CARMEM
Este relato que você vai ler a seguir é verídico e por este motivo os nomes serão preservados para evitar futuros processos até porque sou casado e quero evitar constrangimentos desnecessários. As fotos são fictícias porem é o mesmo biotipo.
Carmen é minha ex sogra, e este fato aconteceu a vários anos atrás quando tive minha segunda namorada, logo após pedir baixa do exército a uns 22 anos atrás.
Na época Carmem era uma coroa enxuta de seus 42 anos, corpo cuidado apesar de não fazer academia, cabelos ondulados curtos até o ombro tipo chanel, olhos castanhos, seios firmes apesar da idade, coxas firmes, bumbum firme, seios fartos, e cintura normal, nem fina e nem fora do peso.
Todos os fatos foram se sucedendo pouco a pouco depois que seu marido (meu ex sogro) voltara a beber e gastar com máquinas caça níquel. Seguidamente quando eu ia lá percebia que a coisa não estava indo muito bem. Seguido dava discussões e eu aproveitava para levar minha namoradinha para a casa de meus pais para transar a vontade com ela, a propósito, o nome da namoradinha que eu tinha era Mariana.
Quando isso acontecia eu a levava la em casa e era delicioso. Ela não tinha pudores e eu podia foder ela do jeito que eu queria. Começava mamando sua vagina e pedia para ela abrir bem as pernas para mim linguar bem gostoso. Intercalava as liguadas com seus peitos fartos e com seu cuzinho. Pedi para ela tomar aquelas injeções anticoncepcionais para poder ejacular dentro dela sempre que quisesse.
Socava fundo na sua vagina, sempre com um dedo dentro do cuzinho enquanto mamava seus peitos, ela ficava bem molhada e gemia baixinho no meu ouvido para meus pais não escutarem, e gozava gostoso no meu pau, e como gozava. Umedecia os meus lençóis e deixávamos molhados dos nossos gozos misturados. Mas era uma delicia.
Quando eu penetrava no seu cuzinho ela ficava de quatro com a bundinha bem empinada para sentir minhas bolas batendo na vagina dela e pedia para socar forte, pois a deixava bem excitada. Sempre para finalizar ela pedia para gozar dentro sendo do seu cuzinho ou da sua vagina para depois ficar de pé e sentir escorrer o esperma, então pegava com a mão e espalhava pela sua vagina e cuzinho deixando bem melado, passando a mão como se masturbasse e pedia para mim mamar seus peitos e penetrá-la por alguns minutos, então depois prosseguia se masturbando e pedia para mim continuar a mamar seus peitos. Quando ia gozar pedia para mim penetrá-la enquanto ela massageava seu clitóris e pedia para mim segurar seus tornozelos com as pernas altas, então gozava deliciosamente, onde eu na maioria das vezes acabava gozando também.
Porém os dias iam passando e eu percebia que tinha algo errado. Certa vez eu esperando por ela em sua casa, vejo o olhar triste de Carmem e pergunto o que foi. Ela resiste em me responder, então insisto em saber o que tinha acontecido. Ela disse com lagrimas nos olhos que seu marido tinha gasto parte do dinheiro de seu salário nas máquinas caça níquel e que não tinha o suficiente para pagar o aluguel e a luz daquele mês, e por isso estava se separando dele.
Prontamente peguei meu talão de cheques e dei uma folha assinada em branco e disse que era para quitar essas contas que faltavam e depois quando ela pudesse, sem pressa ia me pagando aos poucos. Ela foi resistente mas aceitou. Então aos poucos naquele dia a paz foi voltando naquela casa e minhas idéias eróticas aflorando…
Naquele mesmo mês minha namoradinha iria fazer vestibular e então eu a levei até o campus da universidade, e na volta iria ajudar sua mãe a fazer compras no mercado. Então fizemos as compras e eu comprei duas garrafas de vinho e fomos para casa para eu ajudar ela a carregar as compras.
