Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
â Live Streamingâ Interactive Chatâ Private Showsâ HD Qualityâ Free Actions
Free to watch âą No registration required âą HD streaming
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
â Live Streamingâ Interactive Chatâ Private Showsâ HD Qualityâ Free Actions
Free to watch âą No registration required âą HD streaming
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
â Live Streamingâ Interactive Chatâ Private Showsâ HD Qualityâ Free Actions
Free to watch âą No registration required âą HD streaming
[đ] pensando de novo no jaemin!cuckhold e o jeno. onde vocĂȘ mama o jeno enquanto o jaemin assiste e quando o lee goza na sua boca vocĂȘ nĂŁo engole e vai correndo pra cuspir na boca do jaemin...
[đ„] PREMISE: â Ao fugir de mais uma de suas obrigaçÔes, vocĂȘ se encontrava fazendo a escolha nada inteligente que qualquer pessoa faria Ă certa idade: ir em uma festa. Sem companhia, dando a cara a tapa. NĂŁo esperando um Ășnico rosto conhecido... Por exceção de um, e vocĂȘ nĂŁo estava certa se isso era algo positivo ou nĂŁo. â
[â ïž] FOREWARNINGS: 18+, smut, um toque de dry humping, provocação, leitora tĂmida, menção a drogas, uso de ĂĄlcool, consensual, preliminares, um pouco de negação de orgasmo, sem vĂnculo definido.
âââââ ă €VocĂȘ havia dito a si mesma para nĂŁo vir Ă quela festa, por que, por acaso, iria sair da sua cama quentinha e vir em um local tĂŁo barulhento e questionĂĄvel dessa forma? VocĂȘ nĂŁo sabia, mas tinha em mente que talvez, por uma vez sĂł, nĂŁo seria tĂŁo ruim distrair a sua mente de divagar em lugares que vocĂȘ nĂŁo gostaria. Seria um divertimento ocasional, uma noite para se passar e esquecer dos problemas da vida adulta.
âââââ ă €Era o que vocĂȘ esperava de uma festa universitĂĄria, o cheiro de fumaça â de cigarro, maconha e qualquer outra coisa que vocĂȘ preferia nĂŁo identificar, a forte presença de ĂĄlcool em qualquer cĂŽmodo que vocĂȘ passava, era um tanto quanto viciante e enjoativo ao mesmo tempo.
âââââ ă €A noite passava devagar, o relĂłgio relembrava-a a cada segundo, vocĂȘ se encontrava indo de cĂŽmodo em cĂŽmodo, haveria ao menos uma alma que vocĂȘ conhecia aqui? Claro, era grande parte da sua universidade aqui, diferentes cursos â por mais difĂcil que fosse, vocĂȘ nunca entendeu por quĂȘ havia a separação de cursos em festas. Diferente das festas temĂĄticas organizadas por cada curso, aquela parecia apenas um amontoado de universitĂĄrios tentando esquecer as prĂłprias responsabilidades por algumas horas como vocĂȘ.
âââââ ă €Ao navegar aquele lugar enorme, estava mais para um salĂŁo, do que uma grande casa, a mĂșsica ecoava pelo lugar, e vocĂȘ havia pegado um copo de bebida, ainda estava afim de manter-se consciente de si â como assim pensava, talvez ficar um pouco boba, mas o suficiente para cuidar de si mesma.
âââââ ă €JĂĄ havia trombado em alguns bĂȘbados pelo chĂŁo, rostos que reconhecia com uma infelicidade iminente. Outras vozes que pareciam familiares demais para passarem despercebidas.
âââââ ă €Relaxou sob as grades, o olhar pairando no horizonte, pequenos postes amarelos acompanhavam seu olhar.
âââââ ă €NĂŁo podia parar de pensar, nem devia ter vindo. VocĂȘ nĂŁo tinha encontrado rostos agradĂĄveis jĂĄ, e agora, decidiu ir para o terraço parecer uma solitĂĄria? Se todo esse combo nĂŁo fosse o suficiente para sua noite, a porta se abriria num som arranhado que fez seu corpo dar um pulinho.
