Eu já estava te respondendo... e nossa! Quase que me esqueço de mim?
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Contemplação
E hoje, ao invés de uma “boa noite” Desejo a você um “lindo pôr do sol”!
Meu corpo Li, na noite passada, que a deusa grega Afrodite, ou Vênus, para os romanos, era o ideal de beleza feminina.
Ela foi retratada mais de um milênio depois por um italiano chamado Sandro Botticelli e a imagem pintada, não sei se corresponderia aos padrões de beleza da Antiga Grécia ou da Europa renascentista.
Fato é... que me identifiquei com ela! Não que eu me julgue detentora de traços de uma deusa. Minha autoestima não permitiria tanto!
Mas aquela mulher pintada ali, numa improvável representação da anatomia humana (assim dizem os críticos), me parece tão real! Tão mais possível do que as nossas musas esculpidas em ferro, suor e procedimentos estéticos!
Ela me parece alcançável. Alcançável não, porque já nos identificamos: seios pequenos, pele branca, dedos compridos. Músculos não tão rijos, uma proeminência na região do abdômen...
Então quer dizer que aquela barriga já encantou homens e mulheres que por aqui passaram?
Eu sou Vênus. Por falta de discípulos, me declaro a minha primeira - talvez única -, mas sem dúvida, a maior adoradora! Me adoro, portanto (e enfim)! Por um dia. Mas que se estenda aos demais... a todos os demais! (e sinta-se abrangido por uma interpretação extensiva dessa sentença)...
E assim declaro, com autoridade e licença de deusa,
que a partir de hoje,
deste instante até o último,
eu me amarei, me aceitarei, me venerarei.
Eu, Vênus.
-Patrícia Ferreira Trindade

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Um manifesto à beleza. À real beleza
Já repararam como muitas mulheres têm vergonha de aparecer numa foto ou mesmo fora de casa sem que estejam maquiadas? Ou quantas influenciadoras digitais utilizam diversos filtros para disfarçar suas imperfeições? Eu mesma percebi que só utilizava a câmera no modo beauty… há anos! Acontece que esses artefatos do mundo da beleza deveriam ser usados para nos deixar mais bonitas, para valorizar os nossos traços... Mas todo esse aparato, a despeito de nos prometer elevar nossa autoestima, está na verdade nos escravizando. Os nossos cabelos ficam lisos ou ondulados dependendo da moda do momento. Nossas sobrancelhas ficam finas ou grossas segundo as últimas tendências. Nossos lábios de repente passam a ser preenchidos com procedimentos dolorosos. Os cílios se alongam cada vez mais após horas de aplicação por uma profissional qualificada. Mas... quem é que dita essas tendências?! O que estamos fazendo com nós mesmas?! E pior... Aonde isso termina? Até outro dia, “só” “tínhamos” que “manter” as “unhas”, “depilação” e “cabelos brancos” “em dia”! Hoje parece que cada pedaço do corpo da mulher precisa ser retocado, consertado, aperfeiçoado de alguma maneira! Não se assustem, porém, que alguém chegue e lhes diga: “mas vocês fazem isso porque querem!”. Pois eu digo que só somos realmente livres para fazer escolhas quando podemos pensar e refletir sobre isso! E é a isto que hoje eu rogo! Paremos um pouco. Descansemos por hora nossos pincéis, os batons... deixemos de lado a lixa, o alicate e nosso baby liss, e pensemos: Quanto do nosso tempo (e do nosso orçamento) estamos investindo para nos sentirmos cada vez piores em relação àquilo que realmente somos? Pois então eu deixo um apelo: Que nós tenhamos a coragem de sermos imperfeitas. E que tenhamos a sensibilidade de reencontrarmos beleza nisso. Com amor, Patrícia Ferreira Trindade P.S.: Na imagem, a pintura “Mulher no espelho” de Pablo Picasso