Chegando lá posicionamos as compras e eu abri a garrafa de vinho, pois era onze da manhã e até Mariana chegar do vestibular ia longe. Almoçamos e depois do almoço começamos a bebericar e eu sempre que podia ia colocando minha bebida na taça dela fazendo ela beber mais do que eu. Então o vinho começou a pegar e ela a confessar seus segredos, suas carências e acabamos nos beijando. De inicio ela ficou com medo dizia que era errado, então confidenciei a ela que sabia de uma suposta traição de Mariana e não falaria nada do que aconteceria a ninguém.
Então ela ainda resistente tomamos mais um pouco de vinho e então ela cedeu, dizendo que ela estava carente e precisando de “carinho de homem”. Nos beijamos muito e comecei a despir aquela coroa maravilhosa. Passando a língua devagar em seu corpo, demorando em seu seios fartos e na sua vagina pulsando de tesão. Mamei aquela buceta gostosa com muito empenho sugando todo liquido que saia dela. Pedi para que abrisse as pernas e penetrei nela gostoso. Estava com muito tesão, entre gemidos ela balbuciava que aquilo era uma loucura, depois mandava eu socar mais forte, depois dizia que estava louca de tesão, dizia que eramos loucos e assim foi até ela gozar no meu pau. Tal mãe, tal filha. Duas gostosas na cama. Coloquei ela de quatro e mamei aquela bucetinha gostosa e depois de um tempo pedi para ela mamar meu pau, disse que fazia tempo que não fazia mais mas mamou deliciosamente.
Mamou gostoso, melhor que a filha, e sem avisar ejaculei dentro da boca dela, que imediatamente engolia todo o esperma. Mesmo meu pau meio mole e meio duro, depois de ter gozado continuou mamando até ele se revigorar e pediu para sentar, onde rebolou deliciosamente. Sentou gostoso e gozou em meu colo, senti sua vagina pulsar. Com aquilo fiquei mais excitado e disse que iria gozar em breve, então pedi para gozar dentro do seu cuzinho que prontamente atendeu ficando de quatro e com as mãos abrindo as nádegas. Disse para ir com cuidado pois fazia tempo que não era penetrada ali.
Então com o gozo da sua vagina eu lubrifiquei seu cuzinho e a penetrei devagar, estocando com cuidado. Assim que senti minhas bolas encostar em sua vagina comecei a bombar devagar, aumentando a velocidade de forma gradativa e vigorosa.
Quanto estava prestes a gozar avisei que iria socar com força, então ela disse goza em mim que eu aguento, então soquei com força segurando uma mão nos cabelos dela e uma mão em sua anca puxando ela com tudo e gozando muito gostoso dentro daquele cuzinho.
Fomos tomar banho pois já eram quatro horas e arriscamos mais uma rapidinha debaixo do chuveiro. Entramos no carro e fomos buscar Mariana pois aquela altura estava quase saindo do vestibular. Chegamos ao campus e estacionei o carro em um local mais afastado. Começamos a nos beijar e quando bateu cinco e quinze da tarde abriram se as portas para os vestibulandos saírem. Mariana veio até o carro então nos beijamos e sua mãe foi para o banco de trás. Fomos de volta para sua casa e ela contou sobre o vestibular e como foram as provas e todas aquelas baboseiras,
Na hora de dormir, me deu um tesão então bolinei Mariana que aos poucos ficou molhadinha, então a penetrei e transamos, até ela gozar. Então ela estava cansada e queria dormir. Me levantei e disse que iria assistir tv na sala pois estava sem sono e fui direto pro quarto da sua mãe. Me deitei na cama e ela se virou sussurrando que eu era louco.
Levantei parte da camisola e coloquei a calcinha dela de lado e a penetrei. Ela abriu mais as pernas e eu sussurrei no seu ouvido: - Acabei de comer a sua filha e agora quero comer você! Senti sua vagina ficar mais molhada e disse: - Coloquei meu pau melado do gozo da bucetinha da sua filha dentro de você! Então ela pega com as mãos nas minhas nádegas e me empurra para dentro dela com força e diz baixinho: - Então me come seu cachorro ordinário! Goza dentro de mim o que você não gozou nela! Com Mariana ferrada no sono transamos até altas horas da madrugada onde fui voltar para a cama da sua filha quase cinco da manhã. E sempre que podíamos eu e Carmem transávamos, mesmo depois de eu ter me separado de Mariana.