âââââ ă €NĂŁo encontrou palavras para respondĂȘ-lo, como o faria? Ali estava a prĂłpria personificação de carisma. Qualquer evento que precisasse de um apresentador, vocĂȘ ouviria essa voz hĂĄ metros de distĂąncia, â sempre encantando o pĂșblico. Era de se perguntar, como poderia esse mesmo timbre soar quase.. Doce, mas nĂŁo tĂŁo prĂłximo?
âââââ ă €âCansada do barulho?â, ele perguntou, a cabeça curvando levemente na sua direção, fazendo leves fios escuros caĂrem sobre seus olhos, como se ele precisasse preencher o seu silĂȘncio por diversos segundos.Â
âââââ ă €âUhm.. Ă.â foi o que vocĂȘ conseguiu soltar, se questionava onde estava sua habilidade de conversação. NĂŁo era possĂvel, nĂŁo iria ficar intimidada ou cair na do prĂncipe carisma daquele buraco de faculdade⊠Ou iria?
âââââ ă €âNĂŁo pensava que isso faria seu estilo.â Ele disse, a porta se fechando em um ruĂdo, se escorando na grade ao seu lado, os braços descansando sobre o metal frio. A ponta da mĂŁo dedilhando metal, num ritmo semelhante a batida da mĂșsica, nenhum copo em sua mĂŁo, nada, o que era incomum para um perfil de festa.
âââââ ă €âCada um tem sua primeira vez pra testar.â, vocĂȘ soltou sem pensar em formular, levando o copo aos seus lĂĄbios, o gosto doce e artificial vindo, junto da inesquecĂvel queimação de ĂĄlcool.Â
âââââ ă €âE entĂŁo?â, os olhos escuros como a noite se encontraram com os seus, que, sequer havia percebido estar navegando sobre as feiçÔes do homem. Seu coração palpitou, qual era o problema? VocĂȘ nĂŁo sabia.
âââââ ă €De repente, sentiu-se inquieta, seus pensamentos pareciam um pouco mais lentos para como vocĂȘ parecia agitada, o efeito parecia ser mental. NĂŁo, com certeza era aquela bebida misteriosa de morango que tinha pegado.Â
âââââ ă €Numa tentativa desesperada, deu mais um grande gole, a garganta formando uma bola que nĂŁo passou despercebido pelo homem ao seu lado.Â
ă €âĂ vodka com morango?â, a voz calma soou de novo, talvez aquele fosse o timbre natural do moreno quando nĂŁo estava esgotando seus pulmĂ”es para uma sala inteira.
ă €âEu peguei de um cara lĂĄ que âtava misturandoâ, disse simplista. As sobrancelhas do homem se ergueram.
ă €âVocĂȘ nem sabe o que âtĂĄ aĂ?â, pareceu curioso. Numa ação impensada, estendeu o copo Ă ele, que tranquilamente o segurou, os dedos encostando levemente, quentes e estranhamente macios. NĂŁo pode deixar de reparar na estrutura daquela mĂŁo, dedos longos e esguios.
ă €âNĂŁo.â os olhos dele correram pelo copo, inspecionando em volta por uns segundos, ele trocou um olhar com vocĂȘ, antes de pousar os lĂĄbios carnudos sobre o copo, e de repente vocĂȘ ficou consciente que a sua prĂłpria estava ali antes.
㠀A boca dele se fechou um gole generoso, a garganta se movendo junto ao seu pomo de adão, a cara se contorcendo por uns segundos, antes de fazer sua reclamação.
ă €ââTĂĄ fazendo o papel entĂŁo.â foi simplista, e ele estava certo, a forma que seu rosto parecia descuidado dizia qualquer resposta que pudesse ter, nĂŁo totalmente bĂȘbada â mas sem ser uma pilha de nervos naturalmente.
ă €Se perguntava desde quando ele parecia tĂŁo prĂłximo, jurava que poderia contar quantos cĂlios ele possuĂa se nĂŁo estivesse tĂŁo vidrada na tonalidade rosada dos lĂĄbios estreitos.Â
ă €A mĂŁo lĂąnguida encontrava ao seu rosto, um toque gentil em contraste ao sorriso estampado Ă sua frente, as dobras dos dedos levando os fios de cabelo atrĂĄs da sua orelha com delicadeza, despejando um carinho no seu lĂłbulo, que imediatamente fez seus olhos se comprimirem. Quebrou o contato visual que jĂĄ nĂŁo era capaz de manter segundos atrĂĄs, distraĂda o suficiente com o formato de arco de cupido do homem.Â
ă €âMe diz⊠O que tem de interessante no meu rosto para vocĂȘ olhar tanto?â, a voz dele saiu baixa, um pouco grave, um novo timbre aos seus ouvidos. O carinho no seu lĂłbulo se manteve por mais um tempo.
