar te chupando - coçou a barba, ainda com medo de styles se arrepender.
- não sei se um boquete me ajudaria com isso mas eu não tenho nada contra isso - piscou.
- eu não disse que seria um boquete - agarrou o maxilar firme do maior, o fazendo olhar para si.
- então me diga o que faria - o desafiou, nada preparado para o que viria.
- eu iniciaria beijando lentamente as suas estrias presentes em suas coxas até o seu bumbum... - a respiração de ambos se tornou curta após a confissão - contornaria seu cuzinho com a minha língua... você gosta disso harry ? - a voz rouca enviava choques elétricos até seu pau - Imagina você de bruços clamando por meu nome, enquanto beijo sua bunda gorda, ela é tão gostosa, você não imagina o quanto suas estrias são convidativas para a minha boca - o hálito quente batendo em seu rosto chocado e bastante acalorado com tantas revelações.
Seu coração palpitava dentro de si e sua imaginação era tão eficaz que ofegou ao se imaginar-se ali naquele estado a qual louis o aliciava, ofegou com os olhos fechados roçando sua bochecha na barba rala de louis.
- eu quero tanto isso, lou... me faça seu .....- implorou baixo, com vergonha de querer tanto o que o menor havia dito.
Logo em alguns segundos arqueou-se quando tommo o beijou, segurou em seu queixo afundando nos lençóis assim como a língua de louis que o segurava tao bem em sua nuca, o puxando a cada encaixar da língua.
Os membros se juntando e gemidos sendo cortados com o beijo, o gosto de sua porra fazia o beijo ficar tão gostoso, a cada sorriso cafajeste durante o intervalo dos beijinhos um abalo rítmico e intenso pinicava em seu coração e em seu membro já ereto.
- você é tão lindo, Harry - parou o beijo e o olhou, a feição enrubescida e tão quente em seu ver.
Os bicos de seus mamilos estavam eriçados e tomlinson sabia que iria desfrutar de todo aquele corpo para si. Depositou um beijo na areola vermelha e sensível, aproveitando styles estremecer embaixo de si.
Apertando as coxas repletas de ondinhas e relevos tão bons para si.
- tão gostoso... - suspirou, segurando a nuca de Louis o guiando até sua cintura, uma mordida gostosa foi depositada ali.
- sim, você é gostoso harry tão gostoso... da vontade de te apertar, morder e levar pra casa - brincou, notando styles sorrir e as covinhas rasgando sua face assim como a boca de louis que deslizou por cima da mordidinha de amor já feita e a lambeu, como um gatinho.
- Lou--- brandou entorpecido a cada toque direcionado a si.
- shiuuu, silêncio baby... Não queremos ser expulsos ok? - mordeu a coxa interna perto de seu falo, a vermelhidão apossando o local que latejava de dor.
Mas tudo o proporcionava um prazer imenso e disseminava em cada parte de si, o envolvendo tão magníficamente bem.
- continua - puxou os fios de louis e o levou até sua glande, a qual louis deslizou com seu músculo molhado.
Seu orgasmo ameaçava a chegar a qualquer momento, até la as bolas explodiram e seu corpo entraria em combustão ou até mesmo ebulição como já citado.
Tudo ali o deixava sedento, buscando tudo que poderia ter essa noite.
- - ah .... hm... m- me beija por favor, beije todo meu corpo -
Não sabia como havia tirado tamanha coragem para aquilo porém era de mais para si ser tratado com tanto desejo e empenho.
Era diferente para styles, pois apesar de se amar do jeitinho que era e não se importar em estar agradando as pessoas e por estar acima do peso o mesmo sabia que nada se comparava a alguém o tratando igualmente e não se importando com aquilo.
Além de que Louis tinha uma divina aptidão para o tocar tão bem: tanto em seu âmago como em seu íntimo.
Tomlinson não o respondeu, não tinha como responder aquilo com palavras. Atingiu sofregamente no buraco virgem do cacheado, a língua rodeando desde do períneo, bolas e bem a entrada gulosa em sua opinião.
Aquele toque era lascivo, acolhedor e receptivo. O queixo barbado e repleto de baba por conta da saliva acumulada ali o acariciando tão bem.
A aderência do músculo gelado e frio com a abertura de styles era tanta que o mesmo não suportou um minuto completo e gozou resquícios de sêmen no cabelo de louis e em seu abdômen.
- Meu, que sensação maravilhosa você deixou na minha bunda - sofregou abrindo os olhos se sentindo tonto com tanto prazer para administrar.
- Eu mal comecei amor - assoprou encima do períneo, se curvando até a gaveta alcançando o lubrificante, logo despejando no buraco de styles e em seu falo comprido.
Harry congelou com o líquido viscoso em contato com sua pele, abrindo os olhos quando a glande pressionava o seu cuzinho.
- oh não cara, eu acho.... Melhor - se encolheu com medo de doer, bom ele queria aquilo mas o receio o amendontrava -
Seus olhos focaram em louis bravo por terem parado.
- Eu sabia, que você iria se arrepender. Só nao pensei que fosse tão rápido - se levantou, mas ao invés de se vestir, arrancou a camisa que ainda restava em seu corpo, perdendo styles secando seu peitoral magro e com divinos pelos ali.
- Não, nao é isso é que eu não sei se isso...caberia dentro de mim - apontou para o membro ereto em sua cara, as veias pulsativas ao redor do comprimento e a fenda avermelhada expelindo sêmen, aquilo deu água na boca em si.
- Bom, eu já te abri com os dedos... te chupei... pelo o que me disseram só dói no começo e com o tempo você se acostuma - explicou.
- Ok, mas ... tem como me preparar melhor para você ? - baixou o olhar com medo de receber repreensiva do mais velho.
- então ..- se aproximou do outro, segurando sua mão gelada e trêmula - você pode se tocar, e o usual seria usar um dildo mas eu não tenho isso aqui, pois nunca precisei.
- Você nunca ? - suas bolotas verdes pularam de seus olhos.
- não nunca, mas você precisa tentar Harry, se não quiser podemos só ficar aqui assistindo um filme, eu tô louco faz um tempo pra assistir homem- aranha - aquilo arrancou um riso de styles.
- Mas eu quero, você promete que vai entrar devagar no começo ? - indaga curioso.
- Posso começar mordendo sua bunda... - brincou, um sorriso malicioso pintando em seus lábios.
- Eu adoraria, não pare de me tocar nunca pois está me deixando mal acostumado - pressionou sua mão no ombro de louis.
- ok baby, agora vire de bruços - mandou.
- mandão - ironizou.
Em alguns minutos styles fez o que tomlinson mandou e sentiu-se desfalecer com aquelas mãos. Louis não perdeu tempo e começou a aliciar cada parte de seu corpo novamente, começando pelo seu traseiro, segurando firmemente a carne para depois morde-la.
- oh, meu Deus -
- abre as pernas - inconscientemente styles fez o que foi pedido.
Abriu a boca e um grito esvaiu de si quando louis derramou lubrificante em todos os mínimos lugares feridos por aqueles dentes. O frescor e o líquido gelado ali instalado descia vagarosamente até o meio de suas nádegas, tomlinson o invadiu novamente com a língua e junto pressionou seu indicador devagar.
- Silêncio baby, papai não gosta que façam barulho - afundou o dedo até o ponto mágico de styles ser atingido.
Intensificando ainda mais o que ele queria e tinha imensa certeza.
Harry queria ser fodido por aquele homem, devagar ou não ele precisava disso.
- mais.... Mais.... eu preciso de seu pau .... por favor papai-
Repetiu o apelido causando uma enorme onda de tesão em Louis, que em minutos encaixou sua glande inchada na abertura rosada e tão lambuzada, vendo a abrir a cada comprimento ultrapassado.
- porra Harry você é muito quente, apertado pra caralho... - introduziu até o meio e parou ao ver a face franzida de styles.
- continua, eu aguento tudo vindo de você tommo -
Bem, depois daquilo foi impossível não o penetrar com força. Aquele pedacinho de hetero não sabia com quem estava mexendo.
Movimentou-se flexívelmente e forte, massageando suavemente a próstata de styles.
Harry não sabia explicar o que aquilo lhe causava, mas já sabia dizer que ficaria viciado naquele pau glorioso.
As veias sobressalentes contornavam seu cuzinho aberto, e a cada entrar e sair de louis ele gemia ou melhor urrava como um lobo no cio.
- mais forte ..... mete mais Louis -
Foi impossível para Louis, não gargalhar daquilo pois o hétero a qual todos desejavam estava sedento pelo seu pau.
- imaginem se todos soubessem que o hétero mais cobiçado da escola, é uma puta entre quatro paredes e adora ser comida de quatro e bem forte - macetou fortemente, o quadril ondulando a cada estocar até seu ponto G.
Lágrimas saiam dos olhos verdejantes de styles, e ele sabia que estava muito perto de gozar e bom ser chamada de puta por tomlinson o deixou maravilhado, aquelas palavras tocaram seu corpo de uma forma.
Rebolou a bunda atrás de mais bruscalidade da parte de louis mas um tapa latejante alcançou sua bunda.
- ein? Styles - agarrou seu pescoço e com a outra mão sua barriga saliente, a apertando tanto enquanto o fodia forte.
A dor o alucinava e o fazia acumular uma grande quantidade de sêmen em sua fenda.
- vamos, me diga o quanto é sedento pelo meu pau ? Seu projetinho de hetero top - estocou fundo rápido e certeiro.
Styles não tinha como o responder e só assentiu desnorteado.
- Responde sua puta - agarrou a carne repleta de relevos, a apertando tortuosamente bem, styles gozou fortemente nos lençóis.
Esparmos atingindo todo seu ser, balbuciou palavras sem contexto quando um acúmulo de porra jorrou em suas coxas quando tomlinson retirou-se de dentro de si.
E gemeu gostoso querendo mais daquilo.
Depois de minutos calado enfim styles o respondeu a altura.
- Eu sou hétero, mas cairia de cara nesse seu pau -
Depois daquilo passaram horas na cama, aproveitando o máximo as horas que tinham até iniciar as aulas. Louis o mordendo em cada cantinho de seu corpo e styles resmungando o quanto tudo em si doía.
Porém ele foi muito contraditório quando implorou pelo pau de Louis mais tarde, argumentando que ele tinha algo de mágico pois estava viciado nele.
...
Meses se passaram e styles mordeu os lábios ainda confuso com tanta mudança em sua vida. Agora ele nao se rotulava e se descobriu um pouco ou melhor viciado em sexo, além de que em algumas semanas também se revelou um fascinado por roupas consideradas femininas.
Porém nem tudo era só mudanças boas, todos os viam como hetero ainda e ele não podia mudar sua fama de pegador de mulheres com um exibicionismo em público ? Ou podia ? Sua mente o traia pensando na sensação de ser tocado por Louis publicamente, os olhares todos em si e nele.
Assustou-se quando sua peça preferida rasgou-se sozinha, ou não louis estava ali e ainda fez questão de morder novamente suas coxas fartas, rasgando sua meia calça arrastão.
- você gosta delas não é ? - sorriu provocador, empinando sua bunda.
Levatandando a saia, louis ofegou com a visão da calcinha ousada entre as bandas gordas de sua bunda com estrias que balançavam a cada empinar.
- porra, eu as amo.... Eu preciso te comer gostosinho - apertou a bunda do cacheado, que deu um pulinho assustado.
Por mais que ele quisesse aquilo, tinha uma coisa importante a fazer no momento.
- Lou... Você sabe que eu preciso fazer isso - encaminhou até sua cama - eu não aguento mais isso, as pessoa fazem questão de me rotular hétero, somente por ter transado com mulheres. Desde que pesquisei sobre e soube que isso não faz nem sentido, atração é muito diferente e o que eu sinto por você é definitivamente isso e talvez um pouco de vício pelo seu pau, espero que isso não seja considerado uma doença.
- baby... você está divagando novamente -
Haviam semanas que descobrira que quando styles ficava muito nervoso balbuciava e divagava, esquecendo do que realmente era importante.
- Me desculpa, isso é tudo muito novo pra mim, eu nunca me importei em ser acima do peso por que estou me importando agora em ser ou não rotulado por pessoas que nem ao menos me conhecem verdadeiramente? - sua face confusa, ruborizada e com cílios piscando lentamente, ele era tão lindo.
- Você sabe que não precisa mostrar pra essas pessoas quem realmente é, eu sinto muito orgulho de você por não se rotular baby, mas estarei aqui quando você se descobrir, eu te apoiarei assim como apoiei quando descobrir sua fascinação por essas roupas adoráveis ou gostar de ser tratado por pronomes femininos - sorriu lembrando de semanas atrás, um harry inseguro se iriam o julgar se vestisse ou não tais roupas.
- Louis .
- não baby, deixa eu continuar. Você é delicioso pra caralho e desde daquele dia a qual você decidiu ou melhor me pediu para ficar com você logo após fecharem a universidade por causa do feriado, mesmo não sabendo quem você é, eu descobrir que você seria especial pra mim.
- Louis - o chamou novamente.
- baby, deixa eu continuar - bufou.
- Louis, eu acho que já sei o que eu sou -
- oh, Meu deus..... quem voce é entao baby ? -
- sabe quando você elogia minhas estrias e me chama por pronomes femininos e isso me deixa extasiado ? Eu não quero me rotular na sexualidade ainda pois me sinto confuso ainda com isso, mas eu pesquisei sobre gêneros e vi que gênero fluido é o qual me indentifico e isso é tão novo pra mim, e se me julgarem por isso? Eu gosto de ser tratado pelo feminino e pelo masculino e isso flui a cada dia. Soube que cada pessoa se indentifica com uma forma de tratamento diferente, e descobrir o pronome neutro.... eu ... eu tô tao feliz por saber quem eu sou - sorriu, covinhas e lágrimas deslizando em sua face linda.
Louis tinha tanto orgulho dela ou dele, enfim no momento ele não sabia em qual fluidez estava seu gênero.
- Eu te amo tanto, princesa e porra que se foda o que as pessoas pensam sobre você, o importante é você sentir orgulho de si mesmo - os olhos de Harry quase saltaram de sua face após aquilo.
Louis era tao especial para si, contar com ele a insegurança que tinha por não saber sua sexualidade além de que ele aceitou seu fascino por roupas e em momento algum o julgou por aquilo.
Ele não existia, certeza que havia criado aquele projeto de homem perfeito e nunca se quer haviam transado.
- Eu também te amo, Louis - pulou até o colo de tomlinson.
O beijando fervorosamente, tão feliz por enfim algo diferente ferver em seu coração era tão glorioso reconhecer quem era, se aceitar daquele jeitinho, o orgulho habitava em seu coração. Se sentia em casa.
A emoção de saber pelo menos algo sobre si, de não desconhecer ou ao menos achar estranho não se rotular em relação a sexualidade mas já ter descoberto que fluía tão bem, que gênero algum poderia democratizar quem era.
O beijou apaixonadamente, a cada encaixar de língua ele gemeu gostoso querendo que aquele momento permanescesse em câmera lenta para todo sempre, sua língua invadiu a de tomlinson lentamente, e o mesmo puxou seus lábios cheinhos após isso, lambendo a os lábios cor de cereja pintados por um gloss labial rosinha.
O desejo era mútuo, eles se amavam e se aceitavam do jeito que eram, amor ou paixão harry e louis aproveitariam o resto de tarde juntos, sexo ou não eles se amavam e era o que bastavam.
Sentimentos, emoções diversas fluíam nos corações de ambos assim como o gênero de harry fluirá a cada dia.
...
Após o momento de intensos beijos, louis fez questão de difundir ainda mais seu corpo com seus toques afáveis, pressionando seu dígito grosso entre a meia- calça de cor preta, começando a brincar com sua entrada que já piscava ansiosa para aquilo.
- Você é minha e eu sou seu - susurrou na epiderme já arrepiada de styles.
- Sim. - fechou os olhos, entrando na onda de tesão já conhecida por si. - sou sua... toda sua..., me come por favor -
- Antes eu preciso provar esses seus seios fartos - o provocou, roçando seu peitoral magro com o saliente de styles. - Você gosta de me provocar usando essas roupas apertadas, baby... - a voz rouca e suave emanava tanto tesão em cada palavra que styles sorriu inebriado - Você sabe que eu gostaria de ser elas ao redor de seu corpo -
Rapidamente retirou as mangas da blusa abaixando até a cintura.
Torceu o biquinho rosado entre os dedos, colocando harry sentado na escrivaninha, notando o mesmo entorpecendo tesão em seus poros, e gemer audível.
- você é gostosa pra caralho - mordeu a barriga gordinha, repleta de pintinhas e as beijou enquanto uma mão descia até a meia arrastão e a repartia em seus dedos, direcionando a boca até o cuzinho guloso do cacheado, ainda com a calcinha preta e rendada entre sua bunda gostosa.
Segurou a calcinha para o lado oposto, mergulhando sua boca e seu queixo naquele ponto sensível de Harry.
Harry emergiu em cheio com aquele toque repentino, com as pernas abertas, ele movimentou o quadril envolvendo a cabeça de tomlinson em suas coxas fartas.
- porra - gemeu esbarrando o nariz perfeito e pontiagudo no membro do cacheado.
Aquilo foi eficaz e rápido, o jovem de cachos agora já crescidos e ondulados nas pontas veio forte mas não parou de implorar pelo pau de Louis.
- Lou... Seu pau, eu preciso senti- lo dentro de mim, querido eu preciso dele AGORA - pressionou a mão encima de sua barriga cheinha - eu quero senti-lo até aqui, amor... Me enche com sua porra-
Ouvir aquela sentença foi muito excitante pra tomlinson, o fetiche de usá-lo até encher sua barriga saliente de seu sêmen era tão bom em sua visão. Seu membro após ouvir aquilo pulou desesperadamente pra fora,ansiando muito aquilo.
- Por favor me alimente, encha minha barriga com seu sêmen, papai - um biquinho apossou de sua face pecaminosa.
Era um provocador de merda!
No segundo seguinte Louis introduziu seu falo na entrada, como não havia o preparado a dor foi intensa e demorou pra passar mas em instantes o cacheado sentiu-se pronto para mais, rebolando seu quadril ao encontro do pau grosso de Louis.
Movimentos rápidos e certeiros em seu ponto especial que o fazia se contorcer e arranhar as costas de tomlinson por mais, pressionando seu pé na bunda do mesmo para senti- lo mais fundo em si.
- Mais.... Louis, -
O orgasmo chegou para ambos novamente, e louis desmanchou-se dentro de styles o atolando com sua porra.
Curtiram e relaxaram até esquecerem do horário para ir a escola.
As horas passaram rapidamente e styles decidiu tomar um banho depois do sexo bruto que tiveram o sêmen de louis descia de suas coxas fartas e era um pouco desconfortável para si pois ainda permanecia com os resquícios de meia-arrastao, totalmente destruída pelas mãos de louis assim como seu corpo já todo marcado, a peça foi rasgada desde sua bunda até seus joelhos.
As estrias balançando conforme procurava uma roupa boa para usar em seu closet, tinha percebido o olhar queimando suas costas há pouco minutos.
- Tá esperando o que, pra me foder no banheiro? - virou-se e o olhar faminto de louis estava em sua bunda.
O mesmo se encontrava deitado, desnudo e com uma pele bronzeada de dar inveja, os fios grudavam em sua testa ainda por causa do sexo que fizeram questão de repetir a alguns minutos, bem harry ficou viciado em sentar naquele pau.
- ah, não esse olhar.... É o mesmo que você me dar quando quer morder minha bunda, lou eu tô dolorido ainda -
Como se isso fosse uma desculpa, ele amava a dor. Repetia isso para si, e sorri com as covinhas rasgando sua face.
- Você é um hipócrita pra caralho querido, você pensa que me engana ? Você adora exibir as marcas que deixo em seu corpo e treme a cada mordida deixada, você ama o latejar e o pulsar que deixo em suas diversas áreas sensíveis e geme feito uma vadia faminta por mais -
Tomlinson pegou na base de seu pau, masturbando-se na frente de Styles e o vendo suspirar baixinho pelas suas palavras.
Styles não o respondeu, afetado demasiado porém não queria agradar Louis tão cedo. Bom ele gostava mesmo de exibir as marcas e mordidas do castanho e seu sonho era um exibicionismo em público mas louis sempre o dizia que aquilo era hilário até para si.
Com tais devaneios, perdeu o justo momento que louis o segurou firme, o erguendo facilmente e o levando até a parede. Apertando suas coxas com ambas as mãos e o sufocando com seu cheiro forte.
Depositou beijos em seus seios, sentindo a suavidade da pele e a grande doçura de cada milímetro quadrado de seu corpo.
Mordeu e logo após subiu sua boca chupando o lóbulo da orelha do cacheado, que gemeu afetado após a sentença.
- Eu vou devorar você -
Eu amei escrever esse smut de verdade, espero que tenham gostado tanto quanto eu.
Peço perdão se me equivoquei em algo a respeito do gênero fluído, pesquisei sobre mas sempre posso errar sou humana.
Tenham orgulho de quem vocês são, se você não quer se rotular e se sente bem assim tá tudo ok, mas se você quer se descobrir eu sugiro experimentar, pesquisar a respeito por que a qualquer momento você irá saber quem você é.
#loveyouselfie #prideofyou
Nem só de putaria vive geicy ok, não esquecem do voto e do comentário pra alegrar essa bitch aqui.
go back to sleep princess, daddy is here ✧*。one shot h!inter
baseado no ask: "uma em que o louis chega de uma festa cheio de tesao dps do harry mandar uma foto pra ele mas encontra o H dormindo e fode ele mesmo assim (dps eles dormindo de conchinha com o louis segurando nos peitao do harry"
tag's: nessa irá conter uma cena de somnophilia, em que um dos personagens está dormindo durante a relação sexual, mas que tudo obviamente é consentido. irá conter também daddy kink, h!inter, CNC (consensual não consensual) e acho que só.
boa leitura
"Papai, eu sei que eu disse que por mim tudo bem se fosse sozinho para essa festa, mas seria muito bobo eu dizer que já tô com saudade? 🫤 Acabei de me deitar e estou prontinho para dormir, dá uma olhada"
Louis estava em uma festa com uma garrafa de cerveja em uma das mãos, a outra segurando o celular lendo a mensagem que acabara de chegar.
Em seguida veio uma foto de Harry deitado adoravelmente no meio da cama espaçosa, um sorrisinho doce nos lábios. Ele usava uma regatinha branca fina em que dava para ver o tom amarronzado de seus mamilos, e Louis ficou por um tempo meio abobado observando a foto e relendo a mensagem com um sorriso.
“Logo o papai chega e deita juntinho de você, bebê.
E você já deveria estar dormindo, na verdade"
Louis guardou o celular no bolso da calça por um momento e voltou sua atenção para o assunto que se estendia na roda de amigos em que estava. O problema era que não conseguia parar de pensar na foto de seu garoto adorável, aqueles peitinhos gostosos marcando na regata branquinha.
Em certo momento Louis sentiu o celular vibrar anunciando uma nova mensagem e logo em seguida mais uma. Logo voltou a puxar o celular e o desbloqueou, dando uma olhada no que podia ser.
"Eu seeeei, mas eu não consegui parar de pensar em você :( e seria muita maldade da sua parte me punir por te amar tanto e te querer comigo o tempo todo não é?
Fora que seria mais maldade AINDA quando eu fui tão bonzinho não fazendo birra nenhuma quando você disse que não iria passar em casa, que iria direto pra essa tal festa, e nem pedi que voltasse pra cá ou que me levasse junto com você >:("
Diante daquilo, Louis precisava admitir que o seu garoto tinha sim uma parcela de razão daquela vez. Agora que estava lendo aquelas mensagens, lembrou que certo dia tinha prometido para Harry que os dois, depois do seu trabalho, ficariam juntinhos em casa assistindo qualquer um dos filmes que seu gatinho manhoso escolhesse.
Então ali Louis era capaz de dar certo crédito para Harry, que mesmo com todos os motivos para fazer certa manha, ainda assim foi um garoto bonzinho.
"Você tem razão, minha boneca, seria muita maldade.
Para compensar, se você quiser, o papai pode se comportar hoje e não beber muito para quando chegar em casa poder brincar com você. Mas você sabe que para isso, teria que ir dormir e ficar prontinho para o papai"
Louis voltou a colocar o celular no bolso e se repreendeu por já estar começando a ficar duro nas calças só com a ideia de brincar com sua boneca naquela noite. O que ele podia fazer? Aquela era uma de suas coisas favoritas no relacionamento com Harry, e achava que seu doce menino partilhava da mesma ideia.
O problema é que depois daquela mensagem Harry acabou demorando um tempinho para responder, e Louis ficou um pouco frustrado pensando que o menino já tinha caído no sono e nem mesmo tinha visto sua mensagem chegar. Logo toda aquela antecipação e os planos que estava fazendo de brincar com sua boneca quando chegasse em casa, poderiam cair por terra.
Pois era simplesmente assim que era: ou Harry dava seu consentimento para aquilo se desenrolar, ou as coisas não funcionavam.
Com a demora de Harry em responder sua mensagem, Louis voltou a se afastar um pouco de onde os amigos estavam e pegou o celular, desbloqueando para mandar uma nova mensagem para Harry. No mesmo instante uma mensagem chegou.
"Desculpa a demora, papai. Estava ficando prontinho pra você ♡"
Então veio uma nova foto de Harry, mas daquela vez de outro ângulo e natureza. Nessa Louis podia ver com perfeição a pedra de cristal rosa da ponta do plug enfiado bem no cuzinho dele e uma completa bagunça de lubrificante. Fora que era uma delícia observar a bucetinha gordinha melada com o grelinho esfoladinho, de modo que implorava para ser beijado e chupado.
Pelo ângulo da foto, dava para ver também a barriga lisa de Harry e a regata um pouquinho mais levantada, os biquinhos durinhos dos peitinhos expostos.
Daquele jeito, Harry estava deixando claro que não estava usando calcinha, a regata não seria um problema e Louis ainda teria a liberdade de escolher com qual dos seus buracos iria brincar naquela noite.
Aquele era o maldito céu de Louis.
"Você é a bonequinha mais linda de todas. Quando o papai chegar vai gozar muito nessa bucetinha.
Hora de dormir, princesa, ou papai vai ficar chateado com você".
Louis não precisou esperar muito, segundos depois veio uma nova mensagem de Harry.
"Eu te amo muito, muiiito, papai ♡ se divirta"
"Eu vou, bebê".
🍼🧸🫧🍼🧸🫧🍼🧸🫧🍼🧸🫧🍼🧸🫧
Por ainda ter bebido um pouco, Louis chegou em casa de Uber e tomou muito cuidado para não fazer barulho quando entrou em casa. Já no hall de entrada, tirou os sapatos e foi até o corredor para entrar no quarto usando apenas as meias.
Louis quis rir um pouco quando se deu conta de como a porta do quarto estava completamente aberta, em um claro desespero de seu doce menino em lhe dar todos os sinais de que aquela noite deveria ir em frente e fazer o que deveria fazer.
Mas a figura adormecida e adorável de seu garoto deitado no meio da cama espaçosa, os cabelos longos espalhados na fronha branca do travesseiro, a boquinha aberta ressonando baixinho em um sono gostoso, foi o suficiente para fazer os pensamentos lhe escaparem da mente. E ainda mais pelo detalhe mais quente de todos: Harry estava usando uma regata branca que ficava larga em seu busto, acabando por deixar ambos os seus peitinhos expostos e prontos para serem chupados.
Louis rapidamente começou a se livrar da camisa de botões, os olhos observando a curva dos peitinhos que lhe tentavam a colocá-los na boca, esses subindo e descendo lentamente de acordo com a respiração calma do garoto adormecido.
— Tão perfeito. — Louis murmurou consigo mesmo, os olhos vagando ao longo das longas pernas entreabertas de Harry, aquela pequena surpresa entre elas à sua espera. — E é todo meu.
Louis tirou o cinto e abaixou as calças junto a cueca, um pequeno som preenchendo o quarto quando a fivela atingiu o chão, mas ainda não foi o suficiente para chamar a atenção de Harry.
A parte mais divertida daquele prazer secreto que os dois compartilhavam como casal, era sem dúvidas o quanto Harry tinha um sono pesado e permitia que Louis pudesse se divertir até cansar com o seu corpinho adormecido. Se Louis quisesse e fizesse tudo do jeito certo, tinha certeza de que poderia brincar a noite inteira com Harry e o garoto nem despertaria, de tão sonolento e preguiçoso.
Louis subiu na cama e engatinhou lentamente até Harry, usando uma das mãos para puxar a perna dele e fazer com que ele as abrisse mais um pouco, podendo finalmente se encaixar ali. Harry, ainda que dormindo, conseguia ser um garotinho tão obediente que foi colocado para ficar com as pernas abertas e assim ficou, só se mexendo para virar a cabeça para o outro lado.
Apoiando ambas as mãos nas laterais da cabeça de Harry, tomando cuidado para não puxar os cabelos longos e machucá-lo, e muito menos apoiar o peso de seu corpo sobre ele, Louis sorriu se abaixando um pouquinho para beijar sua boquinha entreaberta, sentindo o gosto do gloss com sabor que Harry adorava passar – como sempre, sua boneca se preocupando com todos os pequenos detalhes.
— Papai vai cuidar de você. — Louis disse baixinho, se movendo com cuidado para ficar na altura dos peitinhos expostos dele, se abaixando um pouco para deixar ali uma lambida molhada e preguiçosa.
Louis parou por um momento e viu que Harry permaneceu paradinho, descansando no primeiro sono em um nível de tranquilidade invejável. Então com a ponta da língua, continuou a circundar o mamilo gordinho e marronzinho, sentindo ele se mover de acordo com os movimentos de sua língua.
Quando começou uma sucção lenta e persistente no biquinho, a barba esfregando um pouco no peitinho arrebitado, os olhos azuis de Louis estavam atentos no momento em que Harry entreabriu mais os lábios e suspirou. Mas é claro que ele não acordou e Louis, ainda mamando naquele peitinho gostoso, sorriu sem ter a intenção de acabar tão cedo.
Não querendo ser bobo em brincar com um só, quando tinha aqueles dois inteiramente para si, Louis em teste puxou o mamilo preso entre os lábios finos e o soltou com um barulhinho estalado, assistindo ele balançar tentadoramente, antes de partir para o outro.
Louis estava precisando ser muito forte em resistir a tentação de começar a mamar neles como se tivesse muita fome, fazer os dentes arranharem um pouquinho no montinho sensível ou até mesmo mordiscá-los propositalmente.
Louis começou a agarrar os peitinhos e apertá-los com um pouquinho de força, os dando volume para chupar com mais vontade ainda. Ele adorava que Harry, mesmo dormindo, ainda fosse tão receptivo e maleável sob seus toques de tal jeito. A boquinha de Harry estava aberta e deixava escapar pequenos gemidos e suspiros, as pálpebras finas tremulando em prazer com a sensação, e permanecendo paradinho deixando tudo ainda mais quente.
— Tudo em você é tão bom, minha bonequinha. — Louis sussurrou no meio das pausas das sucções, fazendo os polegares esfregarem nos biquinhos já inchados e molhadinhos pela saliva, aproveitando para beliscar eles um pouco para ver a reação de Harry em curvar um pouco as costas, se divertindo com aquele biquinho que ele tinha nos lábios.
Louis começou a descer um pouco mais, fazendo uma trilha de beijos molhados por seu busto e barriguinha até o baixo ventre, deitando naquele espaço do colchão entre as pernas abertas de um Harry ainda adormecido. Passou os braços sob as coxas dele e tinha o rosto a poucos centímetros de distância da bucetinha lisa e curiosamente – ou não – muito meladinha.
Excitado demais para conseguir se conter em ser tão apressado, Louis rapidamente enfiou seu rosto ali com a língua para fora, começando a chupar o grelinho que se projetava para fora dos grandes lábios da buceta, causando barulhos molhados e estalados. O gosto de Harry imediatamente preencheu sua boca e ele fechou os olhos em um gemido abafado, sentindo o momento que as pernas de Harry se moveram um pouquinho inquietas.
— Hum… papai… — Louis ouviu a voz baixinha e grogue de Harry, se perguntando se por acaso tinha exagerado demais e tinha sido o suficiente para já acordá-lo.
Louis parou de chupá-lo por um instante e olhou na direção de seu rosto, franzindo o cenho confuso ao ver que ele tinha os olhos fechados e a boquinha um pouco aberta com a respiração levemente descontrolada.
— Shh, papai tá aqui, amor. — Louis sussurrou para deixá-lo tranquilo, usando os dedos para esfregar em movimentos circulares em seu clitóris inchadinho. — É só o papai. Durma… está tudo bem, sim? — Louis dizia deixando beijinhos no inferior da sua coxa, os dedos continuando a trabalhar em movimentos circulares sobre seu grelinho fazendo barulhinhos.
Não havia dúvidas de que Harry continuava dormindo e só parecia um pouquinho assustado com as sensações que repentinamente estavam consumindo seu corpinho. Então Louis, como seu bom papai, iria se certificar de cuidar dele e garantir que estava tudo bem.
Harry suspirou tranquilamente como quem estivesse tendo o melhor dos sonhos e Louis aproveitou para voltar a chupar a xoxotinha gorda, balançando a cabeça ao que esfregava cada vez mais o rosto contra os grandes lábios, a barba arranhando contra a pele macia e causando um atrito que deixava o local vermelho.
Em uma prova do quanto estava aproveitando muito aquele momento, Louis não resistia em parar um pouco o que fazia, só para assistir os dedos grossos brincarem com a região pulsante e molhada. Louis afastava os grandes lábios um do outro e lambia uma longa faixa desde a pedra gelada do plug até o monte de vênus, onde terminava dando um beijinho e repetia o processo.
De tão duro e necessitado que Louis estava, não demorou para começar a empurrar os quadris contra o colchão a fim de se estimular. Enquanto isso, dois dos seus dedos seguraram a pedra do plug, começando a puxar ali bem devagarzinho até que todo o objeto tivesse saído de dentro de Harry, o cuzinho ficando abertinho e pronto para ser usado.
— Olha só você… — Louis olhou para aquela imagem com uma admiração que brilhava em seus olhos muito azuis, pressionando os polegares na bundinha de Harry, puxando-a para os lados e deixando seu cuzinho bem mais exposto. — Como o papai pode resistir a isso? Simplesmente não tem como.
E Louis voltou a fechar os olhos, trabalhando em usar a língua para foder seu cuzinho e os dedos para estimular o clitóris inchadinho no topo dos lábios da buceta.
As longas pernas de Harry que estavam bem abertas, uma dessas posicionada sobre o ombro de Louis, começaram a estremecer um pouquinho e ele a gemer arrastado e dengoso no meio daquela coisa gostosa. Louis estava pouco se importando com a bagunça de saliva que estava criando, muito menos com o quão sujo e desesperado que poderia soar com a maneira que estava comendo Harry sem dó e nem pausa.
Louis só mal podia esperar pelo momento em que Harry gozaria todo adorável em meio ao sono. Era perfeito como seu garoto ficava todo desorientado e desesperadinho, em busca de contato com o seu corpo, mesmo que ainda dormindo e sem saber ao certo o que realmente se passava.
Acontece que Louis, por conhecer Harry tão bem e já saber como seu corpo funcionava, tinha certeza de que ele já estava muito perto de gozar, porém impediu a si mesmo de fazê-lo. E isso porque Harry choramingou e se forçou a fechar as pernas, obrigando Louis a se afastar um pouco e assistir ele mudar de posição.
Na nova posição, Harry tinha deitado de lado e meio de bruços, inconscientemente puxando o travesseiro com o cheiro de Louis para abraçá-lo do mesmo modo que fazia quando tinha seu papai juntinho de si. Daquele jeito o bumbum de Harry estava praticamente empinado e dando boas vindas para Louis começar a brincar pra valer.
E quem seria Louis para recusar um convite dessa natureza?
Louis se posicionou sobre os joelhos, chegando bem juntinho do bumbum de Harry, apoiando a mão ali começando a massagear e apertar a carne macia, enquanto a outra mão punhetava o pau e o deixava todo babado com o próprio pré gozo que expelia aos montes.
A mão de Louis segurou firme o próprio pau e guiou a cabecinha até a bucetinha bem melada, empurrando os quadris de pouquinho em pouquinho tentando encaixá-la ali dentro. No momento em que conseguiu, gemeu baixo com a sensação daquele aperto quente envelopando a glande sensível, ainda mais pela maneira que a buceta se contraía alarmada envolta de si.
Toda aquela merda conseguia ultrapassar o nível de quente. Harry sonolento ainda gemeu dolorido no momento que a glande encaixou direitinho dele, fora aquele aperto insuportável dos dedos de Louis na sua bunda, os dedos marcando ali de modo absurdo.
— Bem apertadinho pro papai. — Louis disse em um ofego, a mão começando a acariciar o local que tinha apertado tão forte, que com certeza ficaria dolorido. — O melhor de todos, meu bem.
De pouquinho em pouquinho, Louis começou a empurrar cada vez mais os quadris para frente, deslizando com certa dificuldade para dentro da buceta estreita. Louis por cima de Harry assistia o rostinho dele se contorcer e a boquinha rosa se entreabrir, a xotinha piscando alarmada com a sensação de estar sendo invadida de tal maneira.
Quando estava completamente dentro dele, Louis precisou fechar os olhos por um momento ao se sentir tonto com a sensação um tanto inebriante, tudo tão mais intenso por Harry não parar de se contrair de jeito nenhum.
Um pequeno choramingo escapou dos lábios gordinhos de Harry e ele chegou a soluçar, Louis rapidamente pressionando os lábios em sua têmpora e a mão alcançando a dele, entrelaçando seus dedos.
— Shh, tudo bem, tudo bem… — Louis ficou repetindo em um sussurro na orelha dele, puxando os quadris devagar para fora, antes de voltar a empurrar tudo para dentro. — É só o papai, meu bem… o papai tá aqui com você.
E de acordo que os movimentos de Louis em entrar e sair ficavam mais frequentes, mais a buceta de Harry estava propensa a recebê-lo sem maiores resistências. Os olhos de Louis se reviravam em prazer sob a pálpebras finas e tinha vezes que ele não se sentia capaz de conter grunhidos excitados, enterrando o nariz na bagunça dos cabelos longos de Harry, os quadris batendo de leve na bunda redondinha dele.
Em determinado momento Louis soltou a mão dele para voltar a tocar no peitinho que balançava um pouquinho, conforme o corpinho era empurrado em consequência dos movimentos de Tomlinson. Os dedos grossos brincavam com o mamilo arrebitado e da boquinha de Harry escapava alguns gemidinhos, o cenho levemente franzido pela sensação de estar sendo preenchido de tal forma.
Harry estava gozando. Não tinha como negar a maneira com a maneira que o corpo inteirinho começou a tremer e as pernas se abriram um pouco mais, da boquinha escapando escapando ofegos entrecortados, os dedos agarrando o lençol branco da cama.
Era definitivo e Louis sem dúvida alguma estava perto de gozar também, então saiu de dentro dele até que estivesse somente com a glande ali dentro, começando a punhetar o restante do pau até começarem a vir longas tiras de porra branquinha.
Louis gozou um pouco dentro daquela buceta e rapidamente forçou com certa agressividade a glande para dentro do cuzinho ainda apertado, em meio a um grunhido excitado que preencheu o quarto. Foi a merda mais excitante de todas assistir Harry voltar a soluçar e choramingar dolorido, balançando o bumbum tentando se livrar daquele pequeno incômodo, mas ainda ser segurado tão apertado pelo mais velho.
Louis ignorou o pequeno protesto de Harry e empurrou um pouco mais os quadris para frente, metendo o pau completamente naquele cuzinho apertado, sentindo-o se alargar para conseguir recebê-lo. Soube que seu neném tinha despertado um pouquinho quando a mão dele apertou seu pulso e as unhas curtas se fincaram na sua pele, o garoto choramingando um pouquinho mais alto.
Após gozar e estar completamente dentro de Harry, o corpo de Louis desabou no colchão e bem atrás dele, puxando-o mais para juntinho de si em uma conchinha íntima, a grande mão acariciando o pequeno volume em sua barriguinha.
— Aí. — Harry gemeu dolorido, ainda se apertando forte envolta de Louis. — Machucou, papai. — Reclamou, começando a se encolher tímido com todos os beijos que Louis começou a deixar na curva de seu pescoço e no ombro, a mão deslizando um pouco mais para baixo, os dedos começando a dedilhar os lábios melados de sua buceta.
— Desculpa, bebê. — Louis pediu começando a esfregar seu clitóris em movimentos circulares, em uma tentativa de distraí-lo do incômodo.
— Você se divertiu? — Harry perguntou, grogue e sonolento.
— Muito… tenho o melhor brinquedo de todos. — Louis murmurou humorado, acertando um tapinha provocativo bem sobre a xoxotinha judiada.
— Eu estava falando da festa! — Harry riu, a mão agarrando o pulso dele para que não fosse acertado de novo.
— Você não estava lá. — Louis voltou a enterrar o nariz em seus cabelos e Harry suspirou de olhos fechados com um sorriso alegre. — Hora de dormir, princesa.
— Boa noite, papai. — Harry puxou a mão de Louis até os lábios e beijou ali docemente, sendo pego de surpresa quando Louis o fez virar o rosto para alcançar seus lábios. — Amo você.
Afinal, só uma boa noite de sono para terminarem o restante da brincadeira na manhã seguinte.
Estava mais uma vez naquela boate dessa vez procurando por Louis, depois da foda incrível que tiveram trocaram números de telefone e tiveram mais dois encontros que infelizmente não acabarão com os dos tranzando mas mantiveram o contato por mensagem, não se viam a quase duas semanas por causa de uma viagem de negócios que o mais velho vez e quando Louis voltou parecia quase desesperado para o ver.
— Senhor Styles. – Um homem que parecia ser um segurança chegou perto de si. — O senhor Tomlinson pediu que eu te levasse até ele.
Assentiu segurando a alça da bolsa que carregava enquanto seguia o homem para a área vip do local, ao entrar pode ouvir a voz de Louis conversando com alguém, logo o viu sentado no sofá falando com um pequeno grupo de pessoas, assim que os olhos de Louis pousaram no seus ele se levantou interrompendo a conversa que estava tendo indo até si com um sorriso aparecendo em seu rosto.
