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just kinda doodling to get my mind off things…
Kitsune on the roof of Mimeguri Jinja (三囲神社) in Sumida-ku. Some of them hold the key to the granary in their mouth.
Shamisen
you know as a kid when you put on an adult's coat and feel super heavy and safe? he's got those vibes

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"Quer me assustar, vai precisar de muito" Aya até olhou de canto de volta e fez que não com a cabeça, mas estava se divertindo ali. Nesses momentos, dava pra apenas curtir a companhia alheia como algo agradável e amigável, sem o peso do que realmente precisavam resolver "Acho que sou, né? Você é engraçado."
"Nem mesmo em jogos? Poxa, com tantos jogos que sorte ajuda às vezes..." ou talvez ela que fosse viciada em jogos? Fica aí a dúvida "Eu já vi muita coisa com sorte, e tenho meus truques e bênçãos envolvendo isso."
A Onmyoji prestou muita atenção nas palavras do outro, o sorriso sumindo do rosto e dando lugar à compreensão da dor daquela mulher "Oh...eu posso entregar sim, claro. Já pode aproveitar e observar um pouco do truque, sendo assim..." e com o ornamento em mãos, Aya invocou seu Hakutaku, a criatura meio boi parando ao lado dela e pousando seu focinho no ornamento. Era tudo o que precisava.
"Já volto, se comportem!" e com isso lá foi ela entregar, 'deixando' seu totem junto de Arata.
O shinigami se esforçava quando notava que as relações para além do cordial e superficial valiam a pena, era mais no sentido de que a maioria dos humanos e outras criaturas estavam num ritmo completamente diferente do seu, por isso valorizava uma joia rara quando encontrava. A expressão facial do youkai já dizia por si só com a negação sutil oferecida, Arata gostava sim dos jogos mais simples, no entanto era um pouco mais seletivo, preferia aqueles que precisavam de estratégia. Realista, objetivo, era um verdadeiro cético no seu próprio mundo contraditório.
Seus olhos acompanharam Aya atravessando o portão, o movimento leve, despreocupado, contrastando com a forma como ela havia invocado o outro youkai sem hesitação alguma. Suspirou fundo, sentindo drásticamente o ambiente mudar de aura, era de fato o oposto de tudo aquilo que hakutaku representava. O shinigami permaneceu imóvel, apenas observando, não havia nenhuma familiaridade ou desconforto; era como se estivesse diante de algo que reconhecia a existência e entendia seu significado, mas não pertencia àquilo. – “Então é assim que você joga.” – Soltou o ar pelo nariz, um tanto quanto cômico, pressionando os lábios ao se sentir um mal perdedor.
Onde é que isso se encaixa em um mundo que, para si, sempre funcionou de outra forma? “Bênçãos, sorte, conforto, despreocupação… Companhia.” Refletiu enquanto observava a Onmyoji ao longe, enquanto ela interagia com a senhora. A forma como a mulher recebia o ornamento, como ela a cumprimentou de longe inclusive. E retribuiu. “Ela vai dormir melhor hoje... E por um bom tempo.” Cogitou, ainda olhando na direção da casa. Então voltou a encarar o Hakutaku, dessa vez com um leve inclinar de cabeça, respeitoso. – “Sua energia fica para garantir isso, imagino.” – Complementou num tom de voz baixa.
Quando Aya começou a voltar, recuperou a expressão mais leve de antes, como se nenhum reflexão tivesse acontecido. – “E então?” – Perguntou, com um leve erguer de sobrancelha. – “Funcionou ou devo começar a investir em moedas também?” – O canto da boca se curvou. – “Estou considerando seriamente, apesar de que você me parece roubar de vez em quando. Saiba que essa sua teoria de sorte perde força assim. Estou vendo que seu sucesso é só talento e esforço expresso em tudo o que se propõe a fazer.”
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Asura podia, em teoria, estar acostumado com seus sonhos. Com seus pesadelos. Com seu sofrimento. Na prática, era uma prisão mesmo assim.
No começo, sempre do mesmo jeito - não conseguia perceber que era sonho. E nem tinha como direito, quando a realidade já havia sido idêntica. O Mara já havia, incontavelmente, matado seus companheiros. Causado danos irreparáveis a eles. Perdido o controle em batalha.
