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Tulip, Robert Mapplethorpe, 1985

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___hanfolk

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Saudade Acompanhada
O som da torneira gotejando ecoa pelo banheiro, uma batida ritmada que enche o silêncio com a precisão de um metrônomo, enquanto me olho no espelho com o rosto ainda molhado. Não é apenas a água que cobre minha pele, mas também as lágrimas que se misturaram com ela. Lágrimas que não pude evitar, mas que agora, diante do reflexo, preciso esconder novamente. Não quero que ninguém saiba, não posso permitir que percebam a saudade que me acompanha, que me dilacera por dentro.
A saudade é uma presença constante, uma sombra que me segue aonde quer que eu vá. Já tentei me livrar dela, afastá-la, mas, de alguma forma, ela sempre encontra um caminho de volta. Dizem que a saudade é a certeza de que algo foi real, mas, às vezes, me pergunto se essa realidade vale o peso que ela carrega.
Fecho os olhos por um momento, tentando recompor-me, tentando encontrar alguma força para enfrentar mais um dia sem que ninguém perceba a batalha interna que travo. É curioso como podemos parecer inteiros por fora enquanto estamos despedaçados por dentro. A força que finjo ter é, na verdade, uma máscara cuidadosamente construída para ocultar a vulnerabilidade que não posso permitir que vejam.
Olho novamente para o espelho, e o reflexo me encara com um olhar que parece revelar mais do que eu gostaria. Me vejo, mas também vejo as lembranças que me assombram, aquelas que não me deixam dormir à noite. O riso, o toque, as palavras que foram ditas em momentos que agora pertencem apenas ao passado. É essa dor que torna a saudade insuportável, que a transforma em uma presença tão real quanto o ar que respiro.
Há uma ironia cruel na saudade acompanhada. Enquanto ela me dilacera, ela também me faz companhia, uma presença dolorosa, mas estranhamente reconfortante. É como se, ao sentir essa dor, eu ainda estivesse de alguma forma conectado ao que perdi. E é essa conexão que me impede de deixá-la ir. A saudade se torna uma ponte entre o que era e o que é, um lembrete constante do que um dia foi felicidade.
Penso em todas as vezes que tive que sorrir enquanto meu coração gritava em silêncio. A habilidade de esconder o que realmente sinto tornou-se uma segunda natureza, um mecanismo de defesa que me mantém funcionando. Afinal, a vida continua, mesmo quando parece que tudo parou. As pessoas ao meu redor têm suas próprias preocupações, suas próprias dores e eu não quero ser um peso a mais para elas. A força que demonstro é para eles, mas também para mim, na tentativa de me convencer de que ainda posso seguir em frente.
[h.m]
“Then, love the “impossible”. I am already doing so .”
→ Ceylin & Ilgaz, from Yargı : 1.18