ă €âNada! Ă sĂł queâŠâ as palavras se perderam, coitada, exclamou com uma falsa convicção que sequer formulou uma desculpa. E claro, nada mais foi dito ao sentir as pontas dedilharem abaixo da sua orelha, descendo ao seu pescoço â tinha certeza absoluta que ele podia sentir o quĂŁo rĂĄpido seu coração batia.
ă €âĂ sĂł queâŠ?â, repetiu, como se te encorajasse, levando os dedos pĂĄlidos por onde pulsava seu coração, arrancando um suspiro pesado dos seus lĂĄbios.
ă €VocĂȘ deixou ele continuar suas investidas, nĂŁo o parou, e esse foi o sinal verde que o homem precisava. A mĂŁo quentinha se posicionou a parte lateral do seu pescoço, envolvendo-o, o trazendo para perto, vocĂȘ quase perdeu seu balanço, os lĂĄbios pousaram sobre a sua orelha, respirando profundamente ali, vocĂȘ tremeu â um arrepio levantando cada fiozinho do seu cabelo, fazendo seus cĂlios se moverem fechados.Â
ă €âEu⊠A-ah...â Sussurrou, a voz fraca enquanto suas sobrancelhas franziam com o toque em seu pescoço, a lĂngua quente passava no local onde havia beijado, sugando levemente em seguida, arrancando um barulho nada digno de vocĂȘ â esqueceu de se esforçar como tentava anteriormente.
ă €âVocĂȘ nĂŁo vai me parar?â. Perguntou, os olhos curiosos cheio de desejo voltados em vocĂȘ, podia sentir queimar, mesmo que estivesse de olhos fechados.Â
㠀à óbvio que nĂŁo queria, sua mente estava tĂŁo nublada. Ficava difĂcil pensar com as carĂcias que o homem provia Ă vocĂȘ, sua boca se partiu em um sussurro, um sonzinho que negava que ele cessasse o toque.
ă €A mĂŁo comprida desceu da sua cintura para sua bunda, trazendo um punhado da carne entre seus dedos, apertando-a de maneira gostosinha, vocĂȘ arfou na mesma hora. Os lĂĄbios carnudos ainda estavam rendidos ao seu pescoço, provando mais da parte que vocĂȘ expĂŽs a ele. Suas perninhas se fecharam, outro som tĂmido dos seus lĂĄbios, o copo quase caia esquecido em uma das suas mĂŁos.
ă €âNĂŁo para?â a voz foi quente no seu pescoço, trazendo mais arrepios, um som deleitoso saiu dos lĂĄbios do homem, como se aprovasse o seu tom doce.Â
ă €NĂŁo demorou muito para que ele erguesse a cabeça e colasse o rosto no seu, te levando para um beijo cheio de vontade, os lĂĄbios dele â jĂĄ molhados e inchados â conheciam finalmente os seus, a lĂngua impaciente se esgueirando na sua, fazendo vocĂȘ ficar toda amuada.Â
ă €Sua mĂŁo encontrou o pescoço dele, se apoiando, suas costas batendo levemente na grade com o homem te pressionando, os lĂĄbios se tornaram mais famintos, mordiscando a parte interior da sua, logo chupando em seguida. VocĂȘ abriu a boquinha em outro suspirar pesado, as pernas jĂĄ estavam fechadas, que chamou atenção ao homem lhe tocando.
ă €Ele sorriu contra os seus lĂĄbios, droga, nĂŁo tinha onde se esconder.
ă €âTĂĄ molhadinha, princesa?â murmurou contra a sua boca, recebendo um som baixinho de negação por sua parte. O apelido trouxe algo estranho na parte inferior do abdĂŽmen. âĂ? Se eu te tocar aĂ embaixo, tem certeza que nĂŁo vai estar?â acrescentou, murmurando numa voz mais grave.
