âI always wanted to be someone who could take other people into a world with me. As an actor, Iâm able to jump into a story and become someone else for a time. Itâs a beautiful journey.â
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âI always wanted to be someone who could take other people into a world with me. As an actor, Iâm able to jump into a story and become someone else for a time. Itâs a beautiful journey.â

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âI love a love story and I believe in true romance. I do believe in listening to your mind as well and that you need to be smart about certain things - to protect yourself. You need a healthy mix of both really, but itâs important not to think so much that youâre not able to follow your heart.â - Lily Collins
theforcesource:
Hayden and Ewan fight training for Revenge of the Sith
Asher e Ben II fight training
People seem to assume that itâs more difficult working with droids than it is with humans. But I started with BB8 so when it came to like working with John I was like âI donât know what to do with you, I donât know how to work with this.â
Star Wars: Anakin Skywalker
If I cannot move heaven, I will raise hell
bÎnus Ben II:

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But must it always be a tragedy? Maybe suns are meant to love boys who fall into seas.
(x)
Sometimes love isnât fireworks, sometimes love just comes softly.
But he who dares not grasp the thorn Should never crave the rose.
Anne Brontë (via iwannotowidigdo)(via libraryland) (via booklover, awindowtoindigo)
Morpheu segurou em uma das mĂŁo da princesa e sorriu docemente. - Eu nĂŁo sei exatamente o que lhe aflige, Audrey. Mas conheço o seu medo. Contudo tambĂ©m sei que vocĂȘ Ă© uma das princesas mais fortes que eu jĂĄ conheci - EntĂŁo ele parou para pensar por um momento, em outros tempos talvez, quando ainda estava em Wonderland e apenas ouvia falar sobre ela, ele teria dito que a garota se fazia de forte, mas conhecendo-a agora ele tinha a certeza do que ela era. - VocĂȘ tem o poder de enfrentar o mundo, nunca se subestime. A noite nĂŁo Ă© nada comparada ao mundo que estĂĄ aos seus pĂ©s, Ă© apenas um obstĂĄculo entre vocĂȘ e seu destino, basta seguir seus instintos e seus sentidos. - EntĂŁo ele olhou para o horizonte novamente e abriu um sorriso ainda maior. - Ă possĂvel encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se lembrar de acender a luz.
Seu olhar foi desviado para o repentino toque em sua mĂŁo, mas nĂŁo desvencilhou quando Morpheu segurou em sua mĂŁo por nĂŁo ter sentido nenhuma ameça naquilo, pelo contrĂĄrio, foi como se um antigo amigo tivesse o feito. Um sorriso triste brincou em seus lĂĄbios pela forma que ele falara, porĂ©m naquele momento ela pouco acreditava em si mesma. Como se bastasse um empurrĂŁo, apenas um, para que se perdesse. Ainda assim, era bom saber que alguĂ©m ainda acreditava nela. â Obrigada, Morpheu. â disse com sinceridade, estava realmente grata pelas palavras dele. Audrey nĂŁo sabia se podia seguir seus sentidos e instintos, pois estes gritavam-lhe para ceder, permanecer parada como fizera por alguns perĂodos de seu passado. Tantos monstros chamando-lhe e parte dela queria ouvi-los, para que eles se calem. â Fico feliz de ter vindo, vocĂȘ Ă© uma boa companhia. â sua atenção voltou para o sol se pondo e entĂŁo Audrey pensou âe se nĂŁo houvesse luz?â. Lembrava-se vagamente de um comodo sem luzes em seu passado, mas todas as vezes que tentava pensar naquilo, sua cabeça doĂa, fragmentos de sua infĂąncia que nĂŁo queriam voltar.Â

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A biblioteca era um amigo um tanto fiel ultimamente. O tipo de amigo que estava presente para vocĂȘ a qualquer momento e que tinha, tambĂ©m, todas as respostas que buscava em sua vida. Naquele dia, o tempo que passara na biblioteca fora maior do que o esperado, suficiente para que ele, sem perceber, começasse, enquanto mexia nos livros para reorganizĂĄ-los, a cantarolar uma canção antiga que sua mĂŁe cantara apenas em sua infĂąncia. â [âŠ] O meu tesouro Ă© tĂŁo precioso, tudo que eu tenho Ă© maravilhoso, por isso eu posso dizer: sim, tenho tudo aqui. Essas coisas estranhas curiosas para mim sĂŁo bonitas demais, olha essa aqui: preciosa, mas pra mim ainda Ă© pouco⊠Quero maaaais. â Regulus fez uma expressĂŁo que se assemelhava muito com estar ouvindo sua cação favorita e, ao chegar no refrĂŁo, vocĂȘ se empolga. â Poder andar, poder correr, ver todo dia o sol nascer⊠Eu quero ver, eu quero ser, ser desse mundo.
