falar pra vcs que a mãe tá cansada
Alisa U Zemlji Chuda
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I'd rather be in outer space 🛸
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Game of Thrones Daily

PR's Tumblrdome

JVL
YOU ARE THE REASON

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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Claire Keane
Cosimo Galluzzi
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falar pra vcs que a mãe tá cansada

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🎐, 💤, 🦇, 🧨, 💭, 🎀 e 🗡️ ( heuehehieeihei )
✎ㅤ…ㅤ𝑯𝑬𝑨𝑫𝑪𝑨𝑵𝑶𝑵 𝑸𝑼𝑬𝑺𝑻𝑰𝑶𝑵𝑺.
[ 🎐 ]ㅤ.ㅤdo they have a sound, like a song or voice, that they associate with peace ?
Aniel não gosta de escutar música! ele prefere ouvir a vida como ela é - o barulho das pessoas conversando, dos pássaros cantando, os talheres tilintando. então eu diria que o som da vida acontecendo traz paz para nosso querido procurador. e também o som das patinhas de Sol andando.
[ 💤 ]ㅤ.ㅤhow do they sleep ? curled up, sprawled, holding onto something ?
geralmente ele fica esparramado. ele tem uma cama enorme em sua casa em Utrecht e de algum jeito ele consegue ocupar todo o espaço – a menos que Sol esteja em casa também, aí Aniel divide a cama com ele. nessas ocasiões, Sol dorme enroladinho na ponta da cama e Aniel fica esparramado de uma forma que milagrosamente não encosta em seu companheiro.
[ 🦇 ] - respondido aqui!
[ 🧨 ]ㅤ.ㅤwhat’s the quickest way to set them off, even if they hide it well ?
se alguém souber, me fale HAHAHAHA Aniel não se irrita com nada, mas provavelmente se alguém contrariá-lo muito, ele fique com um semblante mais sério.
[ 💭 ]ㅤ.ㅤdo they believe they’re worthy of being loved ?
não, e por mais que ele não saiba, isso está diretamente relacionado ao seu trauma de ter vivido o inferno. como Aniel não sabe qual foi o motivo que fez ele para lá, ele sente que é alguém terrível que mereceu ser castigado - e, portanto, indigno de amor. (😢)
[ 🎀 ]ㅤ.ㅤwhat is their main love language ?
ui, difícil essa! o pódio fica dividido entre toque físico e dar presentes.
[ 🗡️ ]ㅤ.ㅤwhat is a scar that they have but never talk about ?
Aniel não tem cicatrizes em seu corpo, nem mesmo estrias. isso vai soar pretensioso hahaha, mas suas maiores cicatrizes são internas – o sofrimento que passou no inferno, a sensação sufocante de não poder ser si mesmo, afinal sua própria existência é uma incógnita – e ele procura não mexer muito nelas… no fim, Aniel só quer viver da forma mais simples possível. o que envolve não cutucar certas feridas, mesmo que apenas no mundo dos pensamentos.
🦇, 🩸, 📜 & 🍃 :D
✎ㅤ…ㅤ𝑯𝑬𝑨𝑫𝑪𝑨𝑵𝑶𝑵 𝑸𝑼𝑬𝑺𝑻𝑰𝑶𝑵𝑺.
[ 🦇 ]ㅤ.ㅤwhat is a fear they never talk about ?
curiosamente, Aniel tem medo de ser esquecido. ele sabe que ser esquecido pelos humanos é apenas uma questão de tempo, afinal, seus dias na terra estão contados. mas partir e desaparecer da memória dos humanos pode demorar horas, dias ou décadas – e o que vai acontecer depois? o sol vai raiar como em todos os dias, e a existência de Aniel, no fim, não vai ter significado nenhum para aqueles com quem cruzou no planeta Terra. Aniel tem medo do instante após ser esquecido por aqueles com quem construiu memórias, e nesse momento ele pode apenas supor o que vai acontecer.
