Muito bem! Os dois podem colocar as mãos no painel.
Asher, pode vir.
Aãnn. Nossa Ryan, semana passada foi mais tranquilo.
Mas, ok. Hoje a noite, eu escolho a Hillary.
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Muito bem! Os dois podem colocar as mãos no painel.
Asher, pode vir.
Aãnn. Nossa Ryan, semana passada foi mais tranquilo.
Mas, ok. Hoje a noite, eu escolho a Hillary.

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Perfect somehow. @Abby x Asher
Era estranho pensar em como tudo havia acontecido, como Asher tinha chegado até ali. O moreno tinha em mente que todos ali dentro, tinham históricos ruins com relacionamentos. Mas se perguntava se algum deles era parecido com o seu. Um relacionamento estável e duradouro, que terminou em traição nos seus próprios lençóis. Doloroso, mas superável. Ainda assim não conseguia entender como o destino poderia tê-lo empurrado para aquele programa, como poderia estar cercado por pessoas que nunca conheceu na vida, e ainda assim todos terem esse pequeno detalhe em comum. Começou a olhar, rosto por rosto, e imaginar uma historia para cada um deles. Imaginou que as garotas mais fechadas eram como ele, dedicadas à profissão, pois já tinha se desiludido demais. Que os garotos sorridentes gostavam de ser felizes, de viver e que provavelmente tiveram ex-namoradas sufocantes. Mas quando ele olhava para o rosto da décima primeira garota, ele simplesmente não sabia o que ver. Era um rosto bonito, de fato. Perguntava-se frequentemente como poderia ter parado ali, se o problema eram todos os homens do mundo, ou aquela simples garota. Levando em consideração que ela estava ali para ferrar com o destino de uma das outras, e para dividir o coração de um deles. Asher rezava para que não fosse o seu, não por mal, mas por sempre se dar mal em decisões como essas.
Passou um bom tempo analisando o perfil dela. Distante de todos, e ao mesmo tempo nem tanto assim. Ela não tinha sido posta ali dentro como uma distração para o jogo, ela fazia parte do jogo tanto quanto eles. Asher começou a se questionar do por que não havia se aproximado ainda. Mas para falar a verdade, ele não se aproximou de nenhuma garota, apenas aconteceu de se cruzarem. Timidez que não ajudava em nada, e apenas limitava tudo. Cohen decidiu que daquele dia, até o fim do programa deixaria seu lado recluso de lado, que se esforçaria para fazer parte. Afinal de contas, ele tirou a chance de outro cada estar ali. Tinha que fazer valer a pena o seu sim, quando fora perguntado se faria parte do programa.
Deu alguns passos discretos em direção à loira. Não falou nada de imediato, apenas se aproximou como quem não quer nada, ou como alguém que procura um lugar melhor para sentar, para observar tudo. Eles estavam na parte externa da casa, como já parecia ser um costume. Cohen manteve os olhos fixos nela, eram tantas as perguntas que passavam em sua mente, e ele simplesmente não sabia por qual deveria começar. Talvez tenha começado pela pior de todas, ou a mais importante. – Desculpe se estou sendo intrometido. Eu sou o Asher. – ele sorriu, simpaticamente. Sentia que precisava se apresentar sempre que falasse com alguém, estúpido, ele sabia. Não era como se todos ali dentro já não soubessem o nome uns dos outros, mas ele preferia levar as coisas como se não estivesse em um programa, e apenas se aproximasse de uma pessoa normal. – Bem... Eu poderia fazer uma pergunta? Eu estava olhando-a de longe, e fiquei curioso a respeito de algo.
