Esperar por você é como esperar a chuva nessa seca: inútil e decepcionante!
A Nova Cinderela (via promessasvazias)

izzy's playlists!

shark vs the universe
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

Janaina Medeiros
we're not kids anymore.

★
Sweet Seals For You, Always
noise dept.

#extradirty

Kiana Khansmith
macklin celebrini has autism

Love Begins
styofa doing anything

⁂
Today's Document
Cosimo Galluzzi
trying on a metaphor
he wasn't even looking at me and he found me
seen from Canada
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
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seen from United States

seen from Brazil
seen from United States

seen from Germany

seen from Germany
seen from South Africa

seen from Türkiye

seen from South Africa

seen from Bangladesh
@perig0zei
Esperar por você é como esperar a chuva nessa seca: inútil e decepcionante!
A Nova Cinderela (via promessasvazias)

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Amadurecer é deixar ir embora o que já tivemos medo de perder.
Bruna Lima. (via versografa)
Deixe-me dizer uma coisa, amigo: a esperança é uma coisa perigosa.
Um sonho de liberdade (via promessasvazias)

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É quando você esconde as coisas que acaba sendo sufocado por elas.
Charles Bukowski. (via versificar)
O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama. Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado. Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se. A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também? Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. “Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho”. Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. “Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato”. Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
Martha Medeiros. (via materializei)

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Desculpa, ok? Desculpa se eu não dei o meu melhor. Desculpa se eu fui orgulhoso. Desculpa se as vezes que eu te fiz chorar foram maiores do que as que eu te fiz sorrir. Desculpa se eu sempre fui egoísta e procurei fazer o melhor pra mim esquecendo do que era melhor pra ti. Desculpa se eu desisti… Mas não foi só de nós. Eu desisti de mim também. Desculpa se eu desejei tantas vezes nunca ter te conhecido. Desculpa se nunca me mostrei agradecido por todo o bem que você me proporcionou. Desculpa se eu te ignorei quando tu veio atrás, desculpa se eu não li quando você escreveu, não atendi quando você ligou, não respondi quando você mandou mensagem. Desculpa por ser assim. Desculpa se eu fui irritante. E convencido. Desculpa se eu deixei meu medo impedir que algumas coisas acontecessem. Desculpa minha falta de confiança. Desculpa por me afastar do nada. Desculpa por te ignorar de propósito. Desculpa por fazer algumas coisas com a intenção de te machucar. Desculpa pelas crises de ciúme. Desculpa por ser criança e desculpa pelas infantilidades. Desculpa por descontar em você coisas que não tinham nada a ver. Desculpa por te pedir pra esquecer e depois correr atrás te fazendo lembrar. É tarde, mas eu não ligo. Não muda nada, mas mesmo assim… Desculpa por tudo.
Vinícius Kretek. (via versificar)
Fiz uma pesquisa e cheguei a conclusão que: Foda-se
Não importa o quanto algo nos machuca, às vezes se livrar disso dói mais ainda.
Grey’s Anatomy. (via inverbos)
Você gosta de memórias porque sabe que elas nunca mudam ao contrário das pessoas.
Blackbird,1997. (via tragicos)

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Mas deixa, eu me viro. Sempre me virei.
Antônia (via heroipoeta)
Apesar de você carregar um nome épico nas costas, você não faz jus à ele, João. O seu nome é lindo, assim como os seus lábios finos e a sua nuca branquinha. O seu mal é o que você é por dentro. Se não fosse esse teu jeito todo errado e desleixado, eu olharia pra sua cara e diria que você é um anjo. A verdade é que você é o demônio em pessoa, João. Nada nunca é bom o suficiente pra você. Ninguém nunca é digno do seu amor. Porque será que você infla o seu ego tanto assim, João? Você não é diferente dos outros. A sua rotina não é agitada todos os dias da semana. O seu tipo físico não é de nenhum deus-grego-dos-céus. Você arqueia essa sua sobrancelha com pelos falhos e cruza os braços fazendo essa pose de durão, mas de durão você não tem nada. Admite que vez ou outra a sua vontade era de trocar a cerveja com os amigos por um milk shake com alguém especial, vai. Admite que além da bunda e dos peitos, você também repara no sorriso e nos pés. Pode parecer meio absurdo, mas eu sei que você é encantado por pés. E sei também que a sua bebida preferida nunca foi Whisky, mas sim Guaraná. Os seus coleguinhas-babacas-de-balada não sabem disso, mas eu sei. Deve ser assustador pra você ter alguém que te conhece tanto quanto eu. Tudo bem, eu entendo a sua raiva e a sua ironia desafiadora. O que eu não entendo é porque você continua fumando cigarro, mesmo odiando a fumaça que gruda na sua pele. Eu não entendo porque você sente a necessidade de beijar oito bocas diferentes a cada cinco minutos pra se sentir melhor. E também não entendo a graça que você vê naqueles programas estúpidos de automóveis. Eu não te entendo, João, mas juro que me esforço ao máximo pra te aceitar. Você carrega um fardo de defeitos insuportáveis e uma lábia com gírias indecifráveis, mas o desgraçado do seu perfume tem um aroma bom. O seu ar superior e a sua confiança em si mesmo me dá náuseas, mas a droga dos seus braços tem a facilidade de me passar uma segurança que eu não sou capaz de encontrar em nenhum outro lugar do planeta. Talvez o que eu venha a dizer agora te deixe intrigado, porque no fundo você sabe que é verdade: você não passa de um fraco, João. Por mais que os seus músculos saltem do seu corpo e você consiga levantar três elefantes seguidos, você ainda continua sendo um fraco. Estúpido. Babaca. Covarde. E mais outros milhões de adjetivos chulos. Porque você pode fazer mil mulheres caírem de amores aos seus pés, mas tem medo de se prender à apenas uma. Se te perguntarem o significado da palavra “curtição”, certamente você saberá responder. Mas e o amor, João? O que é amor pra você? Acho que agora eu te encurralei em um beco sem saída. Por detrás de toda essa sua estrutura de homem-inabalável, existe um menino que tem medo de amar. Eu sei disso também. O problema é que o seu orgulho te consome da cabeça aos pés e você não é capaz de dar o braço a torcer. A sua aparente falta de sensibilidade me irrita. Ninguém suporta conviver no mesmo ambiente que o seu por três dias, mas olhe só pra mim! Eu estou do seu lado a quase três anos. E você não dá valor a isso. Aliás, você não dá valor a nada, João. Isso também me irrita. Você não permite que ninguém descubra o que se esconde além dessa nuvem cinzenta que te cerca, porque no fundo você tem medo da solidão. Você tem medo de se entregar em um jogo no qual não é você quem dá as cartas, tampouco é o dono da partida. Você tem medo de que alguém goste de você apesar de todos os pesares. E eu gosto. Eu gosto da sua tatuagem tribal ridícula no ante-braço, da sua barba mal feita e da unha encravada do seu dedão do pé. Você não merece, eu sei, mas isso não é motivo o suficiente pra me fazer desgostar. Mesmo que você xingue a sua mãe, seja mal educado com o seu vizinho e se sinta bem em ser um completo filho-da-puta, ainda assim eu gosto de você. Na medida do impossível, tudo o que eu mais queria era atravessar pro seu lado do precipício e fazer com que a gente desse certo. O problema é que eu não sei ser a sua Maria, João. E o meu nome ainda é Bárbara.
Capitule. (via revejo)