— Harry. – Louis ficou parado uns segundos a sua frente antes de segurar sua mão. — vem.
Louis segurava sua mão enquanto o guiava para algum lugar sendo interrompido por uma moça, uma das que conversava anteriormente.
— Esse é algum amigo seu, lou?
Harry lambe os lábios antes de responder por ele um "tipo isso" tirando um risinho de Louis.
— Tenho que falar com ele em particular, mais tarde a gente se fala. – Louis deu a volta na menina puxando Harry pela mão até uma porta.
Quando adentraram o local mal teve tempo de registar que era um escritório antes dos lábios de Louis serem pressionados contra os seus, moveu os lábios junto dos de Louis entreabrindo a boca para sentir a língua de Louis na sua, deixou a bolsa cair no chão para poder segurar o rosto de Louis com as duas mãos, se moviam juntos gemendo um na boca do outro, o som molhado e desesperado dos dois se agarrando para terem mais do outro se propagava pela sala.
Louis moveu o rosto para o pescoço de Harry depois de minutos se beijando e seus lábios já começarem a ficar dormentes.
— Senti sua falta. – Louis Segredou num sussurro beijando o pescoço branquinho sentindo o cheiro de cereja que emanava dele.
— Também senti sua falta, gatinho. – murmurou segurando os fios de cabelos escuros entre seus dedos.
Louis produziu um som rouco de contentamento que foi abafado pelo pescoço de Harry onde deixava leves chupões, voltou aos lábios do cacheado o beijando com ferocidade brincando com a língua de Harry junto da sua.
foram se afastando com alguns selinhos, Louis se afastou de harry indo até a mesa tirando de lá uns papéis antes de voltar até ele os entregando.
— Meus exames. – Harry leu bem cada uma das linhas ficando satisfeito ao terminar de ler, devolveu os papéis a Louis tirando de sua mochila no chão os próprios documentos entregando a ele também.
enquanto Louis lia, Harry andou pelo lugar analisando-o, parou atrás da cadeira principal que estava um pouco distante da mesa e havia 2 outras cadeiras a sua frente, era um escritório particularmente comum tirando a falta de janelas no local, se sentou na cadeira atrás da mesa se sentindo soberbo, sempre quis ficar do lado que não estava recebendo uma bronca como em seu antigo trabalho.
Assim que se sentou quase que imediatamente Louis largou os papeis e foi até ele se ajoelhar aos seus pés para esfregava o rosto na protuberância em sua calça já a desabotoando, Harry de repente puxou os cabelos morenos o afastando do que tanto desejava.
— Trouxe algo pra você. – revelou de modo animado se afastando de Louis para se levantar e quase correu até sua bolsa para tirar de lá uma coleira, voltou para onde estava mostrando a para Louis que analisou a tira de couro preto que continha uma argolinha com uma pequena placa gravada com seu nome, respirou descompassado ao virar a placa e ver o 'propriedade de h.s.'
— Não precisa usar se não quiser ou podemos apenas tirar a plaquinha. – explicou de modo calmo alisando o cabelo de Louis com os dedos.
— Não, eu quero, pode colocar. – Harry sorriu pegando a coleira das mãos de louis a passando pelo pescoço do moreno que abaixou a cabeça para facilitar de Harry prender o fecho atrás de seu pescoço, admitia que havia aproximado seu rosto da virilha de Harry mais que o necessário e não pode deixar de soltar um muxoxo triste quando Harry o tirou dali levantando seu queixo para poder analisar como o material tinha ficado em torno de seu pescoço.
— Você fica tão bonito assim, ajoelhado aos meus pés, como se fosse minha propriedade. – Choramingou ele queria ser de Harry, queria pertencer a Harry, ser tratado como o objeto dele e ser prestativo para ele.
Seus olhos voltaram para a virilha de Harry os lábios secando ao ver a pequena elevação ali, levou as mãos até o local massageando por cima da calça.
— posso? – questionou esfregando a mão ali lentamente, no mesmo instante que recebeu autorização terminou de abrir a calça do cacheado tirando o pênis dele do aperto da skinny e da calcinha começando a chupa-lo com pequenas lambidinhas pela extensão indo chupando e babando a glande a colocando de pouco em pouco até encostar os lábios na base do pênis.
— Fique aí um pouco. – Louis gemeu em torno de seu comprimento seguindo sua ordem sem se importar que não conseguia respirar corretamente.
Ver Louis assim com as bochechas afundadas com a sucção, a boca cheia de seu pau, ajoelhado aos seus pés no próprio escritório, estava o deixando doido de prazer, moveu os quadris começando a estocar contra o rosto do mais velho.
puxou os cabelos de Louis o afastando um pouco para tomar impulso para foder sua boca sentindo sua glande bater contra o fundo da garganta de Louis a cada estocada .
Batidas na porta interromperam seus pensamentos, olhou para Louis que parecia não se importar menos com a possibilidade de ser pego nesse momento, pensou um pouco antes de continuar fodendo a boca de Louis que não ligou e apenas continuou fazendo seu trabalho, as batidas na porta ficaram mais insistentes sendo acompanhada de uma voz "Louis, você tá aí? Eu sei que tá, eu te vi entrar".
— Posso responder por você? – Louis concordou com um "uhum" que fez sua garganta vibrar, conteve um gemido antes de responder. – pois não? posso ajudá-la?
— O Louis tá aí? – A pergunta soou um tanto confusa.
— Sim, ele está um pouco ocupado mas pode dizer o que deseja.
— Eu estou confusa com alguns números da encomenda de sexta, aqui na planilha diz que transferimos 20,000 e vamos receber 80 litros mas pelas minhas contas 20,000 paga bem mais que 80 litros.
— Deveria responder ela. – murmurou baixinho com um sorriso prepotente no rosto, Louis fez uma careta e tirou o pênis de sua boca respirando profundamente antes de responder.
— A encomenda de sexta deveria ter um número superior a 100 litros, eu resolvo isso com os fornecedores mais tarde Lottie. – Aos ouvidos de Harry a voz soou um tanto rouca e sexy pelo uso excessivo de sua garganta.
— Vai mesmo deixar de trabalhar e arriscar perder dinheiro pra chupar meu pau? – Louis apenas colocou novamente aquele pau em sua boca sem ligar para os "mas Louis" que eram proferidos do lado de fora. – Aposto que a pessoa do outro lado da porta pode ouvir seus sons e o quão puta você está sendo chupando meu pau desse jeito.
Isso só pareceu estimular ainda mais o moreno que intensificou os movimentos de sua boca, a glande atingindo o fundo da garganta que vibrava em contentamento toda vez, era assim que deveria ser, esse é o lugar de Louis, ajoelhado aos seus pés com um pau em sua na boca, gozou profundamente na boca de Louis o mantendo ali por uns segundos antes de o soltar, Louis apoiou o rosto na coxa de Harry respirando desreguladamente.
— Você foi tão bom pra mim, um bichinho tão bom em me agradar.
Louis quase ronronava em satisfação pelos elogios se esquecendo de seu próprio pênis duro que apertava sua calça, passaram bons minutos com Harry afagando os cabelos de Louis enquanto os dois recuperavam a respiração até Louis falar de repente.
— Eu quero te levar pra minha casa. – Harry ergueu as sobrancelhas numa pergunta muda. – podíamos dormir lá e sair amanhã pra um encontro, ou qualquer coisa assim. e esse aqui não é o melhor lugar para o que planejamos.
— Certo, tem razão, eu preciso de um lugar mais privado e confortável pro que estou planejando fazer com você. – concordou se ajeitando em suas roupas e fechando a calça, Louis se levantou rapidamente do chão estendendo a mão para o cacheado o ajudando a se levantar da cadeira, o moreno ajeitou a camisa social subindo um pouco a gola para esconder a coleira.
— Não quer tirar e eu coloco de novo quando chegarmos a sua casa?
— não, assim está bom. – negou terminando de ajeitar as roupas. — Vamos?
— claro. – concordou segurando a mão de louis enquanto saiam da sala, saíram do local com louis acenando em despedida para algumas pessoas, o caminho até a casa de louis foi calmo e rápido e logo já estavam na porta da casa do moreno com ele digitando a senha da porta para entrarem, o lugar era enorme, harry imaginava que louis deveria ser rico ou algo assim mas a quantidade de seguranças e pessoas trabalhando no lugar era surpreendente.
andaram pelos corredores da mansão até chegarem no quarto principal, Louis abriu a porta e o deixou entrar primeiro, passou o olho pelo local congelando ao ver armas em cima da cômoda, Louis trancou a porta e se virou para harry que parecia atônito parado no meio do quarto, seguiu o olhar do cacheado murmurando alguns palavrões ao perceber o que o cacheado olhava.
— desculpa por isso, eu esqueci de guardar mais cedo. – murmurou de modo rápido enquanto guardava as armas na gaveta.
—você… eh...? – balbuciou sem jeito, a noção do que tinha feito o atingindo rapidamente, tinha batido em um criminoso, fechou os olhos com força, merda, ele iria morrer, tomou um susto quando Louis o abraçou por trás.
— Relaxa, não tem nada pra se preocupar. – garantiu distribuir beijos pelo pescoço branquinho.
— Tem certeza que não vai mudar de ideia depois e me matar por isso? – Perguntou tirando um risinho de Louis.
— Você tem uma imaginação muito fértil. – falou descendo a mão dos quadris esguios até a colocar dentro das calças do cacheado agarrando o pênis dele começando a masturba-lo, Harry suspirou apoiando a cabeça no ombro do homem atrás de si.
— Só estou um pouco preocupado com minha vida. – Disse mais leve deixando a história de gangster mafioso ir pro fundo de sua mente. — Então, Hoje eu vou te dar quantos orgasmos você conseguir aguentar, quantos acha que seriam?
— Uns 2 ou 3. – respondeu concentrado em continuar masturbando Harry.
— Acho que você consegue mais, 5 talvez. – Louis arregalou os olhos parando os movimentos de sua mão, ele não poderia estar falando sério sobre isso. — Lembra da sua palavra de segurança?
— eu tinha dificuldade em conseguir 5 até quando eu era adolecente, isso parece um pouco intenso. – comentou incerto sobre os planos do cacheado.
— só vamos até onde você aguentar, se for além do seu limite é só dizer a palavra de segurança e paramos tudo, lembra da sua palavra, certo?
— Sim, lembro.
— Ótimo. – o instruiu a tirar a roupa social ficando apenas de cueca e o guiou para a cama o fazendo se deitar no centro da mesma, se afastou da buscando a bolsa antes esquecida no chão tirando de lá alguns vidrinhos, uma chibata e uma corda.
— eu tinha planos de te amarrar mas devido a sua profissão você provavelmente deve conseguir se soltar facilmente. – disse brincando um pouco com a corda em suas mãos antes de a jogar em um canto da cama não perdendo o sorriso orgulhoso de Louis com a afirmação. — então vou ter que confiar que vai ficar quietinho.
pegou um dos vidrinhos subindo em cima de louis sentando nos quadris do moreno se acomodando ali, despejou um oleozinho de massagem corporal no peitoral de louis, tinha que admitir louis tinha um ótimo físico, o corpo todo malhado com algumas cicatrizes e tatuagens espalhadas por todo o tronco.
— relaxe, eu vou te fazer uma massagem primeiro. – falou passando as mãos pelo peitoral tonificado espalhando o óleo massageando a área por bons minutos para depois mover as mãos para os bíceps indo para a área abdominal se focando um pouco nos quadris largos logo depois descendo para o baixo ventre brincando um pouco com o elástico da cueca antes de descer mais para as coxas fazendo círculos com os polegares e esfregando a parte inferior da mão por toda a coxa grosa para depois repetir o mesmo com a outra.
Louis a esse ponto estava totalmente relaxado com os olhos fechados soltando alguns suspiros calminhos, pegou a vareta do lado cama, ela tinha seus 40 centímetros adornada de couro com a ponta mais larga.
espalhou um pouco de óleo pelo objeto para que não tivesse uma diferença de temperatura tão grande quando o encostasse na pele quente de louis e encostou a vareta na coxa de louis esperando ele se acostumar com o novo material em sua pele para passar a ponta por toda a área interna da coxa indo para a virilha esfregando a ponta da chibata no penis por cima da cueca causando uma fricção gostosa ali que fez com que o membro meio duro endurecesse por completo.
arrastou a ponta pelo abdômen até os mamilos dando leves batidinhas no pontinho avermelhado, sorriu ao ouvir o gemido rouco e surpreso de Louis, intercalou entre os dois e quando sentiu que Louis estava acostumado o suficiente levantou a vareta alguns bons centímetros do peitoral para voltar ele com força causando um som alto de estalo e um sibilar surpreso, afastou um pouco a vareta vendo a marca avermelhada fina que já se formava, sorriu sádico acertando o lugar mais três vezes.
— você fica muito mais bonito assim. – falou observando o peito marcado subindo e descendo ofegante, Desceu a haste por todo o tronco de Louis aplicando um forte golpe no abdômen bem definido de Louis que a cada golpe sentia seu penis pulsar e pingar mais pré gozo na cueca.
Desceu ainda mais a chibata até as coxas grossas acertando ali repetidamente, continuando com os golpes vez após vez até que as coxas, abdômen e peitoral estarem cobertos de marcas.
parou para observar o corpo bronzeado coberto de marcas finas, longas e avermelhadas, em sua visão louis estava lindo e simplesmente maravilhoso com as marcas que tinha dado a ele, decidiu que já estava satisfeito e pronto para começar o jogo de verdade, agarrou o pênis do moreno o masturbando através da cueca o fazendo se contorcer enquanto tinha seu primeiro orgasmo.
deixou a chibata de lado e tocou todo o corpo trêmulo de Louis esfregando a pele lesionada enviando choques de dor pro sistema de Louis o deixando excitado novamente, acariciou as coxas grosas de Louis se inclinando sobre o peitoral dele para morder e chupar os mamilos pequenos e achatados tirando um grito alto do moreno.
sua mão adentrou a cueca de louis agarrando seu membro começando a estimulá-lo movendo a mão poucos centímetros em movimentos de ida e volta na base de penis pulsante que estava meio melado pelo orgasmo anterior, mordeu o mamilo apreciando os tremores do corpo que estava estimulando, subiu em cima das coxas musculosas e acelerou o movimento da mão esfregando o polegar na glande fortemente fazendo Louis vir cobrindo sua mão com esperma, acariciou o penis de Louis por mais 2 minutos inteiros após seu orgasmo o deixando super sensível.
— Harry, Harry, Harry. – Chamou suplicante agarrando o braço do cacheado tentando tirar a mão dele dali mas Harry continuou com a mão firme ali punhetando seu pau até que se sentisse satisfeito.
soltou o penis de Louis que suspirou aliviado, olhou a mão melada e juntou um pouco de esperma em dois dedos os levando aos lábios de louis que aceitou com entusiasmo chupando os dedos que lhe eram oferecidos, louis os lambeu e chupou tirando todo o esperma dos dedos mas não os tirou de sua boca parecendo só aproveitar a sensação de chupar algo.
Harry deixou que ele chupasse seus dedos mais um pouco antes de retirá-los da boca de Louis devagar se inclinando para beijá-lo com calma e ternura.
Pegou um lencinho limpando o rosto de Louis que tinha pequenas gotículas de lágrimas escorrendo e um pouco de saliva nos cantos dos lábios.
— Você está bem?
— Sim. – respondeu com a voz falhada.
— Tome um pouco de água, ainda não acabamos, isso é só uma pausa. – avisou levando a garrafa aos lábios de Louis que bebeu longos goles até se sentir satisfeito. — pronto para continuar?
— Sim.
acariciou um pouco o rosto de louis antes de subir no colo do moreno o beijando com intensidade, louis imediatamente retribuiu entrelaçando suas línguas de modo quente e urgente, e quando harry ia se afastar mordiscou o lábio inferior do cacheado que voltou a se aproximar deixando mais dois selinhos em louis antes de se afastar, pegou um dos vidrinhos de lubrificante que havia jogado na cama antes o espalhando pelos dedos, se ajeitou no colo de louis movendo a mão para trás de si mesmo e colocou um dedo em sua entrada logo seguido de outro os movendo lentamente enquanto se acostumava com a intrusão, logo acrescentou mais um tendo três de seus próprios dedos o alargando e o acostumando para o que estava por vir, apoiou a mão no ombro de louis gemendo em seu ouvido enquanto se fodia com os dedos, louis o observava completamente fascinado com as expressões de prazer no rosto do cacheado e os sons que ele fazia e seu penis já completamente duro novamente era a prova disso.
Soltou o ombro de Louis pegando um anel peniano o colocando em seu próprio penis se acariciando um pouco mais no processo, pegou o membro duro que já encostava a polpa de sua bunda o deslizando para dentro de sua entrada gemendo.
— porra louis você é tão bom. – falou gemendo começando a montá-lo com força.
Logo o som de pele batendo contra pele misturado com os gemidos abafados dos dois era ouvido por todo o ambiente o deixando tonto de tanto prazer.
O pouco espaçamento de tempo do seu último orgasmo havia o deixado tão sensível que já se sentia vergonhosamente perto de gozar pela terceira vez.
apertou o lençol entre os dedos fortemente tentando desesperadamente não vir tão rapidamente mas foi impossível se impedir já que a sua primeira vez tranzando sem camisinha era fodidamente incrivel ainda mais para harry que quicava usando o pau de louis como um dildo enquanto o moreno tremia e gemia em alto e bom som gozando por todo seu interior o deixando cheio de sua porra.
Harry não parou de cavalgar nem por um minuto enquanto Louis se recuperava de seu osgasmo e começava a sentir os efeitos da superestimulação.
— Harry, amor, espera um pouco. – Moveu as mãos para tentar tirar Harry de cima de si com os braços fracos. — para por um minuto, por favor, só um pouquinho. –pediu choroso não obtendo qualquer resposta de harry que se movia com animo, o próprio pênis duro e pulsante balançando e gotejando a cada movimento pouco se importando para os pedidos e súplicas de Louis.
choramingou movendo as pernas inutilmente e se contorcendo embaixo de Harry que acertou um tapa na coxa morena já bem marcada como um aviso.
— pare de se contorcer, eu vou te usar o quanto eu quiser. – advertiu colocando ainda mais força nas sentadas que dava e pelos próximos minutos a sala foi enchida pelas lamúrias e gemidos sofridos de “harry, harry, hazz, hazzy, amor, hazza”, derrepente três batidas na porta foram ouvidas deixando os dois em alerta.
— senhor Tomlinson, o senhor está bem? Precisa de ajuda? – uma voz masculina veio do outro lado da porta, provavelmente de algum segurança que parecia genuinamente preocupado.
— Sim, sim, sim, fodidamente bem, malibu, malibu. – respondeu num fôlego só ainda afetado apesar de Harry ter parado os movimentos ele tinha ficado ainda mais apertado pelo estado de alerta.
— Malibu? – perguntou a Louis que se acalmava aproveitando um pouco o tempo em que Harry tinha parado de se mover para respirar e deixar seus músculos relaxarem.
— é o código que usamos pra dizer que está tudo bem mesmo e não tem ninguém me ameaçando pra dizer que está tudo bem. – respondeu de forma arrastada com os olhos fechados com esperança de distrair Harry um pouco mais, mas quase que imediatamente Harry fez um som de compreendimento e voltou ao que fazia tirando um grito rouco de Louis.
— shhh, não queremos ser interrompidos de novo. – disse sorrindo pressionando o dedo indicador nos lábios do moreno, apoiou as mãos nos ombros de Louis para apoiar seus impulsos.
revirou os olhos pequenos feixes de luz passando por trás de suas pálpebras enquanto sentia melhor sensação de sua vida, podia sentir os vergões das açoitadas ainda ardendo em sua pele, seu corpo todo queimava de dor e isso de alguma forma o deixava ainda mais excitado, o calor em volta de de seu pau o apertando da maneira certa e harry estava indo muito rápido e muito intenso para a sua sanidade.
— porra, harry. – exclamou alto, alto demais para o gosto de Harry que fechou o rosto em uma expressão zangada movendo a mão para tapar a boca de Louis enquanto continuava a quicar no colo do moreno.
Os movimentos ficaram ainda mais rápidos e curtos, era visível o quanto Harry estava necessitado por isso pelo modo como o próprio pênis pingava tanto pré-gozo que escorria pelo abdômen de Louis deixando os dois pegajosos.
parou de repente respirando ofegante deixando o membro de Louis dentro de si até o talo e a cabecinha pressionada em sua próstata, se moveu para frente e para trás ainda no mesmo lugar revirando os olhos gemendo audivelmente conforme Louis apertava e arranhava sua cintura com os dedos tendo seu quarto orgasmo com um gemido abafado na mão de Harry que ainda tapava sua boca.
— Esse foi o quarto, você está indo tão bem, acho que consegue lidar com mais um. – demorou uns segundos para Louis entender as palavras de Harry e negar freneticamente com a cabeça, Harry tirou a mão de sua boca esperando pela palavra de segurança.
— não, não, eu não consigo, dói.
— Nós podemos terminar a sessão aqui, você já foi muito bom. – disse carinhoso esfregando os polegares em círculos no maxilar de Louis.
— Eu quero continuar, mas eu não consigo mais me controlar para não tentar te parar, acho que vou acabar machucando você.
— Você tem certeza que quer continuar? Eu não vou ficar bravo ou desapontado se quiser parar agora. – garantiu a ele que murmurou um ‘sim, tenho certeza’. — Então quer que eu te amarre?
Louis acenou com a cabeça então Harry se esticou pegando a corda que estava na bolsa ao seu lado, parou um pouco tentando se lembrar de um nó de Louis não conseguiria se libertar tão facilmente se lembrando da amarração perfeita para a situação, segurou as mãos de Louis para levantar os braços doloridos do moreno acima da cabeça dele os prendendo ali.
Harry se ajeitou no colo de Louis tirando o anel peniano do próprio penis, deixou um selinho nos lábios de Louis e voltou a cavalgar tirando um sibilar do moreno.
Os movimentos de Harry agora eram devagares e tortuosos, se mexendo do jeito que queria para esfregar a glande de Louis em seu pontinho pouco se importando com o modo como Louis gemia e se contorcia abaixo de si.
louis puxou os pulsos fortemente sentindo o aperto das cordas em seus pulsos, todas as suas habilidades de escape simplesmente desaparecendo de sua mente conforme as lágrimas rolavam por seu rosto, seus lábios estavam entreabertos mas nenhum som saia com a voz já perdida a muito tempo, sentia a pressão em seu baixo ventre e abdômem e o penis doía e ardia levemente, todos seus músculos contraídos pela dor e prazer misturados a um ponto onde nem louis conseguia mais diferenciá-los, mas a visão meio embaçada pelas lágrimas de harry gemendo em seu colo era demais pra ele o deixando a beira de outro orgasmo novamente.
— só mais um pouquinho tá bom, amor. – disse ofegante tirando uma das mãos que estavam apoiadas no abdômen de louis para se masturmar no mesmo ritimo lento e forte das estocada e com um gemido estridente Harry gozou na própria mão, deu mais algumas sentadas prolongando o próprio prazer antes de tirar o membro de Louis lentamente de si.
se colocou entre as pernas de Louis observando como ele parecia ofegante e destruído, sorriu orgulhoso de seu feito e colocou a língua pra fora lambendo toda a glande avermelhada, repetiu o ato mais algumas vezes antes de chupar toda a extensão com chupões babados e estalados com pausas entre um e outro para não estimular demais Louis que a esse ponto tinha lágrimas descendo pelo rosto de forma abundante, se concentrou na interseção entre a glande e o membro onde fica o frênulo ficando parado ali beijando e sugando aquela partezinha e em poucos segundos Louis tremia em espasmos tentando conter o impulso de chutar, bater e socar com os dedos dos pés se contorcendo conforme o quinto orgasmo o atingia dessa vez o esperma sendo um pouco mais ralo e muito mais intenso que os anteriores.
— Tudo bem, meu amor, acabou. – disse beijando o rosto molhado pelas lágrimas e suor.
o desamarrou e limpou o rosto de louis com um lencinho o deixando descansar e recuperar a respiração antes de o fazer beber meia garrafinha de água, pegou em sua mochila um pote com frutas cortadas e granola e um potinho de iogurte misturando os dois.
— Come um pouquinho, meu amor. – mandou levando uma colherada aos lábios de Louis que aceitou de bom grado mastigando lentamente. — você foi muito bem.
— sou seu favorito?
— Claro que é, o melhor que eu já tive. – o moreno sorriu sonolento se aquecendo pelos elogios, depois que Louis já tinha comido e se acalmado completamente, Harry o levou para tomar um banho no chuveiro.
harry lavou seus cabelos e limpou com delicadeza cada pedacinho de sua pele machucada com uma esponjinha com sabão e após o banho secou seu corpo e passou um creme hidratante na pele machucada e massageou um pouco os músculos cansados e enquanto Louis se trocava Harry trocou os lençóis da cama.
— posso chupar você? – Louis perguntou quando já estavam deitados prontos para dormirem, Harry o olhou com as sobrancelhas arqueadas em um questionamento mudo. – só um pouco.
harry concordou afinal como poderia negar algo a Louis quando ele estava lhe pedindo tão docemente, ele abaixou o short de Harry até as coxas colocando o pênis já meio duro em sua boca deixando ir e vir em sua garganta algumas vezes antes de apoiar o rosto na coxa de harry mamando só ⅓ de seu membro com os dedos de harry acariciando seus cabelos em um carinho gostoso, chupou mais forte começando a se sentir sonolento, quando estava quase dormindo passou a ponta dos dedos sobre o material de couro em volta de seu pescoço descendo para a medalhinha em sua coleira se lembrando das palavras ali gravadas, iria tirar e colocar em uma correntinha mais tarde.
Louis tomou mais um gole de sua bebida passando os olhos pelas pessoas presentes no local parando seu olhar no lindo garoto de cabelos cacheados com um vestido preto colado em seu corpo esbelto, que estava igualmente avaliando as pessoas no local procurando alguém que lhe interessasse.
Admirou o corpo delicado perfeitamente moldado pelo vestido, com os saltos que o deixavam mais alto do que já parecia ser, e as coxas fodidamente perfeitas que adoraria colocar o rosto entre elas, subiu o olhar para admirar seu rosto vendo que ele o olhava também, conectaram seus olhares sorrindo um para o outro, deixou o copo vazio na mesa mais próxima indo em passos lentos até ele.
A música alta e as luzes piscando começavam a ficar em segundo plano conforme se aproximava do cacheado, ele era bonito, Louis já tinha ficado com alguns homens mas esse era sem dúvida o mais bonito que já tinha visto, fodidamente perfeito, já tinha o visto duas outras vezes pelo local mas nunca teve a oportunidade de falar com ele toda vez que pensou em ir até ele teve outra coisa que tinha que fazer, se lembrava vagamente de seu nome tendo escutado outras pessoas o chamando de Harry, Harry era um nome bonito certamente combinava com ele.
Levou uns segundos para assimilar que ele estava andando em sua direção também, ficou um pouco mais confiante com suas chances com esse garoto mas ficou um confuso ao que ele desviou de sua direção indo para o corredor que dava acesso para as escadas, pensou um pouco antes de o seguir pensando que talvez o cacheado apenas quisesse conversar em um lugar mais privado, assim que virou a curva para entrar no corredor foi jogado contra a parede e lábios foram pressionados nos seus, ficou surpreso no início mas logo retribuiu o beijo.
moveu os lábios junto dos lábios macios do cacheado em um deslize perfeito antes das línguas se encontrarem se movendo juntas uma contra a outra, levou suas mãos para a cintura alheia enquanto o cacheado apertava e puxava seus fios de cabelo fazendo com que arrepios percorrerem seu corpo e a excitação fosse direto para sua virilha em choquinhos de prazer.
por baixo de suas pálpebras era visível os Flashes de luzes coloridas que estavam presentes no local junto da música ambiente que a esse ponto já parecia abafada e distante para si, a única coisa que conseguia ouvir com nitidez eram os sons molhados do beijo que compartilhavam e o farfalhar de suas roupas.
O cheiro de cereja que emanava de Harry junto do sabor doce de bebida misturado com o gloss em seus lábios embaralhava completamente seus sentidos o deixando tonto e desejoso por mais daquele garoto, puxou a perna de Harry por trás do joelho o fazendo tomar impulso para subir em seu colo, os virou pressionando as costas do acastanhado na parede para poder voltar a passar suas mãos pelo corpo curvilíneo.
impulsionou os quadris para frente esfregando seus pênis juntos através dos tecidos da calça e do vestido gemendo juntos sem parar beijo, as coisas escalaram rápido, muito rápido, desgrudou suas bocas respirando ofertante, Louis apoiou o rosto no ombro do garoto sendo automaticamente intoxicado pelo cheiro dele, suspirou tentando se acalmar para não transar com Harry bem ali onde qualquer um poderia os ver.
— Tenho um quarto aqui em cima, se você quiser… – Harry assentiu tirando suas mãos do cabelo do moreno e descendo dele colo indo em direção da escada com Louis atrás de si.
subiram os primeiros degraus da escada de forma apressada com Louis encarando a bunda de Harry e não resistindo a levar as mãos para apalpar o bumbum gordinho por baixo do vestido.
— Se controle – disse Harry depois de um risinho segurando uma das mãos de Louis o puxando para terminar de subir as escadas.
— Quarto 9 – assim que terminou de falar Harry já quase o arrastava em direção a última porta do corredor, entregou a chave para o garoto colando seus corpos começando a deixar chupões no pescoço branquinho enquanto Harry abria a porta.
Assim que a porta foi aberta entraram no local se beijando de modo afobado, deixando um último beijo nos lábios gordinhos do cacheado Louis se afastou indo procurar camisinhas e lubrificante os achando rapidamente na primeira gaveta da mesa de cabeceira.
voltou para Harry que estava sentado à beira da cama tirando calmamente os saltos que estava usando, colocou as camisinhas e o lubrificante em cima da cama se ajoelhando entre as pernas de Harry deixando um beijo no joelho descoberto, colocou o pé que ainda estava com o salto apoiado em sua coxa para terminar de soltar o ajuste do salto logo o tirando delicadamente em seguida repetindo o mesmo processo com o outro, acariciou os tornozelos de Harry indo subindo suas mãos pelas pernas e coxas até às parar nos quadris do garoto deixando um aperto forte se levantando para voltar a beijá-lo.
Harry o empurrou para se sentar na cama para subindo em seu colo com uma perna de cada lado de seu corpo ainda o beijando, puxou os cabelos da nuca de Louis fazendo-o gemer em sua boca, mexeu os quadris rebolando no colo dele sentindo o membro duro em sua bunda que estava sendo apalpada pelas mãos fortes, esfregou um pouco mais sua bunda ali antes de se levantar.
Se ajoelhou em frente a ele tirando o cacete do moreno da calça apertada começando a punhetar o pau de Louis que suspirou e segurou seus cabelos para o trazer para mais perto recebendo um aperto firme em seu pau.
— guarde suas mãos para você. – Harry falou deixando os movimentos de sua mão mais forte vendo a cabecinha do pau de Louis vazar pré-gozo o suficiente para molhar sua mão. — Você sempre foi tão desesperado assim? – perguntou lambendo a glande de Louis.
— Não antes de te conhecer.
Harry fez um som de agrado e levou o pau de Louis quase completamente a boca indo e voltando lentamente fazendo Louis se segurar para não agarrar os cabelos cacheados de Harry e o forçar a ir mais rápido.
Harry cravou as unhas nas coxas de Louis assim que o moreno moveu uma de suas mãos para o tocar fazendo-o soltar um gemido sôfrego, fechou o punho para se controlar o que não adiantou muito já que balançou seu quadril tentando foder de volta a boca de Harry que sugou fortemente a glande de Louis e se afastou completamente logo em seguida recebendo uma careta de Louis.
— não faça essa cara você tem um lugar muito melhor do que minha boca pra gozar.
se levantou da cama abrindo o zíper na lateral de seu vestido o deixando cair no chão deixando à mostra seu corpo quase completamente nu exceto pela calcinha rendada, subiu na cama engatinhando para se deitar no meio da mesma, Louis tirou a camiseta e logo se prontificou a ir junto dele se deitando entre suas pernas começando a distribuir beijos por suas coxas indo subindo e parando ao ver a calcinha para a puxar para baixo a deslizando pelos tornozelos do rapaz.
Olhou o pênis mediado com seus 16 centímetros completamente duro com a glande avermelhada, deu uma longa lambida na extensão de Harry o segurando pelas coxas dando lambidinhas na glande antes de ir colocando de pouco em pouco todo o falo de Harry dentro de sua boca até ficar com o nariz encostado na virilha do cacheado ficado parado ali por uns segundos antes de começar os movimentos de vai e vem.
— Humm, você é bom. – murmurou o rapaz segurando os cabelos de Louis que tomou isso como motivação para sugar mais forte babando por toda a extensão do pau de Harry .
Louis nunca iria admitir mas tinha um puta tesão em ter qualquer coisa em sua garganta, se lembrava muito bem de todas as vezes que usou os proprios dedos ou algum objeto para foder a própria boca enquanto se masturbava mas a sensação de um pau de verdade era simplesmente incrível, podia sentir seu pau mais duro que nunca e vazando tando pré-gozo que, porra, ele com certeza poderia gozar assim sem ao menos se tocar.
O gosto almiscarado e o peso em sua língua combinado com a dorzinha no fundo de sua garganta lhe deixavam em completo êxtase, a ponta da glande atingia repetidamente sua garganta que vibrava em contentamento, baba começou a escorrer por seu queixo se agarrou a Harry estava muito extasiado para ter aquele pau retirado de si agora.
— Oh... porra, Louis... eu vou gozar. - disse harry dando dois tapinhas no ombro de Louis para ele se afastar, mas isso só fez Louis agarrar mais forte suas coxas deixando os movimentos de sua boca mais rápidos. — Louis, eu não consigo gozar duas vezes seguidas... porra, solta. - Puxou os cabelos de Louis com força o obrigando a tirar a boca de seu pau com um barulho molhado.
Harry olhou para Louis que tinha os olhos vidrados e baba escorrendo pelos lábios que se mexiam devido a respiração ofegante, acertou um tapa firme na bochecha de Louis.
— Quando eu mandar você fazer uma coisa você faz. – disse Harry apertando o rosto de Louis que suspirava ofegante mexendo o quadril para esfregar para esfregar seu pênis na colcha da cama através da calça jeans. — Pare com isso. – Ordenou usando os pés para o impedir de mexer seus quadris.
fez um sinal para o frasco de lubrificante que Louis entregou de muito bom grado, despejou uma boa quantidade em seus dedos os colocando lentamente em seu buraco se certificando de que estava esticado o suficiente.
— pode fazer de novo? – falou Louis ficando quase em cima de Harry , apoiando as mãos nas coxas dele para chegar mais perto.
— fazer o que?
— Me bater. – falou levando a mão livre de Harry para seu rosto.
— Quer que eu bata no seu rosto? – perguntou arqueando as sobrancelhas, recebendo um aceno quase frenético em resposta, Harry riu puxando o corpo de Louis sobre o seu.
— Me fode bem gostosinho e eu penso sobre isso. – Louis assentiu pegando uma das camisinhas a colocando de modo apressado para se colocar entre as pernas de Harry apoiando as mãos ao lado da cabeça dele para o beijar enquanto se colocava dentro dele lentamente.
O cacheado suspirou ofegante durante o beijo passando suas pernas em volta da cintura de Louis para o manter parado.
Os minutos se passaram arrastados para Louis, o calor e o aperto ao redor de seu pênis, as pontinhas das unhas se arrastando por suas costas o fazendo se arrepiar, tudo em Harry estava o deixando doido, o fazendo querer fazer coisas irracionais que nem ele mesmo compreendia, mas sabia com toda a certeza que queria.
— Harry … ? – perguntou depois do que parecia ser uma eternidade parado olhando o cacheado que já havia se acostumado, mas queria ver quanto tempo Louis aguentaria com os quadris tremendo tentando se manter parado, gostava de torturar o mais velho.
— já pode se mexer. – começou a se mover lentamente no começo para ir aumentando a velocidade de modo apressado sendo impedido por Harry que apertou as pernas a sua volta — devagar. – mandou num tom calmo precisando os pés na lombar de Louis o fazendo manter o ritmo tortuosamente lento que parecia estar o agradando muito.
choramingou mas continuou a bater os quadris contra os de Harry, saindo até a ponta para se colocar lentamente até a base repetindo isso vez após vez até Harry soltar um pouco seu aperto deixando Louis aumentar ritmo para um que fazia com destreza.
assim que estabeleceu um ritmo estável Harry estava com os olhos revirados a boca entreaberta em um gemido mudo, o ritmo que estava mantendo era perfeito para estimular o pontinho de prazer dentro do cacheado e ele só ter poucos segundos antes da glande bater ali novamente, uma das mãos de Harry que apertava os ombros fortes de Louis se moveu para o rosto de Louis para o puxar para um beijo molhado.
— Isso, porra, assim. – arranhou o rosto do moreno deixando uma bela marca de suas unhas antes de lhe acertar um tapa logo seguido de outro e outro, Louis parou as estocadas meio atordoado e meio espantado em como isso tinha ido direto pro seu pau e o feito mais duro do que acha que já esteve em toda sua vida. — não era isso que você queria? Você não queria que eu lhe batesse?
Assentiu voltando a estocar praticamente o implorando com os olhos para Harry lhe dar outro tapa que veio rapidamente em uma velocidade quase absurda, Harry lhe batia entre uma estocada e outra toda vez que ele acertava aquele pontinho especial dentro dele sussurrando o quão bom ele era.
Apoiou as mãos aos lados da cabeça de Harry se movendo rápido se deliciando dos gemidinhos agudos de Harry, a onda de prazer começava a o fazer se sentir flutuante e dormente, tudo se tornou uma confusão em sua mente nublada, os movimentos de seu quadril pareceram borrados com o calor e a velocidade que se movia.
O leve peso das pernas ao redor de seu quadril e arranhões particularmente fortes em seu abdômen trouxeram um pouco mais de clareza para sua mente, voltou a si vagamente ciente dos sons que saiam de sua boca e o fio de baba que ligava seus lábios a bochecha rosada de Harry.
Diminuiu um pouco o ritmo para poder respirar sendo surpreendido por pelo tapa mais forte que tinha recebido até agora e uma palavra rosnada de 'continue' o atordoamento o fez parar completamente e seu rosto arder com a marca da mão de Harry antes de continuar e no meio disso ele descobri uma coisa 'Harry batia mais forte quando ele desobedecia', toda vez que diminuía ou aumentava um pouco a velocidade Harry estalava um tapa em seu rosto, nem queria mais mudar a velocidade só queria sentir mais da mão de Harry em seu rosto.
— Porque você está sendo mal? Você estava sendo tão bom pra mim antes. – Fez um beicinho, ele não queria ser mal para Harry, percebendo como estava sendo egoísta em só ter pensado em seu prazer e não no do cacheado voltou ao ritmo que deixou o corpo de Harry maleável instantaneamente e o faz revirar os olhos murmurando gemidos baixinhos, de repente sentiu seus cabelos serem agarrados fortemente, olhou para Harry que tinha uma expressão irritada. — Era proposital? Você estava sendo mal para mim propositalmente?
Louis enterrou o rosto no pescoço de Harry murmurando um 'desculpa' baixinho continuando a estocar.
— Porque estava fazendo isso? – Perguntou rígido, a mão que estava agarrando seu cabelo se moveu para apertar seu rosto com força o impossibilitando de desviar o olhar do rosto zangado de Harry.
— Desculpa, eu só queria que você batesse mais forte, não queria ser mau pra você. – Choramingou dando beijinhos pelo pescoço de Harry para se desculpar.
— Você fez tudo isso porque queria apanhar? – Indagou com descrença na voz, Harry empurrou Louis para ele se deitar de costas na cama, subiu em cima dele com uma perna de cada lado do corpo bem definido, alinhou a glande em sua entrada se sentando devagar estremecendo e se contraindo ao tê-lo completamente dentro de si novamente, mão com unhas bem feitinhas foi diretamente pro pescoço do moreno para o manter parado.
— você é tão desesperado por prazer, uma coisinha patética que preferiu ser mau para mim só pra ter um pouco de prazer. – Subiu e desceu o corpo com o pênis de Louis atingindo todos os seus bons lugares o fazendo morder os lábios para se conter, continuou com os movimentos constantes enquanto falava — Você vai ficar parado enquanto eu te uso do jeito que eu quiser pra me satisfazer porque aparentemente não posso contar com você pra isso.
Harry se perdeu por uns instantes na sensação de sua entrada estando incrivelmente alargada e a fricção gostosa em seu buraquinho mas logo voltou a si quando sentiu as mãos de Louis subindo por suas coxas e às tirou rapidamente dali as levando para a cabeceira da cama.
— Segure, não solte até eu mandar. – Harry cavalgou usando o pau de Louis para perseguir o próprio orgasmo sem se importar com os ofegos desesperados por ar do homem abaixo de si, o moreno apertou a cabeceira com força para manter as mãos ali e não tocar o corpo acima de si. — e seja um bom bichinho e não goze até eu terminar de te usar.
Choramingou com as palavras de Harry, nunca tinha tentado se impedir de gozar, diminuir o ritmo pra durar mais, algumas vezes, mas se impedir de gozar nunca, não sabia se conseguiria, tentou se consertar em qualquer outra coisa que não fosse o aperto quente em seu pau, o que se provou ineficiente quando o cacheado moveu seus quadris em círculos usando a glande de Louis para ter sua próstata massageada.
deu mais um tapa no rosto bronzeado que já estava tomando uma cor avermelhada e segurou firme o maxilar do moreno com a mão livre para poder beijá-lo, Louis ofegava com os lábios entreabertos mal conseguindo retribuir o beijo que Harry comandava, o beijo era vagaroso e desleixado demonstrando o quanto ambos estavam afoitos por mais um do outro, soltou um pouco seu aperto no pescoço alheio finalmente o deixando respirar.
— Por favor, por favor. – implorou em um gemido sôfrego com rosto já completamente suado e vermelho pelos tapas e a privação de oxigênio.
— shhh… seu único trabalho é ficar quietinho deixando eu te usar como o brinquedinho que você é. – falou voltando a apertar sua mão no pescoço do moreno.
— Eu posso gozar? por favor. – Implorou com lágrimas começando a se acumular nos olhos por conta da superestimulação. – Eu prometo continuar sendo bom.