Strike the match. [Flashback]@AsherxDakota
Havia se passado uma semana, uma sena em que Asher não esforçou para fazer contato com ninguém. Conteve-se em apenas memorizar rostos e nomes, considerava ser a única coisa necessária naquele momento. Mas estava errado, sentiu isso com a chegada do primeiro desafio. Memorizou de fato os rostos e os nomes, mas não os corpos com os nomes. Eram onze fotos, pedaços de corpos que ele nem se quer havia reparado direito. Iria perder, claramente. Se acertou duas foi muito, mas não se desanimou por isso. Ficou de fato feliz por não ter de forçar alguém a sair com ele, pois era assim que sentia. Porem não escapou por ai, ainda teriam a cerimônia, a bela cerimônia que Asher havia deletado completamente de sua memória. Ele não queria ser o primeiro a escolher, principalmente considerando que ele não conhecia muitas daquelas garotas, como poderia simplesmente escolher uma, e como poderia saber se ela seria seu par perfeito? Eram tantas as questões, mas ele preferiu apenas se sentir agradecido, quando Ryan deu o direito de escolha para as damas. Um suspiro aliviado lhe correu pelos lábios. Esperou calmamente, enquanto os pares iam se formando. Observou cada par, criticamente, considerando que pelo menos um daqueles deveria ser um par perfeito. Mas qual? Estava tão preso em suas duvidas, que mal ouvira quando Ryan chamou o seu nome. Lá já estavam nove, com ele e Dakota, os dez. Sorriu para a moça ao seu lado, tentando ser o mais agradável possível. Mas ainda restava a 11ª. A tensão estava no ar, como uma simples garota podia simplesmente acabar com o destino das outras. Ele jamais entenderia o seu ato seguinte, mas apenas respirou aliviado quando ela disse o nome de Khyan. Estranho, mas ele estava confortável com alguém que mal conhecia.
Ao final de tudo, tinham duas luzes. Dois casais. Agora ele já não era mais observador, e a pergunta havia mudado. Não se questionava mais se os outros eram pares, e sim se ele e Dakota eram um. Estar fora do controle de sua própria vida era a pior sensação de todas. Mas Asher estava se esforçando. Quando os pares saíram juntos, sua primeira atitude fora estender o braço cavalheiramente para a jovem. Não pelas câmeras como alguns outros poderiam estar fazendo, mas por ele não se ver tendo atitude diferente. – Bem. Eu sou péssimo com apresentações, mas acho que podemos nos considerar vantajosos. Sabemos nossos nomes. – O sorriso torto saiu logo depois do comentário. Cohen era péssimo quebrando o gelo, isso era um fato que qualquer amigo, ou ex-namorada poderia comprovar. Maldita timidez.
Um suspiro lhe correu pelos lábios assim que saíram de todas aquelas luzes. Agora só existiam as típicas câmeras de sempre, e um Asher perdido. Como sempre. – Então Dakota, poderia me falar mais sobre você?
friendly approach[Flashback] // ella & asher
Aquele era o dia em que os casais do desafio iam para o seu encontro, portanto a casa estava mais vazia e mais quieta do que antes. Ella deveria estar totalmente frustrada por não ter acertado nenhuma foto sequer, mas a realidade é que achou a situação muito engraçada. Nunca foi do tipo detalhista, e para ser honesta, as fotos estavam bem difíceis. A garota já havia votado no casal que gostaria de mandar para a Truth Booth, portando decidiu ir curtir a tarde do lado de fora, já que a noite prometia emoções.
Enquanto andava pela área da piscina, Ella notou que não estava vazia como pensou que estaria. Havia alguém sentado ali perto, parecendo pensativo. A garota identificou-o como sendo Asher Cohen, apesar de não ter tido um contato muito grande com ele. Exatamente por isso, e porque também ele parecia do tipo mais quieto, Ella resolveu aproximar-se e puxar conversa. Essa, afinal, era uma de suas grandes características: fazer novos amigos e conversar. Não que não respeitasse a vontade das pessoas de ficarem quietas em seu canto, mas a garota sentiu que uma conversa não faria mal a Asher e, afinal, se ele não quisesse a sua companhia, ele poderia apenas dizer. Ou ela acabaria percebendo, porque essa também é uma das coisas que faz super bem. A morena sentou-se ao lado do outro perto da piscina. – Hey… Espero não estar incomodando, mas te vi aqui meio solitário e resolvi vir conversar. – disse simplesmente e deu de ombros.
