( 𝑗𝑎𝑐𝑜𝑏 𝑒𝑙𝑜𝑟𝑑𝑖 ) há algo profundamente perigoso em certas histórias… especialmente naquelas protagonizadas por 𝐨𝐛𝐞𝐫𝐲𝐧 𝐯𝐫𝐚𝐧𝐢𝐜 𝐳𝐯𝐞𝐫𝐞𝐯. aos 𝐭𝐫𝐢𝐧𝐭𝐚 anos, ele carrega o legado de 𝐝𝐢𝐚𝐛𝐥𝐨 ( 𝐚 𝐛𝐞𝐥𝐚 𝐚𝐝𝐨𝐫𝐦𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚 ) em cada aspecto de sua narrativa. ligado a casa 𝐦𝐚𝐧𝐝𝐫𝐚́𝐠𝐨𝐫𝐚, tornou-se conhecido entre outros alunos por sua reputação de 𝐢𝐦𝐩𝐚𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 e 𝐢𝐧𝐟𝐥𝐞𝐱𝐢́𝐯𝐞𝐥 — qualidades extremamente valorizadas em mythborne — ainda que existam rumores persistentes sobre uma natureza 𝐦𝐞𝐭𝐨́𝐝𝐢𝐜𝐚 e 𝐚𝐬𝐭𝐮𝐭𝐚 escondida sob toda essa deturpada perfeição.
𝖔𝖓𝖈𝖊 𝖚𝖕𝖔𝖓 𝖆 𝖙𝖎𝖒𝖊…
resumo: vem aí!
o que é, exatamente, ser? para a maioria de nós, seres conscientes, o ser não acontece de uma vez. a própria ideia de identidade exige demora. primeiro vêm os contornos indistintos, as experiências acumuladas, os erros, as recusas, as pequenas descobertas que permitem reconhecer aquilo que não nos pertence, o que não se é. só depois, anos de desenvolvimento adentro, surge alguma noção do que somos. e mesmo essa noção costuma mudar. cresce, encolhe, se corrige, contradiz. ser é uma construção contínua. entretanto, não foi assim para diablo. houve uma tarde em que o mundo ainda era feito de vento sob as asas, correntes térmicas ascendendo das montanhas de moors, galhos tortuosos servindo de pouso, instintos simples. então veio a captura, o bater desesperado contra aquilo que não cedia, o terror bruto... e, de súbito, era. não corvo. homem.
não houve transição suficiente para preparar sua mente. não houve infância, crescimento ou aprendizado gradual. num instante existia o voo; no outro, havia pés apoiados no chão. dedos. voz. linguagem. sobretudo, havia pensamento. pensamento incessante. pensamento que observava o mundo e, logo depois, construía infinitas inferências. aquilo talvez tivesse sido a descoberta mais desconcertante. a consciência não se limitava a enxergar as coisas. sua criadora, se assim pudesse nomeá-la, o acolhera imediatamente. a primeira presença estável naquele território desconhecido que era sua própria existência. enquanto tentava compreender o que significava possuir um corpo que não reconhecia, ela estava ali. quando as perguntas surgiam mais rápido do que podiam ser formuladas, quando a compreensão parecia longe de seu alcance. malévola não fora seu princípio, mas tornara-se o marco que dividia tudo em antes e depois. e tinha sido através dela que diablo compreendeu a primeira verdade desconfortável sobre si mesmo: não havia transformação capaz de concluir aquilo que ele era. deixara de ser corvo, certamente. mas também jamais se tornara homem por inteiro.