Mas aquilo… aquilo era estar preso no próprio corpo, incapaz de parar, mas capaz de perceber cada golpe que dava. E isso que começava a fazer ele perceber que era um sonho.
Asura nunca conseguia perceber até o fim do ato, quando acontecia. Era parte da sua culpa também. Mas ali, via cada segundo, como se fosse para cravar em sua mente, lhe torturar um pouco mais. Os sentidos dele estavam se agitando, tentando perceber o que estava acontecendo... mas algo estava errado. Algo, alguém, alguma coisa não fazia sentido... e isso desnorteou ele ainda mais.
Com um soco no chão, forte o suficiente para estremecer a terra, Asura grunhiu. Seu corpo ali - corpo de verdade? De mentira? O que era isso? - estava banhado em sangue - de verdade? de mentira? O que era isso? - e ele soltou um único grito.
"QUEM ESTÁ AÍ?! FIQUE LONGE!"
Não havia como recuar, o corpo que não obedecia as normas do tempo e espaço reagiu junto com um reflexo que não era de si, músculos tensionados para avançar, atacar e revidar. Sem esperar mais, atravessou o espaço instável, ignorando as distorções que puxavam seus passos, como se o próprio pesadelo tentasse reorganizá-lo à força. Por não ter hesitado, a presença do youkai acabou por se tornar matéria onírica, tomando forma e todos seus contornos únicos.
O grito o atravessou feito um projétil, e quando abriu os olhos novamente, o cenário já não se sustentava como antes, agora que havia uma consciência dentro do caos… Tudo mudava. Quando os pesadelos se tornam lúcidos, a tendência é que eles percam força, sejam modificados ou acabem, pois o sonhador assume o controle da narrativa. Seria uma dessas vezes? – “…Eu vou permanecer.” – A voz saiu mais baixa do que pretendia, falha, mas firme o suficiente para não desaparecer no ruído. Não estava acostumado a tanta intensidade, mal sabia se comportar.
Destemido, e muito próximo, o youkai segurou apertado um dos pulsos do outro, e puxou diretamente, todo excesso inconsciente. O efeito não foi imediato no ambiente, mas houve uma falha, atrapalhando o ritmo da destruição. Ren apertou mais, a respiração descompassada pelo calor súbto pelo corpo, persistente. – “Eu vou ficar.” – Disse por fim, igualmente banhado em sangue, um era espelho do outro. Um peso e uma dor dividos, e por ora era o que conseguia oferecer: compreensão.
Quando um sonho se torna lúcido em sua totalidade… Coisas mais estranhas podem acontecer.

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O mais jovem mexia nos cabelos enquanto foleava o livro em seu colo, o cheiro de poeira irritanto duas narinas. Essas que podia sentir uma ardencia devido a sensibilidade. Outra coisa que o deixava irritado: o quão velho, antigo e abandonado aquele lugar era. Seus olhos liam rapidamente, procurando apenas por palavras chaves que chamariam sua atenção para aquilo que buscava.
Cada vez ficava mais desanimado, conforme caminhava rumo a procurava, parecia que mais distante ficava. Não saberia a real possibilidade, mas acreditava ser impossível não existir outros registros da magia de ouro além da historia clássica do Rei Midas, não aguentava mais ler o mesmo conto. No fundo tinha uma esperança, uma pequena esperança, que existia algo que o ajudaria. Não a se livrar dela, mas compreender.
Seu olhar levantou e mirou o outro apenas no momento que a pergunta lhe foi direcionada. Piscou lentamente enquanto refletia. Não havia chegado recemente, mas também não estava a tanto tempo assim. - "Não sei exatamente... Meio que perdi a noção do tempo." - puxou o celular do bolso e olhou. - "Ah! Faz quase uma hora... Mas parece que estou aqui a dias."
“Uma hora…” – Riu despretenciosamente, o vampiro estava preparado para ficar semanas, quiçá meses na biblioteca, e ali se encontrava um jovem que parecia não aguentar o tempo passar tão devagar. Tudo é uma questão verdadeira de interesse e empenho. Absolutamente nada, em sua tragetória, fora adquirido facilmente. – “Então ainda dá tempo de você ir embora.” – O comentário veio seco, um tanto quanto crítico.