Asher se sentia um estranho, em comparação aos outros rapazes. Os corpos bronzeados e bem definidos faziam o seu parecer meramente comum, e ele nunca havia se preocupado em ser comum, na verdade até gostava. Pelo menos até aquele momento. Olhava a sua volta e podia ver pessoas realmente interessantes, garotas interessantes. Mas a coragem de uma aproximação, com aquele tipo de rivalidade era demais. Sua autoestima nunca esteve tão baixa. De fato, ele não se lembrava de um momento em toda sua vida, em que sua autoestima esteve baixa. Até achava que seria impossível, levando em consideração o trabalho que fazia, e o ótimo bom humor. Mas ele era um dos mais velhos ali, mais reservado e talvez até o mais tímido. Nada de interessante poderia ser direcionado a ele, e talvez por isso gastasse todos os dias na beira da piscina. Gostava do movimento da água, da brisa, até mesmo o sol que batia na superfície e lhe irritava os olhos. Por isso os constantes óculos escuros, que lhe deixava com uma expressão ainda mais seria. Quase não notou a aproximação da morena, até que ela mesma se anunciasse.
Asher se dirigiu a ela, com o melhor sorriso que conseguiu. Não por falsidade, mas apenas por demonstração de que ele não morderia. – Incomodando? Imagina. Pode ficar a vontade. Não é como se eu estivesse pensando nos mil casos que deixei em minha mesa. – ele suspirou. Sentia uma verdadeira falta de seu trabalho. Mas aquele não era o melhor assunto para um programa, e muito menos uma aproximação. O moreno tirou os óculos escuros, para estabelecer melhor contato visual com a garota ao seu lado. – Ella. Certo? Desculpa-me se errei, tentei decorar os nomes, mas minha memória sempre foi ruim. Ansiosa para mais tarde?
Oh! Shh... I’m sorry[Flashback] @ Asher x Hillary
A primeira truth booth e eles já começavam do melhor jeito: falhando. A verdade é que na hora de votar ela mesma não tinha ideia de quem escolher por dois motivos muito simples: não conhecia ninguém bem o suficiente pra dizer se eles seriam ou não par ideal e, mesmo não conhecendo, nenhum dos que tinham escolhido ir nos encontros lhe pareciam uma possibilidade óbvia. Por um lado, ficara até feliz por não ter ganho aquele desafio. Não teria ideia sobre quem escolher para levar consigo no desafio. E, pior, imaginar que ficaria conhecer essa pessoa melhor e em horas simplesmente jogar todo aquele esforço no lixo e começar uma procura novamente. Quando tinha aceito aquela oportunidade sequer pensara em como aquilo poderia facilmente ser ruim para ela. Mas agora que estava lá dentro… Parecia impossível não pensar em todas as maneiras que aquilo poderia dar errado.
Não que isso a estivesse impedindo de alguma coisa, é claro. Continuava se divertindo na casa, bebendo, festejando e flertando, sempre fingindo que não tinha uma preocupação no mundo ou, como ela gostava de pensar, arrumando todas as preocupações num cantinho do seu cérebro, onde elas não tinham permissão para sair, nunca. Estava num dia um pouco mais tranquilo, apenas bebendo coisas frescas para aguentar aquele calor insuportável e indo passeando de grupo em grupo, sempre tentando conhecer todos de uma maneira um pouco mais íntima, já curiosa para descobrir seu par, por muito que o programa não tivesse começado fazia alguns dias.
E foi quando ia olhar quem estava perto da piscina que Asher chocou contra ela. A sensação gélida foi a primeira coisa que sentiu, involuntariamente tentando limpar o estrago com suas próprias mãos. Mas, logo, teve a atitude habitual quando algo tão ridículo quanto aquilo acontecia com ela. Começou rindo, abanando sua cabeça de leve. “Não se preocupa, eu não estava prestando a menor atenção também.” Eventualmente, acabou por pegar o pano das mãos dele, se secando o melhor possível. “Você está me devendo uma camiseta.” Retrucou, com um tom de brincadeira, logo pousando o pano na bacanda de novo, com o sorriso habitual ainda nos seus lábios.