[ 🩸 ]ㅤ.ㅤis there something or someone that, if lost, would break them ?
sim – Sol, seu companheiro de quatro patas, aquele que o salvou do literal inferno! ocorre que Sol também é um tanto quanto independente, e Aniel respeita isso. então o procurador não enche seu saco quando ele vai em suas aventuras sozinho, mas eu penso que se algo de ruim um dia acontecer a Sol, Aniel vai entrar em uma espiral de insanidade. como colocar isso em palavras…? é como se Sol fosse o único conforto a Aniel de que está tudo bem. Sol é seu salvador e sempre será.
[ 📜 ]ㅤ.ㅤis there a story they love sharing with others ?
infelizmente Aniel tem que ser muito cuidadoso quando conta histórias, pois a maioria de suas históricas mais malucas envolvem alienígenas. mas se ele pudesse, contaria a todos que Sol o salvou do inferno!
[ 🍃 ]ㅤ.ㅤdo they feel like they belong ?
absolutamente não! 😁 a sensação de não pertencer a lugar nenhum faz parte de Aniel.
✎ㅤ. . .ㅤ𝑯𝑬𝑨𝑫𝑪𝑨𝑵𝑶𝑵 𝑸𝑼𝑬𝑺𝑻𝑰𝑶𝑵𝑺.
₊˚⊹ ㅤa collection of character analysis/headcanon questions to learn more about your character and your partners'! writing/headcanon prompts requested by anonymous. feel free to edit these as you see fit.
[ 🖐️ ]ㅤ.ㅤwhat do their hands feel like: soft, calloused, trembling ? [ ☂️ ]ㅤ.ㅤdo they crave touch or fear it ? [ 🎐 ]ㅤ.ㅤdo they have a sound, like a song or voice, that they associate with peace ? [ 🕊️ ]ㅤ.ㅤwhen did they feel the safest ? [ 💤 ]ㅤ.ㅤhow do they sleep ? curled up, sprawled, holding onto something ? [ 🦇 ]ㅤ.ㅤwhat is a fear they never talk about ? [ 🔒 ]ㅤ.ㅤwhat is a secret they’ve sworn never to tell ? [ 🪢 ]ㅤ.ㅤwhen was the last time they broke a promise ? [ 🫳 ]ㅤ.ㅤwho do they feel they owe, but never paid back ? [ 💼 ]ㅤ.ㅤwhat do they always carry with them ? [ 🧨 ]ㅤ.ㅤwhat’s the quickest way to set them off, even if they hide it well ? [ ⛓️ ]ㅤ.ㅤwhat does guilt feel like to them ? [ 💢 ]ㅤ.ㅤwho have they never forgiven and never will ? [ 🩸 ]ㅤ.ㅤis there something or someone that, if lost, would break them ? [ 🌧️ ]ㅤ.ㅤis there a pain they refuse to heal from ? [ 🪞 ]ㅤ.ㅤwhen have they looked at their reflection and hated what they saw ? [ 📿 ]ㅤ.ㅤwhat superstition or ritual do they cling to ? [ 🌊 ]ㅤ.ㅤwhen was the last time they cried ? [ 🐾 ]ㅤ.ㅤdo animals like them instinctively ? [ 🪶 ]ㅤ.ㅤhow do they laugh ? [ 🫀 ]ㅤ.ㅤwho taught them what love is ? did it hurt ? [ 💭 ]ㅤ.ㅤdo they believe they’re worthy of being loved ? [ 🎀 ]ㅤ.ㅤwhat is their main love language ? [ 🔦 ]ㅤ.ㅤwho do they search for ? [ 📜 ]ㅤ.ㅤis there a story they love sharing with others ? [ 🌒 ]ㅤ.ㅤdo they have a dream or goal they have given up on ? [ 🕯️ ]ㅤ.ㅤwhat memory do they replay when they’re alone ? [ 🌪️ ]ㅤ.ㅤwhat’s the one choice they regret (not) making ? [ 🧩 ]ㅤ.ㅤwhat’s a truth about themselves they refuse to admit ? [ 🍻 ]ㅤ.ㅤwhat kind of drunk are they ? [ ✉️ ]ㅤ.ㅤwhat kind of letter would they write but never send ? [ 🗡️ ]ㅤ.ㅤwhat is a scar that they have but never talk about ? [ 🕸️ ]ㅤ.ㅤdo they have a favourite lie they like to hear ? [ 🪦 ]ㅤ.ㅤwhat would they want on their gravestone but never admit aloud ? [ 🎱 ]ㅤ.ㅤwhat kind of future do they crave, and who’s in it ? [ 🌀 ]ㅤ.ㅤdo they have a recurring dream or nightmare ? [ 🍃 ]ㅤ.ㅤdo they feel like they belong ? [ ⚓ ]ㅤ.ㅤwhat does “home” mean to them ? [ 🧭 ]ㅤ.ㅤwhere would they go if they could disappear tomorrow ?