ă €VocĂȘ fez uma carinha de negação de novo, estava tĂŁo envergonhada de estar tĂŁo Ășmida aĂ embaixo, somente com uns beijos e toques. Suas pernas se fecharam o mĂĄximo que jĂĄ estavam antes, como se quisesse esconder-se. Os olhinhos encontravam os dele, suas sobrancelhas franzidas para baixo e os lĂĄbios partidos.
ă €Mesmo com toda aquela cerimĂŽnia, nĂŁo previu todas as tĂĄticas daquele homem, um gemidinho arrastado saiu inesperado quando ele forçou suas pernas Ă se abrirem com seu joelho, os dedos ainda enterrados na fartura da sua bunda, acariciando. Fraca, vocĂȘ sĂł registrou o som de algo caindo.
ă €Aquele maldito copo de gin com ice.
ă €O som pareceu quase tirar vocĂȘs de transe, o lĂquido esparramado no chĂŁo, molhando levemente sua mĂŁo e as calças. Bom, agora elas estavam livres para ir ao pescoço do homem, que foram tĂŁo desesperadas que o moreno sorriu contra seus lĂĄbios, mordiscando-os novamente.
ă €A mĂŁo que envolvia seu pescoço num chamego gostoso, desceu para sua cintura, pressionando mais o joelho dele por entre suas pernas, um gemidinho manhoso escapou sentindo seu botĂŁozinho ser estimulado por entre camadas de tecido.Â
ă €VocĂȘ nĂŁo se contentou, quando havia notado, estava se esfregando timidamente na coxa dele, querendo mais da fricção, do contato, rendida pela sensação gostosa que aquele homem de rosto atraente te trazia.
ă €Ele afastou a coxa brevemente, trazendo um barulho de desaprovação seu, os lĂĄbios carnudos sussurrando de uma forma sensual que arrancou outro arrepio pela sua parte.Â
ă €Dois dedos ĂĄgeis massagearam sua perolazinha e seus olhos se fecharam, um biquinho junto de um gemido doce, a cintura se impulsionando na direção da mĂŁo, enquanto ele deixava um beijo molhado, marcando sua boca toda, sentindo o gosto de gin com ice. VocĂȘ estava fraca, aqueles olhos tĂŁo intensos direcionado a vocĂȘ, o sorrisinho maldito que acompanhava apĂłs o beijo, a forma que os fios de cabelo enfeitavam o rosto dele.Â
ă €A mĂŁo dele subiu, dois dedos se partindo, Ășmidos com seu melzinho, fazendo um fio ao parti-los, mostrando a evidĂȘncia em sua frente, era inegĂĄvel.
ă €Seu rosto queimou tanto.
ă €âHm, eu âtava certo, nĂŁo âtava?â, comentou, a voz arrastada, melĂłdica, cheia de vitĂłria.Â
ă €Sua respiração trouxe um arrepio para ele, a calça jĂĄ estava desconfortĂĄvel Ă um tempo, vocĂȘ despejou um beijo Ă pele quente, que trouxe um arfar dele, ainda tĂmida demais para fazer mais que isso.
ă €âQuer mais? Hm?â perguntou, e vocĂȘ balançou a cabeça tĂŁo rĂĄpido que tanto se envergonhou, quanto quase ficou tonta. Ele estalou a lĂngua, nĂŁo satisfeito com o movimento. âFala direitinho, princesa.â sibilou, trazendo um barulho desesperado dos seus lĂĄbios.
ă €âPor favorâŠâ sussurrou, envergonhada, as pernas tentando se esfregar devagarinho para aliviar.
ă €VocĂȘ jurou sentir o sorrisinho estreito agora conhecido nos lĂĄbios do homem.
ă €âPor favor, o quĂȘ?â arrastou, e o que jĂĄ estava quente, pareceu o prĂłprio inferno. âSe sua boquinha consegue falar, por que nĂŁo me diz o que precisa?â
ă €Esse homem estava te deixando louca, jĂĄ podia se sentir mais que burra por isso.
ă €âM-me.. toca..â disse em um fiozinho, as mĂŁos puxando o pescoço dele, a boquinha deixando outro beijinho molhado tentando convencer.
ă €O homem te inclinou na sacada, a mĂŁo retornando aonde queria estar, centĂmetros da sua parte que implorava por toque.