Harry pensou sobre isso enquanto ainda cavalgava no pau de Louis, podia ver a forma que Louis respirava descompassadamente e seu corpo tremia em espasmos fortes toda vez que acertava a cabecinha do pênis do moreno em sua próstata, sabia que ele não aguentaria muito sem desobedecer sua ordem.
— Se me fizer gozar pode vir logo depois de mim. – Seus olhos brilharam em esperança ao ouvir isso, segurou a cintura de Harry com força estocando os próprios quadris para cima acertando em cheio a próstata de Harry tirando um gemidinho gritado do cacheado.
Harry apertou seu pescoço, a falta de ar lhe deixou tão duro que estava quase doloroso, podia sentir o pré-gozo encharcando a camisinha deixando seu pau completamente molhado.
Louis se sentia tonto, flutuando na própria mente com a necessidade de gozar, o aperto quente em seu pau, os gemidinhos sôfregos acima de si e o rostinho do cacheado contorcido em prazer, tudo contribuindo para seu estado desesperado, estocou repetidamente a próstata do cacheado o fazendo tremer e gozar sob o próprio abdômen apertando mais o pescoço de Louis enquanto gozava.
Harry saiu de sua névoa pós orgasmo com Louis lhe chamando repetidamente com sussurros de 'Harry, Harry, Harry, Harry, eu posso?', podia sentir o pênis dentro de si pulsando e o corpo do homem abaixo de si tremer com o esforço de não se mexer para não gozar e não superestimular o cacheado, sorriu ladino e voltou a cavalgar lentamente apertando o pescoço do moreno já bem marcado com as marcas de suas mãos.
— Você pode vir, você foi tão bom, tão bom pra mim. – Louis apertou suas mãos nos quadris do acastanhado revirando os olhos enquanto tinha o melhor e mais forte orgasmo de sua vida.
com o corpo ainda tremendo e segurando Harry, o mantendo conectado a si ainda com os tremores pós orgasmo que pareciam durar para sempre e mesmo assim não durar o suficiente, quando Harry tirou o pênis do moreno de dentro de si Louis choramingou abrindo e fechando as mãos para chamar Harry de volta sem forças para realmente falar.
— Eu já volto, eu prometo, fique quietinho. – deixou um beijinho na bochecha de Louis e foi para o banheiro voltando apenas meio minuto depois, tirou a camisinha do pênis do moreno que já começava a amolecer a descartando na lixeira ao lado da cama e com um paninho limpou a baba que escorria pelo queixo de Louis e o excesso de esperma do seu abdômen e pau, limpou a si mesmo e se deitou na cama puxando Louis para deitar a cabeça em seu peito, abraçou o moreno e acariciando seus cabelos e sussurrando elogios para ele que praticamente ronronava quase dormindo.
Louis estava quase dormindo quando seus lábios esbarram no mamilo de Harry, às cegas passou a mão sobre o peito do encaracolado até encontrar o mamilo inchadinho o esfregando um pouco com os dedos gordinhos antes o colocar na boca e começar a sugá-lo com alguns estalinhos, Harry estremeceu mas apenas continuou a acariciar o cabelo do moreno o deixando dormir sugando seu mamilo e somente quando teve certeza que Louis dormia se deixou dormir também ainda abraçando corpo quentinho do moreno que estava quase completamente em cima do seu.
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Onde Louis tem uma tara enorme pela bunda de seu marido Harry e nunca consegue resistir a seus impulsos
–Meu Deu- Loueh!– Harry gemeu, os olhos verdes se reviravam por dentro das pálpebras fechadas.
Era uma situação engraçada, ele nem lembrava como havia chegado nessa situação. Uma hora estava descascando batatas para fazer o jantar e em outra estava debruçado sobre a ilha da cozinha, com a blusa grande arreada e a bunda empinada.
Não era a primeira vez que Louis chegava do trabalho —era o contador mais importante em uma multinacional situada em Londres— e atacava o marido desse jeito. Ele não se importava se o mais novo estava cozinhando, lavando louça, limpando a casa ou até mesmo em uma ligação com quem quer que fosse que estivesse do outro lado da linha.
E bem... Não é como se Harry reclamasse. Estava longe disso, na verdade. Ele amava essa devassidão; mesmo depois de seis anos de casados, o amor e desejo entre eles nunca morreu —se é que um dia vai.
Por isso, agora, com as batatas esquecidas e largadas dentro da pia, Louis estava ajoelhado ao chão. Apertava a própria ereção dentro da calça social enquanto, com a mão livre, agarrava uma das nádegas, separando a bunda para ter acesso a entrada pequena e rosada de Harry.
As coisas não começaram assim, Louis não era nenhum tarado. Ele começou distribuindo beijos bem dados e doces por toda as coxas branquinhas do marido, chupando vez ou outra apenas para que pudesse apreciar os roxos que ficaria posteriormente. Fez um carinho na bunda pálida e macia, massageando-a por baixo da camisa larga; a língua deslizando na dobrinha, a divisão entre pernas e as nádegas. Deixou chupões na carne da bunda, marcas essas que ficariam lindas quando fossem dormir.
Só depois de todo esse processo, Louis finalmente abaixou a calcinha rendada do esposo e enterrou o rosto entre o espaço de sua bunda, alcançando a entrada com os lábios. Ele lambia e succionava aquela parte com gosto, como quem ama o que faz e não pararia por nada.
E Louis realmente amava dar beijos gregos em Harry. Na verdade, Louis era um safado, pornográfico. Um completo maníaco pela bunda de Harry, obsessivo e possessivo —e claro que o cacheado adorava isso. Ele amava aquela parte de do cacheado, em específico.
Notoriamente, ele amava todo o corpo do marido, inclusive tudo que o compunha como personalidade, mas a traseira do mais novo atraia muito sua atenção. Adorava idolatrar ela e sempre que podia estava a tocando ou a beijando. Harry sabia dessa fixação incomum e tão pouco ligava —ele gostava muito de ser tocado lá.
Podiam ser os lugares mais inusitados, mas Louis não deixaria de mostrar sua estima pela parte do corpo. No metro, quando ficava por trás de Harry e esfregava sua pélvis; na fila de uma lanchonete, quando colocava a mão por dentro do bolso traseiro para beliscar levemente a carne; quando iam a balada com alguns amigos e dançavam juntos, Louis não perdendo tempo em molestar a bunda enquanto Harry rebolava de frente para si —e normalmente eles acabavam fodendo em um dos banheiros do estabelecimento.
Ok, talvez Louis fosse um tarado, mas a questão é que Harry gostava. Gostava de quando era tocado —principalmente em lugares impróprios—, pois era muito sensível. Qualquer mísero estímulo o levava a loucura e ele tinha vontade de arrastar o marido para o carro e mandar que ele o comesse até que a bunda ficasse cercada de hematomas. Ah, como Harry gostava das marcas roxas!
Contudo, havia uma coisa que Harry odiava que Louis fizesse, mas que o mais velho amava fazer e podia perder horas apenas praticando tal ato, como a porra de um fiel, um fanático. Tomlinson se enrolava muito em preliminares, podendo ficar com a cara presa em sua bunda por átimos a fio sem se cansar de provar da entrada de Harry.
Ele tinha um cheiro único, ao menos para Louis. Era doce e quente, como chocolate derretido. E apesar do sabor não parecer nada com o alimento, também era gostoso. Era um gosto almiscarado e marcante, forte como madeira molhada em dia de chuva. Louis adorava demais, demais, demais. Independente de o cacheado estar ou não depilado, o mais velho o tomava em sua boca, sem nojo ou receio, babando e chupando como se ele fosse a janta ao invés da sobremesa.
E não é que Louis não fizesse aquilo bem —porque, porra, era bom demais—, mas é que Harry acabava gozando muitas vezes apenas com as sucções e lambidas, quando tudo que ele aguardava era o pau em sua bunda. As vezes gozava mais de três vezes e Louis ainda nem tinha o comido, propriamente dito, e ele ficava tão cansado que o mais velho se masturbava em sua bunda apenas para vê-la melada de sua saliva e suja pelo seu gozo.
E Harry não duvidava nada que agora fosse uma dessas vezes.
A língua de Louis o explorava com precisão, mesmo que ela já conhecesse cada centimetro de pele e cada prega de sua entrada apertada. A saliva escorria por seu queixo e ele nem se importava em limpar, concentrado demais em resvalar a língua para cima e para baixo, para um lado e para o outro, ou em qualquer direção que o músculo alcançasse.
A barba por fazer —e Louis nunca a fazia demais, sempre deixando pontas que pudessem ser tocadas— pinicava a bunda de Harry. Era uma coceira incômoda, mas gostosa ao mesmo tempo. E pouco importava se o cacheado ficava um pouco assado depois por causa dela, ele nunca pediria para Louis apará-la completamente porque gostava da ardência. Gostava de sentir que o mais velho havia o tocado, mesmo que a hora da excitação já tivesse passado —ele poderia ficar com tesão novamente ao sentir as nádegas roçando uma contra a outra.
O pênis intocado e rubro pendia sobre a ilha, raspando vez ou outra no mármore frio e lhe enviando arrepios por todo o corpo. Ele não precisaria relar a mão no próprio membro para saber que gozaria gostoso, Louis sabia como o levar até lá sem que a masturbação fosse necessária.
Os gemidos eram manhosos e soavam como uma súplica. Harry podia ter tudo —até um pau enterrado bem fundo dentro de si— que ele sempre imploraria por mais.
Louis, como sempre, lhe daria mais. Endureceu a língua e forçou-a contra a entrada, que em um primeiro momento rejeitou sua invasão. Era persistente, tentou novamente e novamente, até que as pregas estivessem relaxadas o suficiente para que ele adentrasse a língua até onde conseguia.
–Lou... Se você fizer assim eu vou gozar– disse Harry, a voz trêmula e quase infantil. Ele não tinha estruturas paras os beijos gregos do marido –Amor...
A mão que separava suas nádegas apertou com mais força a carne sob os dedos, dizendo, silenciosamente, que ele poderia vir. Que ele queria que viesse. Louis era sempre orgulhoso quando Harry vinha sem estímulos mais profundos, mesmo que fosse bastante recorrente.
Afastou os lábios vagamente para tomar ar, chupando a entrada com força e ocasionando em um barulho grave e oco, que foi delicioso de se ouvir, juntamente com o grito que Harry soltou. Ele repetiu o processo mais algumas vezes antes de voltar com a língua para dentro, puxando a bunda do cacheado mais para o lado e sendo capaz de enfiar mais um pouco de seu rosto ali no meio.
Harry tremelicava no balcão, parecia um garoto em um dia frio sem agasalho. As pernas quase não podiam se sustentar sozinhas e então ele usou as mãos para se agarrar ao outro lado da pedra, escorando o próprio corpo para não cair no chão. Louis era um maldito filho da puta gostoso que conhecia seu corpo como ninguém e que sabia exatamente como o enlouquecer.
Não durou muito mais para que o menor viesse, jorrando sua porra nos armários brancos que integravam a ilha. As coxas se fechando por puro instinto, amassando as bolas e fazendo com que mais goza saisse de seu pau, sem tanto impulso dessa vez e derramando-se no chão. Uma pequena poça formando-se ao seus pés enquanto ainda tinha sua entrada estimulada.
Louis foi parando com as lambidas aos poucos, beijando as nádegas e deixando novos chupões, por cima e ao lado dos antigos. A mão soltou a nádega que segurava, o palmo podendo ser visto com uma marca perfeita.
Ele se levantou, desfazendo-se da cinta e braguilha da calça, abaixando-a o suficiente para que o pau escapasse. O membro estava duro, extremamente duro, vermelho e sensível. Não demoraria muito para que ele gozasse, mesmo que o estímulo fosse pouco. Levou a mão de volta para a bunda de Harry, do lado oposto que houvera deixado a marca, e afastou-a o bastante para poder ter a visão completa da entrada rosada e babada.
Fechou o punho em volta do pau e começou a subir e descer os dedos por toda a extensão. Masturbava-se rápido e forte, desesperado para gozar; os olhos presos e hipnotizados na entrada e na bunda completamente lotada pelas assinaturas que sua boca fizera. Era uma visão e tanto, pecaminosa, deliciosa e depravado.
As bolas cheias se contraíram fortemente e ele soube que ia gozar. Levou o membro para dentro de Harry, que ofegou em surpresa, afundando apenas a cabeça inchada na entrada e liberando toda sua porra em seu interior. O cacheado gritou, sentindo-se bem e completamente cheio com o prazer no marido —e ele amava isso mais que todas as outras coisas.
Louis desmontou-se cima do menor, respirando pesado contra as costas vagamente cobertas pela camisa, agora, molhada de suor. Harry não estava muito diferente, ofegante e um pouco cansado pelos recentes eventos.
Não se sabe quanto tempo ficaram assim, mas assim que o fôlego voltou ao normal, Louis desvancilhou-se do corpo de Harry e saiu de dentro dele, não perdendo tempo em abaixar-se sobre os próprios calcanhares e observar seu gozo escorrendo da entrada.
O dedão capturou a porra e espalhou-a por toda a extensão da bunda, sorrindo com a imagem linda que ficou. Porra, aquilo parecia uma obra de arte.
–Deixa eu tirar uma foto, neném?– perguntou Louis, beijando a coxa e depositando uma leve mordida.
–Nem pense nisso, Louis Tomlinson!– repreendeu o mais novo, virando-se de frente para o outro. O de olhos azuis sorriu malicioso para o pau flácido em sua frente e deixou um beijo, mas antes que pudesse tirar a língua para fora, Harry o impediu, dizendo trêmulo: –P-Para.
Rindo, Louis colocou-se de pé e arrumou a calça, sem fechar o cinto e deixando-o jogado sobre a ilha. Arrumou a blusa larga de Harry para que ela voltasse a cobrir o corpo libidinoso do marido e tomou os lábios dele nos seus. Um beijo calmo e apaixonante se instalou, que demorou tempo o suficiente para que Louis descesse as mãos espertas para a bunda coberta do cacheado e apertasse com força.
–Ah, Louis...– gemeu, tombando a cabeça para trás –E-Eu tenho que fazer a janta.
–E se você for a minha janta?– indagou, com um sorriso malicioso que era a perdição de Harry. Era tão fácil conquistá-lo que chegava a ser injusto.
–Eu te odeio, Louis William!– cedeu Harry, revirando os olhos ao tempo que estendia os braços para o marido, pedindo para ser carregado.
–Não, não odeia, mas se serve de consolo... Depois que eu estragar com essa bundinha linda eu prometo te ajudar com o jantar, tudo bem?– murmurou, dando leves bitoquinhas por todo o maxilar do outro, pegando-o no colo.
–Sim, por favor– respondeu, rendido, só não sabia dizer se era pelos toques ou pela promessa.
Ele fez um biquinho fofo, Louis quis o morder.
–Te amo, neném.
–Também te amo, Boo.
Louis o levou para o quarto e abusou muito da bunda do cacheado naquela noite. E se, no dia seguinte, Harry acordou com as nádegas entupidas de hematomas... Bom, ninguém precisava saber.
Louis deu a Harry de presente um lindo vestidinho amarelo, só que com uma condição: sempre que Harry o usava ele estava concordando em se submeter a todas as vontades de Louis, independente de quais fossem.
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Quando Louis voltou para sala de estar, Harry estava deitado de bruços, dormindo. Sinceramente, ele não estava surpreso: seu bichinho sempre foi muito intenso; sempre precisou que seu papai fosse gentil com ele depois que ele o usasse — fosse suas coxas ou sua boca, suas mãos ou sua bocetinha.
Louis estava bem fazer isso por ele. Era absolutamente apaixonado em cuidar de sua coisinha manhosa e maleável e faria isso por ela pelo tempo que levasse até que ela estivesse descansada e bem em se desgrudar de Louis.
Exceto quando Harry precisava aprender uma lição.
E Louis ainda não tivesse acabado com ele.
Nesse caso, seu bichinho infelizmente não tinha permissão para dormir — ao menos não ainda —, tampouco sair da posição que fora deixado, por isso, sem ter colocado de volta suas roupas, Louis se aproximou silenciosamente do corpo adormecido no sofá.
O vestido amarelo estava levantado, deixando sua bunda toda exposta. Harry estava com o rosto deitado sobre os braços e uma de suas pernas estava dobrada, facilitando o trabalho de Louis quando ele ajoelhou ao lado do sofá e segurou na barra da calcinha branca que Harry estava usando.
Apesar da desobediência, Louis não quis acordar Harry imediatamente, então com a outra mão ele começou a massagear o grelhinho dele através da calcinha já encharcada, acelerando aos poucos o movimento. Quando seu bichinho começou a molhar um pouco mais de novo, Louis se abaixou, lambendo e sugando o tecido, chupando e tentando morder os lábios gordos da xotinha dele.
As pernas de Harry não estavam abertas o bastante, porém, e quando Louis não pôde fazer mais que isso ele firmou o aperto na barra da calcinha e a puxou.
“Shh, quietinha”, ele disse ao ouvir o primeiro choramingo sonolento de Harry. Louis voltou a puxar a calcinha, vendo-a agora se afundar entre os lábios gordos da boceta dele. “Vamos, coisinha, fique quieta.” Harry levou a mão de encontro a de Louis, tentando tirar seu papai de lá. “Hazza…”, Louis disse em repreensão ao mesmo tempo que dava mais um puxão.
“Papai, machuca”, Harry começou, sua voz embargando. “Me solta, por favor.”
“Vire-se pra mim”, ele mandou.
Harry fungou. “Você vai parar?”
“Vire-se pra mim, Harry”, Louis repetiu, dando um tapa em sua bunda.
Quando Harry começou a se virar, Louis soltou a calcinha, mas voltou a tomá-la de imediato quando ele já estava de barriga para cima. A mão de Harry parou em cima de sua xotinha e ele fechou as pernas, tentando lutar contra as mãos de Louis. “Não, papai, por favor.”
“Por que você acha que tem direito de falar, ein, Harry?” Louis obrigou-o a abrir as pernas e deu um tapa em cima de sua mão para tirá-la dali. “Quem disse que você tem alguma voz aqui, uh? Já viu o que você está usando?”
A expressão de Harry nadou em confusão e uma pitada de traição.
“Mas… Você disse… disse que eu era seu bom garoto, papai. Eu achei que já tinha acabado. Achei que-”
“Você não acha nada, Harry. Você é só uma puta idiota, não é capaz nem de pensar.” Louis olhou para ele, fazendo um barulho de desdém quando viu como os peitos dele já não estavam mais cobertos pelo vestido. “Está agindo de forma tão estúpida que nem merece ser minha coisa, na verdade. Agora cale a boca.”
Os olhos dele se encheram de lágrimas e Harry curvou os lábios para baixo. “Achei que era um bom garoto”, ele sussurrou, a voz tremula. “Achei que já merecia ser seu bichinho de novo.”
A mão de Louis só ficou mais firme ao puxar a calcinha e com a outra ele usou o polegar para circular o clítoris de Harry. “Eu já disse: você não acha nada. Você não é nada. Não até que eu diga o contrário. Até lá, sequer merece ser minha coisinha”, ele repetiu.
As lágrimas começaram a descer pelas bochechas de Harry. “Desculpa, papai, eu não queria ser burro assim.”
Louis balançou a cabeça.
“É culpa minha”, disse com um suspiro, soltando parcialmente a calcinha para poder alcançar o vibrador que ele já tinha usado em Harry mais cedo. “Você é só um brinquedo sem cérebro.” Ele o colocou no lugar em que seu dedo estava trabalhando e o ligou na velocidade máxima, somente para ver o tronco de Harry se arquear e suas pernas tentares se fechar outra vez. “Esqueci que não posso esperar muito de você, não é verdade?”
O corpo de Harry estremeceu e ele voltou a tentar empurrar a mão de Louis para longe de sua bocetinha. “Não, papai. Vou me esforçar, eu juro. Eu…”
Louis levantou as sobrancelhas. “Não parece, Harry. Ainda está tentando fugir da sua punição.” Ele mexeu com o vibrador, esfregando-o para cima e para baixo na xotinha dele. “Acha que não merece, é isso? Que tenho que parar. Estou sendo injusto com você?”
Harry gemeu um som quebradiço, trazendo as mãos para si. “Não, papai, eu mereço. Não é injusto, eu mereço. Você pode fazer o que quiser.”
“Não preciso da sua permissão, Harry.” Louis o observou por um instante. “Vou chupar você e depois foder essa sua boceta e só então quem sabe eu te desculpe.”
“Mas o papai já fodeu minha bocetinha hoje.”
“E vou foder quantas vezes mais eu quiser, Harry”, Louis disse com exasperação, “ela é minha.” Ele parou enfim com o vibrador, para o alívio temporário de Harry, e puxou a calcinha dele para baixo, observando com ligeiro fascínio como o melzinho de seu bichinho estava ainda ligado a ela. Louis então colocou o tecido na boca de Harry; não era o bastante para fazê-lo quieto, mas passava o recado de que ele deveria ficar. Ele ainda colocou os pulsos de Harry para cima da cabeça dele, apertando-os firmemente antes de dizer: “Fique onde eu deixei você, ouviu?”
Harry assentiu ansiosamente ao passo que Louis puxou uma de suas pernas para o chão e dobrou a outra para cima, deixando-a apoiada no sofá — ele estava suficientemente aberto, agora; pronto para ser usado outra vez.
Seu bichinho respirou profundamente quando sentiu seus dedos abrirem sua xotinha. Ela estava toda vermelha e Louis enfiou o indicador até ver sua porra voltar a vazar. Ele raspou a unha levemente na vulva de Harry e admirou o corpo dele estremecendo, somente para repetir o movimento outra vez, porém com um pouco mais de força. Louis mal podia imaginar como ele estava sensível.
Harry tinha sido obrigado a passar todo o período do jantar com um vibrador dentro da boceta porque naquela tarde quis tentar ser mais esperto que seu papai, como se ele não fosse notar que, além de estar se tocando sem pedir permissão, estava gravando seus dedinhos brincando com aquilo que sequer o pertencia. Agora, Louis não sentia muita pena de como Harry se crispava quando ele abria bem sua bocetinha e enfiava um dedo — ele estava simplesmente cumprindo com a aparentemente incontrolável vontade de seu bichinho de ser estimulado.
Louis sabia que a promessa havia sido de chupar, mas antes de fazê-lo ele abriu um pouco mais os lábios da xotinha de Harry e colocou três dedos lá dentro, procurando pelo ponto G e correndo os dedos sobre ele com mais intensidade a cada vez que seu bichinho ameaçava fechar as pernas ou deixava um pequeno soluço escapar.
Só quando pareceu que Harry gozaria pela quarta vez na noite é que Louis se abaixou e começou a chupar sua boceta. Suas mãos apertaram com firmeza as coxas dele enquanto Louis corria a língua pelo canal, mantendo-as quietas. Ele fodeu e fodeu e então se afastou para poder ter o grelhinho entre os dentes.
Harry não conseguiu se manter quieto ao que Louis sugava e mordia seu monte, mas ele não quis parar para repreendê-lo, gostando como sempre de ouvir os sons que seu bichinho choroso e superestimulado fazia. Ele só pôde acalmar a respiração quando Louis o soltou, plantando pequenos beijos sobre a linda boceta usada. Mas não por um momento longo, porque em seguida ele estava sugando seus grandes lábios, e mordendo os pequenos, e então invertendo a ordem, de novo e de novo.
A essa altura, as coxas de Harry provavelmente tinham marcas da força com que Louis estava mantendo-as abertas, porque ele já não parecia estar tentando se manter no lugar, não quando a boca de Louis estava determinada a colocar toda a bocetinha dele para dentro. Outra vez, todavia, quando parecia prestes a gozar, seu papai parou com os movimentos.
As sobrancelhas de Harry se arquearam no centro ao que ele respirou fundo, contendo um choramingo. Louis subiu até estar olhando para o rosto dele. “Shh, eu sei”, ele lamentou, enquanto apertava os peitinhos dele. “Muito frustrante, coisinha, eu sei, mas estou te dando uma lição e agora não quero mais que você goze, entendeu?” Foi com deleite que Louis assistiu aos olhos de Harry se encherem de lágrimas imediatamente. Ele torceu seus mamilos. “Não, não chore. Você está indo tão bem, não quer que o papai fique bravo com você de novo, não é?” Seu bichinho assentiu, soluçando. “Viu só, minha coisinha consegue pensar então.” Ele assentiu novamente. “Que alívio”, Louis exalou com orgulho, acompanhando como as bochechas de Harry se avermelharam com a pitada de aprovação. “Agora vamos, continue assim enquanto fodo você, coisinha.”
“Papai, por favor…”, ele murmurou entrecortado.
“Não, quietinho. Não estrague as coisas, você está sendo perfeito. Só precisa aguentar o papai fodendo sua bocetinha uma última vez e eu prometo que hoje mesmo eu recompenso você, uh.”
Harry choramingou outra vez e Louis decidiu tirar a calcinha da boca dele. “Aí- aí eu volto a ser seu bichinho?”, ele perguntou, como se isso já pudesse ser toda a sua recompensa.
“Volta a ser o bichinho do papai”, Louis concordou com ternura, apertando novamente os mamilos dele. “Mas só se você não gozar enquanto o papai te fode, ok?” Harry concordou com a cabeça. “Mantenha as pernas abertas pra mim.”
Seu bichinho parecia determinado a cumprir perfeitamente com as ordens: abriu bem as pernas e manteve-as assim mesmo quando os dedos de Louis quiseram raspar a unha rapidamente sobre seu montinho.
Mas então Louis começou a forçar o pau para dentro dele; e ele não estava se dando exatamente ao trabalho de fazer isso com calma; e não estava usando nenhum lubrificante. E, de qualquer maneira, Harry mesmo disse: Louis já tinha fodido sua xotinha antes; a não muito tempo, na verdade. Um tempo curto demais, se o bico nos lábios e os olhos lacrimejantes de Harry significavam alguma coisa.
“Hm, papai”, ele chamou quando sentiu Louis empurrar com mais força, todo seu pau coberto pelo aperto de seu buraco agora. “Calma, por favor.”
Louis apoiou uma mão sobre o baixo ventre de Harry e olhou em seus olhos com uma sobrancelha arqueada. “Vou tolerar isso só porque você vem sendo uma ótima coisinha, Hazza, mas não ache que tem direito de ditar como fodo minha boceta, ouviu?”
Harry soluçou, apertando os dedos das mãos enquanto assentia. “Desculpe, papai.”
“Sim, sim, Harry. Desculpado. Agora tudo que eu quero ouvir de você são gemidos, okay?”
Seu bichinho soluçou. “Okay, papai.”
E mesmo sendo uma ordem, e mesmo que Harry amasse cumprir ordens, seus gemidos eram altos simplesmente porque ele não sabia ser quieto. Ele era constante e melodioso nas estocadas lentas e profundas de Louis e era alto e desesperado em suas estocadas rápidas e precisas.
E, além dos gemidos, havia o próprio som do pau de Louis entrando e saindo do buraco molhado de seu bichinho. Era notável como só a bocetinha dele já cheia de porra poderia ser e ele ficou dividido entre olhar o entrar e sair de seu membro e morder onde quer que sua boca alcançasse.
Morder, sim, porque mesmo quando eram suas bocas se encostando Louis não era capaz de resistir ao impulso: ele queria deixar Harry completamente marcado, de forma que não gerasse dúvida alguma de que ele havia sido muito bem usado. Por isso, quando não estava olhando o pau entrar e sair da boceta esticada de sua coisinha, ele estava mordendo os lábios e o pescoço dele; estava curvando-se um pouco mais e alcançando os peitinhos dele. Louis teve que tomar os pulsos de Harry, eventualmente, mas nada mais o atrapalhou de morder e puxar e sugar seus mamilos. A cada vez que se afastava para olhar, eles estavam um pouco mais vermelhos.
Assim como as bochechas e os lábios de Harry e provavelmente a glande de Louis. Vez ou outra — quando percebia os dentes de seu bichinho apertarem-se um pouco mais firmemente — ele diminuía a velocidade de seu movimento, facilitando a contenção do orgasmo de Harry, pelo menos um pouco. Mas aí Louis notou que mais um pouco ele mesmo gozaria; e que, de todo jeito, aquela ainda era a punição de Harry. Então Louis deu batidinhas no rosto dele para chamar sua atenção.
“Vamos, coisinha, está me ouvindo?”
Harry fungou. “Sim, papai.”
Louis abriu um sorriso para ele. “Ótimo, Hazza, porque tive uma ideia e como você vem sendo o brinquedo perfeito vou deixar que decida como faremos, uh.” Harry balançou a cabeça em reflexo a animação de Louis enquanto ele esticava-se novamente para vibrador que havia jogado no chão. As sobrancelhas de seu bichinho imediatamente se levantaram. “Escute: quero usar isso aqui em você e vou deixar que escolha em qual dos seus buracos ele vai ficar: no seu cuzinho ou na sua bocetinha junto com meu pau?”
Louis havia parado completamente com suas estocadas, porém mesmo assim os olhos dele se encheram, como se ainda estivesse sendo fodido. “Não, papai; por favor, não.”
Ele semicerrou os olhos para Harry. “Não vai se livrar disso. Anda, seja bom e diga.”
“Minha bocetinha tá muito cansada, papai, por favor.”
Louis abriu mais uma vez um sorriso. “No seu cuzinho, então? Está bem, meu amor.”
As pernas de Harry ameaçaram se fechar antes de conseguirem se lembrar de que não podiam se mover. “Mas o papai… o papai vai com calma, né? Pra não doer? Por favor.”
Louis assentiu com uma expressão de condescendência, no entanto sua mão já estava levando o vibrador até o buraco de Harry e pressionando. “Claro, amor, mas é claro. Papai vai ir com toda a calma, uh”, Louis disse com uma voz macia, empurrando o vibrador mais um pouco. “Porque é o que minha coisinha merece por estar aguentando tudo tão perfeitamente, não é?” Harry balançou a cabeça afirmativamente com ansiedade. “Sim, Hazza, eu sei, eu vejo seu esforço. Só que… sou eu que mando, não é?” De repente, a mão de Louis empurrou com tudo o restante no vibrador que ainda faltava. As costas de Harry se arquearam ao mesmo tempo que suas mãos correram para tentar pará-lo. “Sim, eu que mando. Agora quieto, você sabe que é assim que funciona. Sabe que eu não dou ouvidos a vagabundas como você.”
O choro de Harry aumentou e suas mãos ainda insistiram em contornar seu cuzinho, querendo diminuir a força das estocadas de Louis. “Não, papai, por favor, por favor.”
Ele voltou a foder a boceta de seu bichinho. “Cale a boca, meu amor, não quero me estressar com você de novo.” Louis parou o vibrador no fundo de Harry e concentrou-se integralmente em entrar e sair dele com força, seus braços segurando suas coxas para que ele pudesse levantar seus quadris e conseguir um ângulo melhor. A essa altura, prestes a gozar, deixou de se importar com os lamentos de Harry e com como suas pernas estavam tremendo. Ele não o ajudaria mais a prender seu orgasmo.
“Papai, me perdoa, papai, por favor”, seu bichinho estava murmurando.
“Perdoar o que, Hazza?”, ele perguntou, estocando um pouco mais para cima.
“Vou gozar, eu- quero muito, papai, por favor, posso?”
“É claro que não, Harry, não seja idiota.” Um soluço um pouco mais alto que os outros escapou de sua garganta. “Não, bichinho, eu sei que você consegue, vamos. Papai já está vindo.”
“É mesmo?”
Louis inclinou-se para morder os lábios de Harry. “Sim, e vou deixar você cheia da minha porra, uh?”, ele sussurrou em seu ouvido. “Vou pegar um plug para garantir que nada escorra e você fique cheia, cheia”, Louis continuou em meio a gemidos, suas estocadas cada vez mais desesperadas até que ele estivesse gozando. Ele beijou Harry, sugou sua língua e, quando se afastou, cuspiu em sua boca e o obrigou a engolir. Louis tirou sonoramente seu membro sensível de dentro da boceta de sua coisinha, assistindo a ela se contrair no nada.
“Obrigado, papai”, Harry estava agradecendo, fechando as pernas.
Louis sorriu para sua imagem bagunçada e completamente fodida. “Não é nada, meu amor; espere só um pouquinho, eu já volto.”
“Papai não pode já tirar?”, Harry perguntou quando Louis já estava de pé, abrindo um pouco as pernas para mostrar o vibrador ainda ligado em seu buraco.
“Tenha paciência, bichinho, o papai já volta.”
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Quando estacionou o carro em frente ao prédio, Harry olhou de maneira inquisidora a Louis. Ele não tinha dado nenhuma informação do que fariam, só o que seu bichinho soube, enquanto tinha o vibrador desligado e enfim retirado, era que eles sairiam para que Louis pudesse recompensar seu ótimo trabalho.
Louis olhou de volta para ele. Embora não tenha exigido, Harry havia escolhido sair com o vestido amarelo. Suas alças eram finas e as vezes escorregavam dos ombros cheios de marcas dele. Ele não usava sutiã, de modo que era possível ver seus mamilos eriçados sob o tecido de cetim. Estava lindo, lindo. Louis saiu sem uma palavra e contornou o carro para abrir a porta para Harry, que sorriu com a gentileza.
O apartamento em que estavam indo ficava no segundo andar e Louis nem precisou bater, a porta se abriu assim que eles chegaram. Foram recebidos por Spencer, um homem pouco mais baixo que Louis, de ombros largos e corpo tatuado, que estava sorrindo antes mesmo que fosse dito qualquer coisa.
Ele e Louis se conheceram ainda adolescentes. Tinham costume de frequentarem as mesmas festas e beijarem quase as mesmas bocas. Aos poucos, depois de irem para a faculdade, foram perdendo o contato, mas em momentos como aquele eles sempre lembravam um do outro e se verem novamente era sempre como estar no Ensino Médio outra vez.
“Tommo”, Spencer disse, sorrindo aberto em direção a Louis. Em seguida, seus olhos caíram na pequena figura de Harry, perseguindo cada centímetro descoberto de seu corpo. “Você disse que precisava de ajuda com a garota e imaginei que ela fosse como uma brat”, ele comentou, distraidamente. Como que testando uma teoria, Spencer esticou o braço em direção a Harry, a mão tocando a bochecha dele. Em resposta, Harry pendeu em sua direção e abrigou o polegar dele quando Spencer percorreu seu lábio com ele. “Ela provavelmente se dobraria só pra agradar”, ele murmurou encantado, os dedos movendo-se em estocadas.
Com os olhos ávidos sobre eles, Louis soprou uma risada sarcástica. “É claro”, ele bufou. “Meu bichinho pode esquecer o lugar dele as vezes, mas é perfeito pra mim, não é, meu amor?”
Os ombros de Harry se encolheram em timidez e ele soltou um som doce, assentindo. Spencer se afastou, assistindo como a movimentação de Harry fez com que uma das alças de seu vestido caíssem. Ambos observaram parte dos seios de Harry ficarem a mostra antes de, com um dedo, Louis puxá-la para cobrir sua coisinha outra vez.
Spencer olhou para Louis de novo. “Você tem razão. Sempre tinha os brinquedos mais perfeitos.” Ele voltou-se para Harry, andando para que entrassem no apartamento. “Sabia disso, linda?”, Spencer parou e se virou para Harry. “Seu papai sempre pegou só vagabundas gostosas e obedientes como você.”
Louis levantou uma sobrancelha, aproximando-se de Spencer, que tinha se apoiado contra sua mesa de jantar, os braços cruzados na frente do peito. Ele deslizou os dedos pelos cabelos da nuca de Spencer e aproximou seus rostos. Quando o rosto dele se inclinou um pouco mais, Louis firmou o aperto, puxando-o para trás, e ele resmungou em frustração, encarando sua boca. “E você era uma delas, uh”, Louis sussurrou sob sua respiração, sorrindo de lado e segurando a mão de Spencer que tentou tocar seu rosto. “Tão desesperado pra ser o melhor, o mais dedicado de todos.”
Spencer assentiu e voltou a tentar beijá-lo, mas novamente Louis firmou seu aperto e se afastou. Spencer choramingou dessa vez. “Hm, por favor”, ele pediu, agarrando a blusa de Louis com a mão livre e trazendo-o para perto.
Louis abriu um sorriso, resolvendo ter pena dele. “Já que você foi tão educado”, ele disse, antes de trazer o rosto dele de encontro ao seu. Ele o tomou um beijo duro, a língua de Louis preenchendo sua boca, seus dentes mordendo seus lábios. Spencer gemeu facilmente, derretendo contra ele, se deixando levar pela força e pelo domínio de Louis. Ele se afastou com o corpo de Spencer ainda perseguindo pelo seu. Mais uma vez, a mão de Louis o segurou, mas com a outra ele entreabriu os lábios dele, segurando seu queixo com a ponta dos dedos e cuspindo em sua boca, fechando-a novamente para obriga-lo a engolir. “Senti sua falta, cachorrinho”, Louis sussurrou com um sorriso de lado, gostando de como Spencer parecia ofegante com os olhos semicerrados.
“Sim, senhor, eu também”, Spencer concordou.
Louis deu batidinhas em seu rosto e então voltou-se outra vez para Harry, que parecia entretido assistindo-os, as coxas se friccionando. “Vamos lá?”, Louis perguntou, cobrindo os ombros de Harry com seu braço e seguindo caminho para o corredor.
“Fazer o que, papai?”
Louis sorriu para ele, trazendo-o para perto. “Não era você que sempre quis um piercing nessa sua boceta linda? Spencer coloca.”
“É”, Spencer disse logo atrás deles. “Tenho esse estúdio improvisado.”
Eles entraram no último quarto do corredor. A luz estava ligada e bem no meio do cômodo tinha uma cadeira daquelas em que Harry se deitaria para ter sua perfuração feita. Spencer andou diretamente para uma pequena cômoda ao lado da cadeira e abriu a primeira gaveta, tirando de lá um par de luvas. Harry permaneceu acanhado ao lado de Louis, as mãos unidas na frente do corpo.
“Vamos, bichinho, não precisa ter vergonha, sua bocetinha é perfeita.” Louis empurrou-a levemente para dar um passo em direção a cadeira. Harry foi, trôpego, e sentou-se de lado, assistindo Spencer separar o material. “Deite-se, Hazza. Abra bem as pernas para Spencer.”
Obedientemente, Harry deitou-se, puxando o vestido para cima, dobrando os joelhos e abrindo espaço para exibir sua xotinha, já que estava sem calcinha. Quando olhou na direção dela, Spencer abriu um sorriso. “Ah, olha só o que temos aqui”, ele disse, batendo o dedo no plug parcialmente escondido pelos lábios da boceta. Harry deixou um ofego escapar com a ligeira movimentação. “Uma vadia tão sensível.”
Harry choramingou diante do comentário e balançou a cabeça, fechando um pouco as pernas e olhando para Louis. “Hm, papai, e se- e se doer minha bocetinha? Muito sensível, papai, por favor.”
Louis arqueou as sobrancelhas, apoiando-se na parede e cruzando os braços. “Bom, acho que podemos dar um jeito nisso. Spencer”, Louis chamou, “tire o plug dele.” Spencer soltou os materiais que estava segurando e foi até Harry, abrindo as pernas dele e puxando o plug de dentro dele com um barulho molhado. “Agora você pode brincar um pouco com ela. Pelo visto essa boceta precisa relaxar.”
Spencer olhou para Louis com um sorriso de lado antes de se voltar a Harry. Ainda com as luvas nas mãos, ele separou os grandes lábios e então enfiou dois dedos dentro da xotinha dele, começando a fodê-lo. As costas de seu bichinho arquearam perante a sensibilidade ao mesmo tempo que porra começou a vazar de seu buraquinho. A mão de Spencer só ganhou velocidade, entrando e saindo, os barulhos molhados sendo acompanhados pelos gemidos de Harry.
“Como essa vadia foi usada, Tommo. Meus dedos estão sendo praticamente engolidos por ela.”
Louis se desencostou da parede, aproximando-se deles. “Estou usando ela tem horas”, ele contou, franzindo as sobrancelhas quando uma ideia cruzou sua mente. “Acho que até posso…”, Louis começou, então esticou a mão entre as pernas de Harry, apenas para enfiar três dedos junto aos de Spencer. A boca de sua coisinha se abriu em um gemido mudo e Louis tentou estocar contra ele. “Ah, viu só? Está toda molhada, praticamente vazando.” Ele começou a igualar o ritmo com o de Spencer e Harry enfim demonstrou sua excitação, os gemidos trêmulos começando a aumentar de novo. “Olha como está aberta, aguentando cinco dedos a fodendo como se não fosse nada.”
“Tão gostosa”, Spencer disse, parando a mão no fundo de Harry. Louis seguiu fodendo-a, seus movimentos fazendo com que o corpo todo dele se mexesse. De repente, a atenção de Louis foi capturada pelos peitos de Harry e, com um gesto abrupto, Louis abaixou a parte da frente do vestido amarelo para que tivessem visão dos seios dele. O olhar de Spencer caiu sobre eles imediatamente. “Hm, posso chupar os peitos dela, por favor?”, ele pediu.
Louis riu, retirando os dedos de dentro de Harry para poder se afastar e dar a ele mais espaço. “É claro, já que você é um cachorrinho tão educado.”
Spencer não precisou que repetissem. Ele voltou a fodê-lo com os dedos e com a outra mão apertou o seio de Harry para então abaixar-se e começar a chupá-lo. O som de contentamento de Spencer com o gemido superestimulado de Harry foi como música para Louis. A boca de seu bichinho estava aberta em gemidos e ele tentou esticar uma mão em direção a xotinha, para tentar conter a velocidade dos dedos de Spencer, que por sua vez mordeu o mamilo dele em repreenda.
“Tão lindos”, Spencer disse afastando-se, beliscando o bico cheio de saliva. “Seus peitinhos seriam perfeitos para um piercing. Lindos, lindos”, ele murmurou, seguindo para o outro mamilo. Spencer fazia uma série de barulhos de sucção, levantando o rosto e trazendo o seio junto de si, gemendo junto de Harry. Os dois pareciam absolutamente hipnotizantes.