Culpava a Elliot por estar na biblioteca naquele momento, um dos lugares que Audrey mal entrava, nĂŁo por nĂŁo gostar de ler, mas por sempre ter pensado que as aventuras eram melhores vividas do que lidas. Ainda assim, aquele era o lugar mais provĂĄvel de encontrar o jovem Snowheart. Era tĂŁo grande que era fĂĄcil se perder e a bibliotecĂĄria nĂŁo parecia estar presente em seu posto, provavelmente envolvida em alguma prateleira. Uma voz conhecida tirou Audrey do seu objetivo inicial, e com curiosidade dirigiu-se a ela, e a imagem que tivera fora o suficiente para deixĂĄ-la parada, com divertimento em seus olhos. Encostara-se em uma prateleira e observou Regulus cantando enquanto mexia nos livros, sem ter coragem de o interromper. O movimento que seu corpo fizera com a risada contida fez com que um livro, que jĂĄ estava ameaçando cair, fosse ao chĂŁo e ser apenas uma observadora jĂĄ nĂŁo era possĂvel. â VocĂȘ tem uma bela voz. â comentara, erguendo uma sobrancelha. â Essa canção, onde a aprendeu? â nĂŁo era como as outras que jĂĄ ouvira, era prĂłpria, como uma que conhecia. â Me lembra a canção que ouvi da minha mĂŁe uma vez, em um sonho.
Garden mysteries âžBenedict & Audrey [Small]
â Ben Ă© o meu melhor apelido. â respondeu. â Asher costumava me chamar de âJubentoâ, claramente tentando me comparar Ă um animal. Mas ele nunca foi muito bom com trocadilhos, para a minha sorte. â Ele riu ao seu lembrar da Ă©poca a qual se sentia verdadeiramente incomodado pelos apelidos cujam a Ășnica função eram lhe causar irritação. Por um momento fora carregado Ă um tempo mais feliz, onde sua Ășnica preocupação era como ser um governante tĂŁo bom quanto sua mĂŁe e pai, onde seu destino estava traçado de uma maneira impecĂĄvel e seu final seria tĂŁo feliz quanto o de qualquer outro prĂncipe encantado. Bons tempos. Soltou um suspiro nostĂĄlgico e entĂŁo voltou sua atenção para os belos olhos achocolatados de sua prometida. â Obrigado. â rebateu formalmente, ainda tomado por lembranças. Sorriu para a garota entĂŁo. â Estou adorando Fatales! Em qual outro lugar eu teria a chance de conhecer uma gama tĂŁo variada de pessoas? PrĂncipes e princesas, plebeus e ladrĂ”es⊠Eu amo este lugar! Gosto de conhecer pessoas e aprender coisas novas.  Sinto falta de casa, dos meus pais, dos meus irmĂŁos mais novos⊠Mas hĂĄ coisas maravilhosas aqui que compensam a ausĂȘncia deles e acalentam meu coração â o loiro piscou para Audrey enquanto abria um grande sorriso e seguiam pelos corredores verdes. â E vocĂȘ? Gosta daqui?Â
A imagem de um menino Asher cruzou a sua mente como um raio, rĂĄpido, porĂ©m marcante, e sorriu ao lembrar dele, ao mesmo tempo que tal ato poderia ser pela risada de Benedict, que demonstrava toda a nostalgia que poderia estar passando pela cabeça dele. â Asher nunca foi muito criativo para apelidos. â comentara, sorrindo brevemente. â Consigo imaginar vocĂȘ com cabelos enormes como os de leĂŁo. â jĂĄ conseguia imaginar as provocaçÔes vindas de Asher, Elliot em algum canto com seus livros e Henry sempre muito observador, Snowheart era a famĂlia que Audrey mais se afeiçoara, talvez por ter praticamente crescido com eles, principalmente com Asher. â VocĂȘ Ă© a primeira pessoa que ouço dizer gostar de Fatales. â aquele lugar aparentara ser interessante nas primeiras semanas, o que parecia explicar o motivo de Benedict gostar, mas o tempo foi passando e Fatales assemelhava a uma prisĂŁo. Presa com pessoas que nĂŁo gostava, e que nĂŁo gostavam dela. â E vilĂ”es. â falara baixo, quase como um sussurro para si mesma. â Fico feliz que Fatales esteja sendo proveitoso para vocĂȘ. â era agradĂĄvel ver alguĂ©m com animo nos Ășltimos dias, desde o pesadelo as coisas nĂŁo estavam sendo como antes, Fatales parecia sombrio, e Ben era um ponto de luz no meio de tudo aquilo. â NĂŁo mais. â foi sincera quanto a aquilo, com o tom de voz distante enquanto observava as flores do jardim, tocando-as de vez em quando, porĂ©m com cuidado, como uma boa filha da primavera. Talvez a Ășnica delicadeza de sua personalidade, as coisas que lembravam sua casa. â Mas entendo que quer dizer, fadas, dragĂ”es, meninos perdidos, nĂŁo Ă© algo que se vĂȘ todos os dias.