o tempo passou sem resolver a questão. os anos vieram, a reescritura alterou reinos, derrubou histórias, remodelou destinos inteiros, mas as inquietações sobreviveram. diablo desempenhava seus deveres como sempre fizera. organizava assuntos de estado, carregava mensagens, acompanhava malévola em suas decisões, atravessava os territórios mais remotos de moors e retornava com as informações necessárias. seus dias eram preenchidos por tarefas. ainda assim, havia algo que persistia sob a superfície de tudo aquilo, ruído discreto acompanhando seus pensamentos. observava os corvos com frequência. e não por nostalgia, mas porque eles continuavam representando algo que perdera sem jamais compreender completamente o quê. via-os pousando nos galhos mais altos das árvores negras. via-os desaparecerem entre a neblina que cobria os vales. via-os aguardando pacientemente a mudança do vento antes de alçarem voo novamente. e era a simplicidade naquilo que o deixava desconfortável. não porque desejasse retornar à forma anterior, mas porque os corvos pareciam existir sem precisar justificar a existência. sem sequer conhecê-la; eram aquilo que eram.
às vezes perguntava-se se sua antiga vida fora realmente mais simples ou se a consciência possuía o hábito de romantizar tudo aquilo que ficara para trás. talvez um corvo também carregasse seus próprios conflitos, apenas incapaz de transformá-los em linguagem. ou talvez a diferença estivesse justamente aí. enquanto animal, podia sentir. enquanto homem, precisava interpretar o que sentia. era a parte mais complexa, a interpretação tornava tudo mais pesado. mesmo o voo. quando assumia novamente sua forma original e cruzava os céus de moors, a experiência já não era a mesma. as asas permaneciam fortes, a corrente de ar continuava sustentando seu corpo, mas agora havia pensamentos viajando junto. preocupações, previsões, lembranças, responsabilidades. nenhum corvo carregava um reino nos ombros, ou precisava se preocupar com o futuro. em homem, diablo não possuía iguais. em corvo, tampouco. e poucas coisas eram tão incômodas quanto existir em absoluta solidão.
malévola percebia isso. poucas criaturas em mythborne capazes de esconder algo dela por muito tempo. ainda menos dentro de moors. conhecia os silêncios de diablo tanto quanto suas palavras. os momentos em que seu olhar permanecia distante durante uma reunião, a maneira como seus dedos tamborilavam sobre uma superfície quando estava excessivamente absorto em pensamentos, e por fim, aquele vinco persistente no cenho. quando a ideia surgiu na mente da soberana, tratava-se de uma observação paciente, mais do que uma ideia de proteção (ainda que válida). não era ela quem mais se familiarizara com a dor da solidão?
a reescritura não foi capaz de alterar inúmeras perdas, mas abrira portas que permaneceram fechadas durante séculos. manuscritos esquecidos voltaram à superfície. fragmentos de uma era tão remota que sequer os mais velhos lembravam-se da tecnologia. narrativas sobre castelos suspensos acima das nuvens, fortalezas erguidas por faes em tempos anteriores à memória dos reinos modernos. fortalezas de jardins cultivados entre correntes de vento, de torres escondidas acima das tempestades e, sobretudo, de seus guardiões. criaturas construídas a partir da própria matéria do reino. ferro. barro. pedra. magia. não eram descritos como soldados, tampouco como servos. os textos antigos insistiam em algo curioso; aquelas criaturas não protegiam porque recebiam ordens. protegiam porque proteger fazia parte de sua natureza, eram parte ativa de suas fortalezas.
com os séculos, os castelos desapareceram. as civilizações que lhes deram origem tornaram-se pó há muito tempo. os guardiões, entretanto, permaneceram nos registros. e quanto mais malévola estudava aquelas histórias, mais percebia algo ausente nelas. os antigos construtores haviam esquecido-se de algo. e foi ela que acrescentou algo que os textos não mencionavam. às ruínas de ferro recuperadas dos territórios antigos, ao barro recolhido das regiões mais profundas de moors, aos encantamentos esquecidos havia séculos; somou um coração preservado, aquilo que restara de uma dark fae que entregara a própria vida pelo reino. não era ao exato uma alma, mas o cerne que o distinguiria para a proteção do reino. diablo não compreendeu o propósito de tudo aquilo quando foi convocado. observou os recipientes espalhados pelo salão, e a mistura fervilhar sob a magia. malévola trabalhava em silêncio enquanto os encantamentos se acumulavam no ar. durante muito tempo não houve nada além disso. somente quando ela mergulhou as mãos naquela mistura e retirou dali uma criança foi que alguma compreensão começou a surgir.