A uma certa altura, Harry começou a dar sinais de que poderia gozar — suas pernas começaram a tentar se fechar, o tronco se curvar e os gemidos a aumentar. Louis não quis interferir. Se Spencer não notasse, ou simplesmente não se importasse, ele adoraria assistir seu bichinho tremendo com o estímulo em excesso. “Por favor, por favor”, Harry sussurrou, mas tudo que Spencer fez foi largar seus peitos e subir para seu pescoço, abrindo espaço para chupá-lo também.
“Não dê ouvidos a ele”, Louis disse, “vá em frente.” Spencer ouviu Louis. Ele abandonou o pescoço de Harry e tirou os dedos de dentro dele para então aproveitar toda a lubrificação e masturba-lo. As costas dele se arquearam e, enquanto ele gozava pela quinta vez, Spencer segurava sua perna para mantê-lo aberto. Felizmente para Harry, quando ele começou a implorar que parasse com os toques, Spencer realmente o fez. Virando-se para trás para jogar fora as luvas e pegar os materiais para a perfuração, Louis o interceptou, mordendo o lóbulo da orelha dele e apalpando seu pau duro através das calças. “Faça um bom trabalho e então eu te dou uma recompensa, uh.”
Tudo que Spencer o deu foi um aceno frenético como resposta. Ele pôs-se a trabalhar com eficiência. Deixou tudo o que precisava na cômoda ao lado da cadeira e brincou com os mamilos de Harry enquanto higienizava e marcava onde o piercing ficaria, seguindo os comandos de Louis. Quando a perfuração enfim foi feita, Harry fechou os olhos e gemeu, levantando a cabeça para cima. Com a joia colocada, Spencer pegou o plug e botou-o novamente na boceta de Harry.
“A vadiazinha se comportou tão bem”, Spencer elogiou. “Merece até um prêmio.” Ele então abaixou-se e tomou a boca de Harry para um beijo. Louis, um pouco distante, assistiu-os com atenção, vendo a maneira como Harry corria atrás da boca de Spencer e a mão dele vez ou outra ainda mexia com o plug. Ele pensou que quando fosse trazer Harry para colocar o piercing nos mamilos — porque ele definitivamente o faria — ele teria que trazer uma câmera com ele, para poder guardar para si todo aquele show.
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hey! uma segunda parte desse plot ainda vem, eu só não tenho como saber quando.
louis tomlinson é um pai dedicado e protetor que, desde a morte da mãe de harry, se esforça para ser o melhor pai possível, e a festa de aniversário de sua filha reflete seu amor incondicional. a festa é um sucesso, até que louis percebe os olhares indesejados de antigos colegas de futebol sobre sua filha. dominado pelo ciúmes, ele confronta os homens, deixando claro que harry é a sua prioridade. desse dia em diante, louis se vê determinado em ser o primeiro a ensinar tudo o que harry precisa saber, protegendo seu bem mais precioso de qualquer tipo de perigo que o mundo exterior pudesse colocá-la.
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Era terça-feira, e isso significava que Louis estava sentado na sala de espera da academia de dança, junto com outros pais e mães, esperando sua filha terminar sua aula de balé para poderem voltar para casa.
Louis era um papai super babão, do tipo que vivia com o celular lotado de fotos da sua filha vestida com collant, tutu e sapatilhas de balé nos pés. A parte do uniforme que Louis menos gostava era o momento de fazer o coque nos cabelos encaracolados. Harry não parava quieta, então ele sempre se atrapalhava na hora de passar o gel com brilho e colocar os grampos e a redinha.
Desde a morte da mãe de Harry, quando ela ainda era uma bebê de colo, Tomlinson prometeu para si mesmo que sempre daria seu máximo para cuidar da menina.
Foi pensando nisso que Louis viu sua pequena vindo correndo em sua direção, com sua bolsa nas costas e um sorriso no rosto, fazendo Louis sorrir na mesma proporção que ela.
— Papai! — Ela se jogou nos braços de Louis, dando um abraço apertado. — Nós temos uma professora nova, papai! — Contou animada.
— É mesmo? E qual é o nome dela?
— É Angelina, e ela tem um vestido tão bonito. Eu queria uma roupa igual a dela. Parece a bailarina da história do Quebra-Nozes que nós fomos assistir no teatro nas férias.
— Seu aniversário já está chegando. Que tal eu comprar uma roupa bem linda de bailarina para você igual à da bailarina que nós vimos?
Louis quase riu de como os olhos verdes de sua menina cresceram de tamanho e tampou a boca com as mãos. Ela tinha a quem puxar por ser tão dramática assim.
— Sim, sim, sim! — Ela parou um momento, como se estivesse pensando em alguma coisa muito importante. — Papai, minha festa poderia ser de balé? Por favor. — Ela juntou as duas mãos e fez uma carinha fofa. Louis não tinha como negar nada àquela carinha.
— Ok, tudo bem, Hazzy. Sua festa vai ser a festa de balé mais linda do mundo!
౨ৎ
Como prometido, a festa de aniversário de Harry foi com o tema escolhido por ela, tendo a aniversariante vestida com sua roupa nova de balé, que foi presente de seu papai.
A decoração da festa de Harry era um espetáculo à parte. A mansão de Louis estava completamente transformada em um verdadeiro palácio de balé. As paredes foram adornadas com grandes murais de cenas do Quebra-Nozes, enquanto balões rosa e branco flutuavam pelo teto. No centro da sala, um grande bolo de três andares, decorado com miniaturas de bailarinas e flores de açúcar, chamava a atenção de todos.
Mesas com toalhas de renda estavam cobertas de doces delicados, como macarons e cupcakes decorados com sapatilhas de balé. As crianças convidadas também estavam vestidas com roupas de balé, e havia uma pequena pista de dança onde podiam mostrar seus passos.
As mesas dos convidados estavam cobertas com toalhas de renda branca, e cada lugar tinha um pequeno arranjo de flores frescas e um cartão de agradecimento em formato de sapatilha de balé. Havia também uma área especial para as crianças, com atividades relacionadas ao balé, como pinturas e pequenos tutus para vestirem.
Todos os convidados ficaram maravilhados com como Harry estava vestida, seu vestido de balé profissional com tutu deixando todas as crianças que foram convidadas de queixo caído. Louis também não estava muito diferente. Olhava admirado para sua garotinha que posava para fotos e dava completa atenção para todos os convidados, com sua simpatia de sempre e sorriso que nunca deixava o seu rosto.
Como Louis era jogador de futebol profissional antes de se aposentar, alguns de seus antigos parceiros de time também foram convidados. Mas, a partir do momento em que ele percebeu os olhares e comentários que os ex-jogadores trocavam entre si quando olhavam para Harry, decretou ter sido uma péssima ideia, uma vez que ele sabia da fama de pegador que alguns deles tinham.
Olhando aquela cena, onde aquele grupo de homens parecia estar comendo Harry com os olhos, Tomlinson sentiu uma chama em seu interior, um sentimento que nunca havia sentido antes. Sua vontade era de ir até eles e dizer que sua filhinha pertencia unicamente a ele. Que ele era o único homem que podia tocá-la, e vice-versa.
Havia possessão. Seus olhos observavam tudo aquilo, tão afiados quanto fogo, como se ele pudesse queimar aqueles jogadores até virarem cinzas.
Louis estava tão absorto em seus pensamentos, já decidido a expulsar os homens de sua casa, que não reparou em Harry vindo ao seu encontro. Tomlinson sentiu vontade de rir quando viu sua filha se aproximar com o cabelo todo desgrenhado de tanto brincar de pega-pega com as crianças.
— Papai — Ela chamou com um beicinho nos lábios. — Posso trocar de roupa? Estou com medo de rasgar minha saia.
— Pode sim, boneca. Quer ajuda?
— Quero sim, papai! Preciso que me ajude com meu cabelo também, por favor.
— Tudo bem, princesa. Me espere no seu quarto. Preciso fazer uma coisa antes, ok? Não demoro.
— Tá bem, papai! — Harry ficou nas pontas dos pés e deixou um beijinho na bochecha do pai, rindo baixinho quando sentiu a barba fazer cócegas em seus lábios.
Quando Harry sumiu de sua vista, Louis marchou em direção aos ex-jogadores, as mãos em punhos ao lado do corpo.
— Hey, Tomlinson — Um dos jogadores dos quais Louis reparou estar encarando sua filha chamou. — Sua filha está linda, hein? Você não fica com ciúmes dos menininhos da classe dela? Tenho certeza que ela faz muito sucesso na escola.
Louis se sentiu incendiar. Queria provar para todos aqueles homens que ele era o único na vida de Harry, que eles nunca teriam a mínima chance com sua menina. Ele é e será o único homem na vida dela.
Dando uma risada falsa, Louis disse:
— Minha filha é linda mesmo, Matt. Mas já que estamos falando sobre família, como vai Karen? Se me lembro bem, vocês estavam tentando engravidar, certo? — Matt abriu a boca para responder, mas Louis continuou. — Como é bom começar uma família, você não acha, Josh? — Josh, um dos que também estava comentando sobre sua filha, olhou confuso para Tomlinson, não sabendo onde ele queria chegar com isso. — Não seria uma pena se eu acabasse com tudo isso? Não seria uma pena se eu contasse para a mulher de cada um dos senhores que vocês estão há horas olhando e comentando sobre a minha filha? Não seria, Josh? Afinal, enquanto você está aqui secando a minha filha, sua mulher está em casa cuidando do seu filho recém-nascido. Então, se os senhores não quiserem que eu abra a minha boca, eu sugiro que todos deixem a minha residência neste momento, ou eu não respondo por mim.
Louis não esperou uma resposta e nem ficou para ver as reações dos jogadores, apenas virou e caminhou em direção ao quarto de sua garotinha.
Tomlinson subiu as escadas com passos firmes, sentindo a adrenalina ainda pulsar em suas veias. Quando chegou ao corredor, parou por um momento, respirando fundo para se acalmar antes de entrar no quarto de sua garota.
Ele abriu a porta devagar, espiando o interior do quarto. Ao entrar, Louis sempre se encantava com o quão mágico era aquele espaço. O quarto de Harry parecia um cenário de conto de fadas, como um verdadeiro quarto de boneca. As paredes eram pintadas em um tom suave de rosa pálido, com detalhes em branco e dourado, e havia uma coleção de pôsteres de bailarinas que decoravam o ambiente.
No canto esquerdo, havia uma cama de dossel com cortinas de tule branco e luzes de fada que se acendiam suavemente, criando um brilho aconchegante. A colcha de retalhos rosa e branca, feita à mão, estava cheia de almofadas fofas e bonecas de pano. Em uma das almofadas, estava a bailarina de pelúcia favorita de Harry, com a qual ela dormia todas as noites.
Espalhados pelo chão estavam os bonequinhos Sylvanian Families de Harry, organizados em pequenas cenas de vilarejo. Havia uma família de coelhos preparando o jantar, uma família de esquilos brincando no parque e uma família de ursos descansando em suas casinhas.
O quarto também tinha um estilo coquette, com móveis antigos restaurados. Uma penteadeira de madeira branca com um espelho oval estava repleta de escovas, pentes e pequenos acessórios de cabelo, incluindo as redes e grampos que Louis usava para fazer o coque de Harry. Uma pequena prateleira ao lado da cama exibia uma coleção de livros, todos organizados cuidadosamente. Era um quarto de boneca, e parecia refletir perfeitamente a personalidade de Harry. No entanto, naquele momento, Louis não conseguia apreciar a beleza do ambiente.
Ele estava tomado pelo ciúmes e raiva. Ver aqueles homens olhando para sua filha como se ela fosse um objeto de desejo despertou nele uma necessidade de proteção que ele não sabia que tinha.
Harry estava sentada no chão, tentando desatar o laço do seu tutu, quando percebeu a expressão séria no rosto do pai.
— Pai, você está bravo? — Ela perguntou, chateada, enquanto tentava esconder a preocupação em sua voz.
Louis respirou fundo, tentando afastar a raiva antes de responder.
— Não com você, meu amor. Eu só... fico preocupado. Você é minha filha, Harry, e eu sempre vou querer te proteger. — Ele se ajoelhou ao lado dela, ajudando-a a tirar o tutu com cuidado.
Harry olhou para o pai com um sorriso triste.
— Eu sei, papai. Mas eu já sou grande. Você não precisa se preocupar tanto assim. Eu também posso me cuidar.
Louis sorriu, apesar de ainda sentir o coração apertado.
— Você sempre será minha menina, Hazzy, não importa quantos anos tenha.
— Eu sempre vou ser sua, papai — disse ela, segurando a mão de Louis. — Você sempre vai me proteger, e eu sempre vou precisar de você.
Louis sentiu o coração se apertar. Mesmo Harry tendo feito 18 anos, ele ainda a via como sua menina, aquela que ele prometeu proteger desde o dia em que sua mãe faleceu. Ele sabia que precisava deixar Harry crescer e explorar o mundo, mas a ideia de perdê-la para qualquer tipo de perigo o deixava aterrorizado.
— Eu sei, Hazzy — disse Louis, acariciando os cabelos da filha. — E eu sempre estarei aqui para você, não importa o que aconteça.
౨ৎ
Era uma noite tranquila de sábado, uma semana após a festa de aniversário. Harry estava em seu quarto de boneca, mas o sono parecia distante. As luzes de fada penduradas em torno da cama de dossel brilhavam suavemente, lançando um brilho mágico no ambiente. Ela olhou ao redor, observando cada detalhe do espaço encantador. As paredes rosa pálido, a cama de dossel com cortinas de tule e a colcha de retalhos rosa e branca, tudo parecia perfeito e acolhedor.
Ela pegou seu laptop da mesinha ao lado da cama e abriu uma pasta cheia de vídeos antigos de seu papai, nos tempos em que jogava pelo Manchester United. Com um sorriso nostálgico, ela deu play em um dos vídeos. O som das torcidas e dos comentaristas animados encheu o quarto.
O vídeo mostrava Louis em uma partida importante, driblando adversários com uma habilidade incrível antes de marcar um gol espetacular.
Harry observava atentamente, encantada com a destreza de Louis, até que sua atenção se voltou para o volume entre as pernas de seu papai, que a cada corrida, ficava ainda mais evidente.
O corpo de Tomlinson, mesmo agora, carregava as marcas de sua carreira no futebol. Seus músculos eram bem definidos, fruto de anos de treinamento intenso e disciplina. Os braços fortes, cobertos por tatuagens, mostravam a força e a determinação que ele sempre teve. O peito largo e o abdômen tonificado eram evidências do trabalho árduo que ele dedicou ao esporte, e suas pernas musculosas revelavam a potência que ele tinha em cada chute e corrida.
De repente, Harry sentiu uma dorzinha estranha em sua florzinha. Ela franziu o cenho e tentou ignorar. No entanto, toda vez em que a câmera focava no rosto sério e determinado de seu papai, a dorzinha parecia a aumentar.
Ela fechou seu MacBook e resolveu chamar por seu papai.
— Papai! — A voz dela saiu mais fraca do que pretendia, então ela tentou novamente, com mais força. — Papai!
Louis, que estava no andar de baixo, organizando algumas coisas, ouviu o chamado de sua filha e imediatamente correu escada acima. Ao entrar no quarto, encontrou Harry encolhida na cama, com um semblante preocupado
— O que aconteceu, meu amor? — Louis perguntou, ajoelhando-se ao lado da cama e segurando a mão dela.
— Estou sentindo uma dor estranha, papai — disse Harry, tentando conter as lágrimas.
Louis imediatamente entrou em modo de proteção. Seu instinto paternal tomou conta e ele colocou a mão na testa de Harry para verificar se ela estava com febre. Ela estava quente, mas não febril.
— Vou chamar um médico, querida — disse Louis, pegando seu celular para ligar para o médico da família.
Harry segurou a mão de Louis, tentando acalmá-lo.
— Não papai, você sabe que eu não gosto de médicos. — A garota disse, manhosa.
— Harry, você está quase chorando de dor. Eu preciso fazer alguma coisa!
— É que eu nunca senti essa dorzinha na minha florzinha, papai. Por isso eu fiquei preocupada.
Louis parou de procurar o contato do médico na mesma hora. Ele reuniu todo o seu auto controle antes de perguntar onde era a dor de sua filha, torcendo para que tivesse escutado errado.
— Dor onde?
— Na minha florzinha, papai. — Harry respondeu, e como se não fosse o suficiente, ela afastou as pernas e apontou para sua bucetinha.
Louis engoliu em seco, não conseguindo parar de olhar para o dedo paradinho entre o meio das pernas da filha.
— Papai, como eu faço para essa dorzinha passar? Me ajuda?
Louis respirou fundo, tentando manter a calma. Ele sabia que precisava ajudar sua filha, mas também sabia que isso cruzava uma linha que não deveria ser cruzada.
— Hazzy, meu amor — começou ele, com a voz suave mas firme —, eu sou seu pai. Eu prometi proteger você e cuidar de você, mas isso... não é algo que eu possa fazer. Não desse jeito.
Harry olhou para o pai com olhos cheios de lágrimas, uma expressão de dor e confusão no rosto.
— Mas, papai, você sempre disse que cuidaria de mim. Sempre disse que faria qualquer coisa para me proteger. Por favor, eu preciso de você. Eu não sei o que fazer.
Louis sentiu o coração apertar. Ele nunca quis ver sua filha sofrer, mas ele sabia que se cruzasse essa linha, não haveria mais volta.
— Hazzy, eu sei que você está sentindo dor e que está assustada. Vamos encontrar outra forma de resolver isso. Vamos ligar para um médico para você entender o que está acontecendo ou...
Harry interrompeu, agarrando a mão do pai com mais força.
— Não! Eu não quero um médico! Eu só quero você. Você prometeu que sempre cuidaria de mim. Por favor, papai, eu preciso de você.
Louis estava dividido entre o desejo de ajudar sua filha e o conhecimento de que isso não era algo que ele podia fazer. Ele sabia que precisava ser forte, tanto para ela quanto para ele mesmo.
Harry começou a chorar, soluçando desesperadamente.
Louis sentiu-se despedaçar por dentro. Ele não queria ver sua filha chorar, mas ele sabia que cruzar essa linha traria consequências irreparáveis. Mas Tomlinson havia prometido, e ele leva suas promessas muito a sério.
— Você confia em mim?
— Eu confio em você, papai! Eu não quero outra pessoa. Eu só quero você. Por favor, faça a dor passar.
E como ele poderia negar alguma coisa para a filha quando a mesma estava chorando desesperada? Mas antes, ele precisava tirar algumas dúvidas.
— Eu sei como ajudar essa dorzinha passar, mas antes preciso saber de algumas coisas. Tudo bem?
Harry assentiu e Louis respirou fundo.
— O que você estava fazendo antes dessa dorzinha aparecer, princesa. — perguntou, cuidadosamente.
— Hum, eu estava assistindo alguns vídeos antigos seus, papai.
Louis ficou paralisado. Não é possível que Harry tenha descoberto os vídeos íntimos que ele mandava para suas ficantes, os quais ele guardava com tanta segurança.
— Quais vídeos, querida? — Ele disse, tentando não perder o controle da situação.
— Os vídeos dos jogos de futebol.
Tomlinson gostaria de ter ficado aliviado, mas outro detalhe o chamou atenção: como sua menina conseguiu ficar excitada com tão pouco? Oh, ela era tão sensível…
Seu pau fisgou com a constatação.
— Papai? — Harry chamou sua atenção, só então Louis percebendo que ficou olhando para o meio das pernas de sua menina por tempo demais, onde a bucetinha estava coberta pelo shortinho de pijama delicado, confeccionado em um tecido de cetim suave, rosinha, mal cobrindo a metade de suas coxas, decorado com uma rendinha branca, quase translúcida.
— Tire o seu short, Harry — ordenou, com um tom que misturava seriedade e urgência. E foi nesse momento que todo o seu autocontrole se esvaiu, como areias que escapam pelos dedos, sem que ele pudesse impedir.
Harry se assustou com o tom sério e autoritário de seu papai, mas obedeceu prontamente. Afinal, faria qualquer coisa para que aquela dorzinha passasse. Ela deixou o short deslizar por suas pernas, sentindo uma mistura de alívio e nervosismo, sem saber o que esperar em seguida.
Seus pequenos dedos tremiam ligeiramente enquanto ele olhava para cima, buscando no rosto de seu pai algum sinal do que viria a seguir. O ambiente ao redor parecia envolto em uma tensão silenciosa, como se o tempo tivesse desacelerado, fazendo cada segundo parecer uma eternidade.
Louis finalmente olhou para aquela bucetinha, agora livre de qualquer tecido, já que a garota não vestia calcinha.
— Arreganha as pernas para o papai, meu amor. — disse, voltando com o tom doce usual para falar com sua filha. — Isso, deixa elas assim, bem abertinhas. Vou cuidar de você.
Harry já se encontrava toda bagunçada na cama, com seus cachos espalhados pelo travesseiro e suas mãos agarradas na barra da regatinha, demonstrando sua ansiedade. Louis olhando aquilo, deixou escapar um suspiro, encantado com a cena.
A garota sentiu seu coração acelerar e novamente aquela sensação engraçada voltando a queimar em seu baixo ventre quando seu papai se inclinou em sua direção, deixando beijinhos molhados por todo o rosto inocente. Sua respiração ficou ainda mais acelerada quando sentiu os lábios do mais velho próximos aos seus. Ela sentia seu corpo cada vez mais entregue, tão extasiada que nem conseguia se mexer naquele ponto, como uma de suas bonequinhas de pano.
Ela estava tão inerte, que demorou para que sua mente se despertasse para a realidade ao seu redor. Em um segundo ela sentia as mãos de seu papai acariciando seu cabelo, e no outro, sentia a pegada firme em sua coxa.
— Tão linda, minha boneca. — Louis disse enquanto descia seus beijos para o pescoço da garota, que se retorcia na cama sentindo a barba em um tom ruivo queimado se esfregar na pele macia de seu rosto, causando uma fricção deliciosa. — Minha bailarina perfeita. — continuou os elogios após deixar um chupão na pele alva.
— Papai! — ela gritou sussurrado, como se não tivesse forças nem mesmo para pronunciar uma palavra, deixando claro para Louis que ela precisava dele, naquele momento.
— Shh, o papai ainda nem começou. — disse suavemente, acariciando seu rosto com ternura. — Vou fazer sua dorzinha passar, mas preciso perguntar de novo. Você confia em mim?
Ela olhou para ele com olhos umedecidos, encontrando confiança em seu olhar. Com um leve aceno, ela respondeu, quase em um sussurro: — Sim, papai, eu confio.
Louis não esperou nem um segundo antes de avançar na menina e recomeçar os beijos, dessa vez na barriguinha, levantando a regatinha para lhe dar livre acesso. Beijos, lambidas e mordidas depois, seus lábios foram descendo cada vez mais, até que estivesse de frente com aquela buceta lisinha, que a essa altura já estava encharcada e vermelhinha.
— Tão molhadinha para o papai. — elogiou, dando a primeira lambida no clítoris sensível. Harry choramingou alto pela sensação que até então era desconhecida, levantando seu quadril para que Louis entendesse que ela precisava de mais. — Shh, quietinha — disse, o polegar se esfregando naquele montinho no topo dos grandes lábios.
Se Harry já achava aquela sensação nova maravilhosa, a menina entrou em êxtase quando Louis começou a brincar diretamente com seu clitóris. Seu rostinho corado e com uma leve camada de suor se contorceu em uma expressão de puro prazer.
Sua boquinha rosada soltava gemidos gritados que soavam como música para os ouvidos de Tomlinson, que encarava com os olhos brilhando, louco para foder a garganta de sua garotinha até que estivesse chorando e engasgando ao redor de seu pau. Mas ele não faria isso. Não hoje.
Louis aumentou a velocidade, dessa vez com os cinco dedos esticados, maltratando o grelhinho esfoladinho. A estimulação era muito para Harry, que nunca havia experimentado nada parecido antes, e toda essa inocência parecia atiçar ainda mais Louis, que não lembrava de ter ficado tão duro assim em toda sua vida, pré-gozo vazando de sua fenda em intervalos muito pequenos.
A menina estava tão agitada, perdida em um turbilhão de novas sensações, que não percebeu o braço livre de seu pai se movimentando em direção da xotinha, e muito menos no dedo médio circulando sua entradinha virgem, que contraia a todo segundo. Tomlinson penetrou somente a pontinha de seu dedo, reprimindo um gemido alto ao que a buceta se contraiu ao redor do mesmo, pensando como seria quando fosse seu pau no lugar.
Harry já não media mais a altura de seus gemidos, não estando mais tímida como no início, gemendo tão alto que por um momento Louis ficou apreensivo que seus vizinhos pudessem escutar, logo pensando que se fosse o caso, daria a desculpa de que Harry tinha passado mal e esse era o porquê dos gemidos.
Os movimentos continuaram, agora o dedo médio sendo engolido ao poucos pela xotinha enquanto Louis o mantinha parado, apenas aproveitando para sentir o calor apertado. O mais velho verificou o rosto da filha, se certificando de que ela não estivesse sentindo nenhum tipo de dor, mas estava tão molhada que dificilmente sentiria algum incômodo. Ele começou os movimentos de vai vem, a buceta sensível se movendo sob o dígito com um barulho molhado de tão excitada que estava a garota.
Acrescentou outro dedo, ainda masturbando a com a outra mão. Acelerou os movimentos ainda mais, o que fez com que Harry agarrasse seu pulso imediatamente, apertando ali com o corpo tendo pequenos espasmos, tentando se acostumar e lidar com a sensação.
— P-Papai! — gritou a menina, os olhos girando em órbitas. — M-Minha florzinha e-está estranha, papai!
Louis cessou os movimentos na mesma hora. Sabia que se continuassem por mais alguns segundos sua filha gozaria, e ele não iria admitir que seu primeiro orgasmo não fosse ao redor de seu pau.
Por isso, Tomlinson começou a desafivelar o cinto depressa para em seguida abrir o botão da calça jeans azul e deslizar o zíper. Harry se encontrava acabada na cama, com cachos embaraçados ainda mais espalhados e vestígios de lágrimas em seu rosto por tamanho prazer que estava sentindo. Ela permaneceu quietinha, olhando curiosamente Louis deslizar a calça junto com a boxer, arregalando levemente os olhos verdes quando o pênis de seu papai pulou para fora.
Louis não deixou de notar a feição surpresa da filha, com os lábios levemente separados. Aquele reação fez com que o pau de Tomlinson fisgasse, totalmente excitado com o quão pura Harry era.
— Você quer tocar? — ele se viu falando, tamanha a vontade de ter a mão de Harry ao redor de seu falo grosso. — Pode tocar, ele é todo seu.
Harry mordeu o lábio inferior, incerta de como continuar. Ela apenas olhou para seu pai, que a incentivou sorrindo e balançando a cabeça. Sorriu de volta e deixou sua vontade falar mais alto.
A garota ficou um pouco chocada quando a ponta de seus dedos esbarram na virilha de Louis, continuando a tatear ali em curiosidade. Era tão duro.
Louis continuou ali, parado, permitindo que Harry continuasse tocando sua ereção do jeito que quisesse, com grandes olhos verdes curiosos, lábios entreabertos, fascinada.
— É tão grande. — ela observou, olhando para o pênis com devoção. Sua mão finalmente se fechando ao redor do membro, passando seu polegar com cuidado no topo cabecinha sensível.
— Porra. — Louis fechou os olhos e respirou fundo, tentando inutilmente se acalmar. Ele não podia esperar nem mais um minuto, ou entraria no seu estado mais primitivo, e ele não podia perder o resto de sua sanidade agora.
Sem falar nada, Tomlinson empurrou a filha pelos ombros, fazendo com que ela se deitasse na cama como antes. Louis se sentiu culpado quando a viu com uma expressão preocupada e os lábios projetados em um biquinho, com medo de que tivesse feito algo errado e seu pai estivesse irritado com ela, afinal, Harry não era acostumada com esse seu lado.
Deu um beijo rápido em sua testa, como se dissesse que estava tudo bem, antes de abrir mais as pernas de sua filha e se acomodar entre elas, segurando próprio pau pela glande avermelhada.
— Princesa, agora o papai vai fazer sua dorzinha passar, tudo bem? — ele explicou enquanto investia os quadris para frente, o pau deslizando para cima e para baixo, com a cabecinha se esfregando no clitóris dela.
— Não vai doer, papai? — Harry perguntou chorosa, o biquinho ainda presente nos lábios.
— Pode ser que doa um pouco, mas só um pouquinho. Se você relaxar, não vai doer nadinha. — convenceu.
— Okay…
— Minha garota corajosa. — Louis elogiou, deixando mais beijinhos pelo rosto da garota, fazendo-a rir adoravelmente, nem parecendo que estava chorando de prazer a alguns segundos atrás.
Ele retoma sua posição entre as pernas dela e beija seu pescoço levemente antes de agarrar seu pau e colocar apenas a ponta na xotinha de Harry, esfregando novamente entre os lábios dela antes que ele empurrasse para dentro, esticando-a.
Lentamente, ele começou a se empurrar para dentro de Harry, observando atentamente suas reações.
A sensação do seu corpo dando espaço para ele, um centímetro de cada vez foi quase esmagadora. Lentamente, os músculos tensos da menina se ajustaram a ser esticados por ele, permitindo que empurrasse mais para dentro.
— P-Papai, por favor… — Harry choramingou, sentindo o pau grande a alargando. Louis saboreou a sensação de suas coxas macias ao seu redor e o conhecimento de que ele estava tirando a virgindade de sua preciosa filha. Ninguém nunca a tocou do jeito que ele estava a tocando, e ninguém nunca o faria. Harry pertencia a ele.
— Shhh, não se preocupe. Papai está com você. Papai vai te tratar tão bem, querida.
O calor úmido embalou sua cabeça com força, e assim que ele percebeu que ela não estava com dor, Louis segurou os quadris e lentamente começou a empurrar para dentro e para fora, movendo apenas a ponta dentro dela. Ele estava apenas na abertura dela, mas já podia sentir o quão apertada sua filhinha era.
Louis ficou completamente extasiado com a sensação. Ela estava molhada, apertada, e tão quente para ele. Era quase impossível controlar o impulso de empurrar completamente para dentro dela. Tão, tão impossível, que ele lentamente começou a perder o controle e se aprofundar um pouco mais em Harry.
A menina já estava suada e respirando pesadamente, seus peitos saltando de acordo com seus impulsos fracos, uma vez que Louis havia levantado sua regatinha para cima, libertando-os. Ela estava balançando abaixo dele enquanto ele se movia sobre ela, e logo a garota estava sentindo sua bucetinha ardendo quando ele a penetrou um pouco fundo demais, esticando seu hímen com seu pau ao máximo, até sua ruptura. Não foi particularmente doloroso, mas ela deve ter vacilado, porque Louis parou completamente para deixá-la se acostumar com seu comprimento, antes que ele continuasse se forçando a entrar nela.
Louis, prestou muita atenção à deliciosa sensação de seu calor úmido se abrindo para receber sua grande masculinidade pela primeira vez em sua vida. No exato momento em que ele finalmente sentiu todo o seu pau embalado dentro da xotinha, ele deixou um gemido agonizante escapar de sua garganta. Tinha sido pura tortura para ele se afundar nela lenta e gentilmente, cuidando da promessa que ele lhe havia feito.
Mais uma vez, então, ele ficou parado, enterrado dentro dela por alguns segundos, esperando que ela se acostumasse com sua intrusão, mesmo que sua buceta pulsante ao seu redor mostrasse para avançar.
Louis enterrou a cabeça em seu pescoço enquanto ele empurrava para dentro dela, começando a vagar as mãos por todo o corpo da garota enquanto ainda a fodia com seu pau duro e grosso, esfregando e apertando todos os lugares certos.
— Bom, princesa? — Ele perguntou, empurrando-se para dentro e para fora dela. Harry miou em resposta, sentindo pequenos formigamentos de prazer correndo do fundo de sua buceta e então se espalhar por todo o corpo.
— Sim... — Ela sussurrou, em êxtase, e Louis se alegrou com seu comportamento. Seu corpo estava balançando para cima e para baixo, de acordo com seus impulsos, junto com seus belos seios que tremiam tentadoramente. — Mais, papai, por favor.
Sorrindo, Louis colocou as mãos de volta em seus quadris e começou a se empurrar com mais força para dentro dela, rápido e mais fundo. Ele sabia que deveria ser mais gentil com seu corpo inexperiente, mas a maneira como a pequena estava gemendo e soluçando abaixo dele tornou muito difícil para ele ser gentil. Além disso, ela estava pedindo mais, e como o cavalheiro que era, Louis entregaria a ela.
— Assim? — Ele perguntou, observando a maneira como seus olhos se abriram para olhar para ele daquela maneira lasciva e embriagada. — Você é deliciosa, gatinha… — Naquele momento, Louis não se importou que ela provavelmente ficaria machucada e muito dolorida, apenas se importando como ele estava deslizando deliciosamente em seu calor, se importando como o som da pele molhada batendo contra a pele molhada estava ressoando ao redor deles enquanto ele agredia sua buceta incrivelmente apertada.
— Humm... — Ela gemeu, ainda mais quando os lábios de Louis finalmente se fecharam em um dos mamilos eriçados. Cada terminação nervosa que existia dentro de Harry pegou fogo com essa sensação, ainda mais quando ele mordeu um de seus biquinhos. Ela gritou, sentindo a leve dor provocada por sua mordida, misturando-se com o prazer que sua língua estava proporcionando a ela, juntamente com a sensação do pau tocando lugares em seu interior que ela nem sabia que existiam. Desesperada para sentir ainda mais, ela agarrou o cabelo de Louis para puxá-lo para ela. — Sim, assim... Mais, papai, mais...
— Tão desesperada, princesa... — Ele ronronou, deixando o mamilo sair da boca dele para que ele pudesse falar com ela novamente. O pau dele, no entanto, não parou nem um pouco para entrar e sair de sua xotinha.
Harry choramingou quando ele começou a meter mais profundamente e mais rápido, seu pau acariciando lugares deliciosos que imediatamente enviaram arrepios de prazer por todo o seu corpo excitado.
Profundamente extasiada com o excesso de prazer que ela estava sentindo, Harry sentiu as sensações mais deliciosas rasgando por todo o corpo de uma maneira alucinante que ela nunca tinha sentido antes. Suas paredes internas da buceta estavam fortemente inchadas, com se estivesse pronta para explodir, queimando com sensações deliciosas.
Sobrecarregada, ela cavou as unhas no pescoço e nos ombros de Louis, e ele arqueou os quadris com mais força, pressionando-se para dentro dela e mudando ligeiramente o ângulo das estocadas.
A nova posição fez seu pau deslizar perfeitamente implacável contra aquele pontinho, e ela abriu a boca para pedir-lhe desesperadamente para fodê-la com mais força, mais rápido, para destruí-la completamente, mas apenas palavras ininteligíveis saíram de seus lábios no auge do prazer.
Louis, de alguma forma, entendeu o que ela queria e começou a fodê-la com mais força, mais fundo, de uma forma que ela pudesse senti-lo até a parte inferior de sua barriga. Enquanto ele continuava brutalmente enchendo-a dele, lágrimas de prazer começaram a escorrer de seus olhos, borrando sua visão já nublada.
Sentindo suas unhas cravando em sua carne, Louis grunhiu e empurrou duas vezes para dentro dela, profunda e com força, fazendo-a sentir a onda mais palpável de êxtase rasgando seu corpo, levando-a ao ponto onde a tensão que estava construindo dentro dela aumentou para um nível absolutamente insuportável.
— Papai! Papai! Eu... algo está acontecendo. Papai! — Harry estava respirando pesadamente, movendo seus quadris estreitos vigorosamente.
Apertando os olhos fechados, ela jogou a cabeça com força contra o travesseiro e arqueou seu corpo contra o dele quando uma sensação deliciosa e alucinante irrompeu de sua barriga e se espalhou por todo o interior, acendendo todo o seu corpo em chamas, desde o topo da cabeça até a ponta dos dedos dos pés. Ela estava tão envolta em sensações naquele momento, com os olhos fechados, seus lábios rosados se separando em um oval enquanto gemia, desesperada para ter mais, para sentir mais. Totalmente possuída pela explosão de seu orgasmo, Harry convulsionou nos braços de Louis, balbuciando incoerentemente enquanto tentava chamar seu nome, seus músculos internos freneticamente pulsando ao seu redor.
— Assim mesmo. Boa garota. — Louis foi rápido em enche-la com seus elogios.
Ele ainda metia em seu interior, dentro e fora, dentro e fora, enquanto usava sua buceta para perseguir seu próprio orgasmo. Seus grunhidos soavam sujos em seus ouvidos enquanto ele enchia seu pescoço com lambidas, chupões e mordidas.
— Querida... Estou tão perto. Vou te encher tão bem. — Louis gemeu, seu hálito ofegante agitando os cachos ao lado do rosto de Harry.
Com um gemido profundo, todo o corpo de Louis convulsionou quando seu orgasmo atingiu, os dedos apertando os quadris finos com força, enchendo aquela boceta apertada com sua porra.
Ofegando alto, Louis lentamente se retirou de dentro da xotinha, mal percebendo o choramingo de desconforto de Harry, seu olhar focado na beleza dela e em sua porra escorrendo do buraco abusado e inchado, que ainda pulsava pelo orgasmo recente. Ele bate a ponta de seu pau amolecido contra o clitóris de Harry, se divertido com as pequenos contrações de seus quadris para fugir da dor causa da pela sensibilidade.
— Eu fui bem, papai? — Harry perguntou suavemente, ainda ofegante.
Escovando os cachos suados de sua testa, Louis assentiu com a cabeça.
— Você foi muito, muito bem, querida. Fez o papai vir com tanta força.
Harry se inclinou contra a mão de Louis com um pequeno sorriso sonolento e satisfeito.
— Você pode fazer mais uma coisa por mim, querida? Mantenha sua bucetinha aberta para o papai, certo? Eu quero que você veja o quão bem você fica depois de ter sido fodida.
Harry gemeu baixinho, seja por que ela estava excitada ou por que estava cansada, Louis não tinha certeza. Mas Harry fez o que lhe foi pedido e abriu os lábios da xotinha, abrindo-se e se exibindo para Louis.
Abrindo o aplicativo da câmera, Louis focou em seu buraquinho se contorcendo um pouco como se soubesse que era o centro das atenções.
— Tão lindo, querida. A bucetinha mais bonita.
Finalmente satisfeito depois de tirar algumas fotos, Louis guardou o telefone e se aninhou à filha na cama. Harry se ajeitou nos braços de Louis, encolhendo-se contra o peito dele. Louis passou os dedos pelos cabelos dela, sentindo o cansaço que pairava no ar.
— Vamos dormir. — Sussurrou ele, apertando-a com carinho.
Harry apenas murmurou algo baixinho, já quase adormecida, enquanto Louis se permitia relaxar. Em poucos minutos, ambos estavam entregues ao sono, aconchegados no calor um do outro.
౨ৎ
Louis acorda em sua cama, piscando contra a luz suave que entra pelas cortinas do quarto. Ele se espreguiça, tentando afastar o sono, as lembranças da noite anterior vindo como flashes em sua mente, e é então que nota um pequeno envelope em cima do travesseiro ao lado dele. O envelope é delicadamente cor-de-rosa, com o nome dele escrito em letras cursivas: "Papai".
Com um sorriso, Louis abre o envelope e tira um bilhete que foi claramente escrito com cuidado:
“Bom dia, papai! Fui treinar para o festival de ballet. Por favor, venha me ajudar no estúdio quando acordar. Te amo muito!"
Ele passa os dedos pelas palavras escritas, sentindo o calor e o orgulho que sua filha sempre traz. Sua garotinha é uma bailarina talentosa, sempre foi dedicada ao ballet. Louis sabia o quanto isso significava para ela e como ela estava se dedicando, treinando todas as manhãs.
Louis coloca o bilhete de volta no envelope e o guarda na mesa de cabeceira. Ele se levanta, vestindo uma camiseta e uma calça de moletom, pega seu celular e segue para o estúdio de dança que havia construído para Harry dentro de casa. A melodia clássica suave subia pelas escadas e preenchia a casa com uma sensação de elegância e tranquilidade que fazia o coração de Louis bater mais rápido, não apenas pela beleza da música, mas pela expectativa de ajudar Harry com seus exercícios de dança.
O estúdio de ballet era um espaço especial dentro da mansão, decorado com um cuidado que refletia a paixão de Harry pela dança. As paredes eram pintadas de um branco suave, com detalhes em tons de rosa pastel e branco. Grandes espelhos cobriam uma das paredes, permitindo que Harry observasse cada movimento com precisão. Abaixo dos espelhos, uma barra de balé de madeira clara corria ao longo da parede, perfeitamente ajustada. No chão, um tapete de tecido acolchoado e macio estava coberto com uma superfície de madeira polida, projetado para garantir que os passos de Harry fossem suaves e seguros.
Ela vestia um collant rosa pastel e uma meia-calça da mesma cor, complementados por sapatilhas de ballet também rosas, tudo perfeitamente coordenado. A roupa simples e ajustada permitia que ela visse claramente cada movimento de seus músculos, cada linha do corpo. Louis observava todos os detalhes da filha atentamente.
— Papai! — Harry exclamou com um sorriso radiante, tirando Louis de seu devaneio. Ela estava tentando manter o equilíbrio em uma perna, com a outra estendida para o lado. — Você pode me ajudar com os exercícios de equilíbrio? Estou tendo dificuldades para manter a posição.
Louis aproximou-se e a observou por um momento, encantado com a dedicação de sua filha. Ele se posicionou ao lado dela, estendendo a mão para segurar a cintura de Harry com cuidado. A sensação de ter a menina tão perto trouxe um calor conhecido ao seu corpo.
— Claro, Hazzy. Vamos lá, coloque a mão na barra e mantenha a postura. — Louis ajustou a posição de Harry, guiando-a gentilmente para garantir que ela estivesse bem alinhada. — Lembre-se de manter o tronco ereto e o olhar focado à frente.
Harry assentiu, olhando para o pai com confiança. Ela tentou novamente, e Louis sentiu a leveza do toque de sua filha enquanto a apoiava. Com as mãos firmes em sua cintura, ele ajudava a ajustar sua postura, certificando-se de que ela estivesse confortável e segura.
