Aguardo ansiosamente o dia em que o silêncio da sua partida não será mais a minha companhia diária. Hoje, no silêncio da esperança, repouso meu caos. A solidão não me agrada, mas a sensação ardente de um quase algo é como brasas fumegantes do inferno e a ingenuidade do que carrego no meu peito. Maldito seja o silêncio que o amor provoca quando termina.
Filipe Ferrero


