O nome do aprendiz quase escapou de seus lábios de imediato, mas Egan demorou meio segundo além do necessário para responder. – “Ele se chama Viktor.” – Disse tranquilo. – “Vai gostar dele. É curioso demais para o próprio bem… faz perguntas que me obrigam a pensar antes de responder.” – Não era uma comparação. Nunca foi. Aniel sempre seria único ao seu ver, por mais que sua natureza o obrigasse a ser dessa maneira. Egan parecia enxergar além daquela genética imutável.
O bruxo levou a xícara aos lábios, soprando o vapor antes de beber. Quando Aniel mencionou o hotel no centro, seu maxilar tensionou discretamente. Novamente, como se ele fosse apenas mais um visitante. Como se aquela cidade, aquela casa, não tivesse sido também dele, em algum curto momento. A proximidade física do procurador mexia com seu campo energético de um jeito que Egan conhecia bem demais, como se sua própria magia ficasse inquieta sob a pele. Não era mais dependência – ele trabalhara duro para que não fosse – mas ainda existia reconhecimento. O corpo lembrava antes mesmo da mente permitir racionalizar.
Quando Aniel perguntou se estava atrapalhando, Egan virou o rosto para encará-lo de fato. Os olhos claros sustentaram o olhar por tempo suficiente para tornar a resposta mais pesada do que as palavras. – “Se estivesse atrapalhando, eu teria dito.” – O tom utilizado era apenas verdadeiro. Inclinou o corpo levemente para trás na cadeira, relaxando os ombros. – “Não tenho compromisso hoje.” – Fez uma pausa curta. – “Mas não gosto muito quando você fala como se fosse desaparecer de novo dependendo das circunstâncias.” – A voz não era acusatória, apenas firme. Não era um pedido explícito como um “fica aqui”, mas era o mais próximo disso que Egan conseguiria oferecer sem se despir por completo.
Será que Sol se sentiria incomodado em sua casa? Sensíveis a odores, e de certo, territoriais, talvez a presença de Fenrir por todo lugar não fosse tão agradável para o outro ser. Levou a bolacha à boca, mordendo devagar, e desviou o olhar para o forno, era cedo demais ainda. – “Quando for embora faça o favor de me avisar, assim posso preparar algo gostoso para a viagem, se quiser, é claro.” – Sorriu brando, e ali estava: o tal ressentimento transformado em limite. O sentimento claramente vivo, porém finalmente com contorno. – “O que te faria ficar mais tempo? Posso te levar para alguns lugares que não conhece ainda, hn?”
"Viktor...", Aniel repetiu o nome sentindo algo como um amargor na ponta da língua, o que contrastava com o cheiro doce da cozinha. Quis perguntar o que o rapaz significava para o bruxo, se não haveria alguma amiga sua que também pudesse trabalhar em sua loja. Mas as perguntas não escapariam de seus pensamentos, apenas visitaram-o rapidamente e, como um raio, desapareceriam. Porque enfrentá-las também significava que o procurador teria que enfrentar a questão: O que eram Aniel e Egan?