Ficaram algum tempo assim, até que as imagens de horas atrás voltassem com força, fazendo Louis apertar a cintura da filha com mais força. Ele pode ver através do espelho que Harry mordeu seu lábio inferior e fechou os olhos, como se tentasse a todo custo reprimir um gemido. Isso só fez com que seu papai apertasse de novo, agora com mais força para comprovar sua teoria. E ele estava certo. Imediatamente Harry repartiu os lábios rosinhas em um gemido manhoso.
Louis não aguentou e prensou sua menina na barra, encaixando seu pau coberto pela calça moletom no meio das bandas de sua bunda, aproximando sua boca do ouvido de Harry.
— Sua vadiazinha, olha o que você faz comigo. — Louis sussurrou, segurando a mão dela para levar até sua ereção. — Como me deixa.
Os dois se olhavam pelo espelho, e Harry já se encontrava com o rosto quente e corado, ofegante, seu peito subindo e descendo rapidamente. E se tudo aquilo já estava deixando Louis pirado, ele sentiu sua cabeça girar quando sua filha se inclinou para frente e rebolou em sua ereção, tomando o controle da situação.
Louis retomou a dominância ao agarrar a garota pelos braços e jogá-la no chão revestido pelo tapete alcochoado, a olhando de cima com superioridade.
— Vou te explicar o que vai acontecer agora. — Louis disse com falsa empatia. — Você vai ficar de joelhos, abrir bem a boca, e você vai chupar o pau do papai igual você faz com os pirulitos de cereja que você gosta. Entendeu?
Harry balançou q cabeça em concordância várias vezes, como um animal de estimação ansioso, tamanha era a vontade de agradar ao seu papai.
— Venha. — o mais velho chamou, vendo a filha se ajoelhar obediente.
Louis endireitou a postura, enquanto puxava o pau duro para fora da calça. O olhar de Harry focou na ereção de Louis, salivando na nova sensação de precisar chupá-lo o quanto antes. Seu papai observou a garota umedecer seus lábios inconsciente, usando isso para começar a se masturbar em sua frente, enquanto sua filha encarava vidrada cada movimento de sua mão.
Harry já conseguia sentir seu melzinho escorrer, molhando a meia calça e o collant. Louis teve vontade de rir quando notou a garota esfregando uma coxa na outra, tentando de alguma forma aliviar sea excitação, mas na verdade só a deixando com mais vontade.
— Você que o pau do papai, amor? — Louis perguntou, afagando os cachos da menina, enquanto a outra mão se movia preguiçosamente da base até a glande, o polegar pressionando a fenda, causando um pequeno barulho molhado, antes de voltar a se movimentar para cima e para baixo.
— Sim, papai, por favor.
— Então abre a boquinha, abre. — Louis instruiu.
A menina o faz quando Louis agarra sua mandíbula com uma mão e a aperta, fazendo com que seus lábios se abram um pouco mais, deixando espaço suficiente para ele se inclinar mais perto e cuspir diretamente em sua boca, fazendo com que um pouco de saliva deslize para fora da borda de um dos cantos.
Antes mesmo de poder dizer qualquer coisa, Louis agarra seu cabelo novamente e o puxa mais perto de sua ereção, segurando-a com a mão oposta para que ele possa trazê-la para a boca em um movimento.
Harry gemeu satisfeita ao fechar lábios na glande rubra e molhada de Louis, sentindo o gosto salgado e levemente adocicado de seu papai, fechando os olhos como se estivesse provando de seu doce favorito. Ela continuou assim, chupando a cabecinha e sempre continuando a dar lambidas preguiçosas na glande, gemendo quando sentia a fenda expelir pré gozo em sua língua.
Chupou a glande rosada com força, criando sulcos em suas bochechas, ficando orgulhosa de si mesmo ao ouvir Louis gemer, apertando mais ainda seu cabelo entre os dedos.
Decidiu testar ir além, dessa vez chupando até onde ela conseguiu, contornando as veias saltadas com a língua, engasgando um pouco quando a glande atingiu o fundo de sua garganta. Ela continuou nessa ordem, deixando o pau babado quando se afastou para regular a respiração.
Louis segurou as laterais de sua cabeça com força para mantê-la parada quando começou a estocar contra sua boca. Harry engasgou, posicionando as mãos nas coxas de Louis para tentar empurrá-lo, olhos lacrimejando pela ardência e a falta de ar. Louis, porém, continuou as estocadas sem piedade, deslizando o pau com agilidade.
— Porra, princesa. — Louis gemeu com a cabeça inclinada para trás. — Você está indo tão bem, querida. — elogiou, tirando alguns fios de cabelo do rosto da menina para juntá-los no rabo de cavalo.
O elogio pareceu incentivar a garota, como um gatilho para se dedicar ainda mais em chupá-lo com mais afinco e deixar seu papai orgulhoso.
Louis continuou fodendo sua boca em um ritmo em constante mudança. Às vezes, com impulsos rápidos e superficiais, pouco mais do que a cabeça de seu pau na boca de Harry, ou ele apenas segurava seu pau na metade da boca da mesma, a fazendo lamber e chupar o melhor que pôde sem ser capaz de mover a cabeça graças ao aperto de Louis em seu cabelo.
Todos os sentidos da garota estavam focados em Louis, em ser usada para o prazer de Louis. Não havia mais nada que importasse, até mesmo sua própria excitação não era importante, podia esperar.
— Você deveria se ver assim. — a voz de Louis era rouca, sua respiração saindo bastante irregular. Sua garotinha gemeu ao redor de seu pau e foi recompensada com outro impulso duro e profundo que lhe tirou o fôlego. — Se olhe no espelho, minha princesa. Veja como você fica linda tendo a boca fodida por mim.
Harry, que olhava para seu papai diretamente nos olhos desviou sua atenção para o grande espelho, que praticamente tomava a parede inteira, gemendo ainda mais quando viu sua imagem completamente destruída ali.
Sons molhados enchiam a sala, as respirações duras de Louis e os grunhidos ocasionais misturados com eles e os próprios gemidos de Harry completaram a sinfonia de ruídos incrivelmente sujos e totalmente maravilhosos.
Harry estava lutando para ficar quieta. Ainda não era hora de se tocar, ou Louis pararia de foder sua boca se ela o fizesse antes de ter permissão. E Harry não queria que ele parasse, não importa o quão desesperada ela estivesse por libertação. Sua mandíbula doía, seus olhos estavam lacrimejantes, sua bucetinha doía com a necessidade de vir, e ainda assim ela estava exatamente onde queria estar.
Harry não reclama. Ela simplesmente aceita. Ela se força a tomá-lo, suprimindo o rosnado em sua garganta que vem tentando sair há minutos. A garota não faz nenhum som além do murmúrio de um gemido obviamente abafado, e isso faz Louis ofegar alto.
Os gemidos de Louis enchem o estúdio em uma serenata lasciva que o faz perder a noção do tempo, extasiado pelo contato constante em sua cavidade, pela maneira como sua baba escorre cada vez mais, fazendo sons cada vez mais úmidos à medida que o pau desliza para dentro e para fora de seus lábios.
— Não consigo aguentar mais, querida. — ele expira, jogando a cabeça para trás. — Você vai ser minha boa garota e deixar seu papai encher sua boquinha de leitinho, não vai?
Harry não pensa muito, apenas envolve uma de suas mãos na base do pau torcendo o pulso repetidamente de um jeito que pareceu certo, enquanto escava as bochechas e deixa sua boca fazer seus últimos esforços para agradar o homem por quem ela está de joelhos.
É apenas uma questão de segundos antes de Louis gemer e proferir uma grande lista de palavrões, e em seguida, sua porra encher a boca de Harry, enquanto flui pela garganta em jatos grossos que a faz engasgar e puxar para trás instintivamente, a ponta do pau de Tomlinson finalmente descansando em uma de suas maçãs do rosto e continuando a derramar mais bagunça esbranquiçada em sua pele.
Permitindo que sua mandíbula descanse, Harry percebe preguiçosamente a porra em sua boca e depois a engole lentamente.
Antes mesmo de se recompor, Louis a agarra agilmente pelas axilas e o levanta para se sentar em seu colo, como se não pesasse nada.
Louis não resiste em beijá-la e fazê-la compartilhar um pouco de seu próprio gosto com ele, a garota molhando seu papai com a baba que está em seu queixo e os restos de sua porra que se juntam por apenas alguns momentos antes de ela se afastar, murmurando o melhor que pode.
— Seu leitinho tem um gosto bom, papai.
O homem sorri para ela enquanto ouve a deterioração de sua garganta que ele causou e provavelmente se orgulha, e dá um beijo na ponta de seu nariz que a faz suspirar.
— Você foi tão boa, querida. Engolindo o leitinho do papai sem que eu te diga. — diz ele extasiado. — Você me fez sentir tão bem, foi perfeita. — Louis a elogia com ternura, deslizando os dedos pelo rosto para limpar os restos de sua porra, trazendo para os lábios da filha. — Nada mais justo do que eu te recompensar agora.
Ele empurra Harry pelos ombros, fazendo a menina deitar sobre o chão acolchoado. Se inclina sobre ela, puxando as alcinhas do collant rosa pelos braços, puxando até que o retirasse por suas pernas, deixando Harry apenas com a meia calça, já que a garota não usava sutiã e nem calcinha, o que deu a Louis a visão do tecido fino encharcado entre os lábios da xotinha.
Louis praticamente rosnou com a cena, louco para comer aquela buceta. Não perdeu nem mais um segundo, imediatamente rasgando a meia-calça com as duas mãos na região da buceta, o barulho do tecido, tão frágil e elástico se espalhando pelo ambiente, deixando Harry levemente apreensiva, mas ao mesmo tempo ainda mais excitada.
— Agora eu vou comer sua linda buceta, certo? Seja boa para mim. — Louis disse, assistindo Harry acenar rapidamente.
Louis finalmente se inclina, dando uma única lambida na xotinha como se fosse um sorvete, a língua saboreando de seu buraco para o clitóris pulsante. Tomlinson não tinha certeza de quem gemeu primeiro, ele ou Harry, mas sabia que era boa a maneira como sua cabeça foi subitamente espremida entre as duas coxas, ambas as mãos trêmulas de sua filha segurando seu cabelo.
— Caralho. — ele rosnou, as mãos se estendendo para segurar as coxas de Harry grosseiramente e separando-as, expondo a carne rosa a ele mais uma vez. — Você tem um gosto bom, não é, querida?
Harry deu um choro silencioso, puxando o cabelo de Louis novamente.
— Eu poderia comer sua buceta o dia todo. — Disse, empurrando a cabeça de volta para baixo entre aquelas coxas delicadas e traçando suavemente a ponta da língua sobre seu pequeno botão escorregadio, saboreando a maneira como as coxas de Harry tremiam.
A garota choramingou, empurrando os quadris para cima para ter ainda mais da boca de Louis.
Ele levou seu tempo, provocando a filha enquanto alternava entre longos e quentes arrastos de sua língua e movimentos ásperos e apressados de sua língua contra o clitóris. Quanto mais ele fazia isso, Harry jorrava ainda mais seu melzinho, cobrindo seus lábios e língua, seu queixo ficando liso com toda vez que ele pressionava o nariz e mergulhava a língua no pequeno buraco quente.
Harry estava um desastre, soando cada vez mais desesperada quando ela soluçava “papai, papai, papai” agoniada com a barba arranhando de um jeito gostoso a região sensível, enquanto ao mesmo tempo tentava empurrar a cabeça de Louis para mais perto, como se ela quisesse sufocá-lo com sua boceta e, francamente, Louis não se importaria se esse fosse o caso.
Tomlinson se dedicava no trabalho de chupa-lá, lambendo o grelinho gordo e esfoladinho para dentro da boca. Quando parava, era apenas para poder meter a língua sem dó na buceta estreita, as vezes usando dois dedos para separar os lábios molhados da xotinha, dando pequenas lambidas ali.
— P-papai! — Harry choraminga quando seu papai deu um tapa em sua buceta, fazendo-a gritar, voltando a chupar a xotinha.
Pouco depois, um gemido alto e arfante preencheu o estúdio, e Louis pôde senti-la convulsionando abaixo de si, os tremores violentos tomando conta do corpo delicado. Os quadris de Harry arquearam e sacudiram, e ela ficou ainda mais molhada, encharcando seus dedos e sua boca, embriagando-o e fazendo dele nada mais do que um refém do prazer dela, enquanto o prendia entre suas coxas.
Se afastando lentamente, Louis deixou seus dedos molhados se fecharem ao redor de seu quadril, apertando-o com firmeza ao mesmo tempo em que deixava sua língua escorregar por ela mais algumas vezes, permitindo que ela aproveitasse as últimas reverberações de seu orgasmo antes de se levantar, orgulhoso.
Sem resistir, ele dobrou o corpo novamente, chupando com força o clítoris, sorvendo os últimos resquícios de seu prazer e arrancando mais um pequeno suspiro ofegante.
Harry estava uma completa e irresistível bagunça quando seus olhos se encontraram, e Louis sabia que seu estado não podia ser melhor do que o dela, considerando o que ele havia acabado de fazer. Oferecendo um sorriso, ele esfregou as costas da mão ao redor da boca e pela barba rala, limpando o melzinho da garota.
— Harry? Como você está? — Louis perguntou em um tom suave enquanto escovava a franja suada de Harry de sua testa.
Harry choramingou.
— Cansada.
— Podemos dormir, querida. — disse Louis com um sorriso. Ele abriu as pernas de sua filha uma última vez para tirar mais uma foto de sua buceta para se masturbar mais tarde e a adicionou ao seu álbum de fotos secretas, vendo a que havia tirado no dia anterior. — Você trabalhou muito hoje.
Ele a envolveu em um abraço apertado, sentindo a respiração de Harry desacelerar enquanto o cansaço finalmente a dominava.
Com cuidado, Louis a pegou no colo, levando-a para fora do estúdio de ballet.
— Eu sempre estarei aqui para você, meu amor. — sussurrou, enquanto apagava as luzes e fechava a porta atrás deles.
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Hoplofília (fetiche por armas, não há um nome oficial, mas de acordo com a internet, é esse), ltops, hbottom, h!inter, Louis policial.
L - 49
H - 25
Caso conheçam a série Chicago PD, pensem no Louis com a personalidade semelhante ao do Sargento Hank Voight.
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Era por volta das nove da noite quando Louis recebeu o chamado de um roubo no bairro próximo. De acordo com as informações passadas pela polícia no local, dois caras armados abordaram um senhor que voltava com as compras para o carro, o ameaçaram até que conseguissem entrar dentro do veículo e fugiram soltando disparos contra a polícia que estava fazendo patrulha próximo dali, mas que, infelizmente, chegaram tarde no local.
Essas eram as informações que Louis estava passando agora mesmo para sua equipe. Todos sendo detetives muito bem treinados e fazendo com que aquela fosse a melhor unidade de inteligência de Londres.
Louis era o sargento do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Londres. Era ele quem comandava aquela unidade há tempos e por mais que nem sempre estivesse dentro dos gostos de seus superiores, todos sabiam que independente de ele ter o seu lado “não tanto dentro da lei”, ele era sem dúvidas o sargento que mais realizava prisões e soluções de crimes. E somente por isso — sem levar em conta o podre de seus superiores que ele usava como carta na manga — ainda era o sargento mais respeitado e odiado de Londres.
— O senhor no local foi baleado? — Jay questionou.
— Não. Só se assustou, mas está bem para prestar depoimento e fazer o reconhecimento.
— Terceiro roubo seguido na mesma região. Acham que pode estar ligado? — Kin perguntou olhando para seus colegas.
— É isso que vamos descobrir. Todo mundo pro local, agora. — Ele passa os olhos pela equipe. — Quero testemunhas, câmeras, um padrão nesses roubos. Chequem placas, ladrões conhecidos. E falem com a gangue local. Eles sempre sabem de alguma coisa. — Louis falou e todos os detetives na sala se aprontaram para saírem o quanto antes.
Louis voltou para sua sala e fechou a porta, pronto para focar no caso em andamento. Mas antes que pudesse sequer pegar os arquivos, o telefone da entrada da Inteligência tocou.
Ele contraiu a mandíbula. Odiava aquele toque irritante. Mais ainda, odiava não ter alguém fixo para atender essas ligações.
Soltou um suspiro pesado, empurrou a cadeira para trás e se levantou. Ajeitou o cinto ao redor da calça com um puxão firme e caminhou até o telefone, o som insistente martelando seus ouvidos.
Pegou o aparelho com força, impaciente.
— Tomlinson.
O sargento atendeu a ligação e os sons do outro lado da linha eram sutis, mas carregavam um peso que Louis reconheceu na hora. Suaves, entrecortados, e inegavelmente íntimos.
— Ah... hm... — O gemido invadiu sua audição novamente e em seguida percebeu a dona dos sons engolir em seco, parecendo estar alheia ao homem na linha.
Ele franziu a testa, segurando o telefone com mais força. Não era o tipo de coisa que esperava ouvir em uma ligação de trabalho.
Por um momento, ficou em silêncio, ouvindo sem querer ouvir. A voz dela tinha uma doçura inesperada, um contraste estranho com o teor da chamada. Louis apertou os olhos, a mandíbula travando. Seu primeiro instinto foi desligar, acabar com aquilo ali mesmo. Mas algo o fez ficar. Ele apenas não sabia se foi a curiosidade, o interesse na voz doce, irritação ou sentir que seu pau pulsou uma única vez dentro das calças.
Levou o telefone de volta ao ouvido e falou, a voz baixa, firme, carregada de autoridade.
— Você tem ideia para quem acabou de ligar?
No segundo seguinte ouviu a garota se assustar do outro lado da linha.
— M-meu Deus... d-desculpa... — Ela falou com a voz tremula e a chamada deu como encerrada.
Louis permaneceu mais alguns segundos com o telefone em mãos tentando internalizar tudo que tinha acabado de acontecer. Nunca havia passado por algo assim — e, francamente, não fazia ideia do que infernos acabara de ouvir.
Ele soltou um suspiro pesado, jogando o telefone de volta no gancho. Decidiu ignorar o que acabara de acontecer e voltar para sua sala e para o seu caso. Ainda estava meio desnorteado com o que aconteceu, meio irritado talvez e até sem foco agora.
Por que uma ligação daquela mexeria tanto com ele, logo em uma noite que ele está com dois casos em suas costas? Não importa que houvesse um tempo considerável sem ao menos um toque carinhoso, não deveria se entregar assim e deveria focar no trabalho.
Aquilo com certeza foi um trote e agora ele estava totalmente sem foco por causa de alguma pessoa sem noção querendo gastar o seu tempo.
Se jogou irritado em sua cadeira e tentou concentrar-se nos arquivos em seu computador, mas não conseguiu, ainda irritado por ter que ir atender o telefone para ouvir um trote.
Mas e se... e se não fosse um trote, talvez não fosse o que ele estava pensando, poderia ser algo a mais não? Era muito suspeito. E mesmo que não fosse algo a mais, ele iria mesmo deixar que a pessoa que estragou sua concentração terminasse a noite rindo de sua cara? E não seria certo verificar se realmente não era algo mais grave? Com certeza era, com certeza deveria ir até o local para primeiro: ver se não era algo grave; segundo: saber se era um trote e se fosse, a pessoa iria ter sua consequência só por ter o pegado em um dia ruim e se caso não fosse, ainda seria válido um aviso para que tomasse mais cuidado da próxima vez que fosse fazer seja lá o que estava fazendo na hora que o ligou.
O sargento então pegou o telefone de novo e digitou rapidamente um comando no sistema. O número da chamada apareceu na tela, e em segundos ele já tinha um endereço. Fácil demais.
Seus instintos diziam para deixar pra lá. Mas Louis não era o tipo que deixava pontas soltas.
Ele ficou de pé, pegou a jaqueta e saiu da sala sem dizer uma palavra.
Louis foi até o estacionamento da delegacia e entrou em seu carro. O endereço anotado em um pequeno pedaço de papel rasgado, estava dobrado dentro de seu bolso. Aquilo não era nada de tão importante, então não achou que precisava de algum tipo de notificação ou relatório, mas é claro que se fosse preciso iria tornar toda aquela situação oficial.
O aquecedor do carro foi ligado e o mesmo respirou fundo e aliviado. A cidade estava branca e quase engolida pela neve. Tomlinson não iria mentir que era sua época favorita. Era difícil quando precisava trabalhar em casos muitos difíceis e ter que lidar não só com o estresse do trabalho, mas com o estresse que o calor gerava em seu corpo. Naquela época, era bem melhor de lidar com os problemas, mesmo que talvez ele não estivesse lidando da melhor forma com o problema atual.
O endereço dava em uma casa branca com uma bela grama verde e um jardim muito bem cuidado. Olhou para o relógio em seu pulso e depois olhou para as luzes acessas da casa, eram exatamente 23h40.
Louis pensou que talvez não fosse muito delicado bater na porta de alguém a essa hora, mas ele era policial e estava fazendo seu dever de verificar se estava tudo bem e se nada de suspeito estava acontecendo ali.
O policial saiu do carro e olhou para os dois lados da rua mal iluminada e vazia, ajeitou a arma escondida na calça e o distintivo. Ao ficar bem próximo da porta, tocou a campainha e esperou.
Ouviu alguém correndo descalça e então o barulho da tranca. Uma moça pequena e de cachos um pouco a cima do ombro abriu a porta, o sorriso em seu rosto agora era um sorriso um pouco forçado, provavelmente com receio por ter um homem àquela hora da noite em sua porta.
— Hm... boa noite, posso ajudar? — Ela falou baixo e Louis sentiu uma sensação boa ao reconhecer a voz. Então era ela a dona dos gemidos que não saíram de sua cabeça até agora.
Olhou discretamente para os brincos de morango em suas orelhas, o gloss brilhoso e vermelho em seus lábios e o pijama de flores que a garota usava, provavelmente sem sutiã, pois era perfeitamente possível ver os mamilos marcando na blusinha delicada, que continha alças tão finas e frágeis que pareciam se desintegrar apenas com um toque mais bruto.
Louis tirou o distintivo do bolso e mostrou para a garota, que agora perdeu completamente o sorriso nos lábios e demonstrou confusão em seu rosto.
— Sou Louis Tomlinson, sargento do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Londres.
— S-sim... — A moça engoliu seco, se encolhendo contra a porta — E-eu me chamo Harry. Como posso ajudar, sargento?
— Recebemos uma chamada suspeita desse endereço. Tudo certo por aqui? — Louis falou tentando olhar a casa por trás da garota.
A garota pareceu ficar nervosa e se encolher ainda mais — se é que era possível — contra a porta. Louis percebeu o rosto ficando vermelho até a raiz dos cabelos e uma concentração maior nas bochechas magras do rosto pequeno.
— E-eu acho que o senhor deve ter errado a casa. — Ela disse baixinho.
Tomlinson analisou mais um pouco da casa e olhou para a moça, sorrindo com a situação e pensando que, há poucos minutos, estava determinado a dar uma bronca na pessoa que abrisse a porta, mas se dava conta, agora, de que seria impossível fazer aquilo com aquela garota.
— Será que eu posso entrar pelo menos para confirmar se não há nada de errado? — Perguntou já sabendo que ela não teria coragem de negar.
— C-claro. — A garota respondeu e se afastou para dar espaço para que o homem entrasse.
Louis não estava fardado, claro, era sargento e em seu caso a farda era usada somente em casos especiais. Porém, Harry reparou na camiseta preta de botões e mangas dobradas até o cotovelo; a calça presa na cintura junto com o cinto que havia a arma que ele protegia com as mãos e o distintivo que ele usava na parte da frente. O cabelo liso com uma pequena franja caída no rosto e as laterais da cabeça raspada. “Realmente era um sargento muito bonito” pensou a garota.
A casa não era grande. Pequena, mas muito aconchegante. As paredes eram pintadas em uma cor creme, havia plantas e uma decoração de morangos, cerejas e corações; era realmente muito bem cuidada e limpa e era perfeitamente compatível com a personalidade que a garota transmitia ter: doce.
Após a breve análise, Louis tornou sua visão para a garota.
— É engraçado a senhorita achar que estou na casa errada.
— Por quê? — Um vinco se formou acima de seus olhos.
— Porque a sua voz é muito familiar.
— Droga... — Ela cochichou achando que o homem em sua frente não havia escutado.
— Foi você, não foi?
— Eu liguei por engano — Ela estava tão sem graça que mal conseguia olhar nos olhos do policial.
Louis riu baixo e trocou o peso da perna.
— Eu já vi que está tudo bem aqui, mas peço que tome mais cuidado na próxima vez que... Enfim, pode ser que outra pessoa atenda o telefone; há muitos policiais em Londres. De qualquer modo, se precisar algo ou alguma coisa ruim acontecer... — Levou a mão que não protegia a arma no bolso e pegou um de seus cartões. — Esse é meu número, a chamada irá diretamente para mim.
Harry pegou o cartão um pouco surpresa com toda a situação, estava no mínimo esperando levar uma bronca.
Olhou para o cartãozinho e viu o cartão da polícia com todas as informações do sargento de Londres.
— Tenha uma boa noite. — Fez um gesto com a cabeça e então saiu fechando a porta atrás de si.
— —
— Vê se mantém a calma lá dentro, hein, Tomlinson — Au, seu colega de trabalho, diz.
— Basta ele fazer o que eu quero e nada sai do controle — Louis falou dando o ultimo trago em seu cigarro e jogando no cinzeiro que ficava na entrada do estabelecimento.
Louis estava entrando em um dos vários bares que existia em Londres. Estavam em um caso complicado de tráfico de drogas e Louis precisava de um nome; o caso estava indo de vento em popa, e só precisavam confirmar uma suspeita. Sendo assim, o sargento Tomlinson andava tranquilamente ouvindo os demais no ambiente rirem escandalosamente enquanto se afogavam em suas cervejas, mas mantendo o foco no cara barbudo e de camiseta xadrez, com uma espécie de tigre tatuado no braço.
— Charlie Reid. — Louis falou se sentando ao lado do homem que deu uma golada grande demais em sua bebida e sentiu a garganta doer.
O cara barbudo viu o sargento bater o distintivo na mesa e já ia se preparar para correr quando a voz do mesmo cortou sua ação.
— Há viaturas na frente, nas saídas de emergência e nos fundos. Você pode facilitar as coisas: ser apenas uma conversa entre dois caras que só querem beber. Ou pode escolher o caminho mais difícil, que, particularmente, é o meu favorito: você corre, todos se levantam desesperados e eu te prendo. — Falou sem ao menos olhar no rosto do homem ao seu lado e pediu uma bebida ao moço que secava os copos logo ali.
O homem respirou fundo e sentou-se frustrado ao lado do sargento.
— Ta legal, o que você quer?
— Tráfico de drogas. Jesse Lee, conhece? — Reid cerrou os lábios e se ajeitou, desconfortável, na cadeira. — Um colega seu acabou de ser preso pelo meu pessoal porque ele não deu a resposta que eu queria.
— O que!? Quem foi preso?
— Alguém que não respondeu o que eu queria — Recebeu sua bebida e tirou outro cigarro do bolso. — Quero que me dê o nome do cara que fornece as drogas para Jesse Lee e eu sei que você sabe, Reid. Andamos de olho em você há alguns dias. — Tomou um gole da bebida e logo em seguida colocou o cigarro entre os lábios.
— Olha, eu não tenho nada a ver com esse...
— Não foi isso que eu perguntei, Reid — Louis o cortou rispidamente. A escuta em seu ouvido e a arma na cintura começando a o incomodar.
O homem barbudo respirou fundo mais uma vez, claramente irritado. Seus olhos lançaram um olhar de reprovação ao sargento antes de, a contragosto, virar o restante da bebida. Empurrou o copo para a frente com certa força, cruzou os braços e, com o semblante fechado, soltou a informação como quem não tinha outra escolha.
— O nome do cara é Nick Wechsler.
— Você é o garoto bonzinho, Reid. — Louis falou virando o copo e se levantando com o cigarro já pela metade.
Assim que saiu de dentro do estabelecimento encontrou um de seus agentes o olhando ansioso para alguma resposta.
— Nick Wechsler — Falou e o homem em sua frente puxou o rádio do bolso avisando para o restante do pessoal.
Sabendo que agora era só aguardar que a sua equipe — que ele julgava ser ótima por sinal — fazer o resto do trabalho, voltou para seu carro e começou a seguir direto para a delegacia, iria fazer seu relatório e ver como estava o andamento das coisas.
O relógio marcava 23:35. Louis abriu a janela do carro para que a fumaça do cigarro não ficasse presa dentro do veículo e ficou se perguntando o que a garota de cachos castanhos, que conheceu semana passada, fazia agora. Será que estava molhando as plantas? Pintando as unhas de rosa? Assando cookies? Ou gemendo no ouvido de outro policial de novo?
Louis não gostou muito da sensação que sentiu com a última pergunta; tragou forte o cigarro e respirou fundo, mandando para longe os pensamentos tão doces que rondavam a sua cabeça.
A delegacia era longe do local que estava, mas finalmente faltava pouco para chegar. Quando já estava chegando na esquina, o celular no bolso de sua calça tocou. Jogou o cigarro pela janela e com certo trabalho, conseguiu tirar o celular do bolso e contraiu a mandíbula ao ver que era um número desconhecido.
Voltou os olhos para a estrada e atendeu.
— Alô — Proferiu em um tom firme.
— É-é o sargento Tomlinson? — Poderia ser alguma ligação de trabalho, algum problema que teria que resolver, algum superior querendo resolver algo de última hora ou algum informante, e pensar isso já tinha o deixado em alerta e preparado para poder resolver qualquer problema que fosse; qualquer problema que fosse menos o problema de voz doce do outro lado da linha.
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— Harry? Está tudo bem? — Antes de deixar suas emoções o tomarem de conta — não poderia negar que havia ficado animado com a ligação, que havia, e que não gostaria de admitir, esperado todo esse tempo —, precisava lembrar que deu seu telefone de emergência para casos mais “privados”. Então, precisava ter certeza de que estava tudo bem.
Louis não entregava seu número para qualquer moça bonita que visse em sua frente. Aqueles cartões, na verdade, eram de uso exclusivo para o trabalho; normalmente, entregava para seus informantes, alguém que ele sabia que não tinha a melhor vida e poderia precisar de ajuda, coisas do tipo. E, bom, aquela moça poderia precisar de ajuda um dia, e talvez esse dia fosse agora.
Pensar que talvez Harry não estivesse bem o deixou meio inquieto no banco do carro.
— S-sim, está tudo bem, mas você disse que eu poderia ligar, então... Achei que se não estivesse muito ocupado... — Louis riu baixo.
— Eu sempre estou ocupado, meu bem... chegou aí em 10 minutos.
— Tudo bem, eu estou te esperando — Pelo tom da voz dela, Louis decidiu que ela estava sorrindo.
Dirigiu um pouco mais rápido que o normal, mas ainda respeitando a velocidade e talvez tenha chegado em menos de 10 minutos. Estava pensando o que será que ela poderia querer com ele, se estava tudo bem... aquela menina parecia ser muito inocente para ligar para ele com segundas intenções, só que ao pensar isso, conseguia sentir o baque desse pensamento colidindo com a lembrança dos gemidos desesperados da menina em linha.
Quando Tomlinson olhou para seu rosto no outro dia, apesar de ser a mesma voz, não conseguiu ver ali a mesma pessoa. Precisava ouvir aqueles sons pessoalmente, sabia que eles teriam uma influência muito maior sobre ele, do que por telefone. Precisava ver cada uma das expressões que aquele rosto tão meigo era capaz de fazer.
Sua maior curiosidade era saber o que a menina fazia naquela hora; ele queria saber se ela estava sozinha, se estava com mais alguém, por que o celular estava em sua mão, se ia ligar para alguém e acabou errando o número..., mas, se fosse ligar para alguém, por que estava ligando para ele agora? O que despertou o interesse nela?
Louis chegou na residência da garota e não demorou para estar em frente à sua porta, com o dedo na campainha.
Ouviu os mesmos passos apressados e descalços no chão, para em seguida, ouvir o barulho da porta sendo aberta.
— Boa noite, sargento — Ela falou com um sorriso, ainda parecia meio nervosa, mas não tanto quanto da última vez. A menina se afastou da porta e Louis entrou.
— Por favor, pode me chamar de Louis — Ele disse com um sorriso pequeno e como de costume, olhou ao seu redor para ver se estava tudo nos conformes. — Por que me chamou aqui?
— B-bom, eu achei que talvez não tivesse problema eu querer companhia para jantar...
— O que preparou para jantar? — Perguntou um pouco cético quanto a resposta da garota.
— E-eu... pensei que poderíamos pedir um lanche...
— Tem costume de jantar lanches? Não acha um pouco cedo para ter problemas de coração? — Perguntou bem humorado.
— Acho que não faz mal uma vez ou outra. — Ela disse juntando as mãos por trás do corpo e balançando para frente e para trás.
— Sabe, fiquei surpreso com a sua ligação — O policial se sentou no sofá e passou as mãos no estofado macio.
— Não esperava que eu fosse usar seu cartão?
— Não achei que entraria em perigo tão cedo — ele disse, e ela sorriu.
Harry deu de ombros e caminhou até a mesinha onde o celular estava. Louis acompanhou o movimento com os olhos, notando como o short dela subia levemente quando ela se inclinou. Ele desviou o olhar no segundo seguinte, puxando o próprio autocontrole de volta.
— Não estou em perigo — ela disse, os dedos deslizando pela tela do celular. — Mas acho que me senti um pouco… sozinha.
Louis arqueou uma sobrancelha, apoiando um braço no encosto do sofá.
— E resolveu que eu era uma boa companhia?
— Bom, você disse que eu poderia ligar…
— Se estivesse em apuros.
— E quem disse que se sentir sozinha não pode ser um apuro? — Apesar das falas provocativas, ele ainda via os traços de timidez dela e isso o chamava muita atenção.
Louis soltou um riso baixo, arrastado, e inclinou a cabeça para o lado. Ela estava o testando, e isso o divertia. Harry disfarçou um sorrisinho satisfeito ao notar a reação dele.
— O que quer comer? — ela perguntou, voltando ao celular.
Louis se levantou devagar, cruzando a sala até parar ao lado dela.
— Que opções tem?
Harry girou o celular na direção dele, mostrando a tela do aplicativo de entregas. Mas Louis não olhou para a tela. Seus olhos estavam nela — no jeito que segurava o celular com as unhas pintadas, no pescoço que expunha quando inclinava a cabeça, na forma como a respiração dela parecia hesitar quando percebeu o quão perto ele estava.
— Eu deveria confiar no seu gosto — Ele murmurou, a voz mais baixa, rouca.
Harry piscou algumas vezes antes de voltar a encará-lo.
— Eu… eu posso escolher então?
— Faça o que quiser, meu bem.
A palavra escapou sem que ele pensasse. Não deveria chama-la assim. Mas quando viu a forma como os olhos dela brilharam, e o jeito que ela sorriu antes de desviar o olhar, soube que não havia sido um erro.
Deu alguns passos pela sala e parou na porta da cozinha.
— Eu ainda estou bem confuso com toda a situação da semana passada — Falou olhando para a cozinha bem organizada.
— Como assim? — Ela desligou o celular e observou Tomlinson entrar em sua cozinha e fitar o cômodo.
— Eu quero saber como acabou ligando para a minha unidade. — Ele se virou para ela e começou a andar em sua direção. — O que estava fazendo na hora para ter ligado para lá? — Ao chegar próximo, seu olhar mudou a direção e ele continuou andando.
— E-eu já disse... Eu liguei errado — Ela o seguiu. Não estava se importando com o homem andando pela sua casa, estava cega na beleza do mesmo. Não conseguia tirar os olhos do rosto perfeito, a barba nem pequena demais e nem grande demais, a camiseta preta e a calça semelhante à do outro dia; o distintivo estava a mostra e seus braços estavam para trás do corpo escondendo a arma presa ali.
— Para quem iria ligar? — Andava calmamente pelos corredores e encontrou uma escada, será que levaria para o quarto dela?
— Eu não ia ligar para ninguém — Respondeu depressa. Ela nunca tinha visto homem mais lindo que aquele e não acreditava que poderia ser real o único que já havia visto pessoalmente, estar seguindo para o seu quarto.
— Ah não? — Ele riu. — Entrou nas chamadas sem querer? O que estava fazendo?
— Eu... — Harry começou a ficar com vergonha, estava extasiada com o homem lindo em sua frente, não parecia desesperada demais falar aquilo para ele? Mas ela já havia o chamado para sua casa sem nem saber ao certo o motivo, isso já não era ser desesperada demais? — Louis, eu só liguei errado...
— O que você estava fazendo? — Perguntou firme olhando dentro apenas dos cômodos com as portas abertas.
— Eu estava me tocando — Respondeu baixo.
— Não ouvi, responda claramente o que estava fazendo.
Harry respirou fundo.
— Eu estava me tocando. — Disse mais alto agora.
— Muito bom. Estava sozinha, certo?
— Sim — Seu coração acelerou quando Louis parou em frente a porta do seu quarto.
— Agora, me faça entender o que estava fazendo com seu celular e como acabou ligando "por engano".
— E-eu gosto de assistir quando estou me tocando.
— Você é uma putinha viciada em pornô, então? De anjo só tem essa carinha?
— Não! Eu não sou viciada em pornô, eu só assisto as vezes...
— O "não" é só para a parte do pornô? — Perguntou rindo baixo e entrando no quarto.
— O meu celular travou na hora e eu tentei desligar... Ele liga pra emergência automaticamente, mas achei que tivesse desligado... Eu me assustei ao ouvir sua voz, não foi intencional, eu não tinha visto que ainda estava em linha — Ela falou abaixando a cabeça.
— Eu quero ver seu celular — Ele disse após observar o quarto tão bem decorado.
— O- o quê? — Ela perguntou surpresa.
— Quero saber o que estava fazendo você gemer igual uma puta daquele jeito. Espero que seja algo bom mesmo.
Sem questionar mais, desbloqueou seu celular e entregou nas mãos do sargento, sem a mínima coragem de olhar para seu rosto e com as bochechas ardendo.
— Você gozou pra isso aqui, Harry? — Ele questionou olhando sério pra ela.
— Louis...
— Você é tão fácil pra abrir as pernas, ficar molha e gozar, que gozou pra isso?
— Eu estava muito excitada e já tinha muito tempo que eu não ficava com ninguém...
— E ligou pra mim pra que eu pudesse te fazer gozar de verdade?
Ela apenas concordou com a cabeça, incapaz de responder algo.
Tomlinson se aproximou lentamente e passou a mão em seu rosto, colocando o cabelo para trás de sua orelha.
— Me conta como você estava na hora — Ele ficou bem próximo da garota. Passando a mão em seus cabelos, os puxando para trás, mas com cuidado. Ainda não queria a machucar e nem estragar seus cachos.
— Eu estava de regata rosa... — Sua respiração era pesada e seu corpo estava paradinho, se acostumando com a proximidade do policial em sua frente. A sensação de ter seu corpo engolido pela a altura do outro era boa. — Mas ela estava abaixada...
— Eu quero que deixe do jeito que estava naquele dia. — Olhou para a alça branca que combinava com a pele pálida e reparou nos ombros pequenos e em como fariam um contraste enorme com os seus.
Harry levantou os braços lentamente e tentou abaixar sua blusa, estava nervosa e ao mesmo tempo queria que ele ditasse o próximo passo. Seus dedos trêmulos se atrapalharam para abaixar a blusa junto com o sutiã e Louis foi mais rápido em levar as mãos nas costas da garota e soltar o sutiã, que após solto, a peça se encolheu rapidamente e afrouxou nos ombros miúdos.
O policial desceu as alças pelos braços com os pelinhos arrepiados e sem receio, colocou a mão dentro da regata e tirou a peça, jogando no chão coberto por um tapete felpudo branco.
— Agora, faça.
Dessa vez, sem dificuldades, puxou a regata. Os peitos saltaram para fora e Harry olhou o quanto seus biquinhos estavam duros e suspirou pensando no quanto ela queria que o sargento os sentisse. Eles eram médios, mas ela tinha certeza que caberia completamente nas mãos dele e se segurava para não pedir isso.
— Continue.
Suas mãos tocaram as delas, que já estavam caídas na lateral do corpo, e subiram por seus braços, até que ele pudesse acariciar seus ombros macios.
— Eu estava sem o meu shortinho na hora e sem calcinha...
— E está sem calcinha agora? — Tocou seu nariz nos cabelos castanhos e fechou os olhos pra poder sentir o perfume dos fios macios.
— Hurrum — Ela respondeu e ele entendeu aquilo mais como um gemido.
— Eu posso ver? Não quero te ouvir gemer ainda, quero palavras.
— Sim, Louis.
— Muito bom.
Sua mão esquerda prendeu algumas mechas do cabelo macio e segurou com firmeza, empurrando a cabeça da garota até seu ombro, deixando-a deitar a cabeça ali.
— Você é tão cheirosa, Harry — Ele falava de olhos fechados, descendo a mão direita com toda a paciência do mundo pelas costas de Harry. — Tenho certeza que se preparou toda pra me receber, não foi? — Segurou a cintura e apertou, sentindo o corpo dela tremer e precisando pressionar a cabeça da menina contra seu ombro, quando ela tentou se afastar.
— Eu usei meu melhor perfume. — Disse baixinho e com a respiração acelerada por sentir as pontas dos dedos gelados, tocar a parte de sua barriga que estava exposta.
— Ele é ótimo, meu bem — Com os olhos ainda fechados e apreciando o corpo da garota, mergulhou sua mão por dentro do short, sentindo o quão quente estava aquela região. Acariciou a pele macia, sem deixar o contato ser muito forte, queria a provocar um pouco.
Harry foi um pouco mais impaciente e foi para frente, querendo sentir um contato maior com Louis, que afastou a mão rindo.
— Eu quero você quieta, Harry.
— Tudo bem, tudo bem, me desculpa... — Engoliu em seco e segurou a barra de seu shortinho em ansiedade.
— Será que você realmente é uma menininha doce ou as pessoas estão erradas em não te chamar de puta?
— E-eu me acho uma menininha doce, Louis... — Queria tanto sentir seus peitos sendo mais apertados contra o corpo do sargento, mas permanecia obedecendo a regra de ficar quieta.
Louis tocou toda as costas da mão na buceta macia antes de virar a mão e passar o dedo nos lábios, sem adentrar de fato. O que não foi necessário ser feito, para sentir que o melzinho já estava para escorrer em seu short.
