a cidade de westbridge dá boas vindas à BARBARA JEAN GORDON, ela tem VINTE E NOVE anos, mora em ASHGROVE, e em sua nova vida trabalha como BIBLIOTECÁRIA-CHEFE em WESTBRIDGE PUBLIC LIBRARY.
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Barbara cresceu vendo o seu pai tentar carregar o mundo nas costas, como a estátua de Atlas no Rockefeller Center que viu em um passeio da escola. James Gordon ia em busca de uma justiça que nunca chegava — os crimes em uma cidade grande eram diários, e em muitas vezes aqueles que eram presos por ele saiam em poucos dias, nem um pouco felizes pelo tempo passado atrás das barras. A resolução de ferro do comissário teria permanecido, se não fosse o divórcio.
Barbara não era mais do que uma adolescente quando soube da separação dos pais, na época era uma das alunas mais brilhantes da escola, não apenas em notas, mas em participações em projetos e clubes, além do voluntariado na biblioteca considerada a maior da cidade. Na época usava óculos grandes demais para o seu rosto, cabelos ruivo escuro, como o de sua mãe, presos em um rabo de cavalo constante, além de uma expressão em seu rosto de quem muito sabia das coisas (e realmente era o caso).
Nem ao menos teve a chance de se despedir da mãe, Barbara Eileen Kean saiu em uma noite qualquer levando todos os pertences e o filho mais novo consigo. Ao chegar em casa, parecia que eles nunca haviam existido, pois todos os traços que ligavam a existência deles ao apartamento havia sido levada. Nem mesmo as fotos permaneceram. Foi uma época em que Barbara se afundou mais nos estudos, e Jim no trabalho.
Foi uma transferência para a delegacia de Westbridge que reuniu pai e filha, a calmaria da cidade e a ausência de tantos crimes caóticos fez com que ambos, aos poucos, começassem a relaxar — o máximo que ambos conseguiam, sendo tão parecidos. Gordon ainda fazia alguns trabalhos por fora e Barbara estava constantemente fora por causa da faculdade, onde se formou em biblioteconomia e posteriormente um mestrado biblioteconomia e ciência da informação, que a deu um emprego na Westbridge Public Library.
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Atualmente mora em um apartamento de dois quartos, próximo da biblioteca. Constantemente recebe visitas do pai, e vice-versa. O segundo quarto é o que considera seu escritório, com um computador robusto e várias telas. Seu pai sabe apenas que a filha sempre gostou de "coisas de computador".
Foi uma ginasta por muitos anos, mas não era algo realmente do seu interesse então parou, mas Barbara ainda se exercita constantemente.
Sem surpresa alguma, é possível ver livros em todos os lugares da sua casa, o gênero mais frequente sendo histórias de mistérios e detetives. Seu passatempo é tentar decifrar o crime antes de ser revelado. Também coleciona plushies, os seus favoritos ficam na mesa do seu computador, apoiados nas telas.