Ainda que o rapaz de cabelos pretos fosse um desastre ambulante, ele sentia uma espécie de tensão entre os dois. Frente à resposta de Egan, tentou dissipá-la com um sorriso, "Pelo menos parece que vim no dia certo e na hora certa, então", sustentou olhá-lo nos próprios olhos por alguns instantes, mas era como se um ímã os puxasse para a altura de seus lábios. Então respirou fundo, "Eu não pretendo desaparecer de novo, a menos que...", repensou suas próximas palavras, "Enfim, eu não vou desaparecer de novo sem explicação, vou me comunicar melhor. Vamos aproveitar bem esse tempo juntos". Era uma promessa, sim, uma que Aniel gostaria de manter.
"O que me faria ficar mais tempo... Provavelmente, se nós não brigarmos ou coisa do tipo", riu, "Pois eu quero conhecer vários lugares aqui na Islândia. Mas e sua loja, tudo bem se 'cê se ausentar um pouco? Viktor consegue se virar?".

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Observou o outro lavar a cerâmica e não o contradisse, já havia sido tarde demais para iniciar aquela batalha. – “Claro que pode. É um rapaz novo, organizado, inteligente, esforçado, tudo que um aprendiz deve ter, eu acho.” – Elogiou-o sem esforços. – “Um pouco de rebeldia também faz parte.” – Comentou risonho, colocando a mistura em um recipiente adequado para ir ao forno logo em seguida. – “Aqui em casa teve uma obra também, lá no quintal cobri uma parte e coloquei uma jacuzzi. Fiz um espaço bom para socializar.” – Contou ao se lembrar da novidade – não era tão novidade assim, mas para Aniel, muita coisa havia mudado no espaço fora da sua concha.
O bruxo sentou-se ao lado do convidado, acabando por se servir um pouco do chá e uma das bolachas caseiras. – “Hn! Quanto tempo vai ficar por aqui? Já tem um lugar para dormir? Aliás, como vai Sol?” – Lembrou-se do cão assim que redirecionou as perguntas genuínas ao procurador.
'Novo, organizado, inteligente e esforçado' aquelas características ecoaram na mente de Aniel e ele pensou como ele próprio não era nada daquilo. "É mesmo? Que legal, vou dar um pulo na sua loja na semana que vem então... Qual é o nome dele?", perguntou, observando o bruxo terminar os ajustes na torta e colocá-la no forno, o calor que emanava do eletrodoméstico já esquentava toda a cozinha, dando uma sensação de conforto. "Uma jacuzzi!", repetiu, "Depois quero ver também".
De certa forma, estava feliz em ver mudanças significativas na vida de Egan. "Vou ficar o resto do mês e o próximo... Talvez mais tempo, talvez menos, tudo vai depender das circunstâncias...", o procurador sabia que estava sendo evasivo, mas também era verdade que quaisquer circunstâncias iriam alterar sua estadia no país. "Vou ficar em um hotel no centro da cidade até a próxima semana, depois vou me virando por aí", Aniel tentou se lembrar qual era o caminho de volta até sua estadia. Talvez fosse precisar da ajuda do bruxo para ir até lá. "Ah, Sol está ótimo!", abriu um largo sorriso ao pensar em seu companheiro, "Ele veio comigo até a Islândia, sabia? Mas me largou sozinho no centro, um pouco depois vi você na rua".
Aniel fitou Egan, que agora estava bem mais próximo do que antes, "Você tem algum compromisso mais tarde? Acabei vindo pra cá sem nem saber se estava te atrapalhando". Torceu para receber uma negativa.
( 5, 10, 18 e 28 ) ☀️
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what's your favourite piece of furniture and where did you get it?