— Fica quieta, eu não vou falar de novo — Ele falou abrindo os olhos por um instante quando a garota tremeu e gemeu baixinho.
— Louis, por favor...
— Quieta!
Assim que ela não o respondeu mais, deitou sua cabeça contra dela e fez carinho com os dedos enrolados nos cachos.
Espalhou o melado em seus dedos por toda a buceta da garota e então adentro um pouco os dedos, acariciando o clitóris inchadinho e tão quente quanto a parte de fora. Foi descendo os dedos sentindo o quanto a garota estava pegando fogo e percebendo o quanto ela se esforçava para não gemer.
— Você acha mesmo que uma princesinha estaria encharcada do jeito que você está?
— N-não, Lou. — Fungou apertando o tecido em seus dedos. Suas pernas estavam bambas e ela sabia que não parava de piscar sua bucetinha contra os dedos do policial.
— Então o que você é na verdade? — Seu dedo parou bem na entradinha de seu buraquinho e Harry não sabia mais se aguentaria ficar quieta.
— Eu sou uma puta, Lou... Ahh! — Ela gemeu alto e se mexeu, sentindo bem melhor a mão de Louis passando por sua buceta e quase a fazendo revirar os olhos. Aquela sensação tão maravilhosa que a fez querer segurar os ombros largos do sargento e se esfregar em seus dedos como uma gata no cio, durou muito pouco.
Louis se irritou e puxou seu cabelo, fazendo a olhar para cima e encontrar os seus olhos. Ele olhou os olhinhos assustados da menina e os lábios vermelhos entreabertos, provavelmente de tanto ela morder para não gemer.
— Eu não mandei você ficar quieta, porra? — Ele questionou e no momento seguinte enfiou os dedos melado na boca da garota, que se assustou e o olhou com os olhos arregalados. — Você sujou minha mão e agora vai limpar, sua puta!
Harry dava tapinhas no braço de Louis e tentava segurar a mão que apertava tão forte seu cabelo. Sentia que em algum momento iria engasgar com os dedos em sua boca.
— Você quer tanto assim esfregar essa buceta? Então você vai esfregar, mas vai esfregar quieta. — Ele tirou os dedos da boca dela, que se afastou tossindo e tentando recuperar o fôlego, e não pensou em dar um tempo para ela se recompor, logo a puxou para perto de volta.
Seus movimentos foram muitos rápidos, talvez por ser policial há anos e já ter feito diversas prisões. Para ele, virar alguém de costas e passar as algemas já era um comportamento condicionado, como levar um copo até a boca e saborear o gosto do café.
Quando Harry se deu conta, estava de costas para Louis e seus pulsos estavam presos em algemas.
— Louis, eu quero te tocar, por favor — Ela pediu com um biquinho, não acreditava que estava prestes a dar para um homem tão lindo e ao menos poderia tocá-lo.
Louis riu.
— Você é mimada pra caralho, quer tudo de uma vez e no seu tempo. Não é assim que funciona. — Ele disse tirando a arma da cintura e se afastou para abaixar o short da menina que ficou enrolado no meio das coxas. — Agora você vai esfregar essa buceta primeiro — Ele falou contra sua nuca e ela se assustou com o objeto gelado tocando seus peitos.
Ele passou a ponta da arma ao redor dos mamilos e deu algumas batidinhas, assistindo os seios tão lindos balançarem.
Ele desceu o objeto, passando pela regata, tocando a barriga dela que contraiu ao sentir o frio contra sua pele quente e enfim chegou em sua buceta, que ainda estava melada demais para alguém que mal havia sido tocado.
— Você vai deixar ela bem melada, entendeu?
— S-sim, sim!
— Acha que essa bucetinha é boa o suficiente pra deixar a minha melhor arma escorrendo mel de buceta?
— Sim, Louis! Sim, sim! — Ela respondeu apressadamente. Seus pensamentos estavam uma bagunça agora, sua respiração acelerada e seu coração errando as batidas. Nunca tinha experimentado tal situação e aquilo estava levando sua excitação em um nível completamente diferente. O medo e o desejo para saber tudo que Louis queria fazer com ela, a fazia querer ficar mais e mais entregue.
Ela pensou que pessoas normais não iriam se molhar ao ter um policial passando a arma em seus peitos, mas que graça tinha ser normal, a vezes?
— Ahh... Hmm... — O objeto já estava contra sua pele e Louis movimentava devagar, beijando a nunca da garota e o pescoço. Levou sua mão até os peitos dela e os apertou, eram tão macios, tão bons de apertar; ele poderia passar a noite toda os tocando e se sentiria o homem mais feliz da terra.
— Vem aqui.
A puxou para perto da cama e então ele se sentou, deixando-a parada em sua frente, a visão mais linda de todas.
Os cachos já não estavam mais tão bem feitos, a alça da regata estava um pouco caída e ela estava meio enrolada em sua barriga, assim como seu short ainda enrolado em suas coxas fartas. Harry estava com uma expressão manhosa e chorosa, os peitos que praticamente imploravam para serem tocados com força, subiam e desciam conforme a respiração desregulada. Ela estava uma bagunça.
— Eu quero poder assistir isso — A puxou para perto e segurou em seu quadril para poder beijar sua barriga. Parecia que não havia uma parte de seu corpo que não exalava um ótimo perfume e apesar de ele poder sentir o cheiro do creme que ela passara em seu corpo, ele ainda conseguia sentir muito bem o cheiro natural de sua pele.
Os beijos molhados começaram um pouco a cima do umbigo e foram para a região do ventre, onde havia um pequeno acúmulo de gordura e ele a puxou ainda mais para perto, como se estivesse com fome de tê-la. Ao descer um pouco mais, encontrou a buceta que tanto implorava por sua atenção e que mostrava isso por estar tão molhada.
— Ahh... Louis! Louis! Hmm... — Louis começou a chupar a bucetinha molhada, abrindo os lábios úmidos com a língua e sentindo o clitóris tocar sua língua e o gosto incrível tomar de conta de seu paladar. Louis a chupava com vigor e se deliciava em controlar os movimentos da garota com suas mãos e as suas pernas que prendiam as delas.
Tornou a pegar sua arma e apoiou seu rosto no ventre em sua frente, fechou os olhos apreciando o perfume incomparável e tocou sua arma entre as coxas tremulas e subiu até tocar a bucetinha de Harry.
— Abre as pernas pra mim, Harry. Eu quero me divertir um pouco com essa xota antes de comer você. – Harry não demorou muito para seguir o pedido e afastou um pouco suas pernas, gemendo manhosa quando Louis passou o braço por sua cintura e pressionou mais a arma contra sua buceta.
Ele se afastou lambendo os lábios e garantindo que nunca iria esquecer aquele gosto.
— Se esfrega — Ele falou vendo a garota se esfregar contra a arma.
Suas pupilas dilatadas e seus ouvidos agradecendo pela bela melodia que voava pelo quarto. Era como havia pensado, era bem melhor do que havia ouvido no telefone, era muito mais hipnotizante e deixava sua cabeça muito mais fora do lugar.
Harry estava agoniada porque ainda não era o suficiente, queria tocar Louis e queria dar a atenção necessária para sua bucetinha que pulsava tanto. Se esfregava desesperada contra a arma de Louis e sentia seu corpo ficar arrepiado por tê-lo a assistindo daquela forma.
Ele se levantou de abrupto e segurou seu cabelo novamente para a beijá-la. Desceu os beijos necessitados pelo pescoço até encontrar seus seios, os quais ele chupou sem o menor cuidado, sentia-se em seu estado mais necessitado.
— Lambe — Ele disse tocando o cano da arma, não mais tão gelada, contra seus lábios.
Harry, ofegante, olhou para Louis e sorriu. E sem nem mesmo cortar o contato visual, lambeu a arma sentindo o próprio gosto novamente.
— Você é uma filha da puta mesmo. — Disse rindo.
— E você gosta. — Chupou a ponta do objeto ainda o olhando.
— Vadia.
Louis a segurou pelos braços e a jogou de barriga para baixo na cama, de forma que seus joelhos ainda ficassem pra fora e tocassem o chão.
— Quero sentir mais desse gosto — Ele falou se abaixando por cima dela e não perdendo tempo em voltar sua arma para a buceta molhada.
— Você gostou, sargento?
— Eu amei — Viu os olhos dela abrirem mais e sua boca fazer o mesmo, soltando um gemido engasgado. — E você, gosta de ser fodida pela arma do seu sargento?
— Ahh... Louis — Seus olhos se fecharam com força e ela mordeu os lábios inquieta.
Tomlinson se posicionou de joelhos atrás dela e assistiu a buceta molhada engolindo sua arma tão bem, tão linda em volta do metal rígido, precisava urgentemente sentir o quão bem ela poderia aguentar seu pau.
Ela estava tão excitada, gemia tão alto e ele via como os seus dedos estavam agitados, querendo serem soltos da algema de Louis. Vendo a quão desesperada a garota estava em sua frente, parou de socar a arma e esperou para ver qual seria reação e ele precisava admitir que foi a melhor das que já presenciou.
— Está se fodendo na minha arma, Harry? É isso mesmo? Você é tão cadela que está adorando ser comida por uma arma?
— Louis, por favor! Eu quero tanto dar pra você! Por favor... Ahhh! — Suplicou enquanto rebolava sentindo a buceta preenchida.
O sargento sorriu com o gemido em protesto por ter tirado a arma da buceta dela, mas sorriu mais ainda ao segurar a bunda farta em sua frente e afastar as duas poupas. Assim pode ir direto com seu rosto chupar a xotinha tão molhada da garotinha presa em sua frente.
Fazia tanto tempo que não afundava o seu rosto em uma bunda tão gostosa que sentia que era realmente um sortudo aquela noite. Lambeu toda a buceta e seguiu com a língua até o cuzinho que piscava tão necessitado de atenção.
Enquanto chupava Harry sem dó dos gemidos altos e das suplicas para ser solta, Louis enfiou ou dedos na buceta melada e os meteu com força, vez ou outra deixando tapas na bunda farta.
Seus dois dedos sendo engolidos pelo interior quente e molhado, iam fundo e eram apertados toda vez que Harry contraia a buceta, vez ou outra esfregava o grelinho sensível e em nenhum momento deixou de chupar o cuzinho que estava todo melado agora. Também não perdia a oportunidade de morder a bunda enorme e apreciar os gritos doloridos da menina.
— Louis! Louis! Por favor, me solta! Eu quero gozar, Louis, por favor!! — Por mais que estivesse morrendo de vontade de ela mesma se esfregar contra o rosto de Tomlinson, preferiu tentar ficar com as pernas os mais quietas possível. — Eu vou gozar, Lou!! Ahh...
Tomlinson tirou os dedos da buceta e então voltou sua língua para ela, chupando com vontade e levando a língua até o grelinho inchado, onde ele lambeu de chupou com mais vontade quando percebeu as pernas da garota tremendo e os gemidos ficarem descontrolados.
— Lous!! Ahh!! Hmm!
— Gostosa da porra! — Ele falou assim que sentiu o corpo se acalmar e então lamber a buceta que havia ficado mais molhada após ela gozar.
— Louis... — Ela chamou baixinho e manhosa.
Ele se levantou sorrindo e pegando as mãos dela para soltar as algemas, e deu risada quando a viu soltar os braços em cada lado de seu corpo, exausta.
— Tira a roupa.
Harry arregalou os olhos e ouviu o barulho de algo cair no chão. Se forçou a apoiar os braços na cama e se virou para trás, ficando com a boca entreaberta ao ver Louis segurando o pau completamente duro e que sem dúvidas, era maior em comparação aos brinquedos que tinha guardado na gaveta da mesinha, ao lado da sua cama.
— Lou, eu não aguento... eu estou muito sensível agora.
Ele deu risada e pensou no quanto estava se divertindo essa noite, ela realmente era uma graça.
— Eu não perguntei se você quer tirar a roupa, meu anjo — Disse ainda masturbando seu pau que doía como o inferno dentro da calça e que parecia muito mais aliviado agora que estava prestes a comer uma menina tão gostosa.
Harry havia acabado de gozar, mas sua bucetinha ainda piscava com a forma como Louis falava e sabia que por mais que reclamasse, em poucos minutos estaria mais molhada ainda porque, não sabia como, mas Louis mexia muito com ela.
Então sem protestar mais, tirou seu shortinho e a regatinha, ficando com seu corpo completamente exposto para o policial.
— Deita com as pernas abertas pra mim. — Ele assistiu ela subir na cama e engatinhar de quatro até ficar no topo e então abrir as perninhas, segurando-as por baixo, ficando à mercê de Louis.
— Você é uma delícia, meu bem. Que gemido maravilhoso que você tem. Eu poderia ficar aqui a noite toda te comendo, só pra ouvir você gemer assim pra mim sem parar. — Ele subiu na cama e foi se aproximando dela até estar com os rostos bem pertinho.
— Então me come, Lou. Eu adoro gemer pra você.
Seus lábios se juntaram e os dedos de Louis entraram de uma vez na buceta da menina. Se afastando para olhar o quão vermelha e inchada ela estava.
— Louis, por favor!! — Ela gemeu alto e sentiu os dedos pararem de penetrá-la com tanta rapidez, para em seguida, Louis enfiar o pau duro com força dentro dela. — Ahh... sim... ah...
Era bem mais grosso que os seus brinquedos e era extremamente gostoso sentir sua xotinha tendo certo trabalho para aguentar a largura do policial. Doía, mas era uma dor gostosa e que ela estava sentindo falta. Sorriu ao se perceber toda aberta e gemendo para o policial que ela havia acabado de conhecer e que a comia tão bem.
— Ser feita de puta assim não é bem mais gostoso, meu amor? Não é bem melhor quando tem um pau pra te comer sem dó nenhuma?
— S-sim, Louis... ah... hm... por favor...
— Olha só como você já está toda molhada, minha vadiazinha. Que gostoso é você toda aberta assim pra mim, Harry.
Agarrou os seios que balançavam em sua frente e apertou os mamilos, segurando-os firmemente enquanto socava seu pau nela.
— Aposto que já planejava abrir as pernas pra mim desde que cheguei aqui, não é?
— Sim!!! Eu já estava querendo dar pra você desde a hora que te liguei, Louis!! Hmm...
— Delícia, me chamou aqui só pra te comer. Ta sendo ótimo essa pausa no trabalho, vai me fazer voltar bem mais disposto — Tomlinson sentia vontade de revirar os olhos com o aperto em volta de seu pau, sentia-se tão fundo em Harry e queria nunca mais deixar de sentir aquele calor do meio das pernas dela.
— Aahh... aah...
— Você vai ser minha putinha fixa pra foder sempre que eu estive estressado? Sempre que eu tiver uma pausa no trabalho? Às vezes, ser o chefe é estressante e é sempre bom ter uma bucetinha pra usar nessas horas.
— S-sim!! Eu vou Lou, eu prometo aahh!!
— Assim que eu gosto de ouvir! — Ele disse metendo com força, ouvindo os gritos ficarem mais desesperados e Harry gozar logo em seguida, molhando todo o seu pau e a cama. — Caralho — Ele falou saindo rapidamente de dentro dela e a puxando pelos cabelos, até que caísse em sua frente. — Abre a boca — Harry obedeceu e ele enfiou o pau em sua boca. — Mama feito uma boa menina pra mim, vai!
A posição que ela estava não era boa, mas isso não importava. Ouvir os gemidos de Tomlinson enquanto ela chupava seu pau com urgência era muito melhor do que se preocupar com uma posição mais confortável para fazer aquilo.
Não eram todos os homens que a comiam que gostavam de gemer e poder ouvir a voz rouca de Louis e saber que ele estava de olhos fechados aproveitando como usava a sua boquinha, era simplesmente ótimo.
O policial olhou para baixo e sentiu seu pau pulsar por ver a garota tão empenhada em mamar seu pau, como se fosse a última coisa que faria antes de cair em um sono pesado; foi preciso muito esforço para não gozar apenas com aquela visão.
— Vou fazer sua boca de buceta agora, abre bem a boca — Harry e sentiu o pau entrar fundo em sua boca, as mãos de Louis segurar sua cabeça e ele foder sua boca igual estava fazendo com sua buceta, sem dó.
Sua garganta doía e o aperto em seu cabelo também, sem contar que as vezes sentia tapas ardidos em sua pele.
— Caralho... hmm... — Olhava os olhos lacrimejando e seu pau pulsava cada vez mais com os barulhos altos que fazia toda vez que socava na boca de Harry. — Isso daria uma ótima foto para a minha mesa... merda...
A falta de ar estava a incomodando e quando estava começando a pensar em tentar se afastar, Louis segurou sua cabeça parado e então começou a gozar, enchendo sua boca com porra quente e não dando a escolha de não engolir.
— Porra! Engole tudo...
O pau pulsava em sua boca e ela engolia todo o líquido quente sem dar a chance de derramar.
— Ah... caralho... — A respiração de Louis agora estava tão ofegante quanto a de Harry. Por um instante sentiu como se toda a sua energia tivesse saído de seu corpo e desejou ficar nu, igual a garota, para poder dormir ao seu lado. Mas sabia que não era possível porque a qualquer momento poderia ter uma chamada nova. — Como você está? — Tirou o pau da boquinha judiada, vendo o fio de saliva ainda mantendo os dois conectados e levantou o delicado rosto pelo queixo.
Apreciou o rostinho cansado e os olhos úmidos, a boca vermelha e inchada, apostava que a bucetinha estava bem pior, e sorriu. Juntou os cabelos dela para trás e a ajudou a ficar de joelhos, ficando agora quase na mesma altura que ele.
— Tudo bem? — Fez um carinho em seu rosto e secou os olhos molhados.
— Sim, sim — Disse rouca e ficando vermelha logo em seguida. — Você gostou?
Louis riu baixo.
— Se eu gostei? Eu amei, Harry. Você foi ótima pra mim. E você, gostou?
— Muito, muito. É sem dúvidas, muito melhor do que quando me toco sozinha assistindo vídeos.
— Eu sei que é — Riu ao descer da cama. Colocou o pau de volta para sua cueca e se vestiu.
Enquanto se arruma, Harry o via pegar o distintivo que havia caído e a arma na beirada da cama.
— Estava carregada? — Questionou.
— Como? — Louis a olhou, colocando cada um de seus acessórios, inclusive as algemas, em seus devidos lugares.
— A arma, estava carregada?
Ele sorriu e enfiou a mão no bolso da frente, tirando de lá todas as balas.
— Você não era a única que estava planejando algo com aquela ligação. Eu nunca enfiaria uma arma carregada em você.
Ela sorriu para ele e se sentou sobre seus pés.
— Eu gostei de ter me falado isso só agora.
Ele deu risada e se aproximou dela, dando um beijo em seus lábios.
— Aquele lanche ainda vai demorar muito para chegar?
— Que lanche? — Arqueou a sobrancelha, não tinha a menor ideia do que Louis estava falando.
— Bom, quando eu cheguei aqui, me falaram sobre um jantar e eu fiz um trabalho muito pesado aqui. Estou com fome agora — Disse apreciou o sentimento bom da risada de Harry.
— Eu esqueci! Acabei não pedindo o lanche!
— Você estava mesmo desesperada para ser comida né? Se não se importar, eu acho que ainda tenho um tempo antes de precisar voltar para a delegacia e não recebi nenhum chamado ainda. Se a ideia do jantar ainda estiver de pé...
— Sim!! — Se levantou eufórica da cama e pegou suas roupas jogadas pelo chão do quarto. —Eu só preciso ir no banheiro e já peço os lanches.
— Tudo bem, minha gatinha. Eu ficarei aqui esperando — A assistiu correr para o banheiro.
Louis com certeza não poderia negar que aquela foi a melhor noite de trabalho.
Já tinham alguns dias que Harry andava me evitando.
Não saberia dizer se é proposital, e muito menos o que se passa naquela cabecinha. Mas eu percebi que isso começou em algum dia que ela voltou mais cedo do balé sem eu precisar ir busca-la. Desde então, ela vem agido... diferente.
Não tenho mais a oportunidade de abraçar sua cinturinha fina e cheirar os cachinhos arrumados, por algum motivo, ela sempre arruma uma desculpa para se afastar quando tento toca-la e me aproximar. Não se deita comigo no sofá para vermos algum filme agarrados por baixo do cobertor, e muito menos me deixa deslizar a mão pela sua coxa enquanto a acomodo do meu lado.
Os beijos doces de despedida que eu recebia na bochecha toda vez que ela saia também pararam, suas manhas e necessidade de esconder o rosto na curva do meu pescoço de repente viraram algo absurdo.
Eu não sou nenhum pouco idiota, sei que a forma como nos tratamos é estranha e diferente demais para dois melhores amigos. Mas Harry nunca pareceu se importar em me deixar acariciar sua cintura, cheirar seus cachos e beijar sua bochecha por tempo demais. A iniciativa de mudar nosso comportamento também jamais iria partir de mim. Não quando tudo que eu mais queria era arrancar aquelas roupas do corpo dela e experimentar o quão apertada sua bucetinha gulosa deve ser.
Eu sempre acreditei que minha melhor amiga era doce e inocente demais para ter essas segundas intenções, então me contento em aproveitar o máximo que posso de sua inocência, e claro, busco outros métodos para aliviar meu tensão por Harry.
A ideia de gravar vídeos íntimos surgiu da minha mente ardilosa quando Harry me contou que adorava se gravar enquanto dançava. Com sua voz doce e mansa, ela não notou a forma que meu pau endureceu no moletom quando ela disse que estava mais flexível e conseguia abrir mais as pernas.
Claro que ela obviamente falava sobre alguma posição do balé, e em dias comuns eu prestaria atenção em cada detalhe que ela me contava, mas acontece que naquele dia ela estava absurdamente gostosa vestindo um conjuntinho de academia e tudo que eu consiga pensar era segurar suas coxas e comer sua xoxota bem gostoso.
Nunca neguei que Harry era o meu tipo ideal, e sempre buscava garotas um tanto parecidas com ela para foder de vez em quando. Acontece que depois que eu passei a postar vídeos meus na internet, eu passei a ser um pouco conhecido para quem prestasse atenção, principalmente quando eu dava o azar de acabar na cama de alguma garota que reconhecia as minhas tatuagens. Em um desses péssimos dias, uma das garotas ficou interessada e perguntou se podia participar. Incrivelmente, isso me viciou.
Não posso dizer que já estive totalmente satisfeito alguma vez na cama, sei que só iria me sentir assim com Harry - o que eu também estava conformado que nunca iria acontecer. Então tinha os meus métodos, eu focava constantemente nos cachos castanhos e as vezes nos seios cheios que lembravam os que eu sempre quis. Todas as garotas com quem eu fodi, eu imaginava Harry naquela situação. Somente assim para eu gozar, infelizmente.
Eu pensava em como seria enfiar meu pau todinho na sua bucetinha gorda, nos peitinhos gostosos roçando no meu rosto, nos gemidinhos manhosos que ela soltaria. Na forma como ela iria implorar e ronronar no meu colo desesperada por um orgasmo. Eu não seria nada delicado, e eu sei que ela iria gostar.
Porra, eu me lembro bem de como aquela bucetinha pequena era gostosa. No dia que encontrei ela se empinando todinha, toda peladinha e exposta, apenas com aquela toalha minúscula que ela usava. Era quase insuportável conviver com ela e seu jeito provocante.
Minha boca salivou e meu pau fisgou na minha cueca apenas por olhar a xoxota carnudinha e extremamente vermelha. Eu tive que me masturbar três vezes depois que ela saiu de casa até me aliviar por imaginar o quão apertadinha ela deve ser. A imagem dela nunca saiu da minha mente. Eu não tinha certeza se ela tinha me escutado, ou se sabia o que eu estava fazendo naquele dia. Mas, de qualquer forma, eu venho notado um comportamento peculiar vindo de uma gatinha tão inocente.
Harry anda me evitando, sim, mas quando acaba que eu consigo pega-la desprevenida e a agarrar por trás, eu sinto o corpo inteiro dela se estremecer. Ela passa horas no quarto, trancada, e quando sai, está com as bochechas coradas, os cachos molhados depois de um banho quente e sua pele avermelhada. E eu noto o quanto ela anda sensível - muito mais do que ela já, se é que isso é possível.
Me parece sujo demais deduzir o que Harry anda fazendo as escondidas, e por isso fica tão envergonhada quando me vê e eu pergunto se esta tudo bem. Mas é excitante demais a ideia que minha gatinha esteja fazendo coisas inapropriadas, e se aliviando sozinha.
Na quarta-feira a noite acontece algo que me prova quase tudo que eu estou pensando. Harry saia de um banho quente e demorado, suas bochechas estão coradas, pele avermelhada e vejo que ela esta ofegante e sonolenta. Ela já esta de pijama, vestindo um conjuntinho rosa. Minha mente traçando possibilidades do que ela poderia estar fazendo dentro daquele banheiro. A observo se dirigir para a cozinha alheia a qualquer coisa ao seu redor. Ela não percebe quando eu me aproximo dela e agarro sua cintura, a fazendo pular de susto e tentar de afastar. Mas eu não deixo, a puxando mais para mim, e abraçando sua cintura.
- L-Lou! - ela morde os lábios apreensiva e se vira para mim. Suas mãozinhas pousando no meu peito e seus cachos na altura do meu queixo. - V-você me assustou...
- O que você tem, Haz? - Aperto sua cintura de propósito, somente para vê-la estremecer e morder os lábios enchidinhos. - Parece que anda vendo o bicho-papão
- N-não! Não é nada, Lou. O que você esta dizendo?
Ver ela gaguejar e sorrir nervosa faz a minha mente viajar por tantos cenários impróprios. Me sinto um merda por deixar meu olhar escapar pros seus seios gostosos subindo e nascendo na minha frente, por ela estar ofegante. A ideia de que eu posso ter deixado ela molhada me tira o juízo.
- Só estive pensando... - aproximo nossos rostos e sinto sua pele por cima do pijama queimar no meu toque. - Você tem sido uma gatinha tão manhosa, fiquei preocupado que algo tivesse acontecido. Não tem nada pra me contar?
Vejo os olhinhos verdes se arregalarem levemente, sua bochecha queimar e pequenas lágrimas se acumularem no canto dos seus olhinhos. Harry nega sutilmente com a cabeça e sua reação só deixa meu pau mais duro na minha cueca.
- N-nao... Lou, não t-tenho. - ela engole seco e eu passo alguns segundos a encarando, me deliciando da sua expressão toda chorosa e dengosa nos meus braços.
- Ótimo, gatinha. Vou ir deitar. - digo por fim, finalmente soltando seu corpo e não resisto em apertar suas bochechas antes de ir para o quarto, a deixando sozinha na cozinha.
ᥫ᭡
É sexta-feira novamente, então, apesar do afastamento de Harry e de como as coisas andam mais intensas, é nosso costume eu vir buscá-la no balé e irmos para casa assistir filmes enquanto tenta me convencer de comer a pipoca doce de caramelo que ela sempre faz.
Por isso, me encontro caminhando pelos corredores do estúdio de dança que ela tem aula, indo em direção a sala de ensaio. Já passa um pouco mais das sete e meia, então sei que sua aula já acabou e ela provavelmente está se trocando.
Não pretendo provocá-la me intrometendo em sua aula somente para vê-la vestindo seu conjuntinho de balé com suas coxas roliças se apertando tão deliciosamente naquela meia calça rosa. Ela fica absurdamente gostosa e eu adoraria rasgar aquela meia de tecido delicado. Harry me tira completamente o juízo e eu preciso me controlar para não ficar de pau duro no meio do corredor.
- Louis! Que surpresa.... - Não evito um suspiro pesado ao ouvir a voz melodramática me chamando e me viro lentamente para encarar a garota parada no batente da porta.
- April. Oi. - Não tento ser agradável e nem um pouco educado, sei que Harry não esta por perto para eu ter que me forçar uma simpatia que não tenho.
Sei muito bem que April tenta flertar comigo em todas as oportunidades possíveis, e se fosse qualquer outro cara já teria caído nos encantos dela, mas não comigo. Desde o dia que Harry me confessou o quanto a loira é antipática com a minha gatinha, eu não faço muita questão de tentar simpatia. Loiras não fazem meu tipo de qualquer forma.
Cachos são o meu tipo. Cachos castanhos, lábios gordinhos e covinhas e olhos verdes.
- O que faz aqui? - ela morde os lábios e se aproxima de mim, sorrindo de um jeito que me dá tédio.
- Estou procurando a Harry. - digo rápido e observo seu sorriso mudar para um mais sarcástico e isso me irrita. - Já são sete e meia.
April me olha um pouco confusa por alguns segundos e depois murmura um som de entendimento e ri baixinho. Me controlo para não revirar os olhos e sair andando atrás da minha gatinha.
- Sim, mas... não teve ensaio hoje, nossa professora precisou se ausentar. - ela diz como se fosse óbvio e balança a cabeça. - Harry não te avisou?
A informação me atinge como uma água fria e eu esfrego os dedos nos meus olhos fechados com força. As lembranças de hoje pela manhã chegando na minha mente. Harry em uma camisola pequena demais. Seus cachos estão bagunçados e bochechas coradas. Ela esta sonolenta e caminha na minha direção esfregando os olhinhos. Ela diz alguma coisa sobre consulta médica, ensaio adiado e morango no café da manhã.
Mas tudo que eu consigo prestar atenção é em suas coxas grossinhas expostas, no contorno dos seus peitinhos gostosos no decote e no seu bumbum arrebitado rebolando de volta para seu quarto quando ela nota meu olhar nada discreto no seu corpo.
- Droga... eu esqueci disso. - April ainda esta me olhando de um jeito estranho e eu aceno para ela. - Certo, eu já vou indo, então.
- Esta... tudo bem, Louis? - Ela diz novamente com intenção na sua voz. - Digo, entre você e Harry...
- Como assim? - franziu o cenho e a expressão da loira agora é como se ela estivesse preocupada. - Claro que estamos bem.
Sei que minha frase soa mais como se estivéssemos em um relacionamento, mas eu não me importo.
- Ah, você sabe... Lou, eu fiquei preocupada se Harry tivesse se incomodado com o que eu disse. - Ela ri baixinho e passa os olhos pelo meu corpo.
- Do que você está falando? - digo impaciente pela possibilidade dessa garota ter magoado minha gatinha de novo e por seu olhar em mim.
- Eu sei que ela é toda tímidazinha e tal, mas eu disse que ela não precisava ter ciúmes, não é? - ela se aproxima devagar e sua mão se ergue para tocar meu braço. - Afinal, vocês são melhores amigos e... são apenas alguns vídeos.
O entendimento cai em mim e fecho os olhos com força.
Harry descobriu.
Estou fodido.
ᥫ᭡
Sempre pensei na possibilidade de simplesmente contar a Harry tudo que eu sinto por ela. Abrir meu coração e meus sentimentos. Ser totalmente sincero. Já planejei inúmeras vezes como abordar o assunto e comentar sutilmente sobre, mas, todas as vezes que as palavras estavam quase saindo de mim, algo me para.
Seja no dia em que ela me contou em ligação que teve seu primeiro beijo com um garoto da sala de biologia - eu estava em semana de provas da universidade, então não pude dirigir até nossa cidade e quebrar a cara do garoto. Sorte dele, acredito. Ou quando éramos crianças e ela me chamava de irmão-de-alma enquanto segurava minha mão e deitava sua cabeça no meu ombro. Sempre parecia que tinha algo impedindo que eu pudesse falar sobre como me sentia.
Sempre que deitamos juntos no sofá, Harry em cima de mim enquanto eu mexo no seus cachinhos bagunçados, e penso que talvez seja a oportunidade perfeita, mas, todas as vezes, nossos olhos se cruzam por alguns segundos e então ela se afasta com alguma desculpa de que precisa ir ao banheiro ou buscar água. Depois de todas as tentativas falhas de demonstrar meus sentimentos, eu coloquei na minha cabeça que talvez Harry não tenha tanto interesse em mim, então eu tentei seguir em frente. Mas claro, isso nunca deu certo. Nem mesmo todas as garotas iguais a Harry que existem no mundo, poderiam se igualar a minha Harry. A minha gatinha.
A minha gatinha que agora eu descobri que anda vendo meus vídeos fodendo com outras garotas escondida. Tento ficar irritado, desconfortável ou até mesmo chateado com a situação. Mas tudo que me vêm na mente a imagem da Harry toda excitadinha me vendo foder com outras. Meu pau endurece na calça jeans enquanto em ando apressadamente o corredor do nosso prédio, em direção ao nosso apartamento.
A medida que me aproximo da porta eu checo os bolsos da minha jaqueta e solto o ar pela boca ao perceber que esqueci a chave. Mesmo com os meus pensamentos sobre Harry, meus vídeos e ela excitada ainda claros em minha mente, eu pego o celular e mando uma mensagem perguntando se ela esta em casa. Bato algumas vezes na porta e sem resposta, aguardo alguns minutos.
É estranho que ela esteja demorando para visualizar as mensagens e não tenha escutado a porta bater. Ela não estar em casa não é uma possibilidade também, considerando que é uma sexta a noite e ela não teve aula de balé, não teria motivos para minha gatinha estar em outro lugar que não seja seu quarto uma hora dessas.
Sem paciência e ansioso para encontrá-la agora que sei seu segredinho, disco seu número e escuto chamar algumas vezes. Na terceira, ela atende e eu posso jurar sentir meu pau endurecer só de ouvir a voz dela.
- Lou? - ela suspira audivelmente na ligação e sua voz sai fraca.
- Gatinha, onde você tá? - questiono e ouço ela se mexer do outro lado da linha.
- Ahn... E-em casa. Por que?
- Pode vir abrir a porta pra mim? Eu esqueci minhas chaves.
Ouço um suspiro surpreso e ela murmura algo apressada e desliga. Mais alguns segundos e porta se abre revelando a imagem mais pecaminosa da minha vida. Harry está vestindo mais um dos seus pijaminhas que me deixam maluco; um shorts curtinho rosa e uma blusa de botão branca marcando o biquinho dos seus peitos subindo e descendo a medida que eu percebo que ela esta ofegante. Minha menta dá um estalo ao constatar o que ela fazia sozinha no quarto. Seus cachos bagunçados e bochechas rosadas só reforçam minha teoria.
- Não me ouviu bater, gatinha? - questiono quando entro fechando e trancando a porta atrás de mim.
Observo a minha gatinha tentar ajeitar os cabelos para trás e cruzar os braços enquanto suspira com os lábios vermelhos.
- D-Desculpa, Lou... eu estava, hum, estava... vendo série. - ela morde os lábios e me olha com uma carinha pidona, que ela só faz quando esta mentindo e quer me convencer de algo.
- Série, é? - riu baixinho e ela assente murmurando, caminho pela sala deixando minhas coisas na móvel sob o olhar atento dela. - Estava no estúdio agora. Fui te buscar pensando que tinha aula.
- Louis! Não acredito, eu te avisei hoje... - ela finalmente ri baixinho desacreditada e se encosta na lateral do sofá.
- Eu sei, fui no automático e nem me lembrei do que você falou hoje cedo. - Volto para ela e não sou nada sutil quando meus olhos descem por todo seu corpo. - Acho que estava distraído com outras coisas.
Demoro um pouco mais meu olhar em suas coxas roliças e expostas, pensando no quanto eu gostaria de tocá-las. Harry percebe meu olhar e a vejo pressionar uma perna na outra, enquanto fica vermelha de vergonha. Ela esta molhada, e eu sei disso.
- Q-que coisas?
A observo engolir seco e ignoro sua pergunta enquanto me aproximo, nossos corpos alguns centímetros de distância e agora ela parece ter mais dificuldades para respirar. Não sei o que se passa nessa cabecinha, mas eu sei que estou causando alguma coisa nela, e isso já basta pro meu pau latejar nos meus jeans.
- Sabe... encontrei a April e ela comentou umas coisinhas... - deixo a frase morrer no ar, só pra ver a reação da minha gatinha.
Harry trava. O corpo inteiro dela dá um micro choque, como se eu tivesse encostado um fio elétrico na sua espinha. Os dedos apertam o tecido do short rosa, os olhos descem, sobem, descem de novo. Ela sabe. Eu sei que ela sabe. E ela sabe que eu sei. Eu dou um passo pra frente e ela, como sempre, dá um pra trás. Só que dessa vez, ela fica presa entre mim e o braço do sofá. Perfeitinha. Quente.
Eu encosto uma mão na lateral da sua cintura bem ali, onde ela sempre treme e deixo meu polegar deslizar pra cima e pra baixo, devagar, devagarinho, só pra torturar.
- Me vai contar porque anda tão manhosa ultimamente? - minha voz sai baixa, rouca, quase um ronronar. - Me evitando e fugindo de mim?
Harry abre a boca, mas nada sai. Só um suspiro quebradinho que me deixa duro num nível absurdo.
- N-não tô te evitando...
- Não tá, não? - rio, mas é um riso curto, quente, perigoso. - Então por que você some toda vez que eu encosto em você? Por que as bochechas ficam assim... - toco com o indicador, só pra vê-la fechar os olhos - tão vermelhinhas?
Ela engole seco. Eu abaixo um pouco a cabeça, e nossa respiração cola. Meu nariz encosta nos cachinhos úmidos dela.
- Andou fazendo muitas coisinhas escondida, não andou, minha gatinha? - sussurro contra o ouvido dela. - Hum?
O corpo dela quase desmonta. A respiração vacila. As mãos sobem, como se quisesse me empurrar... mas param no meu peito, sem força nenhuma. Só tremendo. Tocando meus músculos.
- Louis... - ela murmura, chorosinha e toda manhosa. - Eu... eu não... não sei do que você tá falando...
- Sabe sim. - seguro o queixo dela, fazendo-a olhar pra mim. - Eu ouvi sua voz no telefone, assim... molinha. Ofegante. - passo o polegar no lábio inferior dela, que abre sem ela perceber. - Você acha que eu não sei reconhecer minha gatinha quando ela tá se tocando?
O gemidinho engasgado que ela faz quase me mata. Harry solta outro suspiro, como se o ar ficasse pesado demais pra segurar. Ela tenta virar o rosto, mas eu acompanho.
- Me diz, bebê... - minha boca roça na dela, sem beijar - o que você tava vendo no seu quarto antes de eu chegar, hein?
- N-nada... Lou.
Ela solução sob meu toque, e aperto sua cintura instintivamente, deixando meu corpo um pouco mais coladinho no dela.
Eu sorrio. Lento. Sujo. Meus lábios tocam a lateral do seu rosto e meu corpo prende o dela entre o sofá.
- Não mente pra mim, minha gatinha...você sabe que eu não gosto. Você viu todos. - afirmo, não pergunto. - E ainda ficou molhadinha por minha causa.
O corpo dela treme inteiro. E eu encosto minha testa na dela, respirando contra sua boca.
- Gatinha... você não faz ideia do quanto isso me deixa maluco.
Harry tá presa entre mim e o sofá, o peito subindo rápido, como se cada respiração fosse um pedido de socorro e um convite ao mesmo tempo. Eu baixo um pouco o rosto, deixando minha boca a milímetros da dela.
Quase toca. Quase. Só pra matar ela de nervoso.
- Me conta uma coisa... - murmuro, e minha voz sai tão baixa que parece pecado. - Você... gostou de assistir, não gostou?
O corpo dela reage antes da consciência. Um arrepio inteiro percorre sua pele. Ela tenta virar o rosto, mas eu seguro de leve o queixo dela, guiando de volta pro meu olhar.
- Lou... - ela sussurra, perdida. - Eu... eu não...
- Gostou sim. - interrompo, suave, mas firme. - Eu vi nos seus olhos. Do jeitinho que você não consegue esconder nada de mim.
Ela aperta os lábios, as bochechas fervendo, a respiração toda torta. Parece prestes a chorar de vergonha e gemer ao mesmo tempo. Eu a encosto mais no estofado, meu corpo fazendo sombra no dela e minha ereção toca suas coxas nuas. Ela arregala os olhinhos verdes e boquinha gostosa abre em um gemido mudo.
- Me diz... - minha testa encosta na dela, nossa respiração vira uma só - assistir eu fodendo outras garotas te deixou molhada?
Ela solta um som quase inaudível.
Um "ah" que é pura entrega. E eu sorrio. Lento. Cruel de tão doce.
- Você gostou, então? - minha voz arranha no ouvido dela. - Que gatinha atrevida... ficou molhadinha assistindo eu tocar alguém parecia com você.
Harry fecha os olhos forte, como se isso fosse apagar a verdade da pele dela.
- Lou... eu...
- Shh... - calo ela com o dedo em seus lábios, me deliciando com a visão dela toda chorosa nos meus braços, roçando o nariz no dela - tudo aquilo que você viu... tudo aquilo que te deixou tremendo... eu sempre quis fazer com você.
Ela abre os olhos devagar, como se o chão tivesse sumido.
- Sempre. - repito, numa confissão murmurada, quente, perigosa. - E você nunca me deixou. Sempre me afastando. Me chamando de melhor amigo... mas agora você não tem para onde fugir, gatinha.
A mão dela sobe instintivamente até meu peito, mas ela não me empurra.
Ela só segura minha camisa, como se fosse a única coisa impedindo o mundo de desabar. Eu aproximo de novo, mais ainda, minha boca quase tocando a dela - quase, quase - só pra torturar. Meus olhos descem até a boca dela, depois voltam. Ela fecha os olhos brevemente e depois os abre, encarando meus lábios.
- Você... sempre quis?
Eu quase rio quando ela pergunta aquilo, como se ainda tivesse alguma dúvida.
Mas não tem humor em mim. Só ela. Só essa porra de necessidade que eu venho enterrando há tempo demais.
- Sempre quis - repito, e minha voz sai baixa, rasgando por dentro. - Desde que eu me entendo por gente, eu te quero. Você não tem ideia.
Harry aperta minha camisa. Não pra me afastar. Pra se segurar.
Como se eu fosse o único ponto fixo num quarto que tá girando. Eu seguro o queixo dela, faço ela levantar o rosto pra mim. Gosto de ver o medo e o desejo misturados nos olhos dela - é bonito. É cruel. É tudo que eu imaginei quando me toquei pensando nela pela primeira vez.
- Me conta... - eu provoco, roçando o polegar nos lábios dela. - Vai mentir pra mim agora? Vai dizer que não apertou as coxas vendo meus vídeos? Que não enfiou a mãozinha na calcinha imaginando que era eu te fodendo?