Havia constatado que os livros adquiridos não serviriam por ora, e, ao virar mais uma página pequena do moleskine, algo em suas próprias anotações chamou sua atenção. A ponta dos dedos parou no papel, seguindo sua letra e possíveis avisos importantes. As sobrancelhas franziram de leve e pela boca, o som escapou em um sopro curto. – “…Ah. Eu sabia que tinha deixado isso anotado”
Sem pressa, fechou parcialmente o moleskine, apoiando o polegar entre as páginas marcadas. Levantou o olhar na direção das estantes demarcadas, seguindo as instruções. O móvel ao fundo da biblioteca, ligeiramente desalinhada em relação às outras. “Então é ali.” Disse em voz alta os próprios pensamentos. Não tardou em se levantar da mesa com calma, guardando o monóculo de volta antes de caminhar em direção ao ponto específico, com passos silenciosos e decididos.
Shin parou diante da estante, inclinando levemente a cabeça, passou os dedos pelas lombadas, ignorando todos os títulos, focando apenas na disposição dos livros. Um padrão familiar, uma sequência natural, e então, pressionou dois livros mais grossos que os outros. Não demorou para acionar algum tipo de mecanismo antiquado, e um estalo baixo ecoou por todo espaço esquecido. A estrutura inteira cedeu alguns centímetros, revelando uma fresta escura por trás da madeira antiga. – “Olha só…” – Comentou, quase satisfeito. – “Talvez você não esteja tão perdido assim. Ou está, mas acabou de melhorar um pouco.” – Shin sorriu de lado, sem olhar diretamente para o outro. Deu meio passo para o lado, abrindo um espaço estranhamente convidativo. Não conseguiu disfarçar a satisfação que sentiu ao ter mudado pelo menos um pouco o rumo daquele encontro. – “Se encontrar o que procura aqui, saiba que terá uma dívida eterna comigo.” – Pesou nas palavras, e não, não estava brincando.
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Se arrepiou por um instante, tensionando o maxilar logo em seguida. A percepção de uma noite agitada nunca lhe intrigou tanto como aquela. Jamais imaginava passar por uma transição tão brusca ao qual fora obrigado a atravessar. Entre um pesadelo e outro, fora praticamente arrancado de suas próprias escolhas e necessidades, totalmente fora da sua zona de conforto.
Não estava lidando com um humano.
O que encontrou não era um sonho comum, não tinha forma estável, não tinha começo nem fim; era uma espécie de excesso, algo transbordando para além do que deveria caber em uma mente só. O primeiro sentido a sofrer com a drástica mudança de ares fora a audição, o som do sofrimento alheio lhe atingia diretamente e Ren parou antes de se aproximar completamente, não por medo ou cautela, mas porque o desconhecido já o tocava sem ao menos ter o contato estabelecido.
Um misto de prazer e impulsos animalescos, havia algo que não queria parar, mesmo enquanto uma parte menor, mais silenciosa, implorava para que tudo cessasse. Essa sensação contraditória fez seu peito apertar de um jeito estranho, e esse sinal já deveria ser o suficiente para ter recuado. Só que persistiu.
O conteúdo que lidava não era um alimento seguro, e para além das necessidades fisiológicas, não conseguia explicar a atração pelo que não se deixava compreender. Seus dedos se moveram antes que decidisse de fato, como se o próprio instinto espiritual reconhecesse um banquete. O toque praticamente se tornou uma invasão. O youkai fora puxado através de uma fissura entre mundos, rasgando o silêncio dos sonhos, ao contrário da sutileza e cuidado do caminho de sempre. Apesar do susto inicial, não negaria sua curiosidade com tamanha força e mistério envolvido no imprevisto. E no instante em que atravessou a superfície instável, tudo veio de uma vez só.
O corpo respondeu antes dos próprios pensamentos, refletido em tensão, respiração aflita, músculos contraindo como se precisasse agir, lutar, destruir tudo o que visse. Mas aquele conteúdo não era seu, não era para ser. E ainda assim, se instalava, se misturava, preenchia espaços onde não havia nada em si. As emoções não vinham organizadas, como se cada memória carregasse também o peso físico do que representava. Raiva, satisfação, frustração, desespero, descontrole. Ren tentou conter, filtrar, tentou fazer o que sempre fez: consumir, reduzir, transformar em algo assimilável para si mesmo, porém de nada adiantou.