Marianne geralmente nĂŁo perdia de vista seus contos, mas estava confusa nos Ășltimos dias. Gostava de ser silenciosa, mas quando acontecia situação parecida com a atual precisava  aparecer para tirar satisfação. Era de uma falta de educação tĂŁo grande quando eles ficavam exigindo certa privacidade. Audrey certamente devia uma explicação, afinal a Fada Azul era uma coisa tĂŁo pequenininha e silenciosa que nĂŁo atrapalhava, por que fugir dela entĂŁo? Como se a vida de seus contos fosse preciosa demais para ser dividida. Ela cruzou os braços fazendo bico como uma criança que recebeu um nĂŁo. Foi um alĂvio quando a porta foi aberta, mas Ă© claro, ela nĂŁo sabia que tinha uma fada. Era difĂcil ver uma fada, apenas quem acreditava muito podia, pessoas com desejos conseguiam e Audrey nĂŁo era o tipo que se atentava na magia, nunca tinha a visto em todos os dias que passou observando. Quando a princesa entrou no quarto Mari levantou da cama feliz e foi fazer suas perguntas. Ela nĂŁo podia parecer mais surpresa do que estava e isto provocou uma risada na fada, confirmando a suspeita de que ela nunca tinha visto. âEu nĂŁo estou procurando a Briar, ela Ă© grossa. Estou procurando vocĂȘ.â Sorriu para a filha da Bela Adormecida. âEu sou sua fada, estou sempre aqui para olhar e cuidar de vocĂȘ. SĂł que vocĂȘ nĂŁo vĂȘ, exceto hoje. Hoje vocĂȘ me afastou e eu preciso saber o que estava fazendo.â
â Minha fada? â a pergunta viera com um tom de descrença, nĂŁo por ela ser uma fada, sabia da existĂȘncia delas, mas sim pela palavra âsuaâ. â Acho que vocĂȘ chegou um pouco atrasada. Meu batizado jĂĄ passou, assim como meu aniversĂĄrio de dezesseis, e os anos anteriores a este. â nĂŁo era sua intenção ser irĂŽnica com a fada quando esta estava sendo amigĂĄvel. Parecia uma criança quando esta cruzava os braços e, em seguida, levantava da cama. Seu humor nĂŁo estava dos melhores nos Ășltimos dias, e sua adrenalina ainda estava alta, como se o corpo ainda estivesse praticando aqueles movimentos do treino. Sabia que havia fadas no conto da Bela Adormecida, vĂĄrias que participaram de sua festa de nascimento e outras que cuidaram dela com objetivo de a proteger. Sua mĂŁe nĂŁo viveu afastada do seu reino, mas ainda assim algumas fadas a acompanhavam. Aurora tinha todo aquele ar de primavera. Audrey achou graça da curiosidade da fada acerca dela, chegando atĂ© a ser uma invasĂŁo de sua privacidade, mas ainda assim a respondeu: â Eu estava treinando. E nĂŁo te afastei, nem sabia que me observava. â dera de ombros, tirando as luvas de treinamento das mĂŁos e colocando-as em cima da escrivaninha. â E vocĂȘ? O que esteve fazendo? â perguntara, intrigada em relação a fada.