Ela fecha os olhos, respiração presa, peito subindo rápido.
Caralho... ela tá derretendo na minha frente.
- Eu... eu fiquei com vergonha - ela murmura. - Eu não devia ter visto...
Eu rio baixinho, encostando a boca na pele quente do pescoço dela.
- Não devia... ou não conseguiu evitar, gatinha?
O corpo dela treme. Ela solta um som tão suave que quase me ajoelho ali mesmo.
- Me diz - sussurro no ouvido dela, minha voz quase um toque. - Você se tocou pensando em mim?
Nada. Só o silêncio dela, denso, quase pornográfico.
E então ela levanta os olhos - grandes, brilhantes, implorando pra eu não parar.
- Eu... pensei - ela admite, e a voz quebra. - E eu... gozei.
Fecho os olhos. Respiro fundo. Tento não gemer.
- Puta que pariu, Harry...
Aperto a cintura dela porque, se eu não segurar, minha perna vai falhar. É isso que ela faz comigo sem nem tentar.
- Você vai me matar - eu digo contra a boca dela, quase rindo, quase chorando.
Ela tenta falar alguma coisa, mas eu encosto a testa na dela e corto qualquer tentativa de fuga.
- Escuta bem - falo baixo, firme, sem espaço pra mal-entendido. - A partir de agora, eu não vou fingir que não te quero. Não vou ignorar o fato de que você goza pensando em mim. Não vou ser seu "melhor amigo" enquanto você treme desse jeito na minha mão.
Minha mão sobe pelas costas dela, lenta, reclamando cada centímetro como se fosse meu por direito. Chego perto da boca dela. Tão perto que eu sinto o suspiro dela na minha língua. Mas não beijo. Não ainda. Quero ela desesperada. Ela abre a boca, mas nada sai. É tão bonitinha assim, toda quebrada, tremendo entre as minhas mãos... que eu quase esqueço de respirar.
Quase.
Eu passo o polegar na boca dela de novo, bem devagar, só pra ver o lábio inferior tremer.
- Sabe o que eu tô pensando agora? - murmuro, minha voz arranhando na garganta. Ela engole seco. - Que você foi uma gatinha muito atrevida.
Aperto mais a cintura dela, trazendo o corpo dela pro meu como se eu tivesse todo o direito. E, por Deus, ela deixa. Ela cede.
- Muito atrevida mesmo - repito, mais perto, roçando minha boca na dela, sentindo o suspiro quente bater no meu rosto. - Assistir meus vídeos escondida... gozar pensando em mim... e depois olhar pra minha cara como se nada tivesse acontecido.
Ela solta um som baixinho, quase um pedido de desculpa. Eu rio. Baixo. Perigoso.
- Má - digo, encostando minha testa na dela. - Você foi muito má comigo, Harry.
Minha mão sobe pro pescoço dela, segurando de leve, só o bastante pra ela sentir o comando, não o aperto. O olhar dela fica vidrado, hipnotizado, molhado. Ela respira fundo, o peito subindo rápido, e então a voz sai... quebradinha, toda do jeito que destrói qualquer resto de autocontrole que eu ainda tinha.
- Lou... - ela soluça, baixinho, chorosinha - eu não quis... eu juro que eu não...
Ah, mas quis sim. E o pior (ou melhor) é que eu vejo nos olhos dela: ela tá dizendo não com a boca, mas o corpo dela tá gritando sim pra mim desde o primeiro momento. Eu seguro o rosto dela entre as minhas mãos, acariciando as bochechas quentes, sentindo cada tremor, cada pedacinho de vergonha que ela tenta esconder.
- Ei... - murmuro, com um sorriso lento, quase cruel - você sabe que não adianta mentir pra mim, né?
O lábio dela treme. Ela fecha os olhos, quase se encolhendo contra mim. Minha boa gatinha confusa. Eu aproximo mais, meu nariz deslizando pela bochecha dela até chegar na orelha.
- Eu vou te ensinar a ser uma boa gatinha pro seu Lou agora - sussurro, bem quente, bem baixinho, sentindo ela arrepiar inteira. - Você quer isso?
Ela fica imóvel por um segundo. Presa. Engolindo seco. Lutando consigo mesma. E então, finalmente, cede. Sua voz vem tão fraquinha, tão manhosa, tão envergonhada... que eu sinto meu corpo inteiro reagir.
- S-sim... - ela respira, contra o meu peito - Eu quero... Lou, por favor.
Eu puxo o queixo dela pra cima, fazendo-a olhar pra mim. Os olhos grandes, brilhando, implorando sem perceber.
- Fala direito, gatinha - digo, roçando minha boca na dela sem beijar. - Fala como eu gosto de ouvir.
Ela geme baixinho, a voz falhando, mas saindo:
- Eu quero ser boa, Lou...
- Eu quero ser sua gatinha boa...
E eu sorrio contra os lábios dela, finalmente deixando meu hálito misturar com o dela.
- Assim que eu gosto.
Eu deixo o "gatinha boa" dela pairar no ar por um segundo, saboreando cada sílaba. O corpo dela tá grudado no meu, quente, tremendo, respirando como se estivesse aprendendo a viver pela primeira vez. Aí eu me inclino, pego o lábio inferior dela entre os meus dentes e puxo - lento, provocando, maldoso. Só o suficiente pra ela soltar aquele gemidinho que me arranca o chão.
Ela se inclina pra frente, buscando a minha boca, quase me beijando. Eu seguro o rosto dela com firmeza e me afasto só o bastante pra vê-la desabar de frustração.
- Não. - digo, baixo, quente. - Você não vai me beijar ainda.
Os olhos dela se abrem devagar, enormes, surpresos, manhosos. Ela tenta se aproximar mesmo assim, como se não tivesse ouvido. Eu seguro o queixo dela de novo e faço ela parar.
- Só vou te beijar quando você aprender a sua lição, gatinha. - deixo um sorriso lento, arrogante, bem de propósito. - Até lá, minha boca é proibida pra você.
Ela solta um suspiro choroso, quase um reclaminho, e eu quase cedo. Mas não. Não agora. Eu passo o dedo pelo canto da boca dela, limpando a lágrima que nem chegou a cair.
Meu olhar desceu para os peitinhos grandes, avantajados no tecido fino da camiseta, quase estourando aqueles botões tão delicados. Harry morde o lábio inferior e olha para mim enquanto balança levemente seu corpo. Um gesto tímido mas que carregava grande malícia por trás. Ela estava se insinuando. Como uma verdadeira putinha.
Sorrio levemente e puxo sua cintura ate ter seu corpinho inteiro colado no meu. Os montinhos gostosos roçando no meu peitoral.
- Seja uma boa gatinha e me deixa ver seus peitinhos.
- Você.... quer que eu tire a minha blusinha, Lou?
Ela suspira manhosa e um pouco insegura, mas pressiona mais ainda seu corpo no meu, se esfregando em mim. Como a porra de uma gata no cio. Eu assinto e vejo ela se afastar um pouco para ter espaço. Seus dedinhos sobem trêmulos pros primeiros botões da blusa e ela começa a desabotoar lentamente. Sua pele vai sendo exposta e eu acompanho com o olhar atento enquanto ela tira a blusinha dela para mim.
Deixa o tecido cair sobre os ombros e eu prendo a respiração ao encarar os biquinhos rosados daqueles seios deliciosos. Vejo Harry ficar vermelha e abaixar a cabeça, totalmente envergonhada e tímida com meu olhar no seu corpo. Eu sorrio levemente e acaricio sua cintura, guiando seu corpo até ela estar sentadinha no braço do sofá.
- Olha pra mim, gatinha. - peço e ela levanta o olhar atento ao meu, seus cachos um pouco bagunçados caem em sua rosto graciosamente e seus olhos verdes me hipnotizam. - Eu posso?
Coloco uma mexa de cabelo atras da sua orelha e me inclino para sussurrar perto da sua bochecha, deslizando a ponta do meu nariz na pele avermelhada, a ouvindo suspirar e então sinalizar com a cabeça uma autorização tímida. Sem esperar muito, minha mão sobe instintivamente pra sua cintura e eu agarro seu peitinho gostoso entre os dedos.
- Lou... - ela geme baixinho e fraca, as perninhas abrindo para me acomodar entre elas.
A minha gatinha geme como uma verdadeira putinha enquanto eu aperto seus seios e minha ereção toca suas coxas roliças.
- Sensível aqui, gatinha? - sussurro contra sua boca, puxando de leve o biquinho durinho.
Um arrepio visível corre por ela, dos ombros até a ponta dos dedos. As perninhas se fecham por um segundo por puro reflexo - e depois se abrem de novo, me chamando.
Meu olhar sobe do corpo dela até encontrar o rosto corado, os olhos grandes demais pra fingir qualquer coisa. Eu me sinto no céu. Seus seios estão na minha mão e ela geme desesperada para eu fazer mais alguma coisa.
- Você é tão gostosa. - digo baixo, controlado. - Eu imagino o quão apertadinha você deve ser aqui em baixo.
Meus dedos apertam seu biquinhos com força, para então descer minha mão lentamente até seu shorts. Minha palma alcança o tecido molhado, sentindo sua xoxota latejar enquanto se baba inteira. O peito sobe e desce rápido demais e estremece no lugar.
- Lou... - ela agarra meu braço e para meus movimentos. - Lou... não...
Ela choraminga pra mim com um biquinho choroso nos lábios e sua voz manhosa como uma gatinha no cio. Ela pede para eu parar, mas ao mesmo tempo, força minha mão para sua xoxotinha novamente. Meu dedos se encaixam no seu grelinho inchado por cima do tecido e não perco tempo em começar a acaricia-lo
- Boa gatinha. - murmuro sentindo o molhado entre suas pernas. - Tão boa.
Harry ronrona parecendo satisfeita com o elogio, enquanto seu quadril inclina na minha direção e se esfrega na minha mão. Sinto sua xotinha pingar e molhar todo o tecido do shorts fino, quando meus dedos aumentam a fricção, ela treme e arreganha as pernas. Uma mancha escura se acumula no tecido enquanto eu seguro seu grelinho e torço entre os dedos, a fazendo gritar e se contorcer tentando afastar minha mão.
- L-lou... a-ah, assim n-não - seus gritinhos saem meio desesperados, mesmo que seus movimentos não demonstrem tanto esforço pra me afastar. Ao contrário, sinto ela se molhar mais.
- Minha gatinha não gosta de ser judiada? - minha voz sai doce e mansa, enquanto ainda aperto seu grelinho inchado por cima do shorts. Ela nega lentamente com um biquinho choroso nos lábios, suas pernas permanecem abertas pra mim. - Pensei que quisesse ser boa.
- E-eu quero... quero ser boa, papai.
Ela continua a gritar e repetir que quer ser uma boa garota, e eu observo seus peitinhos gostosos balançarem enquanto ela treme nos meus braços. Paro com os movimentos na sua xotinha, somente para segurar seus cachinhos bagunçados e atrair sua atenção pra mim.
- Seja uma boa garotinha do papai e vira pra mim.
Sua resposta vem um gemidinho alto e manhoso, ao mesmo tempo que arregala os olhinhos pela forma que eu chamei. Mesmo assim, como uma boa gatinha, ela desce do estofado e se vira lentamente. Seu bumbum arrebitado roçando no meu pau enrijecido ainda dentro da calça, ela morde o lábio inferior enquanto se empina timidamente melhor pra mim. Eu agarro seus cachos e a faço deitar o tronco inteiro no braço do sofá, seus seios pressionados no estofado claro e seu rabinho totalmente encaixado no meu quadril.
- Agora o papai vai te ensinar a ser uma boa gatinha. - puxo levemente seus cachos, a fazendo gemer baixinho, enquanto encaixo meu pau na sua bucetinha, me esfregando levemente ali.
Ela geme como uma verdadeira putinha desesperada, gritando e pedindo por mais. Largo ela deitada ali e meus dedos correm pela sua silhueta, a cintura fina, o quadril avantajado e finalmente sua bunda gordinha. Agarro o cós do seu shortinho e começo a descer o tecido e deixando cair nos seus pés, expondo seu bumbum e enfim a bucetinha gorda que eu tanto sonhei experimentar.
Ela esta exatamente na posição que eu a vi a primeira vez, empinadinha e bem molhada, totalmente vermelha de tanto se esfregar. Sinto Harry ficar mais agitada a medida que me aproximo da sua buceta exposta, acariciando suas coxas grossas para acalmá-la.
- Papai... por favor!
- Desesperada, gatinha? - zombo da sua expressão dengosa e meu hálito quente bate contra seu grelinho todo inchadinho. Ela choraminga mais um pouco, como se implorasse por algo. - Quer saber o que vai acontecer agora?
Ela assente desesperadinha, suas perninhas agitadas e a bucetinha gulosa pingando. Não me contenho em morder com força suas coxas grossinhas, a fazendo espernear novamente. Aliso sua pele leitosa e seu bumbum imaculado, apertando a carne gostosa e imaginando o quão deliciosa ela ficaria vermelha.
- Sabe como o papai ensina minha gatinha a ser boa? - ela nega e eu intensifico o aperto em sua bunda. - Levando uns tapas.
Harry franzi a testa sutilmente, a expressão cansada e manhosa se transformando em confusão para então ela finalmente entender o que iria acontecer. Não demora para ela começar a chorar e negar desesperada, mas quando eu volto a apalpar seu rabinho, ela se mistura em uma confusão entre rebolar nas minhas mãos e negar chorando.
- Papai, não, por favor...
- Você é um putinha mal comida. - ela chora mais e eu dou o primeiro tapa forte nas suas coxas, arrancando um grito esganiçado dela. - Quer ser boa pro papai Lou? Então vai obedecer e contar todos os tapas que eu der. E se voce errar alguma vez, eu vou dobrar seu castigo. Me ouviu bem?
- S-sim, papai, ouvi. - ela choraminga desesperada, eu paro meus movimentos para me erguer e tirar minha jaqueta. Não falo em voz alta, mas observar minha Harry vulnerável e peladinha pra mim enquanto eu ainda estou completamente vestido me tira do eixo. Minhas mãos vão para sua bunda novamente e eu abro as bandas gordas, expondo sua xoxota melada.
Observo buraquinho guloso piscar enquanto jorra mais do seu melzinho pra fora e a visão me faz gemer rouco, desejando meter a língua nela. Mas sei isso é algo que ela nao merece ainda, então me contenho em apertar a pele ate ficar avermelhada e então pesar a mão ao estalar um tapa forte no seu rabinho. Ela grita desesperada para então gemer alto como uma puta.
- U-um... - a ouço murmurar baixinho, lembrando que ainda precisa se concentrar nas minhas ações. Dou outro tapa e ela grita. - Dois!
Harry grita e geme desesperada quando meus tapas vêm fortes e certeiros, sua pele branquinha e sensível lentamente se transformando em um tom vermelho com a marca dos meus dedos.
- Sete, oito! AH! - Continuo espancando sua bunda gorda, e chega a ser cômico como nem no décimo tapa a sua pele ja esteja totalmente vermelha.
Não paro com o seu castigo e quando a contagem chega nos trinta, a bunda dela ja se aproxima em um tom escuro de vermelho, quase roxo. A voz dela ja esta fraca e suas pernas perderam a força, mas mesmo assim, minha gatinha se esforça em continuar sendo obediente contando. Percebo que, quanto mais eu espanco sua bunda, mais alto e mais manhosa ela geme. A minha gatinha esta adorando sentir dor.
- Trinta e dois, hum! - ouço seu gemidinho manhoso e ela empinar sua bundinha mais na minha direção. - Trinta e... quatro...
Automaticamente, paro com meus movimentos ao ouvir suas palavras. Harry parece perceber instantaneamente o que fez e paralisa também e, lentamente, ela vira o rostinho na minha direção. Seus cachinhos bagunçados, as bochechas vermelhas e a boquinha inchada quase me fazem esquecer seu erro por um momento, mas quando ela soluça e começa a chorar, meu pau volta a latejar dentro da minha cueca.
- L-lou... D-Desculpa...
Ela choraminga desesperada quando eu a interrompo, mas nao me importo com suas desculpas, puxo seus cachos com força e ergo seu corpo. Suas costas encostam no meu peitoral e minha mão livre segura suas bochechas vermelhas, ate formar um biquinho nos seus lábios.
‐ Sua vadia inútil, eu avisei o que aconteceria se errasse.
– D-desculp-
Um tapa forte acerta sua bocheca esquerda e Harry chora desesperada com minhas palavras rudes, seu corpo borbulhando ela lentamente se esfrega em mim. Seu bumbum vermelho encaixado no meu pau enrijecido eu só penso em comê-la propriamente logo.
— Cala a boca, eu nao mandei voce falar. To vendo que vou ter que deixar de ser bonzinho com voce. – acerto outro tapa forte em seu rosto, a fazendo gemer alto e chorar mais ainda. — Tão gostosa... mas uma gatinha tão má.
Desço meus dedos pelo seu corpo e agarro os seios gostosos, torcendo os biquinhos rosados, ate chegar na sua xoxota melada, sinto seu buraquinho guloso piscar e jorrar mais do seu melzinho na minha mão.
— De joelhos. — sussurro contra seu biquinho choroso enquanto meus dedos apertam o grelinho inchadinho. Harry arregala os olhinhos verdes na minha direção e os lábios gordinhos se abrem devagar, ate ela assentir inebriada quando a solto do meu aperto.
Vejo minha gatinha se virar lentamente e então, começar a se ajoelhar aos meus pés. Perco o ar com a visão que eu tenho. Harry esta ajoelhada na minha frente, as coxas roliças levemente abertas, sua xoxota pingando no piso de madeira e seus cachinhos cobrindo parcialmente seu rosto corado. Ela me olha de cima, com os olhos grandes e manhosos, a boquinha gostosa e abertinha quase esperando para que eu enfie meu pau ali.
Desabotoo meus jeans acompanhado pelo olhar dela, meu pau faz um volume considerável na cueca e eu aperto por cima do tecido, nunca quebrando nosso contato visual. Mas Harry parece bem mais interessada no meu volume, sorrio canalha e me aproximo dela, minha ereção coberta quase tocando seu rosto enquanto a seguro no lugar pelos seus cachos. Ela esta toda vermelhinha de vergonha e tesão.
— Vamos, gatinha, papai esta esperando. Põe a boquinha.
Ela coloca a língua pra fora e lambe lentamente o tecido umido por cima do meu cacete. Harry ronrona e esfrega a bocheca no meu pau, lambendo e tentando sugar tudo que conseguia por cima do tecido elástico da cueca. Esfrego meu pau mais algumas vezes no seu rosto, ate que perco a paciência naquele joguinho sujo e coloco minha ereção pra fora. Harry se assusta levemente quando o pau pesado encontra seu rosto, mas nao não espero e começo a empurrar para dentro da boquinha gostosa.
— Eu sei que quer ser boa pro papai, então me mama direitinho.
Harry tenta acomodar todo meu cacete em sua língua e quanto sinto a cabecinha do meu pau tocar sua garganta fundo, nao espero seu comando para comecar a meter na sua boca. Os lábios inchadinhos se arrastam por todo meu comprimento, sua boquinha molhada e bem quentinha acomoda meu pau inteiro. Seguro seus cachos com força quando começo a meter mais forte e nesse momento Harry volta a gemer abafada.
— Boquinha gostosa. — Gemo rouquinho quando os dentinhos de coelho raspam no meu pau. — Que delicia, gatinha. Voce é tao boa.
Barulhos molhados ecoam pelo apartamento junto aos seus gemidos excitadinhos e abafados. A visao do meu pau entrando e saindo da sua boca é demais para mim.
— Vai deixar o papai gozar na sua boca, meu bem? — Ela revira os olhos excitada e mexe com a cabeça, me fazendo aumentar os movimentos. A ouço engasgar algumas vezes e em seguida encho sua boca com toda a minha porra. — Engole tudo...
Me afasto brevemente enquanto ela engole tudo, com algumas gotinhas escapando pela lateral dos seus lábios. Sua boca esta molhada e ela respira ofegante olhando para mim.
– Tudo bem? — Toco de leve a bocheca vermelha, passando o dedo carinhosamente pela pele marcada. Harry concorda com a cabeça e fecha os olhos, suspirando talvez cansada.
Estou tão focado no nosso momento que não percebo as horas passando e muito menos que talvez a minha gatinha esteja ficando exausta, apesar de estar gostando, não sei o quanto ela esta acostumado a isso — e pela minha saúde mental, espero que pouco.
– Vem, gatinha.
Pensando nisso, ajudo a levantar e agarro sua cintura, trazendo seu corpo mole ate mim e nos guiando até cairmos sentados no sofá. Harry vem automaticamente para o meu colo, suas coxas gostosas se acomodando em cima de mim e seu rosto encontrando caminho para se esconder entre a curva do meu pescoço, assim como ela sempre faz.
Sorrio satisfeito ao perceber que ela voltou a agir normal comigo, acrescentando o fato dela estar nua sob meu corpo e ter acabado de me chupar, isso só melhora meu humor. Abraço sua cintura com força e beijo seus ombros, seus dedos estao nos fios soltos da minha nuca e sinto sua respiração batendo contra minha pele.
Traço pequenos beijos até a curva do seu pescoço, mordendo e chupando a pele quente. Harry estremece no meu colo, murmurando e gemendo baixinho perto do meu ouvido.
– Você foi muito boa... — Sussurro beijando a lateral do seu rosto e agarrando seus cabelos. — Gatinha do papai... vou dar o que voce quer.
Harry geme afetada e eu guio seu rosto para ela me olhar nos olhos, nossas respirações quentes batendo uma contra a outra, seus lábios inchadinhos e vermelhos roçando nos meus, ela esta começando a ficar agitada em cima de mim e para acabar logo com a sua tortura eu dou a ela o que ela quer, e o que eu sempre quis.
Nossos lábios se chocam com uma iniciante calma, seu quadril se encaixa no meu e meu pau fisga na sua coxa. Sinto Harry desesperada enquanto ataca os meus lábios, ela tenta me acompanhar, mas meu aperto firme em seus cachos nao permite que ela faça muito. Minha língua invade a boca dela e tudo se torna uma bagunça de pequenos gemidinhos e saliva. Aperto suas coxas quando ela suga minha língua da mesma forma que sugava meu pau minutos atrás.
– Papai... – Harry choraminga manhosa quando nós afastamos um pouco, se encaixando em mim e meu pau tocando sua bunda gordinha. – Por favor.
— Ainda não está satisfeita? — agarro a carne gorda do seu rabinho, pressionando minha ereção entre as bandas. Eu sei o que ela quer, e é obvio que eu estou louco para meter nela como sempre quis, mas não me contenho em fazê-la implorar por isso. — O que a minha gatinha quer? Fala pro papai....
Ela chora mais, negando levemente e ficando vermelha como um tomate. Sorrio para ela e não me contenho em estalar um tapa forte na bunda gorda, a fazendo se espernear.
— Papai!
— Estou achando que minha gatinha não aprendeu a lição corretamente...
— Eu aprendi! Papai, eu sou uma boa gatinha... — choraminga desesperada. — Por favor, papai, eu sou uma boa gatinha.
— Não esta parecendo... a minha gatinha claramente precisa de alguma coisa e não quer me falar. — Puxo seus cabelos e meus lábios vão para seu pescoço, beijando e lambendo a pele. — Papai odeia não dar o que minha filhote quer.
— E-eu... Ah!
— Hum?
— E-eu quero que o papai toca a minha bucetinha. – Sua voz finalmente sai e meus dedos correm lentamente pelo seu corpo ate tocarem o montinho molhado, sentindo o grelinho inchadinho. A ouço gemer alto.
— E o que mais, gatinha? Só isso? — faço uma massagem gostosinha no grelinho sensível, a ouvindo suspirar e chorar perto do meu ouvido. – Só as mãos do papai na sua xoxota?
— Dentro, papai... — Harry geme baixinho e bem manhosinha. — Eu quero o dedos do papai dentro da minha florzinha.
Sinto minha ereção doer de tanto tesão que eu sinto no momento, ver Harry implorar toda manhosa me pedindo para foder sua buceta virou meu som favorito. Me sinto viciado em seu corpo e no seus gemidos, meus dedos entram no seu buraco apertado, molhando minhas mãos e apertando as juntas. Harry geme mais desesperada, gritando e se contorcendo em cima de mim, e eu sequer usei meu pau nela ainda.
— Assim, amor? — Indago, torcendo minhas digitais no seu interior molhadinho. — Gosta assim? Gosta dos dedos do papai dentro do seu buraquinho?
Fodo sua bucetinha gulosa com minha mão, minha palma batendo contra seu grelhinho sensível e as mãos delicadas de Harry seguram meus biceps com força.
— S-sim, sim, papai, gosto muito! AH!
Quando sua xoxota começa a piscar desesperadamente e meus dedos se apertam no seu interior, eu afasto minha mão rapidamente.
— Ah! Não! — Agora lágrimas grossas escorrem pelas bochecas coradas da minha gatinha, seus olhos verdes brilham no molhado e um biquinho insatisfeito enfeita seus lábios gostosos. — Papai, não! Por que parou?
Suas unhas pintadas de rosa arranham meus braços e ela tenta puxar rudemente meus dedos para dentro dela novamente. Ela esta agindo agora como uma gatinha arisca, somente porque eu tirei o que ela queria. Não gosto nada de sua reação, e não é difícil segurar seus braços e então virar nossos corpos no sofá. As costas de Harry batem contra o estofado e ela parece acordar da sua pequena birra ao se assustar com o movimento brusco.
— O que pensa que está fazendo? – seguro sua cinturinha fina, puxando seu quadril ate de encontro no meu, pressiono meu pau em sua barriga. — Você nao aprendeu nada com a sua lição? É tão desesperada assim?
— Lou... — ela soluça e eu minha mão preenche seu rosto em um tapa forte.
— Cala a boca. Só foi receber um pouco de atenção que voltou a ser essa vadia desesperada. — Seguro seu rosto entre meus dedos, formando um biquinho nos seus lábios. — Não dá para ser bonzinho com você. Viu o que você fez?
Me ergo brevemente somente para mostrar meu antebraço para ela, as pequenas marcas das suas unhas curtas se formando em linhas avermelhadas agora na minha pele. Seus olhinhos se enchem de lágrimas novamente, e ela começa a murmurar desculpas desengonçadas, tentando tocar os ferimentos.
— Fica quieta. — Me ergo no sofá, ficando de joelhos e afasto sua mãos atrevidas do meu corpo.
Harry esta jogada no estofado, os cachinhos bagunçados pelo tecido claro e as pernas abertas, sua xoxota melada ja se econtrava em um vermelho escuro. Seu rosto está inteiro vermelho e repleto de lágrimas, as bochechas quentes e seu biquinho manhoso nos lábios, tentando me persuadir.
— Me perdoa, papai....
— Você vai ter que fazer mais que isso. Papai ficou muito chateado. — Arqueio as sobrancelhas, terminando de desabotoar minhas calças e arrancando ambos tecidos do meu corpo. Meu movimento faz Harry morder os lábios trêmula.
— O senhor vai me perdoar? — Ela me olha com aqueles olhinhos verdes que eu sou completamente apaixonado, sua voz doce e dengosa saindo tão naturalmente me tira do eixo. Ela sabe exatamente como me dobrar inteiro.
— Minha gatinha vai ter que se esforçar pra me agradar.
— Eu vou... eu faço o que você quiser, papai. — Sua voz sai fraca, e ela nem ousa se mexer. Meus dedos agarram seus cabelos pela nuca e eu ataco seus lábios.
Sinto meu gosto misturado ao seu em sua língua, Harry tenta tocar meus ombros, mas eu puxo seus pulsos e prendo com a minha mão acima da sua cabeça. Ela está quase totalmente imóvel quando volta a gemer entre meus lábios e tenta tocar nossos quadris.
— Mandei você ficar quieta. — Cravo meus dedos no seu quadril, a fazendo choramingar, e viro seu corpo no sofá. Harry se assusta com o movimento brusco, soltando um gritinho alto.
Ela olha pra mim por cima dos ombros, seu rabinho agora esta todo empinadinho na minha direção. É confusão estampa seu rosto.
— O que o papai vai fazer? - Ela pergunta confusa, e eu agarro o bumbum arrebitado, apertando a carne toda vermelhinha. Alguns pontinhos roxo estampando a pele sensível.
— Minha gatinha não queria desculpar?
— Sim! Sim, papai... eu quero ser boa.
— Ótimo.... Porque agora eu quero meter bem fundo na sua bucetinha. Coloca as mãos para trás. — Ela segue minhas ordens automaticamente, jutando os pulsos nas costas. Eu puxo seu corpo, a fazendo ficar de joelhos e com a cabeça deitada no sofá.
Olho ao meu redor e pego seu shortinho esquecido jogado no tapete, o tecido esta mole e bem maleável, então é facil usá-lo para amarrar suas mãos para trás do corpo. Harry tenta protestar e me olha confusa.
— Papai, não. — Ela chora mais, tentando se soltar, mas eu ignoro seus pedidos irritado, dando um tapa forte em sua coxa.
— Se reclamar mais uma vez eu vou te largar aqui sozinha e insatisfeita. — Dou outro tapa em sua bunda, abrindo as bandas gordas e meu olhar cravando na sua xoxota melada. — Você acha que eu não posso encontrar alguém melhor para foder? Você mais do que ninguém sabe que eu tenho boas opções...
Minha voz sai rude para a persuadir, o que funciona pois mais lágrimas grossas escorrem pelo seu rosto bonito.
— Não! Papai, por favor, não faz isso...
— De repente a minha gatinha não gosta mais da ideia de me ver fodendo com outras? — Meu riso sai debochado, com uma mão segurando minha bunda e com a outra punhetando meu pau lentamente. — Você acha que é boa o suficiente para me satisfazer?
— Sim! Eu sou, papai! — Teima com a voz irritada agora. Ela está com ciúmes e isso me faz aumentar a velocidade da minha mão no meu pau. — A minha bucetinha ta toda meladinha, papai... Só para você.
Gemo rouco com suas palavras, aproximo meu pau da sua entradinha apertada, forçando para meter dentro.
— Papai vai meter bem gostoso no seu buraquinho guloso.
Quando meu pau entra inteiro dentro dela, Harry estremece, pressionando seu rosto contra o estofado e tentando abafar seus gemidos. Sua xoxota melada pressiona o meu pau de forma deliciosa, mais alguns segundos e eu começo a movimentar meu quadril.
— Awn papai... – sua voz sai abafada, nosso quadris batendo um contra o outro fazendo um barulho erótico que ecoa por todo o apartamento.
Seguro seu pulso preso entre os dedos e apoio meu pé no chão e o joelho no sofá para começar a foder mais forte. Sua bunda gorda balança no ar, fazendo pequenas ondas quando da de encontro comigo. Minhas bolas pesadas batem contra suas coxas, deixando tudo mais sensível e avermelhado. Sinto sua bucetinha gulosa toda molhadinha e deslizando pelo meu cacete.
— Porra, tão apertadinha e gulosa. — Fixo meu olhar no meu pau saindo e entrando do seu buraquinho, a visão me faz estremecer.
— Mais, papai... mais! Isso! — geme alto arqueando as costas quando eu moldulo meu quadril na sua direção.
— Que bucetinha gostosa, amor. — Me inclino na sua direção, o movimento fazendo meu pau se afundar mais nela. — Você é tão linda e ainda mais deliciosa assim, deixando o papai comer sua xoxota bem gostoso.
— Papai pode fazer o que quiser comigo, eu sou só sua. — Sussurro fraca, os lábios gordinhos roçando nos meus quando voltamos a nos beijar. Sua língua agora invadindo minha boca em um beijo molhado e desengonçado pela nossa posição. — Papai ta gostando?
— Muito, meu amor. Papai está muito satisfeito. Minha gatinha merece gozar. — Peço quando aumento as estocadas e levo meus dedos até seu grelinho, a estimulando enquanto fodo sua buceta. — Você foi muito bem. Uma boa garota do papai.
Harry se aperta no meu pau e goza forte, molhando toda minha ereção. Ela geme e se contorce inteira e eu sinto sua xoxotinha sensível. Quando estou para sair de dentro dela, ela começa a se agitar.
— Não, papai! Dentro, faz dentro de mim. — pede com carinho e manha em sua voz. Parece inacreditavelmente ela estar pedidno para eu gozar dentro dessa forma.
— Minha gatinha quer que o papai encha ela de leitinho? — ela concorda prontamente, rebolando o bumbum arrebitado. — Boa menina.
Volto a meter rápido e forte, seu aperto me fazendo gozar e explodir dentro dela com algumas estocadas. Minha porra preenche seu buraquinho apertado, vazando pelas laterais. Harry geme necessitada e toda manhosa. Me afasto lentamente e vejo minha porra escorrer por entre suas coxas.
O corpo mole e cansado da minha gatinha despenca no sofá, suas pernas estão dobradas e seus cachos jogados de lado. Ela respira ofegante e trêmula. Solto suas mãos e meu coração aperta quando a vejo com os braços moles e sem força.
Meu corpo ainda ferve e eu estou me recuperando dos meus dois melhores orgasmos, mas me concentro em cuidar da minha Harry agora.
— Gatinha. — chamo com cuidado, acariciando seu corpo docemente, meus dedos fazem um carinho leve em seus cabelos a observando com os olhos fechados e respiração profunda. – Meu bem, fala comigo.
— Hum... — ela murmura manhosa, me arranca um risinho. — Lou...
— Vêm cá, vamos cuidar de você. — Puxo seu corpo com delicadeza, passando um braço pelas suas pernas e outro no seu ombro. A ergo no meu colo e caminho pelo nosso apartamento completamente nu e com o meu mundo nos braços.
Já no banheiro, a coloco sentada no balcão da pia e ligo o chuveiro. Harry esta sonolenta e não fala muito, mas se mantem agarrada ao meu corpo e eu não a deixo afastada nem por um segundo, tanto por necessidade tanto quando eu temer que ela vá cair se eu soltá-la.
Lavo seus cabelos cuidado e deixo a agua escorrer pelo nosso corpo pelo o que parece horas. Não falamos mais do que o necessário mas sei que em algum momento teremos que conversar propriamente sobre tudo.
Por ora, deixo os minutos passarem e quando vejo necessidade de voltar para o mundo real eu desligo o chuveiro nos enrolo em toalhas novas. Harry finalmente parece acordar quando entramos no seu quarto, enrolei ela numa das minhas toalhas limpas para ajudá-la a se secar.
A vejo procurar algumas roupas no guarda roupa, para finalmente pegar uma blusa qualquer jogada na comoda e vestir. É uma blusa minha, e eu não faço ideia de como veio parar nas suas coisas.
Quando ela se vira para mim com os fios molhados e uma escova de cabelo na mão, ela parece finalmente perceber que eu ainda estou com a toalha enrolada na cintura. Suas bochecas coram automaticamente e a desvia o olhar.
— Ah, sério, gatinha? — Rio desacreditado, tentando me aproximar. — Vergonha?
— Lou! Fica quieto. — ela murmura mal humorada, de costas para mim tentanto se distrair enquanto penteia os cabelos.
A surpreendo ao abraçar sua cintura e cheirar seu pescoço cheiroso. Não deixo ela tentar se afastar enquanto ri envergonhada e com o sorriso mais lindo do mundo.
— Para, Lou! — gargalha alto quando passo a fazer cócegas no seu pescoço e quadril.
— Você não tem ideia do quanto me deixa maluco. – Digo sincero, deixando beijos molhados pela sua pele. — Eu quero ter você para sempre. De corpo e alma. Eu não aguento fingir que só sou seu amigo, gatinha. Me deixa ter você por inteira, por favor.
Minha voz é sincera e eu sei que ela sabe que não me refiro a parte sexual, mas quero deixar isso claro. Ela me olha sobre os ombros e então se vira, ficando na ponta dos pés para alcançar e abraçar meu pescoço.
— Lou... eu sempre gostei de você. Eu quero mais... Quero mais do que ser só sua amiga. Eu sempre quis.
Meu coração palpita forte dentro do meu peito, um sorriso enorme rasga meu rosto e eu abraço seu corpo firmemente, a girando no ar. Harry gargalha e eu sinto o tipo de felicidade que somente ela consegue me arrancar.
Sei que teremos muito o que conversar e resolver ainda. Sei que tudo que aconteceu não chegou nem perto de tudo que ela merece para aceitar que eu seja o seu namorado. Mas também sei que, por ora, é tudo que nos basta.
harry cis girl (harry com buceta), continuação do meu one shot ’teddy bear’, louis tops, harry bottom, gravação consensual, incesto (primos), fem harry
✬ Harry e Louis são primos, embora seu relacionamento possa mudar após uma interrupção
aviso: o português não é meu primeiro idioma assim que perdão por qualquer erro
Harriet estava deitada sobre os lençóis macios, com o peito subindo e descendo, a respiração irregular devido ao orgasmo recente.
Seu corpo estava quase completamente nu, as pernas abertas e ela podia ver pelo espelho, que cobria completamente as portas do guarda-roupa, as bochechas vermelhas, finas camadas de suor no rosto, os lábios inchados de tanto mordê-los e a boceta rasgada.
A cama estava encharcada com seu esguicho e, em seus braços, ela abraçava Louis, o ursinho de pelúcia, ainda segurando seu pênis de borracha. Em seu torpor, a cacheada não ouviu as portas de sua casa sendo abertas, nem as vozes de seus parentes do lado de fora do quarto.
Ela ainda estava usando seu sutiã de pétalas pretas e, em um estado de prazer, puxou a peça para baixo, sem removê-la, e chupou os dedos indicador e médio para enchê-los com sua saliva. Depois disso, ele levou os dedos aos mamilos dela e os massageou lentamente para estimular os espasmos que o corpo dela ainda estava produzindo.
A garota continuou a fazer movimentos circulares em seus seios, e passos puderam ser ouvidos descendo o corredor até seu quarto. Harriet fechou os olhos e ofegou com o prazer que corria em suas veias.
A maçaneta girou e a porta cedeu, abrindo-se. Harriet deu um pequeno pulo e abriu os olhos novamente com medo de ser descoberta por seus pais. Mas quando viu quem era, apenas sentiu a excitação e a emoção voltarem ao seu corpo.
-Harriet, seus pais querem...- Louis entrou na sala, com os olhos paralisados pela cena à sua frente. Seus olhos se arregalaram ao ver a garota cacheada de boca aberta e o ursinho de pelúcia com um vibrador de borracha. O sutiã dela estava abaixado e os seios expostos, os mamilos duros e molhados com a própria saliva.
-Louis, você pode fechar a porta? Meus pais podem entrar a qualquer momento - foi tudo o que Harriet disse quando seus olhos se encontraram com os belos olhos azuis de Louis.
Ela se endireitou na cama e cobriu os seios novamente. Ela procurou a calcinha e a encontrou no chão, pegou-a e a vestiu lentamente. Curvou-se para que Louis tivesse uma visão perfeita de sua buceta e bunda abertas.
Ela se virou e olhou diretamente para o homem moreno, que ainda estava parado na porta, mas agora ela estava fechada.
-Desculpe pela bagunça, eu não estava esperando visitas - disse a garota de cabelos escuros com sarcasmo e um sorriso malicioso, passando as mãos pelos braços dele e depois pelas clavículas e pelo pescoço, fazendo cócegas nos pequenos formigueiros de Louis.
-Eu é que peço desculpas, eu não deveria ter entrado sem tocar - Louis falou, mas sem fazer nenhum sinal de querer sair.
-Oh, não se preocupe, eu estava apenas brincando.
-Esse é o ursinho de pelúcia que eu lhe dei? - perguntou o garoto de cabelos castanhos.
-Sim, este é o Louis, Lou. - Ele apresentou o ursinho, que ainda estava com a cinta.
-Você deu meu nome a ele? - sussurrou o menino de olhos azuis.
-É isso mesmo, querido. Ele é um ursinho muito fofo e muito bom com o que tem entre as pernas - disse a garota de cabelos cacheados ao se virar e subir de volta na cama, acomodando-se de costas e pegando o urso nos braços.
Louis saiu de seu transe e sentiu o calor aumentar em seu corpo. Seu pênis estava começando a despertar e suas pupilas estavam se dilatando. Ele sabia que seu relacionamento com Harriet não era um relacionamento familiar normal e que, além do afeto de sangue, eles se sentiam sexualmente atraídos um pelo outro.
O homem de olhos azuis então se aproximou da garota e se sentou na cama, olhando-a diretamente nos olhos.
-Gostaria que eu brincasse com você, princesa.
A garota sentiu a boceta latejar de ansiedade e o coração bater forte de desespero e adrenalina, sentindo que poderia gemer naquele instante só de imaginar o pau do primo entrando lentamente em sua intimidade.
-Por favor, Lou. Brinque comigo.
E então tudo começou. Louis perdeu o pouco de sanidade que lhe restava depois de ver seu primo bem aberto e nu.
Ele subiu na cama até ficar em cima do corpo da garota. Ele pressionou a testa de ambos e ouviu suas respirações se misturando densamente. Harriet fechou o espaço e envolveu os braços ao redor do pescoço do homem mais velho para puxá-lo para mais perto, beijando desesperadamente os lábios do moreno e mexendo para provocar fricção.
Louis sentiu sua ereção dura pressionando sua calça, e a garota sentiu sua buceta encharcada com mais fluidos dele. Os dois se uniram em um beijo ardente. A garota de cabelos escuros conseguiu inverter a posição e se deitou em cima do homem de cabelos castanhos.
Louis levou as mãos à bunda dela e apertou suas nádegas. Harriet gemeu ao tocar a mandíbula pronunciada do homem.
Vou foder você com força, princesinha", disse ele, levando as mãos até a borda da camisa dela e tirando-a em um movimento rápido, com o cabelo encaracolado se afastando para facilitar.
Assim que a peça de roupa foi retirada, as mãos da garota foram rapidamente para o peito do homem mais velho para tocar tudo o que estava à vista. Louis levantou ligeiramente os quadris para tirar a calça e a cueca de uma só vez.
Quando seu pênis duro foi retirado, ele bateu diretamente na entrada de Harriet, que arfou com o contato. Sabendo que a garota estava bem aberta por causa das brincadeiras anteriores, Louis pegou seu pênis e colocou a calcinha da garota de lado, sem tirá-la, ele passou lentamente seu pênis pelas dobras da entrada de Harriet, e ela gemeu de expectativa.