Se sentiu tão insignificante que notou um medo de verdade, medo de perder sua existência e tudo que havia construído até então. Por que aquilo não diminuía? Quanto mais energia absorvia, mais dessas sensações crescia dentro de si. Por um segundo, não soube onde terminava o outro e onde começava a si mesmo.
Seu corpo batalhou para continuar em pé, tremeu por completo, vida demais em estado de ruptura. E no meio disso, no ponto mais profundo e quase invisível daquele caos, havia algo que não gritava, que não lutava, só tentava resistir a tamanha destruição, quase como um pedido que não tem força para se impor, no entanto, continuava ali. Não pensou duas vezes em se agarrar a mínina brecha encontrada, e cansado, fechou os olhos e quase todos seus sentidos. Pela primeira vez, não parecia que ele estava apenas consumindo um pesadelo, parecia que, se desistisse, ele estaria abandonando alguém, e jamais se tornaria esse tipo de existência.
幽幻ロマンチカ 満天花 / Yuugen Romantica Mantenka The Third Rumor, Baku-sama, Utashiro
Characters: Utashiro (CV. Kimura Ryohei) Release date: 2019.2.27 Price: ¥2200 + tax Product code: REC-864
幽幻ロマンチカ 破天荒 / Yuugen Romantica Hatenkou The Second Wonder, Utashiro (CV. Kimura Ryohei)
Character: Utashiro Release date: 2017.5.17
"Perigoso como? Olha essa finura de braço que você tem! Já vi crianças mais fortes..." estava começando com tom de piada, mas aí fez careta ao se lembrar: "Pior que tem uns espíritos tão mais jovens que eu, e que derrubam tanta coisa que eu só em sonho... que invejinha, viu."
"Olha... equilíbrio é sim a fonte de tudo, e tem que ser. O problema de hoje em dia é que não é tão equilibrado. Mas olha só, metade não, mas algumas coisas dependo da sorte sim" no caso, seu totem. Mas não tinha porque ela invocar o Hakutaku ali, só pra se exibir com o ser que a acompanhava e lhe abençoava com sorte "Pra mim até que dá certo, não superei a vez que acertei uma flechada na cagada. Mas só sorte não funciona, sabe."
Franziu o cenho, confuso. Arata olhou para o próprio braço por um segundo, como se estivesse realmente avaliando a crítica dela, erguendo a manga com dois dedos. – “Hnn.” – Girou levemente o pulso, observando sem pressa. – “Realmente decepcionante.” – Baixou a manga de volta, completamente sério, obviamente, sério demais para ser verdade, e sem delongas, lançou um olhar de soslaio para Aya. – “Talvez eu devesse compensar isso com uma presença ameaçadora na próxima vez que nos encontrarmos.” – Riu de leve. – “Ou continuar confiando no fato de que as pessoas subestimam esse tipo de detalhe.” – O canto da boca se curvou, conformado e divertido.
Próximos da primeira casa, o shinigami desacelerou um pouco o passo, ajustando a sacola com mais cuidado, como se o conteúdo ali dentro exigisse uma atenção que ele não dava a si mesmo. – “Você é interessante, Aya-san.” – Disse mais para si mesmo enquanto parou diante do portão, logo acima um sino pendia na entrada. Seus olhos deslizaram pelo jardim, pelas janelas, notando a senhora regando as flores. – “Acabo que lido com coisas que não deixam muito espaço para sorte, por isso minha descrença.” – Seus dedos tocaram levemente a borda da sacola, retirando dali um dos embrulhos mais elaborados.
“Ela compra um novo ornamento a cada estação.” – Então ele inclinou levemente a cabeça na direção da menor, se referindo a cliente. – “Mesmo quando não estou aqui ela faz questão de me encontrar em outra província.” – O olhar voltou para frente, tocando de leve o sino devidamente. – “O marido morreu há anos.” – Disse com naturalidade desconcertante. – “Ela ainda se arruma como se fosse encontrá-lo.” – Então estendeu o objeto na direção de Aya. – “Quer entregar? Já que metade disso aqui depende de sorte… Vamos ver como você se sai.”

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sorriu sob a máscara, achando adorável o jeito que esse garoto era... emocional...? ele é bom, com certeza é. porém lutava muito exposto e isso era perigosíssimo.