era esse o novo artifício? uma criança. nem arma, nem monstro, nem guardião colossal (ao menos não ainda). cabelos escuros, ralos. olhos atentos. pele semelhante à de qualquer humano. respiração tranquila. mãos pequenas. nada em sua aparência denunciava aquilo que realmente era. a magia de malévola escondia o ferro sob a ilusão da carne, mas ele estava lá. em cada fibra daquele corpo recém-criado. ferro antigo. ferro de moors. ferro arrancado das ruínas do próprio reino. oberyn. de súbito, assim como a espontaneidade da criação, ela entregava a criança ao único capaz de compreender a criação espontânea. ele seria seu dever, sua responsabilidade. mas, à medida que os anos passavam, tornava-se evidente que aquela tarefa carregava outra natureza. havia algo curioso em observar o crescimento de uma criatura, e em especial uma como aquela. oberyn não agia como alguém programado para uma função única. demonstrava interesse pelas menores coisas. passava minutos inteiros observando insetos caminharem sobre folhas, tocava troncos de árvores como se escutasse algo vindo de dentro deles. recolhia pedras sem motivo aparente. quanto mais observava oberyn, menos conseguia vê-lo apenas como um guardião.
nenhuma página explicava por que um ser composto de ferro parecia tão fascinado pelos pássaros. às vezes diablo o encontrava olhando para o céu, apreciando um bando de corvos. e, pela primeira vez em muito tempo, localizava alguém tão deslocado quanto ele próprio. assim como ele, aquela criatura parecia humano sem sê-lo. era uma criança sem ter nascido. carregava dentro de si um propósito sem jamais tê-lo escolhido. e ainda assim caminhava pelo mundo como quem desejava conhecê-lo. com o passar das décadas, diablo percebeu que seus dias haviam mudado. sem saber exatamente quando aquilo aconteceu, começou a procurar a presença de oberyn da mesma forma que antes procurava a ausência de presenças. ele poderia não ter ainda a resposta para o que era ser. o movimento contínuo de uma pergunta que nunca termina. uma pergunta que os homens fazem. que os corvos fazem à sua maneira.que até mesmo criaturas feitas de ferro parecem fazer enquanto observam o céu. e, pela primeira vez em muito tempo, aquela pergunta já não parecia tão pesada.
𝖆𝖓𝖉 𝖓𝖔𝖙 𝖘𝖔 𝖍𝖆𝖕𝖕𝖎𝖑𝖞 𝖊𝖛𝖊𝖗 𝖆𝖋𝖙𝖊𝖗…
tw: sangue.
oberyn não se sentia diferente das outras crianças. pelo menos não no começo. os primeiros anos, na verdade, enquanto malévola observava a estabilidade da criatura, foram marcados por uma tentativa deliberada do reino de manter aquela existência dentro dos limites do que se entendia como infância. ele foi criado como uma criança comum, ou pelo menos como uma aproximação convincente disso. desde o princípio, porém, havia nele uma forma de atenção que escapava ao padrão das outras crianças, uma inclinação constante para moors, como se o território exercesse sobre ele uma atração. moors sempre lhe pareceu estonteante, fato que o mantinha preso por horas sem esforço, enquanto ele simplesmente permanecia ali, imóvel, acompanhando a forma como o vento se deslocava entre as árvores negras, como os corvos juntavam-se no céu, e como criaturas mágicas atravessavam os limites do campo de visão sem pressa. precisava de menos atenção que uma criança comum: bebia menos, comia menos, dormia menos. em contrapartida, era tão curioso quanto qualquer outra criança, ou até mais.