ă €Sua frase se desmanchou em um gemido longo e erĂłtico, os dedos esguios fazendo jus, adentrando vocĂȘ e curvando de uma forma de gancho, fazendo seus olhinhos revirarem. Um chorinho seguiu, as pernas tremendo como se nĂŁo aguentassem tamanha intensidade do toque.Â
ă €O homem te surpreendeu, adicionando mais um dedo, vocĂȘ perdeu o ar, as pernas se esfregando enquanto ele enfiava os dedos em vocĂȘ bem fundinho.
ă €âQue bucetinha gulosa, ein.â, ele disse entre uma respiração pesada, o volume latejando nas calças pressionado bem na sua coxa. VocĂȘ apertou os dedos dele inteiro ouvindo essa frase, arranhando as costas impulsivamente, o segurando desesperada.
ă €Isso trouxe outro sorriso de vitĂłria para ele, que aumentou a velocidade, vocĂȘ soltou um suspiro de surpresa, os sons manhosos constantes agora.Â
ă €A parte inferior do estĂŽmago se apertava, junto a suas paredinhas, as pernas fraquejavam em impulsos na direção dele, os olhos se fechando em deleite enquanto se segurava nele.Â
ă €NĂŁo pĂŽde aguentar, porra, era gostoso demais.
ă €SĂł de pensar no volume pressionado contra sua coxa, queria desesperadamente algo maior.
ă €âA-ahâ! Porra, eu vouââ sua voz falhou na garganta, o cantos dos olhos cheios de ĂĄgua.
ă €Seu canal se comprimiu, apertando de forma rĂtmica, como se quisesse envolvĂȘ-lo e os sugar para dentro, o moreno nĂŁo parou, seus dedos se curvaram uma Ășltima vez, pressionando firmemente no lugarzinho especial dentro de vocĂȘ, juntamente com o polegar fazendo cĂrculos insistentes no seu botĂŁozinho.
ă €âCaralho, issoâŠâ Ele ofegou perto da sua orelha, pressionando o volume sĂłlido na sua coxa enquanto fazia vocĂȘ ver o prĂłprio paraĂso, os dedos longos que a sua mĂŁozinha nunca se compararia.
ă €VocĂȘ rebolava na mĂŁo dele, os quadris subindo em puro prazer, os olhos molhados junto do som manso que saia dos seus lĂĄbios, enfiava o mais fundo que ele podia com aqueles dedos habilidosos.
ă €Em pouquĂssimos segundos, vocĂȘ chorou mais um pouco, empurrando o corpo e fechando as perninhas.
ă €ââPera, eu âtĂŽ sensĂvelâ ahâ!â, os olhos reviraram enquanto outro som, mais frĂĄgil, escapava dos seus lĂĄbios, seu interior convulsionando, tentando expulsar, puxando o cabelo dele, que arrancou um dos gemidos mais gostosos que vocĂȘ jĂĄ tinha ouvido. Tinha certeza de que jĂĄ seria capaz de reconhecer qualquer tom daquela voz.
㠀Ele retirou a mão lentamente, partindo os dedos; o melzinho claro se esticava entre eles, e se afastou somente o suficiente para lamber os dedos na sua frente, mostrando satisfação com um som baixo.
ă €âDocinhaâ, murmurou. Seu rosto se tornou mais vermelho, mas estava tĂŁo sem forças, que apenas desviou o olhar. NĂŁo por muito tempo, ele puxou seu rostinho com a outra mĂŁo, enfiando os dedinhos na sua boca.
ă €E sem nenhuma dificuldade vocĂȘ sugou lentinho, fechando os olhos, ainda sentindo a luxĂșria possuir seu corpo, o desejo daquele rostinho tĂŁo bonito te consumindo.
ă €Ele tirou os dedos com um som molhado, atacando seus lĂĄbios em um beijo fervoroso, sentindo seu gostinho, seus lĂĄbios, tudo misturado de uma maneira suja. EntĂŁo se afastou, os olhos percorrendo cada detalhe que conseguia gravar naquele momento. Seus olhos, seus lĂĄbios, descendo e trilhando seu corpo como se desejasse te devorar viva ali mesmo.
ă €E talvez aquilo nĂŁo fosse uma mĂĄ ideia, talvez vocĂȘâŠ
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
â Live Streamingâ Interactive Chatâ Private Showsâ HD Qualityâ Free Actions
Free to watch âą No registration required âą HD streaming