é exatamente desse tipo de maluco que os zeladores precisam. uma pessoa com convicção e, de preferência, boa índole. ele está ali lutando pela vida com inúmeras bestas, mas ainda acha um tempinho para o retrucar. incrível, simplesmente incrível. "decide, ou eu vou e você me cobra uma taxa que eu nunca vou te pagar. ou eu vou e você só aceita... pensei inclusive que não quisesse interferência." disse isso, mas... iria sim se meter nessa briga. o garoto estava certo, "aham, tô vendo isso. eles com certeza sabem o que fazer."
enjin se levantou e ergueu o umbreaker, "se afasta o quanto der." disse enquanto ativava seu instrumento vital. dali, era difícil o ver... a não ser que olhasse para o alto, bem, bem alto. o zelador foi para o mais longe do chão que seu guarda-chuva o pudesse levar e, o transformando em uma super broca, caiu com tudo em cima das bestas.
a queda não só destruiu boa parte deles, como boa da do chão também. com isso feito, diminuiu o objeto e olhou para o outro, mais uma vez sorrindo sob a máscara. "me mostra o que você também sabe fazer, com erro e tudo."
Suspirou contrariado, não era bem isso… Deveria ter sido mais claro, oras! Ou melhor, mais coerente no final das contas. – “Tch–!” – Murmurou com aquele sentimento leve de opressão. Deu ouvidos ao outro, se afastando devidamente. É claro, caso ele não o quisesse vivo, já teria tomado outra direção. Ao menos, não era um estranho digno de todo seu desdém, desde o começo ele havia se mostrado um tanto diferente.
O chão tremeu com violência suficiente para desestabilizá-lo por um instante, ao que fragmentos de sucata e poeira foram lançados no ar enquanto aquele golpe rasgava a formação das bestas como se fossem insignificantes. Engoliu seco, o coração jovem bateu mais rápido, uma empolgação jamais sentida antes lhe tomou o corpo todo. Deslizou alguns passos para trás, cravando o jinki no chão para segurar o próprio peso, os olhos acompanhando o rastro de destruição com um brilho intenso. Por alguns intantes o perdeu de vista, sentindo-se vulnerável.
Quando levantou o olhar, tentando localizar o outro, precisou estreitar os olhos por um segundo a mais do que gostaria. “Exibição ou mera naturalidade?” Resmungou, tentando medir os esforços do outro. No entanto, o canto da boca o entregava. O corpo já se movia de novo antes mesmo da poeira baixar completamente. Zanka avançou com menos impulsividade e mais competitividade no sangue, este, que se transformava em estratégia pura, após um deslize insignificante sqn, prendeu-se a leitura inicial das bestas. – “Ainda não acabou.” – Disse alto, quase rindo. Girou o jinki no punho e entrou no espaço aberto pelo impacto, usando os destroços como apoio e suporte, saltando lateralmente em vez de avançar direto. Um golpe horizontal, outro mais curto, mirando nas juntas, uma parte mais frágil do corpo animalesco.
Uma das criaturas tentou antecipar o movimento e rapidamente, no último segundo inclinou o corpo, deixando o ataque passar raspando, logo, o respondendo com um corte seco. – “Se em algum momento você queria me testar, vai ter que prestar atenção direito.” – Saltou novamente, desta vez usando uma placa de metal inclinada como impulso. – “Eu sou capaz de tudo!” – Riu divertido, verdadeiramente eufórico com toda a situação. Caiu já girando o corpo, com o lovely assistaff descrevendo um arco limpo que atravessou duas bestas ao mesmo tempo, aproveitando o momento exato em que tentavam se reorganizar aos outros quatro que restavam.
Respirou fundo, se recuperando de todo movimento e adrenalina presenciada ao pousar em solo, não era capaz de ser visto, mas sorria de verdade. – “Você bagunça e espera que eu limpe depois?” – Um tom brincalhão, por assim dizer. Virou o rosto, um breve olhar na direção do desconhecido. – “Tá tudo bem, pode contar comigo.” – Deu a certeza enquanto partiu para cima das bestas faltantes.
gentem, podem me critxicar, mas não consigo sair do meu padrão de criar espritos, gosto muito !! novo muse youkai adicionado na lista ( Ren ), ele é meio estranho e profundo, se quiser desenvolver emoções intensas/traumas dos seus muses, ele é um ótimo partner ♡ ( e pra outras coisas tbm obv k )