O rei dos desastres. Asher começou a pensar em trocar seu nome para um titulo assim. Conhecia todas as probabilidades do mundo, mas simplesmente não entendia sua própria capacidade de burlar elas. Como ele, que já tinha pagado tantos micos na vida, sido tão desastrado, ainda poderia ser mais? E principalmente, em rede nacional. Aquilo realmente era ótimo. Quando saísse do programa, todos o chamariam de “O cara que derramou gelo na ruiva gata.”. De fato um bom jeito para ser conhecido. Seu rosto corou subitamente, bastou apenas que a garota a sua frente falasse algo. Em partes se sentiu aliviado, ela não gritou ou ficou brava, como geralmente acontecia. Garotas e suas roupas, coisa complicada de se entender, mas ficou inteiramente satisfeito de seu prejuízo ser apenas uma camiseta. Antes disso já estava a se perguntar, se eles dois fossem um par, a sua primeira impressão teria sido um lixo. Nas reuniões de família, quando perguntassem como se conheceram, o que ele diria? “Eu derramei gelo nela, e depois fui passar a mão boba para secar.”. Desastre, simples, claro e resumido.
Ele ergueu o rosto, ao final de tantos pensamentos confusos. Ficou cerca de dois ou três segundos, sem nenhuma reação. Convenhamos, beleza não é o tópico mais importante para Asher. Este deve estar em décimo lugar de pré-requisitos que as namoradas devem ter. Mas naquele segundo, ele tinha que admitir. Ruivas são incrivelmente lindas, a beleza natural desde o tom da pele, até aquelas pequenas sardas espalhadas pelo nariz e olhos. Dava vontade de por cada um deles no colo, e levar para casa. Foram poucos segundos, e muitos pensamentos. Mas ele finalmente abrira a boca outra vez. – Eu realmente sinto muito. – o moreno não pensou mais que duas vezes, prontamente tirou a camiseta preta que vestia, e estendeu na direção da garota.
– Enquanto eu não posso lhe dar uma camiseta nova. – completou como se fosse necessária uma explicação para o seu gesto. Só depois ele pensou no quanto havia sido bobo, afinal ela poderia ficar de biquine, ou buscar outra roupa sua. Não precisava de uma camiseta velha dele. Mas Asher era um cavalheiro, e tinha dessas coisas. Não falou mais nada a respeito disto, apenas esperou que ela compreendesse sua falta de jeito. Asher estava constrangido demais, para pensar em algo além de uma apresentação desnecessária. E sentia que não deveria deixar a conversa por aquilo mesmo, seria mal educado e grosseiro de sua parte. E por isso continuou, estendendo a mão à frente. – Asher. E você, seria...? – Ele pensou em chutar um nome, mas preferiu perguntar. Já tinha estragado coisas demais por ali.

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Oh! Shh... I’m sorry @ Asher x Hillary
Cada dia era diferente. O universo de um programa é diferente, quando você faz parte dele. Asher estava cansado de ouvir, na verdade ele não conseguia se lembrar de quantas vezes ouviu, os comentários sobre aquele programa, sobre os casais e como tudo acontecia. Os comentários eram que a química se tornava inegável, para os telespectadores é claro. Estar ali dentro limita o universo e noção de tudo que eles podem ter. Asher em particular se sentia como um rato de laboratório, sendo experimentado por cada garota que tivesse vontade de conhecê-lo, uma vez que ele era tímido demais para se aproximar. Questionava-se mentalmente se havia feito o certo. Em alguns momentos só parecia que tinha tomado o lugar de alguém que poderia estar azarando a morena mais linda, a loira mais sorridente. Ou a ruiva que parecia ser o tipo de boa parte ali dentro. Mas quem seria o seu tipo?
Sentado em uma das espreguiçadeiras próxima a piscina, ele observava os outros de longe. Caras mais novos, e mais apresentáveis que ele, provavelmente com mais tempo disponível e bem mais para oferecer. E eles pareciam divertidos também, ou as garotas estavam risonhas demais. Tudo ali dentro simplesmente não parecia combinar com ele. “Seu babaca” murmurou para si, levando o copo até os lábios. Era limonada, nada muito forte, considerando a hora do dia. Devia ser no máximo uma hora da tarde, ou próximo disto. Um suspiro lhe escapou pelos lábios, não tinha como esquecer o passado de uma hora para outra, não tinha trabalho para se afogar, e ele não sabia como começar uma conversa com aquelas garotas. Parecia que não podia piorar.