por vezes, quando o silêncio se prolongava e o seu mundo parecia se concentrar ao som distante das coisas naturais de moors, memórias começavam a oscilar em sua cabeça de maneira irregular. não eram ao exato lembranças suas, mas fragmentos, trechos desconectados que insistiam em se instalar ali. imagens quebradas, figuras de batalhas antigas, o som metálico de confrontos que ele nunca presenciara, o sangue escorrendo sobre a pedra de moors. o coração que pulsava em seu peito insistia em lembrar do sofrimento que um dia povoara essas terras. era essa insistência que fazia com que, desde a infância, fosse lentamente entalhado dentro dele uma forma de amor que não dependia da escolha consciente. ele sabia que necessitava, com cada parte existente em si, proteger aquele reino. mesmo que não entendesse como.
quando alcançou idade suficiente para a compreensão, o propósito de sua criação deixou de ser algo implícito e passou a ser declarado. proteger moors. tudo ao seu redor começou a convergir para esse centro, modus operandi; cada lição, cada treinamento, cada correção, exigência, tudo organizado como se a existência dele fosse uma linha reta apontando sempre para o mesmo ponto. e oberyn, acima de qualquer outra coisa que pulsasse em seu interior, acima de qualquer desejo ou aspiração que pudesse surgir de forma espontânea, desejava estar à altura desse compromisso. entregava cada esforço de fibra metálica que constituía seu corpo, arduamente, incessantemente. era bom o suficiente para ser um vilão. seria um ótimo vilão, o melhor que eles já haviam visto.
o problema era: o que constitui um vilão? o que faz de alguém o perverso, o maligno, o opositor? oberyn parecia tentar afirmar seu alinhamento como quem escolhe uma posição diante de um conjunto de opções, ajustando-se ao que lhe era solicitado. parecia, e parece achar, que a personalidade trata-se um mecanismo de seleção e não uma consequência acumulativa de experiências. porém, era grave a incompatibilidade estrutural… pois não era assim que personalidades funcionavam. e mais ainda, não era aquilo que estava entalhado em seu cerne. um vilão realmente se sacrificaria pelo seu reino? um vilão carregaria um compromisso tão absoluto que colocaria sua própria existência em risco sem hesitação? o que pulsava no interior de suas células cardíacas não era desejo de destruição e nem ambição de domínio, mas algo mais próximo de amor. honra, lealdade, coragem, características que pareciam o associar a outro tipo de figura… horrenda, e grotesca… aquela de um herói! foi exatamente essa contradição que fez com que, ao ser entregue à everafter, fosse alocado para a casa mandrágora.
o olhar de diablo, é memória fixa em sua mente. não parecia desapontamento, mas algo mais difícil de decifrar. um desconcerto silencioso que oscilava entre oberyn e malévola. parecia tentar reconstruir mentalmente o percurso que levou uma criatura criada para defender o reino (pertencente aos vilões), a ser colocada justamente em uma casa tão mal vista dentro da hierarquia da academia (pertencentes aos asquerosos mocinhos). temia que malévola pudesse querer destruí-lo, da mesma maneira que havia o criado. oberyn odeia lembrar-se desse momento. naquele instante, parecia-lhe que uma narrativa tivesse sido imposta sobre ele antes que ele pudesse participar da escrita. e talvez por isso todos os anos seguintes tenham sido atravessados por uma tentativa contínua de corrigir essa percepção, de provar em constância que estava longe de ser aquilo que aquele olhar parecia sugerir.
se personalidades não poderiam ser escolhidas, então ele encontraria uma forma de dissimular a própria. e de fato encontrara, de maneira tão eficiente que, se alguém cruzasse com ele pelos corredores de everafter, poderia não ver nada além de alguém desagradável… ou até desprezível. especialmente seus colegas de casa. nada de seu interior parece ser facilmente acessível agora que ele havia se especializado na construção dessa casca. uma superfície cuidadosamente mantida, rígida, impermeável, ferro sobre ferro, como se o exterior tivesse sido forjado na mesma matéria que compõe aquilo que ele carrega dentro. armadura constantemente vestida, sua proteção, sua linguagem, e sua forma de impedir qualquer leitura mais profunda. e assim permanece a questão que não se dissolve com o tempo… não importa o quanto a armadura seja reforçada, o quanto essa casca seja aperfeiçoada… o quanto desse ferro consegue permanecer solidificado quando exposto ao calor do que existe em seu interior?