Sem esperar muito, Louis entrou profundamente na buceta rosada da garota de olhos verdes. Ele começou com investidas lentas, mas penetrantes. Enquanto a de olhos azuis estava abaixada, a de cabelos cacheados o cavalgava, enquanto ele levava as mãos ao sutiã dela para removê-lo e tocar seus seios, envolvendo-os completamente com as mãos.
O ritmo estava ficando cada vez mais rápido, Louis suspirava e Harriet gemia, tentando silenciar seus gritos para não ser ouvida. Louis a pegou pelos quadris e, sem parar a penetração, levou-a para fora da cama e a encostou nas paredes espelhadas do guarda-roupa.
Ele pegou as duas pernas dela e as colocou sobre os ombros, levantando-a com todo o peso e penetrando tão fundo que a garota cacheada sentiu como se estivesse sufocando de tão cheia que estava.
-Você gosta de ser fodida, vadia? Você estava tão carente que fodeu sua buceta apertada com a porra de um ursinho de pelúcia. Você está desesperada, princesa - disse o homem mais velho enquanto aumentava as penetrações e ia fundo na intimidade cheia de mel e fluidos. O pré-gozo também invadiu a buceta da garota e ela sentiu seu orgasmo se aproximando.
-Foda-me, papai, encha-me com seu esperma, torne-me sua!
Então o marrom saiu de dentro dela, Harriet sentiu o vazio e suas pernas tremeram de prazer. Harriet estava de volta ao chão e o homem de olhos azuis a virou para que pudesse penetrá-la por trás.
Ela podia ver seu reflexo enquanto era violada, observava como Louis levantava sua cabeça em prazer e como o suor escorria de suas têmporas para sua mandíbula marcada, depois para seu peito marcado e para baixo para se perder.
Então, ele quis salvar aquele momento carnal. Então, ela pegou o celular, que estava sobre uma mesa próxima, ligou a câmera no modo selfie e começou a gravar a si mesma enquanto gemia e era fodida. Movimentando a câmera para capturar o pênis do homem mais velho entrando em sua entrada destruída, que estava completamente cheia de mel.
Ela gemeu, ofegou, suspirou. Louis sorriu maliciosamente enquanto observava o que sua cadela ousada estava fazendo, ele deu alguns golpes nas nádegas redondas de Harriet, fazendo-as ficarem vermelhas enquanto a câmera registrava tudo. Ela não aguentou mais, terminou a gravação e apoiou as mãos no vidro embaçado, o telefone caiu em algum lugar da sala e ambos sentiram o orgasmo se aproximando.
Mais uma, duas, três, quatro investidas e Louis se esvaziou completamente na boceta da garota, enchendo-a com seu esperma em tiras de líquido branco. Jatos de esguicho saíram da garota cacheada e seus olhos se reviraram na cabeça por causa do orgasmo grandioso.
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Onde Harry se sente atraída por seu padrasto depois de encontrar alguns vídeos em seu celular.
Harry perdeu sua mãe muito nova, a garotinha tinha apenas seis anos quando a mãe faleceu em um acidente de moto lhe deixando sozinha com o seu padrasto Louis. Tomlinson conheceu a mãe de Harry quando a menina ainda estava em seu útero, os dois se conheceram em um aniversário de um amigo em comum e se apaixonaram. O pai biológico de Harry nunca quis saber da filha, quando Jade - mãe de Harry - contou ao homem que estava grávida, o homem simplesmente disse que aquilo não seria responsabilidade dele e que não queria nenhum tipo de contato com as duas, e assim, Jade e Louis criaram Harry juntos até os seis anos.
Harry sempre foi muito apegada ao pai de criação, e quando a mãe faleceu, a guarda de Harry passou para Louis a pedido dos avós maternos da garota, que não acharam necessário separar os dois, já que tinham uma relação de pai e filha e a garotinha chorava toda vez que alguém dizia que iriam tirá-la de Louis.
Conforme o tempo foi passando, Harry cresceu e as coisas foram mudando. Styles era desejada por todos na escola, era a porpular gostosa que todos caíam em cima, ela tinha seios médios e arrebitados, estava sempre andando pela escola com decotes que resaltavam seus seios, as saias curtas que usava deixava sua bunda linda, sempre arrebitada e a garota fazia questão de subir mais as saias para mostrar a polpa de sua bunda, o que deixava os meninos e as meninas loucas.
Harry não era a garota de dispensava qualquer um, na verdade era bem difícil a garota dizer não para alguém, ela gostava de beijar e transar, não importava o sexo, se fizesse ela gozar estava tudo sob controle.
De umas semanas pra cá, Harry vem se sentindo estranha em relação ao pai. Para ser exato, desde o dia que ela estava fuçando o celular do pai e sem querer achou um vídeo dele se masturbando na frente do espelho, segurando o pau grande sussurando palavras obcenas e gemendo o nome de alguém que Harry não conhecia. E a garota não teve culpa quando sua boceta encharcou imaginando aquele tamanho todo dentro de si.
Desde de seus quatorze anos, Harry vem notando o quanto Louis é bonito e tem o corpo perfeito, mas nunca tinha pensando em Louis de outra forma. Até vê o bendito vídeo.
A garota se batia mentalmente por ter pensamentos libidinosos com seu pai, mas ao mesmo tempo ela se sentia aliviada quando lembrava que não tinha nenhum laço sanguíneo com Louis e tudo era consideração.
A garota largou seu celular na cama e se abaixou para procurar seu chinelo. Era mais um daqueles sábados chuvosos, Harry vestia seu babydoll branco que nem se deu o trabalho de trocar quando acordou aquela manhã.
Sua barriga roncou e a garota desistiu de procurar seu chinelo, saindo do quarto e descendo as escadas de dois em dois degrais.
- Pai. - Harry chamou indo para cozinha seguindo o cheiro de comida. - Pai, tô com fome.
Louis vestia uma camisa vermelha, uma calça moletom, e meias com estampa de lachinhos, era de Harry.
- Estou terminando aqui, filha. - Louis avisou.
- Tapioca?
- Uhum, você quer com recheio doce ou salgado? - Louis encarou a filha.
- Salgado.
- Tem certeza? Depois não quero você me pedindo pra deixar um pedaço da minha pra você. - Louis avisou.
- Eu não vou querer. - Harry falou decidida.
A menina ficou ali apoiada na bancada, quietinha enquanto o pai terminava de fazer o lache da tarde deles.
Era quase impossível para Harry não olhar para a bunda perfeita do pai e não sentir vontade de apertar. Quando Louis terminou, os dois se sentaram ao redor da ilha da cozinha e comeram enquanto Harry contava como estava a escola.
- Lava a louça pra mim, neném?
- Ah não pai. - Harry fez bico.
- Por favor, princesa, papai precisa terminar de desenhar o prédio do cliente. - Louis pediu com jeitinho.
- Quando eu terminar podemos assistir algo? - A menina perguntou tentando negociar.
Louis arqueou as sobrancelhas.
- Por favor? Diga sim para a sua filhinha linda que vai lavar a louça com muito amor e carinho. - Harry pediu.
- Vou pensar. Agora lavanta desse banco e vai lavar a louça. - Louis mandou e Harry bufou baixinho indo fazer o que o pai mandou.
🍑
Harry se encontrava deitada ao lado do pai que estava concentrado em trabalhar com seu notebook pousado em suas coxas.
- Papai, você me prometeu. - Harry resmungou pela quinta vez.
- Prometi nada, eu falei que ia pensar. - Louis respondeu sem tirar sua atenção do notebook.
- Me deixa ir pra casa de Nayla?
- Já disse que não vou deixar você sair nessa chuva, não confio.
Harry bufou e esticou o braço na cama para pegar o celular do pai, ela se virou e deitou com a cabeça virada para os pés de Louis e esticou suas pernas.
Harry tinha mania de ficar fuçando o aplicativo de mensagens do pai, a maioria sempre era de clientes passando detalhes sobre projetos de casas, ou cômodos, e tinha uma pequena quatidade de mulheres ali, que Harry também fuçava. Ela saiu do aplicativo de mensagens e entrou na galeria, na pasta da câmera tinha novos vídeos e Harry quase deixou o celular cair em seu rosto.
- Cadê os fones? - Harry perguntou.
- Tá vendo o que no meu celular, Harry? - Louis perguntou.
- Y-youtube pai. - Ela murmurou.
Ele estreitou os olhos e apontou para a cômoda que ficava perto da cama.
A menina bloqueou a tela do celular e levantou rápido pegando o fone e voltando a deitar na mesma posição de antes. Ela colocou os fones no ouvido e conectou no celular. Em seguida apertou play em um dos vídeos novos.
Nesse, Louis não estava sozinho, tinha uma mulher sentando nele enquanto ele sussurava coisas obcenas para ela fazendo a mulher gemer alto.
Harry conseguia ver o quanto a mulher estava molhada e o quanto o pau de seu pai entrava deliciosamente lento na mulher.
A garota estava ficando excitada e sentia sua boceta começar a pulsar em puro desejo.
O vídeo acabou e outro começou em sequência. Harry quase desmaiou quando viu o que era o vídeo. Seu pai chupando a tal mulher com vontade, Harry conseguia ver a língua dele passar no clitóris da mulher. Ele chupava e as vezes encarava a câmera, rindo quando a mulher gemia mais alto. Quando a menina viu o pai dá um tapinha na buceta molhada da mulher e rir, sem querer, Harry gemeu baixinho fechando as pernas rápido e saindo do vídeo e da galeria bloqueando a tela do celular rápido.
- Tá tudo bem? - Louis perguntou encarando a filha.
- Uhum. - A menina murmurou levantando da cama. - Eu vou pro meu quarto.
- Quando eu terminar aqui eu te chamo pra gente assistir algum filme. - A garota assentiu e saiu do quarto rápido, rezando metalmente para que seu pai não tenha ouvido seu gemido.
Quase uma hora depois, Louis entra no quarto da filha e a mesma está mexendo em seu celular entretida.
- Vai querer assistir o filme ainda? - Louis perguntou e a menina olhou em direção ao pai assentindo.
- Pode ser Enrolados? - A menina perguntou levantando da cama e pegando uma coberta.
- De novo, princesa? Já vimos tantas vezes.
- Mas pai... - A menina fez bico.
- Tá, Enrolados.
O sorriso que Harry deu foi grande.
Os dois desceram e arrumaram o sofá, tirando algumas almofadas para dá mais espaço e puxando o assento para o sofá virar cama.
Harry de aconchegou no peito do pai e colocou uma de suas coxas em cima da pélvis no homem.
Quando o filme começou Louis abraçou a filha de lado e trouxe ela mais para perto de cima.
No meio do final, Harry começou a se remexer, sua mente estava longe, ela não tirava aquele vídeo que tinha visto da cabeça ficar ali deitada em cima de seu pai não estava ajudando. Ela fechou os olhos enquanto sentia o carinho que seu pai estava dando em suas costas e se remexeu, se deitando por completo em cima dele, a perna dele agora estava no meio de suas pernas e o joelho dele estava próximo demais de sua intimidade.
Ela daria tudo para ver seu pai lhe chupando.
Deveria ser tão gostoso, a barba dele arranhando suas coxas palidas enquanto chupava sua boceta molhada.
A menina se impulsionou para cima, esfregando sua boceta molhada no joelho do pai, o tecido do babydoll e do moletom que seu pai vestia era as únicas coisas que atrapalhava o contato de pele com ele.
Ela se esfregou mais uma vez e sentiu sua intimidade molhar mais. Ela gemeu baixinho sem ter como disfarçar e enfiou o rosto na curva do pescoço do pai que não estava entendendo nada.
- Papai. - Ela chamou manhosa enquanto se esfregava cada vez mais forte no joelho do pai.
- Filha, tá tudo bem? - Louis perguntou confuso.
- Me desculpa, mas eu tô tão molhada. E-eu não consigo p-parar. - Harry respondeu ofegante.
Louis engoliu em seco vendo o quanto a filha estava desesperada se esfregando nele.
- Você viu os vídeos, não viu? - Ele perguntou rouco.
- Foi sem querer papai. E-eu juro.
- Tudo bem, amor. Sente no meu colo. - Louis falou calmamente segurando a cintura da menina.
Harry obedeceu e sentou bem em cima a ereção do pai.
- Você tá tão molhada, neném. - Louis falou com a voz rouca.
- E-eu tô papai. - Harry falou sedenta.
Os seios da menina estavam mais arrebitados que nunca, os mamilos eriçados pareciam que iriam furar o tecido fino do babydoll branco.
- Vai deixar o papai ver sua bocetinha, amor? - Louis perguntou agarrando a bunda da menina e apertando.
- Eu quero t-tanto. - Harry soluçou de tanto tesão que estava sentindo em seu corpo.
- Vamos pro quarto. - Louis falou antes de levantar com a filha no colo.
🍑
- Desde de quando você tá com tesão pelo papai? - Louis perguntou deitando Harry em sua cama.
- Eu vi o seu vídeo se masturbando e eu fiquei molhada imaginando seu pau em mim. - A garota confessou baixinho.
- Não sabia que minha filhinha era tão safada. - Louis sorriu de lado e Harry corou. - Vai me deixar te chupar, amor?
- Uhum. - Harry fechou os olhos quando os lábios entrou em contato com a pele de seu pescoço.
Alguns segundos depois, Harry estava completamente nua e seu pai estava chupando um de seus seios enquanto ela gemia cada vez mais alto.
- Vou chupar sua bocetinha até suas pernas tremerem, neném. - Louis sussurou antes de começar uma trilha de beijos até a boceta pulsante de Harry. - Porra, tão molhada, não sabia que minha neném é uma desesperada.
- Vai logo, eu não aguento mais. - Harry choramingou mexendo o quadril impaciente.
Louis deu um tapinha na intimidade da garota que gemeu alto.
- Pra deixar de ser afobada. - Ele riu se aproximando do meio das pernas de Harry e colocando a língua para fora.
Quando Louis começou a chupar a garota, Harry foi no céu e voltou sentindo a língua de seu papai passar por toda a sua boceta lhe deixando mais molhada, ele chupava o clitóris com tanta vontade que fazia Harry se contorcer toda em cima da cama, gemendo alto e apertando os cabelos de Louis com as mãos.
- Porra gostosa. - Louis grunhiu antes de agarrar as duas coxas da menina e apertar.
- Papa-Awn. - Harry sentiu seu ventre se revirar e os dedinhos do pé se dobraram. - Loui-Own, ai meu Deus
As coxas da garota começaram a tremer conforme ela ia atingindo seu orgasmo, gemendo pelo pai e ofegante.
Louis deu a última chupada ali e um beijinho, antes de sair do meio das pernas da filha e observar como a garota estava destruída. As bochechas vermelhas, as pernas tremulas aberta, a boceta brilhando de tão molhada e vermelinha pela chupada de Louis, os seios arrebitados para cima, a respiração ofegante, a pele brilhando pela fina camada de suor.
Louis estava no paraíso.
Harry deu um sorrisinho cansado antes de se sentar na cama e puxar Louis para seu lado.
- Agora é a minha vez, papai. - A menina murmurou puxando a calça moletom do pai para baixo e arregalando os olhos quando o pau de Louis pulou para fora.
Vermelho, grande, molhado e duro.
- Puta que pariu. - Harry sussurou hipnotizada.
- Sem palavrões ou vai ficar de castigo, neném. - Louis bricou e Harry revirou os olhos terminando de tirar a calça do pai e se ajeitar deitada no meio das pernas do homem.
- Vai me dá leitinho, papai? - Harry perguntou com um biquinho nos lábios.
- Você quer, neném?
- Eu quero tanto. - Harry suspirou pegando o pau do pai e masturbando devagar.
- Então põe ele todinho na boca princesa, deixa ele bem molhadinho pra deslizar na sua bocetinha, hum?
Harry gemeu pelas palavras colocando a língua para fora e lambendo da base até a glande, sem parar de encarar o pai.
Quando a menina colocou a glande na boca e sugou Louis arfou olhando sua filhinha inocente chupando seu pau que nem uma vagabunda.
Harry chupou as bolas de Louis subindo novamente e enfiando o que conseguia na boca, deixando o pau bem babado como Louis havia pedido. Ela passava a lingua por cima das veias e chupava a glande com vontade gemendo durante o processo, ficando excitada novamente só por está chupando o pai.
- Chega, eu vou acabar gozando. - Louis falou ofegante.
Harry subiu em cima de Louis e beijou o pai, fazendo ele sentir seu próprio gosto.
A garota esfregava a bocetinha molhada por cima do pau de Louis conforme eles iam se beijando.
- Tá tomando os remédios direito, bebê? - Louis perguntou baixo e Harry assentiu. - Então pode sentar no papai, princesa.
Harry pegou o pau do pai e alinhou bem na entrada da sua boceta, sentando ali devagar, apreciando cada pedacinho de Louis que entrava em si devagar.
- Que boceta apertadinha, meu amor. Papai vai querer sempre. - Louis gemeu.
- Vai mesmo, papai? - Harry perguntou rebolando devagar só para provocar. - Eu posso dá pra você sempre que quiser.
- Pois eu vou comer você sempre, neném.
Harry sorriu e começou a cavalgar em cima do pai, as mãos apoiada no peito do homem e sua bunda mexendo a cada cavalgada que ela dava.
- Awn, tão bom. - Harry jogou a cabeça para trás gemendo alto. - Mete na minha bocetinha, papai.
Louis quase gozou de ouvir aquilo, ele foi rápido em inverter as posições deitando Harry na cama e abrindo bem as pernas dela penetrando cada vez mais rápido e fundo.
Os seios dela pulavam a cada impulso que ele fazia para dentro demais.
- Tão boa para o papai. - Louis gemeu levando uma mão para um dos seus de Harry e apertando.
- Me fode, papai. Come minha boceta e me deixa sem andar. - Harry pediu manhoso. - Tão grande.
- Porra. - Louis estapeou uma das coxas de Harry e enfiou a cabeça na curva do pescoço da menina.
- Isso, papai. - Harry gemia alto.
A cama batia na parede a cada movimento e a cada impulso que Louis dava para dentro a menina, Harry gemia mais alto.
- Eu vou g-gozar. - Harry gemeu alto gozando mais uma vez, sua boceta contraindo e apertando o pau de Louis ali dentro.
- Porra. - Louis saiu rápido de dentro da filha de se masturbou gozando em cima da boceta da menina.
Ele se jogou ao lado de Harry e puxou a filha para cima de si.
- Eu tô com fome, pai. - Harry sussurou sonolenta fechando os olhinhos.
Louis sorriu beijando a testa dela e juntando suas forças para tomar um banho e ajudar Harry no banho dela antes dos dois irem comer alguma coisa.
one de natal ainda ta valendo porque só se desmonta as árvores dia 06 de janeiro💋💋💋
🎄
"Mas Lou e se eles não gostarem de mim?" a voz beirava a incerteza e Louis a conhecia muito bem pra saber que agora a ponta de seu dedo indicador estava sendo mordida.
— Harry, minha menina, é impossível isso acontecer, é impossível alguém não gostar de você — ele terminava de separar a calça social — Por favor se troque logo e vem pra cá, é só meu pai e minha mãe, estou te esperando, beijos meu doce.
Era natal e aniversário de Louis, a época mais gostosa do ano havia chego, onde toda a família Tomlinson se reunia e fazia a maior festa. Sempre foi assim, desde que Louis havia completado 4 anos.
Mas agora com seus 24, as coisas estavam diferentes. Ele ainda morava com seus pais não porque era obrigado, mas sim porquê gostava de estar junto deles, do conforto que era sua casa.
Era somente ele, seu padrastro Mark, -que era como um pai- e sua mãe Johhana. As irmãs se mudaram quando completaram 20 anos, estavam atrás de seus sonhos, mas estavam sempre vindo visitá-los.
Hoje porém não ia ser apenas os três. Louis havia finalmente encontrado alguém. Harry. A menina de cachinhos cor de chocolate e olhos verdes como esmeraldas.
Louis havia ficado perdidamente encantado desde o primeiro dia que chegou na agência de fotografia para seu primeiro ensaio após ser contratado.
A menina era angelical, ele se lembra bem dela entrando na sala com os cachos caindo por seus ombros e rosto, um sorriso doce e meigo em seus lábios e aquela roupa lilás a deixava ainda mais linda.
Os dois trocaram olhares durante todo o ensaio, Harry estava encantada também com o fotógrafo de olhos azuis ele era charmoso por si só, era gostoso ver a forma como ele mordia os lábios e puxava a franja pra trás antes de apertar o botão pra tirar a foto.
O pedido de namoro não demorou pra sair, duas semanas depois eles já estavam com alianças e mais felizes do que nunca. Isso tudo já fazia 7 meses e os pais de Louis ainda não a conheciam, o garoto queria traze-lá no natal pra que ela pudesse também comemorar o aniversário com ele.
Louis terminou de passar o perfume e checou uma última vsz sua roupa no espelho, sua camisa de gola alta preta contrastava com a calça cinza.
Desceu as escadas em pulinhos rápidos e viu a mesa toda decorada, velas acesas em pedestais, pratos decorados, taças finas, vinhos postos sobre a toalha de renda bonita.
Sua mãe como sempre vestia suas roupas mais bonitas, seu pai estava com seu terno preto. As luzes eram amareladas e deixavam o ambiente aconchegante junto dos piscas piscas da árvore de natal.
— Acho que Harry já deve estar chegando — Louis puxou assunto.
Viu o rosto de sua mãe se iluminar.
— Estou ansiosa pra conhecê-la Lou, ela parece ser tão doce.
Antes que Louis pudesse responder a campainha tocou e seu coração se acelerou. Ele saiu rapidamente em direção a porta e a abriu.
Ele desejou que seus olhos fossem câmeras polaroids, daquelas em que capturam as cores vivas e deixam as fotos ainda mais bonitas. Harry estava impecável.
Seus cachos foram a primeira coisa que chamaram a atenção de Louis, eles eram tão soltos e brilhosos, os lábios tinham a cor vermelha, como a decoração que a mãe de Louis havia posto na mesa, a ponta de seu nariz brilhava assim como seus olhos.
Seu tronco era coberto pelo suéter creme, suas unhas em vermelho, mais forte que o tom de sua boca, sua saia xadrez preta e vermelha era tão curtinha, não cobria nem metade de suas coxas branquinhas. Em seus pés suas botinhas pretas.
— Minha menina! — Louis segurou na cintura dela e grudou seus lábios, ela tinha gosto de menta e seus lábios estavam muito gelados.
As mãos dela se enroscaram nos cabelos de Louis, ele quase gemeu.
— Não me provoca agora boneca, por favor — ele pediu a trazendo pra dentro da casa.
Seus pais estavam na sala esperando Harry, Louis pediu que ela deixasse a bolsa pendurada no hall e segurou novamente na cintura dela, dessa vez a prendendo em frente ao seu corpo.
Ele a levava até a sala dessa maneira, colado em seu bumbum. Seus lábios foram rápidos até a orelha dela sussurrando baixo assim que eles entraram na sala.
— Não poderia levar você pra conhecer minha mãe em uma saia tão curta assim — os dedos apertaram a pele do quadril dela — Mas acho que gosto disso.
Ele sabe que Harry estava vermelha de vergonha pois sentiu a respiração desregulada dela. Louis saiu de trás dela com um sorriso ladino, seu braço se apoiou sobre o quadril fininho.
— Pai e mãe, essa é Harry — ele colocou um cachinho atrás da orelha dela e deixou que a bochecha vermelha ficasse a vista. Era óbvio que estava envergonhada. — Meu anjo, essa é minha mãe e meu pai.
Harry sorriu meigo, seus olhos se fecharam e seus dentinhos de coelho apareceram.
— Oi Sra. Tomlinson — sua voz era tão baixa e tão extremamente quebrada, que Louis quis sorrir.
— Pode me chamar de Johhana querida, é um prazer conhecê-la, bem que o Louis disse que você é um anjo.
Ela corou ainda mais forte pelo elogio.
— O-oi Sr. Tomlinson. — ela gaguejou timidamente.
Mark sorriu e esticou sua mão a menina, saudando de forma doce.
— Sinta-se em casa menina e não precisa de formalidade, sou apenas o Mark. — ela concordou com a cabeça sorrindo pequeno.
Harry se sentia em casa, acho que os pais de Louis haviam gostado dela.
⠀⠀⠀⠀ ⠀ ៸៸៸ ⠀⠀⠀⠀ ⠀
— E você gosta do seu trabalho Harry? — a voz de Johhana se espalhava na mesa enquanto todos comiam a comida saborosa.
Harry limpou o canto de seus lábios e sorriu pequeno.
— Eu amo, desde criança tenho o sonho de ser modelo e quando pude finalmente realizá-lo foi o dia mais feliz da minha vida. E afinal se não fosse por isso não teria conhecido Louis. — ela olhou com os olhos brilhantes pra Louis, deixando um selinho na boca dele.
Tomlinson sorriu encantado, os dois estavam presos na bolha da paixão.
O de olhos azuis desceu a mão sobre as coxas de Harry deixando um aperto gostoso. Sua mão permaneceu ali, era um carinho leve.
Todos engataram em uma conversa incansável sobre natal, sonhos, futuro e logicamente sobre o aniversário de Louis.
— Oh querido, eu te trouxe um presente, posso te entregar mais tarde, está na minha bolsa — Harry disse baixo a Louis.
Tomlinson novamente sorriu e acarinhou mais as coxas da namorada, ele subiu um pouco mais a mão entrando com os dedos por debaixo do tecido fino da saia.
— Não precisava minha menina, você por si só é meu presente. — os dois estavam sozinhos na mesa de jantar, os pais de Louis estavam pegando as sobremesas.
As digitais de Louis procuravam pelo tecido fino da calcinha da namorada por debaixo da saia. A pele era tão suave e lisa que Louis podia grudar seus dedos nela pra nunca mais tirar.
Os pais de Louis demoravam na cozinha e ele agradecia pois o carinho que fazia na namorada estava tão bom. Seus dedos alçaram a virilha de Harry e ele não encontrou o tecido fino e costumeiro da calcinha dela.
Seus olhos se viraram pra ela como se esperasse uma resposta, ela tinha as bochechas vermelhas e os olhos brilhavam, ela encarava o quadro a sua frente.
— Louis querido, você vai querer o mousse de morango? — Tomlinson virou seus olhos pra sua mãe na porta da cozinha segurando a travessa com o doce.
— Pode ser mãe, acho que a Harry também, não?.
Ele se virou pra namorada no mesmo momento em que esfregou a ponta de seu dedo médio no clitóris dela, estava tão molhada que Louis poderia se afundar nela agora mesmo.
A menina contra sua própria vontade virou pra Johhana, seus olhos estavam tão tão brilhantes, sua bochecha doía. Ela apenas chacoalhou a cabeça pra afirmar que queria sim da sobremesa.
Louis assistia tudo com um sorriso sacana, seu dedo não parava a massagem curta e gostosa que fazia e ele sentia ela tentar fechar as coxas.
— Para de tentar fechar a porra dessa perna — ele sussurrava tudo tão pornograficamente que Harry tinha vontade de se levantar e sentar sobre ele.
Ela deitou a cabeça sobre o ombro de Louis e escondeu o rosto com as mãos. Ela queria poder gemer tão alto, queria poder segurar os cabelos de Louis como sempre fazia, mas os pais dele estavam no cômodo ao lado.
Ela sentia a ponta dos dedos de Louis raspando em seu grelinho fazendo espamos se espalhar por todo seu corpo. Louis pegou no queixo da menina e levantou minimamente.
— Levanta o rosto meu anjo, meu pai e minha mãe não podem ter a impressão de que você é uma putinha, podem? — ele sussurrou tudo tão pecaminosamente que Harry quis chorar.
No momento em que Harry levantou a cabeça com as bochechas vermelhas Johhana entrou pela porta carregando as travessas de doces sendo seguida por Mark.
As sobrancelhas da mãe de Louis se franziram quando observou atentamente a nora, ela tinha as bochechas tão vermelhas e os olhos tão brilhosos.
Louis por outro lado parecia tão calmo, seu rosto era tranquilo o que também tranquilizou Johhana que não questionou o comportamento da garota.
O Tomlinson mais novo continuava a acariciar o grelinho de Harry, ela escorria lubrificação por debaixo de mesa e era tão tão molhada que Louis queria poder lambe-la.
— Aqui Harry, espero que goste querida. — Mark entregou o prato onde continha do doce que ela havia pedido.
Ela agradeceu baixinho, quase nem expondo sua voz com medo de que gemesse sem querer.
Louis desceu seus dedos, agora eles acariciavam a entrada da bucetinha da menina, ele podia ver pelas reações do corpo dela o quão nervosa estava.
Com sua mão livre comia do doce que sua mãe havia lhe dado, saboreava tão lentamente que parecia que não estava fazendo nada de tão pecaminoso por debaixo da mesa.
Quando Harry levou a colher até a boca Louis inesperadamente enfiou seu dedo na bucetinha apertada. Era tão ridiculamente apertada que parecia que Louis nem mesmo havia usado tantas vezes.
— H-hmf — a de cachos deixou escapar sem querer e arregalou os olhos quando a mãe de Louis lhe encarou.
— Tudo bem meu anjo? — foi Louis quem perguntou enquanto ainda metia seu dedo nela.
A menina o queimou com os olhos antes de sussurar — S-sim, o doce está o-ótimo afinal Johhana.
— Obrigada querida. — ela respondeu desconfiada do comportamento da garota.
Por outro lado Harry queria tirar todas suas roupas e deitar sobre a mesa, deixar que Louis usasse de seu corpinho, deixar que ele a fizesse gozar tantas vezes que a bucetinha dela pudesse até mesmo arder.
No entanto tudo o que podia fazer era rebolar disfarçadamente sobre o dedo médio do namorado. Esse que percebeu que Harry queria mais e a ajudou enfiando mais um dedo.
Ela tremeu sobre a cadeira, quietamente, seus dentes apertavam tanto seus lábios que ela achou que sangrariam. Ela comia o doce agora com rapidez pra que pudesse subir ao quarto de Louis.
— P-papai, por favor preciso s-subir com você — ela sussurrou tão perto da orelha de Louis que ele arrepiou — come s-seu doce rápido.
Louis no mesmo instante, comeu somente mais duas colheradas do doce de sua mãe e empurrou o pratinho sobre a mesa.
— Mãe, pai, vou subir com Harry ela não está muito bem — ele disse aos pais e surrou ainda mais o pontinho dela — Acho que é o nervosismo por conhecer vocês, depois descemos tudo bem?
Os pais de Louis concordaram rapidamente e desejaram melhoras a Harry. A garota agora sentia o melzinho escorrer por sua bocetinha toda conforme se levantava da cadeira da cozinha, já se sentindo tão vazia sem os dedos de Louis dentro de si.
Tomlinson se agarrou atrás da menina novamente colando seu caralho duro na bunda dela. Eles subiam tão rápido os degraus que parecia mesmo que a menina passava mal.
Assim que Louis fechou a porta do quarto ele preensou a menina na porta, seus dedos apertaram o pescoço dela tão forte que impossibilitava até mesmo a respiração.
No entanto no rosto de Harry um sorriso sacana dançava sobre seus lábios e seus olhos tinham um brilho tão prazeroso.
— Você é mesmo uma putinha não é, meu anjo? Não passa de uma vadia exibicionista que adora ter meus dedos dentro de você a toda hora — sua outra mão agora se apossava da boca de Harry.
Ele soltou o pescoço dela e segurou nos cachos, a trazendo até a cama de casal. Louis a usava como uma boneca, tanto que a jogou sobre a cama como se fosse uma pena.
Ele a virou com a bunda redonda pra cima, o tecido fino da saia subia sobre a pele avantajada deixando-a quase toda a mostra. O de olhos azuis subiu sobre as pernas dela ficando com o caralho apertado sobre as coxas dela.
Ele passeava com as mãos na pele lisa e macia, onde bem entendia, ele conhecia todo o corpo dela, era como se tivesse um mapa em sua cabeça dizendo exatamente onde colocar as mãos.
Harry gemia baixinho na cama arrebitando sua bunda com a intenção de que Louis apertasse ainda mais. Ele a conhecia pra saber a putinha que tinha. Seus dedos foram pro meio das coxas sentindo-as molhada.
— Você é meu presentinho sabia Harry? — ele abaixou seu rosto e beijou as costas da menina, repleta de pintinhas — O meu melhor presente de aniversário, só eu posso te ter assim, totalmente submissa e desesperada debaixo de mim, implorando pelo meu pau te comendo, não é?
A menina só sabia gemer, de sua garganta somente gritos saíam, suas mãos agarravam os lençóis da cama de Louis como se pudesse descontar ali a vontade que tinha.
Sem esperar mais Louis levou seus dedos novamente a entrada da bucetinha da menina, eles entraram em uma facilidade tão grande que Louis quis afundar seu pau ali.
Ela gemia tão alto e tão desesperada que Louis tinha seus olhos brilhando, mas a parte consciente da sua cabeça dizia que seus pais podiam escutar os gritos dela.
Por isso Louis levou suas mãos até os cabelos da nuca dela, apertaram tão forte que ele levantou a cabeça dela do travesseiro.
Ainda com seus dedos trabalhando dentro dela ele lentamente se abaixou até que sua boca estivesse na altura da orelha dela sussurrando baixo: — Minha menina eu sei que você é exibicionista e gosta que todos saibam que eu sou seu dono, mas cala a porra dessa sua boquinha linda porque eu acho que você não quer que meus pais venham interromper nossa brincadeira, quer?
A menina tinha os olhos chorosos enquanto seus dentes prendiam os lábios gordinhos por entre eles.
— Eu te fiz uma pergunta meu anjo, acho melhor me responder. — como se tivesse esperando a resposta ele parou com os movimentos dos dedos.
— N-não Lou, não quero que eles nos interrompam, prometo g-gemer mais b-baixo.
Louis a beijou no nariz e voltou a empurrar seus dedos, exatamente no pontinho onde ela tremia as pernas. Como havia prometido ela tampou a propria boca afim de não deixar nenhum som sair.
Louis com a mão livre soltou a braguilha de sua calça deixando finalmente seu pau livre, estava tão vermelho e molhado. A menina não demorou a levar a mão até o cacete dele o apertando por entre os dedos.
As luzes de natal que estavam penduradas na janela do quarto de Louis faziam Harry ficar ainda mais linda, seus olhos eram tão verdes e seu corpo todo brilhava pelo suor.
A menina se contorcia na cama conforme Louis abusava de seu pontinho, era um trabalho e tanto pra ela manter os gemidos só pra si. As unhas pintadas de vermelho foram até a nuca de Louis o puxando contra si.
Ela encostou a boca na orelha dele e começou a gemer baixinho com pequenos pedidos de "por favor" ela nem sabia pelo o que pedia, mas Louis entendia exatamente o que ela queria.
No mesmo instante começou a chacoalhar os dedos dentro da menina, era a maneira certeira de fazê-la tremer.
Os dedos de Harry que estavam em volta de seu pau o apertaram no mesmo instante em que ela deixou o orgasmo tomar conta de seu corpo. As pernas tremiam e a cabeça caiu sobre os lençóis brancos de Louis.
— Isso meu anjo, fica toda molinha pra mim — ele sussurrava perto da orelha dela — Fica bem molinha pra eu poder comer sua bucetinha com meu pau agora.
Os dedos de Louis sairam em um plop molhado da buceta de Harry, ela sentiu os olhos marejarem quando pode sentir a sensação vazia que se instalou em sua bucetinha. E Louis viu.
— Calma minha menina, eu sei que você gosta de estar sempre cheia, seja com meu pau ou com os meus dedos, eu já vou te dar o que você quer. — ele novamente a tratou como uma boneca.
Segurou na cintura da menina e a virou na cama, deixando-a com a barriga pra cima. A bucetinha dela estava vermelinha e toda molhada pela baba que ela expelia.
Os olhos dela já estavam sujos de preto pelo rímel que ela havia passado, assim como todo o corpo estava suado.
Louis não aguentou não lamber toda a bocetinha dela, não quando ela parecia tão gostosa. Ele esfregou a língua no clitóris sensível o que fez a cacheada tremer, seus lábios sugaram também o grelinho pra dentro de sua boca.
Ele deixava a bucetinha dela ainda mais molhada, era uma bagunça gostosa de saliva. Seu dedo médio novamente se voltou pra entradinha dela quando Louis começou a esfregar seu cacete no lençol.
Era uma fricção tão absurdamente gostosa que o fazia chupar com mais afinco a boceta da namorada. Ela mantinha dois dedos na boca afim de não deixar nenhum som sair dali.
Louis tinha vontade de sorrir e fotografá-la por ser tão extremamente submissa dessa maneira. Ele havia pedido pra que ela não gemesse e ela como uma cadelinha submissa o obedecia.
— Você é minha cadelinha submissa sabia? — ele levantou seus olhos pro rosto dela, essa que nem fazia questão de abrir os olhos — Estou falando com você, acho bom abrir esses olhos e me escutar direito.
Ela sorriu fraco e abriu os olhos na direção de Louis, eram tão brilhosos e submissos, eram tão bonitos. Louis sentia o formigamento no pé de sua barriga por isso aumentou a velocidade de seus dedos, se ele viria, Harry iria vir primeiro.
A lubrificação da menina ficou mais abundante e os gemidos abafados se tornaram mais desesperados, Louis soube que ela estava vindo de novo por isso voltou sua boca a bocetinha dela lhe ajudando.
Ela tremeu e gozou novamente sobre o lençol, Louis no entanto empurrou seu pau mais duas vezes na cama e antes que pudesse se derramar foi rápido em se levantar e colocar a cabecinha vermelha de seu pau na bocetinha dela.
A porra branca escorreu sobre a buceta vermelha, a deixando ainda mais molhada e babada. Era tão bonito que Louis ficava encantado.
O pau de Louis estava duro, como se não tivesse expelido toda a porra. Por esse motivo Tomlinson tampou a boca da menina com a palma de sua mão e sem mais nem menos meteu seu pau na bucetinha dela.
— P-papai! — ela gemeu abafado contra a mão de Louis fazendo este sorrir sacana.
— Isso amor, seu papai.
Ele se abaixou e começou a chupar o peitinho bonito dela, era tão gostoso ter ele em sua língua. Mais gostoso ainda era poder o chupar até deixar a marquinha roxa que ele frequentemente deixava.
A menina tremia sobre a cama, o pau de Louis era tão gostoso surrando seu pontinho G a cada vez que entrava nas paredes apertadas dela.
Louis nunca se cansaria da sensação molhada e quente que a namorada tinha, era tão gostosa que ele viveria com o pau dentro dela, era tão gostoso.
Seus movimentos eram brutos e fortes, faziam barulho pelo quarto, junto dos gemidos abafados de Harry, ele sabia que provavelmente seus pais escutariam mas não se importava com isso, pelo menos não agora que tinha seu cacete comendo Harry.
— Você é minha boneca sabia? Só minha Harry — ele olhava tão intensamente nos olhos verdes da menina que eles lacrimejavam. — Fala pra mim meu anjo, de quem você é?
Harry estava lenta, seu raciocínio estava lento, todo seu corpo estava.
— S-sou sua boneca papai Louis, somente sua p-pra você usar e a-abusar quando quiser.
Louis aumentou as estocadas no mesmo instante em que levou sua mão até o grelinho duro da menina. Ela iria gozar mais uma vez junto com Louis.
— Boa garota meu amor! — o elogio soava como música pros ouvidos dela.
Ela adorava que a elogiassem, principalmente com aqueles em que ela parecia um mero objeto.
Louis começou a deixar estocadas certeiras na bucetinha dela, estimulava o grelinho com mais rapidez fazendo-a prender a entrada da boceta e causar arrepio nos dois.
Ele sabia que ela viria logo. Continuou a meter nela e estimulando o grelinho ele voltou a chupar os peitinhos já vermelhos.
Em um instante Harry prendeu a respiração e tremeu a perna, logo em seguida Louis pode sentir o líquido sair em abundância da bucetinha de Harry expulsando até mesmo seu pau de lá de dentro. Estava esguichando como rotineiramente fazia.
— L-lou! — ela sibilou com os olhos lacrimejando.
Louis olhava a cena completamente orgulhoso, seus olhos brilhavam e sua mão não deixava de trabalhar em seu pau o estimulando.
Ele logo veio, dessa vez se desmanchando sobre o peitinho de Harry a deixando toda suja.
Demorou alguns minutos pra que os dois voltassem a consciência e pudessem respirar de forma regulada.
— Feliz aniversário Lou, amo você — Harry sussurrou baixinho ao namorado.
— Também amo você, minha menina!.
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Harry acordou com a leve queimação que sentia no pé da barriga, a rotineira sensação de orgasmo de espalhava por seu corpo e ela nem mesmo havia aberto os olhos ainda.
Podia sentir a respiração de Louis atrás de si, assim como também podia sentir sua bucetinha sendo usada, estava tão quentinha e molhada.
Ela levou sua mão até sua boceta esfregando o dedo médio e o anelar em seu grelinho, estimulando seu corpinho ainda mais pra que seu orgasmo fosse mais intenso.
Sentiu Louis morder seu ombro e logo em seguida a porra quentinha escorrer dentro de si, ela podia sentir o pau dele pulsando absurdamente dentro de sua bocetinha enquanto recebia toda a porra quietinha.
Assim que ele terminou de jorrar toda a porra, retirou seu pau devagar enfiando seu dedo indicador novamente na bucetinha dela.
— Papai quer que você guarde esse presente de natal aí, pode ser? Você disse ontem que era minha bonequinha e que eu podia te usar quando quisesse e eu usei, agora quero que guarde meu presentinho, pode ser?
— T-tudo bem papai, vou ficar cheinha de você.
Ela lambeu a ponta de seus próprios dedos. Louis tirou o dedo de dentro dela a fazendo prender a entrada da boceta pra que nada que estivesse ali saísse.
Louis a virou e a beijou na ponta do nariz, na testa e deixou um último na boca.
— Você me deu um presente de aniversário ontem e hoje eu tô te dando o seu de Natal. — ele sussurrou com os lábios raspando com os da menina — Inclusive Feliz Natal, minha menina.
— Feliz Natal Lou e obrigada pelo presente, você é um ótimo papai.
Ela fechou os olhos quando Louis a puxou pra deitar em seu abraço quente e caloroso, afinal ainda eram sete e meia da manhã.