é uma mesa de cabeceiro que fica do lado do meu lado da cama! ela foi feita à mão sob encomenda, e foi um presente do meu marido pro meu aniversário do ano passado. acho legal porque por ser uma peça "única", digamos assim.
do you have siblings? do you hang out with them?
eu tenho três irmãos! dois mais velhos que são somente por parte de pai, então não tenho contato com eles. tenho mais contato com meu irmão mais novo, mas desde que saí da casa dos meus pais não saímos tanto juntos.
have you ever changed fields in your career or education?
sim! eu sou formada em ciências sociais e durante a graduação eu queria seguir carreira acadêmica em antropologia. porém com a pandemia e cortes na pesquisa científica, acabei mudando a rota e buscando um trabalho CLT no âmbito privado para poder me sustentar. hoje trabalho em uma consultoria de tecnologia e faço mestrado, mas é em uma outra área bem diferente da minha graduação. coisas da vida! sou feliz com as escolhas que fiz.
what core do you hate the most?
por algum motivo que ainda não descobri, guardar louça 🗣️ não me importo em passar uma hora lavando louça, mas detesto guardar a louça limpa. detesto! kkkkkkkk
As afirmações desceram como uma forma de acolhimento verdadeiro em seu peito, pela primeira vez havia uma confirmação verbal… No entanto, as palavras afáveis não condiziam com o comportamento que o procurador havia tido. É claro que o tempo que haviam passado juntos não tinha sido em vão, o bruxo não acreditava que as coisas simplesmente eram, o universo já havia provado a ele que precisava acreditar nos outros… Mas até que ponto? Suspirou parcialmente satisfeito. No fundo, será que em algum momento aquele vazio particular seria preenchido? Talvez não por Aniel. E aceitar isso ainda doía.
“Eu sei… Tá certo.” – Concordou risonho, com a voz mais branda que o outro, meneando a cabeça em confirmação conjuntamente. – “Fica em paz, Aniel. Minhas feridas já cicatrizaram há um tempo.” – Mesmo que na resposta nada direta, perdoava o rapaz, sim. Só ainda era meio nebuloso se responsabilizar por tudo também, na parte das expectativas, é claro. Não demoraria muito mais para a massa ir para o forno já pré-aquecido. Considerava suas tortas as melhores, estava feliz por compartilhar mais um de seus feitos com o outro. – “Fenrir está ótimo. Idêntico ao da última vez. Espíritos desse tipo são sempre incríveis.” – Começou pelo mais espinhento, não perdendo a chance de admirá-lo, como sempre. – “As amigas que conheceu estão bem, são amizades para a vida toda, tenho poucas experiências ruins de traições e decepções. Sou bastante privilegiado nesse sentido. E na loja, finalmente consegui um ajudante à altura.” – Fez questão de mencionar. – “Não sei como consegui passar parte dessa responsabilidade para outra pessoa, mas se eu não o fizesse, acho que ficaria louco...” – Disse num tom cansado, reconhecendo que no passado, tinha o costume de colocar o trabalho em primeiro lugar, antes mesmo da própria saúde.
Aniel não acreditava por completo nas palavras do bruxo. Ainda que ele dissesse que suas feridas estavam cicatrizadas, parecia que suas palavras ainda carregavam algum sentimento que Aniel não sabia explicar. Com Egan as coisas eram tão intensas, era como se o procurador navegasse em um mar aberto sem rumo. Será que esse foi um dos motivos, ainda que inconscientes, de sua partida?
Tentou manter um semblante inexpressivo ao ouvir sobre Fenrir, mas a testa teimosamente se manteve franzida até ouvir sobre as amigas de Egan que conhecera na festa. "Que bom que Fenrir e suas amigas estão bem, todos são mesmo incríveis", respondeu. E o maior ponto de curiosidade... "Fico feliz que tenha um ajudante na loja agora! Você merece alguém confiável para te ajudar. Como ele é? Posso conhecê-lo também?", o procurador não conteve o próprio ânimo. Levantou-se até a pia para lavar a xícara de chá e rapidamente voltou até onde estava sentado, arrastando a cadeira ao seu lado como se dissesse 'Senta aqui'.
O ruivo estava tranquilo, ainda que... estivesse um pouquinho atrasado, sim - não por vontade própria. O trabalho sempre dava seus pitacos, e se tinha algo que Grimory preferia e não preferia, era lidar com assombração. Já bastava ele.
Felizmente, Aniel havia topado ser naquele bar. Um local gritantemente suspeito, e que Grim só sugeriu ali para terem tranquilidade de conversas e assuntos. Mesmo que alguém ouvisse ali qualquer papo sobre coisas não-humanas ou sobrenaturais... bom, fork found in the kitchen.
"E aí! Desculpa a demora, te deixei esperando muito?" sorriu contente ao ver o outro, sentindo o alívio de ter paz e uma boa companhia. Logo se sentou junto de Aniel "Tive uma emergência na minha área, aí não deu jeito... ah, valeu pela água!"
"Como vão as coisas?"
"Não esperei muito não", a verdade é que a noção de tempo de Aniel era péssima. O rapaz olhou para um relógio pregado na parede do estabelecimento apenas por olhar, já que ele não sabia ver horas em relógios de ponteiro e números romanos, além de que estava escuro demais para identificar algo no objeto. Talvez fosse um enfeite do bar.
Assentiu perante o agradecimento de Grimory, "Vão bem! A cidade é muito legal, comi bastante coisa gostosa... Trabalhei um pouco, o suficiente para agradar meus chefes" - referia-se à deus e diabo, mas lembrou que quando se conheceram, seu trabalho foi um tema um tanto quanto polêmico. "As pessoas com quem conversei também foram bem legais e simpáticas! Acho que é isso... E você, como foram os últimos dias?", perguntou. "Inclusive, bem curioso esse lugar", o procurador comentou, os olhos escuros seguindo os movimentos de uma das atendentes, embora estivesse com o rosto em direção à Grimory.

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{ eu recupereiiii EU RECUPEREI ESSA CONTAAAAAAAAAAA }
{ gente, caso queiram, podem seguir meu blog multimuse @baretha. depois de mil anos consegui recuperar a conta! }
muse y mun
Starter | @house-of-tales - Grimory
Aniel estava de pernas cruzadas, a mente nas nuvens enquanto as pontas dos dedos batendo levemente na superfície da mesa. O procurador era uma criatura diurna, então para estar fora de casa após o anoitecer era necessário algum tipo de reforço: na mesa em sua frente estavam dispostos um copo de café espresso misturado com leite e gelo, e uma garrafa de água com gás.
Embora não estivesse se sentindo inseguro ou desconfortável, aquele bar era um tanto quanto suspeito. Era pouco iluminado e as duas funcionárias se revezam sem trocar uma palavra sequer para atender os poucos clientes ali. Aniel contava quatro pessoas no estabelecimento, inclusive ele mesmo. Mas o local fora sugestão de Grimory, o qual aguardava ansiosamente, então não iria reclamar.
Ele olhava com curiosidade os movimentos das atendentes e não reparou que o ruivo se sentou na sua frente. "Ah!", exclamou após enfim percebê-lo, "Você veio. Bom revê-lo, Grimory. Pedi uma água com gás para você".
"...é, eu também acho difícil. Mas de algum jeito, ele faz funcionar" coisa que no fim, nenhum dos dois entendia. Era curioso isso, de ser algo e ao mesmo tempo ninguém ter respostas do porquê ou exatamente como funcionam assim. Mas o ruivo queria muito saber sobre o outro, ainda que... "Você não curte responder tanto sobre você, não é? Acho isso uma pena."
"De qualquer forma, não vou comentar muito sobre você por aí, não se preocupe. Ainda mais considerando, né..." o fator não-humano "Ainda que tirando os sentidos e seu trabalho meio doido, você passa bem por um humano."
Aniel enrubesceu frente ao comentário de Grimory. Ele sabia que era um pouco evasivo dado à sua característica alienígena, mas poucas pessoas notavam isso - de forma geral, conseguia disfarçar bem ao não abrir demasiado espaço para que lhe perguntassem muitas coisas. Pensou consigo mesmo, "Até onde posso confiar nele?".
Andaram um pouco, Aniel encarando os próprios pés até se lembrar de um compromisso marcado para aquele mesmo dia. Então voltou a olhar o rapaz: uma faixa de luz o iluminava, realçando a cor vermelha de seus cabelos. "Vindo de você, fico feliz que consigo parecer um humano", disse por fim, um sorriso estampado nos lábios. "Tenho que ir agora", aquela despedida era um tanto quanto abrupta, mas o procurador estava interessado em conhecê-lo mais e, quem sabe, se abrir mais também.
"Estou aqui pela cidade pelas próximas semanas, Grimory. Se estiver livre, vamos nos encontrar novamente". No tom de suas palavras havia um desejo que o ruivo aceitasse seu convite.
what are your hobbies?; what's the coolest place you've visited?; do you have houseplants and how are you at keeping them alive?
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what are your hobbies?
aaah eu diria que rp é um deles. também gosto bastante de desenhar e ler, e fazer bolos/doces! tipo, como assim você mistura uma penca de ingredientes e vira um negócio mó gostoso? loucura total, deus é perfeito em todas as coisas mesmo
what's the coolest place you've visited?
pergunta difícil! visitei muitos lugares legais nessa vida, e espero visitar muitas outras... de cabeça, posso dizer o parque nacional de yosemite, mas ano passado visitei o pantanal e também foi muuuito legal!
do you have houseplants and how are you at keeping them alive?
já matei muitas plantas, inclusive suculentas - que supostamente deveriam ser fáceis de cuidar 😭 minha tática hoje é ter plantas extremamente fáceis de cuidar: aqui em casa temos espada de são jorge, jiboia, zamioculca, aglaonema, um cacto de espécie desconhecida e peperomia.
as mais difíceis de cuidar que temos é o lírio da paz (que de paz não tem nada, pqp), um kokedama de maranta e uma orquídea. elas são muito temperamentais, então tenho que prestar atenção se elas estão gostando do lugar onde estão - caso não estejam gostando, tenho que ficar trocando de lugar até elas gostarem de algum kkkkkkkk

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do you have a collection of anything?
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vamos dizer que eu tento colecionar, digo, a intenção está presente mas não exatamente materializada kkkkkk
gosto muito de perfumes, no momento tenho 4 pois são caro$ e gosto de usá-los. e também baralhos de tarô, no momento tenho 3 e gostaria de ter mais vários, apesar de na prática só usar um. mas tão bonitas as artes das cartas. e também tenho uma coleção de prints de artistas, amo muito!
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what's your favourite kitchen appliance?
do you have a collection of anything?
what's the best job you've ever had?
what's the worst job you've ever had?
what's your favourite piece of furniture and where did you get it?
what's your go-to recipe when you want to make something that requires minimal effort?
are you married or do you intend to get married?
do you have kids? do you want them?
are you on good terms with your parents?
do you have siblings? do you hang out with them?
do you vote?
what's the biggest purchase you've ever made?
what are your hobbies?
what's a hobby you'd like to get into?
do you collect anything?
how long have you known your oldest friend?
are you a member of any clubs or associations?
have you ever changed fields in your career or education?
how many wisdom teeth do you have and have you had any removed?
what's your favourite beverage?
do you have any living grandparents?
do you have nieces/nephews/godchildren/other kids in your life that aren't yours?
what's the coolest place you've visited?
what's your most recent degree and has it been useful to you?
would you rather own a dishwasher or a laundry machine if you could only have one or the other?
do you make a list before going to the grocery store or just wing it?
what's your favourite household chore?
what chore do you hate the most?
do you have houseplants and how are you at keeping them alive?
what's your living arrangement? (who do you live with, in what kind of building, do you own or rent or other?)