𝔴𝖍𝔞𝖙 𝖑𝔦𝖊𝔰 𝔴𝖎𝔱𝖍𝔦𝖓…
umbracinese.
oberyn possui domínio sobre a escuridão e as sombras, que lhe permite perceber, expandir, moldar e controlar a ausência de luz. sombras são matéria maleável dentro dos limites de sua influência, e através delas, ele pode alterar formas, expandir áreas de penumbra, condensar escuro em estruturas tangíveis e utilizar a própria sombra como instrumento de defesa, mobilidade ou ataque. em sua manifestação mais comum, o poder permite aprofundar sombras já existentes ou fazê-las emergir em locais onde a iluminação se encontra enfraquecida. com concentração adequada, oberyn pode conferir densidade às sombras, transformando em estruturas capazes de interagir com o mundo físico. correntes, lâminas, plataformas, projéteis ou formas mais elaboradas podem surgir dessa substância. a resistência dessas construções varia conforme a quantidade de escuridão disponível, a concentração empregada e o tempo durante o qual precisam permanecer existindo.
com concentração absoluta (que o deixa vulnerável), áreas cobertas por sua influência tornam-se lugares onde alterações podem ser percebidas: deslocamentos, vibrações, mudanças de posição e perturbações na distribuição da luz alcançam sua percepção. ambientes amplos, com fontes luminosas intensas ou interferências sobrenaturais podem limitar a precisão das informações recebidas. uma das aplicações mais raras e valiosas de sua habilidade consiste no deslocamento através das sombras. ao fundir seu corpo à escuridão, oberyn pode (sozinho) atravessar regiões conectadas por trevas contínuas e emergir em outro ponto. a distância percorrida influencia diretamente o desgaste provocado pela travessia. trajetos curtos exigem pouco esforço; deslocamentos extensos, especialmente entre locais visualizados apenas superficialmente, aumentam o risco de desorientação, falhas de precisão ou confusão mental severa (dissociação).
se assim desejado, indivíduos imersos em áreas dominadas por sombras de seu controle podem experimentar dificuldades de orientação, percepção comprometida e limitações de movimento quando sombras suficientemente densas se prendem ao corpo ou às extremidades. ainda assim, impor controle direto sobre movimentos, restringir ações complexas ou utilizar sombras para alterar profundamente um alvo consciente exige concentração elevada e enfrenta oposição proporcional à força física, mental, espiritual ou sobrenatural da vítima. o esforço excessivo cobra seu preço. períodos prolongados de uso podem provocar fadiga física, lapsos de concentração, distorções perceptivas e dificuldades para distinguir sombras naturais daquelas sob seu próprio controle. em situações extremas, a sobrecarga pode levar ao colapso simultâneo de múltiplas manifestações.
𝖙𝖍𝖊 𝖉𝖆𝖎𝖑𝖞 𝖗𝖔𝖚𝖙𝖎𝖓𝖊…
“faz-tudo” de moors.
sua função principal é e sempre será proteger moors. dessa forma, maior parte do tempo é desempenhando o que é decidido como mais importante para o reino. normalmente, isto inclui utilizar de sua influência sobre as sombras e sua posição dentro da casa mandrágora para manter-se como um fluxo constante de informação sobre os heróis. pode ser visto fazendo bicos no SAINT OF SINS (também como pagamento de favor), THE RAVEN ROOM, VELVET ÉTOILE, ou qualquer lugar que aceite esse funcionário de tamanho descomunal, pois ainda precisa fazer dinheiro para sobreviver.
𝖙𝖗𝖎𝖛𝖎𝖆 𝖙𝖎𝖒𝖊!
vem aí!












