Mundos que as IAs apagam - resenha do artigo de Nina da Hora
A gente vê a tecnologia ocupar todos os espaços, mas a pergunta que eu me faço é: quem está alimentando o sentido desses espaços? Se nós, que acreditamos na educação e nas artes como caminhos para a justiça social, recuarmos por medo ou por achar a tecnologia complexa demais, a gente deixa o campo livre. E aí, nossos alunos e o público vão consumir apenas o que o algoritmo de entretenimento…