â EU NĂO VOU FAZER BEBĂS COM NINGUĂM PELA MILĂSIMA VEZ! ME DEIXA!
... Do que vocĂȘ esta falando?
Por que nĂŁo tem bebĂȘs aqui? NinguĂ©m sabe fazer bebĂȘs? Ou nĂŁo querem? VocĂȘ jĂĄ fez bebĂȘs? Precisamos de bebĂȘs para mais fadas nascerem, as pessoas deviam fazer mais sexo.
Acho que nĂŁo esta na hora de ter bebĂȘs ainda, Mari. Alias, quem te contou essas coisas?

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Vou me certificar que procurarei sim.
Sim, sabe como Ă©âŠnĂŁo tenho muito para fazer aqui entĂŁo os livros meio que me ajudam a desanuviar um pouco. Mas e vocĂȘ? Aconteceu alguma coisa ou assim que eu nĂŁo saiba?
Audrey sorriu fraco, sem conseguir manter por muito tempo a sua expressĂŁo de divertimento ao falar de Draco como acontecia antes. Agora as coisas mudaram e desde o pesadelo a Roseflare nĂŁo sabia mais o que dizer sobre aquele que tinha um parentesco muito prĂłximo a ela, cujo nome nĂŁo conseguia dizer e nem pensar. â VocĂȘ sabe que Ă© sempre bem-vindo a me fazer companhia. â chamar Elliot para acompanhar-lhe jĂĄ era mais do que normal, apesar de saber ser pouco provĂĄvel que ele realmente vĂĄ. NĂŁo era da natureza de Elliot, e Audrey sabia disso, e parte dela sabia que era esse diferencial que o tornava tĂŁo adorado a seus olhos. â Nada, porque aconteceria alguma coisa? Quero dizer, teve a onda de pesadelos, mas fora isso... â por poucos instantes perdera o controle da casualidade de sua voz, tornando o ritmo de suas palavras rĂĄpido e sem confiança. â Tudo normal em Fatales, ou quase. E vocĂȘ? Esta bem? Aconteceu algo? â perguntara, subitamente preocupada, afinal nĂŁo sabia o que Elliot passara durante o tempo em que nĂŁo se viram.
Marianne estava frustrada. Como elx nĂŁo estava ali em tal horĂĄrio? Ora, que fata de educação. Sem muitas opçÔes, deitou-se na cama para esperar, pois jĂĄ tinha procurado em todos os quartos e corredores. Estava tarde e ela sabia que tinha algo errado acontecendo no Instituto. Finalmente, ouviu a porta abrir. âOnde vocĂȘ estava?â
NĂŁo havia lugar melhor para Audrey desestressar do que a sala de treinamentos, agradecendo por naquele dia em questĂŁo estar vazia. Para garantir que nĂŁo seria incomodada a Roseflare tratou de trancar a porta com algumas barras que tinham no local, ninguĂ©m entraria a nĂŁo ser que ela o quisesse, e nĂŁo queria. Quando começara a bater nos sacos, seus golpes estavam lentos e por um momento Audrey acreditou que estava tĂŁo tranquila quanto aparentava. Logo os movimentos ficaram mais rĂĄpidos e o saco ia longe e quando voltava a jovem fazia questĂŁo de jogĂĄ-lo mais longe. Sem paciĂȘncia para esperar que o objeto voltasse, Audrey colocou mais alguns em volta de si, como se fossem pessoas que ela fazia questĂŁo de golpear. Seu suor começara a escorrer por sua testa e os poucos fios que haviam escapados de seu cabelo preso grudaram em sua testa. NĂŁo percebera o quanto arfava atĂ© seus braços e pernas nĂŁo terem mais forças de continuar o treinamento. Deitara-se no chĂŁo a fim de regular sua respiração com uma tĂ©cnica que aprendera com seu instrutor, retirando as barras e voltando para o dormitĂłrio assim que terminara. NĂŁo esperava encontrar alguĂ©m ali, ou pelo menos nĂŁo se lembrava. â O que esta fazendo aqui? â perguntou, confusa. â Se esta procurando a Briar eu acho que ela esta com a irmĂŁ em algum lugar. Mas fique a vontade para esperar. â nĂŁo se importou nem um por segundo que estivesse deitada em sua cama, nĂŁo era do seu costume se importar com essas coisas, e sua cabeça estava a mil devido ao treinamento.Â