Terminou sua limonada calmamente, tentando ignorar as vozes ao seu redor, e o universo. Era em partes bastante fácil, só precisou de uns óculos escuro, e uma imaginação bem forte, que o tirasse daquele ambiente. No final de tudo, lhe sobrou um copo vazio, com apenas gelo e uma rodela de limão na borda. – Hora do refil. – desta vez usou o tom de voz normal. Não havia ninguém perto para ouvir mesmo. Levantou e caminhou devagar até a cozinha, se sentindo uma sombra por passar pelos outros sem ser notado. Óculos, quem diria que era um disfarce tão eficiente. Pena não ter durado. Ele cruzou a sala, deu alguns passos até a cozinha. Tudo isso para esbarrar com a tal ruiva que parecia ser o tipo de todos. Desastrado, como só ele poderia ser, Asher deixou que o copo virasse, derrubando o gelo na moça.
– Céus! Desculpe-me, eu sinto muito. – seu tom desesperado deveria ser o suficiente, mas Asher parecia o rei dos micos quando algo dava errado. Involuntariamente, ele puxou um pano que estava sobre a bancada, e tentou ajudar a jovem a se secar, só se dando conta da ousadia depois de iniciado o ato. Sua cabeça abaixou subitamente. – Desculpe.
Conheça ASHER COHEN, natural de ATLANTIC CITY, NEW JERSEY, quando decidiu fazer sua inscrição no “Are You The One?” não esperava que fizesse tanto sucesso por lembrar muito IAN SOMERHALDER. Em seus meros VINTE E SETE anos de idade, ficou conhecido pelo público como THE MR. SEXOBEAT.
IN THIS GAME, OUR CHOICES SEAL OUR FATE!
Nascido e criado em Atlantic City, Asher soube desde pequeno que nada era seu, se tratasse isso de um brinquedo, ou uma pessoa em si. Filho do meio de três, ele não consegue se lembrar de um dia se quer onde nada tenha sido dividido entre eles. Sua família era simples, não viviam no luxo, mas também não chegaram a viver na miséria. Eles eram o que podemos chamar de classe media, e essa simplicidade foi o que impulsionou o Cohen do meio a vida que ele tem hoje. Formado em advocacia, ele é considerado um dos melhores no ramo, mas não se deixe enganar pela profissão, ele não é serio e tal pouco mentiroso. De fato gosta de tudo preto no branco. Talvez fosse esse o motivo dos relacionamentos fracassados que teve, ele era o único sincero na relação. Já tinha desistido de tudo, e estava focado apenas em sua carreira. Era um homem solitário, quando uma amiga de trabalho o inscreveu secretamente no programa. Ao ser escolhido ficou surpreso, mas pensou “Por que não?”.
MY LAST RELATIONSHIP ENDED BECAUSE...
Todos os relacionamentos passados foram catastróficos, mas nenhum conseguiu superar o ultimo. Cohen estava em um noivado estável de três anos, todo o enxoval pronto, e as parcelas do apartamento quase quitadas. Eles eram o casal perfeito, quem olhasse de longe poderia jurar que eles eram felizes. Até o próprio Asher poderia afirmar isso. Mas foi na véspera do casamento que tudo aconteceu, Asher nunca entendeu a necessidade das despedidas de solteiro. Mas concordou em ter uma. À noite até estava boa, e animada, porém o moreno resolveu correr mais cedo para ver sua amada. Antes não tivesse feito isso. Assim que abriu a porta do apartamento, se deparou com sua noiva rolando pelo carpete com seu irmão mais velho. Aquele foi literalmente o fim.
A LOVERS WITHOUT SIGN. AND I AM LOST AGAIN.
Apesar de não acreditar que tenha uma chance real disso acontecer, Asher espera encontrar alguém que entenda como ele é. Que saiba compreender e aceitar sua sinceridade, e que faça disto algo presente na relação. Alguém que não tenha ciúmes assim como ele, e que principalmente se ame, e seja capaz de amá-lo também.
Asher Cohen encontra